Autor: Leandro Amorim

  • Tatum corta de Game 7 – Celtics em desespero total

    Tatum corta de Game 7 – Celtics em desespero total

    Gente, eu tô em choque aqui. Jayson Tatum foi cortado do Game 7 contra os Sixers em Boston. CORTADO. Não é questionável, não é provável – é OUT mesmo, por causa de rigidez no joelho esquerdo.

    Olha, quando vi a primeira notícia de que ele tinha sido rebaixado pra questionável algumas horas atrás, já fiquei com o coração apertado. Mas agora? Cara, os Celtics acabaram de perder o cara mais importante deles na partida mais importante da temporada.

    O pesadelo dos Celtics vira realidade

    Vamos contextualizar a situação: Tatum tinha saído mais cedo do Game 6 com problema na panturrilha, mas nem apareceu no injury report original do Game 7. De repente, algumas horas antes do jogo, boom – joelho travado e tchau temporada.

    E o pior é que esse cara vem de uma lesão no tendão de Aquiles ano passado que o tirou por 10 meses! Ele voltou em março numa das recuperações mais rápidas da história pra essa lesão, mas será que forçaram demais? Não dá pra fazer conexão direta, mas convenhamos – qualquer coisa relacionada a lesão com o Tatum deixa todo mundo de Boston em pânico.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O cara jogou uma média de quase 38 minutos nos primeiros cinco jogos da série. Estava indo bem, carregando o time nas costas como sempre.

    Sixers ganham um presente dos céus

    Do lado dos Sixers, cara… que presente, né? Joel Embiid tá listado como provável, Paul George (que faz 36 anos hoje, parabéns pra ele) acordou meio gripado mas deve jogar. E agora não têm que se preocupar com o principal pontuador dos Celtics.

    Não que eu torça pra lesão de ninguém – odeio quando isso acontece, ainda mais em Game 7. Mas competitivamente falando, os Sixers acabaram de ganhar na loteria. Sem o Tatum, quem vai carregar Boston? Jaylen Brown sozinho? Al Horford com seus 400 anos?

    O técnico Nick Nurse deve tá sorrindo até as orelhas agora. Falou que espera que o PG13 “dê uma chance” mesmo doente. Com Tatum fora, até o Paul George resfriado consegue fazer estrago.

    E aí, pessoal – vocês acham que os Celtics conseguem ganhar um Game 7 em casa sem o astro deles? Ou os Sixers finalmente vão conseguir quebrar essa maldição toda e avançar? Eu tô achando que sem o Tatum, ficou muito difícil pros Celtics. Muito difícil mesmo.

  • MPJ confessa que odiou ser trocado pro Nets, mas mudou de ideia

    MPJ confessa que odiou ser trocado pro Nets, mas mudou de ideia

    Cara, o Michael Porter Jr. nunca decepciona quando resolve falar, né? O cara foi parar num podcast aí e soltou umas bombas sobre a troca dele do Denver pro Brooklyn no ano passado.

    Olha só a sinceridade do monstro: quando soube que tava sendo mandado pros Nets, ele ficou PISTOLA. “Minha primeira reação foi ficar doente”, admitiu ele. E o motivo? “Eu sabia que o Brooklyn não era um time bom na época e eu odiava Nova York”.

    Do ódio ao amor em Nova York

    MPJ explicou que sempre detestou NYC por ser muito claustrofóbico. Vindo do Missouri, no meio do nada americano, a diferença era brutal. “Nova York é o oposto de onde eu cresci”, falou ele.

    Mas aí que tá o plot twist — depois que chegou lá e conheceu melhor a cidade, o cara mudou completamente de opinião. “Agora que conheço meu caminho por lá, é incrível! Nova York tá pegando fogo!”, disse empolgado.

    Sinceramente, adoro essa honestidade dele. Quantos jogadores admitiriam que odiaram uma troca no começo?

    Nets tem futuro, segundo MPJ

    Sobre o time, Porter tá bem otimista. Chamou a cultura do Nets de “ótima” e destacou que é uma equipe jovem — ele é só o terceiro mais velho do elenco aos 27 anos. Imaginem isso!

    “Mesmo não tendo ido bem essa temporada, consigo ver o futuro. Somos o time mais jovem da liga e temos muito dinheiro pra gastar”, falou ele sobre as perspectivas do Brooklyn.

