Autor: Leandro Amorim

  • PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    PG explode com 39 pontos e Sixers atropelam Wizards sem Embiid

    Cara, quando o Paul George decide que é a noite dele, é melhor todo mundo sair da frente. Ontem à noite foi exatamente isso que aconteceu — PG meteu 39 pontos (recorde pessoal dele pelos Sixers) e literalmente carregou o time nas costas pra destroçar os Wizards por 153-131.

    E olha, não é qualquer vitória não. Com 42-34 no cartel, os Sixers tão na briga direta com Hawks, Magic, Heat e Raptors pela classificação. Cada jogo é uma final agora.

    Show do Paul George

    Mano, o PG tava inspirado mesmo. 15/22 nos arremessos de quadra, mais 6 assistências e 3 roubadas de bola. O cara começou dominando logo de cara com duas cestas de média distância e nunca mais parou. Foi um desses jogos que você vê e pensa: “pô, por que ele não joga assim todo jogo?”

    E não foi só ele não — Maxey também meteu os seus 28 pontos em 12/20 nos chutes, distribuindo 9 assistências. A dupla tá funcionando, galera. Quando esses dois tão afinados assim, dá pra sonhar alto mesmo.

    VJ Edgecombe também merece destaque. O moleque fez 23 pontos com 10/15 nos arremessos e ainda deu 10 assistências. Double-double no capricho! Tá crescendo no momento certo.

    Embiid fora, mas o time funcionou

    Olha, eu confesso que sempre fico com o pé atrás quando o Embiid não joga. Mesmo sendo por doença (e não lesão, graças a Deus), sempre bate aquele nervosismo. Mas ontem o time mostrou que pode funcionar sem o Big Man.

    Johni Broome também tava fora por causa do menisco, então a responsabilidade ficou toda nas mãos dos caras que estavam em quadra. E eles souberam responder.

    Do lado dos Wizards, eles tiveram seis desfalques, incluindo Alex Sarr e Kyshawn George. Anthony Gil foi o cestinha deles com 21 pontos, mas não teve jeito — quando o ataque dos Sixers tá funcionando desse jeito, é difícil acompanhar o ritmo.

    Corrida pelos playoffs esquenta

    Sinceramente, essa vitória veio em boa hora. A conferência leste tá uma loucura e cada vitória pode ser a diferença entre estar dentro ou fora dos playoffs. Com Hawks, Magic e companhia também jogando na mesma noite, era fundamental não vacilar.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem manter essa pegada sem o Embiid? Porque uma coisa é certa: se o PG continuar jogando nesse nível e o Maxey mantendo a consistência, esse time pode incomodar muito na pós-temporada. Só não pode relaxar agora!

  • PG13 metendo 39 pontos sem o Embiid? Os Sixers tão voando!

    PG13 metendo 39 pontos sem o Embiid? Os Sixers tão voando!

    Gente, o Paul George simplesmente resolveu mostrar serviço ontem à noite. 39 pontos na vitória dos Sixers sobre o Washington por 153-131. E olha que o Embiid nem jogou por causa de uma gripe!

    Cara, eu sempre achei que o PG13 tinha potencial pra explodir quando chegou na Filadélfia, mas depois daquela suspensão de 25 jogos por conta das regras antidrogas da NBA… sinceramente, eu não sabia o que esperar. Mas o cara voltou com sede no pote.

    A noite mágica do Paul George

    Olha os números: 15 de 22 nos arremessos de quadra, 6 de 12 do perímetro, mais 6 assistências e 5 rebotes. Eficiência pura. É impressionante como ele consegue ser letal de qualquer lugar da quadra — aquela facilidade pra arremessar por cima de qualquer marcador é coisa de monstro mesmo.

    E não foi só o George não. O Tyrese Maxey contribuiu com 28 pontos e 9 assistências no terceiro jogo dele voltando da lesão no dedo. O rookie VJ Edgecombe também meteu 23 pontos e 10 assistências. Que garoto promissor, hein?

    O mais absurdo? Os titulares dos Sixers converteram 45 de 65 arremessos (69,2% de aproveitamento). Isso é videogame, pessoal!

    Sixers subindo na tabela

    Com essa vitória, Philadelphia chegou ao sexto lugar do Leste, empatado com Toronto em 42-34, mas com vantagem no confronto direto. Olha, eu tô começando a acreditar nesse time dos Sixers pra brigar por algo mais na pós-temporada.

