Autor: Leandro Amorim

  • Thunder e Spurs favoritões contra Lakers e Wolves machucados

    Thunder e Spurs favoritões contra Lakers e Wolves machucados

    Cara, os playoffs do Oeste tão ficando meio esquisitos. Thunder e Spurs chegaram nas semifinais como favoritões absolutos — e olha, não é pra menos quando você vê o que aconteceu com Lakers e Timberwolves.

    Oklahoma City pegou os Lakers como cabeça de chave 1 contra 4, enquanto San Antonio vai encarar Minnesota. Só que aqui tá o detalhe: tanto Luka Dončić quanto Anthony Edwards tão machucados. E machucado feio mesmo.

    Lesões pesadas mudam tudo

    O Luka tá com uma lesão grau 2 no isquiotibial esquerdo e, sinceramente, acho difícil ele voltar pra essa série. Já o Ant-Man sofreu uma contusão óssea e hiperextensão no joelho no jogo 4 da primeira rodada. Minnesota até conseguiu passar pelos Nuggets sem ele no jogo 6 decisivo, mas enfrentar Wembanyama sem o seu craque é outra conversa.

    E o pior pro Wolves: DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles e tá fora da temporada. Dosunmu também não joga. Ou seja, eles vão pra cima dos Spurs praticamente sem armação nenhuma. É de doer o coração.

    As casas de apostas não tão nem disfarçando — Thunder abre a série como favorito com odds de -3000 (97% de chance de passar), enquanto os Spurs aparecem com -2000 (95% de probabilidade). São 14 pontos de vantagem no spread do primeiro jogo pra cada um. Absurdo.

    Thunder já destruiu os Lakers na temporada

    Aqui tem um dado que me deixa impressionado: OKC varreu os Lakers por 4-0 na temporada regular com uma diferença média de 29,3 pontos por jogo. VINTE E NOVE PONTOS de diferença! É a maior disparidade entre qualquer confronto da segunda rodada nos playoffs.

    Oklahoma City e San Antonio terminaram em primeiro e segundo lugar respectivamente no Net Rating da temporada regular. São times completos, jovens e que jogam um basquete muito inteligente dos dois lados da quadra.

    Vocês acham que ainda rola alguma surpresa? Porque pelo que tô vendo, parece que Thunder vs Spurs nas finais do Oeste já tá praticamente desenhado. Claro que basquete é basquete e sempre pode rolar aquela zebra — principalmente se o Luka conseguir voltar minimamente bem —, mas as circunstâncias tão todas favorecendo os favoritos mesmo.

    O lado bom? Se realmente for Thunder e Spurs na final de conferência, vai ser um jogaço entre duas das equipes mais promissoras da liga. Shai Gilgeous-Alexander contra Wembanyama seria um show à parte.

  • Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Olha, vou ser direto com vocês: a situação do Luka Dončić não tá nada boa. O cara continua sem prazo para voltar dessa lesão no posterior da coxa, e pelo que tudo indica, ainda vai demorar um tempão.

    Segundo a Cassidy Hubbarth, da NBA On Prime, o astro dos Mavs ainda tá engatinhando na recuperação. “Ele tá fazendo alguns exercícios de movimentação na quadra, arremessando umas bolas, mas tudo muito controlado”, disse ela na sexta passada.

    A real sobre a lesão

    Sinceramente? Quando você vê que o cara ainda não consegue nem fazer um 1×1 ou qualquer coisa com contato, é sinal de que a coisa tá séria mesmo. Estamos falando de uma distensão grau 2 no posterior — não é brincadeira, não.

    E olha só que timing perfeito (ironia total): enquanto o Luka fica no banco vendo os outros jogarem, os Mavs eliminaram os Rockets no jogo 6 e agora vão encarar o Thunder a partir de terça-feira. Imaginem se ele tivesse disponível para essa série…

    Recuperação vai na calma

    A Hubbarth foi bem clara: “É um pouco mais que só arremessos isolados, mas ainda tá longe de qualquer coisa ao vivo. Continua sendo uma construção lenta para o retorno, não algo iminente”.

