Autor: Leandro Amorim

  • NIL mudou tudo: por que os caras estão ficando na NCAA em vez do Draft

    NIL mudou tudo: por que os caras estão ficando na NCAA em vez do Draft

    Olha só que loucura: apenas 71 jogadores se inscreveram para o Draft da NBA esse ano — o menor número em mais de duas décadas! Cinco anos atrás eram 363 caras querendo virar profissional. E a culpa (ou mérito, dependendo do ponto de vista) é do NIL.

    Para quem não manjou ainda, NIL significa Name, Image and Likeness — basicamente os universitários agora podem ganhar uma grana preta só por serem quem são. E cara, isso mudou TUDO.

    A matemática que faz sentido

    Vou dar uns números pra vocês entenderem o tamanho da parada. Cooper Flagg, que foi primeira escolha geral no ano passado, garantiu um contrato de 4 anos valendo mais de 62 milhões de dólares. Já o último cara do primeiro round? 14 milhões garantidos.

    Agora imagina você sendo um possível segunda rodada ou nem sendo draftado. Rasheer Fleming, primeiro da segunda rodada, ganhou “só” 6 milhões garantidos de um contrato de 8,7 milhões. Os não-draftados? Boa sorte, parceiro.

    Na minha visão, foi a decisão mais inteligente que a NCAA podia ter tomado — mesmo sem querer. Antes os caras tinham que escolher entre universidade ou NBA, sem meio termo. Agora podem ganhar dinheiro na faculdade E ainda se desenvolver mais.

    O caso que exemplifica tudo

    Thomas Haugh, do Florida, era cotado pra ser lottery pick e resolveu ficar mais um ano. A razão? Ele vai faturar na universidade o equivalente aos seus DOIS PRIMEIROS ANOS na NBA se fosse draftado no top 20.

    Absurdo, né? O cara literalmente dobrou o dinheiro ficando na faculdade.

    Outros monstros como Braylon Mullins (UConn) e Patrick Ngongba II (Duke) também escolheram o mesmo caminho. E olha, eu não culpo nenhum deles.

    A nova realidade do basquete universitário

    Sinceramente, acho que isso é bom pro basquete como um todo. Os jogadores chegam mais maduros na NBA, o nível da NCAA melhora porque os craques ficam mais tempo, e todo mundo ganha.

    Alijah Arenas (filho do Gilbert Arenas, lembram dele?) é outro exemplo interessante. Estava na lista dos early-entry mas vai voltar pra USC. O cara teve um acidente sério no ano passado e quer mais tempo pra se recuperar completamente — e ainda por cima vai ganhar bem pra isso.

    O Draft vai rolar nos dias 23 e 24 de junho, mas até lá ainda podem ter mais desistências. A data limite pra sair da lista é 27 de maio, então a coisa ainda pode encolher mais.

    E aí, vocês acham que essa mudança veio pra ficar? Eu apostaria que sim. Quando dinheiro entra na jogada, tudo muda — e dessa vez mudou pra melhor pros atletas.

  • Smart e Kennard multados por desrespeitarem árbitros nos playoffs

    Smart e Kennard multados por desrespeitarem árbitros nos playoffs

    Olha só que confusão rolou nos playoffs! Marcus Smart e Luke Kennard, dos Lakers, foram multados pela NBA depois de partiren pra cima dos árbitros no final do Jogo 4 contra os Rockets. E não foi pouca coisa não — Smart levou uma multa de $35 mil por “questionar a integridade dos árbitros”, enquanto Kennard pagou $25 mil por usar “linguagem inapropriada” com os caras de listrado.

    A situação toda começou depois daquela derrota dura por 115-96 para Houston. Vocês viram como foi? Os Lakers estavam sendo atropelados mesmo, e aí no finalzinho do jogo rolou uma confusãozinha debaixo da cesta que resultou na expulsão de Adou Thiero e Aaron Holiday. Foi aí que o bicho pegou.

