Autor: Leandro Amorim

  • NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    Olha, eu não sei vocês, mas tô vendo a NBA se dividindo em duas competições completamente diferentes — e isso não é exagero meu não. Os números que saíram essa semana são simplesmente absurdos.

    A diferença entre o 10º e 11º colocados de cada conferência chegou a 20,5 jogos de diferença. Vinte e meio! Pra vocês terem noção, o recorde anterior deste século era de 11 jogos em 2018-19. Praticamente dobrou.

    No Leste, o Charlotte Hornets (que tá na 10ª posição) tem 9,5 jogos de vantagem sobre o Milwaukee Bucks. No Oeste, o Warriors lidera o Memphis Grizzlies por 11 jogos pela última vaga do play-in. Sinceramente, quando você vê o Bucks — time que foi campeão há poucos anos — lutando pra não ser lottery, você sabe que tem algo muito errado rolando.

    Play-in piorou tudo ao invés de resolver

    A maior ironia? O play-in foi criado justamente pra acabar com o tanking. Mas parece que teve o efeito contrário, cara.

    Na primeira temporada completa com play-in, a diferença era de 7 jogos. Desde então só subiu: 9 jogos em 2022-23, 9 de novo em 2023-24, 10 na temporada passada e agora esses 20,5 monstruosos. A média na era play-in é de 11 jogos, contra apenas 4,8 nos dez anos anteriores.

    E o pior: apenas UM dos dez times que ficaram em 10º lugar conseguiu passar do play-in pro playoff de verdade. Ou seja, brigar pela décima posição virou quase que perda de tempo.

    Os tankers assumiram que é melhor perder mesmo

    Nove times viraram literalmente não-competitivos. Eles têm um recorde combinado de 12-167 contra times de playoff. Em março sozinho, esses times fizeram 12-98 (.109 de aproveitamento) contra postseason contenders. É tipo ver um time de várzea jogando contra profissional.

    Washington Wizards perdeu 20 jogos seguidos contra times com campanha positiva. Brooklyn Nets tá 1-29 nos últimos 30 confrontos assim. Dallas (que pelo menos tem desculpa com as lesões) está 2-23 nos últimos 25.

    Na minha visão, dois fatores explicam essa bagunça toda. Primeiro: Dallas saltou da 11ª posição direto pro número 1 do draft 2025, e Atlanta conseguiu picks altos sendo 10º em drafts consecutivos. Quando você vê isso acontecer, fica óbvio que vale mais a pena apostar na loteria do que lutar por uma vaguinha no play-in.

    Segundo: o draft de 2026 promete ser forte, então os times ruins preferem garantir posição alta agora. Faz sentido? Do ponto de vista estratégico, faz. Do ponto de vista do espetáculo? Tá uma bosta.

    A NBA já tá propondo três reformas na loteria pra tentar resolver isso. Será que vai funcionar ou vamos continuar vendo essa separação bizarra? Eu sinceramente acho que precisa de mudança drástica, porque assistir esses jogos de tanking virou tortura.

  • Knicks tentaram pescar Ivey no Draft 2022, mas Detroit segurou

    Knicks tentaram pescar Ivey no Draft 2022, mas Detroit segurou

    Olha só que história interessante surgiu agora: os New York Knicks e Washington Wizards estavam DOIDOS pra conseguir o Jaden Ivey no Draft de 2022. E não foram só eles não — o telefone do Detroit simplesmente não parava de tocar com propostas pelo jovem armador que estava na quinta posição.

    Cara, imagina a cena: Troy Weaver, que era o GM dos Pistons na época, com o telefone bombando de ofertas e pensando “será que eu troco esse moleque?”. No final, Detroit decidiu ficar com Ivey mesmo, e ainda conseguiu pescar o Jalen Duren mais tarde na mesma noite. Jogada inteligente na época.

    O plano dos Pistons fez sentido

    A ideia era clara: montar uma dupla explosiva no garrafão com Cade Cunningham e Ivey. Cade mais cerebral, Ivey mais intenso — parecia a receita perfeita. E funcionou no primeiro ano, viu? O cara fez parte do All-Rookie Team com médias de 16.3 pontos e 5.2 assistências em 74 jogos. Nada mal pra um novato.

