Autor: Leandro Amorim

  • Embiid briga por bola com staff do Celtics no jogo 7 decisivo

    Embiid briga por bola com staff do Celtics no jogo 7 decisivo

    Cara, só o Joel Embiid mesmo pra arranjar confusão até na hora de pegar uma bola no banco adversário. No jogo 7 mais tenso entre 76ers e Celtics, o pivô camaronês se meteu numa briguinha com um funcionário de Boston que simplesmente se recusou a entregar a bola pra ele.

    A cena foi bizarra — Embiid foi buscar a bola morta no banco dos Celtics e o cara do staff simplesmente disse “não vai rolar”. Resultado? Luta pela posse da bola, juiz intervindo e violation de delay of game pros Celtics. O clima já tava pesado no TD Garden, mas isso aí só esquentou mais ainda os ânimos.

    Embiid comandando a virada histórica

    E olha, o cara tá jogando pra valer mesmo depois da cirurgia de apendicite que todo mundo achava que ia acabar com a temporada dele. Foram 19 pontos só no primeiro tempo, liderando os Sixers numa vantagem de 55-50 sobre um Celtics sem Jayson Tatum.

    Na minha visão, esse é o Embiid que a gente sempre quis ver nos playoffs. Não aquele cara que some nos momentos decisivos — esse aqui tá indo pra cima, buscando falta, criando oportunidade pros companheiros. VJ Edgecombe, Tyrese Maxey e Paul George até ajudam, mas quem tá carregando o piano é o camisa 21.

    A pressão de quebrar um tabu de 42 anos

    Vocês conseguem imaginar a pressão que é estar ali? Os 76ers estavam 3-1 pra baixo na série e agora têm a chance de eliminar os Celtics nos playoffs pela primeira vez desde 1982. Quarenta e dois anos, gente. Quarenta e dois!

    Sinceramente, eu não esperava que o Embiid voltasse nesse nível tão rápido. Todo mundo (eu incluído) achava que ele ia voltar meio capenga da cirurgia, mas o monstro tá aí provando que quando a coisa aperta, ele aparece.

    E pelo jeito que a coisa tá caminhando, com esse clima de guerra no TD Garden e a tensão lá nas alturas, não me surpreenderia nada se rolassem mais algumas discussões antes do apito final. Afinal, estamos falando do Joel Embiid — o cara que transforma até pegar uma bola numa batalha épica.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem completar essa virada absurda?

  • 76ers fazem história e eliminam Celtics após 42 anos de jejum

    76ers fazem história e eliminam Celtics após 42 anos de jejum

    Gente, eu ainda não acredito no que acabei de ver. Os Philadelphia 76ers acabaram de quebrar uma maldição de 42 anos contra os Boston Celtics nos playoffs. Quarenta e dois anos! Para vocês terem ideia, a última vez que o Sixers passou pelos Celtics numa série de playoffs foi em 1982 — eu nem tinha nascido ainda.

    E olha só a situação: estavam perdendo por 3-1 na série. Historicamente, os 76ers eram 0-18 quando ficavam nessa situação. Zero vitórias em dezoito tentativas. Era praticamente impossível, né?

    Embiid voltou no momento perfeito

    O timing da volta do Joel Embiid foi simplesmente perfeito. O cara saiu de uma cirurgia de apendicite e voltou justamente quando o time mais precisava dele. E que volta! 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências no jogo 7. Monstro.

    Sinceramente, eu sempre critiquei o Embiid nos momentos decisivos, mas ontem ele calou minha boca. Quando o jogo ficou tenso no final e ele começou a sentir desconforto, quem assumiu? O Tyrese Maxey. Esse moleque tem coragem, viu. Fechou com 30 pontos, 11 rebotes e 7 assistências.

    Celtics perderam a chance de ouro

    Do lado dos Celtics, cara, que desperdício. Estar 3-1 na frente e perder assim deve doer demais. O Jaylen Brown fez de tudo — 33 pontos — mas não deu. E o mais bizarro foi a decisão do técnico Joe Mazzula de começar o jogo com um quinteto que nunca tinha jogado junto na temporada. Nunca!

    Philadelphia dominou no início justamente por causa dessa experimentação estranha dos Celtics, e Boston nunca conseguiu recuperar o momentum totalmente. O Derrick White até ajudou com 26 pontos, mas não foi suficiente.