    A gota d’água que faltava

    Cara, dá pra entender a frustração dos caras. Imagina só: seu time tomando uma surra histórica nos playoffs, dois companheiros expulsos por praticamente nada, e você ali vendo tudo desmoronar. O Smart, que sempre foi conhecido por ser intenso (pra falar o mínimo), simplesmente perdeu a linha e partiu pra cima da arbitragem.

    O vídeo do lance mostra o Smart claramente descontando toda a raiva nos árbitros depois das expulsões. E olha, sinceramente? Em um momento desses, com a pressão dos playoffs e vendo o time afundando, é difícil manter a calma mesmo.

    Caro demais pra descontar a raiva

    Agora a pergunta que não quer calar: valeu a pena? $60 mil no total entre os dois por alguns segundos de descontrole. É muita grana jogada fora, ainda mais considerando que os Lakers já estão com problemas suficientes nessa série contra os Rockets.

    A NBA não perdoa mesmo quando o assunto é desrespeito à arbitragem — e olha que eles nem bateram em ninguém, só falaram demais. Imagina se tivessem partido pra agressão física? Seria suspensão na certa, e aí sim o buraco seria mais embaixo.

    E vocês, acham que os caras exageraram na reação ou dá pra entender o lado deles? Porque uma coisa é certa: nos playoffs, cada jogo vale ouro, e perder a cabeça assim pode custar muito mais que dinheiro — pode custar uma eliminação.

  • Edwards vai ficar fora por semanas com lesão no joelho

    Edwards vai ficar fora por semanas com lesão no joelho

    Cara, a ressonância confirmou o que a gente já imaginava, mas não deixa de ser um baque. Anthony Edwards sofreu uma hiperextensão no joelho esquerdo com contusão óssea e vai ficar “semana a semana” — ou seja, ninguém sabe exatamente quando ele volta.

    O moleque se machucou numa jogada boba, tentando contestar um arremesso do Cameron Johnson dos Nuggets. Aterrissou torto e pronto — joelho hiperextendido. E olha que ironia: é o joelho OPOSTO ao que já vinha incomodando ele no final da temporada regular.

    Wolves na mão sem o craque

    A boa notícia? Minnesota tá liderando a série por 3-1 contra Denver, então provavelmente vão avançar mesmo sem o Ant-Man. Mas e depois? A segunda rodada pode ser bem mais complicada sem o principal jogador do time.

    Chris Finch, técnico dos Wolves, disse que Edwards vai “forçar a barra” pra voltar ainda nestes playoffs — se o time conseguir se manter vivo, né. Sinceramente, acho que ele volta sim, provavelmente contra os Spurs na próxima fase.

    Timing não podia ser pior

    Olha, eu sei que lesão nunca tem hora boa, mas cara… bem nos playoffs? Edwards tava tendo uma pós-temporada absurda, carregando Minnesota nas costas. Agora os Wolves vão ter que descobrir como ganhar jogos sem o cara que faz 28 pontos por jogo dormindo.

    Vocês acham que conseguem passar dos Spurs sem o Edwards 100%? Eu tenho minhas dúvidas, não vou mentir. O time tem peças, mas o Ant é o motor de tudo lá.

    A esperança é que seja só questão de algumas semanas mesmo. Contusão óssea é chato mas não é fim de mundo — desde que não force demais, claro. Melhor voltar bem do que apressar e virar algo mais sério.

  • NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    Galera, parece que a NBA tá mesmo decidida a mexer no Draft Lottery de uma vez por todas. E olha, a proposta que tá ganhando força é bem maluca: 18 times na loteria em vez dos atuais 14, com as chances muito mais equilibradas.

    Segundo o que tá rolando nos bastidores, a ideia que mais tá pegando é essa: os 10 piores times da liga teriam 8% de chance cada um de pegar a primeira escolha. Os outros 8 times dividiriam os 20% restantes. Sinceramente? Acho meio bizarro.

    O que muda na prática

    Se isso for aprovado (e só vai rolar se o Board of Governors votar a favor mês que vem), não são só os times do play-in que vão pra loteria. Os 4 times com pior campanha que chegaram aos playoffs mas perderam na primeira rodada também entram na brincadeira.

