Autor: Leandro Amorim

  • Holt destrói no Nike Hoop Summit e EUA bate resto do mundo na prorrogação

    Holt destrói no Nike Hoop Summit e EUA bate resto do mundo na prorrogação

    Que jogaço foi esse no Nike Hoop Summit! Team USA conseguiu superar o Team World por 102-100 na prorrogação, mas cara, não foi fácil não. Os meninos do mundo todo chegaram pra mostrar que não estão de brincadeira — e quase levaram a melhor.

    O grande destaque da noite foi Caleb Holt, que simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 24 pontos, 8 rebotes e 7 roubos de bola. Sete roubos! O moleque é um ladrão dentro de quadra. E olha que ele já tinha ganhado o MVP do McDonald’s All-American Game — tá ligado que o cara não brinca em serviço.

    Miles Sadler quase fez história

    Mas deixa eu falar do Miles Sadler, esse canadense baixinho (1,80m) que quase virou a mesa. 29 pontos em 43 minutos de quadra! Pra vocês terem noção, essa é a oitava maior pontuação da história do Nike Hoop Summit. Um armador que chegou no garrafão americano e falou: ‘hoje vocês vão me respeitar’.

    Sinceramente, eu não esperava que o Team World chegasse tão forte assim. O Abdou Touré, que representa Guiné mas vai jogar no Arkansas, meteu 19 pontos e ainda deu 5 tocos. Cinco! O menino fechou a área como se fosse dono do pedaço.

    Prorrogação de infarto

    E que final foi esse? Jogo empatado no tempo normal, todo mundo suando a camisa. Na prorrogação, cada cesta valia ouro. Jason Crowe Jr. ajudou com 16 pontos, Tyran Stokes botou mais 15, mas a verdade é que o Team World não facilitou em momento algum.

    Vocês acham que esses meninos do Team World vão dar trabalho na NBA? Porque olhando essa performance, eu tô vendo muito talento internacional aí. O Lucas Morillo, dominicano que vai pra Illinois, mostrou categoria com 12 pontos.

    Com essa vitória, o Team USA mantém a hegemonia — são seis vitórias consecutivas no Hoop Summit. Mas cara, se o nível continuar subindo assim, essa sequência pode estar com os dias contados. Os gringos ainda levam, mas não tão mais passando o trator como antigamente.

    O que mais me impressiona é ver como o basquete mundial está evoluindo. Esses pivôs internacionais chegando com fundamento, armadores baixinhos mas inteligentes… A NBA de 2027 vai ser muito louca, podem anotar aí.

  • Lakers efetivam Nick Smith Jr com contrato de 2 anos

    Lakers efetivam Nick Smith Jr com contrato de 2 anos

    Olha só que movimento interessante dos Lakers! O time de Los Angeles decidiu apostar de vez no jovem Nick Smith Jr., oferecendo um contrato padrão de duas temporadas para o armador.

    O garoto de 20 anos vai ocupar a 15ª vaga do elenco principal que ficou livre depois que o time dispensou Kobe Bufkin — e sinceramente, acho que foi uma troca inteligente. Smith Jr. mostrou potencial suficiente nos jogos que teve chance.

    Os números não mentem

    Em 29 jogos pelos Lakers nesta temporada, o armador de 1,88m conseguiu médias modestas mas promissoras: 6.0 pontos em apenas 12.3 minutos por partida. O mais impressionante? Converteu 40% das tentativas de três pontos, com 2.8 arremessos por jogo.

    Quarenta por cento de aproveitamento de três é coisa séria, pessoal. Para um novato ainda se adaptando ao ritmo da NBA, esse número mostra que o moleque tem fundamento. E com Darvin Ham sempre reclamando da falta de arremessadores confiáveis, Smith Jr. pode ser uma peça importante.

    Timing perfeito para os playoffs

    O melhor de tudo? Com o contrato padrão, Nick Smith Jr. estará elegível para os playoffs. Imaginem a pressão boa que deve estar sentindo agora — de um contrato two-way para poder disputar os jogos mais importantes da temporada.

    Na minha opinião, os Lakers estão fazendo a coisa certa aqui. O garoto tem talento, mostrou que consegue contribuir mesmo com minutos limitados, e agora terá a chance de crescer em um ambiente competitivo. Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco principal da próxima temporada?

