Autor: Leandro Amorim

  • Mac McClung bicampeão MVP da G League — que monstro!

    Mac McClung bicampeão MVP da G League — que monstro!

    Gente, o Mac McClung fez de novo. O cara que virou lenda nos concursos de enterrada agora conquistou o segundo MVP da G League na carreira — e olha que ele só tinha ganhado o primeiro em 2024. Ou seja: bicampeão em sequência. Absurdo!

    Os números do garoto pelo Windy City Bulls foram simplesmente surreais. Média de 31.8 pontos por jogo liderando toda a liga, mais 7.9 assistências e 3.6 rebotes. E não era só volume não — o aproveitamento de quadra foi de 51.5% nos arremessos de campo e 38.1% nas bolas de três. Em 40 jogos, cara. Consistência pura.

    De enterrador a cestinha completo

    Sinceramente, eu não esperava que o Mac virasse esse fenômeno ofensivo. Todo mundo conhece ele pelas enterradas históricas no All-Star (aquele voo sobre o Shaq ainda me dá arrepios), mas ver ele dominando uma temporada inteira na G League como armador e pontuador principal? Isso é evolução.

    A competição pelo MVP não foi moleza. Tristen Newton, do Rio Grande Valley Vipers (afiliado do Houston Rockets), ficou em segundo, e DaQuan Jeffries, do Stockton Kings, completou o pódio. Mas o Mac simplesmente estava em outro nível.

    O futuro bate à porta

    E aí que vem a parte mais interessante: os Bulls converteram o contrato dele para Two-Way em fevereiro. Isso significa que agora ele pode alternar entre a G League e a NBA. Com esses números absurdos, vocês acham que ele não vai ganhar uma chance real na liga principal?

    Olha, na minha visão, o Mac McClung representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde talentos únicos podem se desenvolver e provar seu valor. O cara saiu de viral das redes sociais para bicampeão MVP de uma liga profissional. Que história, né?

    Agora é torcer para ver se Chicago vai dar uma oportunidade real para ele mostrar esse basquete todo na NBA. Depois de dois MVPs seguidos, acho que ele mais do que mereceu.

  • Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Olha, eu sempre fico curioso quando um prospecto causa tanto debate assim. Cameron Boozer é exatamente isso: um cara que todo mundo concorda que vai ser útil na NBA, mas quando a conversa vira pro teto dele… aí a coisa complica.

    O filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?) liderar todos os prospectos do Draft em player efficiency rating não é brincadeira. O moleque simplesmente mandou ver em Duke e levou o time até as Elite Eight. Mas aí que mora o problema — ou a oportunidade, dependendo de como você vê.

    O que todo mundo concorda

    “Acho que as pessoas ficaram meio cegas pra produção dele e o arquétipo”, disse um executivo da Conferência Leste. Cara, isso me lembrou muito das discussões sobre Luka Doncic antes dele chegar na NBA. Todo mundo falava que ele era “devagar” demais.

    A versatilidade ofensiva do Boozer é única nessa classe do Draft. O executivo comparou ele com Sabonis e Sengun — dois caras que também ouviram muito sobre atletismo, mas que compensaram tudo com QI de jogo absurdo. E convenhamos, os dois tão indo muito bem na liga, né?

    Mas tem as dúvidas…

    “Não sou muito fã de um cara que só joga numa posição”, falou um scout. E olha, entendo a preocupação. Se você tem que construir todo um sistema em volta de um jogador, ele precisa valer MUITO a pena.

    O negócio é que Boozer não tem aquela explosão atlética que a gente tá acostumado a ver nos primeiros picks. As “pernas pesadas” que mencionaram podem ser um problema real pra finalizar na área e proteger o aro. Sinceramente? Acho que essa vai ser a grande questão: ele consegue compensar essas limitações físicas só com inteligência?

    Um executivo fez uma comparação interessante: “Ele não tem a aparência atlética, então as pessoas colocam limites nele. Não sei por que continuam botando teto num moleque de 19 anos. Tem várias formas de falar sobre atletismo, não só o quanto você consegue pular”.

    E aí, vocês acham que QI de jogo e versatilidade ofensiva compensam as limitações físicas? Porque uma coisa é certa: Cameron Boozer sabe jogar basquete. A questão é se isso vai ser suficiente no nível que importa.