    Imaginem se isso existisse essa temporada — Raptors e talvez até o Phoenix estariam na loteria! E aí? Vocês acham justo um time que chegou aos playoffs ganhar a primeira escolha do Draft?

    Na minha visão, isso vai gerar uma polêmica monstro no primeiro ano que acontecer. Porque vai acontecer, né? Com a sorte que a NBA tem pra essas coisas…

    Menos tanking, mais problemas?

    A lógica do Adam Silver é simples: se todo mundo tem chance parecida, ninguém vai querer perder de propósito. E até faz sentido — dar 8% igual pra todos os 10 piores diminui o incentivo de correr atrás do pior recorde da liga.

    Mas olha só que paradoxo absurdo: nos anos que aparecer um Wembanyama ou Cooper Flagg da vida, os times vão tankar do mesmo jeito pra garantir que ficam no bottom-10. E nos anos de Draft fraco (como deve ser o próximo), o Silver vai sair por aí falando que a solução dele funcionou perfeitamente.

    Cara, eu entendo a intenção, mas tô com os GMs que falaram pros caras do The Athletic: isso pode criar problemas novos que vão ter que resolver depois. O Draft existe justamente pra ajudar os times ruins a ficarem bons — é assim no futebol americano, hockey, baseball. Por que no basquete tem que ser complicado?

    Lembram do que rolou com Dallas? 11 times tinham recorde pior que eles, mas os caras ganharam na loteria com 1,8% de chance e pegaram o Cooper Flagg. Como isso ajuda um time que tá realmente sofrendo há anos?

    O que vocês acham dessa mudança? Comentem aí — na boa, tô curioso pra saber se eu tô sendo muito conservador ou se essa história de 18 times na loteria é furada mesmo.

  • Brunson lamenta lesão grave de DiVincenzo: ‘É foda ver isso’

    Brunson lamenta lesão grave de DiVincenzo: ‘É foda ver isso’

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Donte DiVincenzo, ex-atirador dos Knicks, sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles no sábado e tá fora da temporada. E o pior? Aconteceu logo no primeiro quarto do jogo contra os Nuggets.

    A cena foi de partir o coração. O DiVincenzo tentou um arremesso de três, foi buscar o rebote ofensivo e na hora de plantar o pé… PUM. Lesão sem contato, que é sempre a pior. Ele mesmo sinalizou pro banco que tava ferrado e saiu de quadra.

    O drama todo da lesão

    Olha, o cara conseguiu sair andando sozinho no primeiro momento – o que já deu uma esperança básica. Mas no intervalo, ele já tava saindo do estádio numa cadeira de rodas, com tala e tudo. Confirmaram a lesão depois do jogo.

    DiVincenzo já fez a cirurgia domingo em Nova York. Sinceramente, ruptura de Aquiles é uma das piores coisas que pode acontecer com um atleta – demora pra voltar e nunca mais é a mesma coisa.

    Brunson não esquece do parceiro

    Jalen Brunson, capitão dos Knicks, foi um dos primeiros a mandar mensagem pro ex-companheiro. “Conversei com ele, parece estar de bom humor”, disse o Brunson. “Ele tá fazendo um plano e eu desejo o melhor pra ele, mas é foda ver isso acontecer.”

    E completou: “Esse é meu irmão, difícil de ver, mas ele vai voltar mais forte.” Que classe do Brunson, né? Mesmo depois que o DiVincenzo saiu dos Knicks, a amizade continuou.

    O mais triste é que o DiVincenzo tava tendo uma temporada monstro pelos Timberwolves. Jogou todos os 82 jogos da temporada regular e acertou 38% das bolas de três. Um verdadeiro guerreiro que não descansava nunca.

    Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível depois dessa lesão? Eu torço muito, porque o cara é um baita jogador e pessoa melhor ainda.