    O que vocês acham? Será que essa virada histórica pode levar os Sixers longe nos playoffs? Porque quebrar uma maldição dessas não é pouca coisa. Depois de 42 anos apanhando dos Celtics, finalmente conseguiram dar o troco na hora que mais importava.

  • Chet Holmgren chamou Rui Hachimura de ‘Jordan japonês’ e eu entendi

    Chet Holmgren chamou Rui Hachimura de ‘Jordan japonês’ e eu entendi

    Gente, vocês viram o que o Chet Holmgren falou sobre o Rui Hachimura? O jovem pivô do Thunder simplesmente chamou o ala dos Lakers de “Jordan japonês” depois da série contra o Rockets. E olha, não tô achando exagero não.

    O Rui simplesmente destruiu Houston no jogo 6 da primeira rodada dos playoffs. Vinte e um pontos, cinco bolas de três que entraram limpinhas, e ajudou os Lakers a fechar a série em seis jogos. Foi um show à parte.

    O elogio que veio do adversário

    “Tem algo especial com esses caras de Gonzaga. Ele é talentoso pra caramba. Às vezes joga que nem o Jordan japonês quando você vê aquelas viradas de costas e tal”, disse o Holmgren. Cara, quando o adversário te elogia assim, é porque a coisa tá séria mesmo.

    E não é que faz sentido? Aquele fadeaway do Hachimura tem uma pegada especial. Claro que comparar com MJ é sempre meio pesado, mas dá pra entender o que o Chet quis dizer. O japonês tem uns movimentos bem únicos mesmo.

    Números que impressionam

    Os dados da série contra Houston são absurdos: média de 15.8 pontos por jogo, 54.3% de aproveitamento geral e – segurem-se – 58.6% das bolas de três! Cinquenta e oito ponto seis por cento de três pontos, gente. Em playoffs!

    Sinceramente, eu não esperava que o Rui fosse explodir assim nessa fase da carreira. Já é a sétima temporada dele na liga, quarta pelos Lakers, e parece que finalmente encontrou seu lugar no sistema do time. Os Lakers precisavam muito de um cara que conseguisse espaçar a quadra desse jeito.

    Agora vem o Thunder pela frente nas semifinais do Oeste, e vai ser interessante ver esse duelo entre Hachimura e Holmgren. Dois caras que se respeitam, jogadores diferentes mas que podem decidir essa série.

    O que esperar daqui pra frente?

    A real é que os Lakers estão vivendo um momento especial. Primeira vitória em série de playoffs desde 2023, o Rui jogando como nunca, e ainda tem o Austin Reaves se recuperando pra voltar com tudo. Ah, e claro, todo mundo esperando o Luka Dončić voltar de lesão – embora ele jogue pelo Dallas, óbvio.

    O jogo 1 contra o Thunder é no dia 5 de maio, 20h30 no horário de Brasília. E vocês, acham que o “Jordan japonês” vai conseguir manter esse nível contra a defesa jovem e atleticida de Oklahoma City? Eu tô curioso pra ver.

  • Brown detona Embiid após vexame histórico: ‘Ficou se jogando’

    Brown detona Embiid após vexame histórico: ‘Ficou se jogando’

    Olha, eu não esperava ver o Celtics fazendo história… do jeito errado. Pela primeira vez na história da franquia, Boston perdeu uma série depois de estar 3-1 na frente. E no Jogo 7, em casa, ainda por cima. É de arrepiar mesmo.

    Jaylen Brown não engoliu seco a eliminação e partiu pra cima do Joel Embiid no pós-jogo. O cara foi direto ao ponto: “Embiid colocou muita pressão na gente, nos nossos pivôs e armadores. A gente não tinha resposta pra ele. Tentamos várias coisas diferentes. Ele é um cara grande. Mas também ficou se jogando por aí. Conseguiu umas faltas extras, e eles recompensaram ele por isso, mas é a liga que a gente vive.”

    A noite do Processo

    Sinceramente? Brown não tá mentindo não. Embiid foi 9/11 nos lances livres — mais tentativas que TODO o quinteto titular do Celtics junto. O cara sabe como conseguir as faltas, isso é inegável. Mas também meteu 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências. Difícil criticar só pela catimba quando o monstro produziu desse jeito.

