Autor: Leandro Amorim

  • Adam Silver defende apostas mesmo com os escândalos na NBA

    Adam Silver defende apostas mesmo com os escândalos na NBA

    Olha só que situação complicada: Adam Silver, comissário da NBA, teve que sair em defesa das apostas esportivas mesmo com todos os escândalos que rolaram nesta temporada. E cara, não foi pouca coisa não — tivemos jogador e técnico sendo presos por esquemas de apostas.

    Silver foi bem direto numa entrevista: ‘O maior valor pra gente é o engajamento dos fãs’. Traduzindo: se você pode apostar no jogo, você fica grudado na TV. Simples assim.

    O pioneiro que se meteu numa enrascada

    Tem que dar o braço a torcer pro Silver — o cara foi visionário. Foi o primeiro comissário de liga profissional americana a bater o pé e falar: ‘gente, vamos legalizar as apostas de uma vez’. Isso foi anos antes de todo mundo embarcar nessa onda.

    Só que agora… bom, deu no que deu. Jogador da ativa preso. Técnico na cadeia. E uma pesquisa da Universidade Quinnipiac mostrou que apenas 19% dos fãs da NBA acreditam que esquemas ilegais de apostas são raros na liga. Ou seja: 81% do pessoal acha que rola muita coisa suspeita por aí.

    Sinceramente, eu entendo o dilema do Silver. Por um lado, as apostas trouxeram cerca de US$ 170 milhões anuais pros cofres da liga — dinheiro que não é pouco, né? Por outro, criou uma dor de cabeça danada.

    Não dá pra fingir que tá tudo bem

    ‘Não estou no ponto de dizer que me arrependo de ter apoiado isso’, falou Silver. Mas completou: ‘acho que devemos aprender todo dia com o comportamento que estamos vendo’.

    E olha que ele foi honesto: ‘Não quero ser ingênuo. Não quero ficar falando como se fosse maravilhoso todo mundo apostando nos nossos jogos’.

    Monstro, essa frase aí mostra que o cara tá ligado na realidade. Porque vamos combinar: por mais que as apostas tenham aumentado a audiência (e aumentaram mesmo), os problemas que vieram junto são bem sérios.

    E vocês, o que acham? Vale a pena manter essa parceria com as casas de apostas mesmo com todos esses escândalos? Ou a NBA deveria dar uma segurada nessa história?

    Eu fico pensando: será que o engajamento dos fãs realmente compensa toda essa dor de cabeça? Porque uma coisa é certa — a credibilidade da liga tá em jogo tanto quanto os US$ 170 milhões anuais.

  • Wemby escapou! NBA não suspende o francês para o jogo 5

    Wemby escapou! NBA não suspende o francês para o jogo 5

    Respira, torcedor dos Spurs! Victor Wembanyama tá liberado para o jogo 5 contra o Minnesota na terça-feira. A NBA decidiu que a cotovelada no Naz Reid não vai gerar suspensão adicional, segundo o Shams Charania da ESPN.

    Olha, eu confesso que fiquei preocupado depois daquela expulsão no domingo. O francês deu uma cotovelada no Reid que mandou o cara rodopiar no chão — foi feia a parada. E pior: aconteceu logo no segundo quarto, com 8:39 ainda no relógio.

    A cotovelada que quase mudou tudo

    A situação foi assim: Wemby pegou um rebote ofensivo e na hora que o Reid e o McDaniels vieram pra cima dele, PÁ! Cotovelo direto no maxilar e pescoço do cara. Na hora os árbitros marcaram falta ofensiva comum, mas depois da revisão no vídeo, o Zach Zarba mudou pra flagrante 2 — e aí já era, expulsão automática.

    O mais engraçado foi a cara do Wemby no banco perguntando pro Harrison Barnes: “O que isso significa?” Mano, o mlk tem 20 anos e ainda tá aprendendo essas paradas da NBA. Mas a inocência não justifica uma cotovelada dessas, né?

    Estatística assustadora

    Quer saber um dado que me deixou de cabelo em pé? Essa foi a expulsão mais cedo de um All-Star em playoffs desde que começaram a registrar os play-by-play lá em 97-98. E os times que perdem um All-Star antes do quarto período? 1-8 em jogos de playoffs. Ou seja, quase sempre dá ruim.