    E vocês acham que ele tá certo? Porque olhando friamente, os Nets têm sim potencial pra crescer nos próximos anos.

    Denver se arrependeu?

    Agora vem a parte mais interessante. Quando perguntaram se o Denver teria ganhado o título com ele no elenco (lembrando que eles caíram na primeira rodada), MPJ foi direto: “Sim, eles nunca deveriam ter me trocado”.

    Cara, isso é pesado. O Nuggets trocou ele e um pick desprotegido de 2032 por Cam Johnson e espaço salarial. Bill Simmons até chamou de “uma das piores trocas da década” — e se ele tava falando do lado do Denver, pode ter razão mesmo.

    MPJ tá “vivendo sua melhor vida no Brooklyn”, nas palavras dele. E considerando como as coisas andaram em Denver depois, talvez a troca tenha sido boa pra todo mundo no final das contas. O que vocês acham — foi melhor pra ambos os lados?

  • Spurs x Timberwolves: horários brutais para quem trabalha cedo

    Spurs x Timberwolves: horários brutais para quem trabalha cedo

    Galera, saiu a programação oficial da semifinal do Oeste entre Spurs (2º) e Timberwolves (6º), e sinceramente? Se você é como eu e precisa acordar cedo pro trabalho, já pode se preparar pra sofrer.

    A NBA divulgou os horários dos primeiros quatro jogos, e cara… três dos primeiros jogos começam às 21h30 (horário de Brasília seria lá pelas 23h30). Só o Jogo 4 que dá uma aliviada, começando às 19h30.

    Como fica a programação completa

    Os Jogos 1 e 2 serão em San Antonio (4 e 6 de maio), depois a série vai pra Minneapolis nos Jogos 3 e 4 (8 e 10 de maio). O que mais me impressiona é como a liga não deu praticamente nenhum descanso extra entre os jogos — a única folga maior será entre os Jogos 5 e 6, se a série chegar lá.

    Olha, eu entendo que é playoff e todo mundo quer ver, mas será que o Jogo 1 precisava mesmo começar tão tarde? Não tem double-header no dia, então não faz muito sentido essa estratégia da NBA.

    O que esperar dessa série?

    Sendo bem honesto, essa vai ser uma das séries mais imprevisíveis da segunda rodada. Os Spurs voltaram aos playoffs depois de um tempo, e o time tem mostrado uma energia absurda. Do outro lado, os Wolves estão com vários problemas de contusão.

    Donte DiVincenzo já está fora, isso é certeza. Mas o grande X da questão é o Anthony Edwards — se ele não estiver 100%, muda completamente a dinâmica da série. Ayo Dosunmu também é dúvida, e olha que ele tem sido peça importante no esquema deles.

    Na minha opinião, se o Edwards estiver machucado mesmo, os Spurs levam essa em cinco jogos no máximo. Mas se ele estiver saudável? Aí a coisa fica muito mais interessante. E vocês, acham que Minnesota consegue superar essas contusões e dar trabalho pros Spurs?

    De qualquer forma, é playoff, e depois de tanto tempo sem ver San Antonio nessa fase, qualquer horário vale a pena. Só vou ter que investir num café mais forte mesmo!

  • Ishbia quer manter Allen e O’Neale – aposta na continuidade

    Ishbia quer manter Allen e O’Neale – aposta na continuidade

    Olha, o Mat Ishbia não tá de brincadeira quando fala em continuidade nos Suns. O dono do time foi claro numa entrevista essa semana: quer manter tanto o Grayson Allen quanto o Royce O’Neale na próxima temporada. “Eu tenho eles em alta conta e espero que os dois estejam no nosso time no ano que vem”, disparou.

    Sinceramente? Eu entendo a estratégia dele, mas fico meio dividido aqui.

    A tática do dono esperto

    Vamos ser realistas — nenhum dono vai sair por aí falando que quer trocar seus jogadores, né? Isso só diminui o valor deles no mercado. É tipo quando você quer vender seu carro: não vai falar que ele tá dando problema. O Ishbia pode estar jogando essa carta justamente pra valorizar os caras caso apareça uma proposta boa.

    Por outro lado, talvez ele realmente acredite que o problema dos Suns na temporada passada foram as lesões, não o elenco em si. E convenhamos, faz sentido. Quando todo mundo tava saudável, o time jogava bem pra caramba.

    Continuidade ou mesmice?

