Autor: Leandro Amorim

  • Luka se machuca e pode perder o MVP — mas o empresário vai brigar

    Luka se machuca e pode perder o MVP — mas o empresário vai brigar

    Cara, que azar do Luka Dončić. Justo quando o esloveno estava tendo uma temporada histórica pelos Lakers, uma lesão no posterior da coxa esquerda (grau 2) vai tirar ele dos últimos cinco jogos da temporada regular. E olha só a situação: isso pode custar o MVP pra ele.

    O problema é matemático e cruel. Com essa lesão sofrida contra o Thunder, o Luka vai chegar a 18 jogos perdidos na temporada. Pela regra da NBA, jogador que perde 18 ou mais jogos fica automaticamente fora da disputa de prêmios individuais — precisa ter jogado pelo menos 65 partidas. Ele ficou literalmente um jogo na trave.

    A briga do empresário vai ser épica

    Mas o Bill Duffy, empresário do Luka, não vai deixar passar batido. O cara já anunciou que vai entrar com um recurso na liga através do “Extraordinary Circumstances Challenge” — basicamente argumentando que teve circunstâncias especiais que justificam a ausência.

    E olha, faz sentido a argumentação dele. Duas das faltas do Luka foram em dezembro quando ele voltou pra Eslovênia pro nascimento do filho. Sinceramente, acho que a NBA tem que considerar isso sim. Família vem primeiro, né?

    “A temporada histórica dele merece ser reconhecida nos livros de história”, disse o Duffy. E cara, não é exagero não. O monstro tá fazendo média de 33.5 pontos, 8.3 assistências e 7.7 rebotes por jogo. Números absurdos.

    E agora, quem leva o MVP?

    Com o Luka possivelmente fora da briga (a decisão vai ser de um árbitro após a temporada regular), a corrida pelo MVP fica bem mais aberta. E vocês sabem o que é mais louco? Tem uma galera gigante que também não pode concorrer aos prêmios por causa da regra dos 65 jogos.

    A lista é de dar medo: Giannis, LeBron, Curry, Embiid, Ja Morant, Trae Young… Cara, metade da NBA tá fora da disputa. Isso mostra como essa temporada foi desgastante fisicamente pra todo mundo.

    Na minha opinião, a liga precisa repensar essa regra. Entendo que querem incentivar os caras a jogarem mais, mas às vezes a vida acontece — nascimento de filho, lesões que não dá pra controlar. O Luka não perdeu jogo por preguiça, né?

    E aí, vocês acham que o recurso do empresário vai colar? Ou a NBA vai ser linha dura e manter a regra? Eu torço pra que reconheçam as circunstâncias especiais, porque uma temporada desse nível merece estar na briga pelo MVP.

  • Mavs tentam quebrar sequência negativa brutal contra o Magic

    Mavs tentam quebrar sequência negativa brutal contra o Magic

    Olha, eu não sei se rir ou chorar com essa situação dos Mavericks. O time de Dallas (24-52) recebe o Orlando Magic (40-36) hoje à noite no American Airlines Center, e cara… eles estão numa sequência de 13 derrotas seguidas em casa. Treze! É quase impossível ser tão ruim assim jogando na sua própria quadra.

    Mas aqui vem o plot twist que só a NBA consegue entregar: os Mavs venceram o Magic nas últimas 14 vezes que se enfrentaram. Então temos um time que não consegue ganhar em casa contra um adversário que simplesmente não consegue bater Dallas. Vai entender…

    O cenário está armado para algo histórico

    Se os Mavericks ganharem hoje, eles quebram uma sequência horrível e mantêm viva uma sequência incrível. É meio surreal quando você para pra pensar. O jogo é às 20h30 (horário de Brasília) e vai passar na KFAA Channel 29 e no NBA League Pass.

    Dallas vem de uma surra que tomou dos Bucks na terça-feira — e olha que “surra” é pouco pra descrever o que aconteceu lá. Já o Magic perdeu um jogaço contra o Hawks na quarta, daqueles que doem no peito.

    Departamento médico lotado dos dois lados

    A situação de lesões dos Mavs continua complicada. PJ Washington está fora por doença, Caleb Martin ainda luta contra a fascite plantar (quem já teve sabe o inferno que é), e Marvin Bagley não joga por problemas no ombro. Moussa Cisse também está preservado — o time quer economizar a disponibilidade limitada dele.

