Autor: Leandro Amorim

  • RJ Barrett com 25 pontos lidera massacre dos Raptors contra Grizzlies

    RJ Barrett com 25 pontos lidera massacre dos Raptors contra Grizzlies

    Cara, que atropelo foi esse dos Raptors ontem à noite! Toronto simplesmente destruiu Memphis por 128 a 96, e RJ Barrett foi o cara da partida com 25 pontos bem distribuídos. O canadense mostrou que tá em casa jogando pelo Raptors — literalmente.

    Mas olha, não foi só o Barrett não. Brandon Ingram colaborou com 17 pontos e 7 rebotes, mostrando que essa dupla tá funcionando bem. E tem uma coisa que me chamou atenção: o rookie Collin Murray-Boyles, que foi a 9ª escolha do draft passado, fez 19 pontos com um aproveitamento absurdo de 7 em 10 arremessos.

    Rookie mostrando serviço

    Sinceramente, esse Murray-Boyles tá me impressionando. Dois jogos atrás ele fez 20 pontos contra Sacramento — recorde pessoal — e agora vem com mais 19. É assim que se aprende na NBA, jogando com confiança e ajudando o time.

    Os Raptors precisavam dessa vitória pra quebrar uma sequência de duas derrotas. Eles tão na briga pra fugir do play-in tournament do Leste, ocupando a 7ª posição com o mesmo recorde do Philadelphia, que tá em 6º.

    Memphis no hospital

    Do outro lado, cara… Memphis tá literalmente desmontado. Treze jogadores no departamento médico! Treze! O time tá jogando com uma mistura de caras com contrato de 10 dias, jogadores two-way e uns poucos regulares. É de dar dó.

    GG Jackson foi o destaque dos Grizzlies com 30 pontos (10 de 16 nos arremessos — o moleque sabe jogar), mas não teve jeito. Cedric Coward ajudou com 15, mas quando você tá com meio time machucado, fica difícil competir contra um Raptors motivado.

    A partida foi definida ainda no primeiro tempo. Toronto fechou os primeiros 24 minutos com uma corrida de 13 a 4 e foi pro intervalo ganhando por 59 a 41. No terceiro período, a vantagem chegou a 31 pontos. No último quarto? 33 de diferença. Foi um massacre mesmo.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem fugir do play-in? Com Barrett jogando assim e o rookie ganhando confiança, eu acho que tem chance sim. Agora eles vão pra Boston domingo — vai ser um teste e tanto contra os Celtics.

  • Lesão do Luka vira bagunça total nos Lakers e nos playoffs

    Lesão do Luka vira bagunça total nos Lakers e nos playoffs

    Olha, eu não esperava que uma lesão de hamstring ia virar o caos que virou. O Luka Dončić machucou o posterior da coxa na quinta-feira contra o Thunder — e cara, foi numa surra daquelas, 31 pontos de diferença no intervalo — e agora os Lakers estão praticamente ferrados.

    A franquia anunciou que é uma distensão grau 2, e por enquanto ele tá fora só do resto da temporada regular. Mas vamos ser realistas aqui: lesão de hamstring dessa gravidade demora de 4 a 6 semanas pra sarar. O Peyton Watson ficou 46 dias fora com a mesma coisa, voltou pra 4 jogos e tá machucado de novo.

    Lakers sem Luka = Game Over

    Vou falar uma coisa — os Lakers não passam nem do primeiro round sem o esloveno. A estratégia inteira do time era sobrecarregar os adversários com aquele trio monstro de criação: Dončić, Austin Reaves e LeBron James. Sem o Luka, vira um time comum com problemas defensivos sérios.

    E olha que eles tavam embalados, né? Março de 15-2 fez todo mundo sonhar com título. Mas sejamos honestos — quando enfrentaram Thunder e Spurs durante a temporada, tomaram vareio. Contra OKC foram 29 pontos de diferença em novembro, e na quinta foi aquela humilhação no primeiro tempo.

