Autor: Leandro Amorim

  • Ex-Villanova quebra recorde histórico dos Suns nas bolas de 3

    Ex-Villanova quebra recorde histórico dos Suns nas bolas de 3

    Gente, vocês viram o que o Collin Gillespie fez ontem à noite? O cara simplesmente quebrou um recorde que estava há mais de 20 anos nas mãos do Quentin Richardson nos Suns. Duzentas e vinte e sete bolas de três em uma temporada. É ou não é de arrepiar?

    Olha, eu acompanho esse moleque desde Villanova e sempre soube que ele tinha potencial. Mas sinceramente? Não imaginava que ele fosse explodir dessa forma na NBA. O garoto tá acertando 40,7% dos arremessos de três — isso é coisa de monstro mesmo.

    De undrafted a recordista

    A história do Gillespie é inspiradora pra caramba. Passou despercebido no draft de 2022 (como é que isso aconteceu?), assinou uns contratos two-way por aí, Denver, Summer League… o famoso “ralé” da NBA. Até que em 2024 os Suns deram uma chance real pra ele.

    E cara, que temporada ele tá tendo! Médias de 13.1 pontos e 4.8 assistências, jogando em 75 jogos (56 como titular). Quem diria que um cara que ninguém draftou ia se tornar peça fundamental de um time como Phoenix?

    O DNA Villanova funcionando

    Não é à toa que Gillespie sabe jogar basquete. O cara foi campeão nacional em 2018 com Villanova, chegou em duas Final Fours e foi eleito melhor jogador da Big East duas vezes. Isso aí não se perde, né?

    O mais impressionante é a consistência: 227 cestas de três em 557 tentativas. Isso dá uma média de quase 3 bolas de três por jogo, mantendo um aproveitamento absurdo. E o lance livre? 87,1% de aproveitamento. Esse cara não erra quase nada quando tem espaço.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível nas próximas temporadas? Porque se conseguir, Phoenix pode ter encontrado uma peça valiosa pra montar algo especial. O recorde do Richardson durou mais de 20 anos — agora é a vez do Gillespie escrever sua própria história no deserto.

  • Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Cara, que jogaço foi esse entre Pistons e Timberwolves na noite de quinta! E olha que nem Anthony Edwards nem Cade Cunningham estavam em quadra por lesão. Mesmo assim, os dois times entregaram um show e Detroit levou a melhor por 113 a 108 em casa.

    O grande nome da noite? Daniss Jenkins, que tá sendo a revelação absurda dos Pistons nesta temporada. O cara meteu 26 pontos (acertando os dois arremessos de 3 que tentou), pegou 5 rebotes e distribuiu 8 assistências. Simplesmente monstro.

    Duren comandou o garrafão

    Mas não foi só Jenkins que brilhou. Jalen Duren fez um double-double sensacional: 22 pontos e 14 rebotes, além de 4 assistências e 2 tocos. O pivô tá jogando um basquete maduro demais para a idade dele.

    E o Ausar Thompson? Recém-eleito Jogador Defensivo do Mês, o cara quase fez um triple-double: 7 pontos, 9 rebotes, 9 assistências, 2 roubadas e 3 tocos. Defesa e distribuição no mais alto nível.

    O jogo tava equilibrado demais — 54 a 54 no intervalo e Minnesota ainda ganhando por 80 a 79 no fim do terceiro quarto. Os times trocavam a liderança o tempo todo até que Julius Randle (que fez 27 pontos pelos Wolves) colocou Minnesota na frente por 87 a 83 na lance livre.

    Pistons explodiu no final

    Aí que veio a magia dos Pistons. Parcial de 20 a 5 que definiu o jogo! Duncan Robinson fechou a sequência com uma bomba de 3 que abriu 103 a 92 faltando 3 minutos. Minnesota ainda tentou reagir e chegou a ficar a apenas 3 pontos (109-106), mas Detroit foi cirúrgico na linha do lance livre.

    Sinceramente? Tô impressionado com esse Detroit. Sem Cunningham há 9 jogos, o time fez 7-2 e mantém 4,5 jogos de vantagem sobre Boston na liderança do Leste. São 56 vitórias em 77 jogos — números de candidato real ao título.

