Autor: Leandro Amorim

  • Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Cara, o Nikola Jokic simplesmente resolveu aparecer na hora que mais precisava. Triple-double de 27 pontos, 16 assistências e 12 rebotes pra manter o Denver vivo na série contra o Minnesota. 125 a 113 pro Nuggets no jogo 5, e agora vai ter jogo 6 em Minneapolis na quinta-feira.

    Olha, eu não vou mentir — depois de três derrotas seguidas, já tava achando que o Denver tinha entregado os pontos. Mas o Jokic é diferente, né? O cara é um monstro absoluto quando a pressão aperta.

    O sérvio salvou o time das próprias cinzas

    “Jok is Jok”, disse o técnico David Adelman após o jogo. E é isso mesmo, pessoal. Vocês viram como ele distribuiu bola? 16 assistências é coisa de louco. E não foram assistências forçadas não — o time finalmente acertou os arremessos (38% de 3 depois de uns míseros 28,5% nos primeiros quatro jogos).

    O Christian Braun foi sincero demais: “Apenas os primeiros quatro jogos embaraçosos da série”. Cara falou a real. Mas é isso aí — no basquete, às vezes você precisa de uma pancada na cara pra despertar.

    Coadjuvantes finalmente apareceram

    Spencer Jones fez 20 pontos com quatro bolas de três no lugar do Aaron Gordon machucado. O Cam Johnson — lembram dele? Veio na troca que mandou o Michael Porter Jr. pro Brooklyn — contribuiu com 18 pontos. E a defesa? Forçaram 25 turnovers e converteram em 35 pontos. Absurdo.

    Do lado do Minnesota, o Jaden McDaniels teve uma noite pra esquecer. Quatro turnovers, errou todas as tentativas de três pontos. E olha que o cara tava falando tanto dos “defensores ruins” do Denver… Futebol americano não, basquete é assim mesmo — uma hora a conta chega.

    “Nada sujo”, disse McDaniels depois. “É tudo diversão pra mim. Eu me alimento disso. Só temos que fazer o trabalho no próximo jogo, e não há mais conversa.” E completou: “Nós vamos ganhar o próximo”.

    Sinceramente? Essa confiança do McDaniels me impressiona. O cara perdeu feio em casa e ainda tá falando que vai ganhar o jogo 6. Vocês acham que o Minnesota consegue fechar em casa, ou o Denver vai completar essa virada histórica de 3-1?

    As casas de apostas agora dão 61% de chance pro Nuggets completarem o comeback. E cara, considerando que eles já fizeram duas viradas de 3-1 em 2020, eu não duvido de nada. Jokic em playoffs é outro nível.

  • AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    Gente, se vocês ainda não conhecem AJ Dybantsa, é melhor começar a prestar atenção. O freshman da BYU virou praticamente consenso entre os executivos da NBA como a escolha número 1 do Draft de 2026. E olha, não é pra menos.

    Os números do cara são simplesmente absurdos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo em 35 partidas nesta temporada. Mas não é só estatística não — os scouts estão babando no físico dele, no potencial ofensivo e principalmente na defesa. Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogador completo que faz a diferença na liga.

    Washington na pole position

    E quem deve ficar com essa joia? Tudo indica que será o Washington Wizards. Eles têm a melhor posição na loteria e, sinceramente, faz todo sentido. Com Trae Young e Anthony Davis já no elenco (imagina que time monstro), os Wizards estão claramente montando um time pra brigar de verdade no Leste.

    Vocês acham que Dybantsa aguenta a pressão de ser a primeira escolha? Eu acho que sim. O garoto tem tudo pra ser especial.

    Draft mais fraco, mas topo forte

    Uma coisa interessante: este ano só 71 jogadores se declararam para o draft — o menor número em mais de duas décadas! O NIL (Name, Image, Likeness) tá fazendo os caras ficarem mais tempo na faculdade, o que deixa o draft mais raso depois da loteria.

    Mas olha, o top 4 tá recheado de talento. Além do Dybantsa, temos Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina). Boozer, inclusive, é filho do Carlos Boozer — quem lembra dele no Bulls e no Jazz?

    O mais legal é ver como os times estão se posicionando. Indiana pega Peterson, Brooklyn fica com Boozer e Utah com Wilson. Cada um com seu estilo, cada um preenchendo uma necessidade específica.

