Autor: Leandro Amorim

  • Wemby quer o MVP: ‘Me importo profundamente com isso’

    Wemby quer o MVP: ‘Me importo profundamente com isso’

    Cara, o Wembanyama não tá de brincadeira. Depois de uma performance ABSURDA de 41 pontos e 18 rebotes na vitória dos Spurs sobre o Warriors, o francesão foi direto ao ponto: ele quer o MVP da temporada. E não tá escondendo isso de ninguém.

    “Me importo profundamente com isso”, disse o Wemby para a ESPN. “Acho que os grandes que estão no Hall da Fama — ou os melhores de todos os tempos — lutaram e pegaram tudo que puderam pegar no início de suas carreiras. Se quero fazer meu lugar entre os grandes, tenho que tentar não perder nenhuma oportunidade de colocar meu nome lá em cima.”

    O mais jovem da história?

    Olha, se o monstro ganhar mesmo o MVP, ele vai fazer história. Seria o mais jovem MVP de todos os tempos, com aproximadamente 22 anos e 130 dias em maio. O recorde atual é do Derrick Rose, que tinha 22 anos e 211 dias quando ganhou em 2011.

    E o cara tá jogando um basquete de outro planeta mesmo. Os Spurs ganharam 10 jogos consecutivos no geral e 15 seguidos com o Wemby em quadra. Nessa sequência, ele tá fazendo média de 27.9 pontos e 12.3 rebotes por jogo. Sinceramente? Números de MVP mesmo.

    Uma estatística que me chamou atenção: ele pegou pelo menos 15 rebotes em cinco jogos seguidos — a maior sequência de um jogador dos Spurs desde o Dennis Rodman em 1995. Passou até o Tim Duncan e o David Robinson. “Uau”, foi a reação dele quando soube da comparação com o Rodman. “Assisti muitos highlights dele, principalmente no Bulls. Não fazem mais jogadores como ele.”

    A disputa tá pegando fogo

    Os Spurs estão com um record de 58-18, apenas dois jogos atrás do Thunder (60-16) pela primeira colocação no Oeste. Detalhe: San Antonio tem a vantagem no confronto direto (4-1) e ainda faltam seis jogos na temporada regular.

    O Steve Kerr, técnico dos Warriors que levou a surra, não economizou elogios: “Ele tem uma confiança inacreditável agora. Parece que sabe exatamente o que fazer nos dois lados da quadra. Nos primeiros anos, às vezes parecia jovem. Não parece mais jovem. Parece que sabe exatamente o que está fazendo.”

    Na real, quem vocês acham que vai levar o MVP? O Shai Gilgeous-Alexander ainda é o favorito nas casas de aposta, mas o Wemby tá fazendo uma campanha impressionante. Além do MVP, ele já é praticamente certeza para o Defensor do Ano — seria o quinto jogador diferente a ganhar o prêmio nos últimos cinco anos.

    E aí, será que consegue fazer essa dobradinha histórica? Eu tô torcendo pra ver esse moleque fazendo história na NBA.

  • Edwards perde chance de ganhar prêmios da NBA por lesão no joelho

    Edwards perde chance de ganhar prêmios da NBA por lesão no joelho

    Cara, que situação chata pra Anthony Edwards. O cara tava tendo uma das melhores temporadas da carreira e agora não vai poder nem concorrer aos prêmios da NBA por causa da regra dos 65 jogos mínimos.

    O Timberwolves confirmou que o Edwards não jogou contra o Detroit Pistons na quinta-feira por causa de uma lesão no joelho direito e ainda por cima estava doente. Com isso, ele chegou a apenas 59 jogos na temporada — sendo que só 58 contam pro regulamento da liga. Restam seis jogos pra Minnesota na temporada regular, mas já era.

    A regra que complica tudo

    Olha, eu entendo o lado da NBA querendo que os caras joguem mais, mas essa regra dos 65 jogos às vezes pega jogadores que realmente estão machucados. O Edwards não é moleza não — nas cinco primeiras temporadas dele, o monstro jogou mais de 70 jogos em cada uma.

    E justamente agora que ele tava fazendo uma temporada absurda, com média de 29.3 pontos por jogo (recorde pessoal), vem essa lesão no joelho pra estragar tudo. O cara ficou duas semanas fora, voltou contra o Dallas (fez 17 pontos em 23 minutos), mas aí o joelho complicou de novo.