    Do lado de Minnesota, além dos 27 de Randle, Ayo Dosunmu e Naz Reid fizeram 19 cada. Reid ainda acertou 4 de 8 do perímetro. Mas os Wolves caíram para 46-30 e seguem brigando por posição no Oeste.

    Única preocupação para Detroit: Tobias Harris saiu no segundo quarto com uma contusão no joelho esquerdo e não voltou mais. Com Cunningham e Isaiah Stewart já no departamento médico, essa possível lesão do Harris pode complicar.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue manter esse nível sem as principais estrelas? Os playoffs prometem ser uma loucura!

  • Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! O Jalen Duren simplesmente resolveu carregar os Pistons nas costas e mandou um double-double absurdo: 22 pontos e 14 rebotes na vitória por 113-108 contra os Timberwolves. E olha que foi um jogo meio maluco, porque as duas equipes estavam sem suas principais estrelas.

    Os Wolves anunciaram 90 minutos antes do jogo que o Anthony Edwards não ia jogar — joelho direito machucado e ainda por cima doente. Já os Pistons continuam sem o Cade Cunningham, que tá se recuperando de um pulmão colapsado (sim, vocês leram certo). Coisa séria mesmo.

    O show foi todo do Daniss Jenkins

    Mas quem realmente brilhou foi o Daniss Jenkins com 26 pontos. Esse cara tá aproveitando a oportunidade sem o Cade pra mostrar serviço. E funcionou perfeitamente, porque os Pistons agora têm 7 vitórias em 9 jogos sem o armador titular desde 17 de março.

    Do lado dos Wolves, o Julius Randle fez a sua parte com 27 pontos, mas não foi suficiente. O Ayo Dosunmu e o Naz Reid ajudaram com 19 cada, e o Mike Conley botou seus 14 pontos todos no primeiro tempo — depois sumiu do jogo, sei lá o que aconteceu.

    Pistons dominaram no último quarto

    O que definiu mesmo foi uma sequência de 11-0 dos Pistons no meio do último período. Aí não teve jeito pros Wolves — quando você toma uma pancada dessas no final, é complicado reagir.

    Uma curiosidade: tanto Edwards quanto Cunningham vão ficar fora dos prêmios da temporada porque não conseguem chegar aos 65 jogos mínimos. Meio cruel essa regra, mas é o que tem pra hoje.

    O Ausar Thompson, que foi eleito o melhor defensor do mês na Conferência Leste, mandou um quase triple-double: 9 assistências (recorde pessoal), 9 rebotes e 7 pontos. Esse moleque tá evoluindo muito rápido.

    Os Pistons estão brigando pela primeira colocação no Leste com Boston — querem garantir a vantagem de quadra nos playoffs. Seria o primeiro avanço deles desde 2008! Dá pra acreditar? 18 anos sem passar da primeira fase. Vocês acham que esse é o ano da volta por cima em Detroit?

  • Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Olha só que movimentação louca no basquete universitário americano: Flory Bidunga, o pivô de 2,08m do Kansas, declarou pro Draft da NBA mas também entrou no portal de transferências. Ou seja, o cara tá testando as águas profissionais mas deixou a porta aberta pra continuar na faculdade.

    E que pivô, gente. Sinceramente, eu já sabia que esse cara era especial desde que começou a jogar pelos Jayhawks, mas os números desta temporada foram simplesmente absurdos: 13.3 pontos e 9.0 rebotes por jogo. Ah, e ainda por cima liderou toda a Big 12 em tocos (2.6 por partida) e aproveitamento de arremessos — 64% de acerto. Sessenta e quatro por cento!

    O mais cobiçado do portal

    Segundo a ESPN, se o Bidunga decidir ficar na faculdade, ele seria imediatamente o jogador mais desejado entre os mais de 800 atletas que já declararam pro portal até agora. E olha que o portal nem abriu oficialmente ainda — isso só acontece na terça que vem, depois do March Madness.

    Cara, imagina a loucura que vai ser. Todo técnico de programa top nos EUA deve tá babando pra ter um pivô desse calibre. Tamanho, proteção de aro, finalizações… o cara tem tudo que você quer num homem do garrafão moderno.

