Autor: Leandro Amorim

  • Curry mira volta contra Rockets após treino 5×5 ‘encorajador’

    Curry mira volta contra Rockets após treino 5×5 ‘encorajador’

    Gente, parece que finalmente temos uma luz no fim do túnel! Steph Curry tem como meta voltar às quadras no domingo contra os Houston Rockets, depois de ficar 27 jogos parado com lesão no joelho. Vinte e sete jogos, cara. É quase um terço da temporada regular.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, o Baby-Faced Assassin finalmente conseguiu participar de um treino 5 contra 5 completo e saiu “encorajado” da atividade. E olha, depois de tantas idas e vindas nessa recuperação, essa informação me deixa genuinamente otimista.

    O weekend decisivo

    Os Warriors estão tratando esse fim de semana como “agora ou nunca”. Ou o Curry volta domingo, ou provavelmente vão encerrar a temporada dele de vez. Faz sentido, né? A franquia já tá praticamente fora dos playoffs mesmo, então não vale o risco de forçar a barra.

    Se não rolar domingo contra os Rockets, a próxima janela seria terça-feira contra o Kings. Mas cara, dá pra sentir que dessa vez é diferente. O próprio Charania falou que internamente no Warriors a sensação é outra, justamente porque o Curry finalmente conseguiu completar aquele treino 5×5 sem problemas.

    Será que aguenta o tranco?

    Olha, eu tô torcendo muito pra que dê certo. Ver o melhor arremessador da história parado desde 30 de janeiro é de doer o coração de qualquer fã de basquete. E vocês, acham que ele deveria mesmo voltar ou melhor descansar pra próxima temporada?

    O negócio é que os próximos dias vão ser cruciais pra ver como o joelho dele responde aos treinos mais intensos. Depois de tantos “vai e volta” nessa recuperação, essa pode ser realmente a definitiva. Torço pra que seja – e que ele volte mandando aquelas bombas de 3 do logo mesmo.

  • Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Duren quer ficar em Detroit pra vida toda, mas extensão travou

    Olha, eu confesso que não esperava ver os Pistons brigando pelo topo do Leste essa temporada, mas aqui estamos. E muito disso tem a ver com o salto absurdo que Jalen Duren deu — o cara simplesmente virou um monstro na quadra.

    Só que tem uma parada meio tensa rolando por trás dos panos. Duren e Detroit não conseguiram acertar uma extensão de contrato antes do deadline em outubro, então o pivô de 22 anos vai ser agente livre restrito no verão. Mas calma aí — tanto o jogador quanto a franquia dizem que querem ficar juntos pra sempre.

    “Foi só negócios mesmo”

    “Cara, foi o que foi”, disse Duren sobre a situação. “Acho que é complicado porque tem o aspecto comercial nisso tudo. Como eu falei, eu adoraria ser um Piston pra vida toda. Não foi nada pessoal com a organização. Foi só negócios. Eles pensavam de um jeito, eu de outro. E naquele momento não conseguimos chegar num acordo.”

    O GM Trajan Langdon bateu na mesma tecla: “Nós também queremos que ele seja um Piston pra vida toda. Não teve nada a ver com o que ele fez ou deixou de fazer.”

    Sinceramente? Esse tipo de impasse sempre me deixa meio ressabiado. Quando as duas partes dizem que se amam mas não conseguem fechar negócio… geralmente é porque alguém tá pedindo muito ou oferecendo pouco demais.

    All-Star pela primeira vez

    Mas vamos ao que realmente importa: o que Duren tá fazendo na quadra é simplesmente absurdo. O cara foi pro seu primeiro All-Star Game em fevereiro e tá tendo números de outro mundo — 19,5 pontos com 64,7% de aproveitamento e quase 11 rebotes por jogo. Tá na briga pelo prêmio de jogador que mais evoluiu.

    E quando Cade Cunningham ficou oito jogos fora por causa de um pulmão colapsado (parada séria, hein?), foi Duren quem segurou as pontas. Médias de 23,4 pontos e 10,5 rebotes, ajudando Detroit a fazer 6-2 nesse período.

    A química dele com Cunningham, aliás, é coisa de cinema. Os dois viajaram juntos pra Itália no verão passado, fortalecendo uma parceria que vem desde os tempos de AAU. Duren tá investindo pesado nessa relação — meio que nem aquele lance do Edelman com o Brady nos Patriots.

    Playoffs na mira

    Com os Pistons liderando o Leste (quem diria, né?), Duren tá focado no presente. “Só quero que esse time use todo seu potencial”, falou. “Quero sair dessa temporada pensando: ‘É, fizemos tudo que queríamos fazer.’”

