Autor: Leandro Amorim

  • Trail Blazers bagunçam tudo e Bulls podem sair ganhando

    Trail Blazers bagunçam tudo e Bulls podem sair ganhando

    Olha só que situação bizarra: o Portland Trail Blazers atropelou o Los Angeles Clippers por 116 a 97 ontem, e quem pode estar comemorando em casa são os Chicago Bulls. É, eu sei que parece loucura, mas vou explicar essa história maluca.

    Os Blazers chegaram aos 41-40 na temporada com essa vitória e praticamente garantiram a 8ª posição no Oeste. Segunda vez só neste mês que eles batem o Clippers — e cara, tá claro que Portland não quer dar moleza pra ninguém nessa reta final.

    A matemática simples dos Blazers

    A conta é bem direta: se Portland ganhar do Sacramento Kings (que tem apenas 22 vitórias) no domingo, ou se o Clippers perder pro Golden State Warriors, eles garantem vaga no play-in. Contra o Kings? Sinceramente, seria uma surpresa gigante se não ganhassem.

    E se conseguirem a 8ª posição, vão encarar o Phoenix Suns no play-in. Não é moleza, mas também não é impossível. O Suns tá meio irregular ultimamente.

    Por que isso importa para Chicago?

    Aqui que a coisa fica interessante, pessoal. Lembram daquela trade de três times lá em 2021, quando o Lauri Markkanen foi pro Cleveland? Pois é, naquela confusão toda, os Bulls ficaram com uma pick de primeira rodada de 2026 do Portland — mas com proteção de loteria.

    A regra é simples: se os Blazers chegarem aos playoffs, a pick vai pros Bulls. Se ficarem na loteria (ou seja, fora dos playoffs), eles mantêm a escolha. É tipo aqueles acordos que você faz e depois esquece, mas que podem valer ouro.

    Portland mandou o Derrick Jones Jr. e essa pick futura pra Chicago pra pegar o Larry Nance Jr. Na época parecia um negócio comum, mas agora pode virar uma peça importante no futuro dos Bulls.

    O que isso significa na prática?

    Na minha visão, Portland tá bem encaminhado pros playoffs. O time tá jogando com muita confiança, e enfrentar o Kings no último jogo é praticamente um presente. Vocês acham que Sacramento vai conseguir estragar a festa?

    Se eu fosse apostar, diria que os Bulls vão ficar com essa pick de 2026. E olha, considerando como Chicago anda precisando de jovens talentos, isso pode ser uma baita ajuda daqui a alguns anos.

    É engraçado como o basquete funciona, né? Uma vitória em Portland pode mudar completamente o futuro de um time em Chicago. Esse tipo de conexão que só a NBA consegue criar — onde uma trade de três anos atrás ainda tá dando frutos.

  • Matt Barnes acha que Wemby vai ganhar MVP e DPOY igual Jordan em 88

    Matt Barnes acha que Wemby vai ganhar MVP e DPOY igual Jordan em 88

    Olha, o Matt Barnes soltou uma dessa que vai fazer qualquer fã dos Spurs sonhar acordado. O cara simplesmente falou que o Victor Wembanyama vai fazer igual o Michael Jordan fez em 1988 — ganhar MVP e Melhor Defensor do Ano na mesma temporada.

    E sinceramente? Eu tô começando a acreditar.

    Os números que justificam a loucura

    O francês monstro tá fazendo 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo. Cara, TRÊS TOCOS POR JOGO! E ainda por cima acertando 51% dos arremessos. É de outro planeta mesmo.

    Barnes foi direto ao ponto quando falou com o Kevin Garnett: “Vocês podem falar do SGA, podem falar do Luka… mas eles não têm o impacto defensivo. Acho que o Wemby vai ser o próximo cara a fazer o que o Jordan fez — DPOY e MVP”.

    E olha, ele não tá errado não. O Shai Gilgeous-Alexander do Thunder tá voando, o Jokic continua sendo um absurdo no Denver, mas nenhum dos dois chega perto do que o Wembanyama faz na defesa. O garoto literalmente muda o jogo inteiro só de estar na quadra.

    A corrida tá pegando fogo

    Na sexta passada, o Wemby garantiu os 65 jogos mínimos pra concorrer aos prêmios fazendo uma performance de cinema: 40 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 2 tocos na vitória sobre Dallas por 139-120. O cara praticamente falou “tá aqui minha inscrição pro MVP”.

