Autor: Leandro Amorim

  • Reaves pode voltar hoje e Lakers querem fechar série contra Rockets

    Reaves pode voltar hoje e Lakers querem fechar série contra Rockets

    Cara, que novela! Austin Reaves tá na bronca há quase um mês com essa lesão no oblíquo esquerdo, mas parece que hoje pode ser o dia do retorno. O cara vai ser decisão de última hora antes do jogo contra os Rockets — e olha, se ele voltar, pode ser exatamente o que os Lakers precisam pra fechar essa série de uma vez.

    A situação é a seguinte: Lakers tão 3-1 na série, jogando em casa no Crypto.com Arena, e sem dois dos seus principais jogadores. Além do Reaves, o Luka Dončić também tá fora com problema no posterior da coxa. Mesmo assim, o time de LA conseguiu colocar os Rockets contra a parede.

    O que mudou desde a lesão

    Sinceramente, quando o Reaves se machucou no começo de abril contra o Oklahoma City, eu pensei: “Pronto, era isso pro Lakers”. O cara terminou o jogo ainda, mas você via que tava sentindo — ficava segurando o lado esquerdo toda hora. E no dia seguinte descobriram que o Dončić também tava lesionado. Dois caras fundamentais pro sistema dos Lakers.

    “Nossa confiança como time não abala”, disse o Reaves em sua primeira entrevista desde a lesão. E olha, pelo que a gente tá vendo em quadra, o cara não tá mentindo não. O LeBron voltou a ser o principal organizador, o Marcus Smart e Luke Kennard dividiram as responsabilidades de armação.

    A realidade dos playoffs sem Reaves

    Mas vamos ser honestos aqui — dá pra ver que os Lakers sentem falta dos dois. Vinte turnovers por jogo nos playoffs? Isso é coisa de time nervoso, de time que tá forçando jogadas que não existem. A defesa dos Rockets tá expondo exatamente essas limitações.

    O próprio Reaves admitiu que tem sido “miserável” assistir de fora. Imagina você, no auge da sua carreira, tendo que ver seus companheiros batalhando nos playoffs enquanto você fica no banco de terno? Deve ser tortura pura.

    E o Kevin Durant dos Rockets? Também tá fora do Jogo 5 por causa do tornozelo. Então pode ser que a gente tenha os dois times principais jogando meio “mancando” hoje à noite.

    Volta por cima ou mais espera?

    O técnico JJ Redick foi claro com o Reaves: só volta se tiver 100% confortável com o próprio corpo. Nada de forçar barra e se machucar de novo. E faz sentido — melhor ter o cara saudável pro resto dos playoffs do que queimar o filme agora.

    Sobre o Dončić, a situação é mais complicada. O cara ainda nem começou a jogar um contra um nos treinos. Fim de semana passado conseguiu fazer alguns movimentos, mas nada demais.

    “Desde o começo foi um esforço coletivo”, disse Reaves. “E o principal é me colocar de volta lá o mais rápido possível sem me colocar em risco de me machucar de novo.”

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem fechar essa série hoje mesmo sem o Austin 100%? Ou será que os Rockets vão conseguir levar pra um Jogo 6 decisivo? Uma coisa é certa: se o Reaves voltar, mesmo que por poucos minutos, vai dar aquela injeção de ânimo que o time precisa pra não deixar essa oportunidade escapar.

  • Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Cara, quem disse que ex-jogador não pode virar técnico? O New Orleans Pelicans tá pedindo permissão para entrevistar Jarrett Jack, atual assistente técnico do Detroit Pistons, para assumir o comando do time.

    Jack não é exatamente um nome que faz barulho hoje em dia, mas quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do cara. Principalmente da temporada 2012-13 com o Golden State Warriors — que temporada monstro!

    O ano que mudou tudo em Golden State

    Vocês lembram quando Jack chegou nos Warriors? O time estava tentando voltar aos playoffs depois de anos no fundo do poço. E o cara simplesmente entregou: 12.9 pontos, 5.6 assistências e 3.8 rebotes por jogo. Mais importante: 40.4% nos arremessos de três pontos.

    Resultado? Terminou em terceiro lugar na votação para Sexto Homem do Ano — o melhor resultado da carreira dele. E olha, não foi sorte não. Nos playoffs, quando a coisa apertou, Jack foi ainda melhor: 17.2 pontos por jogo e 50.6% de aproveitamento nos arremessos.