    Draft ou faculdade? A decisão

    Do lado profissional, as projeções colocam o Bidunga como uma escolha de segunda rodada, provavelmente na 44ª posição. Não é ruim, mas também não é aquele dinheiro garantido que você pega na primeira rodada.

    Na minha visão, ele deveria ficar mais um ano na faculdade. O cara ainda é sophomore (segundo ano), tem apenas 19 anos. Um ano a mais de desenvolvimento, talvez num programa que use ele melhor ofensivamente, e ele pode virar uma pick de primeira rodada fácil.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele fica ou vai? Eu torço pra que ele fique e a gente veja mais um ano desse monstro dominando o basquete universitário. O cara foi candidato a melhor defensor do país — imagina o que ele pode fazer com mais experiência!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, alguém vai ganhar muito com isso. Se for pra NBA, algum time vai pescar um baita pivô na segunda rodada. Se ficar na faculdade, que sorte vai ter o programa que conseguir ele no portal.

  • Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Olha, eu entendo perfeitamente o Tommy Lloyd. O cara tá a UMA vitória da final do March Madness, comandando o Arizona no primeiro Final Four desde 1997, e os repórteres ficam martelando sobre a vaga em North Carolina. Sinceramente? Eu também mandaria todo mundo calar a boca.

    “Eu sou um cara simples. Faço uma coisa de cada vez. Não sou multitarefa”, disse Lloyd na coletiva de quinta-feira. “Podem perguntar pra minha esposa. Estou 100% focado no basquete do Arizona agora.”

    A situação em Chapel Hill tá complicada

    Mas vamos ser realistas — a especulação faz todo sentido. North Carolina demitiu Hubert Davis mês passado e criou uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário. E adivinha? Lloyd tá na lista dos favoritos, junto com Billy Donovan (Chicago Bulls) e Dusty May (Michigan).

    A multa rescisória do Lloyd caiu de 11 milhões pra 9 milhões de dólares ontem. Coincidência? Eu acho que não. Mas Chapel Hill tá numa situação financeira meio apertada — ainda devem mais de 5 milhões pro Davis demitido, gastaram uma fortuna com Bill Belichick no football, e qualquer técnico top vai custar entre 6 e 9 milhões por ano. Lloyd ganha “só” 5,3 milhões atualmente.

    Arizona chegou onde não chegava há 27 anos

    E sinceramente, eu entendo por que Lloyd não quer nem ouvir falar do assunto agora. O cara fez um trabalho MONSTRO no Arizona. Em apenas cinco temporadas, levou os Wildcats ao primeiro Final Four desde 97. Isso é de outro planeta, gente.

    O time dele é completamente equilibrado — rotação de oito jogadores, com Jaden Bradley (melhor jogador do Big 12) comandando e os calouros Koa Peat e Brayden Burries projetados como picks da primeira rodada do Draft. Arizona e Michigan são os dois primeiros no ranking KenPom. Absurdo.

    “Meu foco total está neste time. Nada está me distraindo”, completou Lloyd quando insistiram no assunto.

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de North Carolina batendo na porta? Ou será que a chance de fazer história no Arizona é mais tentadora? Uma coisa eu sei — sábado contra Michigan vai ser um jogaço, e Lloyd merece toda nossa atenção nesse momento épico.

  • Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Cara, isso aqui me deixa genuinamente irritado. Anthony Edwards — sim, o mesmo cara que tá fazendo uma temporada MONSTRUOSA — não vai conseguir disputar os prêmios individuais da NBA porque vai ficar 1 jogo abaixo do limite mínimo de 65 partidas.

    O Ant-Man tá fora do jogo de quinta contra o Detroit por causa de dores no joelho direito, e com isso não consegue mais bater a marca de 65 jogos que a liga exige pra você ser elegível pros prêmios de fim de temporada. Tecnicamente ele ainda poderia chegar lá se jogasse todos os jogos restantes dos Wolves, mas em uma das partidas que ele disputou, não teve minutos suficientes pra contar. Ou seja: tchau All-NBA.

    Os números que não mentem

    E olha só a sacanagem: Edwards tá fazendo 29.3 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Acertando 40.1% das bolas de três! Quarenta por cento! Pra um cara de 2 metros que joga como ele joga, isso é coisa de outro mundo.

