Autor: Leandro Amorim

  • Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Olha só que situação interessante está rolando na NCAA. O Draft da NBA de 2026 registrou apenas 71 jogadores universitários se declarando elegíveis – o menor número desde 2003. Cara, isso é MUITO baixo considerando que no ano passado foram 106 e em 2021 chegou ao pico absurdo de 363 caras.

    E o motivo? Dinheiro, meu amigo. Puro e simples dinheiro.

    NIL mudou o jogo completamente

    Com o NIL (Name, Image, Likeness) liberado, os universitários agora podem faturar uma grana considerável sem precisar correr pro draft. Alguns programas estão gastando mais de 20 milhões de dólares só na montagem do elenco. É coisa de maluco!

    Na minha visão, isso tá criando uma nova dinâmica no basquete universitário. Os calouros que antes saíam correndo pra NBA agora pensam duas vezes. Por que se arriscar sendo escolhido lá na segunda rodada quando você pode ficar mais um ano, se desenvolver E ainda por cima ganhar uma grana no college?

    Os grandes nomes que quase não se declararam

    Vários prospects de primeira linha esperaram até os últimos dias pra se declarar, incluindo Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e AJ Dybantsa (BYU). Todos cotados como possíveis primeiras escolhas gerais, mas mesmo assim hesitaram.

    O mais interessante é o caso do Alijah Arenas, filho do Gilbert Arenas (lembram dele?). O garoto se declarou, mas logo depois voltou atrás e vai ficar mais um ano em USC. Ele tava se recuperando de uma lesão no joelho depois de um acidente de carro – situação complicada pra qualquer jovem.

    Sinceramente, acho que essa mudança é boa pro desenvolvimento dos jogadores. Quantos caras a gente não viu se queimar saindo muito cedo? Agora eles podem amadurecer mais no college sem perder dinheiro. É uma situação win-win.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu tô curioso pra ver como isso vai afetar o nível da NBA nos próximos anos.

  • Booker sumiu na pior hora e torcida dos Suns já vê eliminação

    Booker sumiu na pior hora e torcida dos Suns já vê eliminação

    Cara, eu não esperava ver o Devin Booker tão perdido assim numa situação dessas. Dois pontos. DOIS. No primeiro tempo de um jogo de eliminação, em casa, contra o Thunder. Sinceramente? Tô começando a entender o desespero da torcida dos Suns.

    Olha, durante toda a temporada eu até elogiei Phoenix. Depois de mandarem o Kevin Durant embora, muita gente achava que eles iam desabar. Mas o time abraçou uma identidade mais raçuda, trouxeram o Dillon Brooks pra dar pegada e pareciam ter encontrado o caminho com o Booker liderando.

    A realidade cruel dos playoffs

    Agora é que a coisa pega mesmo. Com 75-67 para Oklahoma no intervalo e Booker errando tudo (0-3 nos arremessos), a torcida dos Suns começou a desabafar nas redes sociais. E olha, não tô vendo mentira no que estão falando.

    “É hora de ter uma conversa séria sobre o Devin Booker! Ele passou batido no jogo 7 contra os Mavs! Culparam o Ayton, ano passado culparam Beal e KD! Não sei se ele é O cara quando a coisa aperta!”, desabafou um torcedor no X.

    E tem outro que foi mais direto: “Cara, Booker, você tem 2 pontos EM CASA num jogo de ELIMINAÇÃO, que isso mano”.

    O peso do contrato milionário

    Aqui que a coisa fica complicada mesmo. O cara vai receber mais de 60 milhões de dólares por ano nos próximos anos. Sessenta milhões! E aí você vê uma atuação dessas no momento que mais importa…

    Na minha visão, Booker é um jogador incrível, mas tem algo nele que não fecha quando a pressão aumenta nos playoffs. E isso não é novidade — já vi isso antes. O problema é que com esse salário astronômico, Phoenix precisa que ele seja O cara, não um coadjuvante.

    “Devin Booker é a maior farsa da NBA… 75 milhões por ano pra nada”, escreveu outro fã revoltado. Pesado, mas depois de ver só 2 pontos num jogo desses, dá pra entender a revolta.

    Dillon Brooks e até o Jalen Green, que tava machucado, estavam pelo menos tentando. Booker? Sumido. E isso que Thunder nem é invencível — eles são bons, mas não são esses monstros todos.

    Vocês acham que ele consegue se redimir no segundo tempo? Porque se não conseguir, essa temporada dos Suns vai terminar de um jeito bem melancólico. E pior: com muita gente questionando se vale a pena apostar todas as fichas nesse cara quando o bagulho aperta mesmo.