    A verdadeira perda: informações preciosas

    Aqui que fica interessante. A troca pelo Dončić nunca foi sobre ganhar título em 2025 ou 2026 — foi sobre construir um contendor sólido pros anos 2030. E cara, os Lakers perderam a janela mais importante de avaliação que eles tinham.

    Pensa só: quase ninguém nesse elenco tem contrato garantido a longo prazo. Reaves, LeBron, Hayes, Kennard e Hachimura viram agentes livres. Ayton e Marcus Smart têm opções de jogador. Como é que eles vão tomar decisões de milhões de dólares sem saber o que realmente funciona?

    A dupla Dončić-Reaves aguenta a pressão dos playoffs? O Deandre Ayton e Jaxson Hayes podem ser a rotação de centro do futuro? Essas perguntas iam ser respondidas numa série contra Thunder ou Spurs. Agora vão ter que chutar no escuro.

    O dominó que vai cair

    E vocês acham que para por aí? Essa lesão vai mexer com a cabeça de todo mundo na conferência. Times que tavam se preparando pra enfrentar os Lakers agora podem relaxar um pouco. Outros que brigam por vaga vão ter vida mais fácil.

    Sinceramente, é frustrante ver isso acontecer. O Luka tava jogando num nível absurdo — quase 30 pontos, 9 assistências e 8 rebotes de média. Ia ser massa ver ele nos playoffs com essa camisa dourada.

    Agora é torcer pra ele voltar 100% na próxima temporada. Porque se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que lesão de hamstring mal curada vira problema crônico. E ninguém quer ver um dos maiores talentos da liga virando hospital, né?

  • Maxime Raynaud venceu março! Rookie francês dos Kings tá voando

    Maxime Raynaud venceu março! Rookie francês dos Kings tá voando

    Gente, preciso falar de um cara que tá simplesmente destruindo na NBA e vocês talvez nem saibam quem é. Maxime Raynaud, pivô francês dos Sacramento Kings, acabou de ser eleito o Rookie do Mês da Conferência Oeste em março. E olha, os números desse cara são de outro planeta.

    O francesão foi selecionado apenas na 42ª posição do Draft de 2025, saindo de Stanford. Escolha da segunda rodada, aquelas que a gente sempre torce pra dar certo mas raramente dão. Bom, Raynaud tá fazendo a diferença.

    Os números de março foram absurdos

    Em 15 jogos como titular no mês passado, o pivô cravou médias de 17.9 pontos e 8.5 rebotes por partida. Mas o mais impressionante? O cara acertou 59% dos arremessos de quadra. Cinquenta e nove por cento! Isso é eficiência de veterano, não de calouro.

    E tem mais: foram seis jogos com mais de 20 pontos, incluindo dois com mais de 30. O recorde pessoal veio contra o San Antonio Spurs no dia 17 de março — 32 pontos. Dois dias depois, contra o Philadelphia 76ers, fez mais 30. Jogos consecutivos de 30+ pontos.

    Sabe quantos calouros dos Kings fizeram isso na história da franquia? Quatro. Raynaud é o primeiro desde Walt Williams em 1993. Nem Tyreke Evans, nem DeMarcus Cousins, nem Isaiah Thomas, nem De’Aaron Fox conseguiram. Isso diz muito sobre o que esse francês está fazendo.

    Números históricos mesmo

    Olha só essa estatística que me deixou de queixo caído: em março, Raynaud totalizou 268 pontos e 128 rebotes com 59% de aproveitamento nos arremessos. Apenas três rookies na história da NBA conseguiram pelo menos 250 pontos e 125 rebotes com mais de 59% de eficiência em um mês. Os outros dois? Kareem Abdul-Jabbar e Otis Thorpe. Ou seja, ele tá em companhia de lenda.

    Na temporada toda, Raynaud lidera os calouros em double-doubles (17), é segundo em rebotes totais (507) e terceiro em porcentagem de arremessos (56.5%). Médias gerais de 11.9 pontos e 7.3 rebotes por jogo.

