Autor: Leandro Amorim

  • Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Cara, que alívio! O Draft Lottery de 2026 acabou e os Bucks conseguiram exatamente o que a gente esperava: a 10ª pick. E olha, sinceramente? Foi o melhor cenário possível pra Milwaukee.

    Deixa eu explicar a treta toda. Os Bucks tinham trocado o direito de troca de picks com o New Orleans (que depois virou do Atlanta). Se Milwaukee tivesse caído no top 4, teriam que trocar com Atlanta – que acabou ficando com a 8ª pick. Imagina a dor de cabeça: ganhar na loteria só pra ter que entregar a pick pros Hawks? Que pesadelo seria isso.

    Os sortudos da vez

    Washington levou a 1ª pick (14% de chance), seguido por Utah na 2ª. Mas os caras que realmente deram sorte foram Memphis (3ª pick) e Chicago (4ª). Os Grizzlies tinham apenas 37,2% de chance de pular pro top 4, e os Bulls? Só 20,2%. Absurdo a sorte desses times.

    O favorito absoluto pra primeira escolha é AJ Dybantsa, do BYU. O moleque é um monstro mesmo, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Essa classe de 2026 tá sendo considerada uma das melhores dos últimos anos.

    Indiana se ferrou bonito

    Agora a parte mais engraçada (pelo menos pra nós): Indiana se deu mal pra caramba. Eles tinham o segundo pior record da liga, mas caíram pra 5ª pick. E o pior? No deadline, os Pacers trocaram duas primeiras escolhas (incluindo a de 2026, protegida top 4) pro Clippers pelo Ivica Zubac.

    Como eles não ficaram no top 4, vão ter que mandar essa pick mesmo pros Clippers. Cara, que negócio ruim foi esse. Trocaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson e duas picks por um pivô que tá longe de ser extraordinário.

    E o futuro do Giannis?

    Falando nisso, Brooklyn acabou com a 6ª pick e todo mundo sabe que eles querem o Giannis há tempos. Se os Bucks resolverem ouvir propostas (Deus me livre), os Nets têm uma das melhores picks pra oferecer. Golden State ficou só com a 11ª e Miami com a 13ª – meio difícil competir com o que o Brooklyn pode oferecer.

    Vocês acham que a diretoria de Milwaukee vai mesmo considerar trocar o Greek Freak? Na minha opinião, seria loucura total. O cara ainda tá no auge, e com a 10ª pick podem pegar um jovem talento pra complementar o time.

    Por enquanto, vamos torcer pra que usem essa escolha com sabedoria. A temporada de 2026 promete ser interessante!

  • Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Cara, já começou a loucura do Draft 2026! O Washington Wizards tirou a sorte grande na loteria e vai escolher primeiro, seguido por Utah Jazz, Memphis Grizzlies e Chicago Bulls. E agora todo mundo quer saber: quem são os monstros que vão mudar a NBA nos próximos anos?

    Olha, eu acompanho esses garotos desde o ensino médio, e posso dizer que essa classe é ABSURDA. O nome que todo mundo conhece é o AJ Dybantsa, mas tem muito talento escondido nessa lista que pode surpreender.

    Os Três Primeiros Colocados

    AJ Dybantsa (BYU) tá no topo, e sinceramente? Faz sentido. O cara tem 2,06m, joga de ala, e simplesmente resolve qualquer situação na quadra. Aos 19 anos, já mostra uma maturidade absurda no jogo.

    Cameron Boozer (Duke) vem logo atrás. Filho do Carlos Boozer, esse garoto de 2,06m herdou muito do pai – e talvez até melhorou a receita. Só tem 18 anos e já joga como veterano.

    Darryn Peterson (Kansas) completa o top 3. Armador de 1,96m que simplesmente não erra quando a coisa aperta. O Bill Self deve estar babando com esse moleque na universidade.

    As Revelações que Ninguém Tá Falando

    Agora vem a parte interessante: quem são os caras que vão fazer os GMs se arrependerem de não ter pescado antes?

    Caleb Wilson (North Carolina) na quarta posição me chama atenção. Pivô de 2,08m que joga com uma elegância que lembra muito o Tim Duncan jovem. Roy Williams deve estar se divertindo nos treinos.

    E tem o Aday Mara (Michigan) na 11ª posição – um gigante de 2,21m vindo da Espanha. Cara, esse tipo de jogador europeu sempre me deixa curioso. Lembram do que aconteceu com o Porzingis?

    Kingston Flemings (Houston) também merece destaque. Armador de 1,93m que tem aquele jogo moderno que a NBA adora: arremessa de qualquer lugar e ainda distribui como ninguém.