  • Thunder varre os Suns e SGA brilha com 31 pontos na decisão

    Thunder varre os Suns e SGA brilha com 31 pontos na decisão

    Cara, que absurdo foi esse jogo! O Thunder simplesmente passou o rodo nos Suns e fechou a série com uma vitória por 131-122 no Jogo 4. Terceira varrida consecutiva nos playoffs pra galera de Oklahoma City — esses caras não tão brincando em serviço.

    SGA sendo monstro como sempre

    O Shai Gilgeous-Alexander foi simplesmente imparável ontem. 31 pontos com umas finalizações absurdas no garrafão, driblando todo mundo e convertendo mesmo com contato. Olha, eu já esperava que ele jogasse bem, mas o cara superou as expectativas novamente.

    Na minha visão, o que mais impressiona no SGA é a frieza dele nos momentos decisivos. Phoenix tentou de tudo pra voltar no jogo — até chegou perto no final do terceiro quarto e acordou a torcida no Arizona. Mas aí que tá: quando a pressão aperta, o cara simplesmente resolve aparecer.

    Suns lutaram mas não foi suficiente

    Olha, não vou falar que Phoenix não tentou. A galera do Kevin Durant e companhia fez uma temporada sólida (45-37), passou pelos Warriors no play-in de forma convincente. Mas sinceramente? Essa matchup contra o Thunder #1 do Oeste estava desproporcional desde o começo.

    Thunder ganhou três jogos por dupla diferença, incluindo aquela surra histórica de 35 pontos no Jogo 1. Só ontem que Phoenix conseguiu manter o placar mais apertado — e mesmo assim perdeu por 9.

    E aí, vocês acham que alguém consegue parar esse Thunder? Porque pelo jeito que eles tão jogando, a defesa funcionando e o SGA destruindo tudo, eu tô começando a acreditar que eles podem repetir o título mesmo.

    Agora é esperar pra ver quem vai ser o próximo sacrificado. Thunder pega o vencedor de Lakers x Rockets na segunda rodada — e pelo que vi até agora, Los Angeles tá na frente da série.

    Terceira varrida seguida nos playoffs. Isso não é sorte não, pessoal. É time grande fazendo coisa de time grande.

  • Duren tá perdendo dinheiro a cada jogo e os fãs dos Pistons piram

    Duren tá perdendo dinheiro a cada jogo e os fãs dos Pistons piram

    Cara, eu não consigo mais defender o Jalen Duren. Simplesmente não dá.

    Quando o Cade Cunningham machucou no final da temporada regular (pulmão colapsado, coisa séria), o Duren virou o cara dos Pistons. E mano, que fase absurda ele teve! Fazendo 22 pontos e 10 rebotes por jogo como primeira opção. Eu tava lá pensando “esse moleque vai explodir nos playoffs”.

    A realidade bateu forte

    Só que aí chegaram os playoffs e… que decepção, velho. Os Pistons eram o primeiro colocado do Leste — PRIMEIRO COLOCADO — e agora estão perdendo de 3×1 pro Magic. E o Duren? Tá irreconhecível.

    Olha só esses números que me deram uma dor no peito: 9,8 pontos e 8,3 rebotes por jogo na série. Pra um cara que é a segunda opção do time atrás do Cade, isso é inadmissível. E o pior? Acertando só 42% dos arremessos!

    O jogo 4 foi o “melhor” dele nos playoffs até agora — 12 pontos e 8 rebotes. Quando 12 pontos é seu melhor jogo nos playoffs, brother, tem algo muito errado aí.

    Tomou uma enterrada que virou meme

    E ainda por cima o Jamal Cain — que nem todo mundo conhece — meteu uma posterizada nele no jogo 4 que virou viral. Imagina você, pivô de 2,11m, tomando uma dessas na cara nos playoffs? Constrangedor.

    A torcida dos Pistons tá pistola mesmo. Vi um monte de comentário tipo “Detroit, NÃO DÁ O CONTRATO MÁXIMO PRO DUREN!” e “esse cara tá perdendo dinheiro a cada jogada”. Sinceramente? Eu entendo a revolta deles.

    Olha, eu gosto do Duren. Acho que ele tem potencial pra ser um baita pivô na liga. Mas essa performance nos playoffs tá sendo um desastre completo. Vocês acham que ele consegue se recuperar ou já era pro supermax que ele tava sonhando?

    Uma coisa é certa: se os Pistons levarem essa virada histórica (que eu duvido muito), vai ser SEM o Duren jogando bem. E isso é triste demais pra um time que dependia tanto dele.