    MVP que não vai ser MVP

    O mais frustrante é que Edwards vinha brigando forte pelos prêmios individuais. Nas duas últimas temporadas, ele ficou em sétimo lugar na votação de MVP. Com esses números que ele tá postando agora, poderia ter ido ainda mais longe.

    Sinceramente, acho que isso vai mexer com a cabeça do cara. Quatro vezes All-Star, duas vezes no time ideal da liga, e agora não pode nem concorrer aos prêmios por causa de uma lesão. É de amargar, né?

    E aí, vocês acham que a NBA deveria flexibilizar essa regra pra casos de lesão comprovada? Ou tá certo mesmo manter os 65 jogos como critério?

  • Draft 2026: Peterson ou Dybantsa? Scouts divididos no topo

    Draft 2026: Peterson ou Dybantsa? Scouts divididos no topo

    Cara, a temporada regular da NBA nem acabou ainda e os GMs já estão de olho no que pode ser o melhor Draft dos últimos anos. O sorteio do dia 10 de maio vai definir quem pega o primeiro pick dessa classe 2026 que tá prometendo muito.

    Conversei com mais de uma dúzia de scouts e executivos da liga pra entender como eles veem essa disputa maluca pelo topo. E olha, não tá fácil escolher entre AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke).

    Dybantsa favorito, mas Peterson assombra

    A maioria dos caras que entrevistei vê o Dybantsa como favorito pro primeiro pick. E faz sentido – o moleque tem 2,06m e pode chegar nos 2,08m pesando uns 105kg até os 25 anos. Um monstro fisicamente.

    “É melhor falhar apostando nele e no potencial dele do que não apostar”, me disse um GM da Conferência Oeste. “Porque aos 25 anos ele pode simplesmente ser um monstro absoluto.”

    Mas o Peterson não sai da cabeça de ninguém. Quando tá 100%, o cara é simplesmente absurdo. Foi considerado o melhor prospecto no início da temporada por uma razão – o talento ofensivo dele é de outro planeta.

    O problema? As lesões. O garoto só jogou 24 partidas por Kansas por causa de problemas na perna e câimbras constantes. “Se você vai pegar ele no primeiro ou segundo pick, precisa investigar muito bem o que aconteceu e por quê”, me explicou um scout do Leste.

    Boozer fazendo barulho

    E não dá pra ignorar o Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer). O cara teve uma das melhores temporadas estatísticas da história do basquete universitário – 22,5 pontos e 10,2 rebotes por jogo. Foi o único jogador do país a terminar no top 12 nas duas categorias.

    Duke chegou pertinho da Final Four por causa dele. Se não fosse por um arremesso milagroso de 10 metros do adversário… mas enfim, basquete é assim mesmo.

    “Este Draft é parecido com o de 2024 do Risacher, mas num nível muito mais alto”, me disse um executivo da Oeste. “Naquele ano a pergunta era ‘alguém vai prestar?’. Este ano é ‘cara, tem muito cara bom’. Você tem certeza que pelo menos alguns vão ser realmente especiais. Só não sabe quais.”

    E aí, pessoal – quem vocês acham que deveria ir no primeiro pick? Eu sinceramente ainda tô dividido entre o físico do Dybantsa e o talento puro do Peterson. O Boozer também não é brincadeira não.

    Uma coisa é certa: quem pegar o primeiro pick este ano tem uma decisão difícil pela frente. Pelo menos não vai ser por falta de opção, né?

  • Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cara, que azar do Cade Cunningham. O cara tava fazendo uma temporada absolutamente monstruosa pelo Detroit Pistons e agora vai ficar fora por pelo menos mais uma semana se recuperando de um pulmão colapsado. Sério, que lesão bizarra é essa?

    O time anunciou na quinta-feira que o armador All-Star ainda está sendo monitorado pelos médicos e vai ser reavaliado só na próxima semana. Ele tá fora desde 19 de março, mas pelo menos já voltou a acompanhar os jogos no banco — de roupa comum, claro.

    Os números que impressionam

    E olha só que crueldade: Cunningham tá com médias de 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Na história da NBA, apenas oito jogadores conseguiram terminar uma temporada com essas médias ou melhores. O Cade seria o primeiro a fazer isso vestindo a camisa de Detroit.

