Autor: Leandro Amorim

  • Portland leva multa pesada por contato ilegal com Yang Hansen no Draft

    Portland leva multa pesada por contato ilegal com Yang Hansen no Draft

    Olha só que situação complicada rolou em Portland: a NBA meteu uma multa de US$ 100 mil nos Trail Blazers, e ainda suspendeu dois executivos por duas semanas sem salário. Tudo isso por causa de contato ilegal com Yang Hansen antes do Draft de 2025, lá em dezembro de 2023.

    Os suspensos foram Sergi Oliva e Mike Schmitz, ambos gerentes assistentes do time. A NBA não tá pra brincadeira quando se trata das regras do Draft, né?

    Portland se entregou

    O mais interessante é que o próprio Portland se entregou pra NBA quando descobriu a situação. Pelo menos foram honestos… O time soltou uma nota dizendo que colaboraram totalmente com a investigação e aceitaram a decisão da liga.

    Cara, na época do Draft, quando perguntaram pros Blazers sobre a escolha “surpresa” do Hansen na 16ª posição, eles disseram que estavam acompanhando o cara há anos. Aparentemente era verdade mesmo – acompanharam tanto que passaram dos limites.

    O gigante chinês que lembra Jokic

    Yang Hansen é um pivô de 2,16m que saiu da China, e não vou mentir: a comparação com Nikola Jokic me deixa curioso. Dizem que ele tem um passe parecido com o sérvio, o que seria absurdo pra um cara desse tamanho.

    Por enquanto, o garoto ainda tá se desenvolvendo. Na NBA mesmo, jogou apenas 41 partidas com média de 7.2 minutos e 2.3 pontos por jogo. Nada demais, né? Mas na G League, com o Rip City Remix, a coisa muda: 17.1 pontos e 9.1 rebotes em 14 jogos. Aí sim!

    Vocês acham que Portland arriscou essa multa porque realmente via algo especial no Hansen? Ou foi só uma precipitação mesmo? Sinceramente, acho que quando você quebra as regras do Draft assim, é porque acredita muito no potencial do cara. Espero que o investimento valha a pena!

  • SGA e Luka fogem da campanha pro MVP, mas Wemby não tem vergonha

    SGA e Luka fogem da campanha pro MVP, mas Wemby não tem vergonha

    Olha só que situação curiosa rolou essa semana na NBA. Repórteres chegaram no Shai Gilgeous-Alexander e no Luka Dončić pedindo pra eles fazerem campanha pro MVP, sabe como é. E os dois? Simplesmente dispensaram na lata.

    “Não, tô de boa”, disse o SGA rindo, depois de meter 47 pontos na vitória do Thunder sobre o Pistons. “Valeu por perguntar, mas tô tranquilo. Deixo meu jogo falar por mim.”

    Já o Luka foi na mesma pegada após cravar 42 pontos na vitória dos Lakers sobre o Cavaliers: “Eu nunca fiz campanha pra mim mesmo. Não sou eu que voto. Mas acho que tô jogando bem, a gente tá ganhando, é isso aí.”

    Wemby não tem essa de modéstia

    Enquanto os caras ficam nessa de humildade, o Victor Wembanyama tá aí fazendo a campanha dele sem vergonha nenhuma. E olha, sinceramente? Eu respeito a postura dele.

    O francês chegou nos repórteres em Miami e mandou: “Eu sou a escolha certa porque defesa é 50% do jogo, e eu sou o defensor mais impactante da liga. Além disso, nós quase varremos o Thunder na temporada regular e meu impacto no ataque vai além dos pontos.”

    Cara, o moleque tem só 22 anos e já tá falando assim. Eu admiro essa confiança — e não é à toa que ele tá cotado a +250 nas casas de apostas, logo atrás do SGA que tá favorito a -350.

    A disputa tá pegando fogo

    Na real, essa corrida pro MVP tá uma loucura. Você consegue fazer argumento racional pra qualquer um dos quatro favoritos: SGA com seus números clutch absurdos, Luka com as estatísticas pós-All-Star Game que são de outro planeta, Wemby revolucionando o lado defensivo, e o Jokić… bom, é o Jokić né, o cara que já ganhou duas vezes e continua fazendo mágica.

    O que mais me chama atenção é que só o Wembanyama tá disposto a bater no peito e falar “eu mereço”. Os outros três ficam nessa pegada humilde, deixando os números falarem. Não sei vocês, mas eu acho refrescante ver um cara jovem assim com essa atitude.