    Enquanto isso, o Sacramento Kings levou uma chuva de críticas por escolher Keegan Murray em vez do Ivey. Mas olha aí — Murray se tornou um jogador sólido dos dois lados da quadra e acabou de assinar uma extensão de cinco anos por 140 milhões de dólares. Às vezes as coisas funcionam de jeito diferente do esperado, né?

    O final melancólico da história

    Mas aí que tá a reviravolta: Ivey acabou sendo trocado pro Chicago Bulls em fevereiro e… bom, a coisa desandou. Jogou apenas quatro partidas e foi dispensado ontem por “conduta prejudicial ao time”. Que situação complicada, cara.

    O mais absurdo? Ele vai receber os 10.1 milhões do salário integral e virar agente livre quando passar pelo waiver. Sinceramente, eu não esperava que a trajetória do Ivey tomasse essa curva tão dramática. O cara tinha tudo pra dar certo em Detroit ao lado do Cade.

    E aí, vocês acham que algum time vai apostar no talento dele depois dessa confusão toda? O potencial ainda tá lá, mas essa saída do Bulls levanta umas bandeiras vermelhas que não dá pra ignorar.

  • Wembanyama destruiu em março e lidera PER na NBA

    Wembanyama destruiu em março e lidera PER na NBA

    Gente, o que o Victor Wembanyama fez em março foi simplesmente absurdo. O francês terminou o mês com PER de 32.3 — o MELHOR de toda a NBA. Pra vocês terem ideia do quão monstro isso é, ele deixou caras como Luka Doncic e Kawhi Leonard pra trás (ambos com 30.3).

    E olha que o Shai Gilgeous-Alexander, que todo mundo ainda considera favorito pro MVP, ficou só em quarto com 29.7. Sinceramente? Eu tô começando a achar que essa conversa de MVP pode virar…

    Os números que fazem você questionar a realidade

    Em 15 jogos durante março, Wemby teve médias que parecem de videogame: 26.8 pontos, 12.0 rebotes, 3.4 assistências e 3.7 tocos. Ah, e tudo isso em apenas 29.9 minutos por jogo. VINTE E NOVE MINUTOS, pessoal!

    Mas o mais louco mesmo é que os Spurs fizeram 14-1 quando ele jogou. Quatorze vitórias em quinze jogos. Um time que todo mundo dava como morto no começo da temporada virou uma máquina de vencer quando o francesão tá em quadra.

    Na minha visão, esses números do PER mostram muito sobre como cada cara dominou março. O Luka sempre foi eficiente, mas ver o Kawhi ali no top 3 depois de tantas lesões… cara, isso me emociona um pouco.

    A lista completa tá surreal

    O top 10 do PER em março ficou assim: Wemby em primeiro (óbvio), Luka e Kawhi empatados em segundo, SGA em quarto, e uma surpresa — Jalen Duren em quinto com 29.6. Esse menino do Detroit tá crescendo demais.

    Jokic aparece em sexto (28.7), Giannis em sétimo (28.4), e Daniel Gafford — outro que tá voando — em oitavo. KAT e Evan Mobley fecham o top 10.

    E aí, vocês acham que o Wembanyama consegue manter esse ritmo insano até o final da temporada? Porque se continuar assim, essa conversa de Rookie of the Year vai virar discussão de MVP mesmo. O moleque tá reescrevendo o que esperamos de um calouro na NBA.

  • Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Cara, que evolução absurda! Tristan Enaruna, do Cleveland Charge, acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu da G League e, sinceramente, merecidíssimo. O cara simplesmente dobrou — DOBROU — sua média de pontos de uma temporada pra outra.

