Autor: Leandro Amorim

  • Rockets recebem Bucks em casa buscando 4ª vitória seguida

    Rockets recebem Bucks em casa buscando 4ª vitória seguida

    Olha só que situação interessante temos hoje à noite em Houston. Os Rockets estão em uma sequência absurda de três vitórias consecutivas e recebem o Milwaukee Bucks no Toyota Center buscando a quarta seguida. E cara, pela diferença no momento das duas equipes, parece que vai ser um passeio no parque pros texanos.

    Os números não mentem: Houston tem 46-29 na temporada e ocupa a sexta posição no Oeste, enquanto Milwaukee patina com apenas 30-45 e está em 11º no Leste. A diferença é gritante mesmo. Os Rockets são praticamente imbatíveis em casa com 26-10, enquanto os Bucks são péssimos longe de Milwaukee (13-24). Sinceramente, não sei o que esperar dos caras de Wisconsin nesse jogo.

    Durant comandando o ataque dos Rockets

    Kevin Durant continua sendo o monstro que sempre foi, mesmo aos 37 anos. O cara está fazendo média de 25.9 pontos, 5.4 rebotes e 4.6 assistências por jogo. E olha que curioso: no único confronto entre as equipes nesta temporada, foi exatamente o KD quem decidiu com 31 pontos na vitória por 122-115 em novembro.

    Amen Thompson também tem sido uma grata surpresa, fazendo 18.9 pontos de média nos últimos 10 jogos. O garoto está crescendo no momento certo da temporada — e isso que eu nem esperava tanto dele no começo do ano.

    Bucks em crise total

    Do outro lado, a situação do Milwaukee é preocupante demais. Sem o Giannis (lesionado no tornozelo), o time simplesmente não consegue render. Bobby Portis está tentando carregar o piano nas costas com 13.7 pontos e 6.4 rebotes, mas não dá pra um cara só fazer milagre.

    Nos últimos 10 jogos, os Bucks têm apenas 3-7 de aproveitamento e estão sofrendo uma média de 121.3 pontos por jogo na defesa. É muita bola na cesta adversária, pessoal. Ryan Rollins até que está se esforçando com 18.7 pontos nos últimos 10, mas claramente não é suficiente.

    As casas de apostas já colocaram Houston como favorito por incríveis 17.5 pontos. Dezessete e meio! Quando foi a última vez que vocês viram um spread tão alto assim na NBA? Isso mostra o quanto a diferença de momento entre os times é absurda.

    Houston ainda lidera a Conferência Oeste em rebotes (48.1 por jogo) com Alperen Sengun puxando a fila com 8.9 por partida. A defesa também está funcionando bem — eles permitem apenas 45.9% de aproveitamento de quadra dos adversários.

    Olha, eu sei que qualquer coisa pode acontecer na NBA, mas esse jogo tem cara de vitória tranquila pros Rockets. Eles estão em casa, em momento excelente, e pegam um Milwaukee completamente desestruturado. Vocês acham que os Bucks conseguem pelo menos não tomar uma goleada?

  • Alex Antetokounmpo estreia na NBA e faz história com os irmãos

    Alex Antetokounmpo estreia na NBA e faz história com os irmãos

    Cara, que noite especial para a família Antetokounmpo! Alex finalmente conseguiu sua chance na NBA e estreou pelos Bucks na vitória sobre o Dallas Mavericks por 123-99. E o mais emocionante? Ele fez isso na frente dos irmãos Giannis e Thanasis, que estavam no banco torcendo por ele.

    O garoto de 24 anos conseguiu marcar 3 pontos em apenas 3 minutos de quadra, acertando 3 de 4 lances livres. Pode parecer pouco, mas pra quem esperou a temporada toda por essa oportunidade — ele assinou um contrato two-way em outubro — foi simplesmente mágico.

    Um sonho que virou realidade

    “Um sonho que virou realidade”, disse Alex depois do jogo. “Honestamente, quando entrei em quadra, eu ficava olhando ao redor. Sendo uma criança que cresceu em Milwaukee, foi meio maluco. Eu já fui em mais jogos dos Bucks do que consigo contar, então vestir essa camisa foi incrível.”

    E olha, não é só papo furado não. O Alex realmente cresceu acompanhando os Bucks, vendo o irmão mais velho se tornar uma lenda da franquia. Agora ele tá lá dentro, fazendo parte da história.

    Irmãos unidos fazem história

    O mais legal foi ver o Giannis correndo pra pegar a bola do jogo pro irmão mais novo depois que o apito final soou. Aquela cena ali mostra o quanto essa estreia significou pra família toda.