    A aposta na continuidade tem seus méritos. Allen é um cara que resolve no arremesso de 3 (40,8% na temporada passada, monstro!) e o O’Neale é aquele jogador que faz tudo um pouquinho — defende, acerta de longe, não reclama do banco. São peças úteis, principalmente com contratos de dois anos ainda pela frente.

    Mas aí que tá: será que manter o status quo é suficiente pra competir no Oeste? Porque enquanto os Suns ficam na deles, outros times não param de se mexer. Denver sempre dando seus pulos, Lakers fazendo suas loucuras… O Oeste não perdoa quem fica parado.

    Na minha visão, o Ishbia tá apostando que desenvolvimento interno + saúde = sucesso. Pode dar certo? Pode. Mas também pode ser que daqui uns meses a gente esteja falando dos mesmos problemas de sempre.

    E vocês, acham que os Suns devem apostar na continuidade ou mexer no time? Porque convenhamos, depois de tantas temporadas sem conseguir passar do primeiro round dos playoffs, talvez seja hora de arriscar um pouco mais, não acham?

  • Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto. O Orlando Magic tinha 3×1 na série contra o Detroit Pistons e agora vai pro Jogo 7 SEM o Franz Wagner. Terceiro jogo consecutivo que o cara fica de fora por causa de uma lesão na panturrilha.

    E não é que os Pistons empataram a série? Depois de estar perdendo por 3×1, Detroit ganhou os dois últimos jogos. O mais absurdo foi o Jogo 6 na sexta – o Magic tinha 24 pontos de vantagem (VINTE E QUATRO!) e conseguiu perder. Marcaram só 19 pontos no segundo tempo. Mano, como você perde uma vantagem dessas?

    A Falta que o Wagner Faz

    Wagner se lesionou no final do Jogo 4 (que eles ganharam de 94-88) e desde então o Magic não conseguiu mais fechar a série. Coincidência? Eu acho que não. O cara era o segundo maior pontuador do time na temporada regular: 20.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.3 assistências por jogo, acertando 35% das bolas de três.

    Nos playoffs, mesmo jogando só quatro partidas antes da lesão, ele tava fazendo 16.8 pontos por jogo. E olha que interessante – desde que ele saiu, o Magic não ganha mais.

    O Buraco no Banco

    No lugar do Wagner, quem entrou foi Jamal Cain (3 pontos) e Tristan da Silva (10 pontos) no Jogo 6. Sinceramente, não dá pra comparar. Paolo Banchero até tentou carregar o time nas costas, mas acertou só 4 de 20 arremessos. Desmond Bane fez 7/18 e Jalen Suggs… cara, 1/10 é de chorar.

    Teve um momento no jogo que o Magic errou 17 arremessos CONSECUTIVOS. Dezessete! Vocês acham que isso aconteceria com o Wagner em quadra? Eu tenho minhas dúvidas.

    A questão é que lesão na panturrilha não é brincadeira na NBA hoje em dia. Os times estão super cautelosos porque já viram muito cara que forçou e acabou rompendo o tendão de Aquiles. Melhor prevenir que remediar, né?

    Agora é domingo às 15h30 (horário de Brasília) em Detroit. Jogo 7, tudo ou nada. Será que o Magic consegue fechar sem sua segunda opção ofensiva? Ou os Pistons vão completar uma das maiores viradas da história dos playoffs?

    Eu tô torcendo pro Magic, mas confesso que tô com um frio na barriga. Perder uma série depois de estar 3×1 na frente é de doer a alma de qualquer torcedor.

  • Os 5 jogos mais marcantes da história dos Timberwolves

    Os 5 jogos mais marcantes da história dos Timberwolves

    Cara, os Wolves acabaram de fazer história de novo. Na última quinta-feira, eles eliminaram nada menos que o Denver Nuggets — sim, o time do Jokic — numa performance que sinceramente me deixou de queixo caído.

    E olha que essa série não fazia o menor sentido no papel. O Anthony Edwards machucou. O Donte DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles. O Ayo Dosunmu ficou fora por lesão na panturrilha. Kyle Anderson também não conseguiu jogar. No Jogo 6, o banco do Minnesota estava praticamente dizimado.

    Mesmo assim, eles bateram o Denver. Bateram o Jokic. Bateram o Jamal Murray.