    Os Spurs perderam aquele jogo por 114-109, e agora a série tá empatada 2-2. Imagina se fosse perder o Wemby pro jogo 5 também? Seria praticamente o fim da linha pra San Antonio.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem aproveitar o fato de jogar em casa na terça? As casas de aposta já colocaram eles como favoritos por 10.5 pontos, mas esse Minnesota não tá pra brincadeira não. Vai ser guerra!

  • Silver assume que é ansioso e paranóico para comandar a NBA

    Silver assume que é ansioso e paranóico para comandar a NBA

    Cara, o Adam Silver não tenta fingir que é o cara mais zen do mundo. Pelo contrário — ele assume na lata que é ansioso, paranóico e que fica monitorando críticas nas redes sociais igual corretor acompanhando a bolsa de valores. E sabe de uma coisa? Ele acha que isso é necessário.

    “Tem muita coisa vindo na nossa direção o tempo todo, e acho que há muito com o que se preocupar”, disse Silver numa entrevista pra The Atlantic. “Acho que manter um estado de leve paranoia é necessário.”

    Olha, eu respeito essa honestidade. Quantos chefões por aí fingem que está tudo controlado quando na real estão surtando por dentro?

    A diferença entre Silver e David Stern é gritante

    O perfil mostra como Silver é o oposto total do David Stern. O cara que comandou a NBA por décadas era barulhento, brigão, topava ser o vilão da história pra gerar buzz. Lembram dele suspendendo galera, brigando com todo mundo? Era o estilo dele.

    Silver é diplomata. Trata os jogadores como parceiros, não como funcionários rebeldes. E funciona — a receita da liga saltou de 3-4 bilhões na última década do Stern pra 14,3 bilhões projetados nesta temporada. Monstro, né?

    Mas aqui vem a parte mais interessante: segundo uma fonte próxima, os funcionários da liga ficaram tão cansados do jeito neurótico do Silver que comemoraram quando as duas filhas dele nasceram em 2015. O cara tinha 53 anos quando casou, e aparentemente virou pai trouxe um pouco de equilíbrio pra vida dele.

    “É importante demais pra você ser querido”

    Silver lembra que Stern sempre alertava ele: “É importante demais pra você ser querido.” E era verdade. Onde Stern adorava conflito e provocação, Silver prefere expansão comercial e diplomacia.

    Sinceramente? Acho que cada era pede um tipo de liderança. Stern construiu a NBA moderna sendo o cara durão. Silver está expandindo ela sendo o cara que negocia, que escuta, que admite quando está ansioso.

    “Se fosse necessário mais um showman neste momento, eu provavelmente não seria o cara certo pro trabalho”, disse Silver. “Talvez o David tenha reconhecido isso.”

    E vocês, o que acham? Preferem o estilo mais diplomático do Silver ou sentiam falta da pegada mais agressiva do Stern? Eu acho que cada momento tem sua liderança ideal — e os números mostram que o Silver tá acertando na mosca.

  • Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Mitch Johnson falando sobre a expulsão do Wembanyama ontem, pensei: finalmente alguém teve coragem de falar a real.

    O técnico dos Spurs não engoliu seco a expulsão do Victor na derrota para o Minnesota. E sinceramente? Ele tá coberto de razão. O francesão levou um Flagrant 2 por acertar o Naz Reid com o cotovelo na cara/pescoço, mas o contexto é que os Wolves estavam metendo o pau no menino o jogo inteiro.

    “Se não protegem, ele vai ter que se proteger”

    A frase que mais me chamou atenção foi quando Johnson disse que “se as pessoas que controlam o jogo não protegerem a fisicalidade, então em algum momento ele vai ter que se proteger”. Mano, isso aí é quase uma declaração de guerra contra a arbitragem.

    E não é exagero não. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que jogadores altos e habilidosos como o Wemby sempre apanham mais. Lembra do que faziam com o Shaq? Com o LeBron no início da carreira? É sempre a mesma história.

    Suspensão seria “ridícula”

    Johnson ainda foi além e disse que seria “ridículo” se o Victor fosse suspenso pelo lance. Na visão dele, não teve intenção nenhuma de machucar o Reid. E olhando o lance (porque eu assisti umas cinco vezes), realmente parece mais um movimento natural de proteção do que uma jogada suja.

    Vocês acham que a liga vai mesmo suspender o cara? Porque se fizer isso, vai estar mandando um recado bem claro: que é mais fácil punir quem se defende do que controlar quem agride primeiro.

