Autor: Leandro Amorim

  • Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cara, que série foi essa entre Cavaliers e Raptors! Cleveland conseguiu avançar nos playoffs da NBA depois de vencer por 114-102 no jogo 7, mas olha — foi sofrido pra caramba. E o melhor de tudo? O técnico Kenny Atkinson e os jogadores não fizeram corpo mole, assumiram que quase tomaram um baile dos canadenses.

    “Antes de qualquer coisa, quero dar os parabéns pros Raptors”, disse Atkinson logo no começo da coletiva. “Darko [Rajakovic] e sua comissão fizeram um trabalho absurdo. Eles nos deram trabalho pra todo lado. É um puta time, com um futuro brilhante.”

    E sinceramente? Ele tá certo. Cleveland entrou como favorito moleza, abriu 2-0 na série e… quase entregou tudo. Os Raptors empataram e levaram pro jogo 7. Imagina a pressão!

    Max Strus reconhece: “Galera não sabe o quão bons eles são”

    Max Strus foi na mesma linha do técnico: “Chapéu pros caras de Toronto. Eles eram muito bons mesmo. Acho que o pessoal não tem noção de quão boa é essa equipe deles.”

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo e é raro ver um time admitir publicamente que quase tomou uma rasteira assim. Geralmente é aquele papo furado de “sempre soubemos que seria difícil”. Mas não — os Cavs foram honestos.

    James Harden (que tá jogando em alto nível, diga-se de passagem) também elogiou: “Dá crédito pra Toronto. Time muito bom, especialmente na defesa. Eles vêm pra cima, fazem pressão na bola, forçam erros e saem no contra-ataque.”

    Série que quase virou pesadelo

    Pensa só: Cleveland ganhando os dois primeiros em casa, todo mundo já achando que era mamão com açúcar. Aí do nada os Raptors empatam a série e levam pro jogo 7. Eu teria infartado se fosse torcedor dos Cavs, não vou mentir.

    Evan Mobley, sempre na dele, viu o lado positivo: “Foi uma série difícil, e pode ficar ainda mais difícil. Mas ser testado assim, batalhar desse jeito… vai ser benéfico no longo prazo.”

    E ele tem razão. No ano passado, Cleveland passou fácil pelo Miami Heat na primeira rodada. Agora enfrentaram um adversário que realmente os fez suar a camisa. Isso tempera o time pra fases mais difíceis.

    Kenny Atkinson foi cirúrgico: “Essa série nos fortaleceu. A fisicalidade deles, a velocidade, o atletismo… nada estava perfeito pra gente. Ano passado tivemos uma série mais fácil. Esse tipo de série constrói o time.”

    Donovan Mitchell contou como até as coisas mais simples deram errado no começo do jogo 7: “Jarrett Allen perdeu uma enterrada logo no início. Nunca vi isso antes. Eu errei duas bolas de três abertas, Evan jogou uma na tabela… Mas ficamos calmos.”

    E aí, vocês acham que essa ‘quase zebra’ vai fortalecer os Cavaliers ou deixar cicatrizes? Porque uma coisa é certa: Toronto mostrou que não tem time fácil nos playoffs da NBA.

  • Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Cara, que noitaça do Jarrett Allen! O pivô dos Cavaliers simplesmente resolveu jogar o jogo da vida dele no primeiro Game 7 da carreira — 22 pontos e 19 rebotes na vitória por 114-102 sobre o Toronto. E olha que ele costuma ser mais na dele antes dos jogos, sempre de boa com a torcida no aquecimento.

    Mas ontem foi diferente. O cara estava pilhado de um jeito que eu nunca vi. “Foi uma experiência única dirigindo de casa”, disse o Allen depois do jogo. “É tipo, ‘eu vou pra um Game 7, tudo está em jogo’. É um sentimento diferente que nunca experimentei antes.”

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Se você perdeu o terceiro período, perdeu o show. Allen literalmente destruiu — 14 pontos e 10 rebotes em 12 minutos. Primeiro jogador na história da franquia a fazer double-double em um quarto só de playoffs. Absurdo!