    “Ver eles na lateral da quadra me direcionando sobre o que fazer… eu sonhei com momentos assim, e poder viver isso, mesmo que por um dia, acho simplesmente incrível”, contou Alex emocionado.

    E tem um detalhe histórico absurdo nisso tudo: os três irmãos Antetokounmpo se tornaram o primeiro trio de irmãos a jogar na mesma temporada da NBA pelo mesmo time. Monstro demais, não acham?

    Futuro incerto, mas momento especial

    Olha, todo mundo sabe que o futuro do Giannis em Milwaukee tá meio nebuloso. Com os Bucks tendo uma temporada frustrante (30-45), a offseason promete ser tensa. Mas independente do que acontecer, essa família já deixou sua marca na cidade.

    Sinceramente, acho que momentos como esse são o que fazem a NBA especial. Não é só sobre títulos e estatísticas — é sobre sonhos, família e superação. Os Antetokounmpo vieram da Grécia com praticamente nada e hoje são história viva do basquete americano.

    E vocês, acham que o Alex vai conseguir se firmar na liga? Pelo jeito que a família toda se dedica ao basquete, eu apostaria que sim!

  • Ex-companheiro dos Bulls diz que Jordan e Pippen podem resolver treta

    Ex-companheiro dos Bulls diz que Jordan e Pippen podem resolver treta

    Cara, é surreal pensar que dois caras que dominaram a NBA juntos ainda estão nessa briga boba. Michael Jordan e Scottie Pippen ganharam seis títulos pelos Bulls, mas desde que se aposentaram, a amizade entre eles virou um gelo total.

    A treta toda começou depois de “The Last Dance” em 2020. Rolaram boatos de que Pippen ficou puto com como foi retratado no documentário do MJ, mas ele negou na época. Até perguntou pros jornalistas por que ficaria ofendido com “algo que aconteceu há 30 anos”.

    Só que aí o Scottie foi lá e fez uma propaganda pro refrigerante Mr. Pibb que… cara, foi meio tenso. Ele basicamente disse que só não é considerado o GOAT por causa de “propaganda”. E obviamente todo mundo entendeu a indireta pro Jordan (que representa a Dr Pepper rival). Foi brincadeira? Foi alfinetada? Ninguém sabe, mas doeu.

    O recado do veterano

    Bill Wennington, que jogou com os dois nos Bulls de 93 a 99, deu uma entrevista na SiriusXM NBA Radio que me tocou. O pivô falou uma verdade que todo mundo precisava ouvir.

    “Eu botaria eles pra se olharem nos olhos e lembrar do que realmente aconteceu naquela época”, disse Wennington. “Porque rolou muita coisa desde então. Se você é casado ou tem irmão, sabe que às vezes a gente fala merda quando tá com raiva. Coisas que não quer dizer de verdade, mas machucam. E a gente tem que superar isso, porque não vamos estar aqui pra sempre.”

    Sinceramente? Ele tem razão. A vida é curta demais pra essas picuinhas.

    Hora de fazer as pazes

    O que mais me chamou atenção foi quando Wennington falou sobre os Bulls dos anos 90 já terem perdido várias pessoas – jogadores e técnicos. “A gente tá ficando velho, e eventualmente vai ser tarde demais”, ele disse. “São as pessoas com quem jogamos que tornam a vida especial. Você não quer ficar com aquele ‘ah, eu deveria ter falado alguma coisa’, porque aí já era.”

    Olha, eu acho que essa propaganda do Pippen não vai ajudar nada na reconciliação com o MJ. Mas no fundo, será que não é hora dos dois engolirem o orgulho? Eles construíram algo mágico juntos. Seis títulos, cara. SEIS.

    E aí, vocês acham que um dia esses dois fazem as pazes? Ou o ego vai ser maior que a história que construíram juntos? Eu torço pra que o Wennington esteja certo e que ainda dê tempo de consertar essa amizade que já foi tão especial.

  • Holiday e Avdija destroem os Clippers: que dupla monstro!

    Holiday e Avdija destroem os Clippers: que dupla monstro!

    Cara, que jogaço foi esse dos Blazers contra os Clippers ontem! Jrue Holiday resolveu virar o Stephen Curry da vida e acertou SETE bolas de três, terminando com 30 pontos. E o Deni Avdija? Simplesmente fez um quase triple-double com 28 pontos, 11 rebotes e 8 assistências. Dois caras que decidiram que era hora de mostrar serviço.