  • Nuggets e Wolves sem peças-chave no jogo decisivo: Gordon e Edwards fora

    Nuggets e Wolves sem peças-chave no jogo decisivo: Gordon e Edwards fora

    Cara, que situação bizarra nos playoffs! O Denver Nuggets vai enfrentar a eliminação hoje à noite sem Aaron Gordon, enquanto o Minnesota Timberwolves também perdeu peças importantes — incluindo o astro Anthony Edwards.

    Gordon foi cortado da partida por conta de uma lesão na panturrilha. O mais frustrante? É o segundo ano seguido que isso acontece com ele nos playoffs. Como disse o técnico David Adelman: “Este tem sido um momento esmagador para ele ter isso acontecendo dois anos seguidos.”

    Denver contra a parede

    Olha, eu não vou mentir — sem Gordon, fica muito mais difícil para o Nuggets. O cara é praticamente o terceiro jogador mais importante do time, atrás só do Jokić e do Jamal Murray. Durante a temporada regular, ele meteu 16.2 pontos por jogo com 49.7% de aproveitamento nos arremessos.

    A situação do Denver tá complicada mesmo. Eles ganharam o primeiro jogo da série com Gordon em quadra, mas desde então perderam três seguidas. Agora enfrentam a eliminação em casa, numa situação de 3-1 para o Minnesota.

    Com Gordon fora no Jogo 3, o jovem Spencer Jones assumiu a titularidade. Fez um trabalho decente (6 pontos em 23 minutos), mas convenhamos — não é a mesma coisa que ter Gordon defendendo e esticando a quadra com arremessos de três.

    Wolves também no sacrifício

    Mas espera aí — o Minnesota também tá sofrendo. Donte DiVincenzo sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles no Jogo 4 (temporada acabada pra ele), e o Anthony Edwards machucou o joelho no mesmo jogo. Edwards tá fora por algumas semanas.

    É surreal ver os dois times chegando nesse jogo decisivo tão machucados. O Minnesota conseguiu ganhar o Jogo 4 mesmo com essas lesões, o que mostra a força mental dessa equipe.

    Sinceramente? Acho que vai ser um jogaço hoje à noite. Duas equipes no sacrifício, lutando com as armas que têm. O Nuggets em casa, contra a parede, com Jokić provavelmente fazendo de tudo para não deixar a temporada acabar.

    E vocês, acham que Denver consegue forçar um Jogo 6 sem Gordon? Ou será que Minnesota fecha a série fora de casa mesmo desfalcado?

  • Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cara, que temporada absurda foi essa! Cooper Flagg acabou de ser confirmado como Rookie of the Year da NBA numa votação que literalmente foi decidida nos últimos votos. Estou aqui ainda processando os números — 56 votos em primeiro lugar pra ele, 44 pro Kon Knueppel. É muita coisa!

    Olha só que loucura: entrando na temporada, todo mundo (eu inclusive) achava que o Flagg ia dominar esse prêmio sem nem suar. Primeira escolha do Draft, indo pro Dallas que todo mundo esperava que brigasse pelos playoffs… Aí a realidade bateu na porta.

    A reviravolta que ninguém esperava

    “Essa temporada saiu muito diferente do que eu esperava”, disse o próprio Flagg na NBA Showtime. E não é que foi mesmo? Por longos períodos da temporada, eu tava vendo o Kon Knueppel — que foi colega de quarto dele em Duke — literalmente roubando o show em Charlotte.

    Vocês viram como o Knueppel tava jogando no meio da temporada? Monstro total. Eu sinceramente achei que ele ia levar, não vou mentir. Mas aí o Cooper acordou pra vida nas últimas semanas e simplesmente virou a mesa.

    Números que fazem história

    E que números, hein pessoal! Flagg fechou a temporada com média de 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas o que me deixou de queixo caído mesmo foi ele entrar num clube seleto: junto com Michael Jordan como únicos rookies a liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubos de bola.

    Ah, e aqueles 51 pontos contra Orlando em abril? Recorde da NBA pra um rookie. CINQUENTA E UM! Fora os outros três jogos com mais de 40 pontos. O cara literalmente decidiu que ia fazer história mesmo.