  • Warriors quase pegaram Kawhi Leonard e ainda querem mais uma estrela

    Warriors quase pegaram Kawhi Leonard e ainda querem mais uma estrela

    Olha só que bomba: os Warriors quase fecharam com o Kawhi Leonard no deadline de fevereiro! A estrutura do negócio tava praticamente pronta quando os Clippers resolveram dar pra trás na última hora.

    E não foi só o Kawhi não — Golden State também tentou arrancar o Giannis do Milwaukee. Cara, imagina o Curry jogando com qualquer um desses monstros? Seria absurdo demais.

    Warriors não desistem do Kawhi

    O mais louco é que o nome do Leonard continua circulando por lá. Seja numa nova tentativa de trade ou — segura essa — numa possível anulação de contrato por causa dessa investigação de salary cap que tá rolando com os Clippers.

    Sinceramente? Eu não duvido de nada mais. Se der merda mesmo essa história da investigação, o Kawhi pode ficar livre no mercado. E aí os Warriors com certeza vão partir pra cima.

    A diretoria de Golden State deixou claro que não quer papo de reconstrução não. Joe Lacob e o Mike Dunleavy querem é título, e pra isso precisam de mais uma estrela pra completar o elenco junto com Curry, Draymond Green e — pasmem — Jimmy Butler e Kristaps Porzingis que também tão na mira.

    E o Steve Kerr fica?

    Enquanto isso, o futuro do técnico Steve Kerr ainda tá no ar. Todo mundo quer ele de volta — Lacob, Dunleavy e o próprio Curry. Mas ainda não rolou conversa oficial sobre renovação.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem montar esse super time? Curry merece mais um anel, na minha opinião. Principalmente depois de tudo que ele já fez pela franquia.

    Uma coisa é certa: vai ser uma offseason movimentada em Golden State. E se conseguirem mesmo o Kawhi ou outro astro desse nível, a Conferência Oeste vai ficar ainda mais insana na próxima temporada.

  • Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Cara, que novela foi essa! Tommy Lloyd finalmente botou fim na especulação e confirmou: vai ficar no Arizona pelos próximos cinco anos. E olha, não foi qualquer renovação não — o cara vai embolsar uma média de 7,5 milhões de dólares por temporada. Isso mesmo, 7,5 milhões!

    “Eu vou ficar no Arizona”, disse Lloyd numa coletiva na sexta-feira. E completou de um jeito que só quem ama o que faz consegue falar: “Basquete do Arizona, vocês sabem o que significa pra mim. Quando digo que é um lugar especial, isso sempre vem do fundo do meu coração.”

    Michael Jordan ligou? Lloyd diz que é balela

    A galera tava pirada com os rumores de que o próprio Michael Jordan tinha ligado pra convencer o técnico a ir pro North Carolina. Lloyd foi direto ao ponto: tudo invenção. E ainda mandou uma frase que vai ficar marcada:

    “Eu tomei a decisão de que o meu Michael Jordan é o Steve Kerr, e tenho orgulho de ser um Wildcat do Arizona.”

    Mano, que declaração de amor! Pra quem não lembra, Steve Kerr é ex-jogador histórico do Arizona e hoje técnico campeão da NBA com o Golden State Warriors.

    Os números não mentem: Lloyd é monstro

    E vocês acham que o Arizona tá pagando caro à toa? Nada disso. Em cinco temporadas à frente do time, Tommy Lloyd tem 148 vitórias e apenas 35 derrotas. Isso faz dele o técnico com mais vitórias na história do NCAA em suas primeiras cinco temporadas como head coach.

    Este ano então foi absurdo: título da temporada regular da Big 12, título do torneio da conferência e — pasmem — primeira Final Four do programa desde 2001. O Arizona encara Michigan no sábado, e sinceramente, depois dessa renovação, a confiança deve estar lá em cima.

    A diretora atlética Desiree Reed-Francois não economizou nos elogios: “Tommy Lloyd é o melhor técnico do basquete universitário, e temos uma forte convicção no futuro do basquete do Arizona sob sua liderança.”

    Desde que chegou do Gonzaga em 2021 — onde passou duas décadas como assistente principal do Mark Few — Lloyd conquistou três títulos de temporada regular e levou o time a quatro Sweet 16 em cinco participações no March Madness.

