Autor: Leandro Amorim

  • Jaylen Brown detona Embiid: ‘Ficou se jogando no chão’ no Jogo 7

    Jaylen Brown detona Embiid: ‘Ficou se jogando no chão’ no Jogo 7

    Cara, que eliminação dolorosa pros Celtics. Depois de estar ganhando de 3-1 na série, Boston tomou uma virada histórica do Philadelphia 76ers e foi pra casa mais cedo. E o Jaylen Brown? Não engoliu não.

    Em coletiva após a derrota por 109-100, Brown foi direto ao ponto sobre o Joel Embiid: “Ele colocou muita pressão em nós, mas também ficou se jogando no chão. Ele conseguiu algumas faltas extras e os árbitros recompensaram ele por isso, mas é a liga que a gente vive.”

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Imagina só — você tá liderando 3-1 numa série de playoffs e de repente o gigante do outro time volta de uma apendicite e vira tudo de perna pro ar. Embiid foi simplesmente monstro no Jogo 7: 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências em Boston. Foi provavelmente o melhor jogo da carreira dele nos playoffs.

    A polêmica das faltas

    Mas será que o Brown tem razão? Embiid foi pra linha de lance livre 11 vezes no Jogo 7 e converteu 9. Na temporada regular, ele teve média de 8,8 tentativas por jogo, mas jogando menos minutos. Fazendo a conta por 36 minutos, daria umas 10 tentativas — e ele jogou 39 minutos no Jogo 7. Ou seja, estatisticamente não tem nada absurdo aí não.

    O próprio Brown cometeu duas faltas no Embiid, ambas no último período. Na primeira, ele tentou defender o camarão no garrafão e acabou empurrando o pivô. Na segunda, foi aquela briga de posição clássica que terminou com falta do ala dos Celtics.

    Sinceramente? Acho que o Brown tá é frustrado mesmo. Os Celtics foram o time que menos foi pra linha de lance livre na temporada inteira. E o Embiid sempre foi especialista em buscar falta — em 2022 ele liderou a NBA com 11,8 tentativas por jogo.

    Boston pagou o preço da inconsistência

    O que mais me chama atenção é que Brown recebeu 10 faltas ofensivas nos primeiros seis jogos da série. Dez! A maioria por usar demais o braço de apoio nas penetrações. Quando perguntaram sobre isso após o Jogo 6, ele só respondeu: “Não tenho nada pra vocês.”

    E aí, vocês acham que o Embiid realmente exagerou nas simulações ou o Brown tá só descontando a raiva? Eu acho que foi um pouco dos dois. O Embiid sabe jogar com os árbitros como poucos na liga, mas também não dá pra tirar o mérito — ele jogou pra caramba quando mais precisava.

    No final das contas, como o próprio Brown falou: “É a liga que a gente vive.” Boston tinha que ter encontrado uma resposta pro gigante da Filadélfia e não conseguiu. Primeira vez na história da franquia que os Celtics entregaram uma vantagem de 3-1. Doeu, mas faz parte do jogo.

  • Gobert revela papo bizarro com Wemby: ‘Perguntou sobre filtro d’água’

    Gobert revela papo bizarro com Wemby: ‘Perguntou sobre filtro d’água’

    Mano, que história mais aleatória é essa? O Rudy Gobert soltou uma pérola sobre o Victor Wembanyama antes do confronto entre Timberwolves e Spurs nos playoffs. E olha, não é sobre enterradas ou bloqueios — é sobre filtro de água mesmo.

    Segundo o pivô francês dos Wolves, o Wemby tem uma mentalidade completamente diferente dos outros caras jovens da liga. “Eu assisto muito ele, vejo como ele evoluiu, como ele trabalha, como cuida de si mesmo”, disse Gobert. “Algumas semanas atrás ele me perguntou que tipo de filtro de água eu tinha em casa. Isso te mostra como funciona a cabeça dele.”

    Mentalidade de outro planeta

    Cara, imagina só a cena: dois gigantes franceses conversando sobre sistemas de purificação de água. Enquanto isso, Gobert tenta conscientizar os jovens dos Wolves sobre alimentação e não consegue nem despertar interesse básico. “Eu tento falar com os garotos daqui sobre a comida que comem e essas coisas. Mas não recebo esse tipo de pergunta”, completou.