    Vamos aos números que deixam qualquer um de queixo caído: de 11.0 pontos por jogo na temporada passada, o ala saltou pra incríveis 20.3 pontos. E não foi só sorte de uma ou duas partidas não — foram 38 jogos mantendo esse nível monstro, com 54.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    A transformação completa do jogador

    Mas ó, não foi só nos pontos que o Tristan melhorou. O percentual geral de arremessos dele subiu de 51.8% pra absurdos 62.0%. Na linha dos três pontos? De 29.2% pra 37.2%. Nos lances livres então nem se fala — de 58.8% pra 75.0%. É uma evolução em todas as áreas do jogo, que coisa linda de se ver.

    E o mais legal? Todo esse trabalho rendeu uma call-up pros Cleveland Cavaliers no dia 28 de janeiro. Imagina a sensação do cara realizando o sonho de todo jogador de basquete — chegar na NBA.

    O reconhecimento merecido

    O técnico do Charge, Eli Kell-Abrams, não economizou nos elogios (e com razão): “Esse prêmio é um grande testemunho do trabalho diário que o Tristan coloca, de como ele foi intencional com seu desenvolvimento, e da confiança crescente com que ele continua jogando”.

    Vocês acham que ele consegue se firmar nos Cavs? Porque olhando esses números, o potencial tá aí. A G League tem sido cada vez mais uma vitrine real pra talentos que merecem uma chance — Gabe Vincent e Lester Qunones, que também ganharam esse prêmio antes, são exemplos perfeitos disso.

    Na minha visão, o Enaruna representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde caras dedicados podem trabalhar suas falhas, evoluir e mostrar que merecem estar no mais alto nível. Que venham mais histórias como essa!

  • Novo dono dos Blazers já chegou cobrando: ‘Não é onde podemos estar’

    Novo dono dos Blazers já chegou cobrando: ‘Não é onde podemos estar’

    Tom Dundon não perdeu tempo. No primeiro dia como dono dos Portland Trail Blazers, na terça-feira, o cara já reuniu os jogadores e mandou a real: o time tá longe do que ele espera.

    “Agora, onde estamos não é onde eu acho que podemos estar”, disse Dundon pro elenco, dentro do Intuit Dome, antes do jogo contra os Clippers.

    E olha, quem conhece o histórico do homem sabe que ele não tá brincando. Dundon também é dono do Carolina Hurricanes (NHL) e transformou aquele time numa máquina de playoffs — sete temporadas consecutivas se classificando, com três finais de conferência. O cara mistura analytics com instinto e deu certo.

    A herança pesada em Portland

    Agora ele herdou um Blazers que não vê playoffs desde 2021. A reconstrução tá rolando há um tempo e, sinceramente, a torcida já tá meio desanimada — dá pra ver pela queda na audiência dos jogos.

    Mas tem um detalhe interessante: os Blazers controlam as picks do Milwaukee Bucks em 2027, 2028 e 2029. Se der tudo certo com essas escolhas, pode ser que o elenco ganhe um upgrade considerável nos próximos anos.

    Em entrevista exclusiva com o The Athletic, Dundon deixou claro que não tá chegando pra fazer uma limpa geral — pelo menos não de cara.

    “Eu não gosto de me livrar das pessoas. Gosto de ver quem é capaz de dar o próximo passo”, explicou. “Eles precisam se preocupar com o que vão fazer.”

    Técnico e GM no radar

    Sobre o técnico interino Tiago Splitter e o GM Joe Cronin, Dundon foi honesto: ainda não formou uma opinião definitiva. Quer mais informações antes de tomar qualquer decisão — o que, na minha visão, é sensato.

    E aí, galera, vocês acham que o Splitter aguenta a pressão? O cara tá numa situação complicada, tendo que provar que merece ficar no cargo definitivo.

    Outro ponto importante: a renovação do Moda Center. Os Blazers querem 600 milhões de dólares para reformar a arena, e Dundon deixou claro que espera que as coisas andem. A contrapartida da franquia seria um compromisso de 20 anos com Portland.

    Sobre mudança de cidade? Nem pensar. Dundon foi taxativo em descartar qualquer especulação sobre relocação, dizendo que nem discussão interna sobre o assunto existe.