    Os Blazers venceram por 114 a 104 e acabaram com a sequência de cinco vitórias dos Clippers. E olha, isso não é qualquer coisa não — LA estava voando e de repente levou uma rasteira dessa.

    Briga direta por playoff no Oeste

    A situação tá ficando interessante demais no Oeste. Os Clippers estão em 8º com 39-37, e os Blazers logo atrás em 9º com 39-38. Meio jogo de diferença. MEIO JOGO! Qualquer escorregada de um lado ou arrancada do outro muda tudo.

    O mais louco é que ainda tem um confronto direto entre eles dia 10 de abril em Portland. Os Clippers estão na frente no head-to-head por 2-1, mas imagina se os Blazers empatam essa série? A pressão vai ser absurda.

    Leonard mantém sequência histórica

    Mesmo na derrota, o Kawhi Leonard fez os 23 pontos dele e manteve uma sequência que tá passando despercebida: 52 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Só perde pro SGA que tem 136 jogos seguidos. O cara é uma máquina, sinceramente.

    Mas não adiantou muito porque os Blazers dominaram no rebote ofensivo. Foram 18 rebotes ofensivos que viraram 32 pontos de segunda chance. Essa é a especialidade de Portland — eles lideram a NBA em pontos de segunda chance com 18.2 por jogo. Quando você não consegue acabar com a jogada, eles fazem você pagar caro.

    E o Avdija? Cara acertou 11 de 12 lances livres. Já são 31 jogos na temporada com pelo menos 10 tentativas da linha de lance livre. Só o Luka Doncic tem mais. O sérvio tá se transformando num jogador completo mesmo.

    Vocês acham que os Blazers conseguem passar os Clippers nessa reta final? Com o Holiday jogando assim e o Avdija evoluindo, eu não duvido de nada. A briga pelo play-in no Oeste vai ser de outro mundo!

  • Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Jalen Duren vira monstro e entra pro clube do Charles Barkley

    Olha, quando o Cade Cunningham machucou o pulmão, todo mundo achou que os Pistons iam desabar. Eu mesmo fiquei preocupado — não vou mentir. Mas cara, esse time tá mostrando uma garra que eu não esperava.

    E o grande responsável por isso? Jalen Duren. O pivô simplesmente virou um monstro nas últimas semanas.

    A noite histórica contra os Raptors

    Na terça-feira, contra o Toronto, o cara fez uma apresentação absurda: 31 pontos e 9 rebotes. Mas o mais impressionante não foram os números — foi a eficiência. Duren perdeu apenas UM arremesso de quadra em 13 tentativas. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    E sabe o que é mais louco? Com essa performance, ele entrou num clube bem exclusivo. Só Charles Barkley (1988-89) e Dwight Howard (2006-07) conseguiram fazer isso DUAS VEZES numa mesma temporada: pelo menos 30 pontos e 9 rebotes errando só um arremesso.

    Charles Barkley, gente. O Round Mound of Rebound. Isso não é brincadeira não.

    Pistons de pé sem o Cade

    Sinceramente, eu achava que sem o Cunningham eles iam patinar. Mas olha só: seis vitórias em oito jogos sem o armador titular. E as duas derrotas? Uma pro Hawks (que tá voando) e outra pro Thunder (atual campeão) — sendo que contra OKC ainda levaram pra prorrogação faltando o próprio Duren e o Tobias Harris.

    O que mais me impressiona é como eles mudaram o estilo de jogo. Esqueceram o basquete vistoso e abraçaram o “pau na máquina”. É pancadaria no garrafão, rebote disputado, enterrada com força. E o Duren tá sendo o cara que faz essa filosofia funcionar.

    Vocês acham que os Pistons conseguem manter esse nível quando o Cade voltar? Porque do jeito que as coisas andam, eles podem surpreender muita gente nos playoffs. Ou pelo menos tentar — porque esse Duren tá jogando num nível que eu não via desde os tempos do Ben Wallace em Detroit.

  • LeBron passa Kareem e faz história: o recordista absoluto de vitórias!

    LeBron passa Kareem e faz história: o recordista absoluto de vitórias!

    Mano, o LeBron James simplesmente não para de quebrar recordes. Aos 41 anos — quarenta e um! — o cara passou o lendário Kareem Abdul-Jabbar e agora é oficialmente o jogador com mais vitórias TOTAIS na história da NBA (temporada regular + playoffs combinadas).

