Autor: Leandro Amorim

  • Kerr se arrepende de chamar Trump de ‘palhaço’ e cogita deixar Warriors

    Kerr se arrepende de chamar Trump de ‘palhaço’ e cogita deixar Warriors

    Olha, quando pensei que as coisas não podiam ficar mais tensas em Golden State, Steve Kerr resolve jogar essa bomba. O técnico dos Warriors, que sempre foi conhecido por falar o que pensa sobre política, agora está se arrependendo de ter chamado o Trump de “buffoon” (que seria tipo “palhaço” mesmo) e, pasmem, ainda tem gente especulando se ele não vai largar o basquete pra entrar na política.

    Mas calma aí — o próprio Kerr foi rápido em desmentir essa parada. “Eu não tenho nenhum desejo de entrar na política”, disse ele numa entrevista pro The New Yorker. “Eu amo basquete. Este é o meu mundo. Todos os meus amigos e minha galera estão neste mundo.” E sinceramente? Ainda bem, porque imagina a NBA perdendo um cara desse calibre pros corredores de Brasília… ops, de Washington.

    O arrependimento que ninguém esperava

    Agora vem a parte interessante. Kerr, que nunca teve papas na língua quando o assunto é política, resolveu dar uma recuada naquele comentário famoso sobre o Trump. “Mas chamar o Presidente de palhaço, eu meio que me arrependo disso, mesmo sentindo isso no meu coração”, admitiu ele.

    Cara, isso mostra uma maturidade que a gente não vê muito por aí. O homem continua discordando das políticas, mas reconhece que talvez tenha passado do ponto com os ataques pessoais. É tipo quando você fala algo no calor do momento e depois pensa “puts, podia ter sido mais elegante”.

    O futuro incerto em Golden State

    E por falar em incertezas, a situação do Kerr com os Warriors tá longe de estar resolvida. O contrato dele venceu depois da temporada e, pelo visto, nem ele sabe direito o que vai rolar. Tem reunião marcada com o Mike Dunleavy Jr. e o Joe Lacob pra decidir se ele volta pra uma 13ª temporada ao lado do Curry.

    “Eu não quero abandonar esses caras”, disse Kerr, se referindo ao Steph e ao Draymond. E olha, dá pra entender o dilema do cara. Como que você larga uma dupla dessas? O Curry ainda quer jogar “múltiplos” anos a mais, e quem sabe eles não conseguem mais um anel juntos?

    O que vocês acham? Kerr deveria continuar tentando mais um título com essa geração histórica dos Warriors, ou será que chegou a hora de passar o bastão? Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, vai mexer com os rumos da franquia californiana pelos próximos anos.

  • Lakers viraram bagunça total: 23 turnovers no Jogo 4!

    Lakers viraram bagunça total: 23 turnovers no Jogo 4!

    Cara, o que tá acontecendo com os Lakers? Eu tô vendo essa série contra os Rockets e simplesmente não consigo entender como um time que tá ganhando por 3-1 consegue perder a bola 23 vezes em UMA ÚNICA PARTIDA. Vinte e três, pessoal. É de chorar.

    O pior de tudo? Eles vinham falando há semanas sobre a importância de cuidar da bola. Aí chega na hora H e fazem exatamente o contrário. Os caras entregaram 80 turnovers em quatro jogos — nenhum time dos playoffs perdeu mais bola que LA. É surreal.

    JJ Redick tá preocupado (e com razão)

    O técnico JJ Redick disse que vai passar os próximos dias “descobrindo maneiras de evitar esses turnovers”. Olha, sinceramente acho que ele deveria ter pensado nisso antes, né? Mas entendo a situação — o elenco dos Lakers tá quebrado.

    Os dois armadores titulares estão machucados, e quem tá jogando na posição não é armador natural. Até o LeBron, que já foi monstro no controle de bola, tá mostrando que a idade chegou. A mão não é mais a mesma de antigamente.

    Marcus Smart foi direto ao ponto: “A maioria foi mental. Estávamos derrubando passes, eu inclusive. Eu tava jogando a bola na perna dos caras.” Pelo menos ele assumiu, né?

    Austin Reaves pode ser a salvação?

    A volta do Austin Reaves pode ajudar um pouquinho. Pelo menos o cara sabe segurar uma bola melhor que Jake LaRavia ou o próprio Smart na posição. Mas vamos ser realistas — o problema é mais profundo.

