Autor: Leandro Amorim

  • Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Gente, eu não acredito que acabei de ver isso. Os Detroit Pistons — sim, aqueles Pistons que a gente já tinha meio que esquecido — acabaram de fazer história. Eliminaram o Orlando Magic por 116 a 94 em um Game 7 que foi pura catarse e avançaram nos playoffs pela primeira vez em 18 anos!

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. A última vez que eles ganharam uma série de playoffs foi em 2008, quando justamente eliminaram o próprio Magic na segunda rodada. O ciclo se fechou de um jeito lindo.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu o jogo

    O cara que carregou essa franquia nas costas foi Cade Cunningham, que meteu 32 pontos e 12 assistências numa apresentação absolutamente monstruosa. Tobias Harris também apareceu grande com 30 pontos, e olha que dupla: eles se tornaram os primeiros companheiros de equipe dos Pistons a fazerem 30+ pontos num jogo de playoff desde 1977!

    Cunningham teve média de 32,4 pontos na série inteira. Esse mlk é diferenciado mesmo. E o mais impressionante? Os Pistons conseguiram uma das maiores viradas da história da NBA — vieram de 3-1 na série. Só 15 times na história fizeram isso, cara.

    A defesa que sufocou Orlando

    Sinceramente, o que mais me chamou atenção foi como Detroit conseguiu parar o ataque do Magic. Nos últimos seis quartos da série, Orlando fez apenas 113 pontos. Isso dá uma média de 18,8 por quarto — é quase impossível ganhar assim.

    No Game 6, em Orlando, os Pistons estavam perdendo por 24 pontos e conseguiram virar. Aí chegaram em casa para o Game 7 e simplesmente atropelaram. A torcida de Detroit devia estar maluca — imagina ficar 18 anos sem ver seu time ganhar uma série?

    Agora é Cavs na segunda rodada

    Os Pistons vão enfrentar o Cleveland Cavaliers na segunda rodada, que também avançou após vencer o Toronto Raptors por 114 a 102. Jarrett Allen foi um monstro com 22 pontos e 19 rebounds para os Cavs. Donovan Mitchell liderou com 22 pontos, e James Harden contribuiu com 18.

    O interessante é que Detroit e Cleveland são rivais da divisão Central e dividiram os quatro jogos na temporada regular. Game 1 será terça-feira em Detroit, no Little Caesars Arena. Vocês acham que os Pistons conseguem manter essa energia incrível?

    Olha, eu não esperava ver os Pistons de volta aos playoffs tão cedo, muito menos fazendo uma virada histórica assim. Cade Cunningham está mostrando por que foi primeira escolha no draft, e Detroit pode estar começando uma nova era. Que jogaço!

  • JB acusa Embiid de simulação e diz que árbitros têm agenda contra ele

    JB acusa Embiid de simulação e diz que árbitros têm agenda contra ele

    Cara, quando você perde um jogo 7 dói muito, mas ir na Twitch no dia seguinte desabafar? Isso é coisa de quem tá muito frustrado mesmo. Foi exatamente isso que o Jaylen Brown fez depois da eliminação do Celtics pros 76ers na primeira rodada dos playoffs.

    O cara não poupou ninguém, principalmente o Joel Embiid. “Simulação arruinou nosso jogo”, disse JB na live. “Joel Embiid é um grande jogador, um dos melhores pivôs da história do basquete, mas ele simula. Ele sabe disso. Isso não é novidade.”

    Olha, eu entendo a frustração do Brown. Ver um time com vantagem de 3-1 na série perder três jogos seguidos é de quebrar o coração de qualquer fã. Mas acusar o Embiid de simulação quando você mesmo cometeu duas faltas importantes no quarto período? Meio complicado, né?

    A suposta “agenda” dos árbitros

    Mas foi aí que a coisa ficou mais séria. Brown não parou por aí e partiu pra cima da arbitragem, dizendo que os árbitros tinham uma “agenda” contra ele. Segundo JB, os próprios juízes teriam admitido isso pra ele.

