Autor: Leandro Amorim

  • LeBron vira o MAIOR vencedor da história da NBA aos 41 anos

    LeBron vira o MAIOR vencedor da história da NBA aos 41 anos

    Gente, eu não sei nem como começar a falar sobre isso. LeBron James acabou de quebrar mais um recorde que parecia impossível de ser batido. O cara agora é oficialmente o jogador com MAIS VITÓRIAS na história da NBA, passando nada menos que Kareem Abdul-Jabbar.

    1.229 vitórias. Mil, duzentas e vinte e nove. É muita pancada, né não?

    Como chegou nesse número absurdo

    O louco é que dessas 1.229 vitórias, 1.045 vieram na temporada regular e 184 nos playoffs. Kareem ainda mantém o recorde só de temporada regular com 1.074, mas convenhamos — se o LeBron jogar mais uma temporada (e pelo jeito que o monstro tá, vai jogar sim), esse recorde também cai.

    A vitória histórica veio contra quem? Cleveland Cavaliers. Ironia do destino, já que foi lá que ele começou a carreira e ganhou aquele título histórico em 2016. O Lakers ganhou de 125 a 108, e o King contribuiu com 14 pontos, 6 assistências e 5 rebotes. Números modestos pra ele, mas que ficaram eternos na história.

    Luka também fez a sua

    E olha que não foi só LeBron fazendo história ontem. Luka Dončić meteu 42 pontos, 12 assistências e 5 rebotes — números de MVP mesmo. E de quebra, o esloveno chegou aos 15.000 pontos na carreira aos 27 anos e 31 dias.

    Sabe quem são os únicos caras que chegaram nessa marca mais novos que ele? Kevin Durant (26 anos e 78 dias) e… adivinha só… LeBron James (25 anos e 79 dias). Coincidência? Eu acho que não.

    O império de recordes do LeBron

    Sinceramente, acompanhar essa 23ª temporada do LeBron é surreal. O cara já é líder histórico em: jogos na temporada regular (1.617), pontos (43.325), cestas de quadra (15.919), seleções pro All-Star (22), seleções pro All-NBA (21 no total), temporadas jogadas (23), jogos de playoff (292) e… bem, turnovers também (5.634). Ninguém é perfeito, né?

    Ainda por cima, ele é quarto em assistências de todos os tempos, sexto em roubadas de bola e quinto em triple-doubles. É ou não é um monstro?

    Mas não vou mentir pra vocês — essa temporada também mostrou que o tempo não perdoa ninguém. LeBron perdeu 14 jogos no início da temporada por causa de uma ciática, quebrou sequências históricas de All-Star, All-NBA e até mesmo a de fazer pelo menos 10 pontos por jogo.

    E aí, vocês acham que ele consegue mais uma temporada pra quebrar o recorde de vitórias na temporada regular também? Eu tô torcendo pra ver esse cara jogando até os 45!

  • Jazz pode ter defesa decente ano que vem? E quem vira All-Star?

    Jazz pode ter defesa decente ano que vem? E quem vira All-Star?

    Olha, mais uma temporada do Utah Jazz chegando ao fim lá embaixo na tabela. Nada que a gente já não esperasse, né? Mas agora vem a pergunta que não quer calar: será que ano que vem esses caras conseguem pelo menos não passar vergonha na defesa?

    Porque sinceramente, desde que começou essa reconstrução toda, a defesa do Jazz tem sido uma piada. Uma piada mesmo. Em nenhum momento — e eu digo NENHUM — eles conseguiram montar alguma coisa que prestasse do lado defensivo. É de dar dó de assistir às vezes.

    O trio que pode mudar tudo

    Mas ó, pensando no ano que vem, o negócio pode ficar interessante. Imagina um garrafão com Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler? Cara, no papel isso aí tem tudo pra funcionar. O JJJ é um monstro defensivamente (quando não tá suspenso), o Kessler mostrou que sabe tapar o garrafão, e o Lauri… bom, ele pelo menos tem o tamanho, né?

    A pergunta é: conseguem chegar no top-10 da liga defensivamente? Eu acho que é possível, mas vai depender muito de como o Will Hardy vai conseguir fazer essa galera jogar junto. Porque defesa não é só talento individual — tem que ter sistema, comunicação, entrosamento.