    Esse Lakers atual tem uma margem de erro minúscula por causa das lesões. Quando você perde a bola 23 vezes e ainda entrega 30 pontos pro adversário (foi exatamente isso que rolou no Jogo 4), você precisa ser perfeito em TODO o resto pra ganhar. E isso é praticamente impossível.

    O que mais me incomoda é que eles ganharam os três primeiros jogos mesmo perdendo muita bola, e isso pode ter dado uma sensação falsa de que tava tudo bem. Smart disse que fizeram “muito bem” nos primeiros três — discordo totalmente. Eles só se salvaram em outras áreas.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se concentrar e fechar a série? Ou vão deixar os Rockets voltarem pra Los Angeles embalados? Porque do jeito que tá, qualquer descuido pode virar pesadelo nos playoffs.

  • Magic tá fazendo história! Jamal Cain enterra no Duren e time está a 1 vitória de eliminar os Pistons

    Magic tá fazendo história! Jamal Cain enterra no Duren e time está a 1 vitória de eliminar os Pistons

    Cara, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite. O Orlando Magic — isso mesmo, o Magic que a gente nem lembrava que existia — está a uma vitória de eliminar o líder da Conferência Leste nos playoffs. E o melhor de tudo? Jamal Cain acabou de entregar uma das enterradas mais absurdas que eu já vi na vida.

    O Magic venceu os Pistons por 94-88 no Jogo 4, abrindo 3-1 na série. Pra quem não tá ligado, apenas seis times com seed 8 conseguiram abrir 3-1 contra o seed 1 na história da NBA. Desses, quatro dos últimos cinco avançaram. A matemática tá a favor do Magic.

    A enterrada que parou o tempo

    Mas vamos ao que interessa mesmo. No meio do quarto período, Jamal Cain pegou a bola, viu um caminho livre e decidiu que ia destruir psicologicamente o Jalen Duren. E destruiu mesmo.

    O cara subiu e meteu uma enterrada de direita que mandou o Duren pro chão. Literalmente. O pivô dos Pistons ficou no chão olhando pro teto pensando na vida. Eu assisti o replay umas 20 vezes e ainda dá arrepio.

    E olha que o Cain não é nenhum superstar, né? O maluco fez média de 5.4 pontos saindo do banco na temporada regular. Era contrato de duas vias até mês passado. Agora tá fazendo história nos playoffs. Basquete é isso aí — qualquer um pode brilhar na hora H.

    Magic fazendo os Pistons de bobos

    A enterrada do Cain colocou o Magic na frente por quatro pontos, mas quem fechou o caixão foi o Desmond Bane. O cara acertou uma bola de três na tabela faltando 1:16, selando a vitória.

    Vocês acham que alguém esperava isso? Os Pistons dominaram a Conferência Leste a temporada inteira, e agora estão sendo humilhados por um time que ninguém dava nada. Detroit fez apenas UMA cesta de quadra nos últimos cinco minutos. Uma! É de chorar.

    Cade Cunningham até tentou com 25 pontos, mas errou 8 das 11 tentativas de três. Tobias Harris ajudou com 20 pontos, mas não foi suficiente. Os Pistons cometeram 20 turnovers e perderam 8 lances livres. Tá difícil assim.

    Momento histórico chegando?

    Do lado do Magic, Bane liderou com 22 pontos (5 de 7 do perímetro), Franz Wagner fez 19 e Paolo Banchero contribuiu com 18 pontos e 8 rebotes. O mais absurdo? Orlando acertou apenas 33% dos arremessos — quinta pior marca em vitória nos playoffs na era das três pontas.

    Sinceramente, eu não sei se torço pelo Magic fechar a série ou pelos Pistons reagirem. Por um lado, seria incrível ver o Magic na segunda rodada pela primeira vez desde 2010. Por outro, uma reação histórica dos Pistons seria épica também.

    O Jogo 5 é quarta-feira em Detroit. Os Pistons não passam da primeira rodada desde 2007-08, e foram eliminados logo na primeira no ano passado também. A pressão tá toda em casa agora. E aí, vocês acham que o Magic fecha ou os Pistons conseguem esticar a série?

  • Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Terry Rozier: Do Heat direto pro tribunal federal

    Olha, eu sabia que a situação do Terry Rozier estava complicada, mas isso aqui passou de todos os limites. O cara que já estava enfrentando acusações federais por esquema de apostas agora vai pegar mais uma — dessa vez por aceitar propina. Não é brincadeira não.