    Sinceramente? Isso explica muito sobre por que Wembanyama já chegou fazendo a diferença na NBA. O cara pensa em cada detalhe — desde o que entra no corpo dele até como otimizar a recuperação. É obsessão no melhor sentido.

    O duelo que todo mundo quer ver

    Agora vem a parte boa: os dois vão se enfrentar nas semifinais da Conferência Oeste depois que Minnesota detonou Denver na primeira rodada. Gobert foi peça-chave naquela série, principalmente na marcação do Jokic — média de 7.7 pontos, 10.7 rebotes e mais de um toco por jogo.

    Do outro lado, Wemby estreou nos playoffs literalmente destruindo Portland. 21 pontos, 8.8 rebotes e 4 tocos de média — tudo isso com 58% nos arremessos de quadra e absurdos 53% do perímetro. O garoto de 20 anos jogando como veterano de 30.

    E aí, pessoal — acham que a experiência do Gobert vai pesar mais que o talento puro do Wembanyama? Porque se o francesinho continuar nesse nível, pode ser que nem o filtro de água mais caro do mundo salve os Wolves dessa.

  • McDaniels manda o recado: ‘Vamos segurar até o Ant voltar’

    McDaniels manda o recado: ‘Vamos segurar até o Ant voltar’

    Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Jaden McDaniels falando sobre a lesão do Anthony Edwards, me arrepiou. O cara simplesmente disse: “Eu disse pra ele que a gente vai segurar até ele ficar pronto.” Cara, que maturidade é essa?

    O contexto é tenso. Edwards machucou o joelho esquerdo no jogo 4 contra o Denver e vai perder pelo menos as primeiras partidas dos playoffs contra o San Antonio Spurs. Estamos falando do cara que fez 28,8 pontos por jogo na temporada — o motor ofensivo dos Wolves. Na teoria, é uma perda gigantesca.

    McDaniels assumiu as responsabilidades

    Mas aí que tá a beleza da coisa. McDaniels já provou que esse time não desaba sem o Ant. Contra o Denver, o cara foi um monstro — 17,8 pontos de média na série e grudou no Jamal Murray, limitando ele a apenas 37,3% de aproveitamento nos arremessos.

    E no jogo 6 decisivo? 32 pontos e 10 rebotes. TRINTA E DOIS! E ainda acertou a cesta que eliminou os atuais campeões. Sinceramente, eu não esperava que o McDaniels assumisse tanto protagonismo assim, mas o cara tá voando.

    Spurs não vão facilitar

    Agora, não vamos nos iludir — os Spurs chegam como cabeça de chave 2, com 62-20 na temporada regular e mando de quadra. E tem o Wembanyama, né? O francês de 22 anos que tá simplesmente revolucionando a liga.

    Mas sabe o que me impressiona nos Wolves? Eles já provaram que sabem jogar sem suas estrelas. Além do Edwards, eles também perderam o Donte DiVincenzo (aquele corte no tendão foi de doer) e o Ayo Dosunmu, e mesmo assim eliminaram Denver.

    A estratégia é clara: sobreviver e avançar até o Ant voltar pra mudar a série. E com a mentalidade que o McDaniels mostrou, eu tô começando a acreditar que eles podem mesmo segurar essa barra.

    Vocês acham que Minnesota consegue roubar alguns jogos em San Antonio sem o Edwards? Porque eu tô sentindo que essa série vai ser muito mais disputada do que o pessoal imagina.

  • Arthur Embiid roubou a cena no Jogo 7: ‘Papai, olha meu dente!’

    Arthur Embiid roubou a cena no Jogo 7: ‘Papai, olha meu dente!’

    Mano, que momento mais fofo! Enquanto todo mundo estava celebrando a virada histórica dos Sixers contra os Celtics no TD Garden, o Arthur — filho do Embiid — só queria mostrar uma coisa pro pai: o dentinho que caiu.

    Imagina a cena: Joel Embiid acabara de destruir Boston com 34 pontos e 12 rebotes no Jogo 7, completando uma virada absurda de 3-1 na série. O cara tava dando entrevista pós-jogo com o garoto no colo quando ouve: “Papai, olha meu dente!”

    Sinceramente? Esse momento me emocionou mais que qualquer enterrada da noite. Ver o Embiid passando de estrela da NBA pra pai coruja em questão de segundos foi lindo demais.

