Autor: Leandro Amorim

  • 76ers x Knicks: A verdadeira final do Leste chegou mais cedo

    76ers x Knicks: A verdadeira final do Leste chegou mais cedo

    Gente, pode esquecer Detroit e Cleveland por um momento — a verdadeira final da Conferência Leste vai rolar agora mesmo entre Knicks e 76ers. E olha, eu tô falando sério quando digo que esse confronto tem cara de ser mais eletrizante que qualquer final que a gente poderia ter pela frente.

    O que mais me chamou atenção é como esses dois times se transformaram nos playoffs. Os 76ers, principalmente. Durante a temporada regular, a gente só viu Embiid, Paul George e Tyrese Maxey jogando juntos em 22 jogos — vinte e dois! E mesmo assim eles nunca clicaram como clicaram nos últimos três jogos contra Boston. Foi absurdo de assistir.

    O monstro que é Joel Embiid voltou

    Cara, desde o training camp todo mundo falava a mesma coisa: “Se os 76ers estiverem saudáveis, eles batem qualquer um… mas eles não vão conseguir ficar saudáveis.” Pois é, conseguiram por três jogos e foi o suficiente pra mandar o Celtics pra casa mais cedo. Que pancada foi aquela, hein?

    Agora a pergunta que não quer calar: será que eles conseguem manter essa saúde numa série física contra os Knicks, com jogos a cada dois dias? Se qualquer um do trio principal se machucar ou não estiver 100%, os Sixers estão ferrados.

    Karl-Anthony Towns pode decidir tudo

    Contra o Hawks, o KAT teve seu momento de revelação — começaram a usar ele como distribuidor no high post em vez de só procurar ele pra arremessar. Resultado? Dois triple-doubles (primeiro Knick da história a fazer isso numa série) e o time começou a fluir de verdade.

    Mas enfrentar Embiid é uma história completamente diferente. O Process é mais físico, sabe sair do garrafão pra defender e tem um timing absurdo. Towns não vai ter o mesmo tempo e espaço que teve contra Atlanta.

    Sinceramente? Se o KAT não conseguir repetir a performance, os Knicks podem estar em maus lençóis. E vocês acham que ele aguenta a pressão de enfrentar um dos pivôs mais dominantes da liga?

    A defesa dos Knicks vai ser testada de verdade

    Nova York teve uma defesa top 10 depois do All-Star break (sexta melhor desde janeiro), e isso apareceu contra os Hawks. Mas cara, Embiid e Maxey são desafios de outro nível completamente.

    Os Knicks sempre tiveram dificuldade com armadores rápidos, e Maxey é exatamente isso. Josh Hart é muito lento pra ele. Mikal Bridges provavelmente vai pegar a marcação, mas não sei se ele consegue parar um cara que tá jogando inspirado como o Maxey tá.

    O primeiro jogo é hoje à noite no Madison Square Garden, e eu já tô ansioso. Essa série tem tudo pra ser épica — duas torcidas apaixonadas, rivalidade histórica e times que chegaram no seu melhor momento. Quem vocês acham que leva essa?

  • Jaylen Brown detona Embiid no Twitch e a internet pega fogo

    Jaylen Brown detona Embiid no Twitch e a internet pega fogo

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os Celtics perderam um 3-1 de vantagem pro Sixers. TRÊS A UM. E agora o Jaylen Brown foi lá no Twitch desabafar sobre o Joel Embiid de um jeito que… bom, vamos dizer que ele não economizou nas palavras.

    “Fingir falta arruinou nosso jogo. Joel Embiid é um grande jogador, um dos melhores pivôs da p*** história do basquete, mas ele finge falta. E ele sabe disso”, disparou o Brown na live dele no domingo, um dia depois da eliminação em casa.

    O desabafo que dividiu opiniões

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Imagina você estar 3-1 na série, praticamente com uma mão na semifinal, e de repente perde três jogos seguidos pro seu maior rival? Eu ia querer quebrar alguma coisa também.

    Mas sinceramente, acho que o Brown meio que tem razão no ponto dele. O Embiid realmente tem essa tendência de exagerar o contato pra conseguir falta. É uma estratégia? É. Funciona? Óbvio que sim. Mas irrita pra caramba quando você tá do outro lado.