    E aí, o que vocês acham? Arizona fez certo em segurar o técnico com essa grana toda? Na minha opinião, pelo que o cara já entregou, tá mais que justificado.

  • Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Olha, eu vou falar uma coisa: nunca vi os executivos da NBA tão perdidos quanto estão com o Draft de 2026. E olha que é um draft PROFUNDO de talentos, viu? Mas ninguém — e quando eu digo ninguém, é NINGUÉM mesmo — consegue cravar quem vai ser realmente bom.

    A situação é tão maluca que você tem AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cameron Boozer todos terminando suas temporadas de calouro, e mesmo assim a briga pelo primeiro pick continua completamente em aberto. Isso sem contar caras como Caleb Wilson, Kingston Flemings, Keaton Wagler, Darius Acuff Jr. e Mikel Brown Jr. que também têm potencial absurdo.

    Muito diferente dos drafts “óbvios”

    Cara, isso é o oposto total do que a gente viu recentemente. Lembra do Wembanyama em 2023? Todo mundo sabia que ele seria o número 1 desde que ele tinha tipo 16 anos. Mesma coisa com Cooper Flagg agora em 2025. Mas 2026? É uma loteria mesmo.

    Um executivo da Conferência Oeste desabafou pra ESPN de um jeito que me fez rir: “Você tem certeza que pelo menos alguns deles vão ser MUITO bons. Só não sabe quais. E você não quer pegar o primeiro pick e acabar com o quinto melhor jogador.”

    Mano, imagina a pressão? Você sendo GM, sua carreira na linha, e tendo que apostar no escuro.

    Dybantsa lidera por pouco

    Nas pesquisas que rolaram com scouts e executivos, o AJ Dybantsa aparece como favorito bem leve para ser o primeiro pick. E faz sentido — o cara tem 2,06m e pode chegar nos 2,08m com 105kg quando completar 25 anos. Como disse um GM do Oeste: “Prefiro falhar apostando nele e no potencial dele do que não tentar.”

    Sinceramente? Eu entendo a lógica. Em uma draft incerta assim, você vai no físico e no upside mesmo.

    Já o Peterson continua com apoio firme da galera, mesmo depois de uma temporada meio estranha em Kansas. Lesões, pouco tempo de quadra às vezes, mas quando jogava mostrava por que era considerado o número 1 no começo da temporada. “Acho que Peterson é o cara mais talentoso”, disse um executivo do Leste, “mas as lesões são uma preocupação real.”

    E o Cameron Boozer que números absurdos

    O Boozer completou o trio de elite depois de uma das temporadas de calouro mais impressionantes que eu já vi. O cara foi o ÚNICO jogador do país a ficar no top 12 tanto em pontos (22.5 por jogo) quanto em rebotes (10.2). Levou Duke a meio segundo de chegar na Final Four — se não fosse aquele arremesso impossível do NC State…

    Um executivo comparou essa incerteza toda com o draft de 2024, quando o Zaccharie Risacher foi primeiro pick meio do nada. Só que agora o potencial geral da classe é muito maior.

    E vocês, acham que essa incerteza toda é boa ou ruim para a liga? Eu, particularmente, acho que deixa tudo mais emocionante. Nada como um draft imprevísível para mexer com todo mundo!

  • A’ja Wilson fica em Vegas com salário 700% maior – Que bomba!

    A’ja Wilson fica em Vegas com salário 700% maior – Que bomba!

    Gente, que notícia! A’ja Wilson acabou de confirmar que vai ficar no Las Vegas Aces para a temporada de 2026 da WNBA. E olha só o detalhe: ela vai ganhar $1,4 milhão na nova temporada — isso é um aumento de mais de 600% comparado aos $200 mil que ela recebia antes. Absurdo, né?

    A confirmação veio direto do training camp da seleção americana, onde a própria A’ja disse: “Eu amo Vegas, não vou sair de Vegas. Não estou olhando pra lugar nenhum, estou focada em ganhar outro título, em defender o campeonato que temos em Las Vegas.”

    Por que isso é tão importante?