    Uma coisa é certa: com LeBron e AD sempre precisando de ajuda ofensiva, ter mais um cara que consegue acertar de longe nunca é demais. Smith Jr. pode não ser a solução para todos os problemas, mas definitivamente é um passo na direção certa.

  • Jokic vai jogar só pra não perder os prêmios — Nuggets descansam todo mundo

    Jokic vai jogar só pra não perder os prêmios — Nuggets descansam todo mundo

    Olha só que situação interessante: os Nuggets decidiram descansar praticamente todo mundo no último jogo da temporada regular contra o San Antonio, mas o Jokic vai entrar em quadra mesmo assim. Por quê? Simples — ele precisa de pelo menos 15 minutos pra poder concorrer aos prêmios da temporada.

    É meio bizarro quando você para pra pensar. O cara já tem três MVPs no currículo, mas ainda precisa cumprir essa cota mínima de jogos. Jokic já disputou 64 partidas, e com esses 15 minutinhos contra os Spurs, ele fica elegível pra todos os troféus individuais da NBA.

    A estratégia arriscada de Denver

    Sinceramente? Eu entendo a lógica do técnico David Adelman. Os playoffs tão batendo na porta e ninguém quer se machucar numa partida que, teoricamente, não vale nada. Jamal Murray, Aaron Gordon, Cameron Johnson, Christian Braun — todo mundo de molho.

    Mas aqui tem um probleminha: Denver pode perder a terceira colocação no Oeste. Eles tão com 53 vitórias e 28 derrotas, mas os Lakers (52-29) podem passar na frente se ganharem do Utah hoje. E o pior? Los Angeles tem o critério de desempate por causa daquela vitória épica na prorrogação mês passado.

    A diferença entre ser terceiro ou quarto colocado é enorme. Como terceiros, os Nuggets enfrentam o Minnesota na primeira rodada. Como quartos, pegam o Houston em casa. Vocês acham que vale a pena arriscar?

    Wembanyama também fora

    Do outro lado, os Spurs também vão descansar o Wembanyama. O francesinho já garantiu sua elegibilidade pros prêmios na sexta-feira e San Antonio já tá garantido como segundo colocado no Oeste.

    Mas tem um detalhe interessante: se os Spurs ganharem mesmo sem Wemby, eles podem forçar Denver a cair pra chave do Oklahoma City nos playoffs. É uma daquelas situações onde todo mundo tá meio de olho em todo mundo, sabe?

    Na minha visão, os Nuggets tão apostando alto nessa estratégia de descanso. Claro que ninguém quer se machucar, mas perder posição na tabela pode complicar — e muito — a vida deles nos playoffs. E aí, será que 15 minutos do Jokic vão ser suficientes pra segurar o resultado?

  • Lakers renovam com Smith Jr. pensando nos playoffs

    Lakers renovam com Smith Jr. pensando nos playoffs

    Os Lakers acabaram de dar uma mexida no elenco que pode fazer diferença nos playoffs. O time de Los Angeles renovou com Nick Smith Jr. por mais dois anos — e olha, considerando que Luka Doncic e Austin Reaves estão machucados, essa foi uma jogada esperta pra caramba.

    Smith Jr. não é nenhum superstar, mas o cara tem cumprido seu papel. Em 29 jogos nesta temporada, ele manteve uma média de 6 pontos e 1 assistência, jogando apenas 12 minutos por partida. O mais impressionante? 40% de aproveitamento do perímetro. Isso não é brincadeira não.

    Timing perfeito para os playoffs

    A renovação vem em um momento crucial. Com os Lakers brigando pela 4ª posição no Oeste (e ainda com chance de pegar a 3ª se vencerem o Jazz e o Denver tropeçar contra o Spurs), ter opções no banco pode ser fundamental.

    Sinceramente, eu acho que os Lakers aprenderam com os erros do passado. Quantas vezes a gente não viu eles chegarem nos playoffs sem profundidade no elenco? Smith Jr. pode não ser o sexto homem dos sonhos, mas é aquele tipo de jogador que aparece quando você menos espera.

    Aposta no potencial

    O garoto tem apenas 22 anos e já mostrou que sabe fazer a bola entrar de longe. Com 40% nos arremessos de três, ele oferece exatamente o que qualquer time precisa: spacing e confiança para apertar o gatilho.

