Autor: Leandro Amorim

  • Mavs querem manter Kidd e focar em GM que trabalhe com ele

    Mavs querem manter Kidd e focar em GM que trabalhe com ele

    Olha só que situação interessante em Dallas: os Mavericks querem manter Jason Kidd como técnico e agora estão procurando um GM que se entenda bem com ele. Isso mesmo, a prioridade é encontrar alguém que faça parceria com o Kidd, não o contrário.

    E por que essa urgência? Bem, depois da bomba que foi trocar o Luka Dončić para os Lakers em fevereiro, o foco agora é todo no rookie Cooper Flagg. Sinceramente, ainda tô digerindo essa troca do Luka — foi uma das mais chocantes que já vi na NBA.

    Kidd não vai sair tão cedo

    Teve muito papo por aí de que o Kidd poderia querer um cargo no front office, mas as fontes próximas ao time negam isso com força. O cara tá feliz na beirada da quadra mesmo. Até os Knicks tentaram pescá-lo na offseason passada, mas Dallas segurou firme e ainda deu uma extensão de contrato pra ele em outubro.

    E faz sentido, né? Desde que chegou em 2021, Kidd tem sido uma presença super estabilizadora. No primeiro ano já levou o time até as finais da Conferência Oeste em 2022, e em 2024 voltou às finais da NBA. O cara sabe o que tá fazendo.

    A bagunça do front office

    Agora, o drama todo começou quando o Nico Harrison foi demitido em novembro de 2025 — nove meses depois da troca polêmica do Dončić que deixou a torcida furiosa. Imagina só o clima tenso que deve ter ficado por lá.

    Desde então, Matt Riccardi and Michael Finley estão tocando as operações como GMs interinos. Os dois devem estar na corrida para ficar de vez no cargo — seria interessante ver o Finley, ex-jogador, assumindo esse papel.

    O CEO Rick Welts foi bem direto ao ponto na terça: quem vier tem que ter uma visão clara de como montar um elenco competitivo em volta do Cooper Flagg. “É a decisão mais importante que a organização vai tomar para as próximas temporadas”, disse ele.

    E aí, vocês acham que essa estratégia de construir tudo em volta do Flagg vai dar certo? Eu confesso que tenho minhas dúvidas, mas o garoto tem potencial absurdo. A busca formal só vai começar depois que a temporada regular acabar, em 12 de abril, com a meta de contratar alguém antes do draft de junho.

  • Bob Myers é o favorito para ser o novo GM dos Mavericks

    Bob Myers é o favorito para ser o novo GM dos Mavericks

    Olha, se você acompanha NBA há um tempo, sabe que quando o Bob Myers sai de uma organização, todo mundo quer contratar o cara. E agora não é diferente — ele virou o nome mais cotado para assumir como GM dos Dallas Mavericks.

    Myers, que foi o cérebro por trás da dinastia do Golden State Warriors, atualmente trabalha como presidente da Harris Blitzer Sports & Entertainment. Basicamente, ele consulta para vários times de esportes profissionais, incluindo o Philadelphia 76ers. Cara esperto, né?

    Por que todo mundo quer o Myers?

    Mano, o currículo do cara fala por si só. Ele construiu aquela máquina dos Warriors que ganhou múltiplos títulos. E desde que saiu de Golden State no final da temporada 2022-23, já recusou propostas dos Phoenix Suns, Atlanta Hawks e provavelmente outros times que nem sabemos.

    O mais interessante é que Rick Welts, CEO dos Mavericks, trabalhou com Myers durante os anos dourados dos Warriors. Coincidência? Eu acho que não. Welts conhece de perto o trabalho do Myers e deve estar fazendo a maior pressão internamente.

    Sinceramente, se eu fosse dono de time da NBA, também estaria correndo atrás do Myers. O cara tem o Midas touch para montar elencos.

    A concorrência é pesada

    Agora, não vão achar que vai ser moleza. Patrick Dumont, dono dos Mavs, está mirando alto mesmo. Nomes como Sam Presti (Thunder), R.C. Buford e Brad Stevens foram ventilados, mas convenhamos — esses caras estão super bem onde estão.

    Tim Connelly, que fez um trabalho monstro no Minnesota Timberwolves, também está na mira. Mas os Wolves querem renovar com ele depois das duas finais de conferência seguidas. Difícil ele sair.