    Golden State conseguiu chegar aos playoffs pela primeira vez desde o time “We Believe”. Coincidência? Eu acho que não.

    De veterano esperto a possível técnico

    Depois de pendurar as chuteiras em 2018, Jack fez o caminho clássico: G-League como mentor, assistente no Phoenix Suns e agora no Detroit Pistons desde 2023. O cara conhece basquete, isso ninguém questiona.

    E tem um detalhe interessante: Jack jogou três temporadas em New Orleans como atleta. Conhece a casa, conhece o ambiente, sabe o que é vestir aquela camisa. Isso conta ponto com certeza.

    Sinceramente, acho uma aposta interessante. O Pelicans precisa de alguém que entenda de verdade o que é ser jogador na NBA moderna. E Jack, mesmo sendo um cara que rodou por oito times na carreira, sempre deixou sua marca por onde passou.

    Vocês acham que ele tem perfil para comandar um elenco jovem como o dos Pelicans? Com Zion Williamson, CJ McCollum e companhia, não vai ser moleza não.

  • NBA quer acabar com tanking: novo sistema pune os piores times

    NBA quer acabar com tanking: novo sistema pune os piores times

    Olha, finalmente a NBA tá levando a sério essa história de acabar com o tanking descarado. A liga apresentou uma proposta revolucionária chamada “3-2-1 lottery” que vai fazer os times pensarem duas vezes antes de querer ser ruins de propósito.

    E cara, eu tô empolgado com essa ideia. Depois de décadas vendo times literalmente tentando perder jogos pra conseguir picks melhores no draft, chegou a hora de mudar isso.

    Como funciona o novo sistema

    A coisa funciona assim: ao invés de 14 times no lottery, seriam 16. Mas aqui vem o plot twist — os três piores times da liga teriam MENOS chances de pegar a primeira pick do que os outros times ruins. Isso mesmo, menos chances!

    Os três piores times ficam com apenas 5,4% de chance na primeira pick, enquanto os próximos sete times que perderam os playoffs têm 8,1%. É o que eles chamam de “relegação do draft” — você é tão ruim que perde uma bolinha no sorteio.

    Na minha visão, isso é genial. Imagina só: se esse sistema existisse hoje, times como Washington Wizards não estariam rezando pra perder todos os jogos em março e abril. Pelo contrário, estariam brigando pra sair desse buraco dos três piores.

    Por que isso faz sentido

    Sinceramente, eu cansei de ver torcida comemorando derrota do próprio time. Isso não é esporte, é teatro mal feito. O argumento de que os times ruins precisam de mais ajuda não cola mais — olha o Orlando Magic, saiu do fundo do poço rapidinho com uma gestão competente.

    O problema nunca foi falta de picks altas. Foi incompetência mesmo. Times como Sacramento Kings ficaram uma década fazendo merda no draft tendo picks excelentes. Dar mais chances pra essas diretorias ruins só incentiva mais tanking.

    Agora imagina a mudança de mentalidade: ao invés de torcer contra o próprio time, a torcida vai querer que o time ganhe pra sair da zona de “relegação”. Isso sim é basquete de verdade!

    Tem um probleminha, mas…

    Claro que não é perfeito. O sistema cria uns “degraus” meio estranhos — melhor ser um time mediano que perdeu os playoffs do que ser o 9º ou 10º colocado. Mas olha, qualquer coisa é melhor que esse circo que tá aí.

    Vocês acham que os donos dos times vão aprovar isso? Porque eu tenho certeza que alguns GMs que vivem de tanking não vão gostar nem um pouco dessa proposta. Mas Adam Silver parece empolgado com a ideia, e eu torço pra que role mesmo.

    No final das contas, basquete é sobre competir e ganhar. Se um time quer ser bom, tem que contratar gente competente e desenvolver jogadores direito — não ficar esperando milagre do draft eternamente.

  • Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Olha só, galera — enquanto todo mundo tá vidrado nos playoffs, eu aqui já tô pensando no futuro dos Warriors. E que futuro complicado, né? Com o Curry fazendo 38 anos e toda essa indefinição sobre o Klay e o Draymond, o Draft 2026 pode ser crucial pra franquia.

    Os Dubs têm a 11ª escolha geral (assumindo que não vão subir na loteria, que tem só 9,4% de chance). Sinceramente, acho que eles precisam acertar em cheio dessa vez — não dá pra desperdiçar mais uma chance dessas.