    A última vez que alguém ganhou MVP e DPOY no mesmo ano foi o Giannis em 2019-20. Antes dele, só o próprio Jordan em 88. É uma lista bem seleta, né?

    Vocês acham que o Wembanyama consegue mesmo? Porque olhando os números e o impacto que ele tem nos dois lados da quadra, não parece tão impossível assim. O Thunder do SGA tá com o melhor record, o Jokic continua sendo o Jokic… mas nenhum dos dois tem essa combinação absurda de offense e defense que o francês tem.

    Uma coisa é certa: se o Matt Barnes tiver razão, a gente vai testemunhar história sendo feita. E eu, como fã de basquete, já tô preparando a pipoca pra essa corrida maluca pelos prêmios individuais.

  • Perkins detona Lakers: ‘Pássaros mortos’ rumo à eliminação

    Perkins detona Lakers: ‘Pássaros mortos’ rumo à eliminação

    Kendrick Perkins não teve papas na língua. O ex-pivô que virou comentarista da ESPN simplesmente destroçou os Lakers na TV nacional, usando uma analogia bem pesada: “Os Lakers são pássaros mortos na grama alta. Esta temporada acabou”.

    Cara, eu já vi o Perkins falar muita coisa polêmica, mas essa foi de lascar. Ele tá prevendo que o time do LeBron vai cair logo na primeira rodada dos playoffs — e olha que não tô discordando muito não.

    A realidade crua dos Lakers

    O ponto do Perkins é simples: como você vai pedir pra um LeBron de 41 anos carregar esse time nas costas numa Conferência Oeste que tá um inferno? Ainda mais sem o Luka Doncic (que tá machucado) e o Austin Reaves.

    “Não tem como diabos você vai pedir pro LeBron de 41 anos liderar nessa Oeste difícil sem o Luka e o Reaves, e ganhar uma série? Não vai rolar”, disparou o Perkins no First Take. E sinceramente? Faz sentido.

    A situação do Doncic (sim, o croata que joga pelos Lakers agora) tá complicada mesmo. Lesão no posterior da coxa é coisa séria, e o Perkins tá certo quando fala que essas lesões musculares são delicadas pra caramba.

    JJ Redick perdendo o controle?

    Mas o que mais me chamou atenção foi o Perkins falando que o time tá completamente disfuncional. Segundo ele, o técnico JJ Redick tá vivendo pegando no pé dos reservas, e a coisa tá feia internamente.

    “O JJ Redick tá chamando a atenção dos reservas toda hora. Vimos ele brigando com o DeAndre Ayton, com o Jared Vanderbilt. Os caras não tão na mesma sintonia”, contou Perkins.

    Olha, eu acompanho os Lakers de perto e essa tensão interna é real mesmo. Quando o técnico precisa ficar expondo jogador publicamente, é sinal de que a casa tá pegando fogo.

    A vitória que não convenceu ninguém

    Os Lakers até golearam o Warriors por 119 a 103 recentemente, mas o Perkins nem ligou. “Ganharam do Golden State. E daí? Todo mundo sabe que o Warriors não vai pra lugar nenhum mesmo”.

    É cruel, mas é verdade. Uma vitória contra um Warriors que também tá patinando não prova nada. O LeBron até elogiou a parceria com Luke Kennard depois da vitória de 101 a 73 contra o Suns, falando que são dois “jogadores cerebrais”, mas convenhamos — será que isso basta?

    Na minha opinião? O Perkins tá sendo realista. Com 52-29 na temporada regular, os Lakers até têm um recorde decent, mas nos playoffs é outro campeonato. E vocês acham que o LeBron sozinho consegue carregar esse time numa série melhor de 7 contra os monstros do Oeste?

    Eu torço pro Rei provar que todo mundo tá errado, mas as evidências não estão ajudando muito…

  • Raptors fazem jogada curiosa antes dos playoffs da NBA

    Raptors fazem jogada curiosa antes dos playoffs da NBA

    Olha, eu não esperava essa dos Raptors não. Com os playoffs batendo na porta, o time de Toronto decidiu converter o contrato two-way do AJ Lawson para um contrato padrão da NBA. E cara, o timing não podia ser mais interessante.