    Olha, sinceramente eu não esperava que ela fosse sair mesmo — mas sempre rola aquela tensão quando uma estrela dessas vira agente livre, né? A’ja é simplesmente a melhor jogadora da liga atualmente. Em oito temporadas vestindo a camisa do Aces, ela já ganhou três títulos, quatro prêmios de MVP, três de Melhor Defensora e dois de MVP das Finais. É muita coisa!

    Na última temporada ela foi a cestinha da liga com 23,4 pontos por jogo, pegando ainda 10,2 rebotes. Números de monstro mesmo.

    O desafio agora é reconstruir o time

    Mas não vai ser moleza pro Aces manter o nível. O time praticamente precisa ser montado do zero — eles têm apenas uma jogadora com contrato garantido! Vão ter que correr atrás de renovar com Chelsea Gray, Jackie Young e outras peças importantes daquela campanha do título.

    E tem mais: na sexta-feira rola o draft de expansão da WNBA, onde eles podem perder até duas jogadoras. Complicado, hein?

    A’ja também está concentrada com a seleção americana nesta semana, tentando o quinto ouro consecutivo na Copa do Mundo. Ela já foi ouro nas duas últimas — inclusive em 2022 foi algo épico, porque ela se juntou ao time no meio do torneio depois de ganhar o título pelos Aces.

    Vocês acham que mesmo com essa reconstrução toda o Vegas consegue repetir o título? Com a A’ja ali no garrafão, eu não duvido de nada!

  • Kon Knueppel tá destruindo tudo e lidera corrida de Calouro do Ano

    Kon Knueppel tá destruindo tudo e lidera corrida de Calouro do Ano

    Mano, que temporada absurda do Kon Knueppel! O cara simplesmente virou a mesa na corrida de Rookie of the Year e tá dominando as enquetes. Em uma pesquisa da ESPN com jornalistas, o novato do Charlotte Hornets arrebentou com 80 votos de primeiro lugar, deixando o favorito Cooper Flagg lá atrás com apenas 20.

    Sinceramente? Eu não esperava isso no começo da temporada. Todo mundo falava do Flagg como se já fosse dono do prêmio, e olha, o garoto dos Mavericks não tá jogando mal não. Mas o Knueppel… cara, que monstro!

    Os números não mentem

    Olha só esses stats do alemão: 18.8 pontos, 5.4 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Mas o mais impressionante mesmo é o arremesso de 3 – está acertando 43.1% em 8 tentativas por partida. OITO tentativas! E com essa porcentagem absurda.

    E não é só número não. O Charlotte Hornets tá na briga por uma vaga no play-in, e muito disso é mérito do Knueppel. O time encontrou uma identidade ofensiva com ele na quadra, e a torcida em Charlotte tá pirando.

    Flagg ainda tem chance?

    Cooper Flagg continua sendo um talento inegável, mas parece que a temporada histórica do Knueppel pesou mais na cabeça dos votantes. Na pesquisa, Flagg ficou com praticamente todos os votos de segundo lugar (79), então pelo menos o respeito tá aí.

    VJ Edgecombe do Philadelphia 76ers aparece em terceiro, mas bem distante dos dois primeiros. Dylan Harper e Derik Queen completam o top 5, mas é praticamente uma corrida de dois cavalos agora.

    E aí, vocês acham que o Knueppel consegue manter esse ritmo até o final da temporada? Ou o Flagg ainda pode dar a volta por cima? Uma coisa é certa – essa classe de calouros de 2024 tá sendo especial demais!

  • LeBron mete o pé na jaca e dois técnicos defendem Memphis

    LeBron mete o pé na jaca e dois técnicos defendem Memphis

    Cara, o LeBron James conseguiu criar uma polêmica desnecessária essa semana. O cara foi num podcast do YouTube e basicamente falou que Memphis é um lugar sem graça e que os Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville. Sério mesmo.

    E óbvio que a coisa não ia passar batido, né? Dois técnicos da NBA saíram em defesa da cidade: Tuomas Iisalo (atual técnico dos Grizzlies) e Darko Rajakovic (dos Raptors, que já trabalhou em Memphis como assistente).

    O que o LeBron falou que pegou mal

    No podcast “Bob Does Sports”, o Rei soltou umas pérolas que não desceram bem. Ele reclamou que não tem nada pra fazer em Memphis quando os times vão jogar lá, disse que todos os jogadores da liga pensam a mesma coisa e que a franquia deveria se mudar pros os 320 quilômetros de distância até Nashville.