    Os nomes que estão bombando

    O Jeremy Woo da ESPN tá apostando no Karim Lopez, um ala neozelandês de apenas 19 anos que jogou pelos New Zealand Breakers. O cara fez 11,9 pontos e 6,1 rebotes por jogo, mas o arremesso de 3 tá meio travado (32,6%). A vantagem? É novo e tem experiência internacional — algo que pode encaixar bem no sistema dos Warriors.

    Já o pessoal do The Ringer vê os Warriors pegando o Labaron Philon Jr., armador do Alabama que é pura raça. 22 pontos, 5 assistências por jogo e — olha que absurdo — 39,9% de aproveitamento do perímetro! Esse moleque tem cara de quem não treme na hora do aperto.

    Agora, tem uma escolha mais ousada: Yaxel Lendeborg, do Michigan. O cara já vai fazer 24 anos quando a temporada começar (velho pra um calouro), mas porra, que jogador completo. Campeão nacional, All-American, jogador do ano da Big 10… É daqueles que chega e já pode contribuir de cara.

    Minha opinião? Warriors precisam de impacto imediato

    Vou ser sincero com vocês: acho que os Warriors não têm mais tempo pra desenvolver projeto. O Curry tá no finalzinho da carreira dele, e desperdiçar mais 2-3 anos esperando um moleque crescer não faz sentido.

    Por isso, se fosse eu escolhendo, ia no Lendeborg. Sim, ele é “velho”, mas é exatamente o tipo de jogador versátil que funciona no sistema do Steve Kerr. E convenhamos — o Draymond pode ensinar muito pra esse cara sobre como jogar sem a bola e fazer os outros melhores.

    Claro, o sonho mesmo seria subir na loteria e pegar um dos quatro grandes nomes do Draft. Mas conhecendo a sorte dos Warriors ultimamente… melhor nem sonhar alto demais, né?

    E aí, quem vocês acham que seria a melhor opção pros Warriors? Juventude ou experiência?

  • March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    Pessoal, preparem-se para uma March Madness ainda mais maluca! A NCAA tá praticamente batendo o martelo pra expandir tanto o torneio masculino quanto o feminino de 68 para 76 times a partir da temporada 2026-27. Sim, vocês leram certo — mais oito times na dança!

    Segundo fontes da ESPN, só faltam as aprovações burocráticas finais, que são consideradas “procedimentais” nessa altura do campeonato. Um dos caras por dentro do processo foi direto ao ponto: “Eles já têm tudo que precisam pra seguir em frente”. O anúncio oficial pode rolar já em maio.

    Mais vagas, mais confusão (do jeito que a gente gosta)

    A ideia é criar oito vagas adicionais at-large — ou seja, aquelas vagas que não são automáticas por ganhar a conferência. E olha só que interessante: as conferências de elite (Big Ten, SEC, Big 12…) foram as principais responsáveis por pressionar essa mudança. Faz sentido né? Com tantas fusões e expansões nos últimos anos, eles queriam mais times garantidos na festa.

    Agora vem a parte que vai mexer com todo mundo: o atual First Four (aqueles quatro jogos em Dayton) vai virar First Twelve. Isso mesmo, 12 jogos com 24 times disputando nas terças e quartas-feiras antes da tradicional primeira rodada de quinta. Dayton deve manter uma das sedes, mas ainda tão decidindo onde vai ser a segunda.

    Vale a pena financeiramente?

    Aqui que fica interessante, galera. Diferente do que muita gente pensa, a grana não é o principal motivo dessa expansão. As fontes falam que o aumento de receita vai ser “modesto” depois que pagarem todos os custos extras de logística e as unidades adicionais do torneio NCAA.

    Então por que fazer isso? Na minha visão, é mais uma jogada política pra agradar as conferências gigantes que tão dominando o basquete universitário americano. Com times como Duke, Kansas e Kentucky às vezes ficando de fora por causa de temporadas ruins, essa expansão dá uma margem de segurança maior.

    E aí, o que vocês acham? Mais times significa mais emoção ou vai diluir a magia do March Madness? Eu confesso que tô curioso pra ver como vai ficar essa primeira rodada expandida. Imaginem 12 jogos eliminatórios seguidos — vai ser um caos total (do melhor tipo)!