    153 pontos pela segunda quarta-feira consecutiva — semana passada meteram 157 no Chicago. Quando esse ataque engata, é impossível segurar.

    Do outro lado, coitado do Washington. Caíram sozinhos na lanterna da NBA depois de começar a noite empatados com Indiana. Quatro derrotas seguidas e 20 perdas nos últimos 21 jogos. Anthony Gill até fez sua melhor marca na carreira com 21 pontos, mas não teve jeito.

    Vocês acham que os Sixers conseguem manter essa pegada ofensiva quando o Embiid voltar? Na minha visão, se o Joel conseguir se manter saudável nos playoffs, esse time pode incomodar muito no Leste. Mas a gente sabe como é — sempre tem aquela reticência com a saúde do Embiid, né?

  • Wizards leva surra histórica: 153-131 pra Philly foi zero defesa

    Wizards leva surra histórica: 153-131 pra Philly foi zero defesa

    Cara, eu já vi muito jogo ruim do Washington Wizards na minha vida, mas o que aconteceu ontem contra o Philadelphia 76ers foi de outro nível. 153-131. Cento e cinquenta e três pontos! Parecia aqueles jogos de videogame quando você coloca no modo fácil só pra se divertir.

    O mais louco é que no primeiro tempo ainda deu pra sonhar. Os Wizards começaram até bem, com Tristan Vukcevic pegando fogo nos primeiros minutos — 10 pontos logo de cara. Mas aí o Paul George resolveu lembrar que ainda joga basquete e meteu 14 no primeiro quarto. Velho, o cara tem 36 anos e ainda consegue fazer isso.

    Anthony Gill teve a noite da vida dele

    No segundo quarto aconteceu uma coisa que eu nunca pensei que ia ver: o banco do Wizards jogou melhor que o time titular. Jamir Watkins e Jaden Hardy começaram um rally de 16-7 que me fez acreditar (por uns 5 minutos) que esse time podia fazer alguma coisa. E o Anthony Gill? Meu amigo, o cara estava INSPIRADO.

    Onze pontos no segundo quarto com três bolas de três. Gill acabou fazendo a melhor partida da carreira: 21 pontos acertando 8 de 9 arremessos! Seis rebotes, seis assistências. Performance completa. Vocês sabiam que ele acabou de atingir os 1.000 pontos na carreira? Merecido demais.

    Will Riley e a enterrada que não salvou nada

    No terceiro quarto, Will Riley fez uma enterrada que foi viral na hora — aquela cravada no Adem Bona foi coisa de maluco. Dezoito pontos no jogo, acertando 8 de 12. Riley tá crescendo a cada jogo, isso é inegável.

    Mas aquela enterrada também marcou o começo do fim pra Washington. Porque logo depois os Sixers simplesmente decidiram que o jogo tinha acabado e partiram pra cima sem dó. 120-103 no final do terceiro, e aí já era.

    Tre Johnson teve uma noite pra esquecer — 8 pontos em 3 de 11 arremessos. E na defesa? George e Tyrese Maxey fizeram o que quiseram com o garoto. Às vezes esquecemos que ele ainda tá aprendendo, né?

    Defesa? Que defesa?

    Sinceramente, assistir esse jogo me deu uma sensação estranha. Por um lado, ver caras como Gill e Riley jogando bem é massa. Por outro, 153 pontos sofridos é surreal. Não tem como ganhar jogo nenhum assim.

    Os Wizards têm uma chance de se redimir no sábado contra o Miami Heat. E olha, depois de uma surra dessas, qualquer coisa que não passe dos 120 pontos sofridos já vai ser progresso. Vocês acham que eles conseguem melhorar essa defesa antes dos playoffs? Porque do jeito que tá, vai ser complicado…

  • Celtics meteram 53 pontos só no primeiro quarto e destruíram Miami

    Celtics meteram 53 pontos só no primeiro quarto e destruíram Miami

    Cara, eu já vi muito massacre na NBA, mas o que o Celtics fez ontem com o Heat foi de outro planeta. 53 pontos no primeiro quarto. Cinquenta e três!

    Olha, eu sabia que esse time de Boston era forte, mas começar um jogo dessa forma contra um rival histórico como Miami? Isso é coisa de time que quer mandar um recado pro resto da liga.