  • Desmond Bane pergunta se Franz Wagner tá bem após lesão: união do Magic

    Desmond Bane pergunta se Franz Wagner tá bem após lesão: união do Magic

    Cara, tem coisa mais bonita que isso? O Orlando Magic acabou de dar uma surra no Detroit Pistons por 94 a 88 no jogo 4, tá a uma vitória de eliminar o primeiro colocado da conferência (imagina só!), e no meio da comemoração toda, o Desmond Bane vai lá e pergunta pro Franz Wagner: “Você tá bem?”

    Simples assim. Duas palavras em inglês que mostram o que esse time do Magic realmente é.

    A lesão que assustou todo mundo

    O Wagner teve que sair no último quarto com uma lesão na panturrilha e não voltou mais. Óbvio que todo mundo ficou preocupado — o alemão tava tendo um jogaço, com 19 pontos, 5 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Mas na hora da comemoração, com todo mundo se abraçando na quadra, o Bane foi direto nele.

    “You alright?” (Você tá bem?)

    “Yeah” (Sim), respondeu o Wagner.

    Mano, eu vi isso e pensei: esse é o time que todo mundo duvidava no começo da temporada? Que falavam que o Bane, Wagner e Paolo Banchero não iam conseguir jogar juntos porque todos queriam a bola?

    Magic provando os céticos errados

    Lembro quando saiu a trade que trouxe o Bane pro Magic. Galera ficou maluca: “Como é que três caras que precisam da bola vão funcionar juntos?” Pois é, funcionou sim senhor.

    O Bane liderou o time no jogo 4 com 22 pontos (acertando 5 das 10 tentativas de 3), o Wagner contribuiu com aqueles 19 pontos antes da contusão, e o Paolo… bom, o Paolo continua sendo o Paolo.

    Sinceramente? Eu não esperava que esse Magic chegasse tão longe. Time que mal se classificou pros playoffs como oitavo colocado, todo mundo achando que ia levar uma varrida do Detroit. E olha onde eles estão: podem ser apenas o sétimo oitavo colocado da história a chegar na segunda rodada.

    A lesão do Wagner ainda é uma incógnita — não sabemos a gravidade. Mas uma coisa eu sei: esse grupo tem uma química que vai muito além de estatísticas. Quando você vê um companheiro se preocupando assim com o outro, no meio da euforia toda, é porque tem algo especial rolando.

    Vocês acham que o Magic consegue fechar a série no jogo 5, em Detroit? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

  • Gobert com inalador em Denver? A altitude tá pegando pesado

    Gobert com inalador em Denver? A altitude tá pegando pesado

    Olha só que situação bizarra: Rudy Gobert foi flagrado usando um inalador durante o Jogo 5 dos Timberwolves contra os Nuggets em Denver. E não, não é brincadeira não.

    A galera de Minnesota tá a uma vitória de eliminar os atuais campeões na primeira rodada — algo que ninguém esperava, convenhamos. Com 3-1 na série, parecia que ia ser tranquilo fechar em casa dos Nuggets. Só que aí a altitude de Denver resolveu aparecer pra complicar.

    Quando a montanha pesa

    Denver fica a uma milha acima do nível do mar, pessoal. E isso não é só detalhe técnico — é uma realidade física que pode quebrar qualquer atleta que não tá acostumado. Pelo jeito, o Gobert tá sentindo na pele (ou melhor, no pulmão) o que é jogar nessa altitude.

    Sinceramente? Eu já imaginava que isso ia ser problema. O cara tem 2,16m e mais de 110 quilos — imagina o tanto de oxigênio que esse monstro precisa pra se mover pela quadra por 35 minutos. Em Denver então…

    E não é só impressão minha não. Os Nuggets aproveitaram pra martelar o garrafão: 32 pontos na pintura só no primeiro tempo. Até o Cam Johnson, que não é exatamente conhecido por ser um finalizador agressivo, tava fazendo bandeja na cara do Gobert como se fosse treino.

    Wolves resistindo mesmo assim

    O que mais me impressiona é que, mesmo com Gobert claramente não no seu melhor e sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo pro resto da série, Minnesota conseguiu manter o jogo competitivo. Perdendo por apenas 9 pontos no intervalo (60-51) — diferença que dá pra virar tranquilo.

    Ayo Dosunmu foi o herói do Jogo 4, mas agora a pressão tá toda em cima dele e do resto do banco. Vocês acham que os Wolves conseguem fechar mesmo com todas essas adversidades?