    E tem ainda o Masai Ujiri, aquele cara que montou o time campeão do Toronto Raptors em 2019. Ele tá livre no mercado, mas recentemente entrou no grupo de donos do Toronto Tempo da WNBA. Será que topa mais uma empreitada na NBA?

    Dallas tem seus trunfos

    Olha, vou ser sincero: Dallas tem Cooper Flagg. Isso já é meio caminho andado para convencer qualquer executivo. O garoto é um fenômeno e qualquer GM adoraria trabalhar com um talento desse calibre.

    O problema? Os Mavericks não têm suas próprias picks de draft de 2027 até 2030. Isso complica na hora de fazer trades e montar o futuro. Mas se eles conseguirem uma pick no top-4 neste ano, podem pescar mais uma estrela para fazer dupla com Flagg.

    E aí, vocês acham que Myers topa o desafio em Dallas? Pra mim, seria uma combinação perfeita — um executivo comprovado com um talento geracional como Flagg. A decisão só deve sair depois do final da temporada regular, em 12 de abril.

    Como disse o próprio Welts: “É a decisão mais importante que a organização vai tomar para as próximas temporadas”. E ele tá certo — acertar no GM pode definir se Dallas vai brigar por títulos ou ficar na mediocridade.

  • Thunder e Spurs brigam pelo topo do Oeste nas últimas duas semanas

    Thunder e Spurs brigam pelo topo do Oeste nas últimas duas semanas

    Cara, estamos nas duas últimas semanas da temporada regular e o negócio tá pegando fogo no Oeste! O Oklahoma City Thunder tá tentando segurar a primeira posição, mas os San Antonio Spurs não dão sossego — e olha que diferença maluca: Thunder com 60-16, Spurs com 57-18. Só 2.5 jogos de diferença!

    O mais louco? Os Spurs têm a vantagem no confronto direto (4-1), então se empatarem na campanha geral, eles ficam com o primeiro lugar. Pressão total em cima do Thunder.

    Wembanyama candidato a MVP aos 21 anos

    E que fase do Victor Wembanyama, meus amigos! O francês tá numa sequência absurda e brigando pelo primeiro MVP da carreira. Imaginem: 21 anos e já candidato ao prêmio de melhor jogador da temporada. Os Spurs ganharam 9 seguidas e têm um aproveitamento de 25-2 desde primeiro de fevereiro — isso é coisa de outro planeta.

    A química do time tá fantástica. De’Aaron Fox, Stephon Castle e Dylan Harper atacam o garrafão que é uma beleza, abrindo espaços limpos pra Julian Champagnie, Harrison Barnes e Devin Vassell meterem de três. Sinceramente, não esperava que essa molecada chegasse tão longe tão rápido.

    Detroit Pistons dominam no Leste

    Já no Leste, quem manda são os Detroit Pistons. Com 52-19, eles têm 4 jogos de vantagem pro segundo colocado e já praticamente garantiram a primeira posição. O problema é que Cade Cunningham tá machucado e só volta nos playoffs.

    Mas olha a adaptação do time: Jalen Duren assumiu mais responsabilidade no ataque, Daniss Jenkins tá voando com o papel ampliado, e a defesa — que tinha dado uma relaxada no meio da temporada — voltou a ser aquela muralha de sempre. Coach J.B. Bickerstaff merece todos os créditos pela adaptação.

    E vocês, acham que o Thunder consegue segurar a ponta ou os Spurs vão completar essa remontada histórica? Duas semanas pra descobrir, e eu já tô com o coração na mão só de imaginar!

  • Luka fecha março com 600 pontos — só Jordan fez isso antes!

    Luka fecha março com 600 pontos — só Jordan fez isso antes!

    Cara, o Luka Doncic simplesmente decidiu que março era dele. E quando eu digo dele, é DELE mesmo — o cara fechou o mês com 600 pontos. Seiscentos! Só o Michael Jordan em 1987 tinha conseguido isso antes.

    Na vitória dos Lakers sobre o Cleveland por 127-113, o esloveno mandou mais 42 pontos com 12 assistências. Foi o terceiro jogo consecutivo com mais de 40 pontos. Sinceramente, tô até com dó dos adversários nessa sequência.