    O Wembanyama já mostrou que não é moleque — ele sabe jogar duro quando precisa. Mas se a arbitragem não fizer o trabalho dela de proteger os jogadores, aí as coisas podem ficar feias mesmo. E ninguém quer ver o maior talento da nova geração se machucando por causa de descaso dos árbitros, né?

  • 76ers vão avaliar futuro de Morey e Nick Nurse após vexame

    76ers vão avaliar futuro de Morey e Nick Nurse após vexame

    Olha, não vou mentir: eu já esperava que ia dar merda depois daquele massacre de 30 pontos pros Knicks. E agora veio a bomba — os 76ers vão avaliar se mantêm Daryl Morey e Nick Nurse no cargo. Traduzindo: os dois tão pendurados numa corda bamba.

    A diretoria dos Sixers decidiu dar uma respirada antes de tomar qualquer decisão drástica, segundo fontes da liga. Faz sentido, né? Depois de ser varrido em quatro jogos pelos Knicks — incluindo aquela humilhação histórica no último domingo — qualquer movimento feito no calor do momento seria burrice pura.

    Morey no olho do furação

    O Daryl Morey tá há seis temporadas comandando o front office da Filadélfia, desde que saiu dos Rockets em 2020. E olha, o cara tem seus méritos — descobriu o Tyrese Maxey no draft (que achado, meu Deus) e trouxe alguns nomes interessantes. Mas sinceramente? A construção do elenco em volta do Embiid continua sendo um quebra-cabeça sem solução.

    E não é nem culpa só do Morey. Como você monta um time competitivo quando seu principal jogador só consegue jogar 38 partidas na temporada regular? É foda, mas é a realidade dos Sixers há anos.

    Nick Nurse fez o que deu

    Já o Nick Nurse, na minha opinião, fez um trabalho decente considerando as circunstâncias. Conseguir 45 vitórias na temporada regular com Embiid praticamente aposentado metade do ano não é brincadeira. E ainda por cima passou pelos Celtics em sete jogos — algo que eu não esperava, confesso.

    Mas aí vem a pergunta que não quer calar: será que ele é o cara pra levar esse time ao próximo nível? Porque uma coisa é clara — do jeito que tá não vai dar.

    O elefante na sala: a grana

    E aí que mora o perigo. Os Sixers tão presos financeiramente com aquele contrato absurdo de $192.9 milhões do Embiid até 2028-29, mais os $110.7 milhões que ainda devem pro Paul George. Ou seja, praticamente sem margem de manobra pra fazer mudanças significativas no elenco.

    O próprio Embiid já admitiu depois da eliminação: “Temos que melhorar de cima a baixo. Donos, jogadores, técnicos, todo mundo tem que melhorar.” Rapaz, quando o próprio astro do time fala isso publicamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    E aí, o que vocês acham? Morey e Nurse merecem mais uma chance ou é hora de mexer mesmo? Porque uma coisa é certa: do jeito que tá, os Sixers vão continuar sendo aquele time “quase” que frustra todo mundo todo ano.

  • Giannis oficialmente no mercado: Bucks aceitam propostas pelo Greek Freak

    Giannis oficialmente no mercado: Bucks aceitam propostas pelo Greek Freak

    Gente, chegou a hora. O Milwaukee Bucks finalmente confirmou o que todo mundo já desconfiava: eles estão oficialmente ouvindo ofertas pelo Giannis Antetokounmpo. É, o bicampeão de MVP pode mesmo estar de saída de Milwaukee.

    Segundo fontes da ESPN, a diretoria dos Bucks quer resolver essa situação antes do Draft da NBA, que acontece entre 23 e 24 de junho. Ou seja, temos umas seis semanas de muito drama pela frente.

    “Nas próximas seis ou sete semanas vamos decidir se o Giannis vai assinar um contrato máximo e ficar conosco ou se vai jogar em outro lugar”, disse o co-proprietário Jimmy Haslam na quarta-feira. Cara, a sinceridade é brutal, mas pelo menos não estão enrolando ninguém.

    O que os Bucks querem em troca

    A franquia não está desesperada para se livrar do Greek Freak — eles querem o preço certo. Estão pedindo um jovem talento de primeira linha e/ou uma enxurrada de picks de Draft. Basicamente, querem reconstruir o futuro em troca do presente.