    A notícia saiu agora pouco: Lawson vai estar disponível justamente quando os Raptors enfrentam o Brooklyn Nets no último jogo da temporada regular. Detalhe importante — é um jogo que pode definir se eles vão pros playoffs ou não. Pressão zero, né?

    Quem é esse AJ Lawson mesmo?

    Pra quem não conhece muito o garoto, AJ Lawson é um cara da casa — nascido e criado em Toronto. Tá na segunda temporada dele com os Raptors e tem números modestos: 6.7 pontos por jogo com 42% de aproveitamento nos arremessos e 2.6 rebotes em 49 jogos nas duas últimas temporadas.

    Não são números que explodem os olhos, mas às vezes é disso que um time precisa nos playoffs — alguém que conhece o sistema, que pode entrar e fazer o básico bem feito. E sendo da cidade, imagino que a torcida deve estar empolgada com a possibilidade.

    Situação complicada na conferência Leste

    A real é que os Raptors (45-36) estão numa situação meio tensa. Eles estão empatados com o Orlando Magic na sexta colocação do Leste, mas os Hawks (46-35) estão logo ali na frente com um jogo de vantagem. E tem ainda os 76ers (44-37) bagunçando a festa.

    O técnico Darko Rajakovic vem falando que o time tem pecado no início dos jogos — falta intensidade, falta atenção aos detalhes. Depois da derrota por 123-115 pro Kings, ele foi direto: “Quando você não entra no jogo desde o começo com o nível de intensidade que precisa ter, esse é o resultado”.

    Sinceramente, acho que essa conversão do Lawson pode ser mais psicológica do que técnica. Mostrar pro elenco que a franquia acredita nos caras que estão ali, sabe? Às vezes é isso que falta para um time engrenar nos momentos decisivos.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem se classificar pros playoffs? Esse último jogo contra o Nets promete ser tenso!

  • Spoelstra vai apostar em Kel’el Ware no play-in do Heat

    Spoelstra vai apostar em Kel’el Ware no play-in do Heat

    Olha, eu sempre achei que o Erik Spoelstra ia dar uma mexida na escalação antes do play-in, mas não esperava que fosse apostar tanto assim no Kel’el Ware. O técnico do Heat basicamente confirmou que o pivô de segundo ano vai começar jogando nas partidas decisivas que estão chegando.

    A pista veio na vitória de 140 a 117 sobre o Washington Wizards na sexta-feira. Com Tyler Herro, Norman Powell e Davion Mitchell fora, Miami botou Ware na escalação titular ao lado do Bam Adebayo — e cara, funcionou mesmo.

    A dupla de pivôs que a torcida queria ver

    Ware fez 12 pontos com 5/7 nos arremessos de quadra, incluindo 2/4 do perímetro, e ainda pegou 8 rebotes. Mas o mais importante foi a química com o Bam. Essa dupla de garrafão é algo que os fãs do Heat pedem há tempo, e finalmente parece que Spoelstra tá disposto a testar de verdade.

    “Muito disso foi tentar colocar o Kel’el nessa formação”, disse Spoelstra depois do jogo. “Kel’el é muito importante para o que estamos tentando fazer. Todos sabemos sobre seu potencial. Isso pode colocá-lo ao lado do Bam, estabilizá-lo um pouco para começar o jogo.”

    Timing perfeito para a experiência

    Sinceramente, faz todo sentido. O Heat tá na 10ª posição no Leste e precisa de uma vitória sobre o Atlanta Hawks no último jogo da temporada regular — mais uma derrota do Charlotte Hornets para o New York Knicks — para subir para o 9º lugar e ter o mando de quadra no play-in.

    E Spoelstra deixou claro que não é só por essa partida. O técnico explicou que nas últimas semanas, quando usava formações só com Bam no garrafão, acabava deixando Ware muito tempo no banco. “Ele é um jogador chave para nós, então isso permite que ele tenha minutos desde o início”, completou.

    Vocês acham que essa dupla de pivôs pode ser a chave para o Heat fazer barulho no play-in? Eu tô bem curioso pra ver como vai funcionar contra times mais preparados. Ware tem potencial absurdo, mas jogar partidas eliminatórias é outro nível de pressão.

    Uma coisa é certa: se Miami conseguir a 9ª posição e enfrentar Charlotte em casa, vai ser fundamental ter duas opções sólidas no garrafão. O play-in não perdoa erro, e essa pode ser a jogada que define tudo.