    E o All-Star Game? Quem vai?

    Agora vem outra discussão boa: quem do Jazz tem chance real de ir pro All-Star Game? Porque vamos combinar, provavelmente pelo menos um vai — o Jazz sempre consegue emplacar alguém, mesmo nos anos difíceis.

    Na minha visão, o Lauri Markkanen continua sendo o nome mais óbvio. O cara já foi All-Star, sabe jogar, e se o time melhorar um pouquinho ele volta a aparecer. Mas e o JJJ? Se ele conseguir ficar longe de suspensões bobas e jogar uma temporada inteira, o cara pode explodir de vez.

    E vocês, o que acham? Quem apostam que vai representar Utah no All-Star? E mais importante: será que essa defesa finalmente vai deixar de ser motivo de piada? Eu tô tentando ser otimista, mas depois de tantos anos apanhando…

    Uma coisa é certa: se o Jazz conseguir pelo menos uma defesa mediana, esse time pode surpreender muita gente. Porque talento ofensivo eles têm — só falta o outro lado da quadra funcionar.

  • Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Cara, eu tô aqui olhando os números do Draymond Green e sinceramente não acredito no que tô vendo. O maluco tá a apenas 11 rebotes de passar o Larry Smith e se tornar o TERCEIRO maior reboteiro da história dos Warriors. Terceiro. Na. História.

    Vocês lembram do que falavam dele no Draft de 2012? “Pequeno demais pra ala-pivô, lento demais pra ala”. Os scouts basicamente disseram que ele não tinha lugar na liga. 35 jogadores foram escolhidos antes dele — imaginem a cara desses caras hoje.

    O “tweener” que virou lenda

    Olha só a ironia: Draymond chegou onde chegou sendo exatamente o contrário do que os scouts esperavam. Não foi na base da altura ou atleticismo absurdo — foi na raça, posicionamento e um QI de basquete que assombra.

    E quando ele passar o Larry Smith? Vai ficar atrás apenas do Nate Thurmond (12.771) e do Wilt Chamberlain (10.768). WILT CHAMBERLAIN, gente! O cara que uma vez pegou média de 27 rebotes por jogo numa temporada inteira. É muita loucura.

    Na minha visão, isso mostra perfeitamente quem é o Draymond: o cara que faz o trabalho sujo parecer arte. Cada rebote dele é tipo um dedo no meio pra todos os executivos que acharam que ele não tinha posição definida.

    Curry também tá no páreo

    Ah, e descobri uma parada absurda pesquisando: o Curry tá em OITAVO na lista histórica dos Warriors com 4.957 rebotes. O melhor armador da história também rebota pra caramba há mais de 15 anos e a gente nem percebe direito, hipnotizado com aquelas bolas de três do meio da quadra.

    Mas esse momento é do Draymond mesmo. Dez rebotes pra empatar com o Smith, onze pra fazer história sozinho. Os scouts disseram que ele fazia várias coisas bem mas nenhuma de forma genial.

    Engraçado né? O livro de recordes da franquia discorda completamente. E aí, vocês acham que ele consegue esses rebotes nos próximos jogos? Eu tô torcendo demais pra ver esse monstro fazendo história mais uma vez.

  • Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Pistons volta por cima: primeiro título da divisão em 18 anos!

    Cara, eu ainda tô processando isso aqui. Os Detroit Pistons — sim, aquele time que há dois anos perdeu 28 jogos SEGUIDOS — acabaram de conquistar o título da Divisão Central pela primeira vez desde 2008. Dezoito anos esperando por esse momento!

    A vitória por 127-116 contra o Toronto na terça-feira selou uma das viradas mais impressionantes que eu já vi na NBA. E olha que eu acompanho essa liga há décadas.

    De 14 vitórias para campeões da divisão

    Vocês lembram da temporada 2023-24? Aquele horror de 14-68, com direito a sequência histórica de 28 derrotas consecutivas? Pois é, os caras foram de lá pra 55-21 nesta temporada. Cinquenta e cinco vitórias! Isso é crescimento ou não é?

    “Vocês fazem questão de entender como é difícil conseguir essas coisas nesta liga”, disse o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. E ele tá certíssimo — a NBA não perdoa, e ver esse time jovem conquistando isso é de arrepiar.