    Sinceramente, eu não esperava que um pivô da segunda rodada fosse fazer tanto barulho assim. Mas o Sacramento sempre teve um olho bom pra descobrir essas pérolas escondidas. E vocês, já tinham reparado no Raynaud ou foi surpresa igual pra mim? Esse cara pode ser o futuro da posição 5 dos Kings.

  • Knicks atropelam Bulls e chegam aos 50 vitórias com show do Robinson

    Knicks atropelam Bulls e chegam aos 50 vitórias com show do Robinson

    Cara, que paulada os Knicks deram nos Bulls na sexta-feira! 136 a 96. Não foi jogo, foi demolição completa. E o mais absurdo? O time começou com uma sequência de 20-1 logo de cara. Vinte a um! Os caras de Chicago nem sabiam o que tava acontecendo.

    Mitchell Robinson foi um monstro no garrafão

    Com o Karl-Anthony Towns fora por causa de uma lesão no cotovelo, o Mitchell Robinson aproveitou a chance de ouro pra mostrar serviço. E que serviço! 17 pontos e 11 rebotes em apenas 22 minutos de quadra. O cara acertou TODOS os sete arremessos de quadra que tentou. Todos mesmo. Mais quatro lances livres certeiros.

    Eu sinceramente não esperava essa eficiência toda do Robinson. O cara tava vindo de um jogo fora por conta de lesão e voltou com essa sede toda de bola. Chegou bem perto dos 21 pontos que ele fez em dezembro contra o Sixers, que foi o recorde dele na temporada.

    OG Anunoby pegou fogo de três

    Se o Robinson dominou o garrafão, o OG Anunoby simplesmente resolveu virar o Curry da vida de fora da linha. 31 pontos (maior pontuação da partida) acertando 7 das 10 tentativas de três pontos. Sete de dez! Isso é coisa de louco.

    O canadense tá numa crescente impressionante — dois jogos atrás fez 25 pontos contra o Memphis, agora esse showzaço contra Chicago. Parece que finalmente tá entendendo o sistema dos Knicks e se encaixando perfeitamente no time. E olha, contra adversários mais fracos, mas a confiança tá lá.

    O Jalen Brunson também voltou bem da contusão no tornozelo, distribuindo 10 assistências em 29 minutos. Jogou mais de armador mesmo, deixando os companheiros brilharem.

    50 vitórias e olho nos playoffs

    Com essa goleada, os Knicks chegaram aos 50 triunfos na temporada regular — terceira vez consecutiva que fazem isso. É um time que tá consolidado, pessoal. 50-28 de campanha não é brincadeira na NBA.

    E vocês viram como o técnico Mike Brown conseguiu dar descanso pros titulares? Nove caras entraram em quadra além dos cinco principais. Isso mostra a profundidade do elenco e a tranquilidade de estar ganhando fácil.

    O próximo desafio é segunda-feira contra o Atlanta Hawks, último jogo fora de casa na temporada regular. Vai ser interessante ver se os Knicks conseguem manter esse embalo — porque sinceramente, quando esse time tá bem entrosado e todo mundo contribuindo assim, fica difícil de parar. Vocês acham que eles têm potencial pra incomodar nos playoffs?

  • Celtics atropelam Bucks sem Giannis: Brown e Tatum mandam ver

    Celtics atropelam Bucks sem Giannis: Brown e Tatum mandam ver

    Olha, quando os Celtics começam quente assim, já era. Ontem à noite foi mais um show de Boston, que simplesmente destruiu os Bucks por 133 a 101. E o mais impressionante? O Tatum nem precisou jogar o quarto período inteiro.

    Jaylen Brown foi o cestinha com 26 pontos, mas quem roubou a cena mesmo foi o Jayson Tatum. 23 pontos, 11 rebotes e 9 assistências — ficou a uma assistência de outro triple-double. Na partida anterior contra o Miami Heat, o cara já tinha feito um triple-double com 25 pontos, 18 rebotes e 11 assistências. Tá pegando fogo!