    A longevidade desse cara é de outro planeta. Desde 2003 na liga, quando foi a primeira escolha do draft, e olha só onde chegou. Quatro títulos, quatro MVPs, quatro Finals MVPs… e agora isso. Sinceramente, eu já perdi as contas de quantos recordes históricos o King já quebrou.

    O jogo que fez história

    A conquista veio justamente contra o Cleveland — time onde ele teve alguns dos seus melhores momentos, inclusive aquela final épica de 2016. Foi meio poético, não acham? Mesmo que o LeBron tenha tido uma noite mais discreta (14 pontos, 5 rebotes, 6 assistências), o que importa mesmo foi a vitória dos Lakers por mais uma.

    Quem brilhou mesmo foi o Luka Doncic com 42 pontos e 12 assistências — que performance monstruosa! Austin Reaves também contribuiu com 19 pontos. Todo mundo do quinteto inicial dos Lakers pontuou em dois dígitos, mostrando que esse time tá funcionando como uma máquina.

    O contexto impressionante

    Olha só esse dado absurdo: LeBron tem 21 seleções para o All-NBA Team ao longo da carreira. VINTE E UMA. Esse ano é apenas o segundo na carreira inteira dele que não vai estar no time ideal da liga. Isso mostra a consistência bizarra do cara.

    E o mais louco? Ele tá jogando 33.6 minutos por jogo essa temporada, com médias de 20.9 pontos, 6 rebotes e 7 assistências. Aos 41 anos! Eu conheço moleque de 20 que não aguenta essa minutagem.

    Os Lakers já garantiram vaga nos playoffs e estão com 50-27 na temporada. Agora é correr atrás do primeiro título desde 2020 — seria o presente de aposentadoria perfeito pro King, não é mesmo? Vocês acham que ele consegue mais um anel antes de pendurar as chuteiras?

    Uma coisa é certa: independente do que acontecer daqui pra frente, estamos vendo um dos maiores de todos os tempos ainda fazendo história. E que privilégio é acompanhar isso, cara!

  • 4 irmãos na NBA! Alex Antetokounmpo estreia e Kyle Kuzma emociona

    4 irmãos na NBA! Alex Antetokounmpo estreia e Kyle Kuzma emociona

    Olha, eu não esperava isso quando acordei ontem, mas os Antetokounmpo conseguiram algo histórico: quatro irmãos na NBA. Isso mesmo, quatro!

    Alex Antetokounmpo, o caçula da família, finalmente fez sua estreia na liga na vitória tranquila dos Bucks sobre o Mavericks por 123-99. Foram só três minutinhos de garbage time, mas que momentos especiais, né? O garoto marcou 3 pontos em 3 de 4 lances livres. Nada demais estatisticamente, mas pra família… cara, deve ter sido emocionante demais.

    Kyle Kuzma se emociona com momento histórico

    A reação do Kyle Kuzma depois do jogo foi linda de ver. O veterano não escondeu a felicidade:

    “Super feliz por ele. É uma bênção pra essa família. É incrível, honestamente, ter quatro irmãos jogando na NBA e ver todo mundo por trás deles, foi um momento bem especial”, disse Kuzma.

    E olha, o cara tem razão. Imagina a emoção da dona Maria Antetokounmpo (mãe deles) vendo isso? Quatro filhos realizando o sonho americano do basquete. Giannis, Thanasis, Kostas e agora o Alex. Que família, meu amigo!

    O futuro incerto dos Antetokounmpo em Milwaukee

    Mas vamos ser sinceros aqui — essa pode ter sido uma das últimas vezes que vimos essa dinâmica em Milwaukee. Os Bucks estão fora dos playoffs de 2026 (sim, já era matematicamente), e todo mundo sabe que o Giannis tá pensando seriamente em sair.

    O cara quer competir por títulos, e com o roster atual dos Bucks… sinceramente, é difícil ver isso rolando. Alex mal conseguiu se destacar na G-League essa temporada, então imagino que onde o Giannis for, ele vai tentar levar os irmãos junto de novo.

    E vocês, acham que essa família histórica vai conseguir se manter unida na próxima temporada? Ou será que vamos ver os Antetokounmpo espalhados pela liga?

    Uma coisa é certa: independente do que aconteça, essa família já deixou sua marca na NBA de uma forma que provavelmente nunca mais vamos ver repetida.

