Autor: Leandro Amorim

  • Embiid volta mas Sixers levam surra: ‘É difícil mesmo’

    Embiid volta mas Sixers levam surra: ‘É difícil mesmo’

    Olha, eu sabia que a volta do Embiid não seria moleza, mas não imaginei que seria TÃO complicado assim. O cara voltou depois de quase três semanas parado por causa de uma apendicite de emergência e os Sixers tomaram uma surra histórica dos Celtics: 128 a 96. Agora estão 3-1 na série e praticamente eliminados.

    Sinceramente? Até que o Embiid jogou bem considerando as circunstâncias — 26 pontos e 10 rebotes não é brincadeira pra quem mal conseguiu treinar. Mas ele mesmo admitiu que foi complicado.

    “É difícil”, disse o cara depois do jogo. “É difícil mesmo. Mas você tenta fazer o melhor trabalho possível com as condições que tem. Ainda assim tem que ir lá e tentar jogar bem e ganhar o jogo, e não foi isso que fizemos hoje à noite.”

    A situação era pior do que imaginávamos

    Aí que vem a parte mais assustadora: Embiid revelou que teve complicações depois da cirurgia. Complicações! E só conseguiu treinar uma vez antes do jogo de domingo. Uma vez, gente. Imaginem tentar jogar playoffs da NBA nessas condições.

    Enquanto isso, do outro lado, Payton Pritchard simplesmente resolveu virar o Stephen Curry e meteu 32 pontos nos Sixers. O maluco acertou 11 bolas de três nos dois jogos em Filadélfia. Onze! É cada uma que aparece nos playoffs…

    Jayson Tatum também fez a sua parte com 30 pontos e falou sobre jogar com desespero: “Queremos ser o time mais desesperado. Nove anos de playoffs, nunca acontece como você espera. Não importa quanto tempo leva — quatro, cinco, seis ou sete jogos — só tem que estar preparado pra fazer o que for preciso pelo tempo que for preciso.”

    Ainda dá tempo de uma virada histórica?

    Embiid não desistiu completamente, e olha que eu admiro a mentalidade do cara: “3-1, já foi feito antes. Conseguir uma vitória em Boston vai ser difícil. É um time muito bom. Sabemos o que eles fazem bem, sabemos alguns erros que cometemos hoje à noite, então agora cabe a nós tentar descobrir como consertar isso.”

    Vocês acham que rola uma dessas viradas lendárias? Porque olha, 3-1 é praticamente uma sentença de morte nos playoffs. Mas se tem alguém capaz de fazer isso acontecer, é o Embiid — mesmo mancando e mal recuperado de uma cirurgia.

    O Jogo 5 é terça-feira em Boston. Se os Sixers perderem, acabou a temporada. Se ganharem… bem, aí a coisa fica interessante. Mas sendo realista aqui: essa série tá praticamente definida. Os Celtics estão jogando um basquete muito superior.

  • Sengun vira líder e salva os Rockets de virar piada pros Lakers

    Sengun vira líder e salva os Rockets de virar piada pros Lakers

    Cara, que jogada do Alperen Sengun. O turco simplesmente reuniu o time depois do treino matinal e fez um discurso épico — daqueles que você vê em filme mesmo. E olha que Houston tava na berlinda, hein? Mais um jogo e era tchau, obrigado pela participação nos playoffs.

    O resultado? Uma surra histórica de 115-96 nos Lakers no Jogo 4. Trinta pontos de diferença pros caras que todo mundo achava que iam passar o trator. Eu não esperava essa reação, sinceramente.

    O discurso que mudou tudo

    Amen Thompson, que foi o cestinha da noite com 23 pontos (acertou 10 de 16 arremessos — um monstro), contou que o Sengun basicamente disse que não queria ir pra casa ainda. “Ele falou que se fossem sair, iam sair lutando, mas nem pensando em desistir”.

    E o mais interessante? O próprio Sengun assumiu: “Eu acho que só eu e o Jae’Sean Tate sobramos da reconstrução. Este é meu time, eu preciso cuidar de todo mundo”.

