Autor: Leandro Amorim

  • KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    KD meteu 27 pontos e os Rockets choveram de 3 nos Knicks

    Cara, que massacre foi esse ontem à noite. Os Knicks levaram mais uma surra, agora são três derrotas seguidas depois de perder por 111-94 pros Rockets. E olha, não foi nem questão de azar — Houston simplesmente decidiu que ia chover bola de três a noite inteira.

    Os caras acertaram 15 de 35 tentativas do perímetro. Quinze! Isso é quase 43% de aproveitamento numa quantidade absurda de arremessos. Quando um time tá com a mão quente assim, não tem defesa que segure.

    Durant ainda é um monstro

    Kevin Durant mostrou mais uma vez por que é considerado um dos maiores de todos os tempos. O cara meteu 27 pontos, pegou 6 rebotes e ainda deu 8 assistências. Acertou 10 de 18 arremessos e começou o jogo simplesmente destruindo — 10 pontos nos primeiros 3 minutos de jogo. Absurdo.

    E não foi só o KD não. Reed Sheppard saindo do banco com 20 pontos acertando 4 de 7 de três? Amen Thompson e Tari Eason com 17 cada? Jabari Smith Jr. com 15? Quando todo mundo tá contribuindo assim, não tem time que aguente.

    Knicks tentaram reagir mas não rolou

    Do lado dos Knicks, Karl-Anthony Towns fez sua parte com 22 pontos e 8 rebotes, mas Brunson teve uma noite apagada com apenas 12 pontos acertando só 5 de 14 arremessos. Josh Hart ainda tentou com 13 pontos, mas quando você toma 37-21 no primeiro quarto, fica difícil de correr atrás.

    O banco até ensaiou uma reação no segundo quarto com Alvarado e Clarkson (que inclusive agora joga pelos Knicks, né?), mas os Rockets sempre tinham uma resposta. É frustrante quando você vê seu time tentando mas o adversário simplesmente não erra.

    Miles McBride teve mais uma noite para esquecer na volta — acertou apenas 1 de 7 arremessos. Sinceramente, esse cara precisa encontrar o ritmo urgente se quer ajudar o time nessa reta final.

    E agora?

    Três derrotas seguidas não é o que você quer ver nessa altura do campeonato. Os Knicks visitam Memphis na próxima e precisam quebrar essa sequência negativa. Vocês acham que o time consegue se recuperar ou essa fase ruim vai se estender?

    Uma coisa é certa: quando Kevin Durant tá jogando nesse nível aos 37 anos, é impossível não admirar. O cara simplesmente não envelhece. E os Rockets? Estão montando algo interessante por lá em Houston.

  • Bucks atropela Mavs por 24 pontos e quebra sequência negativa

    Bucks atropela Mavs por 24 pontos e quebra sequência negativa

    Cara, que alívio deve ter sido para a torcida de Milwaukee! Depois de perder quatro jogos seguidos (e 14 dos últimos 17 — absurdo!), os Bucks finalmente voltaram a sorrir com uma vitória convincente sobre os Mavericks por 123-99.

    O grande nome da noite foi Ryan Rollins, que simplesmente resolveu fazer de tudo: 24 pontos, sete rebotes e nove assistências. Quase um triple-double! Kyle Kuzma também deu sua contribuição com 20 pontos numa performance sólida.

    Milwaukee dominou desde o primeiro tempo

    Os Bucks não deram moleza e foram para o intervalo já com 14 pontos de vantagem (65-51). Rollins tinha 17 no primeiro tempo e Kuzma 16. Mas o show mesmo ficou para o segundo tempo.

    Milwaukee acertou 11 das primeiras 22 tentativas de três pontos na segunda metade — um aproveitamento monstro que literalmente quebrou o jogo. Quando Rollins converteu um jumper faltando 6:26 para o fim, a vantagem já era de 31 pontos (115-84). Game over.

    AJ Green saiu do banco para contribuir com 17 pontos, enquanto Gary Trent Jr. (13), Pete Nance (11) e Myles Turner (10) completaram um ataque bem distribuído.