    “É bom vê-lo com bom humor e se movimentando. É bom tê-lo de volta com o grupo”, disse o técnico J.B. Bickerstaff. “Ele traz uma energia para nossos caras.”

    Mas aqui vem a parte que dói: Cunningham jogou apenas 61 partidas nesta temporada. A NBA tem uma regra que exige 65 jogos para um jogador ser elegível aos prêmios de final de temporada. Os Pistons só têm cinco jogos restantes. Façam as contas.

    Injustiça pura

    Sinceramente? Acho uma injustiça danada essa regra da NBA. O cara teve uma lesão séria no final da temporada — não é como se fosse algo que ele pudesse controlar. Bickerstaff tá certíssimo quando fala: “Um cara como o Cade não deveria ser punido por ter uma lesão grave no final da temporada.”

    Na minha opinião, tem que ter bom senso nessas situações. O cara jogou 61 partidas, carregou o time nas costas a temporada toda e agora pode ficar sem reconhecimento por causa de quatro jogos? Meio cruel, né não?

    Detroit segue voando

    O mais impressionante é que os Pistons não pararam. Eles já garantiram o título da Divisão Central e têm quatro jogos de vantagem sobre o Boston Celtics na briga pela primeira colocação do Leste. Sem o seu melhor jogador, o time tem 11-4 de aproveitamento.

    “É sobre ter uma identidade”, explicou Bickerstaff. “Se você consegue fazer os caras comprarem a ideia, o estilo, se consegue jogar um basquete sistemático dos dois lados da quadra, você pode ter sucesso.”

    Vocês acham que o Cade vai conseguir voltar ainda nesta temporada regular? Porque, olha, seria uma pena enorme ver um jogador desse calibre ficar de fora dos prêmios por causa de uma regra que não considera situações excepcionais como essa.

  • Spurs poupam Wemby contra Clippers após jogaço de 41 pontos

    Spurs poupam Wemby contra Clippers após jogaço de 41 pontos

    Cara, o Victor Wembanyama não vai jogar hoje contra os Clippers. Depois de fazer 41 pontos e 18 rebotes em apenas 29 minutos contra os Warriors ontem — sim, VINTE E NOVE MINUTOS — o francês vai descansar por “gerenciamento de lesão no tornozelo direito”.

    Olha, eu entendo a precaução dos Spurs. Back-to-back é sempre complicado, ainda mais pra um cara de 2,24m que joga com a intensidade do Wemby. Mas confesso que dá uma tristeza não ver esse monstro em quadra, principalmente depois da performance absurda que ele teve em San Francisco.

    O prêmio que ninguém mais consegue ganhar

    E adivinhem? Hoje mesmo ele foi eleito o Melhor Defensor da Conferência Oeste em março. Pelo terceiro mês consecutivo! Cara, isso é simplesmente histórico. 180 rebotes em 15 jogos, 56 tocos (maior da liga), 20 roubos de bola. Os números são de outro planeta.

    Sinceramente, tem como competir com 3,73 tocos por jogo? O cara praticamente tem uma parade militar no garrafão. E ainda por cima pega 1,33 roubadas por partida. É defesa em todas as posições.

    A corrida pelo MVP e aquela regra chata

    Na temporada, Wemby tá com médias de 24,7 pontos, 11,5 rebotes, 3,1 tocos e 1,1 roubo em menos de 30 minutos por jogo. Líder em tocos, quinto em rebotes. É candidato ao DPOY e tá brigando pelo MVP também — aos 22 anos, gente!

    Mas aqui tem um problema: ele precisa jogar pelo menos 65 jogos pra ser elegível pros prêmios da temporada regular. Até agora jogou 62 (contando a final da NBA Cup). Com essa pausa de hoje, ele vai ter que jogar pelo menos três dos últimos cinco jogos dos Spurs.

    Na minha opinião, essa regra dos 65 jogos é meio questionável quando se trata de load management por precaução. O cara tá dominando a temporada toda, mas pode perder prêmios por causa de alguns jogos perdidos? Vocês acham justo?

    De qualquer forma, torcer pra que seja só precaução mesmo e que a gente veja mais desses jogos históricos do Wemby antes dos playoffs. Porque, convenhamos, ver esse cara jogar é um privilégio que a gente não pode desperdiçar.