    Do lado do Magic, vão sentir falta de Anthony Black (que é de Dallas, inclusive) e Jonathan Isaac, ambos por doença. Parece que tem um vírus rolando pela liga…

    Francamente, não sei o que esperar

    Sinceramente, é difícil prever o que vai rolar nesse jogo. Temos um time desesperado pra quebrar uma sequência vergonhosa contra outro que historicamente não consegue ganhar desses caras. Na teoria, deveria ser vitória fácil dos Mavs mantendo o domínio histórico. Na prática… bem, 13 derrotas seguidas em casa falam por si só.

    E aí, vocês acham que os Mavericks conseguem quebrar essa maldição em casa? Ou o Magic finalmente vai conseguir vencer esse rival que parece ter um passe livre contra eles? Uma coisa é certa: alguma sequência vai ser quebrada hoje à noite.

  • Wizards tem só 9% de chance contra o Heat — isso diz tudo

    Wizards tem só 9% de chance contra o Heat — isso diz tudo

    Cara, quando você lê que um time da NBA tem apenas 9% de chance de vencer uma partida, você já sabe que a coisa tá feia. E é exatamente essa a situação do Washington Wizards indo pra Miami enfrentar o Heat neste sábado.

    Olha, eu acompanho NBA há anos, mas essa temporada dos Wizards depois do All-Star Break foi de doer o coração. E o pior? Eles vão entrar em quadra com praticamente um time da G-League por conta das lesões.

    Quando a sala de fisioterapia vira vestiário

    Mano, seria mais fácil listar quem ESTÁ disponível do que quem tá machucado nesse Wizards. A lista de lesionados parece um censo populacional: Bilal Coulibaly, Alex Sarr, Trae Young, Anthony Davis… Pera aí, Anthony Davis? Algo me diz que essa lista tá meio confusa, mas enfim — o ponto é que metade do time tá no departamento médico.

    Do lado do Heat, a situação é bem melhor. Tyler Herro é dúvida, mas convenhamos — mesmo sem ele, Miami tem muito mais peças pra trabalhar.

    Sequência histórica (e triste)

    Sabe o que me deixa mais impressionado? Se não fosse pelo Utah Jazz existir, os Wizards já teriam emplacado uma sequência de 20+ derrotas seguidas. Isso é algo que só quem viveu os piores momentos do nosso basquete consegue entender — quando você torce pra simplesmente não passar vergonha.

    Por outro lado, e aqui vou fazer o papel do otimista, pelo menos os jovens estão ganhando minutos preciosos. Às vezes uma temporada perdida pode ser o trampolim pra algo maior no futuro. Será? Vocês acham que esse desenvolvimento forçado pode dar frutos?

    Nostalgia dos tempos de Beal

    Lembro quando os Wizards conseguiam vencer o Heat em casa com Bradley Beal comandando o ataque. Parece uma era geológica atrás, mas foi só alguns anos. Kyle Lowry ainda estava por lá, o time tinha uma cara completamente diferente.

    Sinceramente, essa partida de sábado às 15h (horário de Brasília) vai ser mais sobre desenvolvimento e preparação pra próxima temporada do que propriamente uma disputa competitiva. O Kaseya Arena pode até dar uma moral pro time visitante — quem sabe um milagre?

    Mas sendo realista: 9% de chance é generosidade. Ainda assim, é NBA — e no basquete qualquer coisa pode acontecer em 48 minutos de jogo.

  • Sixers atropela Wolves no segundo tempo e engata segunda seguida

    Sixers atropela Wolves no segundo tempo e engata segunda seguida

    Olha, eu já vi muito jogo do Sixers esse ano, e essa virada contra os Timberwolves ontem foi exatamente o tipo de coisa que me deixa maluco com esse time. Eles começaram dormindo, tomaram na cara no primeiro tempo, e depois simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    115 x 103 para os Sixers, que agora estão com 43-34 na temporada e firmes na sexta posição do Leste. Mas cara, que susto no começo!

    Paul George salvou a pátria no primeiro tempo

    Enquanto todo mundo estava patinando, o PG13 foi o único que lembrou que tinha um jogo de basquete rolando. 23 pontos só no primeiro tempo! O cara estava simplesmente imparável, acertando arremessos difíceis e mostrando por que os Sixers foram atrás dele.