  • Wemby dá resposta épica sobre DPOY: ‘Quem são os outros candidatos?’

    Wemby dá resposta épica sobre DPOY: ‘Quem são os outros candidatos?’

    Mano, o Victor Wembanyama simplesmente não tem filtro. E eu amo isso nele.

    Depois do que pode ter sido o último jogo dos Spurs na temporada regular, um repórter foi lá e perguntou pro Wemby se ele ficaria surpreso se NÃO ganhasse o prêmio de Melhor Defensor do Ano de forma unânime. O cara pausou por quatro segundos — quatro! — e depois soltou essa pérola:

    “Sim, eu ficaria. Quem são os outros favoritos?”

    Cara, a confiança desse moleque é absurda. E olha, ele não tá errado não. Quando os jornalistas começaram a citar nomes como Chet Holmgren, Scotty Barnes, Ausar Thompson… até o próprio companheiro de time Stephon Castle foi mencionado. Isso meio que provou o ponto do Wemby, né? Se você tá citando um monte de nome aleatório, é porque não tem um candidato óbvio além dele.

    A temporada que quase não aconteceu

    Mas vamos falar sério aqui — essa temporada do Wembanyama foi uma montanha-russa emocional. O cara perdeu uma dúzia de jogos no final de 2025 e quase não conseguiu os 65 jogos necessários pra ser elegível pros prêmios. Imagina a pressão?

    “Uma quantidade tremenda de trabalho”, foi como ele descreveu. “Muitas conversas com a equipe médica, muito planejamento. Mais do que qualquer ano da minha carreira. Trabalho mental pra conseguir jogar com dor ou desconforto.”

    E olha, considerando que no ano passado ele teve que parar a temporada por causa de coágulos sanguíneos no ombro direito — logo depois do primeiro All-Star Game dele — dá pra entender o alívio que deve ter sido chegar aos 65 jogos.

    Playoffs chegando e o monstro tá pronto

    Agora vem a parte mais gostosa: os playoffs. Primeira vez do Wemby na pós-temporada da NBA, e cara, eu tô mais ansioso que criança esperando presente de Natal.

    “Continuei crescendo como pessoa. Aprendendo coisas na vida, na carreira”, disse ele. “Acho que estamos prontos. Estamos muito animados. Tá ficando cada vez mais real que vamos jogar nos playoffs.”

    Os Spurs terminaram como segundo colocado no Oeste — quem diria, né? — e vão enfrentar o sétimo colocado na primeira rodada. Sinceramente, eu não sei vocês, mas tô com a sensação de que vamos ver algo especial.

    O Wemby já é líder em tocos da liga e ainda por cima é cotado pro MVP. Aos 21 anos (na época da entrevista), o cara tá reescrevendo o que significa ser um jogador completo na NBA. E essa confiança dele sobre o DPOY? Não é arrogância, é só matemática mesmo.

    E aí, vocês acham que ele leva o prêmio de forma unânime ou vai ter algum teimoso votando em outro nome só pra contrariar?

  • Cousins fez ranking dos ex-companheiros e deixou PG na rabeira

    Cousins fez ranking dos ex-companheiros e deixou PG na rabeira

    Cara, o DeMarcus Cousins simplesmente não teve dó na hora de ranquear os ex-companheiros de equipe. E olha, quando você vê Paul George na última posição da lista, você já sabe que a coisa ficou tensa.

    O pivô foi provocado no programa Run It Back da FanDuel TV e não fugiu da responsa. Montou uma lista com cinco caras que já dividiram quadra com ele: LeBron James, Stephen Curry, Kevin Durant, Anthony Davis e Paul George. E adivinha quem ficou em último?

    LeBron no topo, PG na lanterna

    A lista do Boogie ficou assim: LeBron em primeiro (óbvio, né?), seguido por Curry, KD, AD e Paul George fechando. Sinceramente? Eu até entendo a lógica dele, mas colocar o PG por último é meio pesado.

    O maluco jogou com o AD lá no New Orleans quando foi trocado pelo Kings em 2017. Com o Curry foi na temporada 2018-19 no Warriors — que por sinal foi quando ele voltou de uma lesão feia no tendão de Aquiles. E com o Paul George foi no Clippers em 2020-21.