    Porque olha, seria uma das maiores zebras dos últimos playoffs ver os atuais campeões sendo eliminados na primeira rodada por um time tão desfalcado. E com o Gobert precisando de inalador pra respirar… cara, isso seria história pra contar pros netos.

  • Pat Riley fecha a porta: ‘Vou construir o Heat em torno do Bam’

    Pat Riley fecha a porta: ‘Vou construir o Heat em torno do Bam’

    Olha, se tinha alguém ainda sonhando com uma possível troca do Bam Adebayo, Pat Riley acabou de jogar um balde de água fria nessa ideia. O presidente do Miami Heat foi categórico na coletiva de fim de temporada: Bam é intocável. Ponto final.

    “Eu quero construir isso em torno do Bam”, disse Riley sem papas na língua. “Acho que [o proprietário Micky Arison] quer a mesma coisa, e [o CEO Nick Arison], e [o gerente geral Andy Elisburg], e todos nós queremos. Então vou dar um não categórico, eu não faria isso.”

    A comparação que não colou

    A pergunta veio depois dos jornalistas citarem outros times do Leste que trocaram seus melhores jogadores e se deram bem. Indiana mandou Domantas Sabonis embora em 2022, conseguiu Tyrese Haliburton e chegou às finais da NBA ano passado. Toronto negociou Pascal Siakam, Atlanta movimentou Trae Young pro Washington…

    Mas Riley cortou essa conversa na raiz. “Os jogadores que foram trocados nesses exemplos não são o Bam”, foi a resposta seca. E sinceramente? Faz todo sentido.

    Bam teve mais uma temporada sólida: 20,1 pontos, 10 rebotes e 3,2 assistências por jogo. O cara é um monstro dos dois lados da quadra e ainda tem apenas 28 anos. Ah, e quem pode esquecer daquela noite épica contra Washington quando ele fez 83 pontos? Segundo maior placar individual da história da NBA, pessoal!

    A frustração do craque

    Claro que nem tudo foram flores. O Heat começou bem (14-7) mas despencou no final da temporada, perdendo 10 dos últimos 15 jogos e terminando em 10º no Leste. Mais uma vez no play-in pelo quarto ano seguido — e Bam deixou claro que tá de saco cheio disso.

    Riley admitiu que sentiu a frustração do pivô na conversa de fim de temporada. “Tive uma ótima entrevista de saída com Bam, e sinto sua frustração”, contou o presidente. “Assim como senti a frustração do Dwyane [Wade], do Shaquille [O’Neal], do Alonzo [Mourning] e de todos os jogadores que trouxemos aqui ao longo dos anos.”

    A promessa? Buscar “alguém que seja diferente” pra ajudar Bam. E aí, Heat Nation, quem vocês acham que pode ser esse reforço de peso?

    Uma coisa é certa: com Bam blindado e Riley decidido a construir algo especial em Miami, a offseason promete ser bem movimentada. O pivô brasileiro naturalizado americano continua sendo a pedra fundamental dos planos do Heat — e olha, não podia ser diferente mesmo.

  • Bane sangra no cotovelo e Magic abre 3-1 contra os Pistons

    Bane sangra no cotovelo e Magic abre 3-1 contra os Pistons

    Gente, eu não sei vocês, mas eu definitivamente não tinha o Orlando Magic abrindo 3-1 contra o Detroit Pistons na minha cartela de apostas dos playoffs. E olha que os Pistons eram o primeiro seed da conferência! Mas a realidade é essa: o time de Orlando tá dando sangue — literalmente — pra chegar nas semifinais.

    Na reta final do Jogo 4, as câmeras flagraram uma cena bem pesada: o cotovelo do Desmond Bane sangrando pra caramba. O cara tava com o braço todo ensanguentado, mas continuou jogando como se nada tivesse acontecido. Isso é garra, meu povo!

    Orlando surpreende todo mundo

    Sinceramente, alguém aí apostou no Magic chegando tão longe assim? Eu confesso que não. Time jovem, sem muita experiência em playoffs, enfrentando uma equipe que dominou a temporada regular… Parecia receita pro fracasso.

    Mas ó, basquete é isso aí. Às vezes o azarão simplesmente resolve jogar o melhor basquete da vida dele bem na hora que mais importa. E o Bane, mesmo sangrando, continuou mandando bala. O maluco é brabo mesmo.

    Garra de verdade

    Essa imagem do Bane com o cotovelo sangrando vai ficar marcada, pode apostar. É o tipo de coisa que define uma série, sabe? O cara literalmente dando o sangue pela vitória da equipe.