    O Cleveland entrou no intervalo empatado em 49, mas saiu do terceiro ganhando de 87-68. E o Allen jogou os 12 minutos inteiros, monstro. Cinco rebotes ofensivos, um steal, um toco — o cara estava voando pela quadra.

    “Só queria mostrar pros meus companheiros que podíamos ganhar esse jogo”, falou depois. “Energia e esforço: é isso que acredito que ganha jogos.”

    Entrando pra história dos Cavs

    Vocês sabem quem foi o último dos Cavaliers a fazer pelo menos 20 pontos e 15 rebotes num Game 7? LeBron James em 2018, contra o Boston, com 35 pontos e 15 rebotes. Cara, estar nessa lista junto com o King já é vitória.

    O técnico Kenny Atkinson ficou impressionado: “Ele realmente nos levou ao topo no terceiro quarto. Os rebotes ofensivos, as cestas por dentro. Estava voando por aí, entusiasmado, eu pensava: ‘o que deu nesse cara?’ Ele estava pronto pro momento.”

    E tem um detalhe: Allen tinha perdido quase todo março por causa de tendinite no joelho direito. Mas na série inteira contra Toronto, jogou uma média de 28,5 minutos, com 11,4 pontos e 8,3 rebotes por jogo.

    Time coletivo que emociona

    O que mais me impressiona nesse Cleveland é como todo mundo aparece na hora certa. Strus fez 24 no primeiro jogo, Mobley teve 23 no segundo e 25 no quinto, Dennis Schroder meteu 19 em apenas 21 minutos no jogo 5. Cada hora um herói diferente.

    “Quando Allen quer ir buscar 19 rebotes, é difícil parar”, admitiu RJ Barrett do Toronto, que fez 23 pontos na derrota.

    Agora é semifinal contra Detroit, começando terça-feira. E sinceramente? Se o Allen continuar jogando assim, os Pistons que se cuidem. O cara provou que quando a pressão aperta, ele cresce junto. Primeiro Game 7 da carreira e já entregou uma atuação histórica.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse nível contra um Detroit que tá voando também?

  • Bickerstaff soltou os cachorros defendendo Tobias Harris: ‘Ninguém pode falar m**** dele’

    Bickerstaff soltou os cachorros defendendo Tobias Harris: ‘Ninguém pode falar m**** dele’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem. Tobias Harris simplesmente resolveu virar o LeBron James no Jogo 7 mais importante da vida dele. E o técnico JB Bickerstaff? Bom, ele perdeu completamente a linha defendendo o cara — e eu tô aqui por isso.

    Detroit fechou a série contra o Orlando Magic por 116 a 94, mas o que mais me chamou atenção foi a coletiva pós-jogo. Bickerstaff literalmente falou: “Ninguém pode falar merda pra mim sobre o Tobias Harris”. Em rede nacional. Sem filtro nenhum.

    A performance que calou todo mundo

    E olha, ele tinha razão de estar pistola. Harris meteu 30 pontos em 18 arremessos, sendo 11 certeiros. Cinco cestas de três em sete tentativas. Nove rebotes. Aos 33 anos, no Jogo 7, quando a pressão tava no máximo.

    Sinceramente? Eu não esperava isso dele. O cara vinha sendo criticado há anos por causa do contrato gordo e performances inconsistentes. Mas quando importou de verdade, quando o Pistons tava com a corda no pescoço depois de estar perdendo por 3-1 na série, Harris simplesmente decidiu que não ia pra casa.

    Logo no primeiro tempo ele já tinha feito 19 pontos em 11 arremessos. Sete certeiros, incluindo duas bombas de três. Foi um show à parte.

    Bickerstaff defendendo o soldado

    O que mais me impressionou foi a forma como Bickerstaff saiu em defesa do jogador. “Ele é confiável, preparado para o momento. É um líder, um grande companheiro de equipe, um ser humano incrível, um competidor de alto nível”, disse o técnico. E completou: “Aparecer hoje à noite e fazer o que fez quando estava tudo em jogo… é excepcional”.

    Cara, quando foi a última vez que você viu um técnico defender um jogador com tanta paixão assim? Bickerstaff tava claramente de saco cheio das críticas ao Harris, e usou esse momento pra calar todo mundo de uma vez.