    Olha, isso aí é liderança de verdade. Um cara de 21 anos assumindo a bronca quando o time tava com a corda no pescoço. Quantos jovens fazem isso na NBA hoje?

    Defesa que deu show

    Mas não foi só papo não. Os Rockets jogaram uma defesa absurda e forçaram 24 turnovers dos Lakers. Vinte e quatro! Transformaram esses erros em 30 pontos — maior total desde 2013 nos playoffs.

    Tari Eason roubou a bola cinco vezes e ainda fez 20 pontos com mais de 70% de aproveitamento. Desde 1973, quando começaram a contar oficialmente os roubos de bola, nenhum outro jogador dos Rockets tinha conseguido essa combinação nos playoffs.

    E o Sengun? Decretou 19 pontos pra acompanhar o discurso. Tá com PER de 23.5 nesses playoffs — oitavo melhor da NBA. Nada mal pro garoto que muita gente ainda subestima.

    Agora é Jogo 5 em Los Angeles, com os Lakers favoritos por apenas 2.5 pontos. Vocês acham que Houston consegue manter esse embalo fora de casa? Porque depois de uma atuação dessas, qualquer coisa pode acontecer.

  • Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Gente, era meio óbvio que ia dar Cooper Flagg, né? O garoto simplesmente destruiu na temporada de estreia e levou o prêmio de Rookie of the Year da NBA 2025-26, deixando o ex-companheiro de Duke, Kon Knueppel, na segunda colocação.

    Flagg recebeu 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel — uma disputa bem acirrada, mas no final das contas a escolha número 1 do draft mostrou por que foi a primeira pick.

    Os números não mentem

    Olha só os números do moleque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 33.5 minutos por jogo ao longo de 70 partidas pelo Dallas Mavericks. Absurdo, né?

    E o mais impressionante é que ele conseguiu isso jogando ao lado do Luka Dončić — não é fácil brilhar quando você tem um dos melhores do mundo no seu time. Mas o Flagg se adaptou rapidinho e mostrou que veio pra ficar.

    Sinceramente, eu esperava números bons dele, mas 21 pontos de média na primeira temporada? Isso aí é coisa de craque mesmo. O último rookie que fez algo parecido foi… cara, nem lembro. Tem que voltar alguns anos.

    Knueppel também arrebentou

    Agora, vamos falar do Knueppel porque o cara também teve uma temporada monstruosa. 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências em 81 jogos pelo Charlotte Hornets.

    Mas o que mais impressiona é a eficiência dele do perímetro: 42.5% em 642 tentativas de três pontos, convertendo 273 bolas — um RECORDE para rookies. Monstro!

    Vocês acham que se ele tivesse caído num time melhor teria levado o prêmio? Porque olha, jogar em Charlotte não é moleza… O time não ajuda muito mesmo.

    O futuro está garantido

    “Essa é uma honra verdadeiramente especial”, disse Flagg após receber o prêmio. “Sou grato por receber esse reconhecimento e agradeço a todos na organização do Dallas Mavericks que acreditaram em mim desde o primeiro dia.”

    O cara ainda completou dizendo que nada disso aconteceria sem os companheiros de equipe e técnicos — classe pura. Gosto de ver essa humildade.

    VJ Edgecombe ficou em terceiro na votação, mas sinceramente, essa disputa foi mesmo entre os dois ex-Blue Devils.

    E aí, pessoal, vocês concordam com a escolha? Na minha opinião foi a decisão certa — Flagg teve mais impacto no time e ajudou Dallas a brigar por playoffs. Knueppel teve números incríveis, mas no final das contas o Flagg foi mais completo.

  • Finlandês gigante de 2,13m fecha com Arkansas e deixa Calipari louco

    Finlandês gigante de 2,13m fecha com Arkansas e deixa Calipari louco

    Gente, vocês viram isso? O John Calipari acabou de fisgar um monstro da Finlândia e agora Arkansas tem oficialmente a melhor turma de calouros do país. Miikka Muurinen — sim, eu também tive que treinar pra falar esse nome — é um pivô de 2,13m que acabou de se comprometer com os Razorbacks.