    O mais bizarro? Os dois se abraçaram na quadra depois do jogo. É aquela coisa de “nada pessoal, só business”, né?

    Celtics se sabotaram

    Mas vamos ser justos aqui — o Embiid não ganhou essa série sozinho. Boston fez 13 de 49 de três pontos. TREZE DE QUARENTA E NOVE! Isso é 26,5% de aproveitamento numa eliminatória. O próprio Brown meteu só 3 de 9 do perímetro.

    E tem mais: perderam 10 arremessos consecutivos nos últimos cinco minutos. Derrick White desapareceu no segundo tempo depois de um primeiro tempo monstro. E o Jayson Tatum? Nem jogou por causa de “rigidez no joelho”. Que timing, hein?

    Embiid respondeu do jeito dele no Twitter: “Boston, por favor sejam educados, meus amigos! Ainda amo e respeito vocês!!” Com direito a emoji e tudo. O cara tá zoando mesmo (e com razão).

    Agora é Sixers contra Knicks nas semifinais do Leste. E vocês, acham que o Processo consegue chegar nas Finals dessa vez? Porque depois de uma virada histórica dessas, tudo pode acontecer.

  • Embiid finalmente vence os fantasmas do passado em jogo 7 histórico

    Embiid finalmente vence os fantasmas do passado em jogo 7 histórico

    Cara, eu vou ser sincero com vocês: eu não acreditava que ia rolar. Quando vi o Embiid dobrado na quadra, segurando o short de cansaço, pensei “lá vamos nós de novo”. Mais uma temporada que ia terminar em frustração pro MVP que nunca conseguiu passar da primeira rodada contra Boston.

    Mas que reviravolta absurda, hein?

    Os Sixers fizeram história ontem à noite ao vencer os Celtics por 109-100 no jogo 7, em Boston mesmo, virando uma série que estava 3-1 contra eles. Vou repetir porque isso é surreal: 3-1 virou 4-3. Contra os Celtics. Em Boston. Com Embiid vindo de uma apendicectomia de emergência.

    A volta mais improvável do ano

    Olha, quando soube que o Embiid tinha sido operado às vésperas dos playoffs, pensei “acabou, mais um ano perdido”. O cara já tinha perdido 150 jogos nas últimas três temporadas, e agora uma cirurgia de apêndice? Parecia roteiro de filme dramático.

    Mas o monstro voltou e fez 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências em 39 minutos de quadra. Trinta e nove minutos! Quem acompanha a carreira dele sabe que isso é quase um milagre considerando o histórico de lesões.

    O mais louco? Ele se tornou o primeiro jogador da história da NBA a perder três jogos de uma série de sete e ainda assim marcar mais de 100 pontos totais. Média de 28 pontos em apenas quatro jogos. Absurdo.

    Os fantasmas de Boston finalmente exorcizados

    Vocês sabiam que a última vez que os Sixers ganharam dos Celtics nos playoffs foi em 1982? Oitenta e dois! E o Embiid? Estava 0-3 em jogos 7 na carreira. Zero vitórias em três chances.

    Até o técnico dos Celtics, Joe Mazzulla, admitiu depois do jogo: “O que mudou nesta série foi que Joel Embiid voltou e eles se tornaram um time completamente diferente”.

    Simples assim. Sem drama, sem desculpa. O cara reconheceu a grandeza do adversário.

    Na minha visão, essa vitória vale muito mais que estatísticas. Embiid sempre carregou esse peso de ser o MVP que nunca passou da primeira rodada, de ser frágil demais nos momentos decisivos. Ontem ele mostrou que quando está saudável (ou pelo menos funcionando), é praticamente imparável.

    E agora? O trabalho não acabou

    Claro que a festa é merecida, mas o Embiid ainda tem contas a acertar. Ele continua sendo o único MVP da história que nunca chegou às finais de conferência. E adivinhem quem vem por aí? Os Knicks, que despacharam os Hawks em seis jogos e foram o único time do Leste que não precisou de jogo 7 na primeira rodada.

    Mas cara, se os Sixers conseguiram virar uma série 3-1 contra Boston, quem é que vai duvidar deles agora? Eu, sinceramente, estou começando a acreditar que esse pode ser o ano do Embiid finalmente quebrar todas as maldições.