    Minha Análise Pessoal

    Olhando essa lista, uma coisa me chama atenção: a quantidade de jogadores altos que sabem fazer de tudo. Antigamente, pivô ficava no garrafão e pronto. Hoje esses caras de 2,06m, 2,08m jogam como alas e ainda acertam de três pontos.

    Outra coisa interessante é a diversidade internacional. Além do Mara da Espanha, tem o Hannes Steinbach da Alemanha e o Karim Lopez que tá jogando na Austrália. A NBA realmente virou global mesmo.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a maior surpresa? Eu tenho uma teoria de que algum desses caras do meio da lista vai explodir e todo mundo vai falar “como ninguém viu isso vindo?”

    O combine em Chicago vai ser crucial. É lá que a galera vai ver quem realmente aguenta a pressão e tem o físico pra NBA. Alguns nomes podem subir muito na lista depois dessas medições e scrimmages.

    Uma coisa é certa: 2026 promete ser um dos drafts mais equilibrados dos últimos anos. Não tem um LeBron óbvio no topo, mas tem muito talento distribuído. Isso significa que times que escolhem mais pro final da loteria podem pescar jogadores incríveis.

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?

  • Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Cara, que coincidência maluca é essa? ESPN e The Athletic fizeram mock drafts pós-loteria com o TOP-10 EXATAMENTE IGUAL. Tipo, idêntico mesmo. Zero diferença. Isso aí mostra que tem um consenso bem claro sobre quem são os melhores prospects de 2026.

    E olha só o presente que o Washington Wizards ganhou: a primeira escolha geral do Draft 2026! Foi a primeira vez desde 2010 que eles conquistaram o topo da loteria. Sinceramente? Mereceram. O time fez uma engenharia social absurda — trocaram por veteranos como Trae Young e Anthony Davis no deadline e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos. É o tanking científico, meu amigo.

    AJ Dybantsa é consenso absoluto

    O cara que todo mundo tá de olho é AJ Dybantsa, freshman do BYU. Esse moleque é projetado como primeira escolha absoluta pelos dois veículos. E faz todo sentido — o cara tem 2,08m, joga de ala, e tem um potencial que dá água na boca de qualquer GM.

    Atrás dele vem Darryn Peterson (Kansas) pro Utah Jazz na segunda posição. Os Jazz conseguiram sua melhor colocação desde 2011, que sorte! Memphis pega Cameron Boozer (Duke) em terceiro — e olha que eles tinham só 9,4% de chance de ficar no top-3. Cameron é filho do Carlos Boozer, lembram? DNA de campeão aí.

    Bulls na zona de conforto

    O Chicago Bulls conseguiu entrar no top-4 com apenas 20,27% de probabilidade e deve escolher Caleb Wilson, de North Carolina. Quatro escolhas no topo significa quatro franquias que vão pegar caras com potencial de mudarem tudo.

    Uma coisa que me chamou atenção: os Clippers ficaram com a quinta escolha — uma pick que ORIGINALMENTE era dos Pacers, mas como Indiana perdeu a proteção top-4, Los Angeles herdou. Keaton Wagler de Illinois é o nome cotado. Considerando que os Clippers só vão controlar totalmente suas próprias escolhas a partir de 2030, essa foi uma tacada e tanto.

    Brooklyn aparece em sexto com Darius Acuff Jr. de Arkansas, e por aí vai. O que acham desse mock draft? Faz sentido pra vocês ou tem algum nome que deveria estar mais alto?

    O combine começa segunda-feira em Chicago e vai até o final da semana. Vai ser interessante ver se algum desses caras consegue mudar a percepção dos scouts nos workouts.

  • McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite na Filadélfia. Os Knicks simplesmente DESTRUÍRAM os 76ers por 144-114 no jogo 4 e fecharam a série com uma varredura histórica. E quem foi o protagonista? Miles McBride. Isso mesmo, o Miles McBride que praticamente ninguém conhecia há duas semanas.

    O garoto entrou no lugar do OG Anunoby machucado e decidiu que ia virar o Michael Jordan da noite para o dia. 25 pontos acertando 7 de 9 tentativas do perímetro. SETE DE NOVE DE TRÊS! Eu tô maluco ou isso aí é coisa de videogame?

    A chuva que destruiu a Filadélfia

    Mas não foi só o McBride não. Os Knicks como um todo resolveram que ia ser uma aula de arremesso de longa distância. 24 cestas de três em 43 tentativas. No primeiro quarto foram 11 acertos em 13 tentativas – vocês conseguem imaginar isso? Eu assisti e ainda não acredito.