    Na minha visão, esse seria facilmente o terceiro All-NBA Team do Edwards na carreira — e cara, ele tem só 24 anos. Tava sendo uma temporada histórica mesmo, daquelas que você lembra pra sempre.

    A regra dos 65 jogos tá uma palhaçada

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, do Detroit, também vai ficar de fora pelos mesmos motivos. Dois jogadores ELITE que merecem reconhecimento, mas que vão ser prejudicados por uma regra que sinceramente acho que precisa ser repensada.

    Olha, eu entendo o lado da NBA — eles querem incentivar os caras a jogarem mais, a darem o máximo pros fãs. Mas quando você perde jogadores do calibre do Edwards e do Cunningham por causa de 1 ou 2 jogos… mano, isso não faz sentido.

    O Adam Silver até falou que a regra tá funcionando como planejado, então aparentemente não vai mudar tão cedo. Mas vocês acham que isso é justo? Um cara fazer a temporada que o Edwards tá fazendo e ficar de fora do All-NBA por causa de dor no joelho?

    Sinceramente, se fosse por mim, a regra seria mais flexível. Tipo, 60 jogos no mínimo, ou então algum sistema que leve em conta lesões comprovadas. Porque do jeito que tá, a gente vai continuar vendo craques ficando de fora dos prêmios por detalhes técnicos.

    E aí, o que vocês acham? A regra dos 65 jogos tá certa ou tá prejudicando o basquete?

  • Wizards fazem pegadinha de mal gosto e têm que pedir desculpas

    Wizards fazem pegadinha de mal gosto e têm que pedir desculpas

    Cara, eu pensei que já tinha visto de tudo na NBA, mas os Washington Wizards conseguiram superar todas as expectativas — e olha que não é por causa do basquete, porque nesse quesito eles tão mais perdidos que turista no centro de São Paulo.

    A parada foi assim: no intervalo do jogo contra o 76ers (que eles perderam de 22, óbvio), fizeram uma “pegadinha” de Dia da Mentira que deixou todo mundo constrangido. O esquema era simples — três fãs tentariam fazer uma cesta de meio de quadra vendados, e quem acertasse ganhava 10 mil dólares. Só que tinha um detalhe…

    A pegadinha que deu errado

    Antes dos caras tentarem, o apresentador avisou pra galera fingir que o terceiro cara tinha acertado. Mesmo que errasse. “Quando a bola bater no chão, vocês vão gritar como se ele tivesse ganhado os 10 mil”, disse ele no microfone — tipo, na cara dura mesmo.

    E foi isso que rolou. Os três erraram (surpresa nenhuma, né?), mas quando o terceiro tentou, a galera gritou, os mascotes correram pra abraçar o cara, e entregaram até um cheque de 10 mil pra ele! O coitado tava na nuvem.

    Aí que vem a parte cruel: mandaram ele olhar pro telão pra ver o replay da “cesta”. Quando mostrou que ele tinha errado, o mascote arrancou o cheque da mão dele. Mano, isso foi de uma maldade…

    “Todo mundo tava por dentro da brincadeira”

    Depois da bronca que tomaram nas redes sociais (e foi merecida), os Wizards vieram com aquela clássica: “foi só uma pegadinha, cara”. Segundo eles, todo mundo sabia que era encenação.

    “Pedimos desculpas pela piada de Dia da Mentira que deixou muita gente pensando se enganamos um fã”, disse o time no comunicado. “Todos os participantes estavam por dentro da brincadeira, mas erramos o tom.”

    Olha, sinceramente? Se o cara realmente tava por dentro, tudo bem. Mas a impressão que deu foi de humilhação pública mesmo. E convenhamos, os Wizards já humilham os próprios fãs o suficiente só de jogar basquete.

    O “prêmio de consolação” foi uma camisa autografada e dois ingressos na arquibancada premium pra próxima temporada. Cara, considerando como esse time joga, nem sei se isso é prêmio ou castigo.

    Quando você vai melhorar, Washington?

    Sabe o que seria uma boa pegadinha? Os Wizards ganharem uns jogos. Eles tão caminhando pra terceira temporada consecutiva com menos de 20 vitórias. Não vão pros playoffs desde 2021 e não ganham uma série desde 2017!