    Na segunda-feira, durante uma audiência federal, os promotores soltaram a bomba: eles têm evidências de que o Rozier não só pediu como aceitou suborno. A promotora Kaitlin Ferrell foi direto ao ponto: “Desenvolvemos evidências de que o Sr. Rozier solicitou e aceitou propina.” Imagina o advogado do cara recebendo essa notícia duas horas antes da audiência — deve ter gelado.

    O esquema que pode derrubar o armador

    A história toda começou lá em março de 2023, quando Rozier ainda defendia o Charlotte Hornets. Segundo os federais, ele passou informação privilegiada pro tal do Deniro Laster sobre quando ia sair de jogo mais cedo. O Laster? Vendeu essa informação pra apostadores que queriam lucrar em cima do tempo de quadra do Terry.

    Dois crimes federais já estavam na conta dele por isso. Agora vem mais suborno e fraude por “serviços desonestos” — basicamente, os promotores dizem que ele traiu tanto a NBA quanto os Hornets. Cara, que situação.

    Miami dispensou, NBA suspendeu, mas o salário…

    O Heat não perdeu tempo e dispensou o Rozier logo depois que essa confusão toda veio à tona. A NBA também suspendeu ele, mas aqui tem um detalhe interessante: um árbitro decidiu que ele ainda tem direito aos $26,4 milhões do contrato. Vinte e seis vírgula quatro milhões! Mesmo suspenso, mesmo dispensado.

    Sinceramente? Eu não sei o que é pior — se é a situação legal dele ou o fato de que um cara com esse talento decidiu se meter numa dessa. Terry Rozier sempre foi daqueles jogadores que eu respeitava, sabe? “Scary Terry”, como chamavam ele nos playoffs de 2018 com o Celtics. Mas isso aqui… é de outro mundo.

    E não para por aí. Tem mais cinco réus no caso, incluindo o ex-NBA Damon Jones, que vai se declarar culpado na terça-feira — primeiro do grupo a fazer isso. Até o Chauncey Billups tá envolvido numa parada de poker ilegal separada, mas ele se declarou inocente.

    A próxima audiência tá marcada pra 10 de junho. E vocês, acham que o Terry consegue se livrar dessa ou vai mesmo pro xadrez? Porque pelo jeito que a coisa tá andando, não tá fácil não.

  • Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Galera, a expansão da NBA tá esquentando! Vários grupos de investidores já manifestaram interesse em comprar novas franquias em Las Vegas e Seattle, e olha só que absurdo: a liga quer até 10 bilhões de dólares por cada time. Dez bilhões! Pra vocês terem noção, é quase três vezes o PIB do Acre.

    Mas aqui vem a surpresa — pelo menos pra mim foi: Vegas tá atraindo mais interesse inicial que Seattle. Cara, eu sempre achei que Seattle seria moleza, né? A cidade tem uma sede danada de ter o time de volta desde que os SuperSonics vazaram pra Oklahoma City em 2008.

    Magic Johnson na jogada

    Entre os interessados em Vegas, temos nomes pesados: Magic Johnson (lenda viva!), Bill Foley (dono do Vegas Golden Knights), e Marc Lasry da Avenue Capital Group. O Magic inclusive já se reuniu com o governador de Nevada mais cedo esse ano. Imaginem essa conversa…

    Foley é esperto — o cara já co-controla a T-Mobile Arena junto com o Anschutz Entertainment Group e MGM Resorts. Basicamente, ele já tem a casa pronta pra receber o time. Confirmou o interesse dele numa TV local em março.

    Seattle não desiste

    Do lado de Seattle, quem tá puxando a fila é Samantha Holloway, através da One Roof Sports and Entertainment — a mesma galera que cuida do grupo que possui o Kraken da NHL. Eles falaram que estão “prontos para trabalhar com o comissário e a liga para explorar trazer a NBA de volta para Seattle”.

    Sinceramente? Eu torço pros dois conseguirem. Seattle merece ter seu time de volta depois dessa injustiça de 2008, e Vegas… cara, Vegas seria um show à parte. Imaginem os jogos lá, a atmosfera, os shows no intervalo!

    A matemática maluca da expansão

    Adam Silver, o comissário, deixou claro em março que a discussão principal é sobre a diluição das receitas existentes se a expansão rolar em 2028 ou 2029. Faz sentido — mais times significa dividir o bolo por mais gente.