    “Por que vocês estão me perseguindo? Eles claramente tinham uma agenda”, desabafou. “Talvez porque eu falei, fui crítico dos árbitros na temporada regular. E vocês sabem como eles responderam? ‘Vamos marcar tudo, você vai liderar os playoffs em faltas ofensivas.’”

    Sinceramente? Isso é uma acusação bem pesada. Brown disse que alguns árbitros chegaram a falar pra ele que era “reputação” – qualquer movimento com o braço já seria falta. Cara, se isso for verdade mesmo, é um problema sério na liga.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Brown foi marcado com 10 faltas ofensivas na série toda, principalmente por usar o braço pra criar espaço na penetração. Isso limitou muito o jogo dele – na temporada regular ele fazia 13.2 pontos em 19.1 penetrações por jogo, contra os Sixers caiu pra 8.9 pontos em 18.1 penetrações.

    E tem que admitir – o JB tem um ponto. Paul George faz a mesma coisa. Jalen Brunson faz a mesma coisa. Shai Gilgeous-Alexander também. Por que só com ele que vira falta toda hora?

    Mas convenhamos, desabafar na Twitch no dia seguinte da eliminação não é a melhor ideia do mundo. A frustração tá aí, eu entendo, mas algumas coisas é melhor deixar pra lá. O que vocês acham? Brown tem razão ou tá sendo mau perdedor mesmo?

  • Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Cavs vs Pistons: a série que vai dar muito trabalho pros meninos de Cleveland

    Olha, os Cleveland Cavaliers conseguiram passar pelos Raptors — que, convenhamos, deram muito mais trabalho do que qualquer um esperava. Mas agora? Agora a coisa complica de verdade. Pela frente têm os Detroit Pistons, que fecharam a temporada regular com 60 vitórias. Sessenta!

    E vocês sabem como é: playoff é outro campeonato. Os Pistons começaram meio moles contra o Orlando Magic, chegaram até a ficar atrás por 3-1 na série. Todo mundo pensando “opa, será que esses caras não conseguem traduzir o basquete da temporada regular pro playoff?”. Aí os caras foram lá e viraram a série. Virou bagunça.

    A defesa que vai dar pesadelo no Mitchell

    Mano, Detroit teve a segunda melhor defesa da liga na temporada regular. E não é por acaso não — esses caras simplesmente não deixam ninguém chegar na cesta. Foram os que menos permitiram arremessos na área restritiva, e quando deixavam, os times convertiam apenas 62,8%. É brincadeira isso.

    E nos playoffs? Continuaram nessa pegada. Tiveram o melhor rating defensivo da primeira rodada. O Magic conseguiu converter apenas 56,2% dos arremessos perto da cesta contra eles.

    Isso me lembra muito do que o Toronto fez com o Donovan Mitchell. Os Raptors conseguiram impedir que ele penetrasse, forçaram ele a ser só um arremessador de fora. E sabemos como foi — Mitchell não conseguiu fazer eles pagarem por essa estratégia.

    Cade Cunningham: o cara que decidiu virar monstro

    Se por um lado a defesa de Detroit é sólida, o ataque deles sempre foi a grande interrogação. E cara, no começo da série contra Orlando parecia que as preocupações eram fundadas mesmo. Offense travado, bola de três não caía, o Jalen Duran sumiu… sobrou tudo pro Cade Cunningham.

    Aí que o bicho pegou. Cunningham simplesmente decidiu que não ia perder. 45, 32 e 32 pontos nos três jogos de eliminação. Quarenta e cinco pontos! O cara carregou o time nas costas e mandou Orlando pra casa.

    Agora é que vem o teste de verdade pro Dean Wade. Ele que vai ter que marcar o Cade, e olha… não vai ser fácil não. Wade se saiu bem marcando o Brandon Ingram e o Scottie Barnes, mas Cunningham é outro nível. A capacidade de criação desse cara é absurda.

    A chave da série está na mão do Wade?

    Sinceramente? Se o Wade conseguir incomodar o Cunningham, os Pistons podem desmoronar rapidinho. Porque os outros caras — Tobias Harris, Daniss Jenkins, Caris LeVert — são bons coadjuvantes, mas não são criadores de elite. E com o arremesso de três deles meio inconstante, fica tudo muito dependente do Cade.