    JJ Redick não consegue acreditar no que vê

    O técnico JJ Redick não economizou nos elogios: “Acho que o Luka teve um dos melhores meses de que consigo me lembrar na NBA moderna”. E olha que o cara já viu muita coisa no basquete, né?

    Os Lakers também foram monstros em março — 15 vitórias e apenas 2 derrotas. “Se você não ganha, não significa nada”, disse o Luka quando perguntaram sobre a sequência de pontuação. O cara entende que individual sem coletivo não vale de nada.

    Vocês sabiam que apenas 10 jogadores na história conseguiram 600 pontos em um mês? E o Luka ainda passou dos 15 mil pontos na carreira durante esse jogo. Detalhe: massacrou o Donovan Mitchell, que fez apenas 10 pontos com 4/10 nos arremessos.

    LeBron também faz história

    Mas não foi só o Luka que brilhou. O LeBron passou o Kareem Abdul-Jabbar e agora é o jogador com mais vitórias na história da NBA — 1.229 entre temporada regular e playoffs. Absurdo de marca, né?

    E o JJ Redick? Chegou nas 100 vitórias como técnico e se tornou o primeiro treinador dos Lakers desde Phil Jackson a levar o time a 50 vitórias em temporadas consecutivas. “Não mereço ser mencionado junto com o Phil ou Pat Riley”, disse com humildade.

    Os Lakers já garantiram vaga nos playoffs com seis jogos restantes. Dois desses jogos são contra o Oklahoma City Thunder — time que os humilhou por 29 pontos mais cedo na temporada.

    Falando em Thunder, o Shai Gilgeous-Alexander também teve um março surreal: 14-1 de campanha, média de 30,7 pontos com 56,8% de aproveitamento. Va ser um duelo épico na quinta-feira em OKC.

    “Muito empolgante”, disse Austin Reaves sobre o confronto. “Obviamente eles são os atuais campeões. Uma oportunidade de ir ao OKC e batalhar com eles.”

    E aí, acham que os Lakers conseguem dar o troco no Thunder depois de apanhar tanto no primeiro turno?

  • Brandon Clarke preso por tráfico – temporada do Grizzlies vai de mal a pior

    Brandon Clarke preso por tráfico – temporada do Grizzlies vai de mal a pior

    Mano, quando eu achei que a temporada do Memphis Grizzlies não podia ficar pior… Brandon Clarke foi preso ontem no Arkansas por posse e tráfico de drogas. Isso mesmo que vocês leram.

    O cara já estava fora da temporada toda — literalmente jogou DOIS jogos só por causa de lesões no joelho e na panturrilha. Agora isso. Sinceramente, que situação mais complicada.

    As acusações são pesadas

    O departamento do xerife divulgou que Clarke foi fichado por várias paradas: excesso de velocidade, ultrapassagem irregular, posse de substância controlada, fuga da polícia e — pasmem — tráfico de drogas. Até foto da prisão postaram no site oficial.

    Cara, eu acompanho a NBA há anos e essas situações sempre me deixam bolado. O Clarke é um jogador talentoso, 6º ano de carreira vindo de Gonzaga, sempre foi visto como uma peça importante no garrafão do Grizzlies. E agora essa bomba.

    Temporada perdida vira pesadelo

    Pra vocês terem uma ideia do azar desse cara: perdeu 73 jogos nesta temporada. Primeiro foram 26 por conta da cirurgia no joelho direito, depois mais 46 com lesão na panturrilha. O time até anunciou no dia 24 de março que ele estava se recuperando bem, mas que os exames mostraram que precisava de mais tempo.

    Agora o técnico Tuomas Iisalo (que nome difícil, hein?) só disse que “está ciente do caso mas não vai comentar”. Imagino a dor de cabeça da diretoria do Memphis.

    Olha, não vou mentir — sempre torci pelo Clarke como jogador. Ele tem 2,01m, joga bem no garrafão, fazia dupla interessante com o Jaren Jackson Jr. quando estava saudável. Mas se essas acusações procederem, especialmente a de tráfico… complicado demais.

    E aí, galera, vocês acham que ainda tem volta pra esse cara? A NBA não brinca quando o assunto são drogas. O Grizzlies já estava passando sufoco nesta temporada, agora essa. Que situação mais triste pra todos os envolvidos.

  • Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Cara, acabei de ler uma parada que me pegou completamente de surpresa. Tom Izzo, o lendário técnico da Michigan State, quase — QUASE — virou técnico do Phoenix Suns no ano passado!

    O próprio Izzo revelou no programa do Dan Patrick que “conversou seriamente” com Mat Ishbia, dono do Suns, sobre assumir o comando técnico da equipe. E olha só a conexão: Ishbia foi jogador (walk-on) da Michigan State quando Izzo ganhou o título nacional em 2000. Imagina a pressão emocional?

    A decisão mais difícil da carreira

    “Isso foi difícil”, admitiu Izzo. “Foi uma coisa muito difícil de recusar porque… eu meio que queria ir com ele.”

    Quando perguntaram se o Suns ofereceu o cargo pra ele, Izzo foi diplomático: “Conversamos seriamente sobre isso, vamos dizer assim.” Ou seja, rolou proposta séria mesmo.

    Cara, imagina o Izzo comandando Durant, Booker e Beal? Seria absolutamente surreal ver um dos maiores técnicos universitários da história tentando traduzir sua magia no college para a NBA.

    Michigan State invadiu Phoenix

    O mais interessante é que o Suns tá praticamente virando uma filial da Michigan State. Jordan Ott (que acabou sendo contratado) foi assistente graduado e coordenador de vídeo dos Spartans. Brian Gregory, GM do time, também passou anos como assistente em Michigan State. E ainda contrataram Mateen Cleaves, ex-estrela dos Spartans, como técnico de desenvolvimento.

    Sinceramente? Acho que seria fascinante ver o Izzo na NBA. O cara tem 71 anos, levou Michigan State para 28 torneios da NCAA consecutivos e 8 Final Fours. Mas será que o estilo college dele funcionaria com os egos da NBA?

    No final das contas, Izzo ficou em East Lansing perseguindo seu segundo título nacional. E vocês, acham que ele fez a escolha certa? Ou perdeu a chance da vida de testar seu talento no maior palco do basquete mundial?

  • Wemby manda recado pros playoffs: ‘Farei o que for preciso’

    Wemby manda recado pros playoffs: ‘Farei o que for preciso’

    Cara, o Victor Wembanyama não tá nem um pouco tímido quando o assunto é playoffs. Depois de explodir com 41 pontos contra o Bulls — recorde pessoal na temporada —, o fenômeno francês mandou um recado que fez meu coração acelerar: quando perguntaram se ele seria ainda mais agressivo nos playoffs, a resposta foi direta: “Eu consigo ver isso acontecendo. Farei o que for preciso.”

    Olha, 41 pontos em 27 arremessos é coisa de monstro. E o mais impressionante? Foi na vitória número nove seguida dos Spurs. Nove vitórias em sequência. Quem diria que veríamos isso em San Antonio tão cedo?

    O que mudou no jogo do Wemby?

    “Só descobrindo algumas coisas”, disse ele quando perguntaram o que levou a tantas oportunidades de arremesso. Mas aí que tá — o maluco não mudou a abordagem, só passou a se mover com mais intenção no ataque.

    “Eu continuo me movimentando. Não me importo se meu objetivo é conseguir o melhor arremesso para o time. Mas quando eu recebo a bola, é pra fazer a cesta.” Simples assim. E funciona, né?

    Na minha visão, essa mentalidade é exatamente o que separa os bons dos extraordinários. O garoto entendeu que às vezes precisa ser egoísta pelo bem do time. Vocês acham que ele aguenta a pressão dos playoffs com essa cabeça?

    Spurs em outro patamar

    Gente, os números são absurdos: 24 vitórias nas últimas 26 partidas. Vinte e quatro! Pra contextualizar, Wembanyama mesmo admitiu que a última vez que ganhou com tanta consistência foi quando tinha 15 anos na França — foi invicto na temporada inteira e campeão nacional.

    “Além disso, esse tanto de sucesso? Não. Esse número de jogos ganhando tanto; não, nunca.” A honestidade do cara é refrescante.