    A esperança agora é que as trocas pelo Anthony Davis e Trae Young rendam frutos na próxima temporada. Porque pegadinha de mau gosto os fãs já aguentaram o suficiente — tanto dentro quanto fora de quadra.

    E vocês, o que acham? Foi só uma brincadeira inofensiva ou os Wizards passaram dos limites mesmo?

  • LeBron detona Memphis: ‘Poderia ter puxado um Eli Manning’

    LeBron detona Memphis: ‘Poderia ter puxado um Eli Manning’

    Cara, o LeBron James acabou de mandar a real sobre Memphis de um jeito que ninguém esperava. No podcast “Bob Does Sports” que saiu na quinta-feira, o Rei não só falou que os Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville, como ainda revelou que poderia ter feito igual ao Eli Manning se Memphis tivesse ganhado a loteria do Draft de 2003.

    Pra quem não lembra da história do Manning: ele simplesmente falou pros Chargers que não ia jogar se fosse draftado por eles em 2004. E olha que foi exatamente isso que aconteceu — San Diego pegou ele mesmo assim e depois trocou pro Giants.

    A bronca do LeBron com Memphis

    O bagulho começou quando perguntaram se viajar tá mais difícil pros jogadores veteranos. E aí o LeBron desabafou sem filtro:

    “Claro que sim, po**a. Imagina uma terça-feira aleatória em Milwaukee, ficar no Hyatt aos 41 anos. Vocês acham que eu quero essa m***a? Ou estar em Memphis numa quinta-feira qualquer.”

    Sinceramente? Eu entendo a frustração dele. Memphis não é exatamente Las Vegas ou Miami em termos de estrutura e entretenimento. Mas o LeBron foi além e sugeriu que a franquia deveria se mudar:

    “Vão pra Nashville, vocês têm Vanderbilt lá, têm a NASCAR, têm estádio. Não têm um time de hockey também? Têm tudo.”

    Draymond Green também tá no barco

    E olha, o LeBron não tá sozinho nessa. Draymond Green falou praticamente a mesma coisa no podcast dele mês passado:

    “Memphis, que provavelmente deveria estar em Nashville, deveria ser um time da Conferência Leste. Definitivamente deveria estar em Nashville… Façam um favor pra todo mundo e mudem esse time pra Nashville. Não tem grandes hotéis em Memphis. Não tem uma sauna ou jacuzzi à vista.”

    Monstro, né? Dois caras do nível deles mandando essa. E vocês sabem o que eu acho? Tem uma lógica aí que não dá pra ignorar.

    O contrato dos Grizzlies com o FedEx Forum vence em 2029, e o prefeito de Memphis já disse que tá “trabalhando duro” pra renovar. Mas será que vai rolar?

    Tem uns rumores loucos rolando também. O Pablo Torre reportou em janeiro que o plano do dono Robert Pera quando comprou o time em 2012 era justamente mudar pros Grizzlies pra Las Vegas. E ainda teve tentativa de compra do filho do fundador da FedEx, Richard Smith, que foi rejeitada.

    O time tá claramente numa reconstrução total — tradaram Desmond Bane e Jaren Jackson Jr. no último ano, e tem discussões sobre o futuro do Ja Morant também.

    E aí, galera, vocês acham que faz sentido essa mudança pra Nashville? Ou Memphis merece manter sua franquia? Eu confesso que fico dividido — a cidade tem uma história rica com o basquete, mas a infraestrutura realmente deixa a desejar comparado com outros mercados.

    Uma coisa é certa: se os Grizzlies tivessem ganhado aquela loteria de 2003, talvez nem teríamos visto o LeBron jogar. Imaginem como seria diferente a história da NBA…

  • Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Olha, essa regra dos 65 jogos da NBA tá virando uma dor de cabeça que não aguento mais. O Anthony Edwards, que tá simplesmente voando nesta temporada como terceiro maior pontuador da liga, acabou de virar mais uma vítima dessa história mal contada.

    O cara do Minnesota tá tendo uma temporada monstro — único All-Star de um time que praticamente garantiu vaga nos playoffs, defendendo melhor que nunca e com os números de aproveitamento mais eficientes da carreira dele. Mas adivinha? Por causa de uma lesão no joelho e uma doença que o tiraram do jogo contra o Detroit na quinta, ele não vai conseguir bater os 65 jogos necessários pra ser elegível ao All-NBA.