    Mas não se enganem. Esta vai ser uma série dura, daquelas de sangue no olho. Os Cavs têm mostrado algumas fragilidades, e Detroit não é time que desiste fácil — a virada contra Orlando prova isso.

    O que vocês acham? Mitchell consegue se impor contra essa defesa dos Pistons, ou vai ser mais uma série complicada para o astro dos Cavs?

  • Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Cara, que reviravolta absurda! Por 6 jogos inteiros eu fiquei me perguntando onde diabos estavam os Cavaliers que a gente esperava ver. Aí no Game 7, quando a coisa apertou mesmo, eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O Cleveland estava perdendo por 9 pontos e parecia que ia dar zebra. Mas aí, nos últimos 27 minutos de jogo, os caras entraram numa sintonia que foi lindo de ver — 51.5% nos arremessos, 38.5% nas bolas de três, pegando rebote ofensivo e transformando em pontos. Enquanto isso, Toronto derreteu: 29.2% de aproveitamento e 1 de 8 nas tentativas de três.

    Jarrett Allen foi simplesmente brutal

    O cara que carregou esse time nas costas foi o Jarrett Allen. Sinceramente, eu não esperava uma performance dessas dele num jogo 7. Com o Evan Mobley em problemas de falta, o pivô assumiu a responsa de vez: 22 pontos, 19 rebotes (8 ofensivos!), 3 tocos e ainda roubou 2 bolas.

    Desde 2020, com o Nikola Jokić, ninguém tinha feito 20+ pontos, 15+ rebotes e 3+ bloqueios num Game 7. Allen entrou pra história, meu amigo.

    O Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, e até o James Harden acordou no segundo tempo pra contribuir com 18. Do lado de Toronto, o Scottie Barnes lutou até o fim (24 pontos), e o RJ Barrett até que tentou com 23, mas precisou de 25 arremessos pra chegar lá.

    A virada que ninguém viu vindo

    No primeiro tempo, parecia que ia ser mais do mesmo — Cleveland com 13 turnovers, errando de três (4 de 15) e correndo atrás do placar. Toronto comandava tranquilo, chegou a abrir 10 pontos de vantagem.

    Mas aí que tá: uma corridinha de 11-2 no final do segundo quarto empatou o jogo em 49-49, e foi ali que mudou tudo. No terceiro período, os Cavs abriram com um 9-0 devastador. Mitchell marcou 5 desses 9 pontos logo de cara.

    A partir daí foi um show à parte — Toronto começou errando tudo (3 de 12), cometendo turnover atrás de turnover, e Cleveland transformando cada erro em pontos fáceis. Max Strus roubou a bola do Barnes e tocou pro Allen cravar uma enterrada que praticamente decretou o fim do jogo.

    Quando a vantagem chegou aos 22 pontos, já era. Toronto ainda tentou uma reação no último quarto, mas nunca conseguiu chegar perto de empatar novamente. Final: 114-102 para Cleveland.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons, cabeça de chave número 1 do Leste, nas semifinais da conferência. E aí, vocês acham que esse Cleveland que apareceu no Game 7 consegue incomodar os Pistons? Porque se jogarem assim, a série promete ser boa demais!

  • Spurs x Wolves: Wemby contra Gobert promete ser um duelo épico

    Spurs x Wolves: Wemby contra Gobert promete ser um duelo épico

    Cara, chegou a hora que todo mundo tava esperando. San Antonio vai receber Minnesota no primeiro jogo das semifinais da Conferência Oeste, e mesmo com toda a incerteza sobre o Anthony Edwards (que tá ralado das duas pernas), os Spurs entram como favoritos. E olha, faz sentido — esse time jovem de San Antonio tem mostrado que não treme nas horas decisivas.

    Mas vamos ser realistas aqui. Se o Edwards voltar minimamente parecido com aquele monstro que conhecemos, a coisa muda de figura completamente. O cara é diferenciado, e mesmo machucado pode virar a chave numa série dessas. Por outro lado, se ele ficar fora mesmo, os Spurs não podem vacilar contra um time veterano que já esteve nas finais de conferência duas vezes seguidas.