    E aí, vocês acham que essa renovação faz sentido? Na minha opinião, por dois anos e sendo um contrato two-way, os Lakers não têm nada a perder. Se der certo, ótimo. Se não der, pelo menos tentaram.

    Uma coisa é certa: com LeBron ainda no comando e AD dominando o garrafão, qualquer peça que agregue pode ser a diferença entre mais uma eliminação precoce ou uma campanha memorável. Smith Jr. tem essa oportunidade nas mãos.

  • Bridges jogou só 23 segundos pra manter sequência histórica na NBA

    Bridges jogou só 23 segundos pra manter sequência histórica na NBA

    Cara, você tem que ver a cena que rolou no último jogo da temporada regular dos Knicks. Mikal Bridges entrou em quadra, jogou exatos 23 segundos, cometeu uma falta e… tchau! Missão cumprida.

    Pode parecer bizarro, mas tinha um motivo muito específico: manter viva sua sequência absurda de jogos consecutivos, que agora chegou a 638 partidas. É o oitavo maior streak da história da NBA, pessoal!

    O plano era esse mesmo

    O técnico Mike Brown já tinha avisado antes do jogo que ia deixar o Bridges jogar só o tempo suficiente pra estender a sequência. Olha que situação hilária: o Jordan Clarkson já tava na mesa do anotador esperando pra entrar antes mesmo da bola subir pro jump ball inicial.

    Os Knicks já tinham garantido a terceira colocação no Leste mais cedo na semana, então não fazia sentido arriscar os titulares. Bridges foi literalmente o único titular a pisar na quadra contra o Charlotte Hornets.

    E vocês sabem como ele saiu? Cometeu uma falta na primeira posse de bola defensiva do time e pronto — trabalho feito. Vinte e três segundos de “trabalho” pra manter uma marca que começou há mais de 7 anos.

    Uma sequência que impressiona até técnico

    “É maluco porque load management é um termo real hoje em dia”, disse Brown antes da partida. E ele tá certo — todo mundo fala sobre descanso: médicos, técnicos, agentes, família. Nesse contexto, o que o Bridges tá fazendo é realmente especial.

    Pra vocês terem ideia do quão impressionante isso é: faltam apenas 50 jogos pra ele alcançar Harry Gallatin, outro ex-Knick que tem o sétimo maior streak da história. O recordista absoluto é A.C. Green, com 1.192 jogos consecutivos ao longo de 15 temporadas. Monstro demais!

    O mais interessante é que essa não é a primeira vez que Bridges faz essa “jogada estratégica”. Em 2023, ele jogou apenas 4 segundos no último jogo da temporada regular. No ano passado? Seis segundos. O cara já virou especialista em aparições relâmpago pra manter o streak vivo.

    Números que chamam atenção

    Olha só que curioso: se contasse a final da NBA Cup que os Knicks ganharam, Bridges teria jogado 83 partidas numa temporada de 82 jogos — pela segunda vez em quatro anos! Isso já tinha acontecido quando ele jogou 56 partidas pelo Phoenix em 2022-23, foi negociado pro Brooklyn na troca do Kevin Durant, e ainda apareceu nos 27 jogos finais dos Nets.

    Sinceramente? Eu acho genial essa dedicação dele. Numa era onde todo mundo fala em preservação e descanso, ter um cara que simplesmente NÃO FALTA é meio que refrescante, não acham?

    Ah, e só pra contextualizar: eram 18 jogadores que chegaram no último dia da temporada regular tendo jogado todas as partidas. No final, quantos mantiveram essa marca? Essa é uma pergunta pra outra história…

  • Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Kings mantém Doug Christie mesmo com temporada desastrosa

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Sacramento Kings acabou de tomar uma decisão que tá dividindo opiniões por aí. Mesmo com uma temporada absolutamente catastrófica de 22-59 — que deixou o time na lanterna do Oeste —, a franquia resolveu manter Doug Christie como técnico para a próxima temporada.

    Pra quem não lembra, Christie assumiu o cargo em dezembro de 2024 depois que demitiram o Mike Brown. O cara pegou um abacaxi e tanto, mas pelo visto a direção acredita que ele nunca teve uma chance real de mostrar serviço.

