Autor: Leandro Amorim

  • Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Olha, eu não acredito que estou escrevendo isso, mas o Denver Nuggets está numa sinuca de bico danada. Time que tem o melhor jogador do mundo — sim, Nikola Jokić é um monstro absoluto — e que viu Jamal Murray fazer a melhor temporada da carreira dele, acabou caindo logo na primeira rodada dos playoffs para os Timberwolves. Em seis jogos. Para um time machucado.

    Isso dói só de escrever.

    O cenário é bem complicado

    Vamos aos fatos: Jokić obviamente fica. Murray também deve ficar, especialmente depois de finalmente conseguir sua primeira convocação para o All-Star Game — 25.4 pontos e 7.1 assistências por jogo, números de respeito. A química entre os dois funciona, isso ninguém discute.

    Mas depois desses dois… cara, a situação complica rápido. Christian Braun ganhou uma extensão de 125 milhões de dólares que já está parecendo um problemão — o garoto teve uma temporada bem fraca. Aaron Gordon encaixa perfeitamente no sistema, mas está ficando mais velho e o contrato mais pesado.

    E o pior de tudo? Os Nuggets estão completamente sem flexibilidade financeira. O time está gastando 201 milhões de dólares só em salários e ainda vai passar do segundo limite salarial. Traduzindo: eles não têm praticamente nenhuma ferramenta para melhorar o elenco.

    A janela do Jokić está se fechando?

    Sinceramente, essa é a parte que mais me preocupa como fã de basquete. Jokić está no auge — o cara é um triple-double ambulante, faz jogadas que desafiam a física — mas está carregando um peso absurdo nas costas. Quantas temporadas mais ele vai conseguir fazer isso?

    O Denver tem apenas as picks 26 e 49 do Draft para trabalhar. É muito pouco para um time que precisa de profundidade urgentemente. Eles vão ter que fazer milagre ou trocar peças caras por jogadores mais baratos — o que nunca é garantia de melhora.

    Peyton Watson é agente livre restrito, então pelo menos eles podem manter ele se quiserem. Mas Bruce Brown, que foi importante no título de 2023, pode ir embora sem retorno nenhum.

    E agora, Denver?

    Na minha opinião, o Nuggets está numa daquelas situações que todo time teme: bom demais para reconstruir, mas sem recursos para dar o próximo passo. Eles são reféns dos próprios contratos.

    O que mais me incomoda é ver o melhor momento do Jokić sendo desperdiçado assim. O sérvio merece mais ajuda, mas o front office se amarrou com contratos questionáveis. E aí, vocês acham que o Denver consegue dar a volta por cima só com peças internas?

    Uma coisa é certa: se eles não resolverem isso logo, podem acabar vendo uma das gerações mais talentosas da franquia escorrer pelos dedos. E isso seria uma tragédia para qualquer fã de bom basquete.

  • Sixers tentam barrar invasão dos fãs do Knicks em Philly

    Sixers tentam barrar invasão dos fãs do Knicks em Philly

    Cara, que situação bizarra rolando na Filadélfia! Os 76ers estão literalmente tentando impedir que os torcedores do Knicks comprem ingressos para os jogos em casa na segunda fase dos playoffs. É, você leu certo — eles estão usando restrições geográficas para manter a torcida laranja e azul longe do Xfinity Mobile Arena.

    O negócio é o seguinte: depois de conseguir a virada histórica contra o Celtics (saíram perdendo por 3-1 e ganharam o Jogo 7!), os Sixers vão enfrentar justamente o time que tem uma das torcidas que mais “invade” arenas pelo país. E olha, eu entendo o desespero deles.

    Joel Embiid fez um apelo desesperado

    O Embiid não escondeu a preocupação após a vitória contra Boston. “Na última vez que jogamos contra os Knicks, parecia que estávamos no Madison Square Garden East”, disparou o camaronês. E completou com um apelo que chegou até a ser engraçado: “Se vocês precisarem de dinheiro, eu pago!”

    Sinceramente? Acho que nunca vi um astro da NBA literalmente implorar para os fãs não venderem os ingressos. Mas é isso que a torcida do Knicks causa — pânico nos adversários.

    A estratégia (que pode não funcionar)

    A ideia dos Sixers é simples: só quem tem endereço na região metropolitana da Filadélfia pode comprar ingressos. Quem tentar comprar de fora vai ter a compra cancelada. Não é a primeira vez que fazem isso — em 2024, a direção chegou a comprar mais de 2.000 ingressos só para tirar das mãos dos nova-iorquinos!