    E aí, o que vocês acham? Dybantsa realmente merece ser o #1, ou tem algum outro nome que deveria estar na conversa? Pra mim, com esse físico e essa versatilidade toda, ele tem cara de futuro All-Star mesmo.

  • Wagner machuca e deixa Magic no sufoco antes do Jogo 5

    Wagner machuca e deixa Magic no sufoco antes do Jogo 5

    Mano, justo agora que o Orlando Magic tá com a faca e o queijo na mão pra fechar a série contra o Detroit, o Franz Wagner resolve se machucar. O alemão foi diagnosticado com uma distensão na panturrilha direita e tá em dúvida pro Jogo 5 — que pode ser o último da série, já que o Magic lidera por 3-1.

    A lesão rolou no Jogo 4, e ontem ele fez ressonância magnética pra saber a gravidade. Sinceramente? Timing mais cruel impossível. O cara vinha sendo peça fundamental no ataque do Magic nessa temporada, com médias de 20.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.3 assistências em 34 jogos.

    Jamal Cain pode ser a solução

    Olha, se tem algo que me chamou atenção no Jogo 4 foi a performance do Jamal Cain. O cara entrou dando um gás absurdo pro time quando o Wagner saiu machucado. Não é à toa que a diretoria tá considerando aumentar os minutos dele caso o alemão não consiga jogar.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar a série mesmo sem o Wagner? Na minha visão, ter uma vantagem de 3-1 ajuda muito, mas perder seu segundo maior pontuador numa hora dessas é complicado.

    A decisão vai ser em cima da hora

    A organização do Magic vai tomar a decisão sobre a disponibilidade do Wagner baseado na resposta dele ao tratamento. Ou seja, é literalmente aquela situação de “vamos ver como ele acorda no dia do jogo”.

    Cara, eu torço pra que seja só um susto e ele consiga jogar. Não só porque seria importante pro Magic fechar logo essa série, mas também porque ver um jogador jovem e talentoso assim se machucar sempre dá aquele aperto no coração, né?

    O que vocês acham — será que a profundidade do elenco do Magic vai dar conta do recado se o Wagner não puder entrar em quadra?

  • Steve Kerr pode sair do Warriors? A bronca é mais séria que parece

    Steve Kerr pode sair do Warriors? A bronca é mais séria que parece

    Olha, eu sempre achei que o Steve Kerr ia ficar no Warriors até aposentar, mas as coisas não tão tão simples assim não. O técnico e a franquia vão se sentar pra conversar sobre o futuro, e cara — não é só questão de “quero continuar ou não”. Tem muito mais coisa por trás.

    Brian Windhorst soltou uma bomba no Yahoo Sports Daily que me deixou pensando. Segundo ele, o Kerr até mandou sinais que quer continuar, mas a parada é bem mais complexa. Não tem contrato na mesa esperando pra ser assinado. As negociações de extensão? Foram canceladas. E quem cancelou foi o próprio Kerr!

    O salário mais alto da liga não tá rendendo

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio constrangedora pro Warriors). O Kerr ganha US$ 17 milhões por ano — o maior salário entre todos os técnicos da NBA. É dinheiro de candidato ao título, mas sinceramente… esse Warriors atual não tá nem perto disso.

    Pensa comigo: quando você paga essa bolada toda e o time nem pros playoffs consegue ir, é natural que role uma pressão interna. E pelo que tá vazando, a organização quer mudanças tanto no staff técnico quanto na estratégia ofensiva. Faz sentido, né?

    Mudanças que ninguém quer fazer

    A grande questão é: o Kerr topa fazer essas mudanças? Porque não é só chegar e falar “beleza, vamos continuar igual”. O cara pode ter que mexer no time técnico (e sabemos como ele é ligado aos assistentes) e mudar o sistema ofensivo que construiu ao longo dos anos.

    E tem outro detalhe que eu acho genial da parte do Kerr — o cara tem um poder de barganha absurdo. Se não rolar acordo, ele simplesmente volta pra TV (onde já trabalhava na TNT), ganha uma grana boa e tem uma vida muito mais tranquila. Enquanto isso, o Warriors fica com o problema de achar outro técnico.