    E o contraste é brutal: ano passado os Spurs perderam 18 seguidas logo no início. Agora tão com 57 vitórias e apenas 18 derrotas. É literalmente da água pro vinho — ou melhor, do pesadelo pro sonho.

    O timing não poderia ser melhor. Wemby tá se sentindo fisicamente incrível (“minha forma física tá aumentando”), e eles vão fechar a temporada regular com quatro jogos em casa. Perfeito pra chegar nos playoffs voando.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Spurs brigando por algo sério tão cedo, mas esse time tá me fazendo acreditar. E se o Wembanyama realmente fizer “o que for preciso” nos playoffs… cara, pode ser o início de algo muito especial em San Antonio.

  • Lakers querem manter trio brasileiro e mais dois na próxima temporada

    Lakers querem manter trio brasileiro e mais dois na próxima temporada

    Olha só que interessante: enquanto os Lakers estão voando rumo aos playoffs, a diretoria já tá de olho na offseason. E pelo que tá rolando nos bastidores, eles querem segurar alguns caras que foram importantes nessa temporada.

    Segundo o Dave McMenamin da ESPN, o time tem interesse em renovar com Austin Reaves (óbvio, né?), Jaxson Hayes, Luke Kennard e nosso querido Rui Hachimura — se o preço estiver certo, claro.

    Reaves é fichinha, mas e os outros?

    O Reaves todo mundo já sabe que vai ficar. Ele vai recusar a opção de jogador de $14.9 milhões pra assinar um contrato maior — e merecido, diga-se de passagem. O cara virou peça fundamental desse time.

    Agora, os outros três casos são mais complicados. O Hayes, sinceramente, me surpreendeu muito esse ano. Jogando pelo mínimo, o cara rendeu pra caramba ao lado do Dončić (sim, eu sei que ele não tá mais lá, mas a referência é válida). A questão é: ele jogou TÃO bem que vai pedir mais que o salário mínimo? E se pedir, os Lakers topam pagar?

    Kennard e Hachimura: questão de preço

    O Luke Kennard foi uma adição monstro depois do trade deadline. O time precisava de arremesso e de alguém pra ajudar na criação, e ele entregou os dois. Por $11 milhões ou até menos, seria burrice não renovar com ele.

    Já o Hachimura… cara, que evolução! Virou um sniper em LA, e ter um ala com esse tamanho e esse arremesso é ouro hoje em dia. Mas como o próprio McMenamin falou, tudo vai depender do preço que ele vai pedir.

    Na minha opinião? Com $50 milhões de cap space e sem grandes estrelas disponíveis no mercado, faz todo sentido investir nesses caras que já conhecem o sistema e provaram que funcionam. O que vocês acham — vale apostar na continuidade ou tentar algo novo?

    Essa offseason vai ser recheada de decisões difíceis pros Lakers. Mas pelo menos dessa vez eles têm dinheiro pra trabalhar, né?

  • Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Knicks com problemas sérios antes dos playoffs – Towns ainda perdido?

    Cara, o que está acontecendo com os Knicks? Oito meses depois da contratação do Mike Brown, Karl-Anthony Towns ainda tá tentando entender onde ele se encaixa no sistema. “Ainda estou tentando descobrir onde posso impactar mais o time e as vitórias”, disse o pivô antes da derrota para o Thunder. Oito meses, pessoal. OITO.

    E olha, isso é só a ponta do iceberg de uma temporada que tá virando uma bagunça completa para Nova York.

    A derrota que escancarou os problemas

    A goleada de 111-94 que os Knicks tomaram do Houston na terça foi simplesmente constrangedora. Jalen Brunson fez apenas 12 pontos em 14 arremessos – o cara que deveria ser o cérebro do time sumiu completamente. Towns até marcou 22, mas precisou de 17 tentativas e a maioria veio no último quarto quando o jogo já tava perdido.

    O pior? Nova York converteu apenas 29% das bolas de três. Para um time que se vende como candidato ao título, isso é inadmissível. Mesmo pegando 12 rebotes ofensivos e conseguindo 23 pontos de segunda chance, o ataque produziu míseros 80,7 pontos por 100 posses no meio de quadra. Décimo percentil da temporada, gente!

    O padrão preocupante contra times fortes

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Os Knicks estão com três derrotas seguidas para times de playoff – perderam para Lakers, Clippers e agora Rockets. No mês de março, levaram duas do Thunder também. Coincidência? Eu acho que não.