    O duelo que todo mundo quer ver: Wemby vs Gobert

    Sinceramente, eu tô ansioso demais pra ver essa batalha. O Gobert acabou de fazer o Jokic passar trabalho na série contra Denver — e convenhamos, fazer o Jokic suar a camisa defensivamente não é pra qualquer um. Agora ele vai ter que lidar com o Wembanyama, e essa vai ser uma parada completamente diferente.

    O que mais me empolga é que, diferentemente do que rolou contra os Nuggets, os Spurs têm criação de jogada espalhada pelo time todo. Isso significa que o Wemby pode funcionar como isca, puxar o Gobert pra longe do garrafão e abrir espaços absurdos pro resto do time. Se o Gobert resolver colar no francesão lá na linha de três, o bicho vai castigar de fora. Se recuar pra proteger o aro, aí o Wemby pode partir pro ataque.

    E tem outro detalhe que acho crucial: o Victor não é tão dependente do poste baixo quanto o Jokic. O cara funciona bem vindo dos bloqueios, correndo pra cesta, fazendo de tudo um pouco. Essa versatilidade pode ser a chave pra quebrar aquela defesa tradicionalmente sólida de Minnesota.

    A matemática pode não fechar pra Minnesota

    Aqui que a coisa fica interessante. Se o Gobert não conseguir dar conta do Wemby sozinho, o técnico Chris Finch vai ter que improvisar. Julius Randle até teve alguns momentos bons marcando o francês na temporada regular, especialmente sendo mais físico e dificultando as jogadas dele no garrafão. Mas aí vem o problema: onde você coloca o Gobert?

    Os Blazers tentaram colocar o centro deles no Stephon Castle, mas o garoto tem acertado os arremessos e — mais importante ainda — tem tomado as decisões certas sobre quando chutar e quando tocar a bola. Não é qualquer pivô que você pode esconder na defesa contra esse time de San Antonio.

    Na minha visão, essa série vai se decidir na capacidade dos Spurs de usar a versatilidade do Wembanyama sem forçar a barra. O cara entendeu que nesse momento da carreira, sem ter ainda aquela jogada matadora definida, a variedade é sua maior arma.

    E aí, galera? Acham que o Gobert aguenta a pressão ou o Wemby vai fazer a festa? Essa promete ser uma das séries mais táticas que vamos ver nesses playoffs.

  • JJ Redick manda a real sobre o Thunder: ‘Eles não cometem faltas’

    JJ Redick manda a real sobre o Thunder: ‘Eles não cometem faltas’

    Olha, eu já vi muito sarcasmo na NBA, mas o JJ Redick conseguiu elevar o nível ontem. O técnico dos Lakers basicamente disse que o Oklahoma City Thunder tem um superpoder: eles simplesmente NÃO cometem faltas. Segundo ele, é “uma das coisas mais notáveis da história da NBA”.

    E cara, dá pra entender a ironia. O Thunder lidera praticamente todas as estatísticas defensivas — roubos de bola, tocos, turnovers forçados — mas de alguma forma mágica fazem tudo isso sem cometer infrações. É como se jogassem numa dimensão paralela onde as regras são diferentes.

    A provocação é direta

    “Eles não cometem faltas. Os apitos não vão aparecer. Então você aceita isso desde o início — eles não cometem faltas”, disparou Redick depois do treino de domingo. Traduzindo: se preparem pra apanhar sem receber as faltas que deveriam receber.

    A referência é clara. Na série anterior, Devin Booker do Suns teve um chilique total reclamando da arbitragem contra o Thunder. E olha, quem acompanha sabe que não foi à toa — Lu Dort já mostrou várias vezes que joga no limite (e às vezes passa dele). Lembram daquela expulsão contra o Jokić? Foi tensa.

    Lakers na bronca

    Sinceramente? Redick tá certo em preparar o terreno. Shai Gilgeous-Alexander é agressivo pra caramba na marcação e usa bastante o corpo no ataque — mas raramente é chamado. Dort então nem se fala, o cara defenderia até dentro de um elevador se fosse preciso.