    E vocês, acham que os Sixers têm moral pra chegar nas finais da conferência? Ou será que a sorte acaba contra os Knicks?

  • Maxey manda a real sobre Embiid após show contra os Celtics

    Maxey manda a real sobre Embiid após show contra os Celtics

    Cara, o que o Joel Embiid fez ontem foi simplesmente surreal. 34 pontos para eliminar o Boston Celtics no jogo 7? O homem literalmente carregou o Philadelphia 76ers nas costas e mandou os rivais históricos pra casa. E o Tyrese Maxey não segurou a emoção depois — soltou um elogio que resume tudo.

    “Tudo que a gente pode fazer é agradecer pelo que ele faz por nós”, disse Maxey logo após a vitória por 109-100. “Ele tem feito isso o ano todo… na verdade, toda a carreira dele. A cidade de Filadélfia não deveria dar isso como garantido.”

    O gigante acordou no momento certo

    Olha, eu confesso que estava com o pé atrás. Embiid vinha sofrendo com lesões, rumores de trade e aquela pressão constante por nunca ter chegado numa final de conferência. Mas quando a coisa apertou mesmo, o cara simplesmente virou um monstro.

    Logo no primeiro tempo já tinha colocado 19 pontos no placar, pegou 5 rebotes e ainda distribuiu 5 assistências. Ah, e ainda deu 2 tocos só pra mostrar que a defesa também estava funcionando. Tem um lance que o Jaylen Brown veio pro garrafão achando que ia fazer uma bandeja fácil — Embiid disse “não, obrigado” e ainda virou contra-ataque pro Maxey acertar de longe.

    Dupla que se encontrou na hora H

    E por falar no Maxey, o cara também fez a sua parte com 30 pontos. Esses dois já passaram por tanta decepção nos playoffs que ver eles celebrando juntos ontem foi emocionante demais.

    Sinceramente, acho que essa dupla está começando a entender o que precisa fazer pra ir longe. Começaram como play-in e agora estão nas quartas de final esperando o New York Knicks. Vocês acham que eles conseguem manter esse nível contra os Knicks?

    Porque uma coisa é certa — Embiid mostrou ontem que quando está saudável e focado, poucos jogadores no mundo conseguem parar ele. E se o Maxey continuar jogando nesse patamar de complemento perfeito, essa temporada pode ser especial mesmo.

    Philadelphia merece isso. Depois de tantos anos vendo esse time tropeçar nos momentos decisivos, ver o Embiid finalmente assumir o protagonismo total foi catártico. Agora é seguir sonhando — quem sabe não é dessa vez que eles quebram a maldição?

  • Hawks vão apostar na casa: sem trades grandes nesta offseason

    Hawks vão apostar na casa: sem trades grandes nesta offseason

    Olha, eu confesso que esperava mais movimento dos Hawks nesta offseason, mas parece que a diretoria decidiu ir pelo caminho mais conservador. Segundo o Jake Fischer, do The People’s Insider, Atlanta não tá planejando nenhuma trade bombástica pros próximos meses.

    E sinceramente? Depois de ver como o time reagiu às trocas do Trae Young e do Kristaps Porzingis no deadline, até entendo a estratégia. Os caras da diretoria ficaram empolgados com a melhora que rolou internamente — e quando digo empolgados, é porque realmente viram algo diferente em quadra.

    Apostando no desenvolvimento interno

    A ideia agora é trabalhar com o que já têm em casa. Nada de sair por aí gastando fortunas ou mexendo no núcleo que tá funcionando. É aquela velha máxima: se tá dando certo, não mexe muito.

    Mas não é só sentar e esperar milagre, né? O foco tá em melhorias internas mesmo — desenvolvimento dos mais novos, ajustes táticos, essas coisas que a gente às vezes subestima mas que fazem toda a diferença na temporada.

    Decisões importantes pela frente

    Agora, tem umas decisões pesadas esperando. O futuro do CJ McCollum e do Jonathan Kuminga tá em aberto, e isso pode definir muito do que vem por aí. E claro, tem a situação do Quin Snyder também — vocês acham que ele fica mesmo?

    Ah, e tem mais: o Bryson Graham, executivo dos Hawks, ainda tá na lista de candidatos pra assumir as operações de basquete dos Bulls. Se ele vazar pra Chicago, aí sim pode rolar alguma mudança na estratégia de Atlanta.