  • Reaves pode voltar no jogo 5 contra Houston depois de quase 1 mês fora

    Reaves pode voltar no jogo 5 contra Houston depois de quase 1 mês fora

    Olha, eu não esperava isso, mas o Austin Reaves pode estar de volta pro jogo mais importante dos Lakers na temporada. Depois de quase um mês parado com lesão no oblíquo, o cara tá otimista pra voltar justamente no Game 5 contra os Rockets.

    Sinceramente? A situação tá perfeita pros Lakers fazerem história sem ele até agora. O time tá 3-1 na série, mesmo jogando sem o segundo maior pontuador da equipe. Mas convenhamos — ter o Reaves de volta numa hora dessas seria o presente dos deuses do basquete.

    A lesão que mudou tudo

    Cara, quando o Reaves se machucou lá em Oklahoma City no dia 2 de abril, todo mundo sabia que era coisa séria. O maluco tem uma tolerância à dor absurda, mas mesmo assim sentiu que não dava pra continuar. E não foi só ele — o Luka Dončić também saiu daquele jogo com problema no posterior da coxa.

    Duas semanas depois, ambos ainda estão fora. A diferença é que os Lakers conseguiram se virar sem eles de uma forma que ninguém esperava.

    “Eu quero voltar o mais rápido possível”, disse o Reaves na terça-feira. “Me sinto bem. Indo na direção certa.” O JJ Redick, técnico dos Lakers, não deu pista nenhuma se vai usar ele ou não — disse que vai decidir na hora do jogo mesmo.

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: Reaves teve uma temporada monstro antes das lesões. Média de 23,3 pontos, 5,5 assistências e 4,7 rebotes por jogo. Só que jogou em apenas 51 partidas — primeiro ficou 19 jogos fora por causa de uma lesão na panturrilha (do Natal até fevereiro), e agora mais esse tempão parado.

    Mas sabe o que mais impressiona? Como o time se reinventou sem ele. O LeBron James assumiu ainda mais responsabilidade, e o elenco coadjuvante apareceu quando precisava. Roubaram o Game 3 na prorrogação depois de estar perdendo por seis pontos faltando 30 segundos no tempo normal. Absurdo.

    “Basicamente a mensagem desde aquele dia foi que eles iam fazer tudo como equipe pra dar uma oportunidade pra gente voltar e jogar, e foi exatamente isso que fizeram”, falou o Reaves, claramente emocionado com os companheiros.

    Houston também tá quebrado

    E não é só os Lakers que têm problemas com lesão, não. O Kevin Durant, cestinha dos Rockets, perdeu três dos quatro jogos da série. Na terça-feira nem treinou com o time antes de viajar pra Los Angeles.

    Ou seja: pode ser que o Game 5 seja disputado sem os principais pontuadores de ambos os times. Meio surreal, né?

    A grande pergunta é: vocês acham que o Reaves aguenta a pressão de voltar logo num jogo de eliminação? Eu, particularmente, acho que se ele disser que tá pronto, é porque realmente tá. O cara não é de bobeira.

    Uma coisa é certa — se ele entrar em quadra amanhã à noite, vai ser pura emoção. E olha que os Lakers já tão quase eliminando os favoritos Rockets mesmo sem ele. Com o Reaves de volta… bem, aí a coisa fica ainda mais interessante.

  • Embiid monstro! 33 pontos salvam os Sixers na série contra Boston

    Embiid monstro! 33 pontos salvam os Sixers na série contra Boston

    Cara, que noite foi essa do Joel Embiid! O gigante camaronês simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos Sixers acabar — pelo menos não ainda — e destruiu os Celtics por 113 a 97 no TD Garden. Trinta e três pontos e oito assistências. Na casa do adversário. Em jogo eliminatório.

    E olha, eu não esperava isso depois da surra que eles levaram no Jogo 4. Mas o Embiid mostrou porque é candidato ao MVP mesmo com todas as lesões que teve na temporada.

    Maxey também entrou na dança

    O Tyrese Maxey não ficou pra trás não. Double-double com 25 pontos e 10 rebotes — esse garoto tá crescendo nos playoffs de uma forma absurda. Paul George também colaborou com 16 pontos, 9 rebotes e 7 assistências. Enfim, o veterano apareceu quando precisava.

    Do lado de Boston, o Jayson Tatum fez 24 e 16 rebotes, enquanto Jaylen Brown contribuiu com 22 pontos. Números bons, mas não foram suficientes pra fechar a série em casa.