    Com Cade Cunningham fora por lesão no pulmão, Jalen Duren simplesmente destruiu: 31 pontos em 12 de 13 arremessos. Doze de treze! O garoto tá virando um problema sério pra qualquer defesa adversária. Na minha opinião, ele já é um dos pivôs mais versáteis da liga.

    A ascensão improvável

    O mais louco é que Daniss Jenkins — que começou a temporada com contrato two-way — contribuiu com 21 pontos e 5 assistências. Desde que assumiu a posição de armador titular no lugar do Cunningham, o cara tá fazendo 18.6 pontos e 6.9 assistências por jogo. Que história, meu!

    “Sabíamos que estávamos tentando fazer algo especial este ano”, disse Jenkins. E conseguiram mesmo. Mas eles não querem parar por aí — playoffs tão no horizonte, e sinceramente? Eu acho que esse time pode incomodar muita gente.

    Olha, depois daquela era dourada de 2004-2008 (lembram daquele time com Billups, Hamilton, Wallace?), os Pistons viraram sinônimo de sofrimento. Dez temporadas seguidas sem uma vitória sequer nos playoffs, oito técnicos diferentes… foi um pesadelo que culminou naquela temporada apocalíptica de 2023-24.

    E agora? Agora eles tão de volta onde merecem estar. Dois All-Stars no elenco, um técnico que entende do riscado e uma química que tá dando certo quando mais importa. Vocês acham que eles conseguem fazer barulho nos playoffs este ano?

  • Curry pode voltar domingo — Warriors precisam de milagre no playoff

    Curry pode voltar domingo — Warriors precisam de milagre no playoff

    Gente, finalmente uma boa notícia dos Warriors! Stephen Curry participou do primeiro treino completo em dois meses na terça-feira e tem domingo como meta para voltar à quadra contra o Houston Rockets.

    Olha, eu não vou mentir — quando vi que ele estava “day-to-day” oficialmente, meu coração até acelerou um pouco. Depois de dois meses parado por causa dessa maldita “runner’s knee” (e ainda por cima machucou o adutor durante a reabilitação), qualquer sinal de que o Chef está voltando é motivo de festa.

    A situação tá complicada mesmo

    Steve Kerr foi bem realista depois do treino: “estar saudável é a prioridade número 1”. Curry tá fora hoje contra o Spurs e é duvidoso para quinta contra o Cavaliers. Isso deixa domingo como a data mais realista, e se ele realmente voltar, ainda dá pra jogar até cinco partidas antes dos playoffs começarem.

    “Ele passou por um treino completo, mas foi bem leve”, disse Kerr. “Não fizemos nada com contato. Ele vai fazer um scrimmage cinco contra cinco agora mesmo. É um bom passo pra ele.”

    Mas cara, vamos ser honestos aqui — os Warriors tão numa situação bem complicada. Sem o Curry desde 30 de janeiro, eles fizeram apenas 9-16 e despencaram para a décima posição no Oeste. Décima posição! É difícil acreditar que esse é o mesmo time que dominou a NBA por anos.

    É agora ou nunca para Golden State

    Com Jimmy Butler (ACL) e Moses Moody (joelho) fora pelo resto da temporada, literalmente tudo depende do Curry voltar no seu nível vintage. E olha que nível — quando saudável nesta temporada, ele tava fazendo 27.2 pontos e 4.8 assistências por jogo, acertando 39.1% das bolas de três.

    Sinceramente? Acho que se o Curry voltar 100%, os Warriors ainda podem fazer barulho nos playoffs. A gravidade dele em quadra é absurda — literalmente muda toda a dinâmica ofensiva do time. Mas aos 38 anos e vindo de uma lesão de dois meses… vocês acham que ele consegue carregar esse time nas costas mais uma vez?

    Do jeito que tá, Golden State vai precisar vencer duas partidas só pra sair do play-in. É uma montanha pra escalar, mas se tem alguém que já fez milagres antes, é Stephen Curry. Domingo pode ser o começo de mais uma dessas histórias mágicas dos Warriors — ou o início do fim de uma era. Vamos ver no que dá.

  • Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Cara, que frustração. O Phoenix Suns tinha TUDO pra ganhar do Orlando Magic ontem, mas resolveu esfriar na hora H e perdeu por 115-111. Cinco minutos sem acertar uma cesta sequer no final do jogo — cinco minutos! É de dar nos nervos.