    O primeiro período foi absurdo

    Os Celtics começaram chovendo de três. Acertaram oito das primeiras nove tentativas do perímetro — isso é coisa de videogame, pessoal. Resultado? 43 a 26 no primeiro quarto. Sinceramente, quando eu vi esse placar, já sabia que ia ser massacre.

    Foi o maior número de pontos que Milwaukee sofreu no primeiro período na temporada toda. E olha que na partida anterior contra Miami, Boston fez 53 pontos no primeiro quarto — recorde histórico da franquia. Não chegaram nesse número contra os Bucks, mas 43 pontos já foi mais que suficiente.

    Milwaukee sem suas estrelas

    Claro que ajudou o fato de Milwaukee estar completamente desfalcada. Giannis Antetokounmpo perdeu o décimo jogo consecutivo por conta de uma lesão no joelho esquerdo. O cara até disse que já tá saudável e quer voltar, mas a organização preferiu segurar.

    Além do Greek Freak, os Bucks também estavam sem Kevin Porter Jr., Bobby Portis, Ryan Rollins e Gary Trent Jr. Praticamente metade do elenco no departamento médico. Taurean Prince até tentou segurar as pontas com 18 pontos, mas não dava nem pro cheiro.

    Do lado de Boston, Neemias Queta teve uma noite monstro com 19 pontos e 10 rebotes — o brasileiro tá mostrando serviço quando tem oportunidade. Derrick White somou 17, Payton Pritchard fez 16 e Sam Hauser contribuiu com 13 pontos.

    Briga pelo segundo lugar no Leste

    Com essa vitória, os Celtics mantiveram 2.5 jogos de vantagem sobre os Knicks na briga pela segunda posição da Conferência Leste. Eles ainda estão quatro jogos atrás dos líderes Detroit Pistons — que temporada maluca essa, né?

    Boston terminou a noite com impressionantes 56.2% nos arremessos de quadra e 17 acertos em 37 tentativas de três pontos. Quando esse time tá encaixado, é quase impossível de parar.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse ritmo até os playoffs? Com Tatum jogando nesse nível e o elenco todo contribuindo, esse time pode ir longe mesmo.

  • NBA investiga os Bucks: Giannis quer jogar, time não deixa

    NBA investiga os Bucks: Giannis quer jogar, time não deixa

    Olha, essa história tá ficando muito esquisita em Milwaukee. A NBA abriu uma investigação oficial contra os Bucks por causa da situação do Giannis Antetokounmpo — e sinceramente, era questão de tempo até isso acontecer.

    A situação é bizarra: o Greek Freak tá dizendo pra todo mundo que quer jogar, que tá saudável e pronto pra entrar em quadra. Mas o time? Simplesmente não libera ele medicamente. É como se fossem duas versões completamente diferentes da mesma história.

    O que realmente tá rolando?

    Giannis não joga desde 15 de março, quando hiperestendeu o joelho esquerdo contra o Pacers. Já são 10 jogos seguidos fora — e olha que ele mesmo tá falando pros repórteres que tá disponível pra jogar. “Eu tô disponível pra jogar hoje. Agora mesmo. Eu tô disponível”, disse ele antes da derrota de 133-101 pros Celtics na sexta.

    E aí que vem a parte mais complicada. Fontes próximas ao caso contaram que logo depois da lesão, o time queria encerrar a temporada do Giannis de vez. Ele recusou. Agora Milwaukee tá falando pra liga que não acredita que ele realmente quer jogar. Cara, que confusão é essa?

    O mais revoltante pra mim é a fala do próprio Giannis: “Para alguém vir e me dizer pra não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara”. E ele tá certo, né? Imagina você sendo o cara do time e o próprio time não deixar você jogar quando você tá se sentindo bem.

    NBPA não perdoou

    A associação dos jogadores não engoliu essa e mandou um comunicado pesado, praticamente acusando Milwaukee de estar “tankando” — perdendo de propósito pra ter uma posição melhor no draft. E convenhamos, faz sentido. Os Bucks já foram eliminados dos playoffs no dia 28 de março, primeira vez desde 2016 que ficam de fora.