    A questão é que todo mundo faz isso na NBA hoje em dia. O próprio Brown já exagerou contato algumas vezes – é parte do jogo moderno, querendo ou não. Mas quando você perde um Game 7 em casa e vê o cara do outro time indo pra linha de lance livre o tempo todo… nossa, deve doer mesmo.

    A hipocrisia do basquete moderno

    O que mais me chama atenção é como o basquete virou meio teatral mesmo. Todo mundo reclama da “cera” que os jogadores fazem, mas aí quando o seu time faz, tá tudo bem né?

    E vocês, o que acham? O Brown foi muito longe ou só falou o que todo mundo pensa? Porque uma coisa é certa: perder um 3-1 de vantagem dói, mas ir público assim no Twitch… cara, isso aí vai virar polêmica por um tempo.

    O Embiid ainda não respondeu, mas imagino que não vai deixar passar batido. Essa rivalidade Celtics x Sixers já era intensa, agora então… preparem as pipocas pra próxima temporada.

  • Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cavs destroem os Raptors no jogo 7 e seguem vivos nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse! Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram o Toronto Raptors por 114 a 102 no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs, e olha, não foi nem tão apertado quanto o placar sugere.

    O negócio pegou fogo mesmo no segundo tempo. Os Cavs abriram uma vantagem de dois dígitos no final do terceiro quarto e daí não teve mais volta. Os Raptors até tentaram reagir, mas sinceramente? Dava pra ver que Cleveland queria muito mais essa vitória.

    Jarrett Allen foi um monstro absoluto

    O pivô dos Cavs teve uma daquelas noites que a gente guarda na memória. Double-double com 22 pontos e 19 rebotes — dezenove rebotes, galera! Ainda distribuiu duas assistências, fez dois roubos de bola e três tocos. Simplesmente dominante dos dois lados da quadra.

    Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, enquanto James Harden contribuiu com 18 pontos, seis rebotes e três assistências. E o mais impressionante? Os Cavs pegaram 60 rebotes contra apenas 33 dos Raptors. No rebote ofensivo então foi 20 a 7. Uma surra no garrafão.

    Raptors lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado de Toronto, Scottie Barnes foi o cara que mais brigou: 24 pontos, nove rebotes e seis assistências. RJ Barrett, que tinha sido o herói no jogo 6 com aquela cesta no final, fez 23 pontos mas não conseguiu repetir a mágica.

    O problema é que os Raptors jogaram sem Brandon Ingram por causa de uma lesão no calcanhar, e isso pesou demais. Faltou profundidade no elenco na hora H.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons na segunda rodada, e cara, eles tão com sede de vingança. Ano passado foram eliminados de forma vexatória pelos Indiana Pacers sendo o primeiro colocado do Leste — perderam em cinco jogos, que vergonha!

    Mitchell prometeu que seria diferente dessa vez, e até agora tá cumprindo a palavra. Vocês acham que os Cavs conseguem chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018? Eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Darko se emociona após eliminação dos Raptors: ‘Amo demais esse grupo’

    Darko se emociona após eliminação dos Raptors: ‘Amo demais esse grupo’

    Cara, que momento mais emocionante. Darko Rajakovic simplesmente não conseguiu esconder a emoção depois da eliminação dos Raptors pelos Cavaliers no jogo 7 da primeira rodada dos playoffs. E olha, não é pra menos.

    “Aprendi o quanto eu amo esse elenco, o quanto eu amo meus jogadores… Esse é um grupo muito especial de pessoas”, disse o técnico sérvio após a derrota que encerrou a temporada de Toronto. Mano, dá pra sentir a sinceridade nas palavras dele.

    A evolução que ninguém esperava

    E tem que reconhecer — o trabalho do Darko tem sido absurdo. Na primeira temporada dele? 25 vitórias. Na segunda? 30. Agora? 46 vitórias e playoffs pela primeira vez desde 2022. Isso é progressão de verdade, não é sorte.

    Ainda mais impressionante foi como eles levaram os Cavaliers pro jogo 7. Sinceramente, quando vi o confronto no bracket, achei que seria uma varridinha fácil pra Cleveland. Mas não — os Raptors mostraram que têm personalidade e brigaram até o fim.