    Pra vocês terem dimensão dos valores: os Lakers foram vendidos por 10 bilhões no ano passado (único negócio esportivo global a chegar nessa cifra), e o Celtics estabeleceu uma referência em 2025 com 6,1 bilhões. A última expansão da NBA foi em 2004, quando Charlotte pagou “apenas” 300 milhões pelos Bobcats. Como os tempos mudaram…

    O conselho de governadores deve votar ainda este ano se aprova uma ou ambas as franquias. E aí, vocês acham que os dois entram junto ou vai ser só um mesmo?

  • Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Cara, playoff da NBA é isso aí — quando você menos espera, tá tudo empatado em 2-2 e cada possessão vale ouro. Os Knicks conseguiram empatar a série contra os Hawks depois de duas derrotas seguidas por apenas um ponto cada. Agora volta tudo pro Madison Square Garden pra um jogo 5 que promete ser de infarto.

    O técnico Mike Brown tá confiante no time dele. “Esse grupo é implacável, eles são experientes. Eles performam melhor quando estão com a corda no pescoço”, disse Brown. E olha, não é que ele tem razão? Depois de tomar duas pancadas de um ponto, os Knicks foram lá e ganharam de 114-98 em Atlanta. Convincente.

    Miles McBride falando as verdades

    Mas o que mais me chamou atenção foi o papo do Miles McBride. O cara foi direto ao ponto: “Temos que ter um nível mais alto de desespero, porque sabemos que eles não vão entrar nesse jogo de forma tranquila”.

    E ele completou falando uma coisa que todo brasileiro que joga bola sabe — você não perde o jogo só nos últimos minutos. “Você não perde sempre no final. É uma possessão aqui, no primeiro tempo quando você perdeu um rebote, ou quando alguém não correu para o garrafão”. Exato, mano. Basquete se ganha nos detalhes.

    Brunson e o jogo de xadrez dos playoffs

    Jalen Brunson, que tá com uns altos e baixos na série (41,6% nos arremessos — meio baixo pro padrão dele), falou uma coisa interessante sobre como funciona uma série de playoffs. “É um jogo de xadrez constante. Você vê que movimento eles fazem e volta com um movimento diferente”.

    Sinceramente, isso é o que mais amo nos playoffs da NBA. Cada jogo é completamente diferente do anterior. Os técnicos ficam naquela de ajuste e contra-ajuste, e no final quem consegue se adaptar melhor leva.

    Uma estatística que pesa: historicamente, quem ganha o jogo 5 numa série empatada em 2-2 tem chances enormes de levar a série toda. Mas o Brunson foi esperto — disse que não precisa de motivação extra. “É pra isso que trabalhamos o ano todo, o verão todo. É uma oportunidade dos times colocarem seus nomes na história”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade em casa? Porque os Hawks não vão facilitar nada — playoff é isso, cada jogo uma guerra. O Madison Square Garden vai pegar fogo na terça à noite, tenho certeza disso.

  • Kuminga pode ser a chave dos Hawks contra os Knicks?

    Kuminga pode ser a chave dos Hawks contra os Knicks?

    Olha, tem uma parada meio louca rolando nos playoffs da NBA. Os Atlanta Hawks estão empatados em 2-2 com os New York Knicks, mas o quinteto titular deles — que teve o segundo melhor plus-minus da temporada regular — virou uma verdadeira pedra no sapato nos playoffs.

    É isso mesmo que você leu. O quinteto com Jalen Johnson, CJ McCollum, Onyeka Okongwu, Nickeil Alexander-Walker e Dyson Daniels está com um net rating de -13.7 na série. Cara, isso é nível Wizards e Nets — e olha que não é elogio, né?

    Mas aí que entra a parte interessante da história.

    O fator Kuminga

    Quem tem salvado a pátria dos Hawks é ninguém menos que Jonathan Kuminga, aquele cara que os Warriors meio que descartaram no meio da temporada. E sinceramente? Tá sendo uma das melhores trocas que eu vi em muito tempo.

    O moleque simplesmente resolveu virar um demônio no contra-ataque. Toda vez que os Knicks demoram meio segundo pra voltar pra defesa, lá vem o Kuminga voando pela quadra como um foguete. E quando rola a tela alta? Esquece. Ele corta pro garrafão como uma faca quente na manteiga.

    “Ele fez algumas jogadas ofensivas que foram ótimas, mas acho que dava pra sentir o jeito que ele competiu no lado defensivo”, disse o técnico Quin Snyder depois do Jogo 2. “Foi uma ajuda enorme pra gente, só a fisicalidade dele — o jeito que defendeu a bola, como foi pro rebote, marcou o Towns às vezes, e no ataque, ainda nos deu algumas cestas importantes.”

