Autor: Leandro Amorim

  • Castle manda recado: ‘Não ligamos pra quem acha Spurs jovem demais’

    Castle manda recado: ‘Não ligamos pra quem acha Spurs jovem demais’

    Cara, que resposta foi essa do Stephon Castle! O cara simplesmente mandou a real depois da vitória dominante dos Spurs sobre o Portland por 114-95, que garantiu vaga na segunda rodada dos playoffs.

    Quando o Shaquille O’Neal perguntou sobre o time ser muito jovem pra brigar pelo título, Castle não hesitou: “Não ligamos pra isso. Enfrentamos esses times várias vezes na temporada regular. Sabemos o que cada equipe gosta de fazer contra a gente. Temos total confiança um no outro, então vamos jogo por jogo.”

    A juventude que incomoda (mas que funciona)

    Olha, eu entendo a preocupação dos analistas. Fora Harrison Barnes e Luke Kornet, esse elenco dos Spurs praticamente não tem experiência em playoffs. O próprio Victor Wembanyama, que é a estrela do time, ainda nem renovou o primeiro contrato da carreira!

    Mas sinceramente? Essa molecada tá jogando um basquete absurdo. Depois de sofrer nos jogos 3 e 4 contra Portland, eles simplesmente atropelaram no jogo 5. De ponta a ponta, sem dar chances.

    E vocês viram como foi a postura do Castle na entrevista? O moleque tem 21 anos e já fala como veterano. Isso é mentalidade de campeão — não tô exagerando.

    Próxima parada: Nuggets ou Wolves?

    Agora os Spurs ficam esperando quem sai da briga entre Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves. Os Wolves estavam controlando a série 3-1, mas perderam Anthony Edwards e Donte DiVincenzo por lesão. Isso pode dar a volta por cima que Denver precisa.

    Na minha visão, qualquer um dos dois vai chegar bem desgastado pra enfrentar San Antonio. E com Wembanyama jogando nesse nível — o cara é simplesmente um monstro dos dois lados da quadra — eu não duvido nada desses Spurs chegarem longe.

    A experiência conta? Claro que conta. Mas talento e confiança também contam. E esse time tem os dois de sobra.

  • Wemby e defesa monstro classificam os Spurs pros playoffs!

    Wemby e defesa monstro classificam os Spurs pros playoffs!

    Mano, que jogaço dos Spurs ontem! O San Antonio simplesmente DOMINOU Portland e fechou a série por 4-1 com uma vitória de 114 a 95. E o mais louco? Dessa vez não precisaram de virada épica — eles chegaram prontos pra matar o jogo desde o primeiro quarto.

    Vocês viram aquele bloco do Wemby que tá viralizando? O cara literalmente voou na quadra. 17 pontos e 14 rebotes no double-double, mas sinceramente, a defesa dele foi o que mais me impressionou. Os Spurs seguraram Portland em apenas 35.1% nos arremessos. Trinta e cinco vírgula um por cento, gente!

    De’Aaron Fox decidiu no final

    Olha, eu não esperava que o Fox ia ser TÃO decisivo assim. O cara fez 21 pontos, mas os 13 do último quarto foram de outro planeta. Porque né, Portland até tentou uma pressão no final (cortaram pra single digits), mas o Fox falou: “não vai rolar, meu amigo”.

    Julian Champagnie também meteu 19 pontos com seis bolas de três. Seis! O cara tava com o braço quente ontem. E o Dylan Harper contribuindo com mais 17. Essa geração nova dos Spurs tá jogando um basquete bonito de assistir.

    Portland lutou mas não foi suficiente

    Do lado de Portland, o Deni Avdija fez o que pôde — 22 pontos, mas apenas 1 de 6 do perímetro. Aí fica difícil, né? O time até mostrou personalidade no segundo tempo, mas começar perdendo por 20 pontos no intervalo é complicado demais.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que o Tiago Splitter continua como técnico? O novo dono Tom Dundon vai ter algumas decisões difíceis pela frente. Mas olha, chegaram nos playoffs e incomodaram bastante — não foi um fracasso total.