    Vocês acham que ele vai aceitar ganhar menos e ainda por cima fazer mudanças que talvez não concorde? Eu tô curioso pra ver como essa negociação vai desenrolar.

    O legado do Kerr no Warriors é inegável — cinco Finals seguidas, quatro títulos (incluindo aquele de 2022 que foi lindo de ver). Mas de 2021 pra cá, o time só ganhou duas séries de playoffs. Para um salário de US$ 17 milhões, é pouco mesmo.

    Essa história pode ter final feliz, mas também pode acabar com uma das duplas técnico-franquia mais vitoriosas da história da NBA se separando por questões bem práticas. E olha — talvez seja isso mesmo que os dois lados precisam.

  • Brad Stevens é eleito o melhor executivo da NBA pela segunda vez

    Brad Stevens é eleito o melhor executivo da NBA pela segunda vez

    Cara, o Brad Stevens continua provando que a transição de técnico para executivo foi uma das jogadas mais geniais da história recente da NBA. O presidente de operações de basquete dos Celtics acabou de ser eleito o Executivo do Ano da NBA pela segunda vez — e olha, eu não tô nem um pouco surpreso.

    Stevens levou 69 pontos na votação, com 11 votos de primeiro lugar, 4 de segundo e 2 de terceiro. Deixou todo mundo pra trás: Saleh Onsi dos Hawks ficou em segundo com 41 pontos, Trajan Langdon dos Pistons com 40 e Jeff Peterson dos Hornets com 37.

    A receita do sucesso continua funcionando

    Boston fechou a temporada regular com 56-26, segundo melhor recorde do Leste. E sabe o que é mais impressionante? É o quinto ano consecutivo que eles garantem uma das duas primeiras posições nos playoffs — exatamente os cinco anos que Stevens está no front office.

    Sinceramente, o cara entende de basquete como poucos. A forma como ele construiu esse elenco dos Celtics é simplesmente absurda. Conseguiu manter a competitividade numa Conferência Leste cada vez mais disputada sem abrir mão da profundidade do banco nem da continuidade do grupo.

    De técnico a executivo: uma masterclass

    Antes de virar executivo, Stevens passou oito temporadas como técnico de Boston. Agora, somando os 13 anos na franquia (entre quadra e escritório), os Celtics chegaram aos playoffs em 12 deles. Monstro demais.

    Stevens se tornou apenas o 12º executivo a ganhar o prêmio mais de uma vez desde que foi criado em 1972-73. E olha, pelo jeito que ele trabalha, não me surpreenderia se viesse um terceiro aí na frente.

    Vocês acham que ele é o melhor executivo da NBA atualmente? Eu tô começando a achar que sim. O cara simplesmente não erra — desde as trades até as extensões de contrato, tudo que faz dá certo.

  • NBA quer acabar com tanking: vem aí a loteria ‘3-2-1’

    NBA quer acabar com tanking: vem aí a loteria ‘3-2-1’

    Gente, a NBA finalmente decidiu meter o pé na porta do tanking. E quando eu digo meter o pé, é METER MESMO. O comissário Adam Silver apresentou pros GMs uma reforma completa do Draft que promete virar o jogo de cabeça pra baixo — literalmente punindo quem resolve fazer corpo mole na temporada.

    A nova regra se chama “3-2-1 lottery” e, sinceramente, é mais complexa que jogada do Popovich nos playoffs. Mas vou explicar de um jeito que até minha vó entenderia.

    Como funciona essa bagunça toda

    Primeiro, eles vão expandir a loteria de 14 pra 16 times. Mas aqui vem o plot twist que vai fazer muito GM suar frio: os três piores times da liga vão ser PUNIDOS. Isso mesmo, punidos por serem ruins demais.

    Os times que ficarem em 4º ao 10º pior lugar vão ganhar três bolinhas na loteria cada um — que é o máximo possível. Já os três lanternas? Só duas bolinhas. E tem mais: eles são garantidos de pegar no máximo a 12ª escolha, mas os outros 13 times da loteria podem cair até a 16ª posição.

    Ou seja, se você resolver fazer tanking descarado, pode acabar pegando uma pick pior que um time que pelo menos tentou competir. É genial, na minha opinião.