    Agora, vocês concordam com esse ranking? Porque eu acho que o Paul George mereceu mais consideração aí. O cara é um dos melhores two-way players da liga, joga defesa de elite e ataca bem. Mas enfim, cada um tem sua opinião, né?

    Mas o melhor foi a história das Olimpíadas

    E já que estamos falando do Cousins, lembram quando ele confessou que o time dos EUA de 2016 nas Olimpíadas do Rio virou uma festa completa? O cara não teve pudor nenhum em contar que eles “beberam todos os dias”.

    A cena foi épica: o Carmelo Anthony tentando amenizar, falando que eles bebiam “com responsabilidade”, e o Boogie cortando na lata: “Que nada! Eu nunca bebi tanto na minha vida”.

    Imagina só a cena: Durant, Draymond Green, Jimmy Butler, todo mundo no Rio aproveitando a vida depois de ganhar o ouro. Honestamente, depois de representar o país e trazer medalha pra casa, o pessoal mereceu relaxar mesmo.

    E aí, o que vocês acham do ranking do Cousins? PG em último é sacanagem ou fez sentido?

  • Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Cara, finalmente aconteceu. Brandin Podziemski chegou nos 30 pontos pela primeira vez na carreira na sexta-feira contra o Sacramento Kings, e o cara ainda teve a pachorra de zoar com todo mundo no pós-jogo. Que personalidade!

    O mais hilário é que existe uma conta no Twitter chamada @currysnotafraud que estava parada desde novembro de 2024 – simplesmente porque o Podziemski não conseguia fazer 30 pontos. A conta virou até piada na internet. Aí ontem o cara vai lá, faz os 30 pontos e ainda manda um “MY GOAT KNOWS ME” com emoji de reza e tudo. Monstro demais.

    A pressão estava pesada

    Sinceramente, eu não sei como o Podziemski aguentou a pressão. O cara vinha sendo zoado nas redes sociais praticamente a temporada inteira. E olha que absurdo: chegaram até a vaiar ele no Oracle Park no começo de abril. Vaiar um jogador do próprio time? Torcida pesada essa dos Warriors.

    Mas vamos ser justos aqui – o garoto jogou TODOS os 81 jogos da temporada até agora. Isso é dedicação pura. E chegou perto dos 30 pontos várias vezes, fazendo 25 ou mais em oito ocasiões diferentes. A galera tava cobrando, mas ele sempre esteve ali firme.

    Curry fora, Podziemski dentro

    E não dá pra esquecer o contexto: com o Steph Curry fora por 27 jogos seguidos por causa de um problema no joelho, alguém tinha que segurar a bronca. O Podziemski assumiu essa responsabilidade e, na minha visão, fez um trabalho muito digno.

    Ok, os 30 pontos vieram no “garbage time” da derrota por 124-118 pros Kings, mas e daí? Ponto é ponto, né não? E agora com o Curry voltando bem na hora do play-in, imaginem só o que esse Warriors pode fazer se o Podziemski continuar nesse nível.

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose nos playoffs? Porque sinceramente, depois dessa noite histórica e dessa zoação épica no pós-jogo, eu tô começando a acreditar que esse moleque tem muito mais personalidade e jogo do que a gente imaginava.

  • Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Kings tankeando na cara dura? Isso não é nada perto do que já vi

    Olha, eu sei que vocês já estão de saco cheio de falar sobre tanking na NBA. Mas deixa eu contar uma história que vai fazer vocês entenderem que essa polêmica do Sacramento Kings é fichinha perto do que já aconteceu nessa liga.

    Na quinta-feira passada, a NBA soltou um comunicado oficial sobre aquela jogada bizarra do técnico Doug Christie. O cara mandou seus jogadores fazerem falta proposital no Seth Curry — que nem é ruim de lance livre — mesmo com um ponto de vantagem no clutch time. Os Kings perderam o jogo, óbvio, e todo mundo gritou “TANKING!”

    Mas isso não é nada comparado com 2006

    Sério mesmo. Se vocês acham que os Kings foram descarados, precisam conhecer a história do Minnesota Timberwolves em 2006. Era 18 de abril, último dia da temporada regular. Os Wolves tinham 33-48 de campanha e estavam brigando pela sétima pior posição geral.

    Aqui que a coisa fica interessante de verdade.