    Um ano pra esquecer rapidinho

    Sinceramente, é difícil julgar qualquer técnico quando o time literalmente desmorona. A temporada do Kings foi um festival de lesões desde o início. Keegan Murray se machucou ainda na pré-temporada com uma lesão no polegar, e o Sabonis — que é praticamente o coração desse time — jogou apenas 19 partidas antes de ter que fazer cirurgia no menisco.

    Aí você me pergunta: como é que avalia o trabalho de um técnico quando o quinteto titular projetado nunca jogou nem um minuto junto? É complicado mesmo.

    Zach LaVine, que foi contratado pra ser o cestinha do time, conseguiu disputar só 39 jogos antes de também ter que ir pro bisturi. Com esse tanto de desfalque, o Kings começou com 3-13 e chegou a ter um recorde horroroso de 12-46.

    A aposta na juventude tá dando resultado?

    Aqui que a coisa fica interessante. Nas últimas 23 partidas, o time conseguiu um aproveitamento de 10-13 — nada espetacular, mas bem melhor do que o desastre do início. E sabe por quê? Porque finalmente começaram a apostar nos jovens.

    Os rookies Maxime Raynaud, Dylan Cardwell e o primeiro-round Nique Clifford tão mostrando desenvolvimento. Na minha visão, é exatamente isso que um time na situação do Kings deveria estar fazendo: construindo pra o futuro.

    O lado ruim? Essas vitórias no final da temporada acabaram prejudicando um pouco as chances na loteria do Draft. Eles saíram da pior campanha da NBA e agora dividem a quarta pior posição com o Utah Jazz.

    E agora, José?

    O grande momento vai ser dia 10 de maio, na loteria do Draft. Com um Draft que promete ser carregado de talentos, uma posição no top-8 pode mudar completamente os rumos da franquia.

    Vocês acham que foi certo manter o Christie? Eu entendo o raciocínio — o cara realmente não teve condições de trabalhar direito. Mas 22 vitórias em 82 jogos é de doer o coração de qualquer torcedor. Pelo menos agora, com Sabonis voltando e esperando que Murray se mantenha saudável, talvez a gente veja o verdadeiro potencial desse elenco sob o comando do Christie.

    Uma coisa é certa: a próxima temporada vai ser crucial pra definir se essa aposta vai dar certo ou se os Kings vão continuar patinando no fundo da tabela do Oeste.

  • Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Cara, vocês viram o que rolou na vitória massacrante dos Celtics sobre o Pelicans? 144-118 e o destaque nem foi só a chuva de três do time. Foi o Neemias Queta — isso mesmo, nosso pivô português — metendo sua PRIMEIRA bola de três na carreira NBA!

    Olha, eu não esperava isso mas o momento foi perfeito. Terceiro quarto, Celtics dominando, defesa do Pelicans meio perdida no jogo. Aí deixam o gigante de 2,13m sozinho lá no perímetro. Erro crasso. O homem não pensou duas vezes: pegou a bola e mandou ver com uma confiança absurda.

    “Buttery” – A reação épica do Hauser

    O banco dos Celtics explodiu na hora. Mas quem mais curtiu foi o Sam Hauser, que sabe bem o que é meter de três (meteu oito na partida, aliás). A descrição dele do arremesso do Queta foi simplesmente perfeita: “Buttery, foi buttery” — ou seja, macio como manteiga.

    Mano, imagina a felicidade do Queta nesse momento! Cinco anos na liga, sempre tentando se firmar. Começou ralando no Sacramento Kings sem conseguir minutos, passou pelo G League, chegou aos Celtics em 2023 com contrato de duas vias… E agora? Titular absoluto do time e ainda metendo de três!

    A evolução absurda do pivô português

    Sinceramente, a trajetória do Neemias é inspiradora. De cara que mal jogava no Kings pra titular dos Celtics — e olha que não é qualquer titular, não. O cara tá tendo médias de carreira em tudo: minutos, pontos, roubos de bola, tocos, rebotes e assistências.

    O Hauser não economizou nos elogios: “Ele fez um trabalho incrível o ano todo, só melhorando. Realmente mostrou por que é um cinco titular nesta liga e neste time. O nome dele deveria estar na conversa do Jogador Que Mais Evoluiu.”