  • O Muro dos Clippers é absurdo — e tá fazendo os caras errarem

    O Muro dos Clippers é absurdo — e tá fazendo os caras errarem

    Cara, vocês viram o que o Steve Ballmer aprontou no Intuit Dome? O maluco criou um troço chamado “The Wall” que tá literalmente fazendo os adversários errarem lances livres. E olha que não é pouca coisa não.

    A situação foi essa: Stephon Castle, do Spurs, vai bater um lance livre — algo que ele converte 73,6% das vezes. Só que aí ele olha pra trás da cesta e vê uma parede de 44 metros de altura com 300 torcedores dos Clippers gritando “ERRA” e balançando uns bonecos infláveis verdes (zoando o Wembanyama, que é do time do Castle). O resultado? Bola pra fora.

    A obsessão do Ballmer virou realidade

    O dono dos Clippers sempre falou que queria a “melhor casa de todos os esportes”. Não tô brincando — o cara visitou centenas de arenas pelo mundo pra se inspirar. Pegou ideia do Yellow Wall do Borussia Dortmund (que tem 25 mil pessoas em pé), da seção de estudantes da San Diego State, e até da Grand Canyon University.

    E funcionou, mano. Os adversários só acertam 73,4% dos lances livres quando enfrentam The Wall. Se fosse um time, seria o pior da liga nesse fundamento. Absurdo, né?

    4.500 lugares só pra fazer barulho

    The Wall tem 4.500 assentos em 51 fileiras ininterruptas. As primeiras 13 fileiras são “The Swell” — reservadas pros 300 torcedores mais barulhentos. É por ordem de chegada, cara. Tem gente que chega 3 horas antes do jogo só pra garantir o lugar.

    Se você torcer pro time visitante? Cartão amarelo na primeira, expulsão na segunda. Não é brincadeira.

    Gillian Zucker, CEO do grupo que administra a arena, falou uma parada interessante: “Quando você vem ao Intuit Dome, você não é espectador. Você é participante.” E sinceramente, faz sentido. Imagina você tentando acertar um arremesso com 300 pessoas gritando na sua cara?

    Finalmente saíram da sombra dos Lakers

    Olha, eu sempre achei meio constrangedor os Clippers dividirem arena com os Lakers por 25 anos. Os caras jogavam literalmente embaixo dos banners de cinco títulos dos Lakers. Em 2013, o Doc Rivers chegou a cobrir as faixas dos Lakers com outras dos Clippers — imaginem a treta.

    Agora eles têm casa própria. E que casa! Ballmer gastou 2 bilhões de dólares nessa arena, e pelo jeito, cada centavo valeu a pena.

    O que vocês acham? Será que outros times vão copiar essa ideia? Eu tô curioso pra ver se isso realmente vai fazer diferença nos playoffs. Uma coisa é certa: jogar contra os Clippers em casa não vai ser moleza pra ninguém.

  • Celtics fazem CINQUENTA E TRÊS no 1º quarto e quebram próprio recorde

    Celtics fazem CINQUENTA E TRÊS no 1º quarto e quebram próprio recorde

    Gente, o que os Celtics fizeram ontem à noite em Miami foi absolutamente surreal. CINQUENTA E TRÊS pontos no primeiro quarto. Cinquenta. E. Três.

    Vocês conseguem imaginar? Eu tava acompanhando o jogo e simplesmente não acreditava no que tava vendo. Os caras literalmente não erravam — 20 cestas em 28 tentativas, sendo 11 de 15 do perímetro. Era arremesso atrás de arremesso entrando limpo na cesta.

    Sam Hauser virou o Curry da madrugada

    Olha, eu sempre soube que o Sam Hauser tinha potencial, mas o que ele fez foi de outro planeta. O maluco jogou os 12 minutos do primeiro quarto e acertou TODAS as cinco tentativas de 3. Todas! E terminou o período com 17 pontos.

    O Jaylen Brown não ficou atrás — fez 20 pontos só no primeiro quarto (nono quarter de 20+ pontos na carreira dele) e terminou a noite com 43. Mas sinceramente? O que mais me impressionou foi a frieza deles. Quando você tá numa dessas, a tendência é forçar arremesso ruim. Eles não fizeram isso.

    Tatum voltou com tudo depois da lesão

    E vocês viram o Jayson Tatum? Cara voltando de lesão no tendão de Aquiles (que dor só de lembrar) e mandou um triple-double: 28 pontos, 18 rebotes e 11 assistências. O primeiro da temporada dele.