    E olha, quando eu falo monstro, é monstro mesmo. O cara tem nota 95 no scouting (pra vocês terem ideia, isso é quase perfeição) e cinco estrelas. Atualmente ele tava jogando pelo Partizan Belgrade na EuroLeague — ou seja, já tava enfrentando os caras grandes da Europa.

    Do outro lado do mundo direto pra Arkansas

    A história do Miikka é interessante pra caramba. O garoto nasceu na Finlândia, passou por algumas escolas americanas e depois foi jogar na Sérvia. Imagina só: 18 anos, saindo da Finlândia pra jogar basquete profissional na Europa. Tem coragem!

    “Desde minha visita há um ano e meio, eles foram consistentes em me recrutar”, disse o finlandês. E cara, isso é o Calipari fazendo o que ele faz de melhor — pescando talento mundial antes de todo mundo.

    O que mais me impressiona é a maturidade do moleque. No Nike Hoop Summit deste mês, fez 10 pontos e 8 rebotes em apenas 15 minutos. Quinze minutos! E ainda por cima já jogou pela seleção da Finlândia no EuroBasket.

    Arkansas montando um dream team

    Agora vem a parte que deixa qualquer fã de basquete universitário babando. Com Muurinen, Arkansas agora tem quatro caras cinco estrelas na turma de 2026: Jordan Smith Jr. (que é o cara mais cotado do país), JaShawn Andrews e Abdou Toure.

    Quatro cinco estrelas numa turma só. Isso não é brincadeira não — é material de título nacional.

    “Vou pra Arkansas pra ajudar eles a ganharem um título nacional”, falou o Miikka. E sinceramente? Com esse elenco que tá se formando, eu não duvidaria nada.

    O que vocês acham? Calipari conseguiu armar o esquema perfeito em Arkansas ou ainda é cedo pra falar em título? Uma coisa eu garanto: com um finlandês de 2,13m que já jogou EuroLeague, o garrafão dos Razorbacks vai ser terra de ninguém.

  • Pat Riley não vai sair e promete reformular o Heat em volta do Bam

    Pat Riley não vai sair e promete reformular o Heat em volta do Bam

    Olha, quando o Pat Riley fala, todo mundo para pra escutar. E ontem ele deixou bem claro: não vai sair do Heat tão cedo e quer fazer uma reformulação pesada no elenco. “Não vou me aposentar, não vou renunciar, não vou dar um passo pra trás”, disse o presidente na coletiva de fim de temporada. “Eu quero outro desfile pela Biscayne Boulevard.”

    Cara, dá pra sentir a frustração do cara. E olha que é o Pat Riley falando — o mesmo que construiu aqueles times monstros dos anos 2010 com LeBron, Wade e Bosh. Só que agora a realidade é outra: 43-39, décimo lugar no Leste, quarta temporada seguida tendo que brigar no Play-In. É duro.

    Bam é o cara, mas precisa ser mais eficiente

    A grande novidade é que Riley bateu o martelo: o Bam Adebayo vai ser o centro de tudo. E faz sentido — pela primeira vez na carreira, o pivô conseguiu médias de 20 pontos e 10 rebotes. Mas (sempre tem um mas), a eficiência despencou pra 44,2% nos arremessos. Riley foi direto: “Ele merece ganhar mais”.

    Na minha visão, o Bam tá tentando expandir demais o jogo pro perímetro e perdendo um pouco daquela força no garrafão que fez ele ser All-Star. Ele vai fazer 29 em julho, tá no auge, então realmente faz sentido construir em volta dele agora.

    Temporada complicada, mas com alguns destaques

    Não foi só questão de resultado ruim. O Tyler Herro jogou apenas 33 partidas — quando o cara que deveria ser seu segundo principal jogador fica metade da temporada no departamento médico, complica tudo. O Nikola Jovic também decepcionou com apenas 36,6% nos arremessos, e ainda rolou aquela situação bizarra com o Terry Rozier sendo dispensado por causa de apostas esportivas.