    Jaylen Brown simplesmente resolveu jogar videogame

    O cara começou o jogo fazendo os primeiros 11 pontos do Celtics sozinho. Sozinho! E não parou por aí — terminou o primeiro quarto com 20 pontos (recorde da franquia para um quarto) e fechou a noite com 43. Quarenta e três pontos, gente.

    Mas o mais absurdo mesmo foi o Sam Hauser. O cara foi perfeito no primeiro período: 6/6 nos arremessos gerais e 5/5 do perímetro. Dezessete pontos em 12 minutos. Isso nem no 2K é fácil de fazer.

    E vocês viram os números históricos? Aqueles 53 pontos do primeiro quarto são recorde absoluto da franquia. Tá empatado como segundo maior primeiro quarto da história da NBA. Segundo! Da história!

    Quando a defesa resolve aparecer (só às vezes)

    Sinceramente, a defesa do Celtics foi meio bipolar ontem. Nos primeiros minutos, o Bam Adebayo tava fazendo o que queria — 11 pontos rapidinho. Aí do nada a defesa clicou e eles fizeram aquela corrida de 32-9 que definiu o jogo.

    Mas no terceiro quarto? Nossa senhora. O Heat marcou 45 pontos e chegou a ficar só 10 pontos atrás. Em três minutos e meio, Miami fez 20 pontos acertando 6 de 7 do perímetro. Essa montanha-russa defensiva me deixa nervoso, não vou mentir.

    Tatum com o triple-double silencioso

    Enquanto todo mundo olhava pro show do Brown, o Jayson Tatum tava ali fazendo um triple-double quase sem barulho: 25 pontos, 18 rebotes e 11 assistências. Dezoito rebotes para um ala! O cara tá jogando como se quisesse mostrar que consegue dominar todos os aspectos do jogo.

    E o Neemias Queta? Quinze pontos e 10 rebotes saindo do banco. O nosso português tá se firmando mesmo no time titular — e que bom ver um brasileiro (naturalizado, mas é quase rs) brilhando assim na NBA.

    No final das contas, 147-129. Uma goleada que começou no primeiro quarto e nunca mais parou. O Heat até tentou uma reação no terceiro período, mas não deu — quando você toma 53 pontos em 12 minutos, fica difícil de recuperar.

    E aí, vocês acham que esse ritmo ofensivo absurdo do Celtics se mantém nos playoffs? Porque se mantiver, vai ser complicado para qualquer um parar esses caras.

  • Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Cara, chegou a hora da verdade pro Phoenix Suns. Abril vai ser o mês que vai dizer se esse time consegue se classificar pros playoffs ou se vai passar as férias cedo assistindo os outros jogarem. E olha, depois do que rolou em março, eu tô bem apreensivo.

    O mês passado foi uma montanha-russa total. Os caras emendaram quatro vitórias seguidas, aí do nada perderam cinco jogos em sequência — a maior sequência negativa da temporada. No final das contas? 8 vitórias e 8 derrotas. Ou seja, ficaram no mesmo lugar: sétimos no Oeste.

    A programação que vai definir tudo

    Vamos aos fatos: restam alguns jogos cruciais pela frente. Primeiro, eles terminam essa trip fora de casa enfrentando Charlotte e Chicago. Interessante que já pegaram esses dois times em março e dividiram — ganharam de Charlotte por 111 a 99, mas tomaram uma surra feia do Bulls por 105 a 103. Aquele jogo contra Chicago foi de dar vergonha alheia, bicho. Menos de 40% nos arremessos de quadra.

    Depois vem o drama em casa. Dia 7 de abril contra Houston e dia 8 contra Dallas — os últimos dois jogos da temporada regular no Footprint Center. E aqui tem um plot twist interessante: vai ser o retorno do Kevin Durant pra Phoenix.

    O reencontro com KD

    Sinceramente? Vai ser tenso. Durant foi um dos maiores jogadores a vestir a camisa dos Suns, mas a saída dele foi meio traumática. O cara jogou pra caramba, fez dupla com Booker, mas o time só ganhou UMA série de playoffs. Uma! Com todo o talento que tinha no elenco, foi frustrante demais.