    Embiid? Cara, o homem começou 1/10 de campo. UM DE DEZ. Eu tava aqui gritando com a TV, porque você sabe que quando o Joel não está acertando, a coisa fica complicada. Maxey também estava meio perdido no primeiro tempo.

    Do outro lado, os Wolves pareciam que tinham jogado na noite anterior (e provavelmente jogaram mesmo). Bones Hyland foi o cara deles, especialmente no segundo quarto quando fez 14 pontos e quase virou o jogo sozinho.

    Segundo tempo foi show à parte

    Aí que tá a magia desse time quando funciona. Saíram do vestiário completamente diferentes.

    Maxey acordou e lembrou que é All-Star: 21 pontos e 8 assistências na segunda etapa, acertando 7 de 13 arremessos. O garoto simplesmente tomou conta da quadra. Embiid também se recuperou e terminou com um double-double sólido: 19 pontos e 13 rebotes.

    Vocês viram como o Dominick Barlow jogou? O moleque estava em tudo que era lugar, pegando rebote, fazendo bloqueio… 7 rebotes só no primeiro quarto! Infelizmente levou duas faltas bobas e teve que sentar, mas mostrou que tem potencial.

    Wolves sem McDaniels sentiram a falta

    Julius Randle e Bones Hyland fizeram 21 pontos cada um pelos Wolves, mas sem Jaden McDaniels (lesão no joelho), eles sentiram falta de defesa. VJ Edgecombe, que eu tinha expectativas altas, só conseguiu 8 pontos em 9 arremessos. Não conseguiu achar espaço nenhum.

    O que mais me impressiona nos Sixers é essa capacidade de virar o switch no terceiro quarto. Duas vitórias seguidas, dois terceiros quartos dominantes. Coincidência? Eu acho que não.

    Agora é manter o foco e ver se conseguem engatar uma sequência boa. Com esse trio funcionando – George, Maxey e Embiid – eles podem incomodar qualquer um nos playoffs. A pergunta é: será que conseguem manter essa consistência?

  • Cooper Flagg faz história: 51 pontos aos 19 anos é ABSURDO

    Cooper Flagg faz história: 51 pontos aos 19 anos é ABSURDO

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Cooper Flagg, esse moleque de 19 anos do Dallas Mavericks, simplesmente fez história na NBA de uma forma que ninguém esperava.

    51 pontos. Cinquenta e um. Aos 19 anos e 103 dias de idade.

    O garoto se tornou o mais jovem jogador da história da NBA a fazer um jogo de 50+ pontos. E olha que não foi pouco — foram 51 pontos, 6 rebotes, 3 assistências e 3 roubos de bola numa derrota por 138-127 pro Orlando Magic. Sim, perderam o jogo, mas cara… que performance foi essa?

    Um feito histórico que poucos conseguiram

    Flagg agora faz parte de um grupo seleto de apenas nove calouros na história da liga a marcar 50+ pontos. A lista é de dar inveja: Wilt Chamberlain, Rick Barry, Earl Monroe, Brandon Jennings, Elgin Baylor, Elvin Hayes, Kareem Abdul-Jabbar e Allen Iverson.

    Mas aqui vem o detalhe mais louco: NENHUM desses lendários jogadores era adolescente quando conseguiu essa marca. Zero. Flagg não só entrou na lista — ele redefiniu completamente os parâmetros.

    O recorde anterior dele? 49 pontos — que já era o recorde histórico para um adolescente na NBA. Basicamente, o moleque quebrou o próprio recorde de uma forma espetacular.

    E ainda tem mais por vir

    A parte mais assustadora de tudo isso? Flagg só faz 20 anos no dia 21 de dezembro. Ou seja, ainda tem alguns meses pra continuar quebrando recordes como adolescente na liga.

    Sinceramente, eu não sei se estamos preparados pro que esse garoto vai fazer nos próximos anos. Desde que chegou no draft de 2025, a expectativa em cima dele era gigante, mas essa performance de ontem foi além de qualquer previsão.

    E vocês, o que acharam dessa explosão do Flagg? Acham que ele tem potencial pra ser um dos maiores da nova geração? Porque depois do que vi ontem, eu tô começando a acreditar que sim.