    A matemática cruel que prejudica os craques

    A situação é absurda mesmo. Edwards tecnicamente ainda pode aparecer em 65 jogos, mas não pode acumular 65 jogos “elegíveis” (jogando pelo menos 20 minutos). Por quê? Porque no terceiro jogo da temporada, ele saiu com apenas três minutos jogados. Três minutos! E isso conta como jogo completo na conta.

    E não é só questão de legado não — tem grana envolvida. Uma seleção All-NBA garantiria pra ele a elegibilidade pro contrato supermax quando ele puder renovar em 2027. Agora, mesmo já tendo duas seleções All-NBA no currículo, vai ter que conseguir de novo na próxima temporada só por causa de alguns jogos perdidos.

    Outros astros na mesma sinuca

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, Nikola Jokić e Kawhi Leonard tão todos a um jogo perdido de ficarem inelegíveis também. E tem casos que mostram como essa regra é mal pensada mesmo.

    Pega o LeBron James, por exemplo. O cara só pode jogar no máximo 61 partidas nesta temporada por causa de uma ausência de 14 jogos no começo. Mas já jogou 1.844 minutos. O Wembanyama, que vai ser elegível se jogar três dos últimos cinco jogos do Spurs, jogou 1.784 minutos. Ou seja, o LeBron jogou mais tempo total, mas a regra não considera isso.

    Sinceramente, acho que essa regra precisa de um ajuste urgente. Como que o Jokić pode voltar de lesão e entrar na corrida do MVP, mas se perder mais um jogo não consegue nem All-NBA? Faz sentido isso pra vocês?

    O Adam Silver falou recentemente que a regra tá funcionando, mas eu discordo. Se o objetivo é criar um registro histórico preciso, que problema essa regra resolve exatamente? Os eleitores já eram criteriosos antes — ninguém votava em maluco que não jogava.

    No final das contas, Edwards vai perder uma honraria que merece só porque o sistema não consegue diferenciar entre um cara que não joga por relaxo e outro que se machuca tentando ganhar jogo. É frustrante demais.

  • Brandon Clarke preso por posse de drogas – situação complicada

    Brandon Clarke preso por posse de drogas – situação complicada

    Cara, que situação complicada essa do Brandon Clarke. O ala-pivô do Memphis Grizzlies foi preso na quarta-feira no Arkansas por excesso de velocidade e posse de substância controlada. Sinceramente, não era isso que a gente esperava ouvir sobre um cara que já tá passando por tanto perrengue com lesão.

    O técnico Tuomas Iisalo foi bem direto quando perguntado sobre o assunto: “Eu sei do caso, mas não tenho comentários”. Olha, entendo a posição do cara – que que ele ia falar mesmo né? Situação delicada pra caramba.

    Temporada perdida por lesão

    O mais triste é que o Clarke já tava tendo uma temporada maldita. O cara jogou apenas DOIS jogos nesta temporada por causa de lesões no joelho direito e na panturrilha. Dois jogos, mano! E agora isso.

    Em março, ele foi descartado pro resto da temporada e ainda não foi liberado nem pra “trabalho de alta intensidade na quadra”. Ou seja, tá longe de voltar. E agora com essa história toda, imagino como deve estar o psicológico do garoto.

    Momento difícil pros Grizzlies

    Pro Memphis, é mais uma dor de cabeça numa temporada que já não tava fácil. Clarke sempre foi uma peça importante no sistema deles – jogador versátil, que defende bem e ajuda nos rebotes. Perder ele por lesão já era complicado, agora com questões legais no meio…

    Vocês acham que isso pode afetar o futuro dele na franquia? Porque convenhamos, o Grizzlies não tá pra brincadeira com esse tipo de situação. A organização sempre teve uma postura bem rígida com questões disciplinares.

    Por enquanto é esperar pra ver como isso vai se desenrolar. Torço que o Clarke consiga resolver essa situação da melhor forma possível, tanto na questão legal quanto na recuperação das lesões. O cara tem talento pra estar jogando em alto nível na NBA, mas precisa primeiro colocar a casa em ordem.