    Mano, eu tô vendo isso e pensando: será que ele volta ainda nestes playoffs? Porque do jeito que tá, parece que os caras tão sendo super cautelosos — o que é o certo, mas dói no coração de qualquer fã dos Mavs.

    Na semana passada já tinham falado que era improvável ele jogar na segunda rodada. E agora, vendo que ele ainda não consegue nem treinar com contato físico… vocês acham que ele volta se o Dallas chegar nas finais do Oeste? Eu tô começando a duvidar, não vou mentir.

    O negócio é torcer para que a recuperação evolua logo, porque NBA sem Luka fazendo suas mágicas não é a mesma coisa. E os Mavs, mesmo jogando bem, precisam muito do seu craque de volta.

  • LeBron aos 41 faz história e elimina Rockets — mas e o Thunder?

    LeBron aos 41 faz história e elimina Rockets — mas e o Thunder?

    Mano, o que o LeBron fez ontem foi simplesmente absurdo. Com 41 anos nas costas, o cara se tornou o jogador MAIS VELHO da história a liderar uma série de playoffs inteira em pontos totais. 139 pontos em seis jogos contra o Houston. Aos 41. Quarenta e um anos, gente!

    “Não é meu estilo aceitar vitórias pequenas”, disse o King depois de cravar 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes no jogo que eliminou os Rockets por 98-78. E aí que vem a parte que me arrepia: “Sinceramente, quem sabe quantas séries de playoffs eu ainda vou jogar? Se eu jogar mais uma, duas ou três temporadas, isso não me garante playoffs. Então estou tentando aproveitar cada momento.”

    O veterano que voltou a ser protagonista

    Olha só a loucura da situação: LeBron começou a temporada num papel mais coadjuvante, deixando Luka Dončić e Austin Reaves comandarem o ataque. Mas quando os dois se machucaram no dia 2 de abril contra Oklahoma City, guess who teve que voltar a ser o homem? Exato.

    “Foi totalmente diferente pra mim”, contou pro ESPN. “Em março era um papel completamente diferente. Super desconfortável, mas confortável ao mesmo tempo. Tive que entrar nessa. Mas também estava dando certo. É só isso que me importa.”

    E cara, que humildade absurda do cara falando sobre colocar o ego de lado. Quantos jogadores de 41 anos fariam isso? Quantos jogadores de qualquer idade fariam isso?

    A defesa que funcionou

    Defensivamente, os Lakers foram um monstro. Houston converteu apenas 35% dos arremessos — uma pancada considerando como eles jogaram no Jogo 5. A grande mudança? Deandre Ayton marcou Alperen Şengün individualmente depois que os Rockets destruíram as marcações duplas no jogo anterior.

    “Aceitei o desafio de peito aberto”, disse Ayton. “Botei o time nas costas e eles confiaram em mim.” Şengün? Uma assistência só no jogo da eliminação. Defesa é isso aí.

    Rui Hachimura meteu 21 pontos com 5 cestas de 3 em 7 tentativas — o japonês tava com o braço quente. Austin Reaves voltou da lesão e contribuiu com 15 pontos em apenas seu segundo jogo após quatro semanas parado. E os Lakers? Apenas 11 turnovers, o menor número da série toda.

    Mas agora vem a bronca…

    Tá, tudo muito lindo, mas agora vem o Oklahoma City Thunder pela frente. O atual campeão que passou o rodo nos Lakers na temporada regular: quatro jogos, quatro vitórias, média de 29.3 pontos de diferença. Trinta pontos de diferença de MÉDIA, cara!

    O Jogo 1 é na terça-feira e o Thunder é favorito por 14.5 pontos. Vocês acham que essa mágica do LeBron aguenta contra Shai Gilgeous-Alexander e companhia? Eu quero acreditar, mas essa vai ser a prova de fogo real.

    Uma coisa eu garanto: se alguém pode fazer o impossível aos 41 anos, é esse monstro do LeBron James. Mas enfim, vamos ver se essas “pequenas vitórias” que ele tá celebrando podem virar algo muito maior.