    A defesa dos Sixers funcionou muito melhor que no jogo passado. Eles conseguiram parar as transições rápidas dos Celtics e forçaram arremessos contestados. O Embiid protegendo o garrafão faz toda a diferença mesmo.

    Agora é jogo 6 na Filadélfia

    Sinceramente, achei que a série tava morta depois do que aconteceu no Jogo 4. Mas é isso aí — nos playoffs da NBA qualquer coisa pode acontecer. Os Sixers ainda estão atrás por 3-2, mas voltam pra casa com moral.

    O técnico Nick Nurse deve estar aliviado. Antes do jogo ele já tinha falado sobre a mentalidade do time, se eles iam aparecer mentalmente preparados. E apareceram. Principalmente o Embiid, que mesmo com os problemas físicos que vem enfrentando, mostrou que ainda é um dos caras mais dominantes da liga quando está 100%.

    Vocês acham que os Sixers conseguem forçar um Jogo 7? Porque se o Embiid continuar jogando nesse nível, vai ser complicado pros Celtics fecharem a série. O Jogo 6 vai ser na quinta-feira em Philadelphia, e a torcida da casa pode fazer a diferença. Vai ser jogaço!

  • Brad Stevens ganhou de novo: executivo do ano por reerguer os Celtics

    Brad Stevens ganhou de novo: executivo do ano por reerguer os Celtics

    Cara, o Brad Stevens é simplesmente um monstro. O cara acabou de levar o prêmio de Executivo do Ano da NBA pela segunda vez — e olha, dessa vez foi ainda mais impressionante que a primeira.

    Pensa na situação: depois de ganhar o título em 2024, os Celtics estavam quebrados. Stevens teve que cortar peças fundamentais do time campeão. Jrue Holiday? Foi embora. Kristaps Porzingis? Tchau. Al Horford? Adeus também. E ainda por cima o Jayson Tatum ia perder praticamente a temporada toda por lesão.

    Eu sinceramente achava que Boston ia patinar feio. Expectativas lá no chão, galera já escrevendo o obituário da dinastia que nem começou direito.

    A mágica aconteceu de novo

    Aí o Stevens fez aquilo que só os grandes fazem: tirou leite de pedra. 56 vitórias na temporada regular. Segunda melhor campanha da conferência leste. E agora são os favoritos nas casas de apostas pra levar o Leste nos playoffs!

    Absurdo, não é? O cara literalmente desmontou um time campeão e montou outro candidato ao título. Com peças que muita gente nem sonhava que podiam render tanto.

    Reconhecimento merecido

    Stevens recebeu 11 votos de primeiro lugar e apareceu em 17 das 30 cédulas (uma de cada time da liga). Onsi Saleh, do Atlanta Hawks, ficou em segundo, e Trajan Langdon, do Detroit Pistons, em terceiro — pelo segundo ano consecutivo, coitado.

    E vocês acham que esse Celtics reformulado tem moral pra ir longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar que o Stevens pode ter encontrado a fórmula de novo. O cara já provou duas vezes que entende do riscado — primeiro montando o time campeão de 2024, agora reconstruindo do zero.

    Honestamente, se os Celtics chegarem nas finais depois de perder três titulares e o Tatum, aí sim vamos ter que coroar o Stevens como o melhor executivo da história moderna da NBA. Que loucura seria essa?

  • NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    Galera, a NBA finalmente decidiu botar ordem na casa! Depois de uma temporada completamente ridícula onde alguns times pareciam competir pra ver quem perdia mais, a liga está preparando uma proposta anti-tanking que promete mexer com tudo que a gente conhece sobre o Draft Lottery.

    A ideia é simples: punir quem faz corpo mole de propósito. E olha, era hora mesmo — cinco times terminaram com mais de 60 derrotas essa temporada. Cinco! É muita zona pra uma liga que se diz a melhor do mundo.

    Como funciona o novo sistema “3-2-1”?

    Então, aqui vem a parte interessante (e meio confusa). Ao invés dos 14 times de sempre, agora serão 16 times no sorteio. E a coisa fica assim:

    Os três piores times da liga — que hoje têm as maiores chances — vão ter apenas DUAS bolinhas no sorteio (5,4% de chance). Já os times que ficaram entre o 4º e 10º piores vão ter TRÊS bolinhas cada (8,1%). Ou seja, é melhor ser ruim mas não TÃO ruim assim.