  • Bucks atropela Mavs por 24 pontos com show de Rollins e Kuzma

    Bucks atropela Mavs por 24 pontos com show de Rollins e Kuzma

    Cara, que surra foi essa? Os Bucks simplesmente destruíram os Mavericks por 123 a 99 em casa, numa noite que Ryan Rollins (24 pontos) e Kyle Kuzma (20 pontos) resolveram jogar videogame. Do outro lado, Cooper Flagg até tentou com seus 19 pontos, mas não teve jeito — Milwaukee dominou de cabo a rabo.

    E olha, não foi aquela vitória suada que a gente tá acostumado a ver do Bucks ultimamente. Foram apenas DUAS mudanças de liderança no jogo inteiro. Isso mesmo que você leu. Os caras pegaram a frente logo no começo e nunca mais largaram.

    Kuzma comandou o show desde o início

    O jogo mal começou e Kuzma já tava metendo bala. Quatro arremessos em três minutos, criando jogadas pro Jericho Sims fazer a festa no garrafão. Os Bucks abriram 15 a 7 rapidinho, e quando Dallas tentou reagir com uns arremessos de três do rookie John Poulakidas, Milwaukee já tinha construído uma base sólida.

    No segundo quarto foi que a coisa ficou feia mesmo pro lado dos Mavs. Rollins começou chovendo de três — duas seguidas logo de cara — e aí pronto, jogo acabou. Os Bucks estavam acertando tudo (22/44 no primeiro tempo, 50%), enquanto Dallas patinava feio (17/50, apenas 34%). Uma diferença brutal que deixou o placar em 65 a 51 no intervalo.

    Segundo tempo foi só administrar

    Sinceramente, eu esperava uma reação maior dos Mavs no segundo tempo, mas não rolou. Kuzma continuou mandando ver, Gary Trent Jr. também contribuiu com uns arremessos importantes, e quando você viu, a vantagem já tinha estourado os 20 pontos.

    O mais legal da noite foi ver Alex Antetokounmpo — irmão do Giannis — fazendo sua estreia na NBA nos minutos finais. O garoto até fez seus primeiros pontos na liga, nos lances livres. Imagina a emoção!

    Brandon Williams e Cooper Flagg até tentaram manter Dallas vivo no jogo, mas era muito pouco perto do que Milwaukee estava produzindo. No final das contas, os Bucks completaram uma varredura de 2-0 na temporada contra os Mavs.

    E aí, vocês acham que esse Milwaukee finalmente engrengor ou foi só uma noite inspirada? Porque convenhamos, fazia tempo que não víamos os Bucks dominarem um jogo desse jeito.

  • Mavs tomam baile dos Bucks e temporada vira pesadelo completo

    Mavs tomam baile dos Bucks e temporada vira pesadelo completo

    Mano, eu sinceramente não sei mais o que falar dos Mavericks. Ontem à noite foi constrangedor. 123 a 99 pro Milwaukee. E olha que os Bucks também tão numa situação péssima na tabela (30-45), mas fizeram os Mavs parecerem um time de colégio.

    Ryan Rollins meteu 24 pontos e Kyle Kuzma ajudou a destroçar a defesa inexistente de Dallas logo no primeiro período. Cooper Flagg até tentou com 19 pontos, mas precisou de 19 arremessos pra chegar lá — eficiência zero.

    Quando tudo dá errado ao mesmo tempo

    A coisa já começou feia. Primeiro quarto terminou 38-31 pros Bucks, e dava pra ver que ia ser uma noite longa. Max Christie tava completamente perdido em quadra — não acertava nada no ataque e na defesa parecia que tava jogando com olhos vendados.

    Aí no segundo período veio o golpe fatal: Daniel Gafford se machucou tentando bloquear o Rollins e ficou fora do resto do jogo. Com apenas nove jogadores disponíveis pro segundo tempo, Dallas virou um time ainda mais limitado do que já era.

    O intervalo chegou com os Mavs perdendo por 14 (65-51), mas a segunda metade foi simplesmente unwatchable, como diria o pessoal de lá.

    Temporada que não acaba mais

    Cara, quando o Klay Thompson não joga e o Max Christie não consegue acertar nem bandeja, os Mavs viram um time completamente sem direção. E olha que os Bucks também são horríveis nessa temporada! Mesmo assim, Dallas ficou 20 pontos atrás por boa parte do jogo.

    O quarto período foi tão deprimente que até o relógio parecia andar mais devagar. 90-70 no fim do terceiro, e no último quarto a coisa só piorou. Chegou num ponto que a única preocupação era todo mundo sair de quadra sem se machucar mais ainda.