  • Rockets mantém Udoka e Stone, mas querem estrelas no verão

    Rockets mantém Udoka e Stone, mas querem estrelas no verão

    Galera, parece que Houston finalmente achou o caminho das pedras! Os Rockets vão manter tanto o técnico Ime Udoka quanto o GM Rafael Stone para a próxima temporada. E olha, faz todo sentido — duas temporadas seguidas com 50 vitórias não é pouca coisa nessa NBA maluca.

    A diretoria tá confiante mesmo no trabalho da dupla. E não é pra menos, né? Quando você pensa que com Steven Adams, Fred VanVleet e Kevin Durant saudáveis, o time pode brigar de igual pra igual com Spurs e Thunder… cara, dá pra sonhar alto.

    Fome de estrela no mercado

    Mas ó, os caras não vão ficar parados não. Houston tá de olho em uns nomes que fazem qualquer fã de basquete babar. Kawhi Leonard, Donovan Mitchell, Giannis Antetokounmpo e Joel Embiid estão na lista de desejos. Monstro demais, né?

    Sinceramente? Acho que rolou um arrependimento pesado por não terem feito nada no trade deadline. A diretoria sabe que precisava de um armador ou um pivô pra fechar o time, mas ficou na retranca. Agora é correr atrás no verão.

    Renovações em casa também

    E não é só estrela de fora que tá no radar. Tari Eason e Amen Thompson vão sentar pra conversar sobre extensões de contrato. O Eason é agente livre restrito, então Houston vai igualar qualquer oferta que aparecer — e tá certo, o moleque tem potencial absurdo.

    Já o Thompson? Rapaz, pode pegar até 252 milhões por cinco anos. Isso mesmo, quase 253 milhões de dólares! É uma grana que dá pra comprar umas três cidades pequenas aqui no Brasil (risos).

    Fred VanVleet também vai bater um papo sobre renovação. O cara tem uma opção de 25 milhões que pode exercer, mas Houston quer amarrar ele por mais tempo.

    E aí, vocês acham que os Rockets conseguem pescar alguma dessas estrelas no mercado? Kawhi em Houston seria uma loucura, mas o cara vive machucado. Giannis saindo de Milwaukee? Meio difícil… Mas futebol — digo, basquete — a gente nunca sabe, né?

  • Jokic vai ganhar quase R$ 1,5 BILHÃO nos próximos 4 anos

    Jokic vai ganhar quase R$ 1,5 BILHÃO nos próximos 4 anos

    Gente, vocês viram o valor que o Nikola Jokic vai assinar com o Denver? 278 milhões de dólares em 4 anos. Isso é quase 1,5 bilhão de reais, pelo amor de Deus! O cara simplesmente vai se tornar um dos atletas mais bem pagos da história do esporte mundial.

    E olha que coisa interessante — ano passado ele RECUSOU uma extensão de 212 milhões por 3 anos. Na época eu pensei “será que ele tá querendo vazar de Denver?”. Que nada. O monstro só queria esperar pra ganhar ainda mais grana. Jogada de mestre.

    Fidelidade mesmo com time quebrado

    O que mais me impressiona é a lealdade do Jokic. Cara, os Nuggets foram eliminados na primeira rodada dos playoffs — uma decepção absurda pra um time que foi campeão há dois anos. E mesmo assim, segundo o Shams Charania, o sérvio tá 100% comprometido com Denver.

    “Ele não tá falando em sair, não tá olhando pra outros times. Ele simplesmente diz: ‘Eu tô aqui, não importa o que aconteça, vou renovar’”, disse o jornalista. Isso é coisa rara na NBA de hoje, pessoal. Jogador estrela que fica mesmo quando o time não tá funcionando.

    Mas o elenco vai mudar

    Agora, não pensem que vai ser tudo igual. O próprio Jokic admitiu que os Nuggets não estão nem perto de brigar pelo título no momento — uma realidade dura pra quem ganhou tudo em 2023.

    A diretoria de Denver vai ter que mexer no elenco, mas tá numa situação financeira complicadíssima. Com o salary cap da NBA cada vez mais restritivo e os Nuggets já gastando uma fortuna, vai ser difícil trazer peças de qualidade.