    Mas nem tudo foi ruim. O Norman Powell foi All-Star pela primeira vez (merecido!) e o Bam teve aquela performance histórica contra Washington — 83 pontos em um jogo. Segundo maior total da história da NBA, absurdo!

    “Não somos bons o suficiente e não estamos felizes com isso”, disse Riley. “Acho que esta é a primeira vez em três anos que podemos fazer alguma coisa sobre isso.”

    E aí, vocês acham que o Heat consegue se reinventar mais uma vez? O Riley já provou que sabe fazer mágica, mas dessa vez vai precisar de muito mais que truques. O Leste tá cada vez mais competitivo, e ficar brigando por Play-In não é lugar pro Heat.

  • NBA quer mudar tudo no Draft – e a ideia é bem louca

    NBA quer mudar tudo no Draft – e a ideia é bem louca

    Olha, vocês viram essa bomba que pode rolar na NBA? A liga está seriamente considerando uma mudança radical no sistema de loteria do Draft que, sinceramente, vai mexer com tudo que a gente conhece.

    Na quinta-feira rolou uma reunião virtual com os executivos dos 30 times para discutir essa reformulação. E a proposta que tá ganhando força é bem diferente do que temos hoje – eles querem incluir 18 times na loteria ao invés dos 14 atuais.

    Como funcionaria esse novo sistema?

    A ideia é que além dos 14 times que não chegaram aos playoffs, os quatro times que se classificaram através do Play-In também entrem na loteria. Meio maluco, né?

    Mas aqui vem a parte interessante: os 10 piores times (que nem chegaram perto dos playoffs) dividiriam 80% das chances de loteria, com 8% cada um para ganhar a primeira escolha. Os outros oito times ficam com os 20% restantes.

    Na minha visão, isso faz sentido para acabar com o tanking descarado que a gente vê todo ano. Sabe aqueles times que propositalmente perdem jogos para ter chances melhores no Draft? Pois é, essa mudança ia diminuir bastante o incentivo para isso.

    O que isso muda na prática?

    Imagina só: times como o Heat ou o Warriors, que brigaram no Play-In, também teriam uma pequena chance de pegar uma escolha alta. É quase como ganhar na loteria duas vezes, não acham?

    Mas eu fico pensando se isso não vai acabar prejudicando times que realmente estão em reconstrução. Tipo, se você é um time genuinamente ruim, suas chances de melhorar através do Draft diminuem um pouco.

    A NBA tá levando isso bem a sério – envolveram executivos, a associação dos jogadores, todo mundo. E se aprovarem, as mudanças só entram em vigor na temporada 2026-27, afetando o Draft de 2027.

    Vocês acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou só vai complicar mais as coisas? Eu tô curioso para ver como os GMs vão reagir a essa proposta.

  • Embiid volta com enterrada monstro, mas Celtics dominam mesmo assim

    Embiid volta com enterrada monstro, mas Celtics dominam mesmo assim

    Cara, que volta foi essa do Embiid! O gigante finalmente pisou na quadra nos playoffs depois de ficar fora por causa da cirurgia de apendicite — e logo de cara mandou uma enterrada que fez a Filadélfia inteira gritar.

    Foram só alguns minutos de jogo quando o Kelly Oubre achou o Embiid livre no garrafão. E aí? PLAFT! Uma dessas enterradas que você ouve o barulho até em casa. O cara voltou com sede ao pote mesmo.

    Mas a realidade bateu forte

    Olha, eu tava empolgado com a volta do Process, não vou mentir. Mas os Celtics não tavam nem ligando pro show. Na verdade, eles abriram uns 20 pontos de vantagem logo no segundo quarto. Meio frustrante de ver, sinceramente.

    Embiid jogou 13 minutos no primeiro tempo e fez 10 pontos, 4 rebotes e 1 assistência. Nada mal considerando que o cara tava parado há um tempão, mas também não foi o suficiente pra segurar o Boston. Acertou 3 de 8 arremessos e errou as duas tentativas de 3. Pelo menos foi perfeito nos lances livres (4/4).