    E vocês, acham que o Harris consegue manter esse nível na próxima série? Porque agora Detroit vai enfrentar ou Cleveland ou Toronto — ambos têm seu próprio Jogo 7 rolando.

    Uma coisa é certa: depois dessa performance, ninguém vai poder questionar a importância do Tobias Harris nesse time do Pistons. O veterano mostrou que quando a coisa aperta de verdade, ele aparece. E Bickerstaff tá aí pra defender o cara até o fim.

  • Bickerstaff nunca duvidou: Pistons fazem virada épica de 3-1

    Bickerstaff nunca duvidou: Pistons fazem virada épica de 3-1

    Cara, eu ainda tô processando o que acabou de acontecer com o Detroit Pistons. Time número 1 do Leste perdendo de 3 a 1 pro 8º colocado Orlando Magic? Parecia que ia ser uma das maiores zebras da história dos playoffs da NBA. Mas olha só como as coisas viraram…

    O técnico J.B. Bickerstaff simplesmente disse que nunca duvidou que eles iam ganhar a série. Nunca. Cara tem sangue frio ou é só confiança mesmo? “Para ser honesto com vocês, eu nunca duvidei que íamos ganhar essa série. Essa é a pura verdade”, disse Bickerstaff depois da vitória por 116 a 94 no jogo 7.

    Quando Cade e Tobias decidiram ser monstros

    E vocês viram o show que foi esse jogo 7? Cade Cunningham simplesmente resolveu que era hora de mostrar por que é considerado o futuro da franquia. 32 pontos, 10/18 nos arremessos de quadra e 4/6 do perímetro. Absurdo.

    Mas o Cade não fez isso sozinho, né? Tobias Harris — que muita gente critica por causa daquele contrato pesadão — mostrou que quando importa, ele aparece. 30 pontos com 11/18 nos arremessos e 5/7 de três. Dupla letal.

    Sinceramente, eu não esperava essa reação do Pistons. Depois de ficar 3-1 atrás, parecia que a temporada ia acabar do jeito mais vexatório possível. Time cabeça de chave número 1 caindo na primeira rodada? Era pra ser motivo de chacota até o ano que vem.

    Agora é esperar o próximo adversário

    Com essa virada histórica, Detroit vai ter vantagem de mando na segunda rodada contra quem sair vivo do jogo 7 entre Toronto Raptors e Cleveland Cavaliers. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse momentum? Porque olha, fazer uma dessas mexe com o psicológico de qualquer time.

    O que mais me impressiona é a frieza do Bickerstaff. Enquanto todo mundo (eu incluído) já estava escrevendo o obituário da temporada do Pistons, o cara manteve a confiança. Isso é coaching ou é loucura? Talvez seja um pouco dos dois, mas funcionou.

    Uma coisa é certa: essa vai ficar marcada como uma das viradas mais épicas da história recente dos playoffs. E quem tava duvidando do potencial desse time de Detroit agora vai ter que engolir as palavras.

  • JJ Redick admite: Thunder é um dos maiores times da história da NBA

    JJ Redick admite: Thunder é um dos maiores times da história da NBA

    Olha, eu admiro a honestidade do JJ Redick. O cara poderia ficar fazendo aquele papinho de técnico de “respeitamos o adversário mas vamos lutar”, mas não — ele foi lá e falou a real: o Thunder é absurdo mesmo.

    “O Thunder é um dos maiores times da história da NBA. Essa é a realidade. Eles são MUITO bons”, disse Redick na coletiva antes do Jogo 1. E cara, não dá pra discordar não. Principalmente depois de ver os Lakers levarem uma surra de 139-96 no último encontro.

    A matemática não mente

    Redick trouxe uns dados que me deixaram impressionado. Times que conseguiram net rating de 10+ em duas temporadas consecutivas? Você tá falando do Bulls do Jordan em 95-96 e 96-97, e do Warriors de 2015-17. Ou seja, dois dos times mais dominantes que já existiram.

    E o Thunder tá nessa lista agora. Monstro demais.

    Lakers na pior situação possível

    Pra piorar a situação dos Lakers, eles vão ter que enfrentar esse time histórico sem o Luka Dončić no Jogo 1 (sim, eu sei que soa estranho Luka nos Lakers, mas é 2026 no artigo original). O cara se machucou justamente naquela goleada que mencionei ali em cima.