    Cara, isso é genial na minha opinião. Imagina só: um time que tá brigando pra não ser o pior absoluto tem mais chances de pegar uma pick alta do que quem simplesmente desistiu da temporada. É como se a liga tivesse falado: “Quer tankar? Então se prepara pra se ferrar.”

    Mudanças que vão impactar pra caramba

    E tem mais coisa louca: nenhum time pode ganhar a primeira pick em anos consecutivos, nem pegar três picks do top-5 seguidas. Sabe o que isso significa? Times como Spurs (que pegaram Wembanyama), Pistons e Rockets teriam sido impedidos de montar seus núcleos atuais.

    Sinceramente, eu tô dividido nisso. Por um lado, entendo a necessidade de dar mais competitividade. Por outro, será que não é meio cruel demais com times que estão genuinamente ruins e precisam se reconstruir?

    A liga também vai ter mais poder pra punir quem fizer tanking descarado — e não vai ser só aquelas multazinhas de 100 mil dólares que o Adam Silver dava antes. Agora pode rolar redução nas chances do sorteio ou até mudança na posição do draft.

    Vai dar certo ou é só mais uma tentativa?

    O mais interessante é que isso é um teste. O sistema expira depois do Draft de 2029, então a NBA pode voltar atrás se der muito errado. Esperto da parte deles — ninguém quer criar um monstro que não consegue controlar depois.

    Olha, eu acho que era necessário fazer alguma coisa. Essa temporada foi constrangedora em alguns momentos, com times claramente jogando pra perder. Os Washington Wizards terminaram como os piores e vão ter uma pick garantida no top-5 num draft que todo mundo fala que é histórico.

    E vocês, acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão dar um jeito de contornar o sistema? Eu tenho minhas dúvidas — quando tem muito dinheiro envolvido, sempre aparece alguém pra tentar burlar as regras.

    Se aprovada em 28 de maio, a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Vai ser interessante acompanhar como os GMs vão reagir a isso tudo.

  • Embiid monstro! 76ers fazem 33 pontos e ressuscitam nos playoffs

    Embiid monstro! 76ers fazem 33 pontos e ressuscitam nos playoffs

    Gente, que jogo absurdo do Joel Embiid ontem à noite em Boston! O cara simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos 76ers morrer assim, não. 33 pontos na vitória por 113 a 97 sobre os Celtics no Jogo 5, e agora a série volta pra Filadélfia com os Sixers vivos no páreo.

    Olha, eu não tô acreditando que esse homem tá jogando desse jeito depois de uma cirurgia de apendicite. Segundo jogo de volta e o maluco já tá distribuindo pancada nos Celtics em casa deles. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Virada épica no terceiro quarto

    O negócio tava feio no terceiro período — Boston abriu 13 pontos de vantagem e parecia que ia mesmo fechar a série. Aí o Embiid falou: “calma aí, galera”. Fez 10 pontos só no terceiro quarto e os 76ers responderam com uma sequência de 12 a 0 que virou completamente o jogo.

    De 3 pontos de desvantagem, os Sixers foram pra 15 na frente. Foi brutal de assistir, cara. O TD Garden ficou em silêncio total — vocês sabem como é quando a casa cai em cima do time da casa nos playoffs.

    O Tyrese Maxey também merece o papo: 25 pontos e 10 rebotes, fazendo um double-double importante quando mais precisava. E o Paul George contribuiu com 16 pontos e 9 rebotes. Time funcionando como um relógio quando importa.

    Celtics sentiram o baque

    Do lado de Boston, o Jayson Tatum fez a sua parte com 24 pontos e 16 rebotes, e o Jaylen Brown adicionou 22 pontos. Mas sinceramente? Deu pra sentir que eles relaxaram depois de abrir 3-1 na série. Aquela sensação de “já ganhou” que sempre dá problema nos playoffs.

    Agora o Jogo 6 é quinta-feira na Filadélfia. Os 76ers precisam vencer de novo pra forçar um Jogo 7 decisivo em Boston no sábado. E olha, depois do que eu vi ontem, não duvido de mais nada desse time.

    Vocês acham que os Sixers conseguem completar essa virada histórica? Com o Embiid jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar que pode rolar uma das maiores zebras dos playoffs.