    Como o próprio SGA falou, “é bom pro basquete” ter essa discussão rolando. Dá o que falar, movimenta a galera. E olha, com essa galera toda disputando no mais alto nível, quem ganha mesmo somos nós, os fãs.

    E aí, quem vocês acham que vai levar? Eu tô curiosíssimo pra ver como essa história vai terminar.

  • Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Memphis Grizzlies aposta em Lucas Williamson: da G League para a NBA

    Cara, que história bacana essa! O Memphis Grizzlies acabou de assinar um contrato de 10 dias com Lucas Williamson, um cara que vem batalhando na G League há um tempão e finalmente conseguiu sua chance na NBA aos 27 anos.

    Pra quem não conhece, o Williamson é um ala de 1,93m que passou a temporada toda ralando entre o Memphis Hustle (time afiliado dos Grizzlies na G League) e o Windy City Bulls. Os números dele não são de outro mundo — 7.2 pontos, 2.3 rebotes e 1.3 assistência por jogo — mas, olha, esse cara é conhecido pela defesa, não pelo ataque.

    O caminho até chegar aqui foi longo

    Sinceramente, eu admiro a persistência do cara. Lucas rodou por vários times da G League desde que não foi draftado em 2022. Passou pelo Ontario Clippers, voltou pro Hustle, foi pro Bulls… São 139 jogos na liga de desenvolvimento ao longo de quatro temporadas. Isso é muita dedicação.

    E vamos falar da faculdade dele? Cinco anos em Loyola Chicago, onde foi duas vezes o Jogador Defensivo do Ano da Missouri Valley Conference (2021 e 2022). Mais impressionante ainda: ele fazia parte daquele time dos Ramblers que chegou no Final Four da March Madness em 2018. Lembram dessa? Foi uma das Cinderelas mais legais da história do torneio.

    Por que Memphis apostou nele agora?

    Olha, não é coincidência que os Grizzlies foram buscar justamente um cara conhecido pela defesa. O time de Memphis sempre teve essa identidade mais física, mais “grit and grind” como eles falam por lá. Com as lesões que eles vêm enfrentando nesta temporada, faz total sentido dar uma chance pra um jogador experiente que conhece o sistema da organização.

    Aos 27 anos, o Williamson não é mais aquele prospecto jovem cheio de potencial. Ele é um veterano da G League que sabe exatamente qual é seu papel: entrar, jogar duro na defesa e fazer as coisas certas. Às vezes é disso que um time precisa, né?

    Vocês acham que ele consegue aproveitar essa oportunidade e talvez conquistar um contrato mais longo? Eu torço pelo cara — essa persistência merece ser recompensada. E quem sabe não vemos mais alguns brasileiros seguindo esse caminho da G League pra NBA?

  • UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    Gente, vocês viram o que rolou na audiência do jogo entre UConn e Duke no domingo? 13,4 milhões de pessoas coladas na TV assistindo basquete universitário. Treze vírgula quatro MILHÕES!

    Pra vocês terem ideia do tamanho dessa loucura: isso representa um crescimento de 15% comparado ao mesmo jogo do ano passado (Michigan State vs Auburn). E olha só que absurdo — foi a terceira maior audiência para um jogo individual antes do Final Four desde 2021.

    O pico que deixou todo mundo maluco

    O mais impressionante? Na hora que a coisa esquentou mesmo, o pico chegou a 18,9 milhões de telespectadores. Cara, isso é praticamente uma final de Copa do Mundo aqui no Brasil em termos de audiência!

    Sinceramente, eu não me surpreendo. Duke sempre puxa público (mesmo quando a gente torce contra eles, né?), e UConn tá fazendo uma campanha monstruosa. A combinação desses dois programas históricos numa regional final era receita certa pra explodir a audiência.

    March Madness tá mais viciante que nunca

    E não parou por aí. A CBS e TNT confirmaram que TODAS as janelas do Sweet 16 e Elite Eight tiveram crescimento comparado à temporada passada. Todas mesmo! Não divulgaram os números específicos, mas pelo jeito o torneio universitário tá mais grudento que chiclete.

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário continua sendo uma máquina de entretenimento. Tem drama, tem surpresas, tem aquela emoção de eliminação direta que deixa qualquer um grudado na tela — mesmo quem não acompanha a temporada regular.

    E aí, vocês assistiram esse jogaço? Eu confesso que fiquei até tarde vendo e valeu cada minuto. Agora é esperar pra ver se o Final Four vai conseguir superar esses números. Com UConn na briga pelo bicampeonato, eu apostaria que sim.

  • Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Pistons quebra jejum de 18 anos e técnico já quer mais

    Cara, eu não acreditei quando vi isso. Os Detroit Pistons acabaram de conquistar o primeiro título de divisão desde 2008 — dezoito anos, gente! E sabe o que mais me impressionou? A reação do técnico J.B. Bickerstaff depois da vitória por 127-116 contra os Raptors.

    “Nós esperamos mais”, disse ele. Simples assim.

    Olha, eu entendo perfeitamente a posição do cara. Você tem um time que saiu de 14 vitórias e 48 derrotas há apenas duas temporadas pra 55-21 agora. É uma transformação absurda, mas Bickerstaff tá certo — isso é só o começo.

    Jalen Duren foi monstro na noite decisiva

    E que noite foi essa do Duren, hein? 31 pontos com 12 acertos em 13 arremessos. Doze de treze! O garoto simplesmente não errou quase nada. Daniss Jenkins também fez sua parte com 21 pontos e 5 assistências — dupla que tá crescendo junto e mostrando que Detroit tem futuro.

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial esse ano”, falou Jenkins. E completou com uma mentalidade que eu adorei ouvir: “Vamos comemorar hoje à noite e voltar ao trabalho amanhã”.

    Expectativas lá em cima agora

    Sinceramente, eu não esperava ver os Pistons brigando por coisa séria tão cedo. Mas olha só onde eles chegaram — e o técnico já tá falando em “fazer estrago” nos playoffs. É essa mentalidade que separa times mediocres dos que realmente querem algo grande.

    Vocês acham que Detroit consegue surpreender nos playoffs também? Porque com esse Duren jogando desse jeito e um elenco que claramente comprou a ideia do técnico, eu não duvido de mais nada vindo desse time.

    Dezoito anos esperando por isso. Agora é hora de mostrar que não foi sorte.

  • AD volta aos treinos: Lakers podem respirar aliviados

    AD volta aos treinos: Lakers podem respirar aliviados

    Cara, finalmente uma notícia boa vinda de Los Angeles! Anthony Davis foi liberado para atividades com contato leve nos treinos, segundo anunciou o time nesta terça-feira. Depois de semanas afastado por causa de uma lesão nos ligamentos da mão esquerda, o grandalhão está voltando aos poucos.

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: estava começando a ficar preocupado com o AD. O cara já apareceu em apenas 20 jogos nesta temporada — e sabemos como ele é importante pro sistema dos Lakers. Sem ele em quadra, LeBron tem que carregar o piano sozinho, e por mais monstro que o King seja, não dá pra sustentar isso o ano todo.

    A situação complicada dos Lakers

    E não é só a ausência do Davis que preocupa. Os Lakers estão num momento bem delicado da temporada, brigando por uma vaga nos playoffs. Cada jogo importa, e ter o segundo melhor jogador do time machucado é um luxo que eles não podem se dar.

    A lesão na mão pode até parecer bobagem, mas quem joga basquete sabe: mão machucada afeta tudo. Arremesso, passe, rebote… tudo fica mais difícil. E pra um cara que já tem histórico de lesões como o AD, melhor mesmo é não forçar a barra.

    Quando ele volta mesmo?

    Por enquanto, é só contato leve nos treinos. Isso significa que ainda vai demorar umas semanas até vê-lo jogando de verdade. Mas é um primeiro passo importante — pelo menos sabemos que a recuperação está no caminho certo.

    Sinceramente, acho que os Lakers precisam ter paciência. Melhor ter o Davis 100% nos playoffs do que forçar o retorno agora e correr o risco de uma recaída. E aí, o que vocês acham? Será que os Lakers conseguem se manter na briga até ele voltar completamente?

    Uma coisa é certa: quando esse cara está saudável, ele é um dos jogadores mais dominantes da liga. Nos dois lados da quadra, o cara é um problema. Vamos torcer para que dessa vez a lesão fique no passado e ele consiga terminar a temporada inteiro.

  • NBA Europa: + de 120 investidores querem pagar BILHÕES pela liga

    NBA Europa: + de 120 investidores querem pagar BILHÕES pela liga

    Gente, vocês viram essa loucura? A NBA Europa que tá planejada pra 2027 virou uma verdadeira guerra de bilionários. Mais de 120 investidores mandaram propostas até a terça-feira à meia-noite, e vários deles estão dispostos a desembolsar pelo menos 1 BILHÃO de dólares pra ter um time na liga.

    Sinceramente, eu não esperava essa repercussão toda. O Adam Silver deve tá sorrindo de orelha a orelha vendo essa galera brigando pra entrar no negócio.