    E os Spurs? Cara, esse time jovem não tem medo do momento decisivo. Agora vão enfrentar o vencedor de Minnesota x Denver (Wolves lideram por 3-2). Wemby nos playoffs é uma coisa muito bonita de ver — e vocês acham que eles conseguem ir longe mesmo?

  • McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    Gente, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que Miles McBride fosse se tornar uma peça tão crucial assim nos playoffs dos Knicks. Mas os números não mentem, e cara… eles são absurdos.

    Quando Brunson e McBride jogam juntos, os Knicks simplesmente voam. Na série contra os Hawks, essa dupla teve um net rating de 29.5 pontos. Vinte e nove ponto cinco! É literalmente o melhor rating entre todas as duplas que mais jogaram nos primeiros quatro jogos da série.

    De volta por cima depois da cirurgia

    O McBride começou meio enferrujado nos playoffs — o que é compreensível, né? O cara perdeu 28 jogos na temporada regular por causa de uma cirurgia de hérnia esportiva. Mas nos jogos 3 e 4 contra Atlanta, ele mostrou que voltou.

    Dezesseis pontos no jogo 3, treze no jogo 4. E o mais impressionante: acertou 8 de 16 tentativas do perímetro nesses dois jogos. Isso é quase 50% das bolas de três! O técnico Mike Brown claramente notou, porque aumentou os minutos dele — 31 e 23 minutos respectivamente.

    E olha só o detalhe: nos dois jogos, McBride ficou na quadra a maior parte do segundo tempo no lugar do Mikal Bridges, que tava passando por dificuldades. Às vezes o basquete é assim mesmo — quem tá jogando bem, joga.

    O alívio que o Brunson precisava

    Na minha visão, o que o McBride traz de mais valioso é tirar um pouco da responsabilidade de criação do Brunson. O cara tá sendo marcado com dupla o tempo todo, pressão na quadra inteira — é muita coisa pra um jogador só.

    McBride, mesmo não sendo um armador natural, consegue subir a bola e permite que o Brunson receba já no meio da quadra. Economiza energia, evita desgaste desnecessário. É inteligência de jogo pura.

    “Tento fazer o trabalho dele o mais fácil possível, assim como dos outros companheiros”, disse McBride. E é exatamente isso que ele tem feito. O cara entende seu papel perfeitamente.

    Vocês viram as ações de pick que eles têm feito um pro outro? Brunson fazendo bloqueio pro McBride, McBride retribuindo. É uma químia que os Hawks não esperavam e que tem dado muito certo.

    Sinceramente acho que essa dupla pode ser uma das chaves dos Knicks nessa pós-temporada. McBride virou aquele sexto homem que todo time sonha em ter — versátil, inteligente e que aparece quando mais precisa. E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível o resto dos playoffs?

  • Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o monstro que a gente sabe que ele é. 39 pontos na vitória de 126-97 sobre os Hawks, colocando os Knicks com 3-2 na série. E o mais louco? Fez 17 pontos só no último quarto, como se fosse brincadeira.

    Olha, eu estava começando a ficar preocupado com o garoto. Nas quatro primeiras partidas da série, ele estava fazendo média de 25.5 pontos, mas acertando apenas 41.6% dos arremessos. Para os padrões do Brunson, isso estava meio estranho, sabe?

    O show do quarto período

    Aí chegou ontem à noite e o cara simplesmente decidiu que ia acabar com o jogo. No último quarto, acertou 5 de 6 arremessos, incluindo duas bolas de três. Em 8 minutos e meio de quadra. Absurdo.

    E tem um detalhe que eu acho genial no jogo do Brunson: aqueles movimentos de hesitação dele. O cara para, finge que vai numa direção, e quando você vê já passou pelo marcador para uma bandeja tranquila. Perguntaram pra ele de onde veio essa jogada e a resposta foi na lata:

    “Tem muitos caras mais altos, mais rápidos e mais fortes que eu, então preciso tirar eles do equilíbrio de algum jeito.”

    Sinceramente? É por isso que eu amo esse moleque. Com 1,88m, ele não tem o físico dos outros armadores elite da liga, mas compensa com QI de basquete e footwork absurdo.