    Thunder vem de uma varredura 4-0 na primeira rodada e teve uma semana inteira pra descansar em casa. Sinceramente? Não sei como os Lakers vão conseguir competir nessas condições.

    Vocês acham que essa honestidade brutal do Redick pode intimidar ainda mais os jogadores dele? Ou será que é melhor mesmo assumir a realidade e tentar fazer o impossível? Eu, particularmente, prefiro um técnico que fala a verdade do que um que fica vendendo ilusão.

    O Jogo 1 acontece na terça-feira em Oklahoma City. E olha, se os Lakers conseguirem roubar um jogo lá, vai ser quase um milagre.

  • Cade Cunningham revela aprendizado ABSURDO após virada histórica

    Cade Cunningham revela aprendizado ABSURDO após virada histórica

    Cara, que jogaço foi esse Game 7! O Detroit Pistons acabou de fazer história ao lado do Philadelphia 76ers — os únicos times na NBA a virarem uma série depois de estar perdendo por 3-1 nos playoffs. E o Cade Cunningham? O monstro simplesmente despejou toda sua sinceridade no pós-jogo.

    “A gente cresceu muito por causa dessa série”, disparou Cunningham para a ABC, ainda com aquela cara de quem não acredita no que acabou de acontecer. E olha, dá pra entender o alívio do cara — estar com a corda no pescoço contra um Orlando Magic brigador e conseguir dar a volta por cima não é pra qualquer um.

    O momento que definiu tudo

    Mas o que mais me impressionou foi a jogada que incendiou o Little Caesars Arena. Cunningham simplesmente voou na frente do Desmond Bane, deu aquela toco de manual e ainda achou o Jalen Duren livre para uma enterrada que derrubou o teto. Esse é o tipo de jogada que define séries, sabe?

    E tem mais: o garoto de 24 anos acumulou 109 pontos na série — igualando uma marca histórica do LeBron James nos playoffs. Primeira vitória em série de playoffs da carreira dele. Imagina como deve estar se sentindo agora.

    De lata de lixo a protagonista

    Sinceramente, quando o Cunningham chegou em Detroit em 2021 como primeira escolha geral do Draft, eu não imaginava que levaria tanto tempo pra ver ele brilhar assim. Os primeiros três anos foram de sofrer: nunca mais que 23 vitórias, incluindo aquela temporada bizarra de 14-68 em 2023-24.

    “A gente é feito do mesmo material. Todos nós sentimos que superamos muito pra chegar onde estamos agora. A gente se conecta por ser cachorro grande e trabalhar em qualquer situação”, mandou o Cade na coletiva.

    E não é que o cara tem razão? Detroit era praticamente sinônimo de fracasso na NBA nos últimos anos. Agora tá aí, cabeça de chave número 1 no Leste e pronto pra fazer barulho na segunda rodada.

    Vocês acham que esse Pistons tem condições de chegar longe mesmo? Porque eu tô começando a acreditar que essa virada histórica pode ter sido o divisor de águas que o time precisava pra sonhar grande de novo.

  • RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    RJ Barrett detona críticos de Scottie Barnes: ‘Jogador vencedor’

    Olha, eu sei que a temporada dos Raptors acabou de forma dolorosa — perder no jogo 7 sempre dói. Mas tem uma coisa que me chamou atenção depois da eliminação para os Cavaliers: RJ Barrett simplesmente saiu em defesa do parceiro Scottie Barnes de uma forma que me arrepiou.

    “Acho que ele calou muita gente, e fico feliz que ele conseguiu fazer isso porque, cara, esse é um jogador vencedor. Só porque ele não é um cara que sai tentando fazer 30 pontos toda noite não significa que ele não é um dos melhores jogadores de basquete desta liga”, disparou Barrett após o jogo 7.

    Sinceramente? Barrett tem razão total.

    Barnes mandou bem quando precisava

    No jogo decisivo, Barnes fez 24 pontos, 9 rebotes, 6 assistências e 1 toco. Aproveitamento? Um absurdo: 8/14 dos arremessos de quadra, 1/1 do perímetro e 7/7 nos lances livres. Isso é eficiência, galera.