    Do dominante pro papai

    “Eu sei, você perdeu seu dente”, respondeu o Embiid sorrindo. E ali você viu a transformação completa: de franchise player pra pai babão. Enquanto o mundo do basquete tava pirando com a atuação monstruosa dele, o Arthur só queria dividir a alegria de ter perdido o primeiro dentinho.

    É isso que eu mais curto no Embiid da temporada 2026. O cara evoluiu não só como jogador, mas como pessoa. Tá mais maduro, mais centrado. E essa calma se reflete em quadra também — vocês viram como ele controlou o jogo nos momentos decisivos?

    Os Sixers voaram longe demais

    Com o Tyrese Maxey jogando um absurdo e o elenco todo comprando a briga, Philadelphia virou uma das equipes mais perigosas do Leste. Agora vão encarar os Knicks na segunda rodada — e olha, eu tô com um pressentimento bom sobre esse time.

    Mas se o Jogo 7 provou alguma coisa, é que mesmo nos maiores momentos da carreira, o Embiid sabe o que realmente importa. E às vezes isso vem na forma de um garotinho de seis anos mostrando o dente que caiu.

    Vocês acham que os Sixers conseguem chegar longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que esse pode ser o ano deles, não vou mentir.

  • Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Cara, o Deandre Ayton simplesmente resolveu virar o monstro que sempre soubemos que ele podia ser. E olha, foi na hora certa — literalmente eliminou os Rockets na base da pancadaria e dos rebotes.

    Os Lakers avançaram pros playoffs vencendo por 98-78 no Jogo 6, e sinceramente? O Ayton foi o grande diferencial. Enquanto todo mundo ficava olhando pro LeBron e pro AD, o pivô estava lá fazendo o trabalho sujo que decide jogo.

    A mentalidade do “grandão da quadra”

    Depois do jogo, o Ayton explicou qual foi a chave: “Você tem que ter algum tipo de sinal de pare onde basta é basta. Tem que igualar a fisicalidade de um jeito que seja contagioso pros seus companheiros também”.

    E aí vem a parte que eu achei sensacional: “Eu tentei jogar como eu sou, o cara maior da quadra, e simplesmente ir lá e pegar todos os malditos rebotes. Chegou num ponto que eu nem sabia que estava acertando os caras só de fazer o bloqueio”.

    Mano, isso é mentalidade de verdade. O cara assumiu que é o maior ali e partiu pro pau.

    Os números não mentem

    Tá, o Ayton fez só 7 pontos no Jogo 6. Mas sabe quantos rebotes? DEZESSEIS. Pra vocês terem noção, Alperen Sengun e Jabari Smith Jr. JUNTOS pegaram 23 rebotes. O Ayton sozinho pegou 16.

    No Jogo 5 (que eles perderam), tinha sido ainda melhor: 17 rebotes. Nenhum jogador dos Rockets chegou aos dois dígitos nos rebounds naquele jogo. Absurdo.

    Durante toda a série, o cara teve média de 10.8 rebotes — bem acima dos 8.0 da temporada regular. Quando importa, aparece.

    Agora vem o Thunder

    E vocês acham que vai ser fácil contra o Chet Holmgren? Eu tô curioso pra ver esse duelo. O Thunder tem um dos melhores ataques da liga, mas o Ayton mostrou que quando resolve impor fisicalidade, fica difícil pros adversários.

    Na minha visão, esse Ayton “modo grandão” pode ser a chave pros Lakers irem longe nestes playoffs. O cara tem 2,11m e pesava mais de 110kg — quando resolve usar isso a favor, vira problema sério.

    Vocês acham que ele consegue manter essa intensidade contra OKC? Porque se conseguir, essa série vai ser bem mais disputada do que muita gente imagina.

  • Jaylen Brown detona cera do Embiid após eliminação histórica

    Jaylen Brown detona cera do Embiid após eliminação histórica

    Cara, que eliminação mais dolorosa essa dos Celtics. Perder em casa no Jogo 7 já dói, mas perder depois de estar 3-1 na frente? Isso aí é de amargar qualquer torcedor pelo resto da vida.

    Os Sixers fizeram história ontem à noite no TD Garden, virando uma série que parecia impossível e quebrando um jejum de mais de 40 anos contra Boston. A última vez que eles tinham conseguido eliminar os Celtics nos playoffs foi em 1982 — eu nem era nascido, imagina vocês.