    O fator Karl-Anthony Towns

    Agora, tem uma coisa interessante rolando. O Towns teve mais 6 assistências ontem, depois de fazer 10 no jogo anterior (primeiro triple-double da carreira nos playoffs, diga-se). Os Knicks estão dando mais a bola pra ele iniciar as jogadas, e isso pode estar liberando o Brunson.

    Perguntaram pro próprio Towns se ele foi responsável pela explosão do armador, e a resposta foi hilária: “Cara, ele é um dos melhores armadores da NBA, então não sei se fui eu o motivo disso” – disse rindo. “Vou assistir os lances e torcer que amanhã, quando assistirmos o filme, eu possa dizer que ajudei ele a ser quem sempre foi.”

    Humilde, né? Mas faz sentido. Quando você tem um pivô que consegue distribuir como o Towns, cria mais espaço pra todo mundo.

    E olha só que curiosidade: o técnico Mike Brown (que tem o pai do Brunson, Rick, na comissão técnica) foi perguntado de onde vem a paciência do garoto pra jogar sempre no seu ritmo. Resposta: “Vem da mãe dele. A mãe dele tem muita paciência e é muito esperta.”

    Os Knicks estão a uma vitória de avançar pra segunda rodada. E com o Brunson jogando assim? Eu já tô imaginando onde essa historia pode chegar. Vocês acham que ele consegue manter esse nível contra adversários mais pesados?

  • OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    Cara, que aula de rebote foi essa dos Knicks no Jogo 5! OG Anunoby e Karl-Anthony Towns simplesmente dominaram o garrafão contra o Hawks de uma forma que deu até dó. Os dois caras pegaram 24 rebotes dos 48 do time — isso é METADE dos rebotes da equipe, mano.

    O mais louco? O Atlanta tinha uma das melhores estatísticas de rebote ofensivo da temporada regular. Mas ontem à noite no Madison Square Garden foi outra história completamente.

    Dupla destruiu no garrafão

    KAT e OG pegaram mais rebotes juntos (24) do que o Hawks inteiro conseguiu como equipe (21). Absurdo, né? Dos 24 rebotes da dupla, 14 foram na defesa — basicamente tirando qualquer segunda chance que o Atlanta poderia ter.

    “KAT e OG foram monstros”, disse Mike Brown depois do jogo. E olha, não tem como discordar. Limitaram os Hawks a apenas seis pontos de segunda chance e quatro pontos de contra-ataque. Isso é defesa de playoff raiz.

    Towns fez apenas sete arremessos na partida, mas contribuiu com 16 pontos e ficou a apenas quatro assistências do segundo triple-double consecutivo. O cara tá jogando um basquete inteligentíssimo — quando não tem o arremesso, vai pro rebote e criação.

    OG mostrando por que é peça-chave

    Anunoby fechou com 17 pontos e 10 rebotes, o segundo double-double seguido dele na série. Tá averaging 20 pontos e nove rebotes nos playoffs — números de estrela mesmo.

    “Ele é um dos melhores jogadores de duas pontas da NBA”, falou Towns sobre o parceiro. E não tá mentindo não. OG sempre foi conhecido pela defesa monstro, mas esse lado ofensivo dele tá impressionante.

    Sinceramente? Essa dupla no garrafão pode ser o diferencial dos Knicks nessa pós-temporada. Com Jalen Brunson finalmente engrenando também, esse time do New York tem cara de quem pode ir longe.

    Quinta-feira eles tentam fechar a série jogando fora de casa. E aí, será que o Hawks consegue reagir ou os Knicks vão mesmo pra próxima fase? Com o jeito que KAT e OG tão jogando, eu apostaria no Knicks fechando logo.

  • Pais do Banchero detonam Kendrick Perkins: ‘Só fala mal do nosso garoto’

    Pais do Banchero detonam Kendrick Perkins: ‘Só fala mal do nosso garoto’

    Gente, as coisas ficaram pessoais entre Paolo Banchero e Kendrick Perkins — e agora até a família entrou na briga. Depois daqueles comentários pesados do ex-jogador sobre o astro do Orlando Magic, os pais do Paolo não ficaram quietos.