    Olha, eu entendo a lógica dos Hawks. Às vezes a melhor jogada é não fazer jogada nenhuma. Mas será que essa paciência toda vai dar resultado quando a temporada começar?

  • Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: dói admitir isso como fã de basquete que acompanha a NBA há anos, mas o Joel Embiid simplesmente resolveu virar protagonista na hora que mais importava. E o Joe Mazzulla, técnico dos Celtics, teve a humildade de reconhecer isso na coletiva pós-jogo.

    “O que mudou nesta série foi que Joel Embiid voltou e eles são um time completamente diferente”, disse Mazzulla. Cara, isso é dar flores pro adversário no nível máximo.

    A volta que ninguém esperava

    Vamos aos fatos: Boston estava com a faca e o queijo na mão, liderando a série por 2-1 quando Embiid voltou de uma apendicectomia. Vinte dias parado, mano. Vinte. E o cara volta e mete 26 pontos no primeiro jogo de volta? Absurdo.

    Mas foi no Jogo 5 que a coisa ficou séria mesmo. 33 pontos para começar a virada histórica. E no decisivo Jogo 7? 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências. O homem simplesmente decidiu que não ia perder pros Celtics de novo.

    E vocês sabem o que mais me impressionou? A mudança mental dele. Na última vez que esses times se enfrentaram num Jogo 7, Embiid simplesmente derreteu: 15 pontos, arremessando 5/18. Foi uma atuação que definiu a carreira dele como alguém que não aparecia nos momentos decisivos.

    Boston sem resposta

    Sinceramente, eu não esperava que os Celtics fossem ter tanto problema com Embiid assim. Historicamente eles sempre jogaram bem contra ele, mas essa temporada foi diferente. Mazzulla tentou de tudo: começou com Luka Garza pra dar uma cara nova na marcação, mas o cara tomou falta rápido e foi pro banco. Neemias Queta também não conseguiu segurar o monstro.

    É frustrante ver um time como Boston — que tem tradição e conhece playoff como ninguém — não ter profundidade no garrafão pra lidar com um cara desses. Porque uma coisa é certa: quando Embiid está saudável e focado, ele é praticamente imparável.

    O que vocês acharam dessa admissão do Mazzulla? Eu acho que mostra a classe dele como técnico, mesmo na derrota mais dolorida possível. Porque perder pros 76ers depois de 42 anos deve doer mais que uma enterrada na cara.

  • KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    KD encosta no banco e Rockets despencam de novo nos playoffs

    Cara, que forma mais triste de terminar uma temporada. Kevin Durant, o cara que deveria ser a peça que faltava nos Rockets, teve que assistir de camarote a eliminação do time na primeira rodada dos playoffs. De novo.

    Na sexta-feira passada, enquanto os Lakers passeavam em quadra e fecharam a série com uma vitória de 98-78, o KD estava ali na beirada do banco, de roupa normal, com o tornozelo esquerdo machucado. Primeiro ano em Houston e já termina assim — vendo os companheiros lutarem sozinhos numa eliminação.

    A mesma história se repetindo

    Olha só a situação: Rockets eliminados na primeira rodada pelo segundo ano consecutivo. É de dar desespero no torcedor, né? O time fez aquela troca bombástica no meio do ano passado para trazer o Durant, todo mundo criou expectativa, e no final das contas o cara jogou apenas UM jogo dos playoffs por causa da lesão.

    O técnico Ime Udoka até tentou ser otimista falando do crescimento dos garotos — Alperen Şengün, Amen Thompson, Reed Sheppard, Jabari Smith Jr. e Tari Eason fizeram o que puderam. Mas sinceramente? Não dá pra mascarar a realidade: o time precisa de mudanças urgentes.

    “Precisamos endereçar algumas necessidades”, disse o Udoka. Traduzindo: falta arremesso de 3, falta um armador reserva decente, e esse grupo jovem ainda não tá pronto pra carregar o piano sozinho.

    E se… e se… e se…

    A temporada dos Rockets ficou cheia de “e se”. E se o KD tivesse saudável? E se o Fred VanVleet e o Steven Adams não tivessem se machucado? Mas como o próprio Şengün falou após o jogo: “Não podemos pensar nessas coisas. Lutamos com quem tá em quadra.”