    Mavs tentaram, mas não conseguiram

    Do lado de Dallas, Cooper Flagg — que vinha numa média de 22,5 pontos nos últimos nove jogos — fez 19 pontos e 10 rebotes para seu 12º double-double da temporada. Brandon Williams ajudou com 18 pontos (12 no primeiro tempo), mas não foi suficiente para segurar a avalanche dos Bucks.

    O jogo ainda teve um susto quando Daniel Gafford se machucou no cotovelo direito tentando bloquear uma enterrada do Rollins no terceiro quarto. Sinceramente, esse tipo de lesão sempre preocupa, ainda mais quando o time já não está bem na temporada.

    Milwaukee (30-45) quebrou uma sequência negativa importante e manteve seu domínio sobre Dallas — essa foi a oitava vitória consecutiva dos Bucks contra os Mavs. Os texanos (24-52) perderam as últimas quatro visitas a Milwaukee.

    Curiosidade: esse jogo estava originalmente marcado para 25 de janeiro, mas foi adiado por causa de uma nevasca que impediu Dallas de viajar. Valeu a pena esperar pelo show dos Bucks?

  • Durant metendo 27 pontos! Rockets destroem os Knicks por 111-94

    Durant metendo 27 pontos! Rockets destroem os Knicks por 111-94

    Gente, que noitada do Kevin Durant! O cara simplesmente decidiu que ia resolver a vida em Houston e meteu 27 pontos na vitória tranquila dos Rockets sobre os Knicks por 111-94. E olha, foi daquelas performances que você assiste e pensa: “esse cara ainda é um monstro absoluto”.

    Os Rockets não deram nem chance pros caras de Nova York. Logo no primeiro quarto já fizeram 37 pontos — praticamente selaram o jogo ali mesmo. Ficaram na frente o tempo todo e chegaram a abrir 20 pontos de vantagem no último quarto. Foi tão tranquilo que no final as duas equipes já tinham esvaziado o banco.

    Durant e Eason comandaram a festa no primeiro tempo

    Cara, o que mais me impressionou foi a dupla Durant e Tari Eason no primeiro quarto. Os dois sozinhos fizeram 23 pontos, sendo que acertaram quatro bolas de três. Eason, que entrou no lugar do Reed Sheppard no quinteto titular, jogou muito — 17 pontos e 8 rebotes. Esse garoto tá evoluindo absurdo!

    E não foi só o Durant que brilhou não. Todos os cinco titulares dos Rockets fizeram pelo menos 13 pontos. Amen Thompson com 17, Jabari Smith Jr. com 15, e o Alperen Sengun controlando o jogo com 13 pontos e 10 assistências. O Reed Sheppard, mesmo saindo do banco, ainda contribuiu com 20 pontos. Que profundidade de elenco!

    Knicks tentaram reagir mas não conseguiram

    Do lado dos Knicks, Karl-Anthony Towns fez sua parte com 22 pontos e 8 rebotes, mas não teve ajuda suficiente. Os caras até ensaiaram uma reação no terceiro quarto quando o Jalen Brunson acertou uma de três e deixou a diferença em só 12 pontos.

    Mas aí que tá — os Rockets responderam na lata. Fizeram 7 pontos seguidos, aproveitaram duas bolas perdidas dos Knicks e abriram 87-68. Game over. Foi a terceira derrota seguida dos Knicks, que vinham de sete vitórias consecutivas. Sinceramente, eles não estavam preparados para o ritmo que Houston impôs.

    Agora é interessante ver como os dois times vão seguir. Os Knicks visitam o Memphis na próxima, enquanto os Rockets recebem o Milwaukee. Vocês acham que Durant consegue manter esse nível? Porque se conseguir, Houston pode incomodar bastante na conferência oeste!

  • Hornets massacram os Nets por 31 pontos em Nova York

    Hornets massacram os Nets por 31 pontos em Nova York

    Olha, eu sabia que o Brooklyn tava numa situação difícil nessa temporada, mas o que rolou ontem à noite no Barclays Center foi de dar dó. Os Nets levaram uma surra histórica dos Hornets por 117-86, e sinceramente? Foi ainda pior do que o placar sugere.

    Brandon Miller foi simplesmente imparável. 25 pontos, sendo que no primeiro quarto o cara acertou TODOS os cinco arremessos que tentou — incluindo três bolas de três. É desse tipo de performance que a gente lembra quando fala de jovens talentos explodindo na NBA. O garoto tem apenas 21 anos e já tá mostrando que pode carregar um time nas costas.