    O mais pesado? LeBron chegou ao ponto de dizer que se os Grizzlies tivessem a primeira escolha do Draft de 2003 (que foi dele, óbvio), ele poderia ter considerado não jogar pela franquia. Pesado demais.

    “Em Memphis numa quinta-feira aleatória”, foi uma das frases que ele usou. Olha, eu entendo que nem toda cidade da NBA é Los Angeles ou Miami, mas desrespeitar Memphis desse jeito foi desnecessário.

    A resposta veio na lata

    Iisalo, que tá no segundo ano em Memphis (primeiro como técnico principal), não deixou passar. “Posso dizer da minha perspectiva que tenho uma visão completamente oposta. A Memphis onde chegamos há menos de dois anos tem sido muito calorosa e acolhedora”, disparou o finlandês.

    Rajakovic foi ainda mais direto: “Não me importo com o que o resto do mundo pensa. Eu amo o povo de Memphis. Amo a comida. Amo cada vez que venho aqui.”

    E olha só que timing perfeito — os Raptors chegaram em Memphis um dia antes do jogo de sexta e foram visitar o St. Jude Children’s Research Hospital, que trata crianças com câncer sem cobrar nada das famílias. Rajakovic disse que foi inspirador e que os jogadores agradeceram por ter levado eles lá.

    Memphis não merecia essa

    Sinceramente, acho que o LeBron pisou na bola. Memphis tem uma das torcidas mais apaixonadas da NBA — quem já viu um jogo dos Grizzlies em casa sabe como o FedExForum ferve. A cidade abraçou o time desde que chegou lá.

    Iisalo resumiu bem: “Tudo que posso dizer é que Memphis é o lugar certo para os Grizzlies.” E tá certo.

    Vocês acham que o LeBron exagerou ou Memphis realmente não tem muito a oferecer? Eu fico com os técnicos nessa — respeito é bom e eu gosto.

  • Porzingis em dúvida: vai ficar nos Warriors ou testar mercado?

    Porzingis em dúvida: vai ficar nos Warriors ou testar mercado?

    Olha, vou ser sincero com vocês: não esperava essa declaração do Porzingis. O letão de 2,21m deixou todo mundo no ar quando perguntaram se ele quer continuar nos Warriors na próxima temporada. A resposta? “É difícil dizer”.

    Cara, depois de uma temporada conturbada como essa, entendo a hesitação dele. Porzingis admitiu que não teve um bom ano — e realmente, 12 jogos pelos Warriors depois de chegar de Atlanta não é exatamente uma amostra que impressiona, né?

    A realidade crua do Unicórnio

    “Mal mostrei do que sou capaz”, disse o Porzingis após a derrota por 118-111 para Cleveland na quinta. E não é que ele tá mentindo não. O cara tá fazendo 17.5 pontos, 4.8 rebotes e 2.4 assistências em 12 jogos — números decentes, mas longe do que sabemos que ele pode entregar quando tá 100%.

    O pior é que ele ainda perdeu duas semanas por doença logo depois de estrear pelos Warriors em 19 de fevereiro. E vocês sabem que o Porzingis tem histórico de lesões, né? Ele mesmo admitiu que a ausência teve a ver com sua síndrome de taquicardia postural ortostática — uma condição que pode complicar bastante a carreira de qualquer atleta.

    Os pontos positivos de ficar na Bay Area

    Mas nem tudo são flores ruins na cabeça do letão. Ele fez questão de elogiar Rick Celebrini, vice-presidente de saúde dos jogadores dos Warriors, chamando ele de “o melhor do negócio”. E convenhamos, depois de uma carreira recheada de problemas físicos, estar nas “melhores mãos possíveis” não é pouca coisa.

    “Acredito que estou em mãos incríveis aqui”, disse Porzingis. “Quando você tem uma equipe médica forte com alguém como eu, que talvez tenha tido algumas lesões ao longo da carreira, estar nas melhores mãos faz diferença para eu me manter saudável.”

    E tem outro fator interessante: ele ainda não jogou direito com o Curry! O cara tá doido pra ver como seria a dupla na prática. “Quem sabe? Talvez a gente entre na quadra e não consiga jogar junto”, brincou o Porzingis. “Não sei. Talvez o Steph não goste de jogar comigo — quem sabe?”