    E olha, faz sentido. Com 31 anos e vindo de uma temporada limitada por lesões (só 36 jogos), o Giannis ainda tem muito a oferecer, mas Milwaukee precisa pensar no longo prazo.

    O interessante é que os Bucks também estão deixando a porta aberta para uma mega-troca que possa convencer o Giannis a ficar. Eles têm até três picks de primeira rodada negociáveis e contratos como Bobby Portis e Kyle Kuzma para montar pacotes. Será que conseguem um movimento que mude a cabeça dele?

    A fila dos interessados está gigante

    Depois da loteria do Draft no domingo, vários times interessados conheceram suas posições. Golden State ficou com a 11ª escolha e Miami com a 13ª — dois picks que podem virar parte de propostas interessantes.

    A lista de interessados é de dar inveja: Minnesota Timberwolves, Cleveland Cavaliers, Boston Celtics, New York Knicks e Los Angeles Lakers. Imagina o Giannis no Lakers ao lado do LeBron? Ou nos Celtics, que acabaram de ganhar o título?

    Mas olha só que curioso: fontes dizem que uma fonte envolvida diretamente falou que “a conversa vai ser simples: onde o Giannis quer ser trocado e onde ele vai assinar longo prazo?” Ou seja, o cara tem o poder de escolher seu destino. E quem não escolheria, né?

    A temporada passada foi um desastre para Milwaukee: 32-50, primeira vez fora dos playoffs em nove anos. O Giannis ainda produziu quando estava em quadra (27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências), mas as lesões no joelho, panturrilha e virilha limitaram muito sua participação.

    Se ele ficar em Milwaukee, pode assinar uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões a partir de 1º de outubro. Se for trocado, pode negociar seis meses depois da troca. Vocês acham que ele fica ou vai mesmo embora? Porque sinceramente, depois de tudo que rolou essa temporada, eu não apostaria na permanência dele.

  • Gobert manda a real: ‘tamanho importa’ após Wolves dominarem Spurs

    Gobert manda a real: ‘tamanho importa’ após Wolves dominarem Spurs

    Cara, o Rudy Gobert simplesmente mandou a real depois do jogaço dos Timberwolves contra o Spurs. E quando digo mandou a real, é porque o francês não teve papas na língua ao explicar como Minnesota conseguiu virar o Jogo 4 da semifinal e empatar a série em 2-2.

    “Eu não deveria rir, mas acho que tamanho importa”, disse Gobert pros repórteres após a vitória por 114-109. Do outro lado da sala, dava pra ouvir o Naz Reid falando “opa!” — imagino a cara dele quando ouviu isso.

    “Desculpa, mas é verdade”, completou o pivô francês. “Tamanho importa.”

    A estratégia que funcionou perfeitamente

    Olha, eu confesso que quando vi o Chris Finch botando Gobert, Julius Randle e Naz Reid juntos na quadra, pensei: “será que não vai ficar muito pesado?” Mas cara, funcionou que foi uma beleza. Com as lesões no garrafão dos Wolves, principalmente a do Donte DiVincenzo, o técnico teve que improvisar — e que improvisação!

    O momento decisivo veio quando o Wembanyama tomou um flagrante 2 no segundo quarto e teve que sair mais cedo. Ali os Spurs ficaram vulneráveis no garrafão, especialmente quando resolveram jogar pequenos com Julian Champagnie de pivô e Devin Vassell de ala-pivô. Sinceramente, foi pedir pra sofrer.

    Nos momentos cruciais, tamanho fez a diferença

    E foi exatamente isso que aconteceu nos últimos minutos. Os Wolves estavam perdendo por 99-98 aos 4:48 do último quarto. Em pouco mais de 4 minutos, viraram pra 112-105. Como? Dominando completamente o garrafão.

    Cinco bandejas (duas do Reid, uma do Gobert, uma do Ant Edwards e uma do Ayo Dosunmu), mais uma enterrada do Gobert. Ainda teve duas faltas convertidas em and-one — do próprio Gobert e do Dosunmu, que converteram os lances livres na sequência.

    Cara, foi uma demonstração de como o físico ainda importa muito na NBA. Por mais que o jogo tenha evoluído pro lado dos arremessos de três, quando você tem um trio de torres como esse e consegue impor seu ritmo lá embaixo, o negócio fica complicado pro adversário.

    Vocês acham que os Wolves conseguem manter essa pegada física pro resto da série? Porque se conseguirem, vai ser difícil pros Spurs pararem esses caras no garrafão.