    As cidades da vez

    A lista das 12 cidades escolhidas é de dar água na boca: Londres, Paris, Milão, Barcelona, Madrid, Roma, Atenas, Istambul, Berlim, Munique, Lyon e Manchester. Imagina só um Lakers vs Warriors em Wembley? Ou um Celtics vs Heat no estádio do Real Madrid?

    O Mark Tatum, vice-comissário da NBA, soltou uma nota falando que o nível de interesse “reflete a crença do mercado no nosso modelo proposto e no potencial enorme e inexplorado do basquete europeu”. Traduzindo: tem muito dinheiro envolvido aqui, pessoal.

    A briga tá feia na EuroLeague

    Aqui é onde a coisa fica interessante — e polêmica. Até os clubes tradicionais da EuroLeague mandaram propostas. Ou seja, times como Real Madrid, Barcelona e Olympiacos podem abandonar a liga europeia histórica pra entrar nessa nova brincadeira da NBA.

    E tem mais: mesmo sendo clubes estabelecidos, eles vão ter que pagar a mesma taxa de licença que qualquer investidor de fora. Nada de passe livre por tradição.

    Entre os nomes que já vazaram estão o fundo soberano da Arábia Saudita querendo Londres, o Qatar Sports Investments de olho em Paris, e a RedBird Capital (dona do AC Milan) mirando Milão. É dinheiro que não acaba mais.

    O modelo é tipo MLS no basquete

    A NBA tá basicamente copiando o que deu certo com a MLS no futebol americano. Franquias fechadas, sem rebaixamento, investidores comprando a entrada. Pra vocês terem noção, um time médio da MLS hoje vale 767 milhões de dólares.

    A diferença é que aqui estamos falando de basquete — e da marca NBA. O apelo é gigantesco.

    Claro que nem tudo são flores. Uma fonte disse que os investidores europeus estão “analisando com lupa” o modelo de negócio proposto, e que ainda vem muita negociação dura pela frente. O JP Morgan Chase e o Raine Group estão assessorando a NBA nessa empreitada de 16 times.

    E aí, vocês acham que essa NBA Europa vai mesmo decolar? Eu tô curioso pra ver como vai ser a reação dos fãs tradicionais da EuroLeague com essa revolução toda.

  • Jason Kidd manda recado após Cuban meter o loco sobre Luka

    Jason Kidd manda recado após Cuban meter o loco sobre Luka

    Cara, que treta bizarra rolando em Dallas. O Mark Cuban simplesmente não consegue calar a boca sobre a venda do Mavericks e agora meteu o Jason Kidd no meio de uma guerra de egos entre ele e o novo dono Patrick Dumont.

    Olha só a situação: Cuban foi no podcast Intersections e basicamente jogou a culpa da troca do Luka Dončić no colo do técnico e do GM. Três palavras que deixaram tudo claro: “nosso técnico e nosso gerente geral não tinham justificativa para trocar nosso melhor jogador”. Eita.

    O telefonema que ninguém queria dar

    Kidd confirmou que ligou pro Cuban depois do podcast ir ao ar. E mano, dá pra sentir a tensão na resposta dele quando perguntaram sobre isso, 90 minutos antes do jogo de terça.

    “As coisas que estão acontecendo entre dois donos são problemas entre os dois donos”, disse Kidd. Tradução: me tirem dessa, por favor.

    Mas o técnico foi diplomático — reconheceu que Cuban o ajudou no passado (eles ganharam um título juntos em 2011, nunca esqueçam), mas deixou claro onde está sua lealdade agora. “Patrick é um ótimo dono e vai nos dar todos os recursos para construir um time campeão.”

    Hora de seguir em frente

    A parte mais interessante? Kidd mandou todo mundo parar de viver no passado. “Quando é que vamos seguir em frente?” Pergunta que eu faço também, sinceramente.

    O cara tá focado no futuro, especialmente com Cooper Flagg chegando como rookie. E olha, faz todo sentido. Ficar remoendo essa treta toda não vai trazer o Luka de volta, né?

    Na minha visão, Cuban tá claramente frustrado por ter menos poder do que imaginava quando vendeu o time em dezembro de 2023. Mas jogar o técnico debaixo do ônibus publicamente? Meio low, não acham?

    Kidd mostrou classe na resposta — reconheceu o passado com Cuban mas deixou claro que agora é Dumont quem manda. E essa história de “oportunidade incrível de construir” me deixou curioso. Será que eles têm algum plano secreto que ainda não conhecemos?

    Vocês acham que Cuban vai parar de meter o bedelho ou isso vai virar novela mexicana?

  • Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    O Utah Jazz decidiu dar mais uma chance para Kennedy Chandler, assinando com o armador um segundo contrato de 10 dias. E olha, depois dos números que ele vem apresentando, não é surpresa nenhuma.