    VJ Edgecombe do Philadelphia ficou em terceiro lugar — e olha, em muitos outros anos ele teria levado fácil. Essa classe de rookies foi diferenciada demais.

    Por que essa votação foi tão especial

    Essa foi a segunda votação mais apertada pra ROY desde que a liga começou a acompanhar os números em 2003. A única mais disputada foi em 2022 com Scottie Barnes e Evan Mobley — lembram dessa?

    O que mais me impressiona é ver um cara de 19 anos (segundo mais jovem a ganhar o prêmio, só perdendo pro LeBron) aguentar a pressão de Dallas e ainda por cima crescer no momento decisivo. Começou meio perdido, admito, mas terminou mostrando porque foi a primeira escolha.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser All-Star já no segundo ano? Eu tô começando a acreditar que sim…

  • Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Cara, que corrida foi essa! Cooper Flagg acabou de levar o prêmio de Rookie of the Year da NBA numa disputa que me deixou grudado até o último voto. E o mais louco? Ele bateu justamente o Kon Knueppel, que foi seu companheiro de equipe em Duke. Imagina a zueira no grupo do WhatsApp dos caras.

    O placar final foi apertadíssimo: 412 votos pro Flagg contra 386 do Knueppel. VJ Edgecombe ainda apareceu em terceiro com 96 pontos, mas essa foi mesmo uma disputa de dois.

    Quando Duke domina tudo

    Sinceramente, eu não lembro da última vez que dois ex-companheiros de faculdade fizeram uma corrida tão parelha pro ROY. E olha que estamos falando de Duke — esse programa simplesmente não para de produzir talentos absurdos.

    O que mais me impressiona no Flagg é como ele conseguiu dominar caras que são literalmente 10-15 anos mais velhos que ele. Mano tem 19 anos e tá jogando como se fosse veterano há década. Nos Mavericks então? O cara virou peça fundamental desde o primeiro jogo.

    Já o Knueppel no Charlotte, cara… lembram quando todo mundo duvidou da escolha dele na 4ª posição do draft? “Muito arriscado”, “não tem físico pra NBA”, essas coisas. Hoje ninguém mais fala isso. O garoto provou que tem jogo pra caramba.

    O futuro tá garantido

    Olha, eu tô falando: esses dois vão brigar por títulos pelos próximos 15 anos fácil. Flagg já mostrou que tem potencial pra ser um dos melhores da liga, e Knueppel não fica muito atrás não.

    E vocês, acham que foi justa essa vitória do Flagg? Porque olhando os números da temporada, os dois estavam bem pareados mesmo. Talvez o fator “time melhor” tenha pesado — Dallas teve campanha bem superior ao Charlotte.

    De qualquer forma, Duke Basketball tá de parabéns. Ter os dois primeiros colocados do ROY vindos do mesmo programa é algo que não se vê todo dia. A Brotherhood continua forte!

  • NBA e FIBA analisam propostas para nova liga europeia

    NBA e FIBA analisam propostas para nova liga europeia

    Galera, a coisa tá ficando séria por lá. A NBA e a FIBA estão analisando as propostas de potenciais donos de franquias para uma nova liga na Europa, e pelo visto o interesse tá bem maior do que eles esperavam. Mark Tatum, vice-comissário da NBA, disse que eles ficaram “muito, muito felizes” com a quantidade de ofertas que chegaram.

    Olha, sinceramente? Eu não tô surpreso. Com os monstros europeus dominando a NBA hoje em dia — Jokic, Giannis, Wembanyama, Doncic —, era questão de tempo pra NBA querer investir pesado no berço desses caras.

    A liga pode começar em 2027

    Se tudo der certo, essa nova liga europeia pode começar a rolar em outubro de 2027. Imaginem só: uma liga com o padrão NBA, mas totalmente europeia. Tatum foi bem claro: “Isso não vai ser a NBA se opondo a nada na Europa. Vai ser uma liga europeia, construída por europeus, com europeus”.

    E o mais interessante? Eles vão se reunir em Genebra essa semana com o pessoal da EuroLeague. Porque querendo ou não, a EuroLeague já é uma potência no basquete europeu. A ideia é trabalhar junto, não brigar.