    Mas será que funciona mesmo? Josh Hart, do Knicks, riu da estratégia: “Nova-iorquinos são persistentes. Eles não ligam, vão dar um jeito”. E ele tem razão — mercado secundário existe, né?

    O Detroit Pistons tentou algo parecido no ano passado, mas os fãs do Knicks ainda conseguiram fazer barulho lá. É que essa galera realmente não brinca em serviço quando o assunto é apoiar o time.

    Vocês acham que os Sixers conseguem manter a vantagem de jogar em casa? Ou a torcida do Knicks vai dar um jeito de aparecer em peso mesmo assim? Na minha opinião, vai ser bem difícil segurar essa invasão laranja — mas pelo menos estão tentando algo criativo!

  • Magic não sabe se é time de playoff ou peixe pequeno

    Magic não sabe se é time de playoff ou peixe pequeno

    Cara, eu não sei se rio ou se choro com o Orlando Magic. Sério mesmo. A temporada deles foi uma montanha-russa que deixou mais dúvidas do que respostas, e agora eles vão entrar numa offseason crítica sem ter a menor ideia do que realmente são.

    Vamos aos fatos: começaram a temporada como candidatos ao primeiro seed do Leste. Terminaram como oitavo seed depois de perder pros reservas do Boston. Aí quando você acha que já era, que o Jamahl Mosley ia ser demitido e que o Paolo Banchero e Franz Wagner nunca iam encaixar… boom! Do nada eles viraram monstros nos playoffs.

    A metamorfose que ninguém esperava

    Destroçaram o Charlotte no play-in e foram lá em Detroit dar uma surra no primeiro jogo de uma série contra um time de 60 vitórias. Ganharam os jogos 3 e 4 em casa e deixaram o primeiro seed do Leste suando frio. Foi absurdo de assistir.

    O mais louco? Aquela dupla Banchero-Wagner que todo mundo falava que não funcionava junta de repente virou ouro. Ofensivamente, eles postaram 115.6 de rating quando jogavam juntos contra Detroit. Isso depois de uma temporada inteira de dados mostrando que eram melhores separados. Vai entender, né?

    E a defesa? Meu amigo, simplesmente voltaram a ser aquela muralha impenetrável que conhecemos. Depois de cair do top 5 defensivo pela primeira vez desde 2023, viraram pedra de novo na hora que mais importava.

    Aí veio a lesão e tudo desmoronou

    Mas aí que tá — quando as coisas estavam perfeitas demais, o Wagner machucou a panturrilha. E olha, sem ele pra marcar o Cade Cunningham, o cara simplesmente meteu 45 pontos no jogo 5. Quarenta e cinco! O Magic até começou bem o jogo 6, mas sem o Wagner criando jogadas, fizeram apenas 19 pontos no segundo tempo. Nineteen points! Em casa!

    No jogo 7, já era. Viraram abóbora de novo e a temporada acabou do mesmo jeito que tinha começado: em decepção total.

    A pressão financeira que complica tudo

    Agora vem a parte que me preocupa. A maioria dos times jovens podia simplesmente tocar o barco e ver no que dá na próxima temporada. Mas o Magic não tem esse luxo não.

    A folha salarial deles vai explodir agora. O Banchero vai começar a receber aqueles $239 milhões da extensão máxima — $41 milhões só na próxima temporada. O Wendell Carter Jr. vai ganhar quase $20 milhões por ano pelos próximos três anos. E olha que antes da série contra Detroit, esse contrato parecia furada total.

    Sem falar no Anthony Black, que mesmo vindo do banco, provavelmente vai querer pelo menos uns $22 milhões por ano pra renovar. É muito dinheiro pra um time que não sabe nem se é bom ou ruim.

    Sinceramente? Eu acho que aqueles seis jogos contra Detroit mostraram o potencial real desse grupo. Mas será que conseguem manter esse nível por uma temporada inteira? Essa é a pergunta de um milhão de dólares que vai definir o futuro da franquia.

    E vocês, acham que o Magic consegue ser consistente ou vai continuar nessa de Dr. Jekyll e Mr. Hyde?