    As regras anti-sorte também mudaram

    Mas a coisa não para por aí. Eles também criaram umas travas pra evitar que algum time vire “filho da sorte” da loteria:

    – Acabou a possibilidade de ganhar a 1ª pick em anos consecutivos
    – Proibiram também ganhar três picks do top-5 seguidas
    – E eliminaram algumas proteções de picks que existiam antes

    Cara, eu tô achando isso ABSURDO. No bom sentido. Quantas vezes a gente não viu time claramente fazendo corpo mole nas últimas semanas pra garantir uma posição pior? Lembra dos Sixers na era “Trust the Process”? Pois é.

    Silver não tá brincando em serviço

    O Adam Silver foi bem claro: tanking é a prioridade número um dele agora. E olha a declaração do cara: “Nós vamos resolver isso. Ponto final.” Sem papas na língua.

    A votação dos donos de time acontece dia 28 de maio, e se passar (que parece que vai), entra em vigor a partir do Draft de 2027. Tem também uma cláusula que faz a regra valer até 2029 — coincidindo com o fim do acordo coletivo atual.

    E aí, vocês acham que isso vai funcionar mesmo? Na minha visão, alguns times ainda vão tentar dar uma de espertos, mas pelo menos agora o risco é real. Imagina você fazer tanking a temporada toda e acabar pegando a 16ª escolha? Seria um vexame histórico.

    A NBA tá mandando um recado claro: quer competir de verdade ou vai ficar em casa assistindo os outros jogarem basquete bonito. E sinceramente? Era hora.

  • Suns varridos: quem são os culpados pelo vexame contra o Thunder?

    Suns varridos: quem são os culpados pelo vexame contra o Thunder?

    Cara, o que aconteceu com o Phoenix Suns nos playoffs foi de doer o coração. Varridos por 4×0 pelo Thunder — que inclusive são os atuais campeões — numa primeira rodada que deveria ser pelo menos competitiva. Mas não foi nem isso.

    Olha, eu esperava que fosse difícil, mas esse nível de vexame? Sinceramente não vi vindo. E o pior é que dá pra apontar exatamente quem mais decepcionou nessa série.

    Devin Booker simplesmente sumiu quando mais precisavam

    Mano, o Booker é cinco vezes All-Star. Cinco! O cara deveria ter pegado essa série e falado “deixa comigo”. Só que isso nunca aconteceu.

    Logo no primeiro jogo já deu pra ver o tamanho do buraco: derrota por 119×84. Uma surra histórica. E onde estava o suposto líder? Perdido, sem conseguir dar ritmo pro ataque do Suns.

    Mesmo quando ele fez 24 pontos no último jogo, pareceu números vazios. Sabe aqueles jogos que você olha a estatística no final e pensa “ué, ele jogou bem”, mas na verdade não influenciou em nada? Foi exatamente isso. O Shai Gilgeous-Alexander controlou o ritmo da série inteira, e o Booker… bem, o Booker assistiu.

    Dillon Brooks veio pra ser o cara da defesa e foi um fantasma

    Quando os Suns contrataram o Brooks, a ideia era clara: trazer aquela pegada defensiva, incomodar os caras, fazer o trabalho sujo. O problema é que ele fez o contrário disso tudo.

    Os números não mentem: 119, 120, 120+ pontos nos três primeiros jogos. Isso contra uma defesa que supostamente tinha ganhado reforço. O Thunder simplesmente passeou na defesa de Phoenix, e o Brooks — que deveria ser a muralha — virou mais um cone no caminho.

    O mais constrangedor? Phoenix teve que mudar as marcações e tirar o Brooks do Shai. Quando o técnico faz isso, é porque admitiu que a estratégia original foi pro espaço. E foi mesmo.

    Vocês acham que vale a pena manter um cara contratado especificamente pra defesa se ele não consegue defender o principal jogador adversário?

    Jalen Green: pontos bonitos, mas sem peso nenhum

    O Green até fez uns números interessantes — 26 no terceiro jogo, 23 no quarto. Mas sabe aqueles pontos de “lixo time”? Foi mais ou menos isso.

    O cara não conseguiu nem uma vez pegar o jogo e falar “agora é comigo”. Diferente do Shai, que controlava quando queria acelerar, quando queria diminuir o ritmo, quando queria decidir. O Green jogou como coadjuvante numa série onde precisava ser protagonista.