    Pra quem perdeu o capítulo anterior: Perkins detonou o italiano depois da eliminação do Magic no Play-In contra o Philadelphia 76ers. O cara não poupou palavras, falando que o Paolo só vive fazendo desculpas e que “não estava pronto pra dançar” quando chegou a hora H.

    A família entrou de cabeça

    Aí que vem a parte interessante. Channing Frye contou no podcast Road Trippin’ que conversou com os pais do Banchero, e cara… eles não gostaram NADA do Perkins.

    “Eles falaram tipo ‘nossa, eu odeio o Kendrick Perkins’. Do nada mesmo. Eu perguntei por que e eles: ‘ah, ele só fala mal do nosso garoto’”.

    Olha, eu entendo os pais. Imagina ver alguém na TV falando que seu filho “tem mais desculpas que bandido indo pra cadeia”. É de doer, né? O Frye até tentou defender o Perkins, mas pelo visto não convenceu a família Banchero.

    Perkins não recua

    E o Kendrick? Bom, quem conhece ele sabe que recuar não é do DNA do cara. Quando soube da história, foi direto: “Escuta, eu não preciso pedir desculpa por nada. Se eu encontrasse os pais do Paolo pessoalmente, falaria a mesma coisa — só que de um jeito mais educado”.

    Sinceramente, acho que o Perkins exagerou na dose. Paolo tem apenas 21 anos e já carrega um time inteiro nas costas. Claro que vai errar, cara! Todo jovem craque passa por isso.

    Mas vamos ser justos: depois daquela eliminação brava, o Magic voltou com tudo e está 3-1 contra o Detroit Pistons numa série histórica. Se o Paolo conseguir fechar essa e levar Orlando longe nos playoffs, quero ver o que o Perkins vai falar.

    Vocês acham que o ex-jogador vai engolir as palavras ou vai dobrar a aposta? Uma coisa é certa: essa treta tá longe de acabar, e eu tô aqui pelo drama todo!

  • NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    Galera, parece que o Adam Silver finalmente decidiu partir pra cima dos times que fazem tanking descaradamente. A NBA tá finalizando uma proposta que pode mudar completamente a cara do Draft — e olha, se passar, vai ser um baque nos times que gostam de “construir pelo futuro” perdendo de propósito.

    A ideia é simples: fazer com que perder doa de verdade.

    Como funciona essa nova loteria 3-2-1?

    A proposta aumenta o número de times na loteria de 14 para 16. Mas aqui vem a pegadinha que vai fazer os GMs suarem frio.

    Os times que ficarem de fora dos playoffs e do play-in, mas que não estiverem na “zona de rebaixamento” (posições 4 a 10 piores), ganham 3 bolinhas cada um na loteria. Até aí, tranquilo.

    Agora vem a parte cruel: os três piores times da temporada vão pra essa tal zona de rebaixamento. Esses caras só ganham 2 bolinhas, mas têm garantida pelo menos a 12ª escolha. Os outros podem despencar até a 16ª posição!

    E tem mais — na minha opinião, essa é a mudança mais inteligente. Nenhum time pode ganhar a loteria dois anos seguidos ou pegar três top-5 consecutivos. Acabou a festa, Philadelphia 76ers do passado.

    Silver não tá brincando em serviço

    O comissário foi direto ao ponto numa conferência recente: “Devemos ter um sistema onde você odeie perder. Não deveria ser motivo de orgulho. Perder deveria ser desconfortável.”

    Cara, eu concordo 100% com ele. Quantas vezes a gente não viu time claramente jogando pra perder nas últimas rodadas? É constrangedor pra liga, pros fãs e pro esporte em si.

    O sistema atual já tinha mudado em 2019 justamente pra tentar frear o tanking, mas aparentemente não foi suficiente. Hoje os três piores times têm 14% de chance cada um de pegar a primeira escolha — bem diferente de quando o pior automaticamente ficava com ela.

    Vai rolar mesmo?