    O problema é que essa “proteção” dos árbitros pro Thunder pode complicar demais a vida dos Lakers. Eles não são exatamente um time que se adapta bem a jogos físicos sem as devidas marcações.

    E aí, vocês acham que Redick tá exagerando na provocação ou realmente existe essa proteção toda pro Thunder? Na minha visão, ele tá jogando a real — e se preparando pra uma série onde vai ter que engolir muito apito não dado.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante ver se essa estratégia de “aceitar que eles não cometem faltas” vai funcionar ou se os Lakers vão precisar encontrar outro jeito de lidar com a defesa sufocante de Oklahoma City. Porque, convenhamos, reclamar da arbitragem depois que o jogo já era nunca resolveu nada.

  • Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Cara, que noite foi essa do Jarrett Allen! O pivô simplesmente decidiu que não ia deixar o Cleveland Cavaliers ser eliminado pelos Toronto Raptors no Jogo 7, e carregou o time nas costas pra uma vitória por 114 a 102. Foi lindo de assistir.

    Olha, não vou mentir — começou mal pra caramba. O próprio Allen perdeu uma enterrada livre no primeiro ataque dos Cavs. Imagina o desespero da torcida? Oito anos construindo esse elenco caríssimo, trocando por veterano na deadline, e o cara perde uma enterrada de graça logo no começo do Jogo 7.

    Primeira metade foi sofrimento puro

    Os Raptors vieram com tudo desde o início. Jamal Shead (que virou pesadelo recorrente dos Cavs nessa série) começou metendo pontos e Toronto abriu 10 de vantagem no primeiro quarto. A situação tava feia mesmo.

    No segundo quarto a coisa continuou complicada, mas aí que veio a virada. Com 2:41 pra acabar o primeiro tempo, Toronto ainda tava na frente por nove pontos. Só que os Cavs acordaram do nada: uma sequência de 11 a 2, com direito a bomba do Jaylon Tyson, e o jogo tava empatado no intervalo.

    Allen virou o Shaq no terceiro período

    E foi aí que o show começou de verdade. Terceiro quarto foi simplesmente um espetáculo do Jarrett Allen. O cara decidiu que ia resolver sozinho.

    Quando o Evan Mobley tomou a quarta falta logo no início do período, todo mundo pensou: “ferrou”. Mas na verdade foi a hora que Allen mostrou por que é um dos melhores pivôs da liga. Defendeu TUDO que apareceu pela frente, pegou rebote ofensivo como se fosse brincadeira, e atacou a cesta com uma autoridade que eu não via há muito tempo.

    Os números são absurdos: 14 pontos e 10 rebotes só no terceiro quarto, sendo 5 rebotes ofensivos. Enquanto isso, os Raptors INTEIROS fizeram apenas 19 pontos no período. Foi um massacre. Cleveland ganhou o terceiro por 38 a 19 — praticamente matou o jogo ali.

    Final com classe

    No último quarto Toronto ainda tentou uma reação, chegou a diminuir a diferença pra 11 pontos, mas não teve como. Allen já tinha quebrado o espírito deles no terceiro período.

    No final das contas: 22 pontos e 19 rebotes pra Allen, com 7/11 nos arremessos. Performance de gala quando mais precisava. Sam Merrill ajudou com 13 pontos vindos do banco, e Max Strus foi aquele cara que faz o trabalho sujo e termina com +20 de plus/minus.

    Sinceramente? Esse Cavs tem potencial pra ir longe nos playoffs. Quando o Allen joga nesse nível, fica difícil parar. E vocês, acham que eles conseguem manter esse ritmo na próxima fase? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho pra qualquer adversário.

  • Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Cavs x Pistons: série promete pegar fogo nos playoffs da NBA

    Mano, os Cavs mal tiveram tempo de comemorar aquela vitória ÉPICA no Jogo 7 contra os Raptors e já vão ter que entrar em quadra de novo. É isso mesmo — Cleveland vai enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada dos playoffs, e o primeiro jogo já é amanhã à noite!