    Max Christie precisa acordar pra vida

    Se o Christie vai mesmo ser peça do futuro desse time, ele precisa mostrar muito mais. Em março, o cara acertou apenas 38% dos arremessos. Mais da metade das tentativas dele são de três, então imagina como tá a eficiência dentro do garrafão.

    E o Cooper Flagg? Desde que voltou da lesão no pé depois do All-Star Game, o cara não consegue acertar uma bola de três nem rezando. Eu acredito que ele vai se encontrar, mas ver essas dificuldades dói na alma de qualquer torcedor.

    Sinceramente, essa temporada 2025-26 virou um teste de resistência pros fãs dos Mavs. Com um recorde de 24-52, cada jogo que passa é mais uma tortura. Vocês acham que vale a pena sonhar com uma melhora dramática ano que vem, ou é melhor aceitar que vai ser mais uma temporada de reconstrução mesmo?

  • Houston Rockets com Ime Udoka: melhorou mesmo ou só parece?

    Houston Rockets com Ime Udoka: melhorou mesmo ou só parece?

    Olha, essa pergunta pode parecer meio óbvia à primeira vista, mas fica comigo aqui porque a coisa não é tão simples quanto parece. Os Rockets com Ime Udoka realmente deram uma guinada absurda comparado com aquela época sombria do Stephen Silas, mas será que melhoraram tanto assim ou a régua tava só muito baixa mesmo?

    Deixa eu refrescar a memória de vocês sobre essa jornada bizarra dos últimos anos.

    A Era das Trevas do Stephen Silas

    Cara, 2022-23 foi de doer os olhos. 22 vitórias e 60 derrotas — vinte e duas! O time era basicamente Eric Gordon (que já tava com um pé fora), Jalen Green ainda perdidinho, Kevin Porter Jr. (que não deu em nada depois), e Alperen Sengun tentando descobrir o que era NBA. Os calouros Jabari Smith Jr. e Tari Eason entraram nesse caos total.

    E o pior: a diretoria deixou o Silas terminar o contrato só pra não pagar dois técnicos ao mesmo tempo. Economia de centavos que custou o desenvolvimento dos garotos. Genial, né?

    O time de assistentes do Silas era basicamente um grupo de amigos do pai dele — pessoas legais, mas que não entendiam nada de basquete moderno. Resultado? Os jovens jogadores ficaram no limbo tático por uma temporada inteira.

    A Chegada do Ime Udoka

    Aí chegou 2023-24 e a coisa mudou completamente. Ime Udoka saindo do ostracismo de Boston (aquela história feia que nunca soubemos direito o que rolou) pra comandar Houston. E que diferença, monstro!

    A primeira coisa que fizeram foi trazer veteranos de verdade: Fred VanVleet e Dillon Brooks. Galera reclamou do salário do Fred, mas sinceramente? Era isso ou ficar pagando salário mínimo pro salary floor mesmo. Rafael Stone limpou a folha salarial justamente pra isso.

    Drafts do Amen Thompson e Cam Whitmore foram cirúrgicos. Ok, perderam o Wemby pros Spurs (que dor), mas pegaram dois atletas absurdos que se encaixaram perfeitamente no sistema.

    Resultado? 41-41. Vinte vitórias a mais! O time virou uma máquina defensiva, atlética, que corria a quadra inteira. Ficaram fora dos playoffs por detalhes bobos — umas derrotas no final que doeram na alma — mas a transformação foi total.

    Mas É Tudo Mérito do Ime?

    Aqui que a conversa fica interessante, pessoal. Claro que o Udoka fez diferença absurda — a disciplina defensiva, a intensidade, a identidade de time que joga duro os 48 minutos. Isso aí é dele mesmo.

    Mas vamos ser honestos: qualquer técnico decente ia melhorar aquele time de 2022-23. A régua tava no chão do Ginásio Toyota Center. E a injeção de talento foi gigantesca — VanVleet, Brooks, Thompson, Whitmore. Não dá pra saber se foi o sistema do Ime ou simplesmente ter jogadores que sabem jogar basquete profissional.

    Outra coisa que me incomoda: esses finais de jogo horríveis que viraram marca registrada. Quantas vezes não vimos os Rockets dominando e entregando a paçoca nos minutos finais? Isso aí é problema tático ou emocional?

    E aí, o que vocês acham? O Ime Udoka é realmente o cara que vai levar Houston de volta ao topo, ou a melhora era inevitável depois daquele desastre todo? Porque sinceramente, ainda acho que tem muito chão pela frente antes de colocar esse time no páreo de playoff de verdade no Oeste.