    Aparentemente não foi nada grave — só um corte feio mesmo — mas a simbologia é absurda. Enquanto isso, os Pistons devem tá se perguntando como diabos deixaram a situação chegar nesse ponto.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar a série no próximo jogo? Ou os Pistons vão acordar e mostrar por que foram o melhor time da temporada regular? Porque uma coisa é certa: depois de ver o Bane jogando sangrando, eu não duvido mais de nada desse time de Orlando.

  • Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Gente, eu tô em choque. O Orlando Magic acabou de dar mais um passo gigante rumo ao que pode ser uma das maiores zebras dos últimos tempos na NBA. Com a vitória por 94 a 88 sobre o Detroit Pistons no Jogo 4, eles abriram 3-1 na série e estão a uma vitória de eliminar a primeira colocada da conferência.

    Sinceramente? Eu não esperava isso quando começou a série.

    Bane e Banchero carregaram o piano

    Desmond Bane foi simplesmente monstro na noite de segunda-feira. 22 pontos, incluindo uma bomba de três nos momentos decisivos que praticamente selou o jogo. O cara acertou 5 de 10 tentativas do perímetro – quando você precisa, aparece.

    Paolo Banchero fez a sua parte também: 18 pontos, 8 rebotes e 4 assistências. O italiano tá mostrando por que foi a primeira escolha do Draft há alguns anos. E Franz Wagner? 19 pontos antes de sair com uma lesão na panturrilha no último período. Torcer para não ser nada sério.

    Defesa ganha campeonatos (e séries de playoff)

    O que mais me impressionou foi a defesa do Magic. Forçaram 20 turnovers dos Pistons – vinte! – e converteram isso em 23 pontos. Quando seu ataque não tá funcionando (33% de aproveitamento de quadra), você precisa encontrar outras formas de vencer.

    Foi uma batalha desde o primeiro quarto, mas o Magic soube ser mais inteligente nos momentos que importavam. A Kia Center tava pegando fogo, e o time soube usar essa energia a favor.

    Olha, muita gente (eu incluído) deu essa série como perdida para o Magic antes mesmo dela começar. Detroit era favorito absoluto, primeira cabeça de chave, time experiente. Mas o basquete é isso aí – às vezes o azarão morde.

    Se o Orlando conseguir fechar a série na quarta-feira, em Detroit, eles vão se juntar a um grupo bem seleto: apenas seis times com seed 8 conseguiram avançar para a segunda rodada dos playoffs desde 1994. É história pura.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar em Detroit? Ou os Pistons vão conseguir forçar um Jogo 6 em casa?

  • Cade Cunningham tá fazendo os fãs dos Pistons surtarem

    Cade Cunningham tá fazendo os fãs dos Pistons surtarem

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas o Cade Cunningham tá preocupando MUITO nessa série contra o Magic. Os Pistons estão 3-1 atrás na primeira rodada dos playoffs, e sinceramente? O cara que deveria ser a estrela do time tá jogando como se fosse rookie nervoso.

    Na derrota de segunda-feira por 94-88, o Cunningham até fez 25 pontos no papel. Mas mano, que 25 pontos horríveis foram esses. O cara errou DEZESSEIS arremessos (acertou só 7 de 23) e ainda perdeu a bola oito vezes. Oito! Isso é coisa de veterano experiente ou de moleque perdido?

    O quarto período que ninguém quer lembrar

    Agora vem a parte que mais dói: no último quarto — quando o jogo se decide, quando a estrela tem que aparecer — o Cade simplesmente sumiu. Dois pontos míseros. Errou todos os cinco arremessos que tentou, incluindo três bolas de três que nem chegaram perto do aro.

    Cara, eu sei que ele voltou há pouco tempo daquela lesão no pulmão no final da temporada regular. Mas é playoffs, brother! É agora ou nunca para esses Pistons que todo mundo falava que estavam “à frente do cronograma”.

    A torcida não tá perdoando

    E os fãs? Rapaz, estão surtando nas redes sociais. “Já é hora de termos uma conversa sobre o Cade também. Ele tem jogado mal”, escreveu um torcedor revoltado. Outro foi mais cirúrgico: “Detroit precisa arrumar outro pontuador porque o ataque não pode viver e morrer pelo Cunningham se eles querem brigar de verdade no Leste”.

    Eu concordo com esse ponto, sabe? Por mais que o Cade seja talentoso (e é muito), não dá pra colocar toda a responsabilidade nas costas de um cara de 23 anos. O time precisa de mais opções ofensivas.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem a virada histórica? Porque olhando esse Cunningham aí, tá difícil de acreditar…