    O Minnesota tinha trocado sua pick de primeira rodada (junto com o Sam Cassell) pros Clippers. Mas — e esse “mas” é gigante — a pick tinha proteção top 10. Ou seja, se eles terminassem entre os 10 piores, ficavam com a escolha. Se não… tchau, pick.

    Com Boston meio jogo atrás e três times apenas um jogo na frente (Seattle, Golden State e Houston), a matemática era simples: perder garantiria a pick.

    A orgia do tanking

    E aí começou o show de horrores. Memphis não tinha nada pra jogar, então descansou Pau Gasol, Mike Miller, Shane Battier… todos os caras importantes. Mas os Wolves não iam ficar pra trás nessa.

    Kevin Garnett? “Lesionado” na coxa direita. Ricky Davis? “Problema” no joelho direito. Os dois maiores pontuadores do time, magicamente indisponíveis. Não bastou? Tiraram o armador titular Marko Jarić também, sem explicação nenhuma.

    Mas mesmo com essa sacanagem toda, os Wolves estavam ganhando por 10 pontos no intervalo! Cara, imagina a desespero da diretoria vendo o time ganhar quando precisava perder pra salvar uma pick de primeira rodada.

    Aí que entra o Mark Madsen. O cara era veterano esperto, sabia exatamente o que tinha que fazer. E nesse caso específico, ganhar significava… perder.

    Sinceramente, depois de ver essa história toda, fico pensando: será que o Adam Silver não deveria focar mais nas apostas esportivas do que ficar perseguindo time por tanking? Porque olha, comparado com 2006, o que os Kings fizeram foi amadorismo puro.

    E vocês, o que acham? Tanking sempre existiu ou a galera tá exagerando na paranoia?

  • Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Olha, quando você tem uma temporada que nem a dos Dallas Mavericks, você meio que desiste de ficar olhando tabela e começa a procurar outros motivos pra acompanhar o time. E cara, eu achei o motivo perfeito: Dwight Powell.

    Sério, esse cara virou tipo o prefeito não-oficial de Dallas — e não sou eu que tô falando isso, foi o próprio Klay Thompson que soltou essa no Instagram dos Mavs algumas semanas atrás. Mas vou te contar por que isso faz todo sentido.

    O cara que conhece Dallas de verdade

    Teve um vídeo dos caras falando sobre restaurantes favoritos. A galera toda falando de steakhouse perto do American Airlines Center, coisa básica mesmo. Aí vem o Powell e manda um “Uchi” na lata. Mano, o cara SABE onde tá a boa em Dallas. Conhece a cidade de verdade, não fica só na zona de conforto dos restaurantes óbvios.

    Powell tá em Dallas desde 2015, cara. É disparado o jogador há mais tempo no elenco dos Mavs. Já viu de tudo por lá — menos um título, que por pouco não rolou em 2024. O homem é praticamente uma instituição texana a essa altura.

    E olha, eu nem quero saber de estatística dele não. Plus/minus, percentual de arremesso, essas paradas todas… deixa pra lá. O que importa é o POWELL rating, e esse tá lá em cima.

    Vibes que salvam a temporada

    Porque vamos combinar: essa temporada dos Mavericks não tá sendo sobre vitórias mesmo. Não vai ter playoffs, não vai ter heroísmo no fim de jogo. Nem aquele 41-41 que te dá uma esperancinha pro ano que vem.

    Mas sabe o que tem? Diversão. O Cooper Flagg mostrando que pode ser superstar (inclusive com um jogo de 50 pontos recentemente — absurdo). Os caras da G League subindo e fazendo a festa, mesmo sendo inconsistentes. E principalmente, tem o Powell ali segurando as pontas do astral.

    É isso que eu curto no basquete às vezes. Quando o time não tá ganhando, pelo menos que seja gente boa de acompanhar. E Powell é exatamente isso — o cara que mantém o clima leve, que conhece a cidade, que tá ali há uma década criando cultura.

    Vocês acham que existe jogador mais “vibe” que o Powell nessa liga? Eu sinceramente duvido. O homem é tipo aquele amigo que sempre sabe onde ir, sempre tá de bom humor, sempre faz a galera se sentir em casa.

    Pode não ser o maior cestinha do mundo, mas como prefeito dos Mavs? Disparado o melhor da história.