    E aí, vocês acham que Detroit vai abrir o cofre pra manter Duren? O cara claramente merece uma grana boa depois dessa temporada monstruosa. Mas será que os Pistons vão pagar o preço, ou vamos ter mais um drama de agência livre no verão?

    Uma coisa é certa: depois de anos patinando, Detroit finalmente achou a fórmula. Seria uma burrada tremenda deixar Duren escapar agora.

  • Joe Ingles pode estar de volta pra Austrália depois de 12 anos na NBA

    Joe Ingles pode estar de volta pra Austrália depois de 12 anos na NBA

    Olha, depois de 12 temporadas na NBA, parece que Joe Ingles tá pensando seriamente em voltar pras origens. O veterano australiano, que tá fechando mais uma temporada pelos Timberwolves, aparentemente já tá batendo papo com times da NBL — o campeonato australiano.

    Aos 38 anos, o cara não tá brincando em serviço. Segundo as informações que chegaram até aqui, Ingles já conversou tanto com o Melbourne United quanto com o South East Melbourne Phoenix sobre uma possível volta. E não para por aí — o Adelaide 36ers também tá de olho nele.

    Uma carreira que já deu o que tinha que dar

    Sinceramente? Eu entendo a decisão. Doze anos de NBA é muita coisa, né não? O cara passou oito temporadas no Utah Jazz (onde realmente fez nome), depois rodou por Milwaukee Bucks, Orlando Magic, e agora tá há duas temporadas em Minnesota.

    Mas aqui entre nós — Joe Ingles nunca foi aquele jogador que você olha e fala “nossa, que atlético”. O que sempre impressionou nele foi a inteligência de jogo, o arremesso de 3 pontos bem calibrado e aquela visão de jogo que poucos caras têm. Tipo aquele jogador que você subestima até tomar uma chuva de bolas de 3.

    Voltando pra onde tudo começou

    A parada fica ainda mais interessante quando você lembra que Ingles começou a carreira profissional justamente na NBL, pelo South Dragons. Depois de três temporadas lá, o cara foi pra Espanha (quatro anos), passou um tempinho em Israel, e aí sim chegou na NBA em 2014.

    Ou seja, seria tipo uma volta às origens mesmo. E olha, não é que faz todo sentido? Com 38 anos, depois de uma década inteira na liga mais competitiva do mundo, talvez seja hora de jogar mais perto de casa, com menos pressão, mas ainda num nível bem legal de basquete.

    E aí, vocês acham que ele realmente vai mesmo? Ou será que rola mais uma temporada na NBA pra fechar com chave de ouro? Eu apostaria na Austrália — às vezes é melhor sair por cima do que forçar demais a barra.

  • Suns visitam Hornets numa batalha direta por vaga nos playoffs

    Suns visitam Hornets numa batalha direta por vaga nos playoffs

    Quinta-feira vai ter pegação direta entre duas equipes que estão brigando pra não cair no Play-In. Phoenix Suns (42-34) desembarca em Charlotte pra enfrentar os Hornets (40-36) numa partida que pode definir muito coisa na reta final da temporada regular.

    E olha, a situação tá complicada pros dois lados, mas por motivos diferentes. Os Suns tão numa fase ruim — só 3 vitórias nos últimos 10 jogos. Sinceramente, esperava mais desse time com Durant e Booker. Já Charlotte tá voando: 7 vitórias em 10 jogos e jogando um basquete bonito de se ver.

    Durant e Booker contra o jovem talento de Charlotte

    A batalha vai ser no perímetro. Phoenix tem a dupla mais experiente e letal: Kevin Durant (24.8 pontos por jogo) continua jogando como se tivesse 25 anos, e Devin Booker (25.7 pontos) é simplesmente um monstro no ataque.

    Do outro lado, Charlotte aposta na juventude. LaMelo Ball tá fazendo uma temporada sólida com quase 20 pontos e 7 assistências por partida, e Brandon Miller (19 pontos por jogo) tá emergindo como uma verdadeira estrela. Esse garoto tem futuro.

    O que mais me impressiona nos Hornets é a defesa em casa — só 105.3 pontos sofridos por jogo nos últimos dez. Isso é coisa séria, especialmente considerando que Phoenix tem um dos ataques mais explosivos da liga.

    Onde Phoenix pode fazer a diferença

    Os Suns são segundos colocados em rebotes ofensivos na NBA. Se conseguirem dominar o garrafão e dar segunda chance pro Durant e Booker, a coisa pode ficar feia pros Hornets.