    Uma vitória coletiva absurda

    Sabe o que mais me impressionou? Não foi um show individual do Ant. Foi basquete coletivo no seu melhor nível. Jaden McDaniels jogou 45 minutos, fez 32 pontos e literalmente trancou o Jamal Murray. O Rudy Gobert dominou o garrafão. Julius Randle apareceu nos momentos decisivos.

    O Terrence Shannon Jr., na sua primeira partida como titular nos playoffs, jogou sem medo nenhum. Mike Conley roubou alguns anos do Padre Tempo e deu a estabilidade que o time precisava. Naz Reid atacou a cesta. Jaylen Clark saiu do banco como um wolverine raivoso.

    Todo mundo contribuiu. Foi uma daquelas noites mágicas onde o todo ficou maior que a soma das partes machucadas.

    Onde essa vitória se encaixa na história?

    Isso me fez pensar: onde esse Jogo 6 contra o Denver se encaixa na história dos Timberwolves? Não estou falando do mais divertido ou mais maluco — estou falando do mais IMPORTANTE mesmo.

    Na minha visão, jogos de playoffs sempre pesam mais que temporada regular. Por mais que um jogo de janeiro possa ser épico, não tem o mesmo peso de uma eliminatória. E eu priorizo jogos decisivos, aqueles que realmente definem uma série ou quebram uma maldição.

    Esse critério me fez montar uma lista dos cinco jogos mais marcantes da franquia. E cara, que história rica os Wolves têm quando você para pra pensar. Desde aquela dança do Sam Cassell com as “big balls” em 2004 contra o Sacramento até essa eliminação do Denver agora em 2026.

    O mais louco é que esse time conseguiu algo que parecia impossível: eliminar o atual campeão sem seu elenco principal. E fizeram isso jogando aquele basquete bonito de se ver, onde cada jogador sabe exatamente seu papel.

    Vocês acham que essa vitória contra o Denver vai entrar pra história como uma das mais importantes da franquia? Eu sinceramente acho que sim. Foi uma daquelas noites que você lembra pra sempre.

  • Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young seria uma das melhores coisas que poderia acontecer pro Hawks? Eu confesso que não esperava isso quando rolou a trade, mas olha só o que aconteceu na temporada 2025-26.

    O Jalen Johnson simplesmente assumiu a parada e mostrou que é All-Star de verdade. 22.5 pontos, 10.3 rebotes e 7.9 assistências por jogo — números de MVP candidato, monstro! E o mais legal é que ele faz de tudo na quadra: defende, rebota, arma jogadas, finaliza. É o tipo de jogador que todo técnico sonha em ter.

    A química que o Trae nunca conseguiu criar

    Sabe o que mais me impressiona? O encaixe do C.J. McCollum no sistema. O cara que veio na troca do Young se adaptou muito melhor do que eu imaginava. Não fica pedindo bola toda hora, sabe jogar sem ela, e isso deixa o time muito mais fluido.

    E tem mais: o Nickeil Alexander-Walker virou praticamente um cestinha! 20 pontos por jogo cara, quem poderia prever isso? Eles contrataram ele pensando num sexto homem e o maluco explodiu. Um dos contratos mais vantajosos da NBA hoje.

    46 vitórias e eliminação dolorosa

    Claro, não foi tudo perfeito. Perderam pro Knicks na primeira rodada depois de uma zebra histórica no jogo 6 (quem acompanha sabe o que rolou). Mas sinceramente? 46 vitórias na temporada regular é um puta resultado considerando a mudança radical que fizeram.

    O time tem jovens talentosos como Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e o francês Zaccharie Risacher se desenvolvendo. E ainda têm flexibilidade salarial — coisa rara na NBA atual.

    Draft e futuro promissor

    Com a 7ª escolha do draft nas mãos, eles podem pescar um armador franchise ou usar pra fazer uma trade por alguém já estabelecido. Vocês acham que devem apostar num rookie ou ir atrás de um veterano comprovado?

    Na minha opinião, esse Hawks está no caminho certo. Sem ego inflado do Trae dominando todas as posses, o basquete flui melhor. Johnson como líder faz mais sentido — é mais completo e não força tanto a barra.

    O objetivo pra próxima temporada tem que ser brigar lá em cima no Leste. Com essa base sólida e ainda margem pra melhorar, Atlanta pode surpreender. Só não podem repetir aquele vexame do jogo 6 contra os Knicks, né?