    “Espero que tudo que estamos trabalhando seja concluído”, garantiu o novo dono.

    Cara, gosto dessa postura direta. O cara não tá prometendo mundos e fundos, mas deixou claro que quer mudanças. E com o histórico que ele tem no hockey, pode ser que Portland finalmente saia dessa maré de azar.

  • NBA na Europa vira loucura: propostas de US$ 1 bilhão aparecem

    NBA na Europa vira loucura: propostas de US$ 1 bilhão aparecem

    Cara, a NBA tá mesmo falando sério sobre expandir pra Europa. E olha só que absurdo: várias propostas de investimento chegaram na casa de US$ 1 bilhão ou mais. Isso mesmo, bilhão com B.

    A expectativa da liga era receber pelo menos US$ 500 milhões, mas vários investidores chegaram ou passaram até dessa marca. No total, foram 120 possíveis parceiros interessados. Mano, 120! Isso é muito dinheiro circulando.

    Mark Tatum não tá nem disfarçando o entusiasmo

    O vice-comissário Mark Tatum, que tá tocando esse projeto, disse que esse nível de interesse só confirma que uma liga europeia da NBA é totalmente viável. “Recebemos interesse significativo de uma gama de possíveis times e investidores para franquias permanentes em uma nova liga na Europa”, falou ele.

    E continuou: “O nível de engajamento e a escala das propostas refletem a crença do mercado em nosso modelo proposto e o enorme potencial inexplorado do basquete europeu.” Agora eles vão analisar tudo com calma e escolher quem realmente compra a ideia de fazer o basquete crescer no continente.

    12 cidades na mira — e que cidades

    A NBA já tem as 12 cidades na mira: Londres e Manchester (Inglaterra), Paris e Lyon (França), Roma e Milão (Itália), Barcelona e Madrid (Espanha), Berlim e Munique (Alemanha), Atenas (Grécia) e Istambul (Turquia).

    Sinceramente? Essa lista tá de dar inveja. Imagina um Lakers vs Celtics em Londres ou um Warriors vs Heat em Roma. Seria monstro demais.

    E tem mais uma coisa interessante: parece que pode rolar uma parceria com a EuroLeague, que já existe por lá. O Chus Bueno, ex-executivo da NBA, virou CEO da EuroLeague e tem uma boa relação com a liga americana. Isso pode facilitar bastante as coisas.

    O que vocês acham? Essa expansão pode funcionar mesmo ou é sonho grande demais? Eu tô curioso pra ver se vão conseguir manter o nível NBA em solo europeu.

  • NBA mete a mão no bolso dos Blazers por contato irregular com chinês

    NBA mete a mão no bolso dos Blazers por contato irregular com chinês

    Olha, vou ser sincero: não é todo dia que vemos a NBA multando time por conversar com jogador antes da hora. Mas foi exatamente isso que aconteceu com o Portland Trail Blazers, que levou uma multa de US$ 100 mil por ter feito contato irregular com Yang Hansen lá em dezembro de 2023.

    O mais absurdo? O cara só foi draftado em 2025! Ou seja, os Blazers foram conversar com o chinês quase dois anos antes dele estar elegível pro Draft. Essa é uma violação clara das regras da liga, e a NBA não perdoou.

    Suspensões também rolaram

    Não foi só a multa não. Dois caras da diretoria dos Blazers também se deram mal: Mike Schmitz e Sergi Oliva, ambos gerentes assistentes, levaram suspensão de duas semanas sem salário. A liga foi bem clara: tanto o time quanto os dois violaram as regras sobre contato com jogadores não elegíveis pro Draft.

    O que me chamou atenção foi que Portland mesmo se entregou pra NBA quando descobriu a cagada. “Quando isso foi trazido à nossa atenção, o Portland Trail Blazers se reportou à NBA”, disse o time em nota oficial. Pelo menos foram honestos, né?

    Quem é esse Yang Hansen afinal?