    O problema é que vivemos numa era obcecada por números individuais. Todo mundo quer ver 30+ pontos por noite, triple-doubles a rodo. Mas basquete não é só isso — e Barnes prova isso constantemente.

    Barrett também fez a sua parte com 23 pontos e 6 assistências, mas foi na defesa de Barnes que ele realmente brilhou. Essa parceria entre os dois está ficando cada vez mais sólida.

    O que vem pela frente?

    Toronto levou Cleveland até o jogo 7, primeira vez nos playoffs desde 2022. Para uma equipe jovem, isso é gigante. E o melhor: dá pra ver que Barnes e Barrett se entendem dentro e fora de quadra.

    A eliminação doeu — principalmente depois daquele terceiro quarto onde os Cavaliers meteram 38-19 e praticamente definiram a série. Mas olhando o panorama geral, os Raptors têm motivos para acreditar.

    E aí, vocês concordam com Barrett sobre Barnes? Na minha visão, jogadores que fazem a equipe funcionar são tão valiosos quanto os cestinhas. Às vezes até mais.

  • Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Cara, que série foi essa entre Raptors e Cavaliers, hein? Sete jogos de pura emoção e no final, Cleveland levou a melhor por 114-102 no decisivo. Mas olha, considerando o que todo mundo esperava do Toronto nesta temporada, chegar até um Game 7 contra um time forte como os Cavs já foi um baita resultado.

    O show do Scottie Barnes

    E que atuação do Scottie Barnes no jogo decisivo! 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. O moleque fez de tudo em quadra — defendeu desde o James Harden até o Evan Mobley. Sinceramente, com apenas 24 anos, esse cara já tá mostrando que pode ser uma estrela de verdade na liga.

    O técnico Darko Rajakovic não poupou elogios depois do jogo: “Para esta fase da carreira dele, acho que ele deu tudo. Fez um progresso enorme e melhorou muito durante esta série de playoffs, mas esta ainda não é a melhor versão do Scottie… Acho que vamos ver um Scottie ainda melhor no ano que vem.”

    A ausência que pesou

    A lesão do Brandon Ingram realmente complicou as coisas pro Toronto. Por mais que ele não tenha feito sua melhor série, a falta de poder de fogo ofensivo do cara fez muita diferença. Barnes tentou carregar o time nas costas, mas sozinho fica difícil contra uma equipe completa como Cleveland.

    Uma coisa que chamou atenção: o time da casa ganhou TODOS os jogos da série. Isso mostra como foi equilibrada a disputa, mas também como jogar fora de casa no decisivo é complicado demais.

    Futuro brilhante

    Na minha visão, os Raptors saíram dessa série com muito mais do que entraram. Barnes mostrou que pode ser a cara da franquia pelos próximos anos, e essa experiência de playoffs vai ser fundamental pro desenvolvimento dele.

    Claro que ainda faltam algumas peças pro Toronto brigar de igual pra igual com os grandes times do Leste. Mas com Barnes jogando nesse nível aos 24 anos, o futuro tá bem promissor. E aí, vocês acham que ele consegue dar o próximo passo e virar uma estrela All-Star na próxima temporada?

  • Barrett manda recado após Raptors cair no Jogo 7: ‘Vai ser briga’

    Barrett manda recado após Raptors cair no Jogo 7: ‘Vai ser briga’

    Cara, que decepção. Os Raptors estavam ali, literalmente na ponta dos dedos, e acabaram caindo no Jogo 7 pros Cavaliers por 114-102. Mas olha só a atitude do RJ Barrett depois da eliminação — o cara mandou um recado que me arrepiou todo.

    “Óbvio que essa derrota dói, mas acho que também mostra pro resto da liga, pro mundo todo, o que estamos construindo aqui. Quando vocês virem os Toronto Raptors, vai ser briga de cachorro”, disparou Barrett.

    E não é que ele tá certo? Sinceramente, eu não esperava que esse time dos Raptors fosse levar Cleveland até o Jogo 7. Sem o Brandon Ingram (lesão no calcanhar) e sem o Immanuel Quickley (problema no posterior da coxa), era pra ter sido um 4-0 fácil pros Cavs.