  • Lillard volta da lesão e Blazers podem mexer no elenco

    Lillard volta da lesão e Blazers podem mexer no elenco

    Olha, eu não esperava essa notícia tão cedo, mas parece que o Damian Lillard vai estar de volta na próxima temporada depois daquela lesão no tendão de Aquiles que rolou em abril. Sinceramente, fiquei preocupado na época — esse tipo de lesão é complicada pra qualquer atleta, imagina pra um cara de 35 anos.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a situação do Jrue Holiday. O cara chegou em Portland, fez uma temporada sólida com 16.3 pontos e 6.1 assistências, e agora já tá sendo cotado pra sair? Cara, esse negócio de NBA é maluco mesmo.

    A dupla que pode não acontecer

    Na teoria, Lillard e Holiday formariam uma dupla de armação absurda. Dois caras experientes, que sabem jogar sob pressão e com histórico de playoffs. Mas você sabe como é — na NBA, planos mudam da água pro vinho.

    Holiday ainda tem dois anos de contrato pela frente, incluindo uma opção de jogador pra temporada 2027-28. Ou seja, ele tem algum controle sobre o próprio destino. E olha, com 34 anos nas costas, o cara provavelmente quer estar num time que brigue pelo título, não num projeto de reconstrução.

    E ainda tem o Giannis na jogada

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio surreal): os Blazers também estão sendo apontados como um dos times interessados no Giannis Antetokounmpo. Imagina só — se conseguirem o Greek Freak, automaticamente viram candidatos ao título.

    Mas aí surge a pergunta: será que faz sentido trocar o Holiday justamente quando você pode estar montando um time competitivo? Lillard + Giannis já seria uma dupla monstruosa, mas adicionar o Holiday nessa equação…

    Eu fico pensando se o Portland não tá perdendo uma oportunidade histórica. O Lillard já passou dos 30, não tem muito tempo pra ficar esperando. Se conseguir o Giannis E manter o Holiday, pode ser agora ou nunca pra esse cara finalmente brigar pelo anel.

    E vocês, acham que o Blazers deveria apostar tudo nessa janela ou ir com calma? Porque pra mim, depois de tantos anos vendo o Dame carregar esse time nas costas, seria uma injustiça se ele não tivesse pelo menos uma chance real de título.

  • Matt Lloyd vai assumir os Bulls? E ainda pode trazer o Micah Nori!

    Matt Lloyd vai assumir os Bulls? E ainda pode trazer o Micah Nori!

    Olha só, parece que os Bulls finalmente podem estar chegando perto de resolver a bagunça da diretoria. Matt Lloyd, que hoje é GM dos Timberwolves, virou o favorito absoluto para assumir como chefe de operações de basquete em Chicago. E pelo jeito, a coisa pode se resolver nos próximos dias mesmo.

    A volta do filho pródigo

    Lloyd não é qualquer um por lá — o cara já trabalhou pros Bulls no passado e tem um apoio forte do John Paxson, que continua como conselheiro da franquia. Essa conexão histórica pode ter sido decisiva na escolha, porque convenhamos, Chicago precisa de alguém que entenda a cultura da casa.

    Mas aqui vem a parte mais interessante: se o Lloyd realmente for confirmado, ele já tem nome e sobrenome para técnico. Micah Nori seria o escolhido para comandar o time. Nori atualmente é assistente técnico nos Suns e tem uma reputação sólida como desenvolvedor de talentos — algo que os Bulls precisam MUITO considerando o tanto de jovem promissor que eles têm no elenco.

    Concorrência ainda existe

    Claro que a coisa não tá 100% definida ainda. Bryson Graham (Hawks), Dennis Lindsey (Pistons) e Dave Lewin (Celtics) ainda estão na briga. Mas sinceramente? Pelo que tudo indica, Lloyd largou na frente e pode cruzar a linha de chegada primeiro.

    Vocês acham que essa dupla Lloyd-Nori seria a solução pros problemas de Chicago? Porque olhando de fora, parece que os Bulls finalmente podem estar tomando uma decisão inteligente depois de anos patinando na mediocridade. A franquia precisa urgentemente de uma direção clara, e trazer alguém com experiência (e que conhece a casa) pode ser exatamente o que eles precisavam.

    A tendência é que nos próximos dias a gente tenha uma definição oficial. E aí sim poderemos ver se Chicago finalmente vai sair dessa de ficar sempre no limbo entre rebuild e playoff push.