    Quais cidades podem ter times?

    Cara, a lista de possíveis sedes é de dar água na boca para qualquer fã de basquete. Estão falando de Londres e Manchester na Inglaterra, Paris e Lyon na França, Madrid e Barcelona na Espanha. Na Itália, Roma e Milão. Alemanha com Munique e Berlim, Atenas na Grécia e Istambul na Turquia.

    Vocês conseguem imaginar? Um clássico Barcelona vs Real Madrid no basquete? Um Milan vs Roma? Londres vs Paris? Meu Deus, as rivalidades históricas dessas cidades aplicadas no basquete…

    Na minha visão, isso pode ser o empurrão que faltava pro basquete europeu alcançar outro patamar. E com a NBA por trás, a estrutura e o marketing vão ser de primeira. A pergunta que fica é: será que os torcedores europeus vão abraçar essa nova liga, ou vão ver como invasão americana?

    Uma coisa é certa — se essa liga realmente sair do papel em 2027, o cenário do basquete mundial vai mudar drasticamente. E nós aqui do Brasil só podemos torcer pra aparecer mais oportunidades pros nossos jogadores também.

  • Apenas 71 jogadores se inscreveram no Draft 2026 — menor número desde 2003!

    Apenas 71 jogadores se inscreveram no Draft 2026 — menor número desde 2003!

    Cara, vocês viram essa? Apenas 71 jogadores se inscreveram como early entrants no Draft da NBA de 2026. Setenta e um! É o menor número desde 2003, gente. Pra vocês terem ideia da diferença: no ano passado foram 106, e em 2021 chegou a absurdos 363 caras.

    O nome que mais chamou atenção foi Alijah Arenas, da USC. Filho do Gilbert Arenas — lembram dele? O cara que fazia aquelas jogadas insanas no Washington? Pois é, o filho decidiu testar as águas do Draft sem fazer muito alarde.

    O drama do Arenas Jr.

    Olha, a história do Alijah não é simples não. O garoto era top 10 no ranking de calouros de 2025, mas aí veio a bad luck: acidente de carro na primavera passada, depois uma lesão no joelho que precisou de cirurgia. Resultado? Perdeu os primeiros dois meses da temporada 2025-26.

    Agora ele tá rankeado como 39º melhor prospecto pelo CBS Sports. Não é ruim, mas também não é aquela coisa toda. Se ele ficar no Draft, provavelmente vai ser escolhido no segundo dia — e sinceramente, eu acho que seria melhor ele voltar pra USC pra se recuperar 100% e mostrar seu potencial real.

    O interessante é que ele não entrou no portal de transferências da NCAA. Então as opções dele são claras: fica no Draft ou volta pra USC pro segundo ano. Meio all-in, né?

    Por que tão poucos se inscreveram?

    Essa queda brutal nos números tem tudo a ver com o NIL (Name, Image, Likeness). Desde que começou em 2021, os jogadores universitários podem ganhar uma grana boa mesmo ficando na faculdade. Não precisa mais se desesperar pra ir pro Draft cedo.

    E olha, tem uns nomes pesados que esperaram até o último minuto pra se inscrever: Cameron Boozer (Duke), AJ Dybantsa (BYU) e Darryn Peterson (Kansas). Qualquer um desses três pode ser a primeira escolha geral. Monstros do basquete.

    Mas também tem uma galera que pode muito bem voltar pra faculdade, tipo o próprio Arenas, Amari Allen do Alabama, e Tyler Tanner do Vanderbilt.

    E aí, vocês acham que essa tendência de menos early entrants é boa pro basquete universitário? Eu sinceramente acho que sim — os caras ficam mais tempo desenvolvendo, a NCAA fica mais competitiva, todo mundo ganha.

    Só lembrando: eles têm até 27 de maio pras 23h59 pra desistir do Draft e manter a elegibilidade universitária. Aposto que vamos ver alguns nomes voltando atrás. O negócio é jogar certinho mesmo.