    Charlotte voltou a sorrir

    Depois de duas derrotas seguidas em casa (Sixers e Celtics), os Hornets precisavam dessa goleada pra recuperar a moral. E que recuperação! LaMelo Ball distribuiu nove assistências numa noite em que o time teve 28 assistências no total — um basquete bonito de se ver, daqueles que flui que nem água.

    Miles Bridges contribuiu com 19 pontos, e Moussa Diabaté dominou o garrafão com um double-double (10 pontos e 12 rebotes). O mais impressionante? Charlotte acertou 54,5% dos arremessos no primeiro quarto e nunca tirou o pé do acelerador.

    Nets seguem na fossa

    Cara, o que tá acontecendo no Brooklyn é de partir o coração. 18 vitórias em 76 jogos? Onze derrotas nas últimas doze partidas? Josh Minott, que ninguém conhecia há seis meses, foi o cestinha do time com 14 pontos — isso diz tudo sobre onde os Nets chegaram.

    É aquela situação clássica de reconstrução total, mas ainda assim dói ver um time que há poucos anos sonhava com o título apanhando dessa forma. A defesa permitiu apenas 86 pontos — empatou a melhor marca defensiva da temporada dos Hornets, que já tinham feito isso contra Toronto em dezembro.

    E aí, vocês acham que Charlotte consegue brigar por uma vaga nos playoffs? Com 40-36, eles tão empatados com Miami na nona posição do Leste, apenas meio jogo atrás do Orlando. Não é impossível, né?

  • Magic quebra jejum com vitória suada sobre os Suns de Booker

    Magic quebra jejum com vitória suada sobre os Suns de Booker

    Olha, eu não esperava que o Magic ia conseguir quebrar essa sequência horrível, mas eles foram lá e venceram os Suns por 115-111 numa partida que foi muito mais dramática do que deveria ser.

    Desmond Bane comandou a parada com 21 pontos, enquanto Jalen Suggs fez um daqueles jogos completos que a gente ama ver: 20 pontos, 8 rebotes e 7 assistências. Cara, o Suggs tá evoluindo demais nessa temporada, virou um jogador completamente diferente.

    Devin Booker quase estraga tudo

    Do lado dos Suns, o Devin Booker fez o que sempre faz — marcou 34 pontos e quase arrancou a vitória sozinho. O maluco acertou uma bomba de três pontos faltando apenas 3,1 segundos pro fim, deixando o jogo em apenas dois pontos de diferença. Meu coração não aguenta essas emoções.

    Sorte que o Tristan da Silva foi na linha de lance livre e converteu os dois arremessos que selaram a vitória. Ufa!

    Paolo Banchero fazendo o básico bem feito

    O Paolo teve mais uma noite sólida: 19 pontos, 9 rebotes e 8 assistências. Quase um triple-double! O garoto tá cada vez mais maduro, assumindo a responsabilidade quando o jogo aperta. E olha que o Magic cometeu absurdos 25 turnovers — imagina se tivessem cuidado melhor da bola?

    Wendell Carter Jr. também deu sua contribuição com 15 pontos e 12 rebotes. Double-double básico, mas essencial.

    Uma curiosidade: Dillon Brooks voltou a jogar depois de quebrar a mão num jogo contra… o próprio Magic! O cara voltou meio nervoso, levou um técnico logo com 1m29s de jogo e terminou com apenas 9 pontos em 22 minutos cheios de faltas.

    Sinceramente, essa vitória pode ser o que o Magic precisa pra ganhar confiança. Eles só tinham vencido uma das últimas nove partidas — números de time brigando pra não ir pro play-in. Mas quando você tem talento como Banchero, Suggs e agora o Bane contribuindo, sempre pode dar zebra.

    E vocês, acham que o Magic consegue embalar e brigar por uma vaga melhor nos playoffs? Ou foi só mais uma vitória isolada?

  • Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Olha, eu tô com uma sensação boa sobre esse jogo entre Magic e Suns hoje à noite. Os dois times estão naquela correria pra não cair no play-in — Phoenix em 7º no Oeste, Orlando em 8º no Leste. É aquele tipo de partida que define temporada.