  • Anthony Edwards pode voltar mais cedo que esperado contra Spurs

    Anthony Edwards pode voltar mais cedo que esperado contra Spurs

    Olha só que notícia boa pra galera que torce pelo Wolves! Anthony Edwards, que tava machucado e todo mundo pensando que ia ficar fora por mais tempo, acabou de ser listado como “questionável” pro Jogo 1 contra o San Antonio Spurs. É, vocês leram certo — questionável, não mais descartado.

    O garoto sofreu uma contusão óssea no joelho esquerdo lá no Jogo 4 da primeira rodada dos playoffs, e a galera já tava se preparando pro pior. Mas parece que o Edwards tá se recuperando mais rápido que o esperado. Segundo o Shams Charania da ESPN, existe um “otimismo crescente” dentro da organização de Minnesota de que ele possa voltar já no Jogo 3 ou 4.

    A situação do joelho preocupa

    Agora, vamos ser realistas aqui. O Edwards não tá lidando só com essa contusão recente não. O cara vem batalhando contra uma inflamação no joelho DIREITO já faz mais de um mês. Dois joelhos problemáticos ao mesmo tempo? Isso é tenso, pessoal.

    Os Wolves preferem jogar no seguro (e fazem bem), especialmente considerando que o Edwards é praticamente o coração ofensivo do time. Não adianta apressar o cara e correr o risco de uma lesão mais séria, né?

    Treinou no fim de semana

    Mas aqui vem o que me deixa esperançoso: o moleque treinou tanto no sábado quanto no domingo antes de viajar com o time pra San Antonio. Cara treinando dois dias seguidos com contusão óssea? Isso mostra que tá evoluindo bem.

    A timeline original falava em 1-2 semanas de recuperação, e fazendo as contas, o Jogo 3 (que rola na sexta) cairia bem nessa janela. O Jogo 4 no domingo então nem se fala.

    E aí, vocês acham que o Edwards consegue voltar mais cedo que todo mundo esperava? Sinceramente, eu acho que se ele tá sendo listado como questionável já pro Jogo 1, é porque tá se sentindo bem melhor. O cara é um monstro, e playoff é playoff — ninguém quer ficar de fora.

    Uma coisa é certa: os Spurs que se preparem. Edwards com fome de jogo depois de ficar parado é receita pra show de bola.

  • Jogo 7 entre Cavs e Raptors promete pegar fogo hoje à noite

    Jogo 7 entre Cavs e Raptors promete pegar fogo hoje à noite

    Cara, chegou a hora. Jogo 7. Cleveland Cavaliers e Toronto Raptors vão decidir tudo hoje à noite, às 21h30, na Rocket Mortgage FieldHouse. E olha, depois daquela prorrogação absurda na sexta-feira (112-110 pros Raptors), eu tô com o coração na mão pra esse confronto.

    O que mais me impressiona nessa série é como ela tá equilibrada. 3-3 no placar geral, mas cada jogo foi uma batalha épica. Na última partida, Scottie Barnes fez 25 pontos pelos Raptors enquanto Evan Mobley respondeu com 26 pelos Cavs. Dois jovens monstros mostrando que o futuro da NBA tá em boas mãos.

    Mitchell vs Barnes: o duelo que define tudo

    Donovan Mitchell tá sendo simplesmente descomunal nesses playoffs. 27.9 pontos por jogo na temporada regular, mas nos playoffs o cara tá em outro nível. Do outro lado, Scottie Barnes tá provando que aquele prêmio de Rookie do Ano não foi à toa — 18.1 pontos, 7.5 rebotes e 5.9 assistências. O garoto joga um basquete completo que me lembra muito o Draymond Green nos seus melhores dias.

    E o RJ Barrett? Sinceramente, eu não esperava que ele fosse render tanto assim em Toronto. Médias de 21 pontos nos últimos 10 jogos. O cara encontrou seu lugar no time e tá jogando com uma confiança que eu não via desde os tempos de Duke.

    As casas de apostas e a pressão do mando

    Os Cavs entram como favoritos por 8.5 pontos — e faz sentido, né? Jogar em casa num jogo 7 é uma vantagem gigantesca. Mas ó, essa série já nos ensinou que favorito não quer dizer nada. Os Raptors têm 7-4 em jogos decididos por menos de 4 pontos, ou seja, eles sabem lidar com pressão.

    Uma estatística que me chamou atenção: Cleveland faz 14.3 cestas de 3 por jogo, enquanto Toronto permite apenas 12.5. Mas os Raptors arremessam 48.2% dos campos, contra os 46.4% que a defesa dos Cavs costuma permitir. É ataque contra defesa, experiência contra juventude.