    A decisão de US$ 60 milhões

    Agora, vamos falar da grana. Porzingis tá no último ano de um contrato de dois anos e US$ 60 milhões que assinou originalmente com o Boston (lembram quando ele era Celtic?). O cara já ganhou mais de US$ 200 milhões na carreira, então não é como se ele fosse aceitar qualquer proposta.

    Na minha opinião? Acho que ele vai testar o mercado sim. Depois de uma temporada atípica como essa, faz sentido ele querer ver o que tá disponível por aí. Mas sinceramente, os Warriors têm argumentos fortes — estrutura médica de primeira, chance de jogar com Curry, e uma organização que sabe como ganhar títulos.

    E aí, vocês acham que o Unicórnio fica na Golden State ou vai procurar um novo lar? Eu tô curioso pra ver essa dupla Curry-Porzingis funcionando de verdade antes de ele tomar qualquer decisão.

  • Kidd detona Cuban: ‘Só soube da troca do Luka no último minuto’

    Kidd detona Cuban: ‘Só soube da troca do Luka no último minuto’

    Olha, eu não esperava que 2025 começasse com essa bomba nos Mavericks. Jason Kidd saiu do silêncio e praticamente desmentiu Mark Cuban na cara dura sobre a polêmica troca do Luka Dončić para os Lakers.

    O técnico foi direto ao ponto na sexta-feira: Cuban mentiu quando disse que ele sabia da negociação. “Infelizmente, como eu já disse, eu não fiz parte do processo. Fui informado no último minuto. E essa é a verdade”, disparou Kidd.

    A Cronologia da Bagunça

    Cara, os detalhes são absurdos. Kidd conta que o então GM Nico Harrison simplesmente o chamou numa sala e disse que uma troca seria anunciada às 23h. A notícia da saída do Luka vazou às 23h12 do dia 1º de fevereiro de 2025. Doze minutos de diferença!

    Imaginem a cena: o técnico descobrindo que seu melhor jogador — um cara que pode fazer triple-double dormindo — estava indo embora literalmente minutos antes de todo mundo saber. É de cair o queixo.

    Cuban tinha jogado a culpa toda no Kidd e na diretoria num podcast essa semana, falando que foi decisão deles trocar o melhor jogador do time. “Isso não justifica nosso técnico e diretor geral se levantarem e trocarem nosso melhor jogador”, disse o ex-dono.

    Conversa de Homem pra Homem

    Kidd não deixou passar batido. Ligou pro Cuban na hora que ouviu os comentários no podcast. “Liguei pro Mark imediatamente. Tivemos essa conversa. Não é uma conversa pública”, revelou o técnico.

    Olha, tenho que dar moral pro Kidd aqui. Mesmo puto da vida, o cara foi elegante e lembrou tudo que Cuban fez pelos Mavs e por ele pessoalmente. “Mark fez muito pelos Dallas Mavericks, pela cidade e por mim. Não é sobre ‘ele disse, ela disse’. É sobre a opinião dele. E eu estou aqui para contar a verdade.”

    E a situação em Dallas? Um desastre completo. Harrison foi demitido em novembro depois de começar 3-8, e o time tá procurando um novo chefe de basquete. Enquanto isso, Luka tá arrebentando nos Lakers — liderando a NBA com 33,5 pontos por jogo e o time em terceiro no Oeste.

    Olhando pra Frente (Ou Tentando)

    Kidd, que tá no seu sexto ano em Dallas, tentou virar a página e focar no futuro com Cooper Flagg, o rookie que pode ser a próxima estrela da franquia. “Plantamos nossa bandeira. É o Cooper Flagg. Temos a oportunidade de construir ao redor dele. É um momento empolgante”, disse esperançoso.

    Sinceramente? Acho difícil qualquer torcedor dos Mavs estar empolgado depois de ver o Luka dominando em Los Angeles. Cuban vendeu sua parte majoritária em dezembro de 2023 por 3,5 bilhões de dólares, e agora tá jogando culpa em todo mundo menos nele mesmo.

    E aí, vocês acham que Kidd tá falando a verdade ou é só tentativa de se livrar da bronca? Uma coisa é certa: essa novela tá longe do fim.