    Olha só como ficou a programação completa da série:

    Jogo 1 em Detroit: Terça, 5 de maio, às 19h (NBCSN)
    Jogo 2 em Detroit: Quinta, 7 de maio, às 19h (Prime Video)
    Jogo 3 em Cleveland: Sábado, 9 de maio, às 15h (NBC)
    Jogo 4 em Cleveland: Segunda, 11 de maio, às 20h (NBC)

    Se a série for até o fim (e eu tenho a sensação de que vai), os Jogos 5, 6 e 7 estão programados para os dias 13, 15 e 17 de maio, respectivamente.

    Descanso? Que descanso?

    Uma coisa que me chamou atenção é que só tem UM DIA de descanso entre cada jogo. Cara, isso vai ser brutal. Tanto Cleveland quanto Detroit saíram de séries de sete jogos desgastantes na primeira rodada, e agora vão ter que jogar praticamente dia sim, dia não.

    Sinceramente, acho que isso pode favorecer o time com melhor condicionamento físico — e pelos playoffs até agora, os dois times parecem estar bem preparados fisicamente.

    Série equilibrada como poucas

    Na temporada regular, essas duas equipes dividiram os quatro confrontos diretos, então realmente não dá pra cravar favorito aqui.

    O primeiro encontro foi uma surra dos Cavs por 116-95, com Donovan Mitchell simplesmente resolvendo fazer 35 pontos sem nem suar. Mas aí Detroit acordou e ganhou os dois jogos seguintes.

    O mais emocionante foi aquele jogo de janeiro, quando Ausar Thompson decidiu o jogo com um rebote ofensivo e enterrada no finalzinho — que jogadaça! No último encontro entre eles, em março, Cleveland venceu sem Mitchell mesmo, com James Harden comandando a parada (18 pontos e 7 assistências).

    E aí, galera? Quem vocês acham que leva essa série? Eu tô dividido, mas se os Cavs conseguirem manter aquela intensidade do Jogo 7 contra Toronto, acho que podem surpreender jogando fora de casa logo no primeiro jogo.

    Uma coisa é certa: depois daquela classificação dramática contra os Raptors, Cleveland tá com moral lá em cima. Agora é ver se conseguem sustentar esse momentum contra um Pistons que também não tá brincando em serviço nestes playoffs.

  • Embiid implora: ‘Não vendam ingressos pros fãs dos Knicks!’

    Embiid implora: ‘Não vendam ingressos pros fãs dos Knicks!’

    Olha, eu não esperava que fosse ver o Joel Embiid implorando pros próprios fãs não venderem ingressos, mas aqui estamos. O pivô dos 76ers está literalmente desesperado pedindo pra torcida de Philly não deixar o Wells Fargo Center virar “Madison Square Garden East” de novo.

    E cara, eu entendo o desespero dele. Dois anos atrás, quando os Sixers enfrentaram os Knicks nos playoffs, foi constrangedor. Os fãs de Nova York simplesmente invadiram a Filadélfia e fizeram a casa dos 76ers parecer território dos Knicks. O Jalen Brunson fazendo 47 pontos e recebendo gritos de “MVP! MVP!” em Philly? Absurdo mesmo.

    A estratégia desesperada dos Sixers

    Os 76ers não estão brincando em serviço dessa vez. Eles colocaram uma restrição no site oficial: só quem mora na região metropolitana de Filadélfia pode comprar ingressos, baseado no endereço de cobrança do cartão de crédito. Vendas de fora da região? Canceladas na hora.

    Mas sinceramente, vocês acham que isso vai funcionar? O Josh Hart, que conhece bem a região por ter jogado em Villanova, já matou a charada: “Cara, os nova-iorquinos são persistentes. Eles não ligam, vão dar um jeito. E pra muita gente, tudo gira em torno do dinheiro. Se receberem uma boa oferta pelos ingressos, vão vender.”

    E ele tem razão. Nova York fica a menos de duas horas de carro de Philly — de trem é ainda mais rápido. Os ingressos na Filadélfia custam bem menos que no Madison Square Garden. É matemática simples.