    O que me chama atenção é que Giannis, aos 31 anos, jogou apenas 36 partidas nesta temporada — de longe o menor número da carreira dele. Foram duas lesões na panturrilha, uma no adutor e agora essa do joelho. O corpo tá cobrando o preço de anos carregando o time nas costas.

    Mas olha só que situação constrangedora: enquanto o técnico Doc Rivers falava que Giannis nem treinou desde a lesão, o cara tava fazendo aquecimento completo antes dos jogos em casa, aumentando a intensidade propositalmente pra mandar um recado. Tenso demais.

    A liga já entrevistou o Giannis, a diretoria dos Bucks e os médicos do time. Cinco jogos restam na temporada regular e essa novela ainda não acabou. E aí, vocês acham que os Bucks tão mesmo tentando proteger o jogador ou tá rolando uma sacanagem pra melhorar a posição no draft? Essa história tá longe de terminar.

  • Hawks massacram Nets por 34 pontos e já são 18 vitórias em 20 jogos

    Hawks massacram Nets por 34 pontos e já são 18 vitórias em 20 jogos

    Gente, que paulada foi essa que os Hawks deram no Brooklyn ontem! 141 a 107, uma surra histórica que deixa claro que esse time de Atlanta tá jogando num nível completamente diferente.

    CJ McCollum foi o cara da noite: 25 pontos e 7 assistências, mandando bala de todos os cantos da quadra. O maluco acertou 8 de 12 arremessos, sendo 4 de 7 do perímetro. Quando o McCollum tá inspirado assim, não tem defesa que segure.

    O show começou cedo

    Os Hawks simplesmente não deram chance pro Brooklyn respirar. Abriram 10 a 0 no placar e já no primeiro quarto estavam ganhando de 35 a 17. Imagina a cara dos torcedores do Nets vendo isso no Barclays Center…

    No intervalo já era 71 a 55, com McCollum fazendo 16 pontos sem desperdiçar quase nada (4 de 5 dos arremessos) e acertando TODOS os três que tentou. Jalen Johnson também contribuiu com 13 pontos no primeiro tempo.

    Elenco inteiro contribuindo

    E não foi só o McCollum não. Nickeil Alexander-Walker meteu 21 pontos, Jalen Johnson fez um double-double com 18 pontos e 11 rebotes, e Onyeka Okongwu ajudou com 15. Esse é o basquete que eu gosto de ver — todo mundo envolvido, bola girando, enterradas e arremessos de três chovendo.

    Do lado do Brooklyn, só deu pra ver Nic Claxton tentando fazer alguma coisa com seus 16 pontos e Malachi Smith com 15. Mas com o time em 18 vitórias e 59 derrotas na temporada, já era de se esperar uma atuação assim mesmo.

    Sinceramente? Esses Hawks de 45-33 estão me impressionando. Quarta vitória consecutiva e agora são 18 triunfos nos últimos 20 jogos. Monstro isso! Eles estão na quinta colocação do Leste, 1 jogo e meio na frente do Philadelphia e só 3 jogos e meio atrás do Cleveland — que, aliás, vai enfrentar Atlanta na próxima semana numa série que pode definir muita coisa.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo alucinante até os playoffs?

  • Giannis explode: ‘Sou pago pra jogar!’ e detona direção do Bucks

    Giannis explode: ‘Sou pago pra jogar!’ e detona direção do Bucks

    Cara, que situação bizarra essa em Milwaukee. O Giannis Antetokounmpo tá literalmente implorando pra jogar — disse que tá 100% saudável — mas o Bucks continua deixando o cara no banco há 10 jogos seguidos. E o Greek Freak não tá nada feliz com isso.

    ‘Eu sou saudável’, disparou Giannis antes do jogo contra o Boston na sexta. ‘Odeio quando as pessoas me forçam a fazer coisas contra minha natureza. Sou um jogador. Sou pago para jogar.’

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Imagina você ser bicampeão de MVP, ter dado uma era de ouro pro seu time, e na hora que quer competir te deixam de escanteio? É de doer mesmo.