    A torcida vai receber como? Vai ter vaia ou aplausos? Vai ser transmitido nacionalmente pela NBC, então o mundo inteiro vai ver. Eu tenho curiosidade pra saber como vai ser essa atmosfera.

    Fechando contra gigantes

    Os dois últimos jogos são contra Lakers e Thunder. Engraçado que são os únicos times que o Suns enfrenta cinco vezes na temporada por causa do In-Season Tournament. E ambos podem ser adversários na primeira rodada dos playoffs — principalmente o Thunder.

    O problema é que nessa altura do campeonato, se as posições já estiverem definidas, pode rolar aquela situação clássica de técnico poupar jogador. Aí complica tudo na hora de analisar essas partidas.

    Se tudo continuar como está, Phoenix vai disputar o Play-In pela primeira vez na história da franquia. Vai ser histórico, mas não do jeito que eles queriam, né? A expectativa era brigar por posições mais altas na tabela.

    E aí, vocês acham que o Suns aguenta a pressão ou vai entregar o ouro nos últimos jogos? Porque se tem uma coisa que esse time mostrou esse ano é que pode ser imprevisível pra caramba.

  • Jamal Murray meteu 10 bolas de 3 e destruiu o Jazz

    Jamal Murray meteu 10 bolas de 3 e destruiu o Jazz

    Gente, o que o Jamal Murray fez ontem contra o Utah Jazz foi simplesmente absurdo. Dez — isso mesmo, DEZ — arremessos de 3 pontos convertidos, incluindo uma bomba do meio da quadra que entrou no estouro do cronômetro do primeiro quarto. O cara terminou com 37 pontos na vitória por 130-117 dos Nuggets.

    Sinceramente, eu já vi muito basquete na minha vida, mas essa performance do Murray foi de outro planeta. E olha que ele teve a companhia do monstro Nikola Jokić, que fez mais um triple-double tranquilão: 17 rebotes, 15 pontos e 12 assistências. Quinto triple-double em seis jogos. Esse sérvio é uma máquina mesmo.

    Show de bola de 3 desde o primeiro minuto

    A coisa começou quente logo de cara. Murray acertou as três primeiras tentativas de 3 dos Nuggets, ajudando o time a abrir 12-0 no placar. Os seis primeiros arremessos de quadra de Denver foram todos do perímetro — e todos entraram. É brincadeira isso?

    No primeiro quarto, os Nuggets foram 9 de 18 do perímetro, com Murray sozinho fazendo cinco bolas de 3. A cereja do bolo foi aquela bomba do meio da quadra no apagar das luzes, colocando Denver na frente por 39-28. Cara, eu tava vendo ao vivo e quase derrubei a cerveja quando vi a bola entrar.

    Jazz tentou reagir mas não deu conta

    O Utah até tentou esboçar algumas reações. Brice Sensabaugh teve uma noite bacana com 28 pontos e seis de três, e Kyle Filipowski ajudou com 25 pontos e 12 rebotes. Mas convenhamos — quando o Murray tá nesse clima, é muito difícil parar.

    O Jazz chegou a encostar no placar no último quarto, ficando apenas quatro pontos atrás (101-97), mas aí o Murray e o Christian Braun resolveram acabar com a festa. Os dois fizeram cestas consecutivas que deram início a uma sequência de 15-2 que sepultou de vez as chances do Utah.

    Com essa, os Nuggets embalaram a sétima vitória seguida e seguem firmes na briga pelos playoffs. Já o Jazz… coitados, sétima derrota consecutiva e apenas 3 vitórias nos últimos 22 jogos. Tá complicado lá em Utah.

    E vocês, acham que o Murray consegue manter esse nível absurdo de arremesso? Porque se conseguir, os Nuggets vão dar muito trabalho nos playoffs.

  • Alexander-Walker mete 32 pontos e Hawks amassam o Magic por 130-101

    Alexander-Walker mete 32 pontos e Hawks amassam o Magic por 130-101

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker simplesmente destruiu tudo ontem à noite! O cara meteu 32 pontos na vitória dos Hawks sobre o Magic por 130-101, e olha — não foi nem apertado. Foi show de bola mesmo.

    Os Hawks estão numa sequência monstruosa: 17 vitórias nos últimos 19 jogos. Isso não é sorte, galera. É time encaixado mesmo.