  • Wolves vencem sem Wemby expulso, mas quase entregam o ouro

    Wolves vencem sem Wemby expulso, mas quase entregam o ouro

    Cara, os Timberwolves conseguiram vencer os Spurs por 114 a 109 no jogo 5, mas meu Deus do céu… eles fizeram questão de deixar tudo difícil até o último segundo. E olha que tiveram TODAS as condições pra fazer um passeio.

    O negócio é o seguinte: com 8min39s do segundo quarto, o Victor Wembanyama simplesmente perdeu a linha e meteu uma cotovelada na cara do Naz Reid. Flagrante 2 na lata, expulsão direta. A torcida do Target Center gritando “EXPULSA ELE” enquanto o francesão nem sabia direito o que tava acontecendo.

    Sem Wemby, era pra ser moleza

    Sinceramente, quando vi o melhor defensor do mundo indo pro vestiário faltando mais de meio jogo, pensei: “pronto, agora é só administrar”. Os Wolves tinham o Gobert dominando o garrafão contra o Luke Kornet — que convenhamos, não é lá essas coisas todas.

    Mas aí que tá… os caras acharam que ia ser fácil demais e simplesmente relaxaram. É impressionante como esse time consegue complicar o que deveria ser simples. Parecia aqueles jogos da temporada regular onde eles dormiam no volante.

    No final do terceiro quarto, os Spurs (SEM O WEMBY, gente!) estavam acertando 62% dos arremessos de 2 pontos, enquanto os Wolves mal chegavam aos 44%. O De’Aaron Fox tava fazendo o que queria no meio da quadra, e a defesa do Minnesota parecia perdida.

    Ant-Man salvou a pátria

    Mas aí que entra o nosso monstro. Anthony Edwards, jogando praticamente manco (aqueles joelhos tão preocupando), decidiu que não ia deixar barato. No quarto período, o cara foi simplesmente absurdo: 6 de 8 nos arremessos, 16 pontos no último quarto.

    Enquanto o Julius Randle tava tendo uma noite péssima (6 turnovers!), o Jaden McDaniels errando tudo (6-15) e o Ayo Dosunmu sumido (3-12), o Ant carregou o piano nas costas e garantiu a vitória.

    Vocês acham que o Wembanyama vai ser suspenso pro jogo 6? Eu acho difícil, mas aquela cotovelada foi bem desnecessária. Deve levar uma multa e pronto.

    O jogo 6 vai ser em San Antonio na terça-feira, às 21h (horário de Brasília). Série empatada em 2-2, tudo em aberto. E eu tenho certeza de uma coisa: os Wolves NÃO podem relaxar de novo, porque com Wemby de volta, a história vai ser bem diferente.

  • Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Gente, que draft lottery maluco foi esse! Os Washington Wizards acabaram de ganhar a primeira pick do Draft 2026, e olha que história bizarra: eles foram lá e contrataram ninguém menos que Trae Young e Anthony Davis no deadline — pra depois deixar os caras grudados no banco pelo resto da temporada.

    Sim, você leu certo. Pegaram dois All-Stars e basicamente os aposentaram pra garantir o tanking. E funcionou: terminaram com o pior record da NBA e agora têm a primeira escolha. Estratégia questionável? Com certeza. Mas deu resultado.

    Jazz também fizeram a mesma coisa

    O Utah Jazz saltou direto pro segundo lugar depois de uma temporada igualmente esquisita. Eles foram lá e pegaram o Jaren Jackson Jr. no deadline, aí fizeram igual aos Wizards — deixaram o cara esquentando banco enquanto colecionavam derrotas.

    Agora o Jazz pode montar algo interessante: imagina Keyonte George, provavelmente o Darryn Peterson (que deve ser a segunda pick), Lauri Markkanen, JJJ e Walker Kessler. Esse time vai incomodar no Oeste, pode anotar.

    Memphis subiu pro terceiro lugar (tinham apenas a sexta melhor chance) e Chicago deu um salto do nono pro quarto. Ou seja, quatro times que conseguiram se reposicionar bem na loteria.

    Os azarados da história

    Sinceramente, dó dos Sacramento Kings e Brooklyn Nets. Esses caras não fizeram tanking — eram ruins mesmo — e se deram mal na loteria. É aquela coisa: às vezes é melhor ser ruim de propósito do que ser ruim sem querer.