  • Hawks atropelam Nets por 141-107 — CJ McCollum monstro de novo

    Hawks atropelam Nets por 141-107 — CJ McCollum monstro de novo

    Cara, o que aconteceu no Barclays Center na sexta à noite foi quase desumano. Os Hawks simplesmente destruíram os Nets por 141-107, e CJ McCollum foi o grande nome dessa surra.

    McCollum terminou com 25 pontos e 7 assistências, acertando 8 de 12 arremessos e mandando 4 de 7 bolas de três. O cara tá numa fase absurda — e olha que ele já tem 32 anos! É aquela coisa: jogador experiente que sabe exatamente quando apertar o acelerador.

    Hawks voando rumo aos playoffs

    E não foi só o CJ não, viu? Nickeil Alexander-Walker meteu 21 pontos, Jalen Johnson fez um double-double com 18 pontos e 11 rebotes, e Onyeka Okongwu contribuiu com 15. Quando o time todo tá conectado assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Os Hawks agora estão com 45-33 e ocupam a quinta posição no Leste. Ficaram apenas 1 jogo e meio na frente do sexto colocado Philadelphia e do sétimo Toronto. Sinceramente? Esse time de Atlanta tá me surpreendendo — 18 vitórias em 20 jogos não é brincadeira.

    Nets já pensando na próxima temporada

    Do lado do Brooklyn, a temporada já era há muito tempo. Nic Claxton liderou com apenas 16 pontos e Malachi Smith fez 15. Com o placar de 18-59, os Nets estão claramente focados no futuro — e no draft que vem por aí.

    A partida foi definida logo cedo: Hawks abriram 10-0 e chegaram no final do primeiro quarto ganhando por 35-17. No intervalo já estava 71-55, com McCollum fazendo 16 pontos na primeira metade e acertando 3 de 3 do perímetro. Quando ele tá inspirado assim, pode esquecer.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo até os playoffs? Com CJ McCollum jogando nesse nível, eles podem incomodar qualquer um na primeira rodada.

  • South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    Olha, eu não esperava uma pancadaria dessas na Final Four feminina, mas South Carolina simplesmente destruiu o sonho perfeito de UConn ontem à noite. 62-48 para as Gamecocks, que acabaram com a invencibilidade das Huskies e avançaram para a final do campeonato nacional.

    E o mais louco? O técnico Geno Auriemma saiu da quadra sem cumprimentar ninguém de South Carolina depois de uma discussão feia com Dawn Staley no fim do jogo. Cara, nunca vi isso em uma Final Four.

    A vingança veio gelada

    As jogadoras de South Carolina carregaram essa sede de revanche desde a derrota na final do ano passado. A preparadora física Molly Binetti literalmente deixava o placar daquela final nas TVs da academia toda manhã às 6h. Imagina acordar e ver sua derrota todo santo dia?

    “A gente via isso na nossa cara, então mesmo eu não tendo vivido aquilo, eu tive que absorver essa dor porque sabia que era maior que eu”, disse Ta’Niya Latson, que chegou ao programa essa temporada.

    E funcionou. South Carolina desmontou um ataque que vinha fazendo 87 pontos por jogo. Sarah Strong, a jogadora do ano pela AP, ficou com míseros 11 pontos. Azzi Fudd, que é um monstro, conseguiu apenas 8 pontos em 3 de 15 arremessos. UConn terminou com 31% de aproveitamento nos arremessos – simplesmente não dava nada certo.

    O jogo ficou feio (literalmente)

    A partida foi física demais. South Carolina não arremessou muito melhor (37%), mas a defesa delas foi sufocante. No terceiro quarto rolou de tudo: Sarah Strong teve a camisa rasgada durante uma jogada – ela saiu com a 21 e voltou com uma 55 em branco porque não tinha reposição.

    Auriemma ficou pistola e desabafou ao vivo para a ESPN: “Foram seis faltas marcadas no quarto, todas contra a gente. E elas estão batendo pra caramba nas nossas jogadoras o jogo inteiro”. O cara estava realmente nervoso.

    Na minha visão, o jogo saiu de controle no terceiro quarto. South Carolina abriu 10 pontos, UConn respondeu com três bolas de três seguidas, mas as Gamecocks seguraram e foram para o último período com 5 pontos de vantagem.