    Mostrando serviço quando importa

    Sabe o que mais me impressiona no Kuminga? Nos Jogos 2 e 3, ele finalmente teve a chance que sempre quis em Golden State: impactar jogos importantes, sob os holofotes. E o cara abraçou a parada de verdade.

    Não tô falando só de fazer cestinha não. O moleque tá correndo a quadra inteira, brigando por posição no garrafão, batalhando no rebote, fazendo telas. Fazendo tudo saindo do banco, sem reclamar. Isso aí é mentalidade de campeão.

    Como o próprio Snyder falou: “O Jonathan tá totalmente entregue. Você está preparado pra sacrificar o que precisa ser sacrificado numa noite de playoff? Seja lá o que for. São arremessos? São minutos? São rotações? Ele abraçou isso tudo.”

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível no Jogo 5 decisivo no Madison Square Garden? Porque olha, se os Hawks querem avançar, vão precisar muito do que o Kuminga tá entregando — principalmente com o quinteto titular patinando desse jeito.

    O negócio é que quando você joga com essa intensidade toda, às vezes a casa cai. Quando a agressividade vira desespero, os arremessos forçados aparecem e a coisa desanda. Mas até agora, o cara tá no controle total.

    Pra mim, os Hawks encontraram uma peça fundamental que pode fazer a diferença nessa reta final. E o mais louco? Foi uma peça que tava meio jogada fora em Golden State. Basketball é maluco mesmo, né?

  • Jamal Cain destruiu Jalen Duren com enterrada absurda nos playoffs

    Jamal Cain destruiu Jalen Duren com enterrada absurda nos playoffs

    Gente, eu ainda não acredito no que eu vi. O Jamal Cain simplesmente DESTRUIU o Jalen Duren com uma das enterradas mais violentas que já rolaram nos playoffs da NBA. E olha que estamos só na primeira rodada!

    A cena foi no Jogo 4 entre Magic e Pistons, no Kia Center. Cain pegou a bola no quarto período, subiu a quadra ele mesmo (já dava pra sentir que vinha coisa boa) e quando chegou no garrafão… cara, foi um massacre. Enterrada de uma mão só, com o Duren no caminho. O pivô dos Pistons nem teve chance — foi parar no chão e virou pôster.

    Do two-way contract pro poster do ano

    O mais louco de tudo isso? O Jamal Cain foi convertido de um contrato two-way pra um deal padrão apenas mês passado pelo Magic. O cara tava praticamente na G League em julho do ano passado, e agora tá fazendo história nos playoffs. Isso que é aproveitar a oportunidade!

    Na temporada regular, Cain teve médias modestas: 5.4 pontos e 2 rebotes por jogo saindo do banco. Mas nos playoffs é outro nível, né? É aquela coisa que a gente sempre fala — tem jogador que nasce pra brilhar nos momentos grandes.

    Magic fazendo história contra os favoritos

    Sinceramente, ninguém esperava que o Magic fosse dar tanto trabalho pros Pistons, que eram os cabeças de chave número 1. Mas eles chegaram nesse Jogo 4 com vantagem de 2-1 na série, depois de ganhar fora de casa no Jogo 1 (que choque!) e dominar o Jogo 3 por 113-105 no sábado.

    Vocês sabiam que o Magic não ganha uma série de playoffs desde 2010? Pois é, 16 anos de sofrimento. Mas com jogadas como essa do Cain, quem sabe não é o ano da virada?

    E aquele ângulo do replay então… monstro demais. O Duren vai ter pesadelo com essa enterrada pelos próximos anos. Coitado do rapaz, virou meme instantâneo na NBA. Mas fazer o quê, né? Faz parte do jogo. Às vezes você entra pro SportsCenter pelos motivos certos, às vezes pelos errados.

  • Lakers tropeçam no ataque e quase entregam vantagem pros Rockets

    Lakers tropeçam no ataque e quase entregam vantagem pros Rockets

    Cara, eu tô começando a ficar nervoso com esses Lakers. Sério mesmo.

    Ontem à noite foi de dar dor de cabeça: derrota feia por 96 pontos pro Houston, um monte de bola perdida (24 no total!) e o LeBron admitindo que foi culpa dele. Oito erros de posse só do King. Oito! Em plenos playoffs.