    O show (e a polêmica) do Embiid

    Joel Embiid foi simplesmente monstruoso: 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências. O cara jogou como se a vida dependesse disso, e considerando que ele perdeu os três primeiros jogos da série por causa de uma apendicite, foi uma atuação épica mesmo.

    Mas nem todo mundo curtiu o estilo do camerunês. Jaylen Brown, que fez 33 pontos na derrota (jogou pra caramba também), não poupou críticas ao pivô dos Sixers depois do jogo.

    “Embiid colocou muita pressão em nós, nos nossos pivôs e armadores”, disse Brown. “A gente não tinha resposta pra ele. Tentamos várias coisas diferentes. Ele é grandão, mas também ficou fazendo cera por aí e conseguiu umas faltas extras. Eles recompensaram ele por isso. Mas é a liga que a gente vive.”

    Olha, eu entendo a frustração do Brown. Perder dessa forma dói mesmo, e quando você vê o cara do outro time indo 11 vezes na linha de lance livre enquanto você luta pra conseguir as faltas… é de tirar do sério.

    Tensão na quadra

    O jogo teve seus momentos quentes. No terceiro quarto, Embiid converteu uma jogada de três pontos sobre o Brown e os dois trocaram umas palavrinhas. No último período, o pivô ainda tomou uma técnica depois de um contato com o ala-armador dos Celtics.

    Mas no final das contas, os dois se abraçaram e mostraram respeito mútuo — que é assim que tem que ser no basquete, né? Você pode competir ferozmente na quadra, mas depois do apito final é outra história.

    O que mais me impressiona é como o Embiid conseguiu voltar depois da cirurgia e fazer essa diferença toda. Sinceramente, achei que os Celtics iam fechar a série quando ele perdeu os três primeiros jogos. Mas o cara voltou inspirado e levou os Sixers nas costas.

    Celtics pagaram caro pelas falhas

    E olha que os Celtics ainda jogaram sem o Jayson Tatum, que ficou de fora por causa de um problema no joelho. Imagina se ele tivesse em quadra? Talvez a história fosse diferente.

    Essa eliminação expôs vários problemas do time de Boston: decisões de rotação questionáveis, inconsistência e execução ruim nos momentos decisivos. Quando você tem 3-1 na frente e deixa escapar, é porque alguma coisa não funcionou direito.

    E aí, vocês acham que o Brown tem razão sobre a arbitragem, ou é só desculpa de quem perdeu? Uma coisa é certa: essa série vai ficar marcada na história dos dois times por muito tempo.

  • Shumpert sabe o que tá falando: Sixers com Embiid são assombração

    Shumpert sabe o que tá falando: Sixers com Embiid são assombração

    Olha, quando o Iman Shumpert fala, eu escuto. O cara tem anel, já viu de tudo na liga, e agora ele tá alertando: os Philadelphia 76ers com Joel Embiid saudável são uma verdadeira assombração.

    E não é pra menos. Depois daquela virada histórica de 3-1 contra os Celtics — na casa deles, no TD Garden —, os Sixers provaram que não são mais aquele time do “e se”. Sabe aquela história de potencial desperdiçado? Esquece. Eles tão cobrando a conta agora.

    O monstro acordou no momento certo

    Cara, o que o Embiid fez no jogo 7 foi de outro planeta. 34 pontos, 12 rebotes, e simplesmente DOMINOU os dois lados da quadra. O gigante camaronês finalmente tá conseguindo se manter saudável nos playoffs — e isso muda tudo.

    Vocês lembram quantas vezes a gente viu o Embiid machucado nas pós-temporadas passadas? Machucou o joelho, machucou o dedo, sempre alguma coisa. Mas agora em 2026, o cara tá inteiro. E quando o Embiid tá 100%, sinceramente, não tem defesa que segure.

    O Shumpert captou exatamente isso: “Eles são um daqueles times assustadores que a gente sempre acreditou, e agora estão bem na nossa frente”. Monstro mesmo.

    Não é só o Embiid (mas é principalmente ele)

    Claro que ter o Tyrese Maxey voando pela quadra e o VJ Edgecombe aproveitando toda a atenção que o Embiid atrai ajuda muito. Mas sejamos honestos — tudo começa e termina com o pivô.