    Mas Charlotte tem uma arma poderosa: o arremesso de três. São 16.2 bolas triplas convertidas por jogo em média. E a defesa de Phoenix não tá lá essas coisas pra fechar no perímetro — algo que pode ser fatal contra um time que vive da linha dos três pontos.

    Tyus Jones vai ser fundamental pro Phoenix. Com 7.4 assistências por jogo, ele precisa organizar o ataque e facilitar a vida dos astros do time.

    Vocês acham que Phoenix consegue se recuperar dessa fase ruim logo numa partida tão importante? Porque na minha visão, jogar fora de casa contra um Charlotte em alta não vai ser moleza.

    A partida começa às 20h (horário de Brasília) e promete ser um jogaço. Duas equipes com urgência de vitória, jogadores de alto nível e uma vaga direta nos playoffs em jogo. É exatamente esse tipo de jogo que faz a gente amar a NBA.

  • Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mesmo na derrota

    Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mesmo na derrota

    Cara, teve um momento especial no jogo de ontem que quase passou despercebido no meio da surra que os Hornets deram nos Suns. Collin Gillespie quebrou o recorde histórico da franquia de Phoenix para arremessos de 3 convertidos em uma temporada.

    Foi no segundo quarto da derrota por 127-107 que o armador acertou sua 227ª bola de três na temporada, superando as 226 que Quentin Richardson tinha feito lá em 2004-05. Mais de 20 anos depois, né? E olha que o Richardson era conhecido justamente por essa especialidade.

    Noite amarga com gosto doce

    O engraçado é que foi uma daquelas noites ruins pro Gillespie – ele acertou apenas 2 de 7 tentativas do perímetro e terminou com só 6 pontos. Mas fazer o quê, às vezes os recordes chegam assim mesmo, nos momentos mais inesperados.

    E teve mais história sendo escrita nessa partida: Kon Knueppel, o rookie dos Hornets, também quebrou o recorde de bolas de 3 da franquia de Charlotte. Dois recordes numa partida só – isso não é coisa que você vê todo dia, galera.

    Gillespie na história dos Suns

    Sinceramente, quando o Gillespie chegou em Phoenix, poucos imaginavam que ele iria deixar sua marca assim na história da franquia. O cara sempre foi conhecido pela constância no arremesso, mas superar o Richardson? Isso é coisa séria.

    Agora a pergunta que fica: será que ele consegue esticar esse número ainda mais até o final da temporada? Com alguns jogos pela frente, dá pra sonhar com as 250 bolas de três. Vocês acham que ele chega lá?

    Uma pena que o recorde tenha vindo numa derrota tão feia assim. Os Suns tão numa fase complicada e precisam de muito mais que recordes individuais pra voltar aos trilhos.

  • Rookies batendo recordes de 3 pontos – Knueppel faz história

    Rookies batendo recordes de 3 pontos – Knueppel faz história

    Olha só que noite absurda foi quinta-feira na NBA! Dois caras quebraram recordes de arremessos de 3 pontos de suas franquias no mesmo jogo – e um deles é apenas um rookie.

    O protagonista da noite foi Kon Knueppel, calouro do Charlotte Hornets. Cara, esse menino de 20 anos entrou na quadra precisando de apenas 4 bolas de 3 para quebrar o recorde histórico da franquia. E não é que ele conseguiu?

    O momento da glória

    A tensão estava no ar. Knueppel perdeu duas chances abertas no último quarto – você consegue imaginar a pressão? Mas aí, numa assistência perfeita do Grant Williams, ele finalmente acertou o arremesso número 261 da temporada. A torcida de Charlotte explodiu!

    O recorde anterior era do Kemba Walker, que havia feito 260 cestas de 3 na temporada 2018-19. Sinceramente, eu não esperava que um rookie conseguisse superar um cara como Kemba tão rápido. Knueppel terminou o jogo com 4/9 do perímetro e 20 pontos na vitória por 127-107 contra o Phoenix Suns.

    Phoenix também teve sua alegria

    Mas a noite de recordes não parou por aí. Do outro lado da quadra, Collin Gillespie também fez história ao quebrar o recorde do Phoenix Suns com sua 227ª bola de 3 na temporada. Ele superou a marca de 226 que pertencia ao Quentin Richardson desde 2004-05.

    Que loucura, né? Dois recordes de franquia sendo quebrados no mesmo jogo. É isso que eu amo nessa liga – sempre tem algo histórico rolando.