    “Foi um show de cestas dos dois lados”, disse o Tatum depois do jogo. E realmente foi — o Heat não ficou quieto e ainda assim tomou 147 pontos dos Celtics.

    Números históricos que dão arrepio

    Agora vem a parte que me deixa maluco: esse foi o maior primeiro quarto da HISTÓRIA dos Celtics. E olha que estamos falando de uma franquia com 17 títulos da NBA.

    No ranking geral da liga, só fica atrás do Warriors que fez 55 pontos contra o Portland em 2023. Os Celtics empataram com… o próprio Heat, que tinha feito 53 contra Charlotte.

    A ironia é linda: o Miami deu 53 pontos no primeiro quarto para o mesmo time que já tinha feito 53 em um primeiro quarto. O basquete às vezes é poético assim.

    Joe Mazzulla, técnico dos Celtics, resumiu bem: “Quando você executa bem e consegue arremesso bom atrás de arremesso bom, essas coisas acontecem”. E aconteceram de forma espetacular ontem à noite.

    Os Celtics venceram por 147-129, mesmo depois de ver a vantagem de 27 pontos diminuir para 9 no último quarto. Mas aí que tá — time grande não desespera. Voltaram a jogar seu basquete e fecharam o jogo.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse ritmo alucinante pro resto da temporada?

  • Knicks atropelam Grizzlies: KAT faz triple-double em 29 minutos!

    Knicks atropelam Grizzlies: KAT faz triple-double em 29 minutos!

    Cara, que show do Karl-Anthony Towns ontem à noite! Os Knicks fizeram a lição de casa contra um Memphis completamente desfalcado e venceram por 130-119, com KAT fazendo um triple-double (20 pontos, 11 rebotes e 11 assistências) em apenas 29 minutos de quadra.

    Mas o dado mais impressionante da noite? Os Grizzlies pegaram apenas 20 rebotes — VINTE! Segundo os comentaristas, foi o menor número de rebotes já permitido pelos Knicks a um adversário na história. Faz sentido quando o cara mais alto do time adversário tem 1,85m com salto, né?

    Memphis estava mesmo desfalcado

    Olha, eu já vi times desfalcados, mas o que o Memphis colocou em quadra ontem beirou o surreal. Sete jogadores machucados, nenhum pivô ativo, e pelo menos um cara jogando com contrato de duas vias. O rookie Cedric Coward até tentou com seus 15 pontos, mas sinceramente, era como levar uma faca para uma guerra de tanques.

    Com Jalen Brunson poupado por causa do tornozelo, José Alvarado ganhou sua segunda chance como titular nos Knicks. E cara, ele aproveitou: 15 pontos, 4 assistências e apenas 4 turnovers. Nada mal para quem veio do banco na maior parte da temporada.

    Show coletivo dos Knicks

    Enquanto KAT dominava o garrafão, OG Anunoby estava fazendo sua parte com 25 pontos e 13 rebotes em 40 minutos. Bridges também estava certeiro, com 24 pontos em 15 arremessos — eficiência pura.

    O que mais me chamou atenção foi como os Knicks começaram o jogo: erraram apenas 2 dos primeiros 15 arremessos e acertaram TODOS os primeiros 5 de três pontos. Hart, Bridges, Alvarado, Kolek e Shamet — todo mundo contribuindo. É assim que se mata um jogo no primeiro quarto.

    Landry Shamet voltou depois de cinco jogos parado por causa de uma contusão no joelho e mostrou que está 100%. Acertou 3 de 5 do perímetro, incluindo uma bomba no final do primeiro quarto que ajudou a abrir 48-30.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter essa consistência quando Brunson voltar? Porque olhando os números dele com KAT ultimamente, a dupla ainda não engrengetou. Mas contra um Memphis nessas condições, qualquer time da NBA deveria vencer tranquilo.

    No fim das contas, foi exatamente o que os Knicks precisavam depois de três derrotas seguidas na estrada. Uma vitória fácil, confiante, e que mostrou que quando estão focados, esse time tem potencial para incomodar qualquer um nos playoffs.

  • Trail Blazers levam multa de US$ 100 mil por quebrar regras da NBA

    Trail Blazers levam multa de US$ 100 mil por quebrar regras da NBA

    Olha só que confusão se formou em Portland! Os Trail Blazers acabaram de levar uma multa de US$ 100 mil da NBA por terem observado o pivô chinês Yang Hansen em 2023, quando ele ainda não estava elegível para o Draft. E não parou por aí — dois dos caras da diretoria também tomaram suspensão.