    A discussão que ninguém esperava

    Quando o jogo acabou, Auriemma foi em direção a Staley para o cumprimento de praxe. Só que deu ruim. Os dois começaram a discutir ali mesmo, assistentes tiveram que intervir, e Auriemma simplesmente deu as costas e foi direto para o vestiário sem cumprimentar ninguém.

    Dawn Staley ficou na dela depois: “Não tenho ideia do que aconteceu. Mas vou te falar uma coisa: eu tenho caráter. Se fiz algo errado pro Geno, não foi de propósito”.

    Sinceramente? Nunca vi um técnico sair assim de uma Final Four. Auriemma é lenda do basquete feminino, mas ali ele pisou na bola. As jogadoras dele ficaram sozinhas na quadra enquanto ele já estava no vestiário.

    South Carolina vai para sua terceira final consecutiva sob Dawn Staley. Quatro finais em cinco anos – os números dessa mulher são absurdos. E vocês, acham que UConn volta mais forte na próxima temporada ou essa derrota vai marcar o programa?

  • NBA investiga os Bucks por impedir Giannis de jogar

    NBA investiga os Bucks por impedir Giannis de jogar

    Olha, essa história dos Bucks com o Giannis tá ficando feia mesmo. A NBA abriu uma investigação oficial contra Milwaukee por causa da forma como estão lidando com a situação do Greek Freak, que quer jogar mas não consegue autorização médica do próprio time.

    A situação é no mínimo estranha: Giannis falou tanto pro time quanto pra liga que tá 100% disponível pra jogar, mas os Bucks não liberam ele medicamente. Do outro lado, Milwaukee contou pra NBA que não acredita que o cara tá realmente pronto ou disposto a voltar. Contradição total.

    “É como um tapa na minha cara”

    O próprio Giannis não segurou a língua antes do jogo de sexta. “Eu tô disponível pra jogar, mas não tô no jogo. Tô disponível pra jogar hoje. Agora mesmo. Tô disponível”, disse aos repórteres. E depois partiu pro pesado: “Pra alguém vir e me falar pra não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara. Então, não sei onde nossa relação vai parar a partir daí.”

    Cara, imagina a frustração do cara. O melhor jogador do time querendo jogar e sendo impedido pela própria equipe. Sinceramente, nunca vi uma situação dessas na NBA.

    Temporada perdida e futuro incerto

    Giannis tá fora há 10 jogos consecutivos por causa de uma hiperextensão no joelho esquerdo e contusão óssea que sofreu contra o Indiana em 15 de março. Fontes dizem que logo depois da lesão, os Bucks já queriam encerrar a temporada dele, mas ele recusou.

    A temporada dos Bucks virou um desastre completo. Foram eliminados da briga pelos playoffs no dia 28 de março — primeira vez fora da pós-temporada desde 2016. E o pior: Giannis jogou apenas 36 partidas na temporada, de longe o menor número da carreira dele. Entre lesões na panturrilha, no adutor e agora no joelho, o cara não teve paz.

    A NBPA (sindicato dos jogadores) já até soltou um comunicado público criticando Milwaukee, praticamente acusando o time de estar fazendo tanking e prejudicando a integridade da liga. E olha, eles não tão errados não — com as 10ª melhores chances no Draft Lottery, parece que os Bucks decidiram mirar no futuro mesmo.

    E vocês acham que o Giannis vai ficar em Milwaukee depois dessa? Porque se ele não assinar a extensão de 5 anos por US$ 275 milhões que vai poder assinar em outubro, é troca na certa. Essa relação tá mais estremecida que neve no inferno.

  • LeBron detona Memphis e técnicos saem em defesa da cidade

    LeBron detona Memphis e técnicos saem em defesa da cidade

    Cara, o LeBron James resolveu meter o pau em Memphis essa semana e, sinceramente, foi meio desnecessário. O Rei criticou a cidade dos Grizzlies em um vídeo no YouTube e basicamente disse que a NBA seria melhor se o time se mudasse pra Nashville. Olha, eu entendo que nem toda cidade tem o glamour de Los Angeles, mas daí a falar que deviam mudar de cidade…

    A declaração do LeBron foi pesada mesmo. Ele disse que em Memphis “numa quinta-feira aleatória” os jogadores não têm nada pra fazer, e que não seria o primeiro cara da NBA a falar que os Grizzlies deveriam ir pra Nashville, onde tem a Universidade Vanderbilt, NASCAR e até o time de hockey. O mais louco? Ele falou que se os Grizzlies tivessem a primeira escolha do Draft de 2003 (quando ele foi escolhido), poderia ter considerado não jogar lá.