    E aí, pessoal, vocês acham que o Knueppel consegue chegar nos 300 arremessos de 3 até o final da temporada? O menino tá voando e ainda tem jogos pela frente. Na minha opinião, esse cara veio pra ficar na NBA.

  • Novo dono dos Blazers promete mudança: ‘chega de paciência’

    Novo dono dos Blazers promete mudança: ‘chega de paciência’

    Olha, parece que a fase de ‘projeto’ do Portland Trail Blazers chegou ao fim. Tom Dundon, o novo dono do time, não tá com paciência pra ficar desenvolvendo jovem não — ele quer é vencer, e vencer agora.

    “Nós tentamos passar essa mensagem nos últimos dias: aquilo foi divertido, e provavelmente necessário, mas é mais divertido ganhar”, disse Dundon na quinta-feira. Cara, eu até entendo o cara. Imagina você comprar um time por 4,25 bilhões de dólares (isso mesmo, bilhões!) pra ficar vendo moleque aprender a jogar basquete profissional.

    A nova era chegou em Portland

    E não é só conversa não. Dundon já provou que sabe o que faz no esporte. O cara transformou o Carolina Hurricanes (NHL) numa máquina de fazer dinheiro e ganhar jogos. Agora vendeu uma parte do time por 332 milhões só pra poder se dedicar aos Blazers. Sinceramente? Eu tô curioso pra ver no que vai dar.

    Os Blazers tão com 39 vitórias e 38 derrotas, brigando por uma vaga no play-in no Oeste — que como vocês sabem, tá sempre um inferno. Meio jogo atrás do Lakers pro oitavo lugar. Se conseguirem essa posição, é só ganhar um jogo pra ir pros playoffs de verdade.

    E os jovens talentos?

    Não é que Dundon vai mandar embora todo mundo não. Scoot Henderson, Shaedon Sharpe, Toumani Camara e Donovan Clingan continuam sendo o futuro do time. Mas a diferença é que agora eles vão ter que crescer rápido, porque paciência mesmo acabou.

    “Se essa oportunidade existir, eu sou provavelmente mais agressivo que a maioria”, falou o novo dono. E pelo jeito, o GM Joe Cronin quase fechou uma negociação bombástica no trade deadline — imaginem se fosse o que? Damian Lillard de volta? (Tá, isso é viagem minha, mas deixa eu sonhar.)

    O mais interessante é que Dundon não tá falando besteira. O cara sabe que se não conseguir montar um time competitivo, vai ter que “dar um passo pra trás” — e isso geralmente significa rebuild de novo. Pelo bem dos fãs de Portland, que já sofreram demais, espero que ele acerte na primeira tentativa.

    E aí, vocês acham que os Blazers conseguem fazer barulho ainda nesta temporada? Ou vai ser mais uma temporada de “quase”?

  • VJ Edgecombe quebra sequência de Knueppel e leva Rookie do Mês

    VJ Edgecombe quebra sequência de Knueppel e leva Rookie do Mês

    Finalmente! VJ Edgecombe conseguiu quebrar a hegemonia de Kon Knueppel e levou o prêmio de Rookie do Mês de março no Leste. E olha, já tava na hora mesmo — o cara vem jogando muito no Philadelphia 76ers.

    Knueppel tinha emplacado quatro meses seguidos (novembro, dezembro, janeiro e fevereiro), mas Edgecombe mostrou que veio pra ficar. Os números dele em março foram absurdos: 18.9 pontos, 5.8 rebotes e 4.3 assistências por jogo. Pra um novato, tá jogando com uma maturidade impressionante.

    Raynaud também brilha no Oeste

    No Oeste, quem levou foi Maxime Raynaud, do Sacramento Kings. O cara saiu de Stanford como a 42ª escolha do Draft 2025 — ou seja, não era nem esperado que fizesse tanto barulho assim tão cedo.

    Mas os números falam por si só: 17.9 pontos e 8.5 rebotes por partida. Pra um pivô que muita gente nem conhecia direito antes do draft, tá se provando um achado dos Kings. Sinceramente, escolhas mais pra baixo no draft às vezes rendem essas surpresas maravilhosas.

    A nova geração chegou com tudo

    É impressionante como essa turma de rookies de 2025 tá chegando já fazendo diferença. Edgecombe quebrou uma sequência que parecia impossível de ser quebrada, e Raynaud tá mostrando que nem sempre os primeiros escolhidos são os que mais rendem.

    Vocês acham que Edgecombe consegue manter esse nível e disputar o Rookie of the Year? E esse Raynaud, será que consegue se firmar como titular absoluto em Sacramento? A temporada ainda tem muito pano pra manga, mas esses caras já tão deixando sua marca na liga.