    Jalen Johnson quase fez outro triple-double

    E o Jalen Johnson? 18 pontos e 14 rebotes, ficando a apenas duas assistências do seu 14º triple-double da temporada. Catorze! O moleque tá voando, sinceramente. Na minha visão, ele virou peça fundamental nesse Hawks que ninguém esperava que fosse tão competitivo.

    Dyson Daniels também contribuiu com um double-double: 15 pontos e 13 rebotes. Os Hawks dominaram o garrafão com 52-36 nos rebotes — uma diferença absurda que explica muito sobre como o jogo foi decidido.

    Hawks mandam na divisão

    Agora vem a parte mais louca: os Hawks varreram a série de temporada contra o Magic por 4-0. Quatro a zero! E com isso, abriram uma vantagem de 3 jogos e meio na Southeast Division.

    Pelo lado do Orlando, Franz Wagner voltou depois de ficar 47 jogos fora dos últimos 52 por causa de uma entorse no tornozelo. Conseguiu 12 pontos em 20 minutos, o que até que foi um retorno decente considerando o tempo parado. Mas convenhamos — o Magic sentiu falta dele. Antes da lesão, o cara estava fazendo 23.4 pontos com 55% de aproveitamento.

    O segundo quarto foi onde os Hawks resolveram o jogo: 47 pontos! Fizeram 17 de 24 arremessos no período. Quando o Kuminga acertou uma de três e quebrou o empate de 32-32, já era. Atlanta não largou mais a liderança.

    Jamal Cain até tentou pelo Magic com 17 pontos saindo do banco, mas não teve jeito. Desmond Bane e Wendell Carter Jr. contribuíram com 14 cada, mas foi pouco perto da avalanche dos Hawks.

    E aí, vocês acham que os Hawks têm condições reais de incomodar nos playoffs? Com essa sequência toda, eu tô começando a acreditar que sim.

  • KAT e OG salvam os Knicks contra o Memphis e quebram sequência negativa

    KAT e OG salvam os Knicks contra o Memphis e quebram sequência negativa

    Olha, não vou mentir — depois de três derrotas seguidas, eu já tava começando a ficar preocupado com os Knicks. O Josh Hart até falou que o jogo contra o Memphis era “obrigatório ganhar”. E cara, que alívio que eles conseguiram!

    Karl-Anthony Towns simplesmente resolveu assumir o protagonismo ontem à noite. Triple-double com 11 assistências e 11 rebotes, sendo o segundo dele como jogador dos Knicks. Em apenas 30 minutos de quadra! O cara tava sendo marcado por dois, às vezes três jogadores do Memphis, mas ficou calmo e encontrou sempre o companheiro livre.

    OG Anunoby também fez a sua parte

    E o OG Anunoby? Double-double com 13 rebotes! Junto com o KAT, os dois combinaram 45 pontos e praticamente carregaram o time nas costas, especialmente com o Jalen Brunson fora por causa de dores no tornozelo.

    “Quando eles fazem marcação dupla e tripla, eu entendo que um dos meus companheiros está livre”, explicou Towns depois do jogo. “É só manter a paciência, ficar relaxado e tentar fazer a jogada certa.”

    E funcionou, né? Os Knicks tiveram 36 assistências em 48 cestas convertidas. Basquete coletivo do jeito que tem que ser.

    Memphis não facilitou nada

    Mas ó, não foi moleza não. Esse time jovem do Grizzlies veio pra brigar mesmo. Ganharam o segundo e terceiro quartos, quase viraram o jogo no terceiro período. São caras que não têm nada a perder e jogaram com muita intensidade.

    O técnico Mike Brown até reclamou depois — 19 turnovers dos Knicks e 30 lances livres pro Memphis. “Nossos caras no final das contas foram bem em várias áreas”, disse Brown, “mas os turnovers e as faltas tornaram o jogo mais difícil do que precisava ser.”

    Sinceramente? Eu acho que foi até bom os Knicks passarem por esse sufoco. Mostra que conseguem ganhar mesmo quando as coisas não estão perfeitas. E olha, com KAT pegando 6 rebotes ofensivos e OG com 3, eles compensaram bem os erros.

    Agora os Knicks mantêm a terceira posição no Leste, 1.5 jogo à frente do Cleveland. E aí, vocês acham que eles conseguem se aproximar dos Celtics na segunda colocação? O próximo teste é sexta contra o Bulls em casa.