    A temporada complicada do gigante

    Essa temporada foi punk pro Embiid. Só 38 jogos em quadra — uma média de pouco mais de 31 minutos por partida. Pra um cara que já foi MVP, isso é meio triste de ver. As médias dele ficaram em 26.9 pontos, 7.7 rebotes e 3.9 assistências.

    Sinceramente? Dá pra ver que ele ainda não tá 100%. E olha que eu torço pra ele se recuperar logo, porque quando o Embiid tá bem, os 76ers viram outro time completamente. Mas será que ele aguenta essa sequência de playoffs? E vocês, acham que ele volta ao nível MVP ainda nesta série?

    Uma coisa é certa: mesmo machucado e enferrujado, ver o cara mandando uma enterrada dessas já valeu o ingresso. Agora é torcer pra que ele encontre o ritmo e consiga ajudar Filadélfia a reagir nessa série.

  • Jokic e Randle escapam de suspensão após briga nos playoffs

    Jokic e Randle escapam de suspensão após briga nos playoffs

    Cara, que alívio para os fãs de Denver e Minnesota! O Nikola Jokic e o Julius Randle não vão perder o próximo jogo depois daquela confusão no final do Game 4. A NBA divulgou as punições hoje de tarde e, sinceramente, acho que foi na medida certa.

    O sérvio vai ter que desembolsar 50 mil dólares do bolso, enquanto o Randle perde 35 mil. Multa pesada? Sim. Mas pelo menos os dois estarão em quadra no Game 5 — que pode ser o último do Denver na temporada.

    A confusão que quase virou pancadaria

    Olha, eu tava assistindo o jogo e quando vi o Jokic partir pra cima do Jaden McDaniels com 1,3 segundo no cronômetro, pensei: “Pronto, lá vai suspensão”. O cara foi direto no rosto do McDaniels depois de uma cesta do Minnesota quando todo mundo já tinha parado de jogar.

    Aí o McDaniels agarrou a camisa do Jokic tentando se soltar, e o Randle entrou na confusão empurrando o Bruce Brown. Velho, por pouco não virou uma pancadaria generalizada ali.

    E o mais louco? Jokic não se arrependeu nem um pouco. Disse na entrevista pós-jogo: “Eu não me arrependo. Porque ele marcou depois que todo mundo parou de jogar.” Monstro demais, né? (Risos)

    Denver com a corda no pescoço

    A real é que o tricampeão MVP tá claramente frustrado. Admitiu que não tá conseguindo acertar os arremessos, especialmente de três, e que o Rudy Gobert tá fazendo um trabalho fenomenal na defesa. Minnesota ganhou por 112 a 96 e agora tem uma vantagem de 3-1 na série.

    Vocês acham que o Jokic vai conseguir se controlar no Game 5? Porque agora é eliminação mesmo — Denver precisa ganhar todos os próximos jogos pra sonhar com a classificação. E jogar em casa, na Ball Arena, com essa pressão toda… vai ser tenso demais.

    Na minha opinião, a NBA acertou em não suspender ninguém. Os playoffs já são emocionantes o suficiente, e tirar dois astros de uma série tão disputada seria sacanagem com os fãs. Agora é torcer pra que os ânimos se acalmem e a gente veja basquete de qualidade — não WWE.

  • Drummond se machuca e deixa o 76ers ainda mais ferrado

    Drummond se machuca e deixa o 76ers ainda mais ferrado

    Olha, eu já esperava que essa série fosse complicada pros 76ers, mas não assim. Quando parecia que as coisas iam melhorar com o retorno do Embiid no Jogo 4 contra o Celtics, o universo resolveu dar uma rasteira: Andre Drummond saiu de quadra machucado logo no primeiro quarto.

    E foi feio de ver

    A lesão aconteceu numa jogada que você vê mil vezes por temporada. Drummond recebeu a bola no garrafão, tentou fazer o movimento de costas contra alguns defensores do Celtics e acabou batendo o quadril no Sam Hauser. Deu pra ver na hora que não foi normal — ele passou a bola pra fora e foi direto pro banco.