    E olha, eu concordo. Ok, talvez ele não ganhe o prêmio, mas estar na conversa já é muito. Quantas vezes vimos pivôs europeus chegarem na NBA e demorarem anos pra se adaptar? O Queta não só se adaptou como virou peça fundamental de um candidato ao título.

    Vocês acham que esse primeiro triplo é só o começo? Com os playoffs chegando, ter um pivô que consegue abrir o jogo até o perímetro é uma arma extra pros Celtics. E pelo jeito que ele mandou essa bola, parece que tem muito mais de onde veio.

    Agora é focar nos playoffs. O último jogo da temporada regular é contra o Magic em casa, mas provavelmente vão poupar os titulares — incluindo o Queta — pra chegar inteiro na pós-temporada. E cara, depois dessa noite histórica, a confiança do português deve estar lá em cima.

  • Podziemski finalmente marca 30 pontos e Curry faz piada com Booker

    Podziemski finalmente marca 30 pontos e Curry faz piada com Booker

    Cara, que noite foi essa! O Warriors perdeu pro Kings por 124-118 na sexta, mas ninguém tava falando da derrota. Todo mundo só queria saber de uma coisa: Brandin Podziemski FINALMENTE chegou nos 30 pontos.

    E o Steph? Ah, o Steph não perdoou. Fez uma piadinha que só ele mesmo pra fazer, comparando a situação com aquela famosa noite do Devin Booker em 2017. Lembram? O cara meteu 70 pontos contra o Celtics… e perdeu o jogo. Absurdo, né?

    A piada do Curry que todo mundo riu

    “Eu falei pra ele que íamos tratar ele igual o Devin Booker quando fez 70 em Boston e perderam, dar o cartão e tudo mais. Eu sabia que ele tava procurando por isso. Todo mundo sabia também, então foi legal ver ele conseguir e do jeito que conseguiu.”

    Sinceramente? Genial. O Curry sempre com essas, né? Mas a comparação faz total sentido – às vezes você tem uma noite mágica individualmente mesmo perdendo o jogo.

    O Podziemski fez 30 pontos (9/15 nos arremessos, 3/8 do perímetro, 9/10 nos lances livres) em 32 minutos. Foi o cestinha do Warriors na derrota. O menino tá evoluindo, gente.

    A conta misteriosa voltou à ativa

    Agora vem a parte mais engraçada da história. Vocês lembram daquela conta no X chamada @currysnotafraud? Pois é, ela tinha parado de postar desde novembro de 2024 – mais de 16 meses!

    O motivo? A galera tinha prometido que só voltaria a postar quando o Podziemski fizesse 30 pontos. E olha só… logo depois do jogo de sexta, a conta voltou à ativa. Que coisa mais maluca, né?

    “É legal, me sinto abençoado, com certeza. Da última vez que estivemos aqui acho que o Will [Richard] fez 30, então é legal replicar isso… a conta pode ser ativada agora”, disse Podziemski depois do jogo.

    Na minha opinião, isso mostra como a torcida acompanha cada detalhe dos jogadores. O cara tava há tempos tentando chegar nessa marca, todo mundo sabia, e quando finalmente aconteceu virou festa – mesmo com a derrota.

    E o Curry? Fez apenas 11 pontos, 5 assistências em 27 minutos. Noite discreta do chef, mas pelo menos ele tava lá curtindo o momento do companheiro.

    Olha, eu sempre acreditei no potencial do Podziemski desde que chegou. É o tipo de jogador que vai melhorando aos poucos, e esses 30 pontos podem ser um divisor de águas na carreira dele. Vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível ou foi só uma noite especial?

  • Garland e Mathurin fazem papelão e Clippers despencam no Oeste

    Garland e Mathurin fazem papelão e Clippers despencam no Oeste

    Cara, que vexame foi esse dos Clippers ontem. Perder por 19 pontos pro Portland numa reta final de temporada é de doer o coração — e olha que eu nem sou fã do time de LA.

    O placar foi 116 a 97 pra galera do Oregon, e o pior de tudo? As duas grandes contratações do deadline simplesmente desapareceram quando mais precisavam aparecer. Darius Garland acertou míseros 5 de 16 arremessos e ainda perdeu 3 bolas. Já o Bennedict Mathurin… mano, o cara jogou 5 minutos e saiu de quadra com 0 ponto, 0 rebote, 0 tudo.