    Sinceramente? Acho que vai ser um quebra-cabeça e tanto. Como você monta um time competitivo quando seu melhor jogador ganha quase 70 milhões por ano e você não tem muito espaço no teto salarial?

    Vocês acham que o Jokic vai conseguir outro anel em Denver com essas limitações financeiras? Ou será que deveria ter considerado ir pra um time com mais recursos? Deixem aí nos comentários!

  • KD e o drama das contas fake: temporada dos Rockets virou bagunça

    KD e o drama das contas fake: temporada dos Rockets virou bagunça

    Cara, que temporada mais estranha foi essa do Kevin Durant em Houston. Sinceramente, quando rolou a trade do Phoenix, eu achei que o cara ia finalmente encontrar um time pra brigar pelo título de verdade. Mas olha só no que deu…

    A primeira temporada do KD nos Rockets foi um desastre completo. Lesão no joelho, torção no tornozelo, e o pior de tudo: aquele climão com os companheiros por causa das contas fake no Twitter. Vocês lembram dessa história?

    O drama das contas burner que ninguém esquece

    Segundo várias fontes da liga, Durant teria usado contas fake pra criticar os próprios companheiros de time — incluindo o Alperen Sengun e o Jabari Smith Jr. Mano, imagina a situação no vestiário quando isso vazou. Os caras que convivem com você todo dia descobrem que você tá falando mal deles na internet escondido.

    A diretoria dos Rockets nunca conseguiu resolver essa treta internamente, e virou uma distração monstro durante a temporada toda. Durant até tentou amenizar em fevereiro: “Meus companheiros sabem como é, estamos focados a temporada inteira”. Mas convenhamos, quando você precisa sair falando isso publicamente, é porque a coisa não tá boa mesmo.

    Números bons, time ruim

    O mais louco é que individualmente o KD teve números absurdos — foi um dos apenas cinco jogadores da NBA a fazer médias de 26 pontos, 5 rebotes e 4 assistências. Mas de que adianta jogar bem sozinho se o time não funciona?

    E aí veio os playoffs contra os Lakers. Durant se machucou no treino antes do Jogo 1 (aquele joelho maldito de sempre). Voltou pro Jogo 2, mas torceu o tornozelo no segundo tempo e ficou de fora do resto da série. Os Rockets foram eliminados em seis jogos.

    O que mais me chamou atenção foi no Jogo 3: enquanto o time tava tendo um colapso histórico na quadra, KD tava lá atrás fazendo tratamento em vez de ficar no banco apoiando os companheiros. O Ime Udoka até defendeu: “Ele tava fazendo gelo e tratamentos que não dá pra fazer no banco”. Tá, mas qual a mensagem que isso passa pros outros caras?

    E agora, fica ou sai?

    A situação tá bem estranha. Em outubro, Durant assinou uma extensão de dois anos por US$ 90 milhões — com opção de jogador pra 2027-28 que vai pagar US$ 46 milhões. Ou seja, ele abriu mão de US$ 30 milhões do valor máximo que poderia receber.

    Na minha visão, isso pode significar duas coisas: ou ele realmente quer ficar em Houston e mostrar comprometimento, ou tá preparando terreno pra sair mais fácil no futuro. Conhecendo o histórico do KD, eu não ficaria surpreso com nenhuma das duas opções.

    E vocês, acham que Durant consegue resolver essas questões de vestiário e finalmente ganhar um título com os Rockets? Ou essa história de conta fake vai assombrar ele pra sempre?

  • LeBron e Rui destroem Rockets e Lakers avançam nos playoffs

    LeBron e Rui destroem Rockets e Lakers avançam nos playoffs

    Cara, os Lakers finalmente fizeram o que tinham que fazer. Depois de duas zebras seguidas tentando fechar a série, eles foram lá no jogo 6 e simplesmente destruíram os Rockets por 98-78. E olha, não vou mentir — por um momento ali eu pensei que ia dar ruim mesmo.

    Vocês lembram da estatística maldita? Só 4 times na história da NBA conseguiram forçar um jogo 7 depois de estar perdendo por 3-0. Os Rockets quase entraram nessa lista, mas LeBron e Rui Hachimura disseram: “Não hoje, amigos”.