  • Tatum volta a brilhar com triple-double depois da lesão no tendão

    Tatum volta a brilhar com triple-double depois da lesão no tendão

    Cara, eu não sei vocês, mas ver o Jayson Tatum voltando ao seu melhor nível depois de uma lesão no tendão de Aquiles é simplesmente absurdo. O cara postou um triple-double ontem contra o Miami Heat — 25 pontos, 18 rebounds e 11 assistências na vitória por 147-129. E olha que faz menos de um mês que ele voltou das quadras!

    Sinceramente? Eu tava com um pé atrás quando ele voltou em março. Lesão no tendão de Aquiles não é brincadeira, ainda mais pra um cara que depende tanto da explosão quanto o Tatum. Mas o monstro tá provando que tá longe de acabar.

    O show não foi só do Tatum

    Jaylen Brown também resolveu aparecer pra jogo e liderou a pontuação com 43 pontos (17/29 nos arremessos). Os dois juntos foram responsáveis por incríveis 107 pontos do Boston — seja marcando ou dando assistência. Essa dupla quando tá afinada é praticamente impossível de parar.

    E não foi só sorte de uma noite não, viu? Boston ganhou 10 dos últimos 12 jogos com Tatum em quadra. Desde a última derrota com ele (aquele tropeço feio de 102-92 contra Minnesota), o cara tá fazendo média de 25.5 pontos, 11.8 rebounds e 7.8 assistências por jogo.

    Celtics de olho no título

    Com esse triple-double — que é só o quinto da carreira de nove anos do Tatum —, Boston chegou aos 51-25 na temporada. Segunda melhor campanha do Leste, mas as casas de apostas já confiam mais nos Celtics do que em qualquer outro time da conferência.

    As odds não mentem: +200 pra ganhar o Leste e +700 pro título da NBA. Só ficam atrás do Thunder (+145) e Spurs (+450). E aí, vocês acham que o Tatum consegue levar Boston de volta ao topo? Porque do jeito que ele tá voltando, eu não duvidaria de nada.

  • Curry finalmente voltando? Warriors podem ter o Chef de volta pros playoffs

    Curry finalmente voltando? Warriors podem ter o Chef de volta pros playoffs

    Gente, parece que finalmente temos boas notícias sobre o Stephen Curry! Depois de 25 jogos fora — vinte e cinco! — por causa de uma lesão no joelho direito, o Chef parece estar chegando perto de voltar às quadras pros Warriors.

    Olha, eu não vou mentir: tava começando a ficar preocupado com essa lesão. Síndrome de dor patelo-femoral com contusão óssea não é brincadeira, e ver o cara que estava liderando o time com 27.2 pontos por jogo parado desde 30 de janeiro… dava um aperto no coração.

    Sinais positivos finalmente aparecem

    Mas aí que vem a parte boa da história. No último dia 1º de abril, antes do jogo contra o San Antonio Spurs, o Curry foi visto fazendo atividades de aquecimento na Chase Center. E não é que no dia 31 de março ele participou de um scrimmage 5×5 completo?

    O técnico Steve Kerr disse que “ele estava bem” e que “se sentia bem”. Cara, depois de quase três meses sem ver o Curry em ação, qualquer notícia positiva já me deixa animado. Kerr ainda falou que vão ter outro treino nos próximos dias — é o próximo passo do protocolo.

    Timing perfeito pros playoffs?

    E aqui que fica interessante: os Warriors já garantiram vaga no play-in tournament. Sinceramente, acho que não poderia ter timing melhor. O time vai reavaliar o Curry no fim de semana, e se tudo der certo, ele pode voltar justamente na hora mais importante da temporada.

    Imaginem só: Curry voltando 100% pros playoffs depois de descansar por quase três meses. O cara vai estar com fome de jogo, descansado, e os Warriors vão ter seu principal armador de volta na hora H.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao mesmo nível de antes da lesão? Eu tô otimista, mas confesso que sempre fica aquele friozinho na barriga quando um jogador fica tanto tempo parado. Ainda mais o Curry, que já não é mais novinho — mesmo sendo um monstro em quadra.

    Uma coisa é certa: se o Chef voltar no seu melhor nível, os Warriors viram automaticamente um dos times mais perigosos desse play-in. E olha que eu não tô exagerando — estamos falando do Stephen Curry, gente!