    O Devin Booker fez a parte dele, né? 34 pontos, como sempre carregando esse time nas costas. Mas sinceramente, só o Collin Gillespie conseguiu ajudar em double digits entre os titulares. O resto? Sumiu quando mais precisava.

    A montanha-russa emocional do jogo

    O primeiro tempo foi um sofrimento. Suns começaram fazendo apenas duas cestas nos primeiros cinco minutos (duas!), e o Magic abriu 20-8. Parecia que ia ser um massacre, mas Phoenix mostrou personalidade e diminuiu pra 28-21 no final do primeiro quarto.

    No intervalo, a coisa estava feia: 70-56 pro Magic. Mas aí que vem o plot twist — no terceiro quarto os Suns acordaram pra vida. Jordan Goodwin (que jogaço do cara!) começou a voar pela quadra toda, ancorando a defesa enquanto o Dillon Brooks estava com problemas de falta.

    O mais louco? Phoenix conseguiu empatar em 94-94 no final do terceiro. Primeira vez que empataram o jogo inteiro. E no quarto período, finalmente tomaram a primeira liderança com uma enterrada do Rasheer Fleming.

    O pesadelo dos últimos minutos

    Tudo estava encaminhado. Jogo equilibrado, indo e voltando, nenhum time conseguindo abrir mais que uma posse. Aí que veio o apagão total.

    Mais de cinco minutos sem acertar NENHUMA cesta. Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas isso aí foi de chorar. É segunda noite de back-to-back, ok, mas não justifica uma gelada dessas na reta final.

    O Magic teve 25 turnovers (vinte e cinco erros de ataque!), os Suns tiveram 20. Com essa diferença, deveria ter sido vitória tranquila. Mas não, resolveram esfriar justo quando não podia.

    E agora, play-in ou playoffs?

    Com essa derrota, Phoenix chegou aos 42-34 na temporada. A situação tá complicada — cada vez mais parece que vão ter que passar pelo play-in. A questão agora é se vão ser 7º ou 8º colocados, porque a vantagem pros Clippers é de apenas 2.5 jogos.

    Vocês acham que esse time aguenta a pressão de um play-in? Porque sinceramente, com essas geladas na reta final, fico preocupado. O Booker faz milagre, mas basquete é esporte coletivo.

    Na quinta-feira tem Charlotte pela frente, terceiro jogo em quatro noites. Pelo menos da última vez que se enfrentaram, Phoenix ganhou fácil por 111-99. Torcer pra que a memória muscular funcione e o ataque volte a fluir.

    Que raiva dessa derrota, cara. Tinha tudo pra dar certo.

  • Knicks despencando: Hart já fala em ‘jogo decisivo’ após terceira derrota seguida

    Knicks despencando: Hart já fala em ‘jogo decisivo’ após terceira derrota seguida

    Cara, os Knicks estão numa sinuca de bico que me deixa preocupado. Terceira derrota consecutiva ontem contra o Houston Rockets (111-94), e o Josh Hart já não está mais com papas na língua: o próximo jogo contra o Memphis é “decisivo”. Quando um cara como o Hart — que nunca dramatiza — fala isso, é porque a coisa está feia mesmo.

    “Não estamos indo na direção certa”, disparou Hart depois da pancada em Houston. “Não estamos melhorando. Temos que descobrir o que está acontecendo.”

    Começaram perdendo por 14-1. Catorze a um!

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas ver os Knicks tomarem 14-1 nos primeiros três minutos contra Houston é de chorar. Entraram no segundo quarto perdendo por 37-21. Que negócio é esse?

    O técnico Mike Brown estava visivelmente frustrado. “A união existe no time”, disse ele, “mas hoje não estava lá, especialmente no pick and roll. Tinha momentos que parecia que não estávamos jogando como um time, nem na defesa nem no ataque.”

    E sabe o que mais me incomoda? Na derrota anterior contra o Thunder (que inclusive estão voando com 60-16), pelo menos os caras lutaram até a prorrogação. Mas ontem? Hart foi direto: “aquele esforço, atenção aos detalhes, disciplina… foi bem constrangedor”.