  • Tatum fora do Jogo 7! Celtics na encrenca contra Philadelphia

    Tatum fora do Jogo 7! Celtics na encrenca contra Philadelphia

    Gente, que desgraça! O Jayson Tatum, estrela máxima dos Celtics, foi oficialmente cortado do Jogo 7 contra o Philadelphia 76ers por causa de rigidez no joelho esquerdo. E olha que ironia do destino — exatamente três anos atrás, foi esse mesmo cara que meteu 51 pontos nos Sixers num Jogo 7 histórico.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Durante o Jogo 6, o Tatum até jogou mancando mas depois falou que ia encarar o Jogo 7 de qualquer jeito. Só que a realidade bateu: na manhã de sábado, os Celtics mudaram o status dele de “disponível” para “questionável”, e agora veio a bomba — tá fora mesmo.

    Quem vai assumir o protagonismo?

    A tendência é que o Baylor Scheierman entre no quinteto titular — cara que tem potencial mas obviamente não é o Tatum. E preparem-se para ver muito mais do Jordan Walsh e uma overdose de Payton Pritchard tentando resolver as coisas.

    O Tatum vinha de uma temporada complicada, né? Só jogou 22 partidas no final da temporada regular depois de voltar de uma ruptura do tendão de Aquiles que rolou nos playoffs do ano passado. Nessa série contra Philly, ele tava com médias sólidas: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo, acertando 35.6% das bolas de três.

    A realidade cruel dos Celtics

    Mano, que inversão de script absurda. Boston entrou nessa série como favorito absoluto — não só pra passar pelos Sixers, mas pra ganhar toda a Conferência Leste. Só que aí veio a realidade: arremessos horríveis de três pontos (menos de 30% em todas as três derrotas) e o retorno do Joel Embiid pelos 76ers.

    E agora? Agora é Jogo 7 sem o principal jogador do time.

    Vocês acham que os Celtics conseguem se virar sem o Tatum? Porque, sinceramente, vai precisar de um milagre coletivo. Pritchard vai ter que jogar o jogo da vida dele, e a defesa precisa ser perfeita. Porque enfrentar Embiid e companhia sem sua estrela máxima… cara, tá complicado demais.

  • Três Game 7s na primeira rodada dos playoffs! Cavs vs Raptors vai ser insano

    Três Game 7s na primeira rodada dos playoffs! Cavs vs Raptors vai ser insano

    Olha, vou ser sincero: ninguém esperava que a primeira rodada dos playoffs de 2026 fosse tão eletrizante assim. E agora? Três Game 7s na Conferência Leste! Detroit Pistons vs Orlando Magic, Boston Celtics vs Philadelphia 76ers, e o que promete ser o jogo mais insano de todos: Cleveland Cavaliers vs Toronto Raptors.

    Pra vocês terem noção, em 2025 inteiro tivemos apenas quatro Game 7s nos playoffs. Agora já temos três só na primeira rodada. É loucura! A última vez que rolou tanto Game 7 na abertura foi em 2014, quando cinco séries foram até o fim.

    Os números que impressionam

    Alguns dados que eu achei fascinantes: já rolaram 155 Game 7s na história dos playoffs da NBA. O time da casa ganha na maioria das vezes (115-40), mas — e esse “mas” é importante — nas últimas 10 temporadas sempre teve pelo menos uma vitória fora de casa no Game 7.

    E adivinha quem são os reis dos Game 7s? Os Celtics, claro. 37 jogos decisivos na carreira, com 27 vitórias. Jayson Tatum ainda detém o recorde de pontos em Game 7: 51 pontos contra os próprios Sixers em 2023. Monstro.

    Cavaliers vs Raptors: a revanche mais esperada

    Cara, essa série Cavs vs Raptors tá sendo um negócio absurdo. Entre 2016 e 2018, quando o LeBron ainda mandava em Cleveland, os Cavaliers humilharam tanto os Raptors que Toronto ganhou o apelido de “LeBronto”. Não tô brincando — o cara da ESPN realmente falou isso no ar.

    Parecia que ia ser mais do mesmo quando Cleveland abriu 2-0 na série, ganhando os dois por diferença de dois dígitos. Mas aí os Raptors resolveram mostrar que têm coração.

    Scottie Barnes e RJ Barrett meteram 33 pontos cada um no Game 3, e no Game 4 veio aquela virada no final que deixou todo mundo de queixo caído. O Game 5 foi uma montanha-russa, com Toronto dominando três quartos e Cleveland virando no último período.