    No intervalo já era 78-53, com 17 bolas de três convertidas. Os 76ers nem sabiam onde enfiar a cara, sinceramente. Jalen Brunson colaborou com 22 pontos, Karl-Anthony Towns fez um double-double (17 pontos e 10 assistências) e Josh Hart quase chegou lá também com 17 e 9 rebotes.

    De cirurgia à glória em questão de semanas

    A história do McBride é surreal, gente. O cara voltou de uma cirurgia de hérnia em março, mal apareceu em oito jogos, e de repente vira titular porque o Anunoby se machucou no jogo 2. É desses roteiros que a NBA entrega de vez em quando que deixam a gente de queixo caído.

    Anunoby estava voando nos playoffs (21.4 pontos e 7.5 rebotes por jogo), se machucou numa penetração boba, e abriu espaço para essa pérola que estava guardada no banco. Às vezes o basquete é poético demais, não é?

    E olha que varredura não é brincadeira na NBA, viu? A última dos Knicks foi em 1999 – eu tinha 8 anos! Agora eles estão nas finais do Leste pelo segundo ano seguido. Vocês acham que conseguem chegar nas Finais mesmo? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a sonhar alto…

    Os 76ers simplesmente não tiveram resposta. Quando o time adversário acerta 24 de três e você não tem nenhum plano B, é isso que acontece. Uma surra histórica em casa, na frente da torcida. Deve estar doendo até agora.

  • Knicks destroíram os 76ers com chuva de 3 pontos histórica na varrida

    Knicks destroíram os 76ers com chuva de 3 pontos histórica na varrida

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou ontem à noite no Xfinity Mobile Arena. Os Knicks simplesmente destruíram os 76ers por 144 a 114 e fecharam a série em 4-0. Cento e quarenta e quatro pontos. Em um jogo de playoff. É o maior placar da franquia na pós-temporada!

    O que mais me impressionou? A chuva de três pontos foi absolutamente surreal. Os caras acertaram 25 de 44 tentativas do perímetro (56,8%), igualando o recorde da NBA em jogos de playoff. No primeiro quarto foram 11 de 13 – sim, você leu certo. Onze de treze no primeiro quarto!

    Miles McBride virou o protagonista

    Com OG Anunoby fora por lesão, McBride ganhou mais uma chance de titular e, meu amigo, ele não desperdiçou. Terminou a noite com 25 pontos, acertando 7 de 9 do perímetro. No primeiro tempo já tinha 20 pontos e estava 6/7 de três.

    Sinceramente? Eu não esperava que ele conseguisse manter esse nível depois daquela explosão inicial, mas o garoto provou que tá preparado para esses momentos grandes. E olha que não foi só ele – Brunson (6/10 de três), Hart (4/6) e até Shamet saindo do banco com 4/6. Todo mundo pegou fogo.

    Show de horror dos Sixers

    Do outro lado, que tristeza ver o Embiid tentando carregar esse time nas costas. O cara fez 24 pontos acertando TODOS os oito arremessos de quadra, mas não tinha como segurar essa avalanche sozinho.

    Os 76ers erraram tudo que podiam errar: apenas 8 de 35 do perímetro (23%) e tomaram uma surra no rebote (47-30). Quando você vê a casa dos Sixers com gritos de “Let’s go, Knicks!” nos minutos finais, você sabe que foi uma humilhação completa.

    Knicks em outro nível

    Essa foi a sétima vitória consecutiva dos Knicks, com uma média de diferença absurda: 26,4 pontos por jogo. Quatro dessas vitórias foram por 29 pontos ou mais. As duas vitórias que fecharam as séries contra Hawks e Sixers somadas? 81 pontos de diferença.

    Agora eles vão para a final da Conferência Leste contra Pistons ou Cavaliers, e eu tô começando a sonhar alto aqui. Vocês acham que esse time tem cara de quem pode chegar nas Finais pela primeira vez desde 1999?

    O descanso até o próximo jogo vai ser fundamental, especialmente para a volta do Anunoby. Com ele de volta e essa química ofensiva funcionando, os Knicks podem ser o time mais perigoso dos playoffs. E aí, será que conseguem manter essa pegada monstruosa?

  • NBA admite erro polêmico em Cavs x Pistons, mas Harden resolveu mesmo assim

    NBA admite erro polêmico em Cavs x Pistons, mas Harden resolveu mesmo assim

    Olha, eu vi essa jogada umas cinco vezes e continuo achando que foi falta, mas enfim… A NBA divulgou o Last Two Minute Report do jogo 3 entre Cavaliers e Pistons e confirmou o que muita gente já suspeitava: aquela jogada do James Harden foi no mínimo questionável.