    Trade que não funcionou

    Sinceramente, eu tinha expectativas com essas trocas que os Clippers fizeram em fevereiro. Garland chegou de Cleveland depois de trocar o James Harden, e no papel fazia todo sentido. Um armador jovem, talentoso, que podia dividir a responsabilidade com o Kawhi.

    Mas a real é que não tá rolando. Os números até que não são ruins — 20.2 pontos e 6.4 assistências por jogo. Só que eficiência? Rapaz, o cara tá errando muito. Contra o San Antonio foi 5 de 17, agora contra Portland foi 5 de 16. Não dá pra ganhar jogo importante assim.

    E o Mathurin então? Veio de Indiana como uma peça que podia render uns pontos saindo do banco, mas tá mais sumido que o Wally. Nas últimas quatro partidas, só conseguiu pontuar em dupla em UMA. Uma! E ainda por cima foram apenas 10 pontos contra o Thunder.

    Clippers na corda bamba

    Agora a situação ficou crítica mesmo. Com essa derrota, LA caiu pra 9ª posição no Oeste — empatado com Portland em 41-40, mas perdendo no confronto direto. Isso significa play-in obrigatório, e pior: vão ter que vencer DUAS partidas pra chegar nos playoffs de verdade.

    O time só tem uma chance remota de escapar disso: torcer pro Portland perder pro Sacramento enquanto eles vencem o Warriors no último jogo. Possível? Sim. Provável? Não muito, considerando como andam jogando.

    Enquanto isso, quem brilhou mesmo foi o Portland. Deni Avdija meteu 35 pontos — monstro absoluto. Donovan Clingan contribuiu com 18 pontos e 13 rebotes, e Robert Williams III saindo do banco fez 13 em apenas 18 minutos, acertando as duas tentativas de três que teve.

    E aí, vocês acham que os Clippers conseguem se recuperar a tempo? Porque do jeito que as coisas andam, essa temporada pode acabar mais cedo do que o esperado pra eles.

  • John Wall manda recado para os fãs dos Wizards: ‘Vamos voltar’

    John Wall manda recado para os fãs dos Wizards: ‘Vamos voltar’

    Olha, quando o John Wall fala sobre os Wizards, eu paro pra escutar. O cara que carregou Washington nas costas por anos mandou um recado direto pros fãs depois dessa temporada 2025-26 completamente desastrosa.

    E olha que desastre, hein? Os Wizards terminaram na 15ª posição do Leste — pelo segundo ano consecutivo. Isso depois de trazer nada menos que Trae Young e Anthony Davis pra tentar entrar no modo “win-now”. Sinceramente, eu achava que com esses dois monstros o time ia pelo menos brigar por playoffs.

    O recado do Wall

    Mas o Wall tá otimista, e quando ele fala assim no Twitter eu meio que acredito: “Meu pessoal de DC vai ficar muito animado, garantimos um top 5 no draft esse ano. Espero que possamos pegar alguém que nos ajude a voltar pra briga pelos playoffs”.

    Cara, tem que admirar a fé do homem. Ele sabe que o time tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral, e o draft de 2026 tá sendo chamado de um dos mais profundos da história. Washington não pode cair abaixo da 5ª posição — o que já é uma garantia boa.

    O futuro pode ser promissor

    E não é que o Wall tem razão? Olha esse elenco: além do AD e do Trae, tem D’Angelo Russell e uma galera jovem que só vai melhorar. Bilal Coulibaly, Bub Carrington, Alex Sarr, Trae Johnson — todos escolhas de primeira rodada que já mostraram potencial.

    O problema é que tudo depende do Anthony Davis ficar saudável (aí que tá o X da questão, né?). O cara é um monstro quando tá 100%, mas essas lesões constantes me preocupam. Se ele conseguir uma temporada inteira jogando no nível dele, junto com um Trae Young fazendo Trae Young coisas…

    A galera tá falando que eles podem draftar o AJ Dybantsa. Imagina esse mlk chegando num time que já tem essa estrutura? Pode ser o ingrediente que faltava pra transformar os Wizards de piada da liga em candidato real aos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Wall tá certo em ser otimista ou é só nostalgia de ex-jogador mesmo?