    Pra quem não conhece, Hansen é um pivô de 2,13m da China que jogava no Qingdao Eagles antes de vir pra NBA. Os Blazers nem draftaram ele diretamente – pegaram os direitos numa troca com o Memphis Grizzlies na noite do Draft 2025, quando os Grizzlies tinham escolhido ele na 16ª posição.

    E olha, sinceramente, pelos números dele na rookie season, não sei se valeu toda essa confusão. Em 41 jogos por Portland, o cara tá fazendo média de apenas 2,3 pontos e 1,6 rebotes em 7,2 minutos por jogo. Números bem tímidos pra um pivô, mas né, é primeiro ano ainda.

    Vocês acham que US$ 100 mil é pouco pra esse tipo de violação? Eu acho que a NBA podia ter pegado mais pesado, principalmente porque mostra que alguns times ainda tentam dar uma de espertinhos com as regras. O que acham?

  • Draymond vai ficar nos Warriors — e não queria ir pros Bucks mesmo

    Draymond vai ficar nos Warriors — e não queria ir pros Bucks mesmo

    Olha, o Draymond Green tá sendo bem realista sobre onde está na carreira. O cara sabe que já passou do auge e que pode virar moeda de troca a qualquer momento — e tá de boa com isso.

    A novidade é que ele deve mesmo pegar a player option de US$ 27,7 milhões pra temporada 2025-26. Faz todo sentido, né? Quem ia recusar essa grana garantida aos 35 anos?

    O papo das trocas por Giannis

    Mas o mais interessante foi o Green falando sobre aqueles rumores de troca pelo Giannis Antetokounmpo. Cara, eu lembro de quando isso pipocou na internet — foi um auê. E o Draymond foi sincero: doeu no primeiro momento.

    “Sou um ser humano”, disse ele. “Teve um segundo que pensei: ‘Caraca, eles vão fazer isso comigo mesmo?’”

    Mas aí o veterano mostrou por que é um dos caras mais espertos da liga. Ele sacou rapidinho que estar sendo cogitado numa troca pelo Giannis — o atual MVP — é quase que um elogio. “Eles não vão me trocar por amendoim. Seria quase motivo de orgulho”, falou.

    Milwaukee? Não, obrigado

    E aqui vem a parte mais engraçada (e polêmica): o Draymond foi direto ao ponto sobre ir pros Bucks. “Vou ser honesto: eu não queria jogar em Milwaukee.”

    Eita. Imagina o torcedor de lá lendo isso? Mas é o Draymond sendo o Draymond — sem papas na língua. O cara construiu a carreira dele em Golden State, tem quatro títulos lá, vive respirando aquela cultura dos Warriors. Entendo ele não querer sair da zona de conforto agora no finalzinho da carreira.

    Sinceramente, acho que ele fez bem em ficar. Os Warriors ainda têm o Curry, ainda brigam por playoffs, e o Draymond continua sendo peça importante no esquema defensivo deles. Vocês acham que ele deveria ter topado a aventura em Milwaukee ao lado do Giannis?

    No final das contas, o homem sabe o que quer: terminar a carreira onde construiu seu legado. E com US$ 27 milhões garantidos no bolso, quem pode culpá-lo?

  • Tom Izzo quase virou técnico dos Suns – e seria uma loucura total

    Tom Izzo quase virou técnico dos Suns – e seria uma loucura total

    Olha, imaginem só essa: Tom Izzo, o cara que é praticamente uma lenda do basquete universitário americano, quase — QUASE — virou técnico do Phoenix Suns na última offseason. E eu aqui pensando que já tinha visto de tudo na NBA.

    O veterano técnico do Michigan State confirmou que recebeu uma proposta séria dos Suns. Mat Ishbia, que é o dono do time e jogou com Izzo na faculdade, obviamente queria trazer seu antigo treinador pra Arizona. Faz sentido, né? Quando você tem uma conexão dessas, você pelo menos tenta.

    A decisão mais difícil da carreira

    “Tive mais de algumas ofertas da NBA, analisei uma ano passado com o Phoenix – meu ex-jogador Mat Ishbia”, disse Izzo. “Foi difícil, foi uma coisa muito difícil de recusar… conversamos seriamente sobre isso.”