    É como se o time tivesse duas caras: uma que atropela times medianos (lembram da sequência de sete vitórias em março?) e outra que simplesmente desmorona quando enfrenta concorrência de verdade. E isso tá acontecendo bem na reta final da temporada regular, quando deveriam estar afiando o jogo para os playoffs.

    Na minha visão, o problema principal tá na dupla Brunson-Towns. No papel, faz todo sentido: um armador ultra eficiente e um pivô que abre o garrafão com o arremesso de longa distância. Mas na prática? Houston conseguiu explorar os dois a noite toda em situações de pick-and-roll, tirando o pior que cada um tem defensivamente.

    Os números não mentem

    Olha, eu entendo o otimismo da torcida. Os Knicks têm tudo para dar certo: Brunson como hub ofensivo, uma defesa comprida com Anunoby, Bridges e Hart, Mitchell Robinson dominando o rebote e nove caras do grupo principal acertando mais de 36% das bolas de três.

    Defensivamente contra times top 10 ofensivos, eles são sexto colocados em pontos permitidos por 100 posses. Contra defesas top 10, ficam em quinto em pontos marcados. Números de contender mesmo.

    Mas aí vem o porém gigantesco: a defesa do perímetro é uma peneira. 27º lugar em tentativas de três permitidas e 21º em conversão. Houston, que normalmente arremessa poucos tiros de longa distância, acertou 15 de 35 contra eles (43%). Quinze bolas de três, cara!

    E aí, vocês acham que dá tempo dos Knicks consertarem essa bagunça antes dos playoffs? Porque com 48 vitórias e 28 derrotas, eles estão apenas meio jogo à frente do Cleveland pela terceira posição no Leste. Se continuarem nesse ritmo contra times bons, podem até cair mais posições e pegar um adversário mais complicado logo na primeira rodada.

    Sinceramente, eu esperava mais desse grupo. No papel tinham tudo, mas basketball não é jogado no papel…

  • Warriors desfalcados enfrentam o monstro Wembanyama hoje

    Warriors desfalcados enfrentam o monstro Wembanyama hoje

    Olha, vou ser sincero com vocês: assistir os Warriors hoje contra o Spurs vai ser tipo ver um acidente de carro em câmera lenta. Impossível desviar o olhar, mas vai doer pra caramba.

    O San Antonio chega na Califórnia com nove vitórias seguidas, segundo melhor recorde do Oeste (57-18), e com Victor Wembanyama simplesmente destruindo tudo pela frente. Enquanto isso, Golden State tá parecendo um hospital — Stephen Curry machucado no joelho, Jimmy Butler no sofá de casa se recuperando de uma cirurgia no ligamento cruzado, Moses Moody com o tendão patelar rasgado. É desespero puro.

    Wemby tá diferente, galera

    Esse francês de 2,24m não é mais aquele novato assustado da temporada passada. O cara acabou de meter 41 pontos nos Bulls, tem a média de double-double mais rápida da história da NBA, e tá fazendo esses últimos jogos da temporada regular de treino para os playoffs. 24,5 pontos, 11,4 rebotes e 3,07 tocos por jogo — números absurdos.

    E agora ele tem De’Aaron Fox do lado distribuindo 7,2 assistências por partida. Sinceramente? Esse Spurs me lembra aqueles times clássicos da franquia — eficiente, disciplinado, e perigoso pra qualquer um.

    Warriors vivem de memórias

    Em novembro, quando o Curry ainda tava saudável, Golden State ganhou dois jogos seguidos do Wemby com o Chef metendo 49 e 46 pontos. Que saudade daqueles Warriors, né? Mas em fevereiro, na revanche, o francês devolveu o troco: Spurs 126 x 113, e ele mostrou que já conhece bem o Chase Center.

    A real é que esse jogo hoje vai ser mais um termômetro cruel pra mostrar o abismo entre onde os Warriors estão e onde precisam chegar. O play-in ainda é possível, mas cara… que estrada longa pela frente.

    Vocês acham que esse time machucado consegue pelo menos incomodar o Wembanyama? Eu tô aqui torcendo, mas não vou mentir — tô com o coração apertado.