    A proposta precisa ser aprovada pelos donos dos times no dia 28 de maio. Sinceramente? Acho que passa. A pressão pública contra o tanking tá muito forte, e Silver já deixou claro que vai “fazer algo mais extremo” que as mudanças anteriores.

    O que vocês acham? Essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão encontrar outras formas de “reconstruir”? Uma coisa é certa: se passar, vai ser bem mais arriscado apostar todas as fichas em ser ruim de propósito.

    Eu, particularmente, tô ansioso pra ver. Basquete é pra ser competitivo até o último segundo da última partida da temporada.

  • Wemby leva Spurs aos playoffs pela 1ª vez desde 2017!

    Wemby leva Spurs aos playoffs pela 1ª vez desde 2017!

    Gente, que noite absurda do Victor Wembanyama! O francês monstro simplesmente fechou a série contra o Portland Trail Blazers com uma performance de gala: 17 pontos, 14 rebotes e 6 tocos no jogo 5. Os Spurs venceram por 114-95 e — pasmem — voltaram aos playoffs pela primeira vez desde 2017!

    Cara, eu não sei se vocês se lembram, mas 2017 foi quando Tim Duncan já tinha pendurado as chuteiras e o Manu ainda dava show. Desde então, San Antonio passou por uma reconstrução dolorosa. E agora? Wemby chegou pra mudar tudo.

    O show do alien francês

    Olha só os números do garoto: 5/7 nos arremessos de quadra, 6/6 nos lances livres e 6 bloqueios. SEIS BLOQUEIOS! O cara literalmente virou uma muralha no garrafão. E isso dois jogos depois de voltar de uma concussão que o tirou do jogo 3.

    Sinceramente, esse Wemby me lembra muito o que o Nenê fazia no Vasco nos anos 90 — proteção total do aro, mas com um alcance que chega a ser assustador. A diferença é que o francês tem 2,24m e arremessa de 3 como se fosse natural.

    E não foi só ele não. De’Aaron Fox liderou a pontuação com 21, Julian Champagnie meteu 19 e Dylan Harper contribuiu com 17. Time funcionando como um relógio suíço.

    Dominância total desde o primeiro quarto

    O jogo nunca teve mistério, na real. San Antonio saiu voando e abriu 36-24 no primeiro quarto. No intervalo já eram 65-50, e dali pra frente foi só administrar.

    Portland tentou reagir? Tentou. Mas como você vai parar um cara que bloqueia tudo no garrafão e ainda acerta de longe? Impossível. Wemby ganhou o prêmio de Melhor Defensor do Ano há poucos dias (o mais jovem da história, por sinal), e mostrou exatamente por quê.

    Agora vem a parte boa: semifinal do Oeste! Os Spurs vão enfrentar o vencedor de Nuggets x Timberwolves. Jokic ou Anthony Edwards pela frente — que duelo, hein?

    E aí, pessoal, vocês acham que esse time novo dos Spurs tem estrutura pra ir longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que sim. Wemby tá jogando num nível extraterrestre, e quando você tem um cara desses, qualquer coisa pode acontecer.

  • Blazers finalmente têm futuro promissor… se o novo dono abrir a carteira

    Blazers finalmente têm futuro promissor… se o novo dono abrir a carteira

    Olha, eu vou falar uma parada que pode soar meio contraditória: os Blazers estão na melhor situação que já estiveram desde aquela final de conferência em 2019 contra o Warriors. Sim, mesmo depois de tomarem um sacode dos Spurs na primeira rodada dos playoffs.

    Pensa só: Deni Avdija virou um All-Star de 25 anos que aparece quando a coisa aperta. Scoot Henderson e Donovan Clingan — duas picks de loteria recentes — mostraram que têm tudo pra ser monstros. E o mais absurdo? Eles ainda controlam as picks de primeira rodada do Milwaukee entre 2028 e 2030. Isso sem falar que o Damian Lillard voltou pra casa depois de toda aquela novela.

    O problema tem nome: Tom Dundon

    Mas aí que a coisa fica interessante (e preocupante). A NBA aprovou a compra do time pelo Tom Dundon no começo de abril, e cara… as histórias sobre a mão-de-vaca dele já estão rodando a liga inteira.