    O jogo decisivo foi dramático demais. Empatado 49 a 49 no intervalo, tudo em aberto. Aí veio aquele terceiro quarto maldito: Cavaliers 38 x 19 Raptors. Foi o nocaute técnico. Deu pra ver que Toronto nunca se recuperou daquela pancadaria.

    Scottie Barnes comandando a resistência

    Mesmo na derrota, Scottie Barnes foi monstro: 24 pontos, 9 rebotes, 6 assistências. O cara jogou com a pressão de ser a principal referência do time e entregou tudo que tinha. RJ Barrett também fez a sua parte com 23 pontos — dupla que promete muito pra próxima temporada.

    O que mais me chama atenção é como jogadores jovens como Jamal Shead (14 pontos e 7 assistências) e Ja’Kobe Walter (13 pontos) apareceram na hora do aperto. Isso mostra que o trabalho de desenvolvimento do Darko tá dando resultado.

    E vocês, acham que os Raptors conseguem dar o próximo passo na temporada que vem? Com essa base sólida e a experiência dos playoffs, eu tô otimista. O Darko mostrou que sabe o que tá fazendo, e quando um técnico fala com essa emoção sobre seus jogadores… é porque algo especial tá sendo construído em Toronto.

  • Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Boston Celtics. Perder uma série que estava 3-1 para o Philadelphia 76ers? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete. E o Bill Simmons, que é praticamente a voz dos torcedores do Celtics, não poupou críticas ao técnico Joe Mazzulla.

    O mais irônico? Simmons tinha votado em Mazzulla para Técnico do Ano. Mas depois dessa eliminação catastrófica, mudou completamente de opinião.

    O experimento que deu errado

    A crítica do Simmons é cirúrgica: Mazzulla abandonou exatamente o que fazia o Celtics funcionar na temporada regular. Ao invés de manter o ritmo acelerado e usar todo o elenco, o técnico resolveu fazer experiência na hora mais crítica.

    “Eles voltaram pro estilo de 2024 sem ter os mesmos jogadores”, disparou Simmons. “Diminuíram o ritmo, abandonaram o banco.”

    E olha, eu concordo completamente. O segundo quinteto era o verdadeiro superpoder do Boston. Jogadores como Hugo e Walsh entravam pra dar cinco, seis minutos de energia pura – aquele basquete doido que desestabiliza qualquer adversário. Mas Mazzulla simplesmente ignorou essa arma.

    Pior ainda: o técnico admitiu que queria “ver o que tinha com Vucevic”. Mano, você tá numa série decisiva e resolve fazer teste? Isso é coisa de pré-temporada, não de playoffs!

    Tatum pagou o preço da teimosia

    Se a gestão do elenco já foi questionável, o que fizeram com Jayson Tatum foi desumano. O cara tinha voltado há pouco tempo de uma lesão séria no tendão de Aquiles – perdeu 62 jogos, gente!

    E mesmo assim, Mazzulla botou ele pra jogar 39, 42, 35 e 41 minutos nos jogos 2 a 5. Resultado? Tatum se machucou de novo no jogo 6 e ficou fora do decisivo jogo 7.

    Sem o astro em quadra, o quinteto inicial que Mazzulla escalou entrou pra história pelos motivos errados. Luka Garza, Baylor Scheierman e Ron Harper Jr. – três caras no quinteto inicial – combinaram zero pontos. ZERO. Primeira vez desde 1970 que três titulares ficam sem pontuar em um jogo de playoff.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Jogo 7, sem seu melhor jogador, e ainda por cima com um técnico que parece ter perdido o rumo completamente.

    Na real, Simmons resumiu tudo perfeitamente: “Philly ganhou a série, mas Boston que entregou de bandeja.” E eu não consigo discordar. Que desperdício absurdo de uma temporada que prometia tanto.

  • Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Drew Timme aproveitou a oportunidade dos Lakers como poucos fariam

    Olha, eu preciso admitir uma coisa: quando os Lakers pegaram o Drew Timme lá da G League em novembro, eu não sabia se o cara ia conseguir se adaptar. Mas, cara, que história inspiradora esse maluco construiu.