    O Suns vem de uma goleada no Memphis ontem (131-105), mas jogar fora de casa tem sido complicado pra eles — só 18 vitórias em 36 jogos longe de Phoenix. Já o Magic perdeu feio pro Toronto no domingo (139-87), mas em casa é outra história: 22-14 no Kia Center.

    Devin Booker vs Paolo Banchero: o duelo das estrelas

    As projeções apontam Booker fazendo uns 25 pontos, enquanto Paolo Banchero deve chegar nos 24. Sinceramente? Acho que o italiano vai ter uma noite especial. Ele tá jogando um basquete absurdo essa temporada e, com a torcida em casa, pode fazer a diferença.

    O Phoenix tem média de 112.7 pontos por jogo, enquanto Orlando marca 115.3. Não são números espetaculares, mas os dois times sabem marcar quando precisam.

    Over parece certeza nesse confronto

    A linha está em 224.5 pontos totais, e cara… eu tô vendo os dois times passando fácil disso. Nos últimos dois jogos entre eles, sempre passou do total. No Magic, isso aconteceu em 20 dos últimos 37 jogos em casa.

    Olhando os elencos, Phoenix deve ter pelo menos cinco caras fazendo 10+ pontos, assim como Orlando. É muita gente que sabe jogar bola dos dois lados.

    O Magic é favorito por 2 pontos — uma diferença mínima que mostra como o jogo tá equilibrado. Vocês acham que os donos da casa conseguem segurar a pressão? Eu tô apostando que sim, especialmente com Paolo comandando o ataque e a torcida empurrando.

    Vai ser daqueles jogos que define quem dorme tranquilo e quem fica nervoso pensando no play-in. E olha, eu não perderia esse duelo por nada!

  • Amar’e Stoudemire e Doc Rivers no Hall da Fama? Era hora!

    Amar’e Stoudemire e Doc Rivers no Hall da Fama? Era hora!

    Olha só que notícia chegou aqui no Sexto Homem! A classe de 2026 do Basketball Hall of Fame já tem seus principais nomes confirmados, e cara… que lineup absurdo. Amar’e Stoudemire, Doc Rivers, Candace Parker e Mark Few vão entrar pro panteão do basquete.

    Sinceramente? Era mais que hora do Stoudemire ser reconhecido. O cara foi um MONSTRO naqueles Suns revolucionários dos anos 2000. Lembram do “Seven Seconds or Less”? Aquele basquete frenético que mudou a NBA pra sempre? O Amar’e era peça fundamental ali, fazendo dupla mortal com o Steve Nash.

    O legado do Stoudemire que muita gente esquece

    Drafted em 9º lugar em 2002, direto do ensino médio (época em que isso ainda rolava), Stoudemire virou All-Star cinco vezes em Phoenix. E olha, não eram seleções de “ah, sobrou uma vaga”. O cara MERECIA estar lá. Aquelas enterradas dele eram de outro mundo – literalmente voava na quadra.

    Claro que a passagem pelo Knicks não foi o que esperávamos. As lesões acabaram com muito do atleticismo dele, mas mesmo assim conseguiu mais uma seleção pro All-Star Game. E vocês sabiam que ele ainda tentou uma no Heat em 2016? Guerreiro até o fim.

    Doc Rivers: números que impressionam

    Agora o Doc Rivers… cara, 1.191 vitórias como técnico! É o sexto na história da NBA. E aquele título dos Celtics em 2008? Que jogaço foi aquela final contra os Lakers. Paul Pierce, KG, Ray Allen… que time era aquele, meu Deus.

    “Significaria tudo pra mim”, disse o Rivers essa semana. E olha, dá pra sentir a emoção nas palavras dele. O cara falou que recebeu centenas de ligações de ex-jogadores depois da indicação – até de caras que ele achava que não gostavam mais dele. Isso mostra o respeito que ele conquistou ao longo da carreira.

    E aí, pessoal do Sexto Homem, vocês acham que essa classe de 2026 tá no nível? Na minha opinião, tanto o Stoudemire quanto o Rivers mereciam ter entrado antes. Mas melhor tarde do que nunca, né?

    O anúncio oficial da classe completa rola no sábado, durante o Final Four. Vamos ficar de olho porque sempre tem surpresas nessas cerimônias. E uma coisa é certa: essa turma vai deixar saudade nos discursos de posse!