    O drama da lesão que ninguém vê

    Oficialmente, Giannis tá fora por causa de uma hiperextensão no joelho esquerdo e contusão óssea desde aquela queda feia contra o Indiana Pacers em 15 de março. Mas aqui que fica interessante: o monstro tem aparecido nos aquecimentos antes dos jogos sem mostrar sinal nenhum de lesão.

    E convenhamos, esse é o mesmo cara que em 2021 machucou o joelho nos playoffs e voltou em dois jogos pra levar o Bucks ao primeiro título em 50 anos. Giannis sempre foi conhecido por se recuperar rapidinho de lesão — faz parte do DNA dele.

    ‘Vocês sabem com quem estão lidando’, mandou a real pros repórteres. ‘Então, para alguém vir e me dizer para não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara.’

    Sindicato dos jogadores entra na briga

    A situação ficou tão tensa que até a associação dos jogadores da NBA se meteu no meio. Eles basicamente mandaram um recado direto: se o Giannis tá saudável e quer jogar, coloca ele em quadra.

    E sinceramente? Eu concordo com eles. Ok, o Bucks já tá matematicamente eliminado dos playoffs — coisa que dói no coração de qualquer fã. Mas cara, você tem um dos maiores jogadores do planeta querendo competir e você nega? Isso não faz sentido nenhum.

    Ainda mais considerando o contexto familiar. O irmão mais novo dele, Alex, fez a estreia na NBA domingo passado. Giannis queria muito jogar ao lado do moleque — inclusive falou que praticamente criou o Alex depois que o pai morreu. Imagina a emoção de ter três irmãos Antetokounmpo em quadra ao mesmo tempo?

    ‘Vocês realmente acham que eu não quero me vestir e jogar com meu irmão? Qualquer um que pensa isso é um idiota’, desabafou o Greek Freak.

    E agora? O futuro é incerto

    Essa treta toda acontece num momento super delicado. O futuro do Giannis em Milwaukee tá bem incerto — o nome dele rolou pra caramba nas conversas de trade até a deadline, mesmo com os Bucks decidindo mantê-lo.

    Em outubro, ele fica elegível pra assinar uma extensão de quatro anos que pode chegar nos US$ 275 milhões. Se não assinar, pode virar agente livre após a temporada 2026-27. Ou seja, essa relação meio estremecida pode complicar tudo.

    ‘Não sei onde essa relação vai parar’, disse Giannis, e cara, dá pra sentir a decepção na voz do cara.

    E aí, vocês acham que o Bucks tá certo em preservar o Giannis ou deveriam deixar o monstro jogar? Pra mim, quando um jogador desse calibre quer competir, você deixa ele fazer o que sabe — independente da situação na tabela.

  • Knicks massacram Bulls por 40 pontos e OG Anunoby vira monstro

    Knicks massacram Bulls por 40 pontos e OG Anunoby vira monstro

    Cara, eu assisti muita coisa absurda na NBA, mas o que o OG Anunoby fez ontem contra o Bulls foi de outro planeta. O cara simplesmente decidiu que ia virar o Stephen Curry e meteu 31 pontos, sendo 7 de 10 do perímetro. Sete de dez! Do perímetro! Enquanto isso, os Knicks passaram o rodo no Chicago Bulls: 136 a 96. Quarenta pontos de diferença.

    E olha, não foi só o Anunoby não. Mitchell Robinson também resolveu aparecer pro jogo, fazendo 17 pontos e 11 rebotes com 100% de aproveitamento nos arremessos – acertou todos os sete que tentou. O maluco tava inspirado porque estava substituindo o Karl-Anthony Towns, que ficou fora por causa de uma lesão no cotovelo.

    Brunson comandou o show

    Jalen Brunson fez a parte dele também: 17 pontos e 10 assistências. Double-double básico pra quem tá acostumado a comandar esse time dos Knicks. Sinceramente, quando esse cara tá distribuindo bola desse jeito, fica difícil parar Nova York.