    Mas o Game 6? Cara, o Game 6 foi cinema puro. Raptors ganhando de 15 no segundo tempo, ainda liderando por dois dígitos no último quarto, quando Donovan Mitchell e Evan Mobley resolveram fazer mágica. Mobley forçou a prorrogação, Mitchell colocou os Cavs na frente…

    E aí aconteceu algo que eu nunca vou esquecer: RJ Barrett tentou uma bola de três do meio da quadra que bateu na parte de trás do aro, subiu no ar tipo câmera lenta de filme, e desceu certinha na cesta. Pura sorte? Destino? Não sei, mas foi lindo de ver.

    O que esperar do domingo

    Sinceramente, não sei como os Cavaliers vão reagir depois de chegar TÃO perto de fechar a série no Game 6. Psicologicamente deve ter sido devastador. Mas é por isso que Game 7 existe, né?

    Os últimos três jogos dessa série foram decididos por cinco pontos ou menos. Domingo promete ser mais uma batalha épica. E vocês, acham que Cleveland consegue se recuperar do trauma do Game 6, ou os Raptors vão completar essa recuperação histórica?

    Uma coisa eu garanto: não vou conseguir ficar sentado assistindo esse jogo. E você?

  • Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Olha, eu não sei vocês, mas essa história do Giannis no Portland me deixou bem curioso. De acordo com o Jake Fischer, o Trail Blazers tá cotado como um dos principais interessados no Greek Freak caso Milwaukee resolva mesmo trocar ele. E sinceramente? Faz todo sentido.

    A situação é a seguinte: o dono dos Bucks, Wes Edens, já deixou claro que ou renovam com o Giannis ou trocam. Simples assim. E com o novo dono Tom Dundon assumindo Portland, parece que a franquia quer voltar a brigar por algo grande.

    Por que Portland faz sentido (e por que não faz)

    Os Blazers têm uma vantagem que muita gente não percebe: eles controlam as picks de primeira rodada dos Bucks de 2028, 2029 e 2030. Ou seja, qualquer time que quisesse negociar com Milwaukee teria que passar por Portland primeiro pra conseguir essas picks. É tipo ter a chave do cofre, saca?

    Mas aí que tá o problema — e ele é gigante. O contrato do Giannis expira, e ninguém sabe se ele toparia renovar com Portland. Imagina só: você abre mão de um monte de peças por um cara que pode vazar depois de um ano? É de dar dor de cabeça.

    E tem outra coisa que tá complicando tudo…

    A nova regra que mudou o jogo todo

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio frustrante). A NBA vai mudar as regras da loteria do Draft, e isso tá mexendo com todas as contas. Antes, se você tinha as piores campanhas, pelo menos tinha 25% de chance de pegar a primeira pick. Agora? O máximo vai ser 8,1%.

    Na prática, isso significa que aquelas picks dos Bucks que pareciam ouro puro perderam um pouco do brilho. Não dá mais pra fazer aquele tanking agressivo de antigamente, porque as odds ficaram muito baixas. Os três piores times vão entrar numa “zona de rebaixamento” com chances ainda piores.

    Pra vocês terem uma ideia: o time com pior campanha pode pegar até a 5ª pick (no sistema atual), mas no novo formato, os três piores só têm garantia de ficar entre as 12 primeiras. É uma diferença absurda.

    Na minha opinião, isso muda completamente a dinâmica das trocas. Aquelas picks que eram consideradas super valiosas agora valem bem menos. E isso pode complicar qualquer negociação envolvendo o Giannis.

    Portland ainda tem chances?

    Claro que sim! Os Blazers ainda podem montar um pacote interessante. Além daquelas picks dos Bucks, eles têm a pick de 2028 do Orlando Magic — que, olhando como o Leste tá competitivo, pode valer bastante coisa.

    O negócio é que agora outras peças do Portland podem ter ficado mais valiosas justamente porque as picks perderam um pouco do valor. É meio irônico, mas faz sentido na lógica maluca da NBA.

    E aí, vocês acham que o Giannis toparia jogar em Portland? Eu acho que depende muito de como a franquia se posicionar no mercado e que outros nomes conseguir atrair. Porque vamos combinar: o Greek Freak não vai pra qualquer lugar só por ir.

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar, vai ser uma das mais comentadas dos últimos anos. E podem apostar que vamos acompanhar cada detalhe aqui no Sexto Homem!