    Técnicos saem em defesa

    Mas aí que entra a parte boa da história. Tuomas Iisalo, técnico atual dos Grizzlies, e Darko Rajakovic, do Toronto Raptors (que já foi assistente em Memphis), não deixaram passar batido.

    “Posso dizer pela minha perspectiva que tenho uma visão completamente oposta”, disse Iisalo. “Memphis onde chegamos há menos de dois anos tem sido muito calorosa. Muito acolhedora.” O cara tá no segundo ano como técnico principal e já defende a cidade como se fosse de lá.

    Rajakovic foi ainda mais direto: “Não me importa o que o resto do mundo pensa. Eu amo o povo de Memphis. Amo a comida. Amo cada vez que venho aqui.” Monstro de resposta, né?

    A realidade por trás das críticas

    Aqui que fica interessante, pessoal. Enquanto o LeBron fala que não tem o que fazer em Memphis, os Raptors chegaram na cidade um dia antes do jogo de sexta e visitaram o St. Jude Children’s Research Hospital – que trata crianças com câncer sem cobrar nada das famílias. Rajakovic disse que foi inspirador e que os próprios jogadores agradeceram por levar eles lá.

    Na minha visão, isso mostra muito mais sobre o caráter de uma cidade do que ter mil opções de balada, sabe? Memphis pode não ter o brilho de outras praças, mas tem uma torcida apaixonada e uma comunidade forte. Os Grizzlies têm uma das torcidas mais barulhentas da liga – quem já viu um playoff em Memphis sabe disso.

    Sinceramente, acho que o LeBron falou besteira. Claro, ele é uma lenda e tem direito à opinião, mas criticar uma cidade inteira assim… sei não. E vocês, acham que Memphis merece ficar na NBA ou o Rei tem razão?

  • Durant lidera goleada dos Rockets: 5ª vitória seguida!

    Durant lidera goleada dos Rockets: 5ª vitória seguida!

    Mano, o Houston tá pegando fogo! Os Rockets acabaram de aplicar uma sacolada histórica no Jazz, ganhando de 140-106, e agora são cinco vitórias consecutivas. Kevin Durant foi o cara da noite com 25 pontos, mas sinceramente? O time todo tava jogando um basquete absurdo.

    Durant acertou 8 de 12 arremessos e ainda distribuiu 5 assistências. Detalhe que me chamou atenção: essa foi a 45ª vez na temporada que ele fez 20+ pontos com pelo menos 50% de aproveitamento. Tá perdendo só pro Shai Gilgeous-Alexander que tem 47 vezes. Cara, aos 37 anos o homem continua um monstro.

    Rockets voando rumo aos playoffs

    Amen Thompson também brilhou com 21 pontos, e o turco Alperen Sengun contribuiu com 19. Os Rockets (48-29) já garantiram vaga nos playoffs na quinta-feira, e agora estão a apenas um jogo do Denver na briga pela quarta posição do Oeste. Imagina se conseguem essa colocação? Seria um baita diferencial na primeira fase.

    Do lado do Jazz, Cody Williams foi bem com 27 pontos e 11 rebotes, mas o time como um todo… cara, foi sofrível. Acertaram apenas 5 de 27 tentativas de 3 pontos. Cinco! De vinte e sete! Como que ganha jogo assim?

    Domínio total desde o primeiro quarto

    Houston começou na frente e nunca mais foi alcançado. Abriram 5-0 e foram aumentando a vantagem aos poucos. No final do primeiro quarto já lideravam por 12, e no intervalo a diferença era de 19 pontos.

    O Jazz até tentou uma reação no terceiro período, diminuindo para 14 pontos de diferença, mas os Rockets responderam com uma sequência devastadora de 19-4 nos últimos 3 minutos do período. Aí acabou o jogo — entraram no último quarto ganhando por 29 pontos!

    Utah (21-57) tá numa fase terrível, são oito derrotas seguidas e 12 perdas nos últimos 13 jogos. E aí, vocês acham que os Rockets conseguem manter esse embalo até os playoffs? Domingo eles enfrentam o Warriors fora de casa — vai ser um bom teste.