    O Rei ainda é o Rei (mesmo errando uns arremessos)

    LeBron não teve a melhor noite nos arremessos — 10/25 do campo, que é meio feio pro padrão dele. Mas mano, é isso que separa os grandes dos mortais. O cara simplesmente impôs o ritmo de jogo do começo ao fim. 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes. Aos 41 anos (quase 42!), o maluco ainda carrega time nas costas como se fosse 2012.

    E sinceramente? Eu tô impressionado com a longevidade desse cara. Quantos jogadores você conhece que aos 41 fazem isso num jogo eliminatório?

    Rui foi o X da questão

    Agora, se o LeBron foi o coração, o Rui Hachimura foi pura eficiência. 21 pontos com 8/15 do campo e — pasmem — 5/7 das três! Isso é o que eu chamo de aproveitar a oportunidade.

    O japonês tá mostrando porque os Lakers apostaram nele. Durante a série toda ele foi consistente, e olha que isso não é pouca coisa quando você tá jogando ao lado do LeBron. A pressão é absurda, mas o cara não amassou.

    Agora é Thunder pela frente

    A bad news? Agora eles pegam o Oklahoma City Thunder na segunda fase. E cara, esse time do OKC não tá pra brincadeira. Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren… vai ser um teste e tanto.

    Mas depois de ver os Lakers superarem os sustos contra Houston, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe. Austin Reaves tá jogando muito, DeAndre Ayton mostrou que ainda tem lenha pra queimar, e Marcus Smart continua sendo aquele defensor chato que todo mundo odeia enfrentar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem surpreender o Thunder? Ou vai ser aquela realidade na cara de que veterano não ganha mais campeonato hoje em dia?

  • LeBron manda papo reto: ‘Tô chutando o traseiro do Tempo’

    LeBron manda papo reto: ‘Tô chutando o traseiro do Tempo’

    Mano, o LeBron simplesmente não para. Depois de eliminar o Houston Rockets no jogo 6 ontem à noite, o Rei mandou uma dessas que só ele mesmo tem coragem. Quando perguntaram sobre sua batalha contra o Pai Tempo, a resposta veio sem filtro: “Eu tô chutando o traseiro dele”.

    E olha, não é pra menos. O cara tá no ano 23 de carreira — VINTE E TRÊS! — e continua jogando num nível que muita gente com 25 anos sonha em alcançar. Sinceramente, eu já perdi a conta de quantas vezes pensei “agora o LeBron vai desacelerar”, e o maluco sempre me prova errado.

    A performance que calou a boca de todo mundo

    No jogo decisivo contra os Rockets, LeBron foi LeBron: 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes em 37 minutos de quadra. Converteu 10 de 25 arremessos, incluindo 2 de 5 do perímetro. Pode não ter sido o jogo mais eficiente da vida dele, mas quando importou, ele apareceu.

    E os Lakers simplesmente destruíram Houston. Seguraram os Rockets em apenas 18 pontos no primeiro quarto, depois baixaram pra 13 no segundo período. Cara, 31 pontos em dois quartos? Isso é defesa de playoff raiz mesmo.

    O time todo contribuiu nesse jogaço

    Rui Hachimura foi um monstro também — 21 pontos e 6 rebotes, com 5 de 7 do perímetro. Austin Reaves colaborou com 15 pontos, e o Deandre Ayton dominou o garrafão com 16 rebotes. É isso que eu gosto de ver: basquete coletivo quando a pressão aperta.

    Agora vem o desafio de verdade: Oklahoma City Thunder nas semifinais do Oeste. Os campeões atuais. Vocês acham que esse Lakers tem moral pra incomodar o Thunder? Porque olha, depois de ver o LeBron mandando o Pai Tempo pro espaço, eu não duvido de mais nada.

    O jogo 1 da série acontece no dia 5 de maio. E sinceramente? Mal posso esperar pra ver se o Rei vai continuar provando que idade é só um número mesmo.