    James Harden pode não estar no seu auge, mas 2.3 bolas de 3 nos últimos 10 jogos mostram que o veterano ainda pode decidir. E convenhamos — se tem alguém que sabe como jogar um jogo 7, é o Barbudo.

    Vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou os Raptors vão surpreender mais uma vez? Eu tô genuinamente sem saber o que esperar dessa partida. Uma coisa eu garanto: vai ser jogaço.

  • Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cara, que dor no peito foi essa sexta-feira. Os Cavaliers tinham TUDO nas mãos pra fechar a série contra os Raptors, mas conseguiram entregar de bandeja no overtime. 112 a 110 pro Toronto, com direito a buzzer-beater do RJ Barrett. Agora é tudo ou nada no game 7 em Cleveland.

    Olha, eu não vou mentir — dói ver um time desperdiçar uma oportunidade dessas. Os Cavs controlaram boa parte do jogo, ditaram o ritmo, criaram boas oportunidades… mas na hora H, simplesmente não conseguiram finalizar. E três caras foram fundamentais nessa derrocada: James Harden, Jarrett Allen e Max Strus.

    Harden sumiu quando mais precisavam dele

    O Barba teve números até razoáveis no papel — 16 pontos —, mas cara, que atuação decepcionante nos momentos decisivos. 5 de 14 nos arremessos, quatro turnovers, e o pior: tomou decisões horríveis no final do jogo.

    Quando o Cleveland mais precisava de controle e clareza, Harden forçou arremessos difíceis em vez de criar jogadas melhores pro time. Deixou a defesa do Toronto ditar o que ele ia fazer, sabe? Isso não pode acontecer com um cara da experiência dele. Sinceramente, esperava muito mais.

    Allen perdeu pontos cruciais na linha

    O pivô até jogou bem no garrafão — 6 de 8 nos arremessos de quadra, protegeu o aro como sempre. Mas meu Deus, que sofrimento na linha de lance livre. Converteu apenas 2 de 6 tentativas!

    Numa partida que foi decidida por dois pontinhos, deixar quatro pontos na mesa é inadmissível. Principalmente em playoff, onde cada posse vale ouro. Esses lances livres perdidos mantiveram o Toronto sempre grudado no placar, e no final das contas, fizeram toda a diferença.

    Strus praticamente invisível no perímetro

    E o Max Strus? Apenas 6 pontos na partida toda. Dois arremessos de 3 convertidos, mas cadê o volume? O Cleveland precisava de muito mais agressividade dele no perímetro.

    Sem pressão consistente de fora, os Raptors puderam se fechar no garrafão tranquilamente. Isso complicou as penetrações e forçou os Cavs a tentarem cestas muito difíceis. Na minha visão, o Strus tinha que assumir mais responsabilidade ofensiva.

    E não para por aí — o time como um todo cometeu 18 turnovers. Dezoito! Isso é presente de grego pro adversário, principalmente em playoff. Quando chegou o overtime, o Cleveland já não tinha mais ritmo ofensivo nenhum. Resultado: meros 6 pontos na prorrogação.

    Agora é game 7 em casa, com tudo em jogo. Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar dessa? Porque olha, vai ter que ser uma atuação completamente diferente. Harden precisa assumir o controle de verdade, Allen tem que acertar os lances livres, e o Strus não pode mais ser coadjuvante.

    Domingo promete ser tenso demais. Quem aguenta a pressão melhor leva tudo.

  • Edwards pode desfalcar Wolves contra os Spurs — situação tá feia

    Edwards pode desfalcar Wolves contra os Spurs — situação tá feia

    Olha, eu não esperava que a lesão do Anthony Edwards fosse virar dor de cabeça desse jeito. O Minnesota Timberwolves até que eliminou o Denver na sexta-feira com aquela vitória de 110-98, mas agora o técnico Chris Finch soltou uma bomba sobre o Ant-Man que deixou todo mundo preocupado.

    Segundo o cara, Edwards tá “semana a semana” ainda. Semana a semana, pessoal! Isso significa que ele pode muito bem perder o começo da série contra o San Antonio Spurs, que começa na segunda-feira.