    É aquela história: não adianta fazer 25 pontos se o time perdeu de 20. O impacto real no jogo foi praticamente zero.

    No final das contas, essa varrida mostrou que o Suns ainda está longe de brigar com os grandes. Contra o campeão atual, a margem de erro era pequena mesmo, mas cara… nem tentar eles tentaram direito. Agora é repensar tudo e torcer pra que ano que vem seja diferente. Porque assim não dá não.

  • Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cara, que disputa absurda foi essa pelo Rookie of the Year! Cooper Flagg conseguiu levar a melhor sobre Kon Knueppel por apenas 26 pontos na votação. Imagina só — dois caras que jogavam juntos em Duke há poucos anos agora brigando pelo prêmio de calouro do ano na NBA.

    Flagg fez algo que não víamos desde Michael Jordan em 84-85: liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubadas de bola. Isso com 19 anos, gente. Dezenove. O moleque teve médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubadas por jogo nos Mavericks.

    A rivalidade entre irmãos de Duke

    O mais legal é ver como eles encaram essa competição. “Eu estava assistindo o Kon porque ele é um dos meus irmãos”, disse Flagg depois de ganhar o prêmio. “A gente tem essa conexão e sempre vai estar um pelo outro. Eu estava assistindo ele como fã também, mas sempre vai ter essa competição ao mesmo tempo.”

    Sinceramente? Acho lindo isso. Competição saudável entre dois jovens que se conhecem desde a época da faculdade.

    Knueppel não ficou muito atrás não — 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.5 assistências pelo Charlotte. O cara ainda quebrou o recorde de cestas de 3 para calouros com 273 bolas enterradas do perímetro. Monstro demais.

    Números que impressionam

    Flagg virou o jogador mais jovem da história da NBA a fazer jogos de 35, 40, 45 e 50 pontos. E também o mais novo a distribuir pelo menos 10 assistências numa partida. Os recordes vão caindo um atrás do outro.

    Na votação final, Flagg levou 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel. V.J. Edgecombe completou os finalistas mas ficou no zero a zero nos primeiros lugares.

    O que me chama atenção é que Charlotte com Knueppel conseguiu brigar pelo Play-In (mesmo perdendo pro Magic depois), enquanto Dallas com Flagg fez apenas 26-56. Às vezes o prêmio individual não reflete o sucesso coletivo, né? Vocês acham que isso pesou na votação ou os números individuais do Flagg falaram mais alto?

    De qualquer forma, Duke pode se orgulhar. Ter dois ex-alunos brigando pelo ROY e fazendo temporadas de rookie assim é coisa de programa de elite mesmo. E o melhor? Esses dois ainda têm muito chão pela frente na liga.

  • Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Cara, eu não acredito no que aconteceu. Os Timberwolves estavam com 3-1 na série, praticamente com o pé na próxima fase, e agora tão vendo o pesadelo acontecer na frente dos próprios olhos.

    O jogo 5 de segunda-feira foi de doer. Denver 125 x 113 Minnesota, e olha que o placar até que não mostra o sufoco que foi. Os Nuggets meteram um 37-24 no terceiro quarto que simplesmente acabou com qualquer esperança dos Lobos naquela noite.

    A ausência do Edwards tá pesando demais

    Sinceramente? Sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo, esse time do Minnesota virou uma sombra do que era. O Ant-Man estava fazendo uma temporada monstruosa – 28,8 pontos por jogo na temporada regular, terceiro melhor da liga. E agora o cara tá no DM (departamento médico) justamente nos playoffs.

    O Ayo Dosunmu até tentou repetir a mágica do jogo 4, quando meteu 43 pontos históricos, mas fez “só” 18 dessa vez. E eu coloco só entre aspas porque 18 pontos tá longe de ser pouco, mas a real é que Minnesota precisa de mais, muito mais.

    Os Nuggets forçaram 25 turnovers dos Wolves – três a mais do que Minnesota tinha perdido de bola nos jogos 3 e 4 SOMADOS. Isso aí é desespero puro, time tentando forçar jogadas que não existem.