  • Previsões para 2028: quem vai dominar a NBA daqui a 4 anos?

    Previsões para 2028: quem vai dominar a NBA daqui a 4 anos?

    Olha só, o pessoal do Dunc’d On resolveu botar a cara a tapa e fazer previsões para 2028. E não é qualquer previsão — eles foram lá e escolheram quem vai ser o melhor jogador da liga, montaram times All-NBA, definiram finalistas de conferência e até chutaram quem vai ser campeão daqui a quatro anos.

    Cara, eu adoro esse tipo de exercício. É quase impossível acertar, mas é divertido demais tentar imaginar como vai estar o cenário da NBA quando chegar lá.

    O futuro já começou

    Sinceramente, 2028 parece distante mas não é tanto assim. Pensa comigo: em 2028, o Wembanyama vai ter 24 anos — idade que o Giannis tinha quando ganhou seu primeiro MVP. O Luka vai estar com 29, no auge da carreira. E o Tatum? 30 aninhos, teoricamente no melhor momento.

    Mas o mais louco é pensar nos caras que nem conhecemos ainda. O draft de 2024 mal aconteceu e já tem gente especulando sobre quem vai ser selecionado em 2027 e 2028. É uma loucura, mas faz parte da magia da NBA.

    Minha visão do futuro

    Na minha opinião, 2028 vai ser dominado pela geração atual de jovens estrelas. O Victor Wembanyama provavelmente já vai ter pelo menos um anel (se não tiver mudado de San Antonio). O Paolo Banchero deve estar brigando por MVP todo ano. E não duvido nada que vejamos alguns brasileiros fazendo barulho por lá também.

    O que vocês acham? Quem vai ser o cara da NBA em 2028? Eu tenho minhas apostas, mas prefiro não cravar nada ainda — a NBA tem dessas surpresas que a gente nunca espera.

    Uma coisa é certa: vai ser divertido acompanhar essa jornada até lá. E quando 2028 chegar, vamos poder voltar aqui e ver o quanto erramos nas previsões!

  • Memphis contrata primeiro GM da história: revolução no basquete universitário

    Memphis contrata primeiro GM da história: revolução no basquete universitário

    Cara, isso aqui é histórico mesmo. O Penny Hardaway acabou de fazer algo que nenhum técnico de basquete universitário tinha feito antes: contratou um gerente geral oficial para o programa de Memphis. Gabriel Harris, que vinha comandando o Stockton Kings (time da G League), é agora o primeiro GM da história dos Tigers.

    Olha, eu sempre falei que o basquete universitário americano ia evoluir para ficar mais parecido com o profissional, mas não esperava que fosse acontecer tão rápido assim. Com toda essa mudança de NIL e portal de transferências, faz total sentido ter alguém dedicado só para montar elenco.

    O cara sabe o que faz

    E não é qualquer um não. Harris acabou de levar o Stockton ao título da G League em 2025 – sim, time campeão. Nos três anos que ficou por lá (dois como GM), o cara montou um elenco que teve o melhor aproveitamento da temporada regular: 24 vitórias em 34 jogos.

    Mas o que mais me impressiona é o olho clínico dele. Vários jogadores que passaram por suas mãos chegaram na NBA: Mason Jones conseguiu contrato com o Sacramento, Jaylen Nowell assinou com Memphis Grizzlies e Detroit Pistons, e Keon Ellis – que inclusive virou contrato fixo com os Kings.

    “A história, as expectativas e a tradição do basquete de Memphis foram o que me atraíram para essa oportunidade”, disse Harris. E realmente, Memphis sempre foi uma potência no universitário – lembram daquela campanha épica de 2008?

    Revolução silenciosa

    Na nova função, Harris vai cuidar de tudo que um GM profissional faria: montagem de elenco, operações de recrutamento, estratégia de divisão de receita e avaliação de jogadores. Basicamente, o Penny agora pode focar só em técnica enquanto Harris cuida da parte administrativa.

    O cara tem currículo pesado também: formado em Stanford (onde jogou por quatro anos e foi campeão do NIT em 2012), passou nove anos na Adidas como executivo de marketing. Tem diploma em psicologia comportamental, comunicação digital e ainda fez certificação em Data Science no MIT. Monstro, né?

    Sinceramente, acho que essa é uma tendência que vai pegar. Com o tanto de dinheiro rolando no basquete universitário hoje em dia, faz sentido profissionalizar a coisa. E vocês, acham que outros programas top vão seguir o exemplo de Memphis?