    A lesão que ninguém queria

    A parada aconteceu no jogo 4 contra os Nuggets — contusão óssea e hiperextensão no joelho esquerdo. Na época eu pensei “tranquilo, volta logo”, mas pelo visto a coisa é mais séria do que imaginei. O garoto de 24 anos pode voltar só no jogo 3 ou 4 da série, se tudo der certo.

    E não para por aí. O Ayo Dosunmu também tá no departamento médico, embora a situação dele seja “dia a dia” — pelo menos uma notícia um pouquinho melhor.

    Quem vai salvar a pátria?

    Com Edwards fora e Dosunmu duvidoso, sobra pro Terrence Shannon Jr. carregar o piano no primeiro jogo. O Jaylen Clark também deve ganhar mais minutagem — e sinceramente, não sei se esses caras conseguem substituir o que o Ant-Man representa pra esse time.

    Porque vamos combinar: Edwards pode não estar com os números absurdos de sempre (18.5 pontos, 6.8 rebotes nestes playoffs), mas ele é o cara que resolve na hora do aperto. Os 35.8% nos arremessos e 25.8% nas bolas de três não tão ideais, mas é o Anthony Edwards, né? O monstro sempre aparece quando precisa.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem segurar a onda sem o craque? Jogo 1 é segunda-feira, 21h30, em San Antonio. Vai ser tenso.

  • Celtics perdem vantagem de 3-1 e caem no primeiro round dos playoffs

    Celtics perdem vantagem de 3-1 e caem no primeiro round dos playoffs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu no TD Garden. Os Celtics tinham TUDO na mão — vantagem de 3-1 na série, temporada regular espetacular — e conseguiram entregar de bandeja pros Sixers. Philadelphia virou uma série que parecia impossível e eliminou Boston no primeiro round dos playoffs.

    E o mais doloroso? Foi no jogo 7, em casa, com a torcida dos Sixers cantando “We want Boston” dentro do próprio TD Garden. Imagina a humilhação.

    Tatum fora e o desespero no banco

    Uma hora antes do jogo mais importante da temporada, a bomba: Jayson Tatum estava fora por causa de uma rigidez no joelho esquerdo. Primeiro jogo que ele perde por lesão desde que voltou daquela ruptura no tendão de Aquiles em maio passado.

    Mazzulla teve que improvisar um quinteto que nunca havia usado na temporada inteira. Jaylen Brown, Derrick White, Baylor Scheierman, Luka Garza e Ron Harper Jr. começaram o jogo. Deu no que deu: Philadelphia abriu 30-15 nos primeiros 10 minutos e Boston nunca mais conseguiu respirar direito.

    “Tivemos fé em todos que jogaram hoje à noite”, disse Payton Pritchard depois da derrota por 109-100. “Foi assim o ano todo. Os caras deram o sangue e fizeram seu trabalho.”

    A reação que quase deu certo

    Olha, vou dar o braço a torcer: os Celtics mostraram personalidade. Estavam perdendo por 18 pontos no terceiro período e conseguiram chegar a 99-98 nos minutos finais. Tiveram três chances claras de virar o jogo — dois arremessos de 3 livres e uma bandeja limpa do Jaylen Brown — mas a bola não quis entrar.

    “No quarto período tivemos algumas tentativas excelentes que eu gostaria que tivessem entrado”, admitiu Brown. “Mas não é motivo pra baixar a cabeça. Nada pra gente se envergonhar.”

    Sinceramente? Eu achei que iam conseguir. Quando vi aquele placar apertado, pensei: “Agora os caras acordaram”. Mas não rolou. E sabe o que mais me impressiona? A frieza deles depois da eliminação.

    “Confiamos no processo”

    Podia esperar um clima de velório no vestiário, né? Mas não. Os Celtics saíram da quadra com a cabeça erguida, falando em processo e aprendizado. Mazzulla foi direto: “Amo o processo que tivemos. Odeio o resultado.”

    A real é que eles sabiam que estavam operando com déficit de talento. Depois que perderam Jrue Holiday, Kristaps Porziņģis, Al Horford e Luke Kornet na offseason, precisavam compensar na base da união e do volume de arremessos de 3. Funcionou na temporada regular, mas nos playoffs…

    Philadelphia tinha Joel Embiid (que voltou no meio da série), Tyrese Maxey, Paul George e VJ Edgecombe. Difícil competir com isso quando seu melhor jogador está no banco de uniforme.

    E aí, vocês acham que essa eliminação vai marcar os Celtics pra sempre? Ou foi só um azar mesmo com a lesão do Tatum na hora errada?