    Denver acordou no momento certo

    O mais assustador é que Denver tá jogando com uma confiança completamente diferente agora. Cameron Johnson e Spencer Jones, que fizeram apenas 9 pontos no jogo 4, combinaram para 38 no jogo 5. O banco dos Nuggets, que tinha sido patético com 16 pontos no jogo anterior, saltou para 27.

    E tem o Jokić ali, né? O cara é simplesmente imparável quando quer. O Rudy Gobert até conseguiu incomodar bastante, mas quando o MVP mode do sérvio liga, não tem muito o que fazer.

    Na minha visão, o Chris Finch resumiu bem: “Achei que começamos o jogo querendo fazer todas as jogadas de home run, em vez de querer fazer as jogadas que nos ajudam a entrar no ritmo”. É exatamente isso – sem o Edwards, todo mundo quer ser herói e acaba se atropelando.

    E agora? Dá pra reverter?

    Olha, matematicamente ainda dá. Mas apenas 13 times na história da NBA conseguiram virar uma série depois de estar perdendo por 3-1. Os Nuggets querem ser o 14º, e pelo que vi ontem, eles tão acreditando cada vez mais nisso.

    Para Minnesota conseguir segurar a bronca, vai precisar de uma defesa perfeita – igual fizeram nos jogos 2, 3 e 4, quando limitaram Denver a apenas 38,7 pontos no garrafão por jogo. No jogo 5? Tomaram 62 pontos na área. Absurdo.

    O Jaden McDaniels precisa continuar irritando o Jamal Murray, o Gobert tem que seguir no modo “muralha” contra o Jokić, e alguém precisa aparecer no ataque além do Dosunmu.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Wolves conseguem segurar essa? Ou vamos ver uma das maiores zebras dos playoffs acontecendo bem na nossa cara?

  • Braun mete enterrada histórica e provoca: valeu a falta técnica!

    Braun mete enterrada histórica e provoca: valeu a falta técnica!

    Olha, eu já vi muita enterrada na NBA, mas a que o Christian Braun meteu ontem no Jaden McDaniels foi de outro mundo. Tipo, daquelas que você assiste umas cinco vezes seguidas e ainda não acredita que aconteceu.

    O negócio foi assim: Nuggets precisando vencer em casa no Jogo 5 contra os Timberwolves, terceiro quarto, time de Denver já dominando. Aí o Jokic (que monstro) fez um passe de bicicleta pro Braun, e o moleque simplesmente decidiu destruir o McDaniels. Enterrada com as duas mãos, por cima mesmo, sem dó.

    A provocação que valeu cada centavo

    Mas o melhor veio depois. Braun desceu da cesta e apontou direto pro McDaniels no chão. Cara, a audácia! Claro que levou falta técnica na hora, mas vocês viram a cara dele? Feliz da vida! Era tipo “valeu cada centavo dessa falta”.

    E sinceramente? Eu entendo o garoto. Os Nuggets estavam ganhando de 21 pontos naquela hora (90 a 69), a torcida em casa estava em delírio total, e ainda por cima era uma resposta ao próprio McDaniels, que tinha provocado Denver antes.

    Rivalidade que tá pegando fogo

    Porque vocês sabem como começou essa treta, né? O McDaniels tinha falado que os Nuggets eram “defensores ruins” depois do Jogo 2. Aí no final do Jogo 4, rolou aquela confusão com o Jokic confrontando ele por causa de uma enterrada no final do jogo.

    Agora imaginem a cena: McDaniels ganhando a guerra psicológica, provocando, falando que Denver não sabia defender… E aí vem o Braun, 25 anos, e simplesmente enterra por cima do cara de 25 anos também. É poesia, gente.

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves tá ficando cada vez mais quente, e eu tô adorando. Lembram que Denver eliminou Minnesota na segunda rodada ano passado? Foram sete jogos duríssimos. E pelo jeito, a temperatura só subiu desde então.

    No final das contas, Braun terminou com 9 pontos, 2 rebotes, 3 assistências e 2 roubos de bola. McDaniels fez 13 pontos, 3 rebotes, 1 assistência e 1 toco. Mas convenhamos, os números não contam a história toda. Tem momentos que definem jogos, e aquela enterrada foi um deles.

    E aí, vocês acham que essa provocação vai motivar ainda mais os Wolves pra uma possível revanche? Porque pelo jeito que a coisa tá indo, essa série pode render muito drama ainda.