    A matemática ainda é favorável, mas…

    Tá, os Knicks já garantiram vaga nos playoffs (estão com 48-28), ocupam a terceira posição no Leste. Mas os Cavaliers estão respirando no pescoço, e com apenas seis jogos restantes na temporada regular, não dá para bobear.

    Sinceramente? Acho que essa sequência ruim vem em má hora. Time que estava bem encaminhado de repente patina assim do nada. E vocês acham que conseguem se recuperar a tempo dos playoffs?

    O próximo teste é amanhã contra o Memphis — que está numa temporada para esquecer com 25-50. Se não conseguirem vencer esse, aí sim a preocupação vira desespero. Depois voltam para casa contra o Bulls na sexta. Seis jogos para encontrar o caminho de volta.

    “As últimas partidas, não tivemos isso”, admitiu Brown. “E times passam por períodos assim. Temos seis jogos para encontrar nossa identidade novamente.”

    Vamos torcer para que seja só uma fase ruim. Mas quando o Hart fala em “decisivo”, é melhor levar a sério.

  • Lakers garantem playoffs e divisão — JJ Redick tá fazendo mágica!

    Lakers garantem playoffs e divisão — JJ Redick tá fazendo mágica!

    Cara, que sensação boa ver os Lakers de volta ao topo da Pacific Division! Pela segunda temporada consecutiva, o time de Los Angeles vai terminar a temporada regular liderando a divisão — e olha, eu sinceramente não esperava isso quando o JJ Redick foi contratado como técnico.

    Os Lakers (49-26) carimbaram a vaga nos playoffs e o título da divisão antes mesmo de entrar em quadra na terça-feira contra o Cleveland. Como? Simples: o Phoenix Suns perdeu pro Orlando Magic por 115-111, e pronto — matemática fechada pros angelinos.

    O fim de uma seca que doía

    Olha só que dado absurdo: os Lakers têm 26 títulos da Pacific Division desde que ela foi criada em 1970-71. Vinte e seis! Mas depois daquele título da NBA em 2019-20 (que pandemia doida, né?), o time entrou numa seca braba. Agora com duas seguidas sob o comando do Redick, parece que voltaram ao DNA Lakers.

    E não é só sorte não. O time tá numa pegada monstruosa: 11 vitórias nos últimos 17 jogos. Isso é consistência de time que quer brigar lá em cima mesmo.

    Briga pela terceira posição esquenta

    No momento, os Lakers são o terceiro colocado no Oeste — uma posição que faz toda diferença nos playoffs, principalmente pensando em possíveis cruzamentos. Eles têm apenas um jogo de vantagem sobre o Denver Nuggets (quarto lugar) e três sobre Minnesota Timberwolves e Houston Rockets.

    Mas ó, ainda tem jogo pela frente: Dallas Mavericks, Golden State Warriors, os próprios Suns e Utah Jazz. Se conseguirem manter esse ritmo forte, podem até cimentar essa terceira colocação de vez.

    Vocês acham que os Lakers têm time pra incomodar os favoritos nos playoffs? Porque assim, com LeBron ainda jogando nesse nível e Anthony Davis saudável, eu não duvido de nada. JJ Redick pode estar fazendo história mais cedo do que todo mundo imaginava!

  • Grizzlies apostam em veterano da G League com contrato de 10 dias

    Grizzlies apostam em veterano da G League com contrato de 10 dias

    Olha, eu confesso que não esperava essa. O Memphis Grizzlies acaba de assinar um contrato de 10 dias com Lucas Williamson, um ala de 27 anos que vem se destacando na G League. E quando digo destacando, é porque o cara realmente tem mostrado serviço.

    Williamson (1,93m, 93kg) jogou 46 partidas nesta temporada entre Memphis Hustle e Windy City Bulls, fazendo médias de 7.2 pontos, 2.3 rebotes, 1.3 assistências e 1.1 roubo de bola em 23.7 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas às vezes é exatamente esse tipo de jogador que faz a diferença quando você precisa.

    Veterano da G League com história

    O que mais me chama atenção é a experiência do cara. Quatro temporadas na G League, 139 jogos no currículo passando por Ontario Clippers, Memphis Hustle e Windy City Bulls. Isso não é pouca coisa — ele conhece o sistema, sabe o que esperar.