    Embiid oferece o próprio dinheiro

    A situação tá tão crítica que o Embiid chegou ao ponto de oferecer dinheiro do próprio bolso pros torcedores não venderem os ingressos. “Se vocês precisam de dinheiro, eu pago”, disse o cara. Mano, quando um jogador que ganha mais de 50 milhões por ano oferece pagar pra você não vender seu ingresso, a coisa tá séria.

    Na última série entre os times, a situação ficou tão constrangedora que os donos dos Sixers compraram mais de 2.000 ingressos e doaram pra pessoas que servem a comunidade de Filadélfia. Tentativa desesperada de garantir que pelo menos uma parte da torcida fosse local.

    Olha, eu torço pra que os fãs dos 76ers escutem o apelo do Embiid. O cara já sofreu demais nos playoffs, não merece jogar em casa com a torcida adversária gritando. Mas conhecendo os nova-iorquinos… boa sorte, Joel. Vocês vão precisar de mais que restrições de venda pra segurar essa galera.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter a casa deles realmente como casa? Ou vamos ter Madison Square Garden East 2.0?

  • Hart manda a real: apelo do Embiid não vai parar invasão Knicks

    Hart manda a real: apelo do Embiid não vai parar invasão Knicks

    Cara, o Josh Hart acabou de dar aquela resposta que todo mundo estava esperando. O Joel Embiid fez um apelo dramático pros torcedores dos 76ers não venderem ingressos pros nova-iorquinos, mas o Hart simplesmente falou: “todo mundo tem preço, mano”.

    E olha, ele não tá errado não.

    A invasão de 2024 ainda dói

    Vocês lembram do que rolou há dois anos? Os torcedores dos Knicks praticamente transformaram a Xfinity Mobile Arena (antiga Wells Fargo Center) numa filial do Madison Square Garden. Era “MVP! MVP!” pro Jalen Brunson ecoando pela Filadélfia inteira. O Embiid ficou pistola na época: “Isso me irrita pra caramba, principalmente porque Philly é considerada uma cidade esportiva”.

    Agora, antes do jogo 1 das semifinais da Conferência Leste, o Hart mandou a real no treino de domingo: “Espero que seja parecido, porque os torcedores dos Knicks viajam. São provavelmente os melhores da NBA quando o assunto é viajar e ir nos jogos. Pode até ser mais barato fazer isso do que ir pro Garden”.

    Embiid tentou de tudo (até ofereceu grana)

    Depois que os 76ers viraram aquela série absurda contra os Celtics (estavam perdendo de 3-1!), o Embiid fez um apelo desesperado: “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês”.

    E não parou por aí. O cara literalmente ofereceu pagar as contas dos torcedores: “Se vocês precisam de dinheiro, eu pago pra vocês”.

    Na moral? Respeitei a atitude, mas o Hart só confirmou o que todo mundo já sabia que ia acontecer.

    Os 76ers até tentaram ser espertos, limitando a venda de ingressos apenas pra residentes da região da Filadélfia (baseado no endereço do cartão de crédito). Mas convenhamos — isso não vai parar ninguém no mercado secundário.

    Por que os nova-iorquinos sempre ganham essa guerra

    Hart explicou numa boa: “O lado bom dos nova-iorquinos, cara, é que eles são persistentes. Eles não ligam, mano. Vão fazer isso. E pra muita gente, tudo gira em torno do dinheiro”.

    E faz sentido total. Ingresso no Madison Square Garden custa uma fortuna comparado com a Filadélfia. São só 90 minutos de carro. Claro que vão invadir!

    “Os nova-iorquinos são apaixonados pelos Knicks e vão aparecer pra demonstrar amor”, completou o Hart.

    Sinceramente? Acho que vai ser aquela guerra linda de torcidas. Os 76ers tentaram de tudo — desde apelo emocional até oferecer dinheiro —, mas no final das contas, paixão e economia sempre vencem essas barreiras administrativas.

    E vocês, acham que os torcedores dos Knicks vão conseguir dominar Philly de novo? Eu aposto que sim.