    Olha, eu sei que os Rockets têm uma defesa monstro — terminaram em 6º lugar na temporada regular. Mas pô, ver os Lakers fazendo apenas 22.3 pontos nos últimos seis quartos contra Houston é de assustar qualquer fã que nem eu.

    A ausência de Doncic e Reaves pesa demais

    JJ Redick tem razão quando fala que tá difícil gerar ataque sem os dois principais pontuadores do time. Luka Doncic (lesão na coxa) e Austin Reaves (oblíquo) faziam 55.8 pontos e 13.8 assistências por jogo na temporada regular. Isso não é brincadeira não.

    Mas sinceramente? Não dá pra usar isso como desculpa pra sempre. O LeBron tem que assumir o protagonismo — e ele mesmo admitiu que os erros dele foram “inaceitáveis”. Pelo menos a autocrítica tá aí.

    Marcus Smart falou uma coisa interessante: que a maioria dos erros foi por fadiga mental, não física. Faz sentido, né? Primeiro jogo da série com apenas um dia de descanso. Mas dropping passes que eles fazem dormindo na temporada regular? Isso me preocupa.

    Houston não vai facilitar nada

    Vocês acham que os Rockets vão deitar e morrer? Que nada. Com a temporada na reta, eles intensificaram ainda mais a defesa — e funcionou. A pressão na bola ficou absurda, a marcação sem bola mais focada.

    Os Lakers ainda lideram a série por 3-1, mas como o próprio LeBron falou: “não existe conforto até a série acabar”. E ele tá certíssimo. Se o ataque aparecer do mesmo jeito na quarta-feira, em casa, vão ter que voltar pra Houston pro jogo 6.

    O que me deixa mais nervoso é que nos primeiros três jogos eles estavam acertando 46.1% das bolas de três — um percentual absurdo pra playoffs. Era óbvio que ia regredir uma hora. O problema é que regrediu no pior momento possível.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que os Lakers conseguem fechar a série em casa? Ou vamos ter mais susto pela frente?

  • 76ers tá tomando sacode dos Celtics e ainda por cima não acerta NADA

    76ers tá tomando sacode dos Celtics e ainda por cima não acerta NADA

    Cara, eu sabia que seria difícil pros Sixers contra os Celtics nos playoffs, mas não imaginava que seria TÃO doloroso de assistir. O time da Filadélfia não tá só sendo superado taticamente — eles simplesmente esqueceram como meter uma bola na cesta.

    E olha que não é falta de oportunidade não. Na verdade, é até pior: os caras estão tendo arremessos LIMPOS e errando tudo. No primeiro jogo da série, os Sixers fizeram apenas 1 de 14 tentativas em arremessos “wide-open” (defensor a mais de 2 metros de distância). De três pontos então? Zero de doze. ZERO!

    O drama dos arremessos abertos

    Quatro jogos depois, a situação não melhorou nada. Na verdade, os Sixers têm a segunda PIOR porcentagem em arremessos abertos nos playoffs inteiros — apenas 30,3%. Isso é quase impossível de acontecer no basquete profissional, mas tá acontecendo bem na nossa frente.

    O técnico Nick Nurse chegou a comentar que no último jogo, nas primeiras 10-12 posses de bola, o time criou boas oportunidades mas colocou apenas 8 pontos no placar. Imagina a frustração, mano.

    VJ Edgecombe e Kelly Oubre Jr. tiveram várias chances limpas de três que não entraram. E não é só do perímetro não — até as bandejas e arremessos de média distância estão batendo na borda e saindo.

    Não é só azar, é construção de elenco

    Agora, sendo sincero aqui: não é só má sorte. Os Sixers já eram ruins do perímetro na temporada regular, ocupando apenas a 23ª posição da liga em porcentagem de três pontos. Eles dependem demais de caras como Oubre, que teve sua melhor temporada de três na carreira mas agora tá acertando míseros 17% nos playoffs.

    Tyrese Maxey e Paul George são os únicos arremessadores realmente confiáveis do time, e quando eles não conseguem carregar o ataque sozinhos, sobra pra jogadores que não são especialistas no perímetro.

    Vocês acham que é possível reverter essa situação contra um time como Boston? Na minha opinião, quando você não consegue converter as chances que cria, fica impossível competir no nível dos playoffs. Os Celtics não vão dar mais oportunidades que isso.

    O que mais me deixa frustrado é que esse Sixers tinha potencial pra incomodar Boston de verdade. Mas basquete é um esporte cruel — às vezes não importa o quanto você treina ou se prepara, se a bola não entra, você vai pra casa.