    Cara, timing pior que esse é difícil. O Embiid voltou mas ainda não tá 100%, e agora o único outro pivô confiável do elenco sai machucado. A situação dos 76ers tá ficando desesperadora mesmo.

    Drummond estava sendo fundamental

    Vocês podem até não gostar do estilo do Drummond, mas o cara tava fazendo a diferença nesses playoffs. Nos três primeiros jogos da série, ele tava tirando média de 8 pontos e 6.3 rebotes, acertando impressionantes 83% dos arremessos de quadra.

    Detalhe interessante: o veterano de 14 temporadas também tava acertando 75% dos tiros de 3 — coisa que ninguém esperava. Por outro lado, só 25% dos lances livres. Típico Drummond, né?

    Na temporada regular, ele jogou 63 partidas (25 como titular) e foi uma peça versátil do Doc Rivers, alternando entre começar o jogo e sair do banco conforme a necessidade.

    76ers numa sinuca de bico

    Sinceramente, não sei como os 76ers vão se virar agora. Com Embiid ainda voltando do problema no joelho e Drummond possivelmente fora, quem vai segurar a área? Paul Reed? Mo Bamba se ainda estiver no elenco?

    E o pior: na hora que escrevo isso, o Celtics tava goleando no segundo tempo. Se os 76ers perderem esse jogo 4, vão pra Boston enfrentando eliminação com 3-1 no placar. Praticamente impossível reverter.

    Vocês acham que ainda dá tempo dos 76ers reagirem nessa série? Ou é hora de já pensar na próxima temporada? Porque a situação tá bem complicada…

  • Amen Thompson voando: enterrada absurda humilha os Lakers

    Amen Thompson voando: enterrada absurda humilha os Lakers

    Mano, vocês viram o que o Amen Thompson fez ontem? O cara literalmente VOOU na quadra dos Rockets e deixou o Luke Kennard plantado no chão. Foi uma dessas jogadas que você assiste umas cinco vezes seguidas e ainda não acredita.

    Os Rockets conseguiram evitar a varrida com uma vitória de 115 a 96 sobre os Lakers no Jogo 4 dos playoffs. E olha, eu não esperava essa reação tão forte depois de tomarem três derrotas seguidas. Mas o Thompson simplesmente resolveu mostrar por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga.

    A jogada que parou tudo

    A cena foi no último quarto: Sengun faz um passe alto, daqueles que normalmente vão parar na arquibancada. Aí que entra a magia do Thompson. O cara estende o braço numa extensão absurda, pega a bola no ar e ainda consegue fazer uma bandeja invertida. O Kennard só assistiu — que que ele podia fazer mesmo?

    Sinceramente, é o tipo de jogada que te lembra por que a NBA é o melhor show do mundo. O atletismo do Thompson é de outro planeta. Com apenas 21 anos, o cara já mostra uma coordenação e explosão que poucos têm na liga.

    Números que impressionam

    E não foi só a jogada bonita não. Thompson fez 23 pontos com 10/16 nos arremessos, pegou 4 rebotes e deu 7 assistências. Ah, e ainda segurou o LeBron James em apenas 10 pontos com 2/9 nos arremessos. Segurar o Rei? Isso sim é credencial.

    Na série toda, ele tá fazendo 20.5 pontos, 6.8 rebotes e 6.8 assistências. Para um cara que tá só no segundo playoff da carreira e com o Kevin Durant machucado, são números de estrela consolidada.

    O Tari Eason também apareceu forte com 20 pontos e 8 rebotes, enquanto o Sengun — que deu aquele passe mágico — contribuiu com 19 pontos. Os Lakers perderam o Deandre Ayton por expulsão no terceiro quarto e nunca mais conseguiram reagir.

    Missão impossível pela frente

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Rockets conseguem fazer história? Nenhum time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0. Seria épico, mas… é muita coisa pra acontecer ainda.

    O que vocês acham? Esse Thompson pode ser a peça que faltava pros Rockets incomodarem os grandes? Uma coisa é certa: com jogadas assim, ele já ganhou meu respeito — e provavelmente uns fãs novos pelo Brasil inteiro.