    Mano, o que mais me incomoda é que os problemas são os mesmos de sempre. O ataque dos Rockets simplesmente travou nos momentos decisivos. Nas duas vitórias da série, eles acertaram 46,2% dos arremessos. Nas quatro derrotas? Apenas 38,6%. É gritante a diferença.

    No Jogo 6 da eliminação, foi aquela coisa: quando os Lakers trocavam na defesa, Houston não conseguia criar vantagem nenhuma. A bola parava, o ataque ficava previsível, e aí você já sabe como termina.

    Vocês acham que Durant vai ter paciência pra mais um rebuild em Houston? Porque sinceramente, vendo essa eliminação patética, eu tô com sérias dúvidas se ele não vai querer forçar outra troca antes da próxima temporada.

  • Durant carregou sozinho — Rockets precisam repensar a estratégia

    Durant carregou sozinho — Rockets precisam repensar a estratégia

    Olha, eu confesso que achei que os Rockets iam fazer barulho nos playoffs esse ano. Com Durant no time e os Lakers meio desfalcados sem Luka e Austin Reaves… parecia que era a hora de Houston. Aí veio aquela contusão no KD — cinco jogos fora por conta de uma lesão óssea — e tudo desmoronou.

    Os caras perderam a série em seis jogos e fizeram apenas 78 pontos no jogo que os eliminou. Setenta e oito! É aquele tipo de número que te faz questionar se o time realmente entende de basquete, sabe?

    Durant ainda é um monstro (mas e quando ele não joga?)

    Aos 37 anos, Kevin Durant teve uma temporada absurda: 26 pontos, 5.5 rebotes e 4.8 assistências por jogo. Arremesso de 52% dos dois, 41% das três — o cara simplesmente não envelhece. Jogou 78 jogos na temporada regular e foi praticamente o único motivo pelo qual Houston terminou com 52 vitórias.

    Mas aí está o problema. Quando Durant jogava bem, os Rockets pareciam candidatos ao título. Quando ele faltava ou estava fora do ritmo, o time virava uma bagunça total. Os jovens não conseguiram assumir a responsabilidade, e isso é preocupante pra caramba.

    Sinceramente? Depender de um cara de 37 anos pra ser seu salvador todas as noites não é sustentável. Durant cumpriu o que prometia no fantasy — ficou em 21º no ranking geral — mas o time como um todo me deixou com mais dúvidas que certezas.

    O buraco do armador é gigante

    Fred VanVleet ficou a temporada inteira fora por causa de uma lesão no ligamento cruzado. E cara, a diferença que fez foi absurda. Houston ficou com uma das formações mais jovens da história dos playoffs da NBA, e deu pra ver que faltava alguém pra organizar o jogo.

    Amen Thompson virou o armador principal na maior parte do ano. O garoto é bom — 18 pontos, 7.8 rebotes, 5.3 assistências — e é uma máquina de finalizar jogadas próximo da cesta. Mas ainda comete uns erros bobos com a bola, sabe? Ele rende mais jogando sem ela, atacando pelos lados.

    Thompson foi uma boa pedida no fantasy, ficando no top 40 dos rankings. Mas a pergunta que não quer calar: será que VanVleet volta 100%? Porque até lá, vai ser essa salada mista de Thompson, Şengün e Reed Sheppard organizando o ataque.

    Şengün frustra tanto quanto impressiona

    Alperen Şengün é daqueles jogadores que te fazem arrancar os cabelos. O turco enche a planilha — pontos, rebotes, assistências, roubos de bola. Por isso ficou em 13º no ranking geral do fantasy. Mas meu Deus, quantos erros de ataque! E o arremesso de lance livre continua sendo um desastre.

    Quando ele tá eficiente, é um monstro top 30. Quando não tá… vira um cara comum. E essa inconsistência me incomoda demais.

    E o Reed Sheppard? Cara, o técnico Ime Udoka simplesmente não confiava no garoto. Só colocou ele pra jogar quando não tinha mais ninguém disponível no perímetro. Que desperdício.

    Vocês acham que Houston consegue resolver esses problemas na offseason? Porque do jeito que tá, com Durant envelhecendo e sem um verdadeiro organizador, vai ser difícil brigar lá em cima no Oeste.