  • Nets vs Hornets: LaMelo Ball e Miller querem vaga nos playoffs

    Nets vs Hornets: LaMelo Ball e Miller querem vaga nos playoffs

    Olha só que duelo interessante temos hoje: Charlotte Hornets visitam o Brooklyn Nets no Barclays Center, e sinceramente, essa partida tem tudo pra ser mais disputada do que o esperado.

    Os Hornets (39-36) estão brigando pra caramba por uma vaga nos playoffs — quarta posição na divisão não é nada mal, mas a Conferência Leste tá pegando fogo. Do outro lado, o Nets (18-57) tá tendo uma temporada pra esquecer, mas conseguiu quebrar uma sequência de derrotas recentemente. E detalhe: a série entre os times tá empatada 1-1. Ou seja, vale tudo hoje.

    O show de LaMelo Ball contra a juventude do Brooklyn

    Cara, ver o LaMelo Ball jogando é sempre um espetáculo. O cara tá fazendo uma temporada monstro: 19.7 pontos e 7.0 assistências por jogo. Junto com Brandon Miller (20.3 pontos), eles formam uma dupla que pode explodir a qualquer momento. Miller virou um cestinha mesmo, evoluiu demais.

    Do lado do Nets, a situação é complicada sem o Michael Porter Jr., mas o Ziaire Williams tá aproveitando a oportunidade. Nas últimas cinco partidas, o cara tá fazendo mais de 17 pontos por jogo. Nada mal pra quem tá assumindo responsabilidade maior. E olha que interessante: os garotos Nolan Traore e Ben Saraf vão ter que mostrar serviço contra uma defesa experiente.

    O fator garrafão pode decidir

    Moussa Diabate vai ser fundamental pros Hornets no rebote. O Brooklyn tem sofrido demais na consistência do garrafão, e isso pode ser decisivo. Grant Nelson vai ter que fazer hora extra na proteção do aro, porque o ataque de Charlotte é bem agressivo.

    Na minha opinião, os Hornets levam essa. Eles têm muito mais a perder — playoff spot não é brincadeira. O Nets até pode incomodar jogando em casa, mas a diferença de elenco é grande demais.

    Vocês acham que o Brooklyn consegue surpreender? Eu não duvido de nada nessa NBA maluca.

    Onde assistir e apostas

    O jogo começa às 20h30 (horário de Brasília) e vai passar nos canais locais. Pras apostas, Charlotte é favorito por 8.5 pontos — parece razoável considerando o momento dos times.

    Minha previsão: Hornets 112 x 101 Nets. LaMelo e Miller fazem a diferença no segundo tempo.

  • Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Pistons x Raptors: duelo pelo playoff que pode definir tudo

    Cara, que jogo temos pela frente nesta terça-feira! Os Detroit Pistons recebem o Toronto Raptors no Little Caesars Arena, e olha, não é qualquer partida não. Estamos falando de um confronto direto que pode mexer com toda a classificação do playoff na Conferência Leste.

    Os Pistons estão voando com 54 vitórias e apenas 21 derrotas — quem diria que veríamos Detroit brigar pelo primeiro seed geral da liga? Do outro lado, os Raptors (42-32) fizeram uma segunda metade de temporada absurda e agora querem garantir uma boa posição pra pós-temporada.

    O que torna esse jogo especial

    A série entre os times está empatada em 1-1, então hoje é literalmente o “vale tudo” do confronto direto. E que confronto de estrelas, meu amigo!

    Detroit vem com a dupla Cade Cunningham e Jalen Duren mandando muito. O Cade tá numa temporada monstro com 23.4 pontos e 8.1 assistências por jogo — o garoto evoluiu demais. Já o Duren no garrafão é uma máquina: 11.8 rebotes por partida e impressionantes 62.8% de aproveitamento nos arremessos.

    Mas os Raptors não vieram pra passear. A chegada do Brandon Ingram no meio da temporada mudou completamente o time. Ele tá fazendo 20.5 pontos por jogo desde que chegou, formando uma dupla letal com Scottie Barnes (21.2 pontos, 8.4 rebotes). Sinceramente? Esse Toronto virou um dos times mais perigosos no contra-ataque.