    E aqui vem uma curiosidade que eu acho massa: Williamson foi peça fundamental naquele time histórico de Loyola Chicago que chegou no Final Four da NCAA em 2018. Lembram? Aquele Cinderella run épico que todo mundo amou. O cara ainda levou o prêmio de Melhor Defensor da Missouri Valley Conference duas vezes (2021 e 2022).

    Memphis precisa de profundidade

    Sinceramente, faz sentido para os Grizzlies. O time tem sofrido com lesões — como sempre, né? — e precisa de caras que possam entrar, não atrapalhar e contribuir nos detalhes. Williamson parece ser exatamente esse perfil: defensor sólido, veterano, sem muita pressão para ser a estrela.

    É aquele tipo de contratação que pode dar muito certo ou passar despercebida. Mas vocês sabem como é a NBA: às vezes o cara que ninguém espera nada vira peça importante. Quem diria que um veterano de 27 anos da G League poderia ajudar Memphis nessa reta final de temporada?

    Vamos ver se ele consegue aproveitar essa chance. Dez dias para mostrar serviço e quem sabe garantir algo mais duradouro. E aí, acham que ele tem potencial para ficar?

  • Curry finalmente volta aos treinos completos – será domingo?

    Curry finalmente volta aos treinos completos – será domingo?

    Galera, finalmente uma notícia boa vinda de San Francisco! O Stephen Curry conseguiu participar de um treino completo cinco contra cinco ontem, e pela primeira vez em semanas eu tô com um pouco de esperança de ver o cara jogando de novo.

    Olha, não vou mentir — tava começando a ficar preocupado com essa lesão no joelho direito do Chef. Já são quase 30 jogos fora, coisa de louco pra um cara que sempre foi relativamente saudável na carreira. Mas ontem ele finalmente recebeu liberação médica pra participar de um scrimmage completo, e domingo contra o Houston pode ser o grande dia.

    “Tô checando todas as caixinhas”

    O próprio Curry falou sobre como se sentiu depois do treino, e dá pra perceber que ele tá cauteloso (e com razão): “Foi ótimo, tô checando todas as caixinhas. Mas com essa lesão, sempre é imprevisível porque eu não sei como o joelho vai responder — ele não reagiu bem nas tentativas passadas de chegar nesse nível de cinco contra cinco.”

    Cara, essa fala dele me deixou meio dividido. Por um lado, é legal ver que ele tá progredindo. Por outro, dá pra sentir que ele mesmo não tem certeza se vai aguentar a carga. E convenhamos, depois de tantas recaídas, qualquer um ficaria meio paranóico.

    O Steve Kerr, sempre com aquela diplomacia característica, foi mais na cautela: “Precisamos ver como o corpo dele responde ao scrimmage e vamos decidir a partir daí.” Traduzindo: vamos torcer pra ele não acordar dolorido amanhã.

    Warriors precisam do Curry URGENTEMENTE

    Vocês viram como tá a situação do Golden State? 36 vitórias e 39 derrotas, ocupando apenas a décima posição no Oeste. Perderam 16 dos últimos 25 jogos — números que fazem qualquer fã dos Dubs perder o sono.

    E olha que ironia: o time precisa do Curry pra pelo menos garantir uma vaga no play-in, mas ao mesmo tempo não pode se dar ao luxo de apressá-lo e perder ele de vez. É uma situação complicadíssima.

    A lesão toda começou lá atrás, depois de um treino em Minneapolis no dia 24 de janeiro. Ele até tentou jogar com dor contra o Detroit no dia 30, mas não rolou. E quando todo mundo achava que ele voltaria depois do All-Star break, o joelho reagiu mal de novo em Los Angeles e foi ladeira abaixo.

    E aí, será que ele volta mesmo?

    Sinceramente? Eu quero acreditar que sim, mas tô com o pé atrás. Essa lesão já deu muito problema, e a gente sabe como é — joelho de jogador de basquete é sempre uma bomba-relógio.

    Se ele realmente voltar domingo contra os Rockets, vai ser crucial pra temporada dos Warriors. Eles precisam dele em ritmo de jogo antes do play-in começar, senão pode ser tchau pra mais uma temporada frustrante em San Francisco.

    O que vocês acham? Dá pra confiar nessa volta do Curry ou é melhor não criar expectativa? Eu tô aqui torcendo, mas confesso que já me decepcionei algumas vezes com falsas esperanças nessa temporada dos Warriors…