    Barrett e Barnes carregaram o piano

    O que me impressionou foi como o Barrett e o Scottie Barnes seguraram a bronca. Barrett fechou o Jogo 7 com 23 pontos, 4 rebotes, 6 assistências e 3 roubos de bola. Tá, ele errou muito (9/25 nos arremessos), mas quando seu time tá quebrado de lesão, alguém tem que assumir a responsabilidade.

    Barnes foi ainda melhor: 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. Esses dois caras provaram que podem ser o futuro dos Raptors, cara.

    “Os caras chegaram e deram tudo de si. A gente sempre teve essa mentalidade de que o próximo da fila tem que estar pronto. Sempre acreditamos que podemos jogar nesse nível”, completou Barrett.

    E agora? Os Raptors voltam?

    Olha, na minha visão, esse time dos Raptors mostrou muito mais do que eu esperava. Chegar nos playoffs pela segunda vez em cinco temporadas já foi um baita avanço. E levar os Cavaliers até o Jogo 7? Isso é desenvolvimento, monstro.

    Barrett confessou que o que mais dói é saber que eles estavam ali: “Na maior parte da série, parecia que estávamos bem perto. Parecia que tínhamos eles na mão. Acho que é isso que vai doer”.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem manter esse núcleo e brigar por algo maior na próxima temporada? Porque se conseguirem ter todo mundo saudável — Ingram, Quickley, Barrett, Barnes — esse time pode incomodar muita gente no Leste.

    Uma coisa é certa: depois dessas declarações do Barrett, os adversários já sabem que enfrentar Toronto não vai ser moleza. E eu gosto dessa atitude, cara. Basquete é isso aí — respeito se conquista na quadra, e esses caras mostraram que têm personalidade pra brigar com qualquer um.

  • Shaq manda a real: Tobias Harris foi monstro no jogo 7 dos Pistons

    Shaq manda a real: Tobias Harris foi monstro no jogo 7 dos Pistons

    Olha, eu não esperava que ia estar falando de Tobias Harris como herói de um jogo 7 em 2024, mas a NBA sempre nos surpreende, né? O cara simplesmente destruiu a defesa do Magic no domingo e levou o Detroit Pistons pras semifinais do Leste. E quem tá elogiando? Ninguém menos que o Shaq.

    A noite mágica de Harris

    30 pontos, 9 rebotes, 3 roubos de bola. Em 36 minutos de quadra, o veterano mostrou por que ainda tem lugar nessa liga. Converteu 11 de 18 arremessos, incluindo um absurdo 5 de 7 do perímetro — isso é 71% de aproveitamento nas bolas de três, gente!

    Mas o que mais me impressionou foi a frieza. Jogo 7, pressão total, torcida em casa, e o cara jogando como se fosse um treino. Aquela enterrada dupla no canto da quadra que o Shaq mencionou foi de arrepiar.

    “Durante toda minha carreira, os ‘outros’ me salvaram várias vezes”, disse O’Neal no Inside The NBA. Ele tava se referindo aos coadjuvantes, aqueles jogadores que não são as estrelas principais mas que decidem jogos importantes. E Harris foi exatamente isso.

    Cunningham não ficou sozinho

    Cade Cunningham teve seus 32 pontos e 12 assistências — números de craque mesmo. Mas sinceramente? Se o Tobias não tivesse jogado no nível que jogou, ia ser muito difícil pros Pistons. O Magic é chato defensivamente, e ter outro cara pontuando pesado tirou a pressão toda do garoto.

    A profundidade do Detroit impressionou: cinco caras em dois dígitos. Daniss Jenkins com 16, Jalen Duren fazendo double-double (15 pontos e 15 rebotes), Duncan Robinson colaborando com 10. Mas Harris foi o diferencial.

    “Quando um ‘outro’ tá jogando desse jeito, em casa, com a torcida empolgada… não tem muito o que fazer”, completou Shaq. E tá certo, cara. Às vezes o jogo é assim mesmo.

    Agora os Pistons esperam o vencedor entre Cavaliers e Raptors pras semifinais. Jogo 1 já na segunda, dia 5 de maio. E vocês acham que esse Detroit pode incomodar mesmo? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a acreditar que sim.