    “Quando me chamaram pela primeira vez, eu pensei: ‘Eu posso não saber p*rra nenhuma, mas vou jogar pra caralho’”, contou Timme numa entrevista exclusiva. E essa mentalidade, mano — é isso que separa quem fica de quem volta pra casa.

    O dois-way contract é uma parada complicada, viu? Você fica nesse vai e vem entre NBA e G League, nunca sabe se vai jogar ou ficar no banco. Mas o Timme encarou numa boa. “É a natureza do trabalho”, ele disse. “Bons soldados seguem ordens, eu faço o que me mandam.”

    A explosão contra o Portland

    Aí que vem a parte boa da história. Com o Deandre Ayton e o Jaxson Hayes machucados, o JJ Redick resolveu dar uma chance pro garoto. E que chance! Contra o Portland, dia 17 de janeiro, o Timme simplesmente destruiu: 21 pontos, 9/12 nos arremessos de quadra e ainda meteu 3 de 4 do perímetro.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. O cara veio da G League e jogou com uma confiança absurda, como se sempre tivesse estado ali. Dois dias depois, contra o Denver — que não é time qualquer —, fez mais 9 pontos numa vitória importantíssima fora de casa.

    O que torna ele especial

    Mas sabe o que mais me impressionou no Timme? O cara tem handles de armador num corpo de pivô. Na G League, era comum ver ele subindo a bola e organizando as jogadas. 4.8 assistências por jogo com o South Bay, chegando até 9 numa partida só.

    “Minha confiança como principal organizador e facilitador melhorou muito”, ele explicou. “Consigo controlar o ritmo e o fluxo do jogo.” E isso é monstro, cara. Quantos pivôs você vê por aí fazendo isso?

    A defesa também evoluiu pra caramba, principalmente no perímetro — algo essencial no basquete moderno. O cara entendeu que não basta só ser grande, tem que saber se movimentar e ajudar os companheiros.

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco dos Lakers na próxima temporada? Na minha visão, se continuar com essa mentalidade e aproveitando as oportunidades, pode sim virar uma peça importante. Afinal, jogador que joga duro e ainda tem skill diferenciado é o tipo de cara que todo técnico quer no banco.

  • Jaylen Brown admite: ‘Foi meu ano favorito na carreira’

    Jaylen Brown admite: ‘Foi meu ano favorito na carreira’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu com o Celtics nessa temporada. Jaylen Brown acabou de abrir o jogo numa live e confessou algo que me pegou de surpresa: mesmo com aquela eliminação dolorosa pros 76ers, 2026 foi o ano favorito da carreira dele.

    Vamos contextualizar a loucura que foi essa temporada. Tatum machucado por meses, Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford todos fora da equipe. Todo mundo falava que ia ser gap year, rebuild completo, até tanking rolou nos papos. Brown simplesmente ignorou e decidiu carregar esse Celtics nas costas.

    O show de Brown que ninguém esperava

    E mano, que show! Brown virou candidato real ao MVP, levou Boston pra segunda posição do Leste com 56 vitórias. Um time que teoricamente não tinha nada a fazer competindo de igual pra igual com os melhores da conferência.

    Eu sinceramente não esperava que ele conseguisse fazer isso. Claro, sempre soube que o Brown era monstro, mas carregar um time inteiro assim? Foi absurdo de assistir.

    “Esse grupo é especial. Tenho muito orgulho desse grupo e da forma como jogamos. Eu queria que tivéssemos confiado mais nesse estilo de jogo, mas sei que os playoffs mudaram nossas rotações e o que queríamos fazer”, disse Brown na live dele.

    A eliminação que ainda dói

    Aí que vem a parte mais doída de toda essa história. Celtics abriu 3-1 na série contra os 76ers e… entregou. Sim, entregaram uma vantagem dessas. No jogo 7, Brown fez de tudo: 33 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 3 tocos. Derrick White também tentou ajudar, mas sem Tatum (lesionado no joelho) ficou pesado demais.

    Philadelphia ganhou por 109-100 e mandou Boston pra casa na primeira rodada. Imagina a frustração do cara depois de carregar o time a temporada inteira?