  • JJ Redick: LeBron tem ‘a maior carreira da história da NBA’

    JJ Redick: LeBron tem ‘a maior carreira da história da NBA’

    Cara, o JJ Redick simplesmente mandou a real ontem. Depois dos Lakers eliminarem os Rockets e avançarem pras semifinais do Oeste, o técnico saiu com uma declaração que vai esquentar ainda mais o eterno debate sobre o GOAT da NBA.

    “Pra mim, ele teve a maior carreira de qualquer jogador da NBA”, disparou Redick sobre o LeBron. E olha, ele foi bem esperto — não entrou na briga direta de quem é o maior de todos os tempos, mas criou uma categoria própria. Genial, né?

    O Rei contra o tempo (e ganhando)

    O mais absurdo é que o cara tem 41 anos e ainda tá decidindo playoff. QUARENTA E UM! Enquanto outros ídolos dessa idade já tão pensando no discurso do Hall da Fama, o LeBron tá aí metendo 20+ pontos, 6+ rebotes e 7+ assistências por jogo.

    E quando perguntaram pro próprio King sobre o placar dele contra o Pai Tempo, a resposta foi épica: “Tô chutando a bunda dele. Ele pode ir atrás de outra pessoa agora. Ele já perdeu pra mim, acabou.”

    Monstro demais, não tem como.

    Próximo desafio: Thunder em modo difícil

    Mas agora vem o teste de verdade. Os Lakers vão enfrentar o Oklahoma City Thunder — e olha, não foi nada bonito nos confrontos diretos da temporada regular. 0-4 pro Thunder, com uma diferença média de quase 30 pontos por jogo. Eita!

    Sinceramente, eu não sei se nem mesmo o LeBron vai conseguir virar essa chave contra um time jovem e faminto que já mostrou que sabe como parar os Lakers. Mas se tem alguém que pode fazer a diferença numa série dessas, é exatamente o cara que o Redick acabou de coroar como dono da maior carreira da história.

    E aí, vocês acham que o King ainda tem mais uma mágica na cartola? Porque se conseguir passar pelo Thunder, aí sim vamos ter que admitir que esse cara realmente não é humano.

  • Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Olha, quando eu li essa notícia quase derrubei o café. Duke firmou uma parceria com a Amazon que vai colocar três jogos da temporada no Prime Video. É isso mesmo — o time de basquete universitário mais tradicional dos EUA agora vai estar na mesma plataforma onde você assiste The Boys.

    E não são jogos qualquer, não. O cronograma é de dar água na boca:

    • UConn no dia 25 de novembro
    • Michigan em 21 de dezembro
    • Gonzaga no dia 20 de fevereiro

    Todos em quadra neutra, o que significa ambiente totalmente diferente do Cameron Indoor Stadium. Vai ser interessante ver como os Blue Devils se saem longe de casa, especialmente contra esses adversários pesados.

    Mais que streaming: oportunidades para os atletas

    O que me chamou mais atenção foi que a parceria vai além dos jogos. Os jogadores vão poder promover as partidas e ter oportunidades de receita através do NIL (Name, Image, Likeness). Isso é revolucionário, gente.

    Nina King, diretora atlética de Duke, não escondeu o entusiasmo: “Como o primeiro parceiro de esportes universitários do Prime Video, essa colaboração não só expande o alcance global do basquete masculino de Duke, mas também cria oportunidades significativas para nossos atletas”.

    Sinceramente, acho genial. O basquete universitário precisa dessa inovação para competir com a NBA pela atenção dos fãs.

    Uma jogada de mestre ou aposta arriscada?

    Por um lado, é incrível ver Duke sendo pioneira nessa parceria. Amazon tem alcance mundial e isso pode expor o programa para uma audiência completamente nova. Por outro, será que os fãs tradicionais vão curtir ter que assinar mais um serviço só pra acompanhar três jogos?

    E aí, vocês acham que outras universidades vão seguir o exemplo? Porque se der certo, pode ser o início de uma revolução no modo como consumimos basquete universitário.

    Uma coisa é certa: Duke continua sendo Duke — sempre um passo à frente quando o assunto é inovação. Agora é torcer para que os jogos sejam tão bons quanto a ideia por trás dessa parceria.