    Quando você tem um cara de 2,13m que faz de tudo — pontua de qualquer lugar, protege o aro, distribui assistências e ainda por cima fala uns trash talks maroto —, os adversários simplesmente não sabem como jogar. É muita coisa pra processar.

    E agora eles vão enfrentar os Knicks na segunda rodada. Nova York é time cascudo, mas será que aguenta a pressão de um Embiid inspirado? Eu tenho minhas dúvidas.

    A hora da verdade chegou

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e sempre tive um pé atrás com os Sixers. Muito hype, pouca entrega quando a coisa apertava. Mas essa virada contra Boston foi diferente — mostrou uma maturidade que eu nunca tinha visto neles.

    Na minha visão, se o Embiid continuar nesse nível e conseguir se manter saudável (que é sempre a grande incógnita), os Sixers podem ir longe mesmo. O Shumpert tá certo — eles viraram daqueles times que ninguém quer enfrentar.

    E aí, vocês acham que Philadelphia finalmente vai quebrar a maldição dos playoffs? Ou será que é só mais um falso alarme da franquia que mais nos ilude na NBA?

  • Chet elogia longevidade do LeBron antes do duelo dos playoffs

    Chet elogia longevidade do LeBron antes do duelo dos playoffs

    Cara, que momento! Chet Holmgren vai enfrentar LeBron James pela primeira vez nos playoffs, e o garoto não escondeu a admiração pelo Rei. Olha, eu entendo perfeitamente — ver o LeBron ainda jogando nesse nível aos 39 anos é de arrepiar mesmo.

    O pivô do Thunder foi direto ao ponto quando falaram sobre a longevidade do LeBron: “Primeiro de tudo, é muito impressionante. Crescendo, eu costumava jogar muito na Life Time. Tinha muitos caras de 41 anos que nem se mexiam bem. Acho isso extremamente impressionante. Não só a habilidade física, mas também a mentalidade de estar tão focado por tanto tempo.”

    E não é que o veterano acabou de provar isso mesmo? No jogo 6 contra os Rockets, LeBron meteu 28 pontos, 8 assistências e 7 rebotes na vitória por 98-78 que classificou os Lakers. Monstro.

    Thunder pode ficar sem Jalen Williams

    Agora, a preocupação do Thunder não é só com o King LeBron. Jalen Williams está machucado há quase um mês e é incerto para o jogo 1. O técnico Mark Daigneault elogiou como o jogador tem ajudado mesmo fora de quadra, mas deixou claro o quanto faz falta.

    “Acho que sua personalidade — uma personalidade tão dinâmica — pode ofuscar o fato de que ele é um competidor implacável”, disse Daigneault. “Nunca tem um jogo que ele não compete. Joga com motor toda noite. É um jogador das 19h. Quando são 19h, ele tá pronto.”

    Duelo de gerações que promete

    Sinceramente? Esse confronto entre Thunder e Lakers tem tudo pra ser épico. De um lado, a juventude explosiva de Oklahoma City liderada por Shai Gilgeous-Alexander e Chet. Do outro, a experiência e a fome de LeBron e Anthony Davis.

    O que vocês acham — a energia jovem do Thunder consegue superar a experiência dos Lakers? Jalen Williams consegue voltar a tempo de fazer diferença? Uma coisa é certa: ver Chet tentando parar LeBron vai ser um show à parte.

    O jogo 1 acontece na terça-feira, e o Thunder ainda vai anunciar oficialmente se Williams joga ou não. Seja como for, essa série promete muito basquete de qualidade. E o respeito mútuo entre as gerações já deixou tudo ainda mais interessante.

  • Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Cara, se tem uma coisa que eu adoro na NBA são essas rivalidades que pegam fogo mesmo. E ontem à noite no TD Garden foi simplesmente absurdo o que rolou. A torcida dos Celtics resolveu partir pra cima do Joel Embiid de um jeito que… bom, não dá pra repetir aqui no site da família.

    Durante os lances livres do gigante dos Sixers, a galera de Boston começou um coro que ecoou pela arena inteira: “F*ck Embiid”. Isso mesmo. Sem filtro, sem diplomacia. Puro ódio gratuito — do tipo que só existe nos playoffs.