    Falando nos Wizards, eles não tinham a primeira pick desde 2010, quando escolheram John Wall. E advinha quem estava lá representando o time na loteria? O próprio Wall. Coincidência ou não, deu sorte.

    A galera está especulando que eles vão de AJ Dybantsa, do BYU, que tá no topo da maioria dos boards. Se for isso mesmo, imagina o quinteto: Young, Kyshawn George (ou Bilal Coulibaly), Dybantsa, Davis e Alex Sarr. Monstro demais pro Leste.

    E tem uma curiosidade engraçada: é o segundo ano seguido que um time com Anthony Davis ganha a primeira pick. O cara é um amuleto da sorte ou what?

    Vocês acham que essa estratégia de contratar estrela pra depois sentar vale a pena? Porque, convenhamos, é meio sujo, né? Mas se funciona…

    Ah, e uma informação importante: essa foi a última loteria nesse formato. A partir do ano que vem a NBA vai mudar o sistema — provavelmente pro tal do “3-2-1” com 18 times participando. Adam Silver já tá comemorando que vai diminuir o tanking, mas sinceramente, acho que tem mais a ver com a qualidade do draft mesmo.

  • Nets caem para 6ª posição no Draft – que azar desgraçado!

    Nets caem para 6ª posição no Draft – que azar desgraçado!

    Cara, eu tô passando mal aqui. O Brooklyn Nets conseguiu a façanha de ter a terceira PIOR campanha da NBA e mesmo assim caiu para a sexta posição no Draft Lottery de 2026. Sexta posição! Com o terceiro pior recorde da liga!

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra nessa NBA, mas isso aí foi de doer o coração. Os Nets tinham 7% de chance de cair para a sétima posição e 26% de ficar na sexta. Adivinha o que aconteceu? Exato.

    O plano que deu errado

    Pra entender a dor, preciso voltar um pouquinho. Em junho de 2024, o Sean Marks fez umas trocas que pareciam geniais na época. Mandou o Mikal Bridges pro Knicks em troca de CINCO escolhas de primeira rodada. Logo depois, trocou quatro picks do Phoenix e swaps com Houston pra recuperar suas próprias escolhas de 2025 e 2026.

    A ideia era simples: fazer tank pesado por duas temporadas e pegar uns caras bons no topo do Draft. Marks até foi eleito o 8º melhor executivo da liga pelos próprios pares. Todo mundo achando que o cara era um gênio.

    Só que tank é uma loteria, né? E o Nets descobriu isso da pior forma possível.

    Dois anos de sofrimento pra nada

    Em 2025, depois de começar 9-10, eles conseguiram a oitava posição – apenas duas à frente do pick do Suns que tinham trocado. Agora pegaram a sexta, perdendo a chance de escolher entre os quatro consensos do topo: AJ Dybantsa, Cameron Boozer, Darryn Peterson e Caleb Wilson.

    E o mais doloroso? O Knicks pode estar vindo de uma final da NBA enquanto isso. A vida não perdoa mesmo.

    Um analista da CBS resumiu bem: “Os Nets trocaram três picks de primeira e um swap pra recuperar controle das suas escolhas de 2025 e 2026 e poder fazer tank. Resultado? Caíram um total de cinco posições nas duas loterias. Absolutamente brutal.”

    Eu concordo 100%. Brutal é pouco.

    E agora, José?

    O Houston ainda tem swap com Brooklyn em 2027, então essa janela de duas temporadas realmente acabou. Tem gente falando que o Nets pode tentar trocar pra subir no Draft agora, mas sinceramente? Todo mundo ama esses quatro caras do topo. Vai ser difícil demais.

    O Washington Wizards, que teve a pior campanha, levou a primeira escolha. Indiana, com o segundo pior recorde, caiu “só” pra quinta posição. Mas Chicago, com o NONO pior recorde, subiu pra quarta. Memphis saltou da sexta pra terceira, trocando de lugar justamente com o Nets.

    Vocês acham que o Nets deveria ter feito tank ainda mais pesado? Ou a sorte simplesmente não estava do lado deles? Porque olhando assim, parece que o universo conspirou contra o Brooklyn mesmo.

    Uma coisa é certa: dois anos sofrendo pra isso é de amargar qualquer torcedor. Pelo menos eles têm mais algumas escolhas pra trabalhar, mas cara… que decepção brutal.