    Chandler tem 1,83m e 77kg — não é o físico mais imponente da liga, né? Mas o garoto de 23 anos vem mostrando que tamanho não é documento. Em seis jogos pelo Jazz, ele tá fazendo uma média absurda de 14.2 pontos e 6.8 assistências por partida. Isso em mais de 32 minutos por jogo, inclusive com uma partida como titular.

    Da G League direto pro show

    Antes de chegar em Utah, Chandler estava destruindo tudo no Delaware Blue Coats, time da G League. Foram 41 jogos como titular em 42 aparições — praticamente intocável no lineup. Os números? 17 pontos e 9 assistências por jogo. Monstro.

    Sinceramente, sempre fico impressionado quando vejo caras saindo da G League e fazendo diferença imediata na NBA. Não é fácil fazer essa transição, mas Chandler parece ter se adaptado rapidinho ao ritmo da liga principal.

    Trajetória de luta

    O armador foi escolhido pelo Dallas Mavericks na 38ª posição do draft de 2022 — uma escolha bem no finalzinho da segunda rodada. Passou por Memphis na temporada 2022-23, jogou 36 partidas, mas acabou rodando muito pela G League desde então. Foram 153 jogos espalhados por quatro times diferentes: Memphis Hustle, Long Island Nets, Raptors 905 e Delaware.

    Essa jornada toda me lembra muito do Raulzinho, que também passou perrengue na G League antes de conseguir se firmar (embora no caso do brasileiro tenha sido mais difícil ainda). É aquela coisa: às vezes o timing não bate, mas quando a oportunidade aparece, você tem que agarrar com unhas e dentes.

    Na faculdade, Chandler foi uma peça importante no Tennessee em 2021-22, sendo titular em todos os 34 jogos e fazendo 13.9 pontos por partida. Memphis de berço, Tennessee na faculdade e agora tentando se firmar no Jazz — a trajetória do cara é bem interessante.

    E aí, acham que ele consegue um contrato por mais tempo? Pelos números que vem apresentando em Utah, eu apostaria que sim. O Jazz claramente viu algo especial no garoto.

  • Warriors x Spurs: Wembanyama pode massacrar Golden State sem Curry

    Warriors x Spurs: Wembanyama pode massacrar Golden State sem Curry

    Cara, que situação complicada pros Warriors nesta quarta-feira. Com Stephen Curry machucado e meio time no departamento médico, o Golden State vai receber os Spurs em casa — e olha, não tá pintando nada bem pros mandantes.

    O San Antonio chega em São Francisco com nove vitórias consecutivas e o Victor Wembanyama simplesmente destruindo a liga. O francesão de 2,24m tá fazendo uma temporada absurda: 24,5 pontos, 11,4 rebotes e 3,1 tocos por jogo. Monstro.

    Warriors na corda bamba

    Sem Curry, o Golden State vai precisar de um milagre. Jonathan Kuminga e Draymond Green vão ter que carregar o piano, mas sinceramente? Acho difícil segurar o ataque dos Spurs. O time de San Antonio tá com a terceira melhor eficiência ofensiva da NBA — não é brincadeira.

    E o pior: os Warriors tão com quase metade do elenco principal machucado. É uma situação que lembra aqueles jogos do Brasileirão quando o time reserva tem que enfrentar o líder. Pode dar zebra, mas as chances são pequenas.

    Wembanyama vs defesa dos Warriors

    O duelo principal vai ser ver como Draymond Green e Kuminga vão tentar parar o Wemby. Na minha opinião, é missão quase impossível. O cara tem 2,24m, arremessa de três, bloca tudo que é bola e ainda distribui assistências. É um jogador que a gente nunca viu antes na NBA.

    Stephon Castle, o rookie que tá fazendo uma temporada excelente, vai facilitar a vida do francês com 7,2 assistências por jogo. Os caras tão jogando um basquete bonito de se ver.

    Onde assistir: O jogo será transmitido pela ESPN às 00h (horário de Brasília) desta quinta-feira. Dá pra acompanhar também pelo ESPN Select.

    Vocês acham que os Warriors conseguem fazer o dever de casa em San Francisco? Eu tô achando que vai ser uma noite longa pros fãs do Golden State. Os Spurs são favoritos com 13,5 pontos de vantagem — e olha, não me surpreenderia se ganhassem por mais que isso.

    Minha previsão? Spurs 119 x 108 Warriors. Wembanyama vai fazer mais um jogaço e mostrar por que é candidato ao MVP.