    A situação foi assim: 30 segundos finais, Cavs ganhando por apenas um ponto, e o Harden resolve partir pro isolation contra o Tobias Harris. Side-step de três, o cara voa em cima do Beard e derruba ele no chão. A bola entrou (porque o homem é clutch mesmo), mas cadê a falta?

    NBA tenta explicar o inexplicável

    Segundo o relatório oficial, não foi falta porque “Harris pulou para contestar o arremesso, mas teria evitado o contato se Harden não tivesse se projetado para frente”. Sinceramente? Essa explicação não cola comigo não.

    Qualquer um que joga basquete sabe que quando você faz um side-step, seu corpo naturalmente vai um pouco para frente. É física básica. E o Harris claramente invadiu o espaço de aterrissagem do Harden – isso é falta desde sempre no basquete.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O Harden nem reclamou muito da arbitragem. Fez a cesta e seguiu o jogo. Veterano raiz!

    Cavs ainda vivos na série

    No fim das contas, os Cavaliers conseguiram diminuir a desvantagem na série para 2-1. E olha que eles já vinham reclamando de algumas decisões da arbitragem nesta temporada – especialmente nos momentos finais dos jogos.

    O que me deixa mais tranquilo é ver que o time não deixou isso abalar o psicológico. Harden tá jogando um basquete absurdo nestes playoffs, e junto com o Donovan Mitchell, eles formam uma dupla que pode incomodar qualquer defesa.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo ou estou sendo clubista demais? Porque na minha visão, qualquer contato que tire o espaço de aterrissagem do arremessador deveria ser apitado. Principalmente nos playoffs, onde cada posse vale ouro.

    De qualquer forma, o que importa é que os Cavs conseguiram a vitória e mantêm viva a esperança de uma virada histórica. Porque vamos combinar: todo mundo gosta de uma boa remontada nos playoffs, né?

  • Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Galera, a loteria do Draft 2026 aconteceu e que rolê foi esse! O Washington Wizards conseguiu a primeira pick — sinceramente, depois da temporada horrorosa que eles tiveram, era quase uma obrigação do universo dar essa sorte pra eles.

    Mas o grande destaque mesmo foi o Utah Jazz subindo várias posições. Esses caras sabem trabalhar o sistema, viu? Não é à toa que sempre conseguem se dar bem nessas situações. E olha, considerando como eles vêm reconstruindo o elenco nos últimos anos, essa pick vai ser fundamental.

    Os grandes perdedores da noite

    Agora os coitados do Indiana Pacers… cara, que azar. Eles que estavam contando com uma pick alta pra tentar acelerar a reconstrução e acabaram caindo na loteria. É o tipo de coisa que deixa qualquer torcedor com vontade de socar a parede.

    O Kevin O’Connor já soltou o primeiro mock draft dele depois do sorteio, e tenho que dizer — algumas escolhas me deixaram meio “será mesmo?”. Mas é isso aí, né? Todo ano a mesma coisa: todo mundo vira especialista em draft até chegar junho e metade das previsões irem pro espaço.

    E agora, o que esperar?

    O que vocês acham? Wizards vão conseguir aproveitar essa oportunidade de ouro ou vão fazer mais uma escolha questionável como sempre? Porque, vamos combinar, o histórico deles no draft não é lá essas coisas.

    Uma coisa é certa: com essa primeira pick, Washington tem a chance de pegar um cara que pode mudar completamente os rumos da franquia. A questão é saber se eles vão escolher o jogador certo ou se vão inventar moda como já fizeram antes.

    O Jazz subindo é inteligente demais. Esses caras sempre conseguem tirar leite de pedra, e agora com uma pick melhor do que o esperado, podem acelerar ainda mais o processo de volta aos playoffs. Danny Ainge deve estar rindo até agora.

    E vocês, o que acham que vai rolar? Quem deveria ser a primeira escolha geral? Deixem aí nos comentários!

  • Dirigente do Pacers pede desculpas após trade desastroso custar pick alto

    Dirigente do Pacers pede desculpas após trade desastroso custar pick alto

    Cara, eu não sei nem por onde começar com essa história dos Pacers. Sério, que situação mais bizarra.