    Onde o jogo vai se decidir

    Na minha visão, vai ser uma guerra no rebote. O Duren e Isaiah Stewart vão tentar dominar Jakob Poeltl e companhia no garrafão. Mas olha, os Raptors têm uma vantagem nas alas — esse comprimento deles pode incomodar muito o ataque dos Pistons.

    O rookie Collin Murray-Boyles dos Raptors vai ter um teste de fogo contra a defesa veterana de Detroit. E vocês acham que ele aguenta a pressão?

    As odds colocam Detroit como favorito por 2.5 pontos, o que faz sentido jogando em casa com esse retrospecto absurdo. Mas cara, Toronto com Ingram e Barnes pode surpreender qualquer um — eles têm aquele fator “time jovem sem nada a perder”.

    O over/under tá em 219.5 pontos, mas eu acho que vai ser um jogaço mais truncado. Defesas sólidas dos dois lados, muita intensidade de playoff… não me surpreenderia se ficasse abaixo dos 215.

    Onde assistir: O jogo rola às 21h (horário de Brasília) nos canais Bally Sports Detroit e Sportsnet, além do streaming pelo Fubo.

    Olha, eu não esperava ver Detroit brigando pelo topo da conferência no início da temporada, mas aqui estamos. E os Raptors provaram que nunca devemos subestimar a cultura de basquete de Toronto. Vai ser um jogaço!

  • Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Olha, vou ser sincero com vocês: não esperava estar falando sobre um Mavs x Bucks em março com os dois times praticamente eliminados dos playoffs. Mas é isso aí que temos hoje às 22h (horário de Brasília), no Fiserv Forum.

    Dallas está com 24-51 na temporada, Milwaukee com 29-45. Números que doem no coração de qualquer fã, mas calma — tem coisa interessante pra acompanhar nesse jogo.

    A ascensão meteórica de Cooper Flagg

    O grande destaque da noite é Cooper Flagg, o rookie dos Mavs que virou sensação depois da saída do Luka. Cara, esse moleque está fazendo números absurdos: 20.3 pontos, 6.5 rebotes e 4.3 assistências por jogo. Com 46.8% nos arremessos de quadra, ele está disparado na corrida pelo Rookie of the Year.

    Não vou mentir — quando soube que o Luka tinha saído de Dallas, pensei que seria um desastre total. Mas esse Flagg chegou chegando, sabe? É daqueles jogadores que você vê e já pensa: “esse vai longe”.

    Do outro lado, os Bucks estão se virando sem o Giannis (ainda machucado) e apostando na dupla Ryan Rollins e Kyle Kuzma. Rollins, inclusive, tem feito uma temporada interessante: 17 pontos e 5.6 assistências por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que muita gente nem conhecia direito…

    A batalha tática que pode definir tudo

    Aqui é onde fica interessante do ponto de vista tático. Milwaukee está arrebentando de três — são o 5º melhor time da liga nos arremessos do perímetro. E olha que isso é com um elenco meio bagunçado!

    Dallas vai tentar responder com Klay Thompson, que mesmo veterano ainda é um monstro de longe (41.5% nos três pontos). O problema é que a defesa perimetral dos Mavs anda inconsistente pra falar pouco.

    Myles Turner vai ser crucial defendendo o garrafão contra o ataque de transição de Dallas, que adora correr. E vocês sabem como é — quando os times não têm mais nada a perder, o jogo fica solto e os pontos aparecem.

    Vale a pena assistir?

    Sinceramente? Vale sim. Jogos assim, sem pressão de playoffs, às vezes rendem os melhores espetáculos. Os caras jogam mais relaxados, arriscam mais jogadas, e sempre tem alguma pérola escondida pra descobrir.

    Além disso, ver o Flagg jogando é praticamente obrigatório agora. O moleque pode facilmente fazer um triple-double hoje — e olha que não é papo furado não.

    As odds estão praticamente empatadas (Dallas -1), o que mostra que realmente pode dar zebra. Milwaukee em casa, com a torcida empurrando e um time que sabe atirar de três… eu não descarto uma surpresa.

    E aí, vocês acham que o Flagg consegue manter o ritmo de candidato a Rookie of the Year? Ou os Bucks vão dar o troco em casa mesmo desfalcados?