    Cara, dá pra sentir o peso da decisão na fala do cara. E olha que ele não é novato nessas situações — Cavaliers, Hawks, Bulls e Nets já tentaram tirá-lo de Michigan State antes. Mas essa dos Suns parece que foi a que mais balançou mesmo.

    E tem mais: Brian Gregory, que é o GM dos Suns agora, era assistente do Izzo quando Michigan State ganhou o título nacional em 2000. A conexão era total, mano.

    Jordan Ott aproveitou a chance

    No final, a vaga ficou com Jordan Ott — que ironicamente também veio do programa do Izzo em Michigan State. O cara trabalhou anos com Tom antes de migrar pra NBA. É quase como se fosse um “presente” indireto do próprio Izzo pros Suns.

    E sinceramente? Ott tá fazendo um trabalho do caramba. Os Suns estão brigando firme pelos playoffs no Oeste, já passaram e muito das expectativas da temporada (eram só 31,5 vitórias previstas). Phoenix tá voando.

    Mas fico aqui imaginando: como seria Tom Izzo comandando Kevin Durant, Devin Booker e companhia? O cara que fez Michigan State chegar no Sweet 16 esse ano poderia ter dado uma chacoalhada interessante naquele elenco carregado de estrelas.

    Vocês acham que ele se arrepende da decisão? Ou será que prefere mesmo a estabilidade e o carinho da torcida universitária?

  • Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto com o Zion Williamson. O cara que era pra ser a próxima grande estrela da NBA pode estar na vitrine dos Pelicans já nessa offseason — e sinceramente, a situação toda é mais bizarra do que parece.

    Executivos pelo país já estão esperando que New Orleans escute ofertas pelo garoto. E o próprio Zion? Ele tá ciente de tudo. “New Orleans é minha casa, é onde eu quero estar”, disse ele em entrevista. “Mas vamos ser realistas: a NBA é um negócio. Posso ser trocado na offseason ou antes do deadline da próxima temporada.”

    A troca que pode ter ferrado tudo

    A treta toda começou nove meses atrás com uma decisão que… cara, eu ainda não entendo. Joe Dumars e Troy Weaver abriram mão da 13ª escolha E de uma primeira rodada desprotegida de 2026 (que tem 32% de chance de ficar no top 4) pra draftear Derik Queen, de Maryland.

    O problema? Queen é um desastre na defesa e simplesmente não funciona jogando junto com Zion. A dupla foi tão ruim que o técnico James Borrego praticamente desistiu de escalá-los juntos. Resultado: Pelicans fizeram 15-41 até o All-Star break, mas melhoraram pra 10-10 depois que separaram os dois.

    Mano, trocar picks preciosos por um jogador que não encaixa com sua estrela máxima? É pedir pra dar errado.

    Zion vale o salário de $42 milhões?

    Aqui que a coisa fica complicada. Zion tá relativamente saudável essa temporada e continua sendo um monstro no isolamento — um dos melhores da liga. Mas aí você olha o pacote completo: histórico de lesões, defesa limitada e $42,2 milhões garantidos na próxima temporada.

    “Agora ele é um All-Star borderline que ganha muito dinheiro”, disse um executivo do Oeste. “Esse é exatamente o tipo de jogador que muitos times estão evitando hoje em dia.”

    E olha, eu entendo a lógica. Por $42 milhões você quer um cara que joga os 82 jogos, que te dá algo na defesa, que eleva o time nos playoffs. Zion ainda não provou que consegue fazer isso consistentemente.

    Vocês acham que algum time vai topar pagar essa grana toda pelo Zion? Porque sinceramente, depois dessa temporada confusa dos Pelicans, não sei se ele ainda tem o mesmo valor de mercado que tinha há dois anos.

    O próprio jogador e seus representantes dizem que não receberam nenhum sinal de que uma troca seja iminente. Mas né, na NBA as coisas mudam rápido — e quando você tem 26 anos fazendo um salário máximo sem resultados condizentes, qualquer coisa pode acontecer.