    O Indiana terminou com o SEGUNDO PIOR RECORDE da NBA na temporada passada (19-63) — basicamente fizeram um tanking descarado pra conseguir um pick alto no draft de 2026. Só que aí vem o plot twist: eles tinham trocado essa escolha pro Clippers pelo Ivica Zubac, protegendo apenas o top-4.

    E adivinha só? No sorteio do draft que rolou domingo, o nome deles saiu justamente na 5ª posição.

    A aposta que não deu certo

    Kevin Pritchard, presidente de operações de basquete do time, teve que engolir o orgulho e pedir desculpas no Twitter mesmo. “Peço desculpas a todos os nossos fãs”, escreveu ele. “Assumo a responsabilidade por ter corrido esse risco.”

    Olha, eu até entendo a lógica dele na época — o time precisava de um pivô titular pra competir com os grandes times. Mas trocar um pick potencialmente alto pelo Zubac? Sinceramente, acho que foi uma aposta muito arriscada.

    O mais louco é que eles começaram o dia com 52,1% de chances de ficar no top-4. Mais da metade! Mas a sorte não estava do lado deles.

    Torcida pistola (e com razão)

    Os fãs não perdoaram nem um pouco. Um cara escreveu no Twitter: “Você perde o Myles Turner e ganha o Zubac. Perde o Mathurin e o pick número 5 sem receber nada em troca. Por isso a torcida está brava, por um pivô que nem top 5 da posição é.”

    E realmente, quando você para pra pensar: eles basicamente jogaram a temporada fora de propósito, perderam de lavada 63 vezes, e no final das contas não vão nem ter o pick alto que queriam. É de doer.

    Pelo menos o Tyrese Haliburton — que levou esse time até as Finais da NBA na temporada anterior — está voltando de uma lesão no tendão de Aquiles. Mas e aí, vocês acham que isso compensa a bagunça toda?

    Olha, na minha visão, foi uma aposta que simplesmente não valeu a pena. Em um draft que todo mundo tá falando que é “geracional”, perder um pick alto pro Clippers por causa do Zubac deve estar doendo muito. Muito mesmo.

  • VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    Olha, eu sei que é estranho falar de futuro brilhante depois de levar uma vassourada dos Knicks nos playoffs, mas cara… o que o VJ Edgecombe mostrou na sua temporada de calouro foi simplesmente absurdo.

    O moleque de 20 anos fechou a temporada regular com médias de 16 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências, acertando 43% dos arremessos de quadra e 35% das bolas de três. Nos playoffs? 14 pontos por jogo em 11 partidas. Para um rookie, isso é coisa de monstro mesmo.

    Embiid já vê o sucessor

    E quem tá mais empolgado com tudo isso é o próprio Joel Embiid. Na entrevista pós-eliminação, o cara não conseguia parar de falar do VJ:

    “VJ é o próximo da fila. Philly conseguiu um cara especial nele. Ele é O cara. Tô falando pra vocês, esse moleque é diferente e isso foi só o primeiro ano. O segundo vai ser melhor, o terceiro melhor ainda.”

    Embiid ainda chamou ele de “monstro” depois. Vindo de quem vem, isso não é pouca coisa não.

    E sabe o que mais me impressiona? A humildade do garoto. Quando perguntaram sobre os elogios do Embiid, VJ respondeu na moral: “É ótimo ouvir isso, mas o trabalho tem que ser feito. Preciso continuar trabalhando duro.”

    Maxey reconhece o próprio reflexo

    Tyrese Maxey, que passou pelo mesmo processo há alguns anos, tá vendo a própria história se repetir:

    “Tipo dois, três anos atrás eu sentei aqui com Joel e com James Harden, e eles viram algo em mim. Acho que tô ficando velho agora, porque tô aqui sentado com o VJ e fico feliz em fazer parte da jornada dele.”

    É interessante ver como esses caras mais experientes abraçam os rookies. Paul George também entrou na jogada, ajudando principalmente na defesa e destacando como foi importante o VJ ter essa experiência completa de playoffs logo no primeiro ano.

    Sinceramente? Acho que os Sixers acertaram em cheio nessa escolha. Claro, ser eliminado na segunda rodada dói pra caramba, mas ter um cara de 20 anos já produzindo desse jeito… isso não é normal não.

    VJ já tem uma lista do que quer melhorar: controle de bola, arremesso (principalmente de três), e a mentalidade dele é perfeita. “Vou pra academia e vou melhorar. No ano que vem, nenhum time vai me deixar livre, pode ter certeza.”

    E vocês, acham que ele consegue dar o salto no segundo ano? Porque pelo que tô vendo, os veteranos do time já tão apostando todas as fichas nele.