    Sergi Oliva e Mike Schmitz, que são assistentes do gerente geral, vão ficar duas semanas fora sem receber salário. Imagina a situação… você está fazendo seu trabalho de scout, achando que tá tudo certo, e depois descobre que quebrou uma regra da liga.

    O que aconteceu mesmo?

    A situação é meio complexa. Hansen foi selecionado pelos Blazers como 16ª escolha geral no Draft do ano passado — um pivô de 2,16m que, sinceramente, ainda está se adaptando à NBA. Nesta temporada ele jogou 41 partidas, mas com médias bem modestas: 2,3 pontos e 1,6 rebotes por jogo.

    O problema é que em 2023, quando os Blazers estavam dando uma olhada no garoto, ele ainda não estava elegível para o Draft. E isso vai contra as regras da NBA. Na minha opinião, é uma dessas situações onde você pensa “nossa, que pegadinha besta”, mas regra é regra.

    Pelo menos os Blazers foram honestos. Segundo a própria equipe: “Quando isso foi trazido à nossa atenção, os Portland Trail Blazers se reportaram à NBA. A equipe cooperou totalmente com a investigação e aceita a determinação da liga.”

    Mudança de comando em Portland

    E por falar em Portland, essa multa vem bem na época de uma mudança gigante na franquia. Na segunda-feira mesmo, o Conselho de Governadores da NBA aprovou a venda do controle dos Trail Blazers. A propriedade saiu das mãos do espólio de Paul Allen (que morreu em 2018) para um grupo liderado pelo investidor Tom Dundon.

    Será que o novo dono vai dar uma sacudida na forma como o time faz scouting? Eu acho que sim. Com US$ 100 mil voando pelo ralo e dois caras importantes da diretoria suspensos, alguma coisa precisa mudar por lá.

    Vocês acham que essa confusão toda vai atrapalhar o desenvolvimento do Hansen? O garoto já está numa situação complicada, tentando se firmar na liga, e agora tem toda essa polêmica em volta da forma como foi recrutado.

  • Brandon Clarke é preso por tráfico no Arkansas – que bagunça!

    Brandon Clarke é preso por tráfico no Arkansas – que bagunça!

    Galera, que notícia bizarra pra começar o dia. Brandon Clarke, o ala-pivô do Memphis Grizzlies, foi preso ontem no Arkansas com uma lista de acusações que dá até medo de falar. Tráfico de drogas, fuga da polícia, excesso de velocidade… cara, que situação complicada.

    O sherife do condado de Cross County prendeu o jogador na quarta-feira, 1º de abril, às 13h03 (horário local). As acusações são pesadas: tráfico de substância controlada, posse de drogas, fuga/excesso de velocidade e ainda ultrapassagem irregular. Não é brincadeira, não.

    Temporada já era ruim, agora virou pesadelo

    Olha, sinceramente? Clarke já tava tendo uma temporada horrorosa mesmo antes dessa confusão toda. O cara jogou só DOIS jogos nesta temporada – dois! – com médias de 4 pontos e 3 rebotes. Uma queda brutal pra quem já foi promessa.

    Ele já tá fora do resto da temporada por causa de uma lesão na panturrilha direita. Mas agora, com essas acusações criminais, a situação ficou muito mais séria que qualquer contusão. É o tipo de coisa que pode acabar com uma carreira, cara.

    De promessa a problema

    Lembro quando Clarke chegou na NBA em 2019. O moleque era uma promessa real – tanto que foi pro All-Rookie Team em 2020. Saiu de San Jose State, transferiu pra Gonzaga e parecia ter tudo pra dar certo no basquete profissional.

    Ficou esses sete anos todos no Memphis, mas nunca conseguiu ser aquele jogador que todo mundo esperava. E agora isso… mano, que desperdício. O cara tem contrato até 2026-27, mas com essas acusações, quem sabe se vai conseguir jogar basquete de novo.

    Vocês acham que o Memphis vai cortar ele? Porque olha, tráfico de drogas não é algo que a NBA perdoa fácil. Já vimos outros jogadores terem a carreira destruída por muito menos. Que situação triste, mesmo com todos os problemas em quadra, ninguém merece ver a vida desandar assim.