    Mas olha a maturidade do Brown: “Foi meu ano favorito da carreira de basquete”. Cara, isso é de outro nível. Mesmo com a eliminação dolorosa, ele consegue enxergar o quanto evoluiu como líder.

    Vocês acham que ele tem razão em celebrar a temporada mesmo com esse final amargo? Eu acho que sim. O que o Brown fez foi algo que poucos jogadores conseguem: transformar um time que todo mundo dava como morto em candidato real a título.

    Agora é esperar 2027 pra ver se com o elenco mais completo eles conseguem ir além. Mas essa temporada já entrou pra história como o ano em que Jaylen Brown provou que pode ser o cara de um time grande.

  • JB detona arbitragem: ‘Tinham agenda contra mim nos playoffs’

    JB detona arbitragem: ‘Tinham agenda contra mim nos playoffs’

    Cara, o Jaylen Brown não segurou a língua depois da eliminação dolorosa do Celtics pros 76ers no Game 7. O cara foi direto ao ponto: a arbitragem tinha uma agenda clara contra ele nos playoffs.

    E olha, eu entendo a revolta dele. O JB teve a melhor temporada regular da carreira — foi papo de MVP enquanto o Tatum ficou no DM tratando o Aquiles. Aí nos playoffs, do nada, começaram a marcar falta ofensiva em todo movimento que ele fazia. Movimentos que ele vinha fazendo a temporada inteira sem problema nenhum.

    “Por que só comigo?”

    Em uma live no Twitch, o Brown soltou o verbo e não poupou ninguém:

    “Vocês sabem quantos jogadores fazem isso? É uma jogada comum, jogada de basquete que todo mundo faz. Então por que estão me perseguindo? Eles claramente tinham uma agenda, talvez porque eu critiquei esses árbitros na temporada regular.”

    O mais revoltante? Ele disse que alguns árbitros confirmaram que realmente tinha essa perseguição. “Toda vez que o Jaylen levantar o braço, só pela reputação, marca a falta”. Mano, isso é absurdo!

    E ele tá certo quando cita outros caras que fazem a mesma coisa: Paul George, Jalen Brunson… A lista é gigante. Mas com eles, passa batido. Com o JB, apito na certa.

    Números não mentem

    Mesmo com toda essa perseguição da arbitragem, o cara manteve o nível: 25.7 pontos, 5.7 rebotes e 3.3 assistências na série. No Game 7 da eliminação, que dor no coração, ele fez de tudo — 34 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e ainda 3 tocos.

    Sinceramente? Acho que o JB tem razão. Não é possível que um cara que fez esses movimentos a temporada toda, de repente, vire “rei da falta ofensiva” só nos playoffs. Coincidência? Duvido muito.

    Agora o Celtics entra no offseason com mais dúvidas do que respostas. Como melhorar o elenco em volta do Tatum e Brown? E principalmente: como evitar que essas palhaçadas da arbitragem aconteçam de novo? Porque uma coisa é certa — se for pra perder, que seja jogando basquete, não sendo perseguido pelos caras do apito.

    E aí, vocês acham que o JB tá certo ou foi só choro de derrotado? Na minha opinião, quando até os próprios árbitros admitem que tinha agenda, é porque o negócio realmente tava feio.

  • Os milagres do 3-1: times que fizeram história nos playoffs da NBA

    Os milagres do 3-1: times que fizeram história nos playoffs da NBA

    Cara, vocês viram o que rolou nos playoffs de 2026? Duas viradas épicas de 3-1 na primeira rodada! Os Philadelphia 76ers e o Detroit Pistons entraram pra história fazendo algo que é mais raro que enterrada de costas do LeBron.

    E olha, eu tô falando sério quando digo que é raro mesmo. Desde os anos 60, apenas 15 times conseguiram virar um déficit de 3-1 nos playoffs da NBA. Quinze! Em mais de 60 anos de basquete profissional.

    As viradas históricas de 2026

    Primeiro foram os Sixers, que simplesmente destruíram o Boston Celtics no jogo 7 fora de casa. O Joel Embiid voltou machucando todo mundo, literalmente. Ok que o Jayson Tatum não jogou a decisão, mas mesmo assim — que pancada pros Celtics, que eram cabeças de chave 2.