    Mas vamos falar do que realmente impressiona aqui – os Knicks chegaram às 50 vitórias pela terceira temporada consecutiva. Pra vocês terem uma ideia de quão especial isso é: a última vez que eles fizeram isso foi entre 1991 e 1994. Ou seja, mais de 30 anos atrás! Essa franquia tá voltando a ser relevante mesmo.

    Bulls em queda livre

    Agora, do lado de Chicago… cara, que situação complicada. Seis derrotas consecutivas e perderam 10 dos últimos 12 jogos. O Collin Sexton até tentou fazer alguma coisa com seus 19 pontos, mas quando seu time toma uma de 40, não tem muito o que fazer.

    A coisa ficou feia desde cedo. Os Knicks abriram 38 a 16 no primeiro quarto depois de um período onde os Bulls simplesmente esqueceram como jogar basquete – perderam 10 arremesses seguidos e tiveram 5 turnovers numa sequência de 18 a 0 dos donos da casa. Na moral, dava até dó de assistir.

    No intervalo já tava 78 a 41. Quarenta e um pontos no primeiro tempo? Isso é coisa de time que não tá nem tentando mais.

    E aí, vocês acham que os Knicks realmente têm chances de fazer barulho nos playoffs esse ano? Porque jogando assim, com essa consistência, eles podem incomodar qualquer um no Leste.

  • JuJu Watkins voltando dos machucados e USC armando o maior time

    JuJu Watkins voltando dos machucados e USC armando o maior time

    Galera, que notícia boa pra começar o dia! JuJu Watkins, a estrela absoluta de USC, tá voltando forte da lesão no joelho e já dá pra ver que o bicho tá pegando no treino da seleção americana.

    A mina rompeu o ligamento cruzado anterior em março do ano passado, naquela eliminação dolorosa contra Mississippi State no March Madness. Foi de partir o coração, real. Mas agora? Ela tá treinando sem joelheira nenhuma no complexo do Phoenix Mercury, e pelo jeito que ela fala, dá pra sentir a confiança voltando.

    “Tô chegando na reta final”

    “A recuperação tá indo muito bem. Só mantendo o foco que logo estarei de volta. Tô chegando na reta final, então tô muito grata por isso”, disse ela. Cara, ouvir isso da JuJu é música pros ouvidos de qualquer fã de basquete feminino.

    E olha só a diferença: em dezembro ela assistiu tudo do banco no camp da Duke. Agora já tá na quadra, fazendo arremessos, movimentando. Sue Bird, que tá gerenciando a seleção, falou que ela tá “num lugar muito tranquilo, muito calma. Pronta pra voltar à quadra”.

    Sinceramente? Acho que essa lesão pode ter sido uma benção disfarçada pra ela. Não que eu deseje lesão pra ninguém, mas às vezes você precisa dar um passo atrás pra dar dois à frente.

    USC montando um time absurdo

    E por falar em dar passos à frente… Vocês viram o que USC tá montando pra próxima temporada? A coach Lindsay Gottlieb conseguiu a classe de recrutas número 1 do país, liderada pela Saniyah Hall – que é simplesmente a caloura mais cotada de todo o país.

    Imaginem só: JuJu Watkins 100% + a melhor classe de recrutas da nação. Isso aí pode dar muito pano pra manga no basquete universitário feminino. A JuJu já foi AP Player of the Year em 2024-25 e foi All-American duas vezes nas suas duas primeiras temporadas – a mina é monstro mesmo.

    “Tem muitas formas de melhorarmos. Muitas coisas que fazemos bem”, ela disse sobre assistir USC da arquibancada. “Conseguir ver as coisas de uma perspectiva diferente definitivamente me ajudou e me deu algumas coisas que posso continuar contribuindo pro time no próximo ano.”

    E aí, galera, acham que USC pode brigar pelo título nacional com JuJu de volta e esse time recheado de talentos? Eu tô começando a acreditar que sim. O basquete feminino tá cada vez mais competitivo e essa volta da JuJu pode ser o combustível que faltava pros Trojans decolarem de vez.