    História de amor e ódio

    Olha, não é de hoje que essa rivalidade existe. Desde 2018 que o Embiid e os Celtics se encontram nos playoffs, e adivinha só? Boston ganhou em 2018, 2020 e 2023. Ou seja, três vezes seguidas o cara volta pra casa mais cedo por causa dos mesmos caras. Imagina a frustração.

    E o mais louco é que os Sixers estavam com tudo pra virar a página dessa história. Saíram perdendo por 3-1 na série, mas conseguiram forçar o Game 7 depois de ganhar os jogos 5 e 6. Só que aí chegaram no Garden e… bem, vocês viram o que aconteceu com a recepção.

    Na minha visão, isso aí é combustível puro pros dois lados. Pro Embiid, que ou usa como motivação extra ou deixa entrar na cabeça. E pra torcida, que tava claramente tentando desestabilizar o cara nos momentos decisivos.

    Como foi o jogo até o intervalo

    Falando do basquete em si, os Celtics jogaram sem o Tatum — que dor, cara. Mas mesmo assim não facilitaram nada pros visitantes.

    Philadelphia começou melhor, abrindo 32-19 no primeiro quarto. Parecia que ia ser massacre, mas Boston reagiu e conseguiu até virar o placar em alguns momentos. No intervalo, os Sixers levavam por 55-50.

    O Derrick White tava simplesmente em estado de graça: 19 pontos, sendo 4 de 7 do perímetro. O cara tava decidido a não deixar a temporada acabar ali. Jaylen Brown também contribuiu com 13 pontos, tentando carregar o time nas costas sem o parceiro de sempre.

    E aí, vocês acham que essa pressão da torcida realmente afeta um cara experiente como o Embiid? Eu sinceramente acho que pode fazer diferença sim, ainda mais em momentos tensos como os lances livres. Mas o gigante já mostrou que aguenta pressão antes…

    Se os Celtics ganharem esse Game 7, vão enfrentar os Knicks na próxima fase. E uma coisa eu garanto: essa atmosfera de caldeirão do Garden vai fazer falta pro adversário que vier pela frente.

  • Sixers x Knicks: programação oficial da semifinal do Leste saiu!

    Sixers x Knicks: programação oficial da semifinal do Leste saiu!

    Galera, a coisa tá ficando séria! Os Sixers eliminaram os Celtics naquela série épica e agora vão enfrentar os Knicks na semifinal da Conferência Leste. E olha, não vai ter tempo pra descanso não — o Jogo 1 já é na segunda-feira que vem, dia 4 de maio, às 21h no Madison Square Garden.

    A NBA divulgou toda a programação da série, e sinceramente, esse calendário tá apertado pra caramba. Mal dá tempo de respirar entre as partidas.

    Como vai ser a agenda

    O negócio começa em Nova York mesmo. Jogo 1 na segunda às 21h pela NBC/Peacock, e o Jogo 2 na quarta, dia 6, às 20h pela ESPN. Aí sim a série vem pra Filadélfia no Jogo 3, sexta-feira dia 8, também às 20h — esse vai passar no Prime Video.

    O Jogo 4 vai ser naquele horário clássico de domingo à tarde que todo mundo ama ou odeia — 15h30 no dia 10, pela ABC. E aí se rolar um Jogo 5, será no dia 12. Jogo 6 no 14, e um possível Jogo 7 só no dia 17 de maio — o único com mais de um dia de descanso entre partidas.

    Cara, esse ritmo maluco de playoffs é absurdo. Os caras mal têm tempo de recuperar o fôlego e já tem que entrar em quadra de novo.

    A preocupação com Embiid

    E aqui vem o ponto que me deixa meio preocupado: o Embiid bateu o joelho na colisão com o Maxey no Jogo 7 contra Boston. Com essa agenda apertada, será que ele vai ter tempo suficiente pra se recuperar 100%?

    Olha, eu sei que playoffs é playoffs e todo mundo joga no sacrifício, mas o Embiid é peça fundamental. Sem ele em plena forma, fica difícil sonhar com mais uma zebra contra esses Knicks que vêm jogando um basquete monstruoso.

    Vocês acham que o Big Man aguenta o tranco? Porque sinceramente, essa semifinal promete ser guerra do primeiro ao último minuto. E com esse calendário maluco, quem tiver o banco mais forte pode levar vantagem decisiva.