    No dia seguinte? Detroit Pistons fazendo a mesma coisa com o Orlando Magic. Franz Wagner machucado nos últimos dois jogos, e os Pistons aproveitaram pra fazer história em casa. Dois milagres em dois dias consecutivos. Absurdo!

    O clube mais exclusivo da NBA

    Agora, vamos aos dados que todo fã de NBA precisa saber. Desses 15 times que conseguiram a façanha, apenas um fez isso nas Finais. E que time, hein? Os Cleveland Cavaliers de 2016, com LeBron James fazendo aquela que talvez seja a virada mais épica da história do esporte.

    Mano, eu lembro até hoje de assistir aqueles jogos contra o Golden State Warriors. O time dos Splash Brothers tinha quebrado o recorde de vitórias na temporada regular (73-9) e parecia invencível. Aí veio o LeBron e disse: “Cleveland, this is for you!” Arrepio total.

    A lista completa é de dar inveja: Celtics dos anos 60 e 80, Lakers dos anos 70, Washington Bullets, Miami Heat, Phoenix Suns, Houston Rockets… Times históricos que entraram na lenda fazendo o impossível.

    E o 3-0? Aí já é pedir demais

    Uma curiosidade que eu acho fascinante: a NBA é o único dos grandes esportes americanos onde NUNCA um time conseguiu virar um déficit de 3-0 em uma série melhor de sete. Nunca!

    Quatro times chegaram perto — forçaram um jogo 7 depois de estarem 3-0 pra baixo. O Boston Celtics de 2023 foi o mais recente, quase conseguindo contra o Miami Heat. Quase. Mas na hora H, não rolou.

    Sinceramente? Eu acho que um dia vai acontecer. O basquete é muito imprevisível, e com o tanto de arremesso de três que se vê hoje, qualquer coisa pode acontecer em uma série. E aí, vocês acham que veremos a primeira virada de 3-0 nos próximos anos? Qual time teria coragem pra isso?

  • Jalen Williams pode voltar contra os Lakers? A conta não fecha

    Jalen Williams pode voltar contra os Lakers? A conta não fecha

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa situação do Jalen Williams no Thunder tá me deixando preocupado. O cara se machucou no jogo 2 contra os Suns (lesão grau 1 no posterior da coxa esquerda) e desde então é aquele mistério de sempre — vai jogar ou não vai?

    A matemática até que ajuda um pouco. Segundo os especialistas, esse tipo de lesão demora entre 12 e 15 dias pra sarar. Se a conta estiver certa, ele poderia estar de volta já no jogo 1 contra os Lakers, que rola exatamente 13 dias depois da lesão. Mas convenhamos, lesão muscular é sempre uma incógnita.

    O histórico não inspira confiança

    E aqui que a coisa fica complicada. O Williams já perdeu metade da temporada por causa de lesões — começou o ano fora por 19 jogos (cirurgia no punho), depois ficou mais 10 jogos fora entre janeiro e fevereiro com… adivinha só? Lesão no posterior da coxa direita!

    Cara voltou, jogou dois jogos, se machucou DE NOVO e ficou mais cinco semanas parado. Agora é a perna esquerda. Sinceramente, eu tô começando a achar que o Thunder precisa rever alguma coisa no preparo físico desse menino.

    Thunder precisa dele desesperadamente

    Porque vamos combinar: quando o Williams tá em quadra, ele é um monstro. 17.1 pontos, 5.5 assistências e 4.6 rebotes por jogo numa temporada conturbada. E em apenas 33 jogos da temporada regular! Imagina se tivesse jogado os 82?

    O técnico Mark Daigneault só disse que ele “tá se dedicando na reabilitação”, mas não deu nenhuma garantia. Traduzindo: ninguém sabe de nada ainda.

    Na minha opinião? Realísticamente falando, ele só volta mesmo no jogo 3 ou 4, quando a série for pra Los Angeles. E olha que o Thunder vai precisar de cada peça disponível pra enfrentar esses Lakers — que, por sinal, também estão com problemas de lesão.

    E aí, vocês acham que vale a pena forçar a volta dele ou é melhor ter paciência? Porque uma recidiva agora seria o fim da linha pros caras de Oklahoma City.