    O cara não quer gastar nem com camisetas grátis pros torcedores nos playoffs! Imagina só a vergonha. Mas o que realmente me incomoda é que ele quer pagar entre 1 a 1,5 milhão de dólares pro próximo técnico. Sinceramente? Até técnico estreante ganha o dobro disso hoje em dia.

    E tem mais: enquanto o Tiago Splitter tá comandando o time como interino, o Dundon já tá procurando candidatos a GM também. Olha, eu gosto do Joe Cronin — foi ele quem montou esse elenco promissor que temos hoje. Trocar de GM agora seria uma burrada épica.

    A lição dos Lakers

    Vocês lembram dos Lakers antes do Mark Walter comprar o time? Era “negócio de família”, gastavam só com jogador e técnico, mas eram pão-duro no resto. Aí o Walter chegou e transformou aquilo numa máquina de guerra — analistas, olheiros, estrutura completa.

    Os Blazers não jogam em Los Angeles, né? Eles não têm essas vantagens institucionais. Precisam MUITO mais compensar isso com investimento em estrutura, scouting, analytics… tudo que o Dundon parece não querer pagar.

    Na minha opinião, Portland finalmente tem os ingredientes certos: jovens talentos, picks futuras e flexibilidade salarial. Mas de que adianta ter tudo isso se o dono não quer investir? É como ter todos os ingredientes pra fazer um bolo e não querer ligar o forno.

    E aí, vocês acham que o Dundon vai entender que precisa abrir o cofre pra competir de verdade? Porque se ele continuar nessa de economizar centavos, pode esquecer qualquer sonho de título.

  • Maxey promete vitória em casa: ‘Foi uma desgraça’

    Maxey promete vitória em casa: ‘Foi uma desgraça’

    Cara, o Tyrese Maxey não estava pra brincadeira depois do Game 5. O garoto estava visivelmente aliviado falando com a imprensa — e quem pode culpar ele? Os Sixers conseguiram evitar a eliminação com uma vitória convincente de 113-97 sobre os Celtics em Boston, mas agora vem a real pressão.

    Olha, eu não esperava que o Maxey fosse tão direto assim, mas ele falou o que todo mundo estava pensando sobre as derrotas em casa: “Nossos fãs merecem uma vitória em casa. Perdemos um jogo difícil outro dia. Fomos massacrados. Então precisamos ir lá e lutar. Depois da performance que fizemos na última vez na frente dos nossos fãs, foi uma desgraça e foi inaceitável.”

    Maxey assume a responsabilidade

    Monstro demais a postura do cara. Ele não ficou se escondendo atrás de desculpas — assumiu que foi vergonhoso mesmo. “Estou garantindo que meus companheiros vão lá fora. Nós lutamos, arranhamos, brigamos e tentamos conseguir a vitória.”

    E os números do Game 5 mostram que ele não estava só falando. Maxey cravou 25 pontos, 10 rebotes, cinco assistências e duas roubadas de bola. Double-double pesado numa eliminatória. Junto com o Embiid (33 pontos e oito assistências), os dois simplesmente destruíram Boston.

    Pressão máxima no Game 6

    A situação é clara: os Sixers perderam os dois jogos em casa (Game 3 e 4) e permitiram que os Celtics assumissem o controle da série. Agora é 3-2 para Boston, e quinta-feira no Wells Fargo Center é literalmente vida ou morte.

    Sinceramente, acho que essa pressão pode jogar a favor da Filadélfia. Eles não têm mais nada a perder, e o Maxey falando assim mostra que o vestiário está conectado. Do outro lado, o Jayson Tatum admitiu que faltou agressividade no terceiro quarto, quando perderam uma vantagem de 13 pontos.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem forçar um Game 7? Porque olha, os Celtics eliminaram Philly nas últimas três vezes que se enfrentaram nos playoffs. Essa estatística pesa, mas basquete é isso — qualquer coisa pode acontecer num jogo decisivo em casa.

    Uma coisa eu garanto: se o Maxey jogar com essa mentalidade que demonstrou nas declarações, quinta-feira vai ser um jogaço.