Autor: Leandro Amorim

  • Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Mark Cuban falou o que todo mundo já desconfiava: se arrependeu amargamente de ter vendido o Dallas Mavericks. Não de ter vendido — mas pra quem vendeu.

    Em um podcast que saiu essa semana, o ex-dono foi direto ao ponto: “Não me arrependo de ter vendido. Me arrependo de pra quem vendi. Cometi muitos erros no processo”.

    O pesadelo começou com a venda de US$ 3,5 bi

    Cara, quando Cuban vendeu a maioria das ações pros grupos Adelson e Dumont em dezembro de 2023, ele jurava de pé junto que ia continuar mandando no basquete. “Nada muda, só minha conta bancária”, falou na época.

    Que inocência, né? Patrick Dumont assumiu como governador da franquia e Cuban — que ficou com 27% — foi sendo empurrado pra escanteio aos poucos. E o pior: não tinha nada no contrato garantindo que ele continuaria no comando do basquete.

    Na real, Cuban vendeu porque disse que era caro demais manter um time competitivo sendo um “bilionário classe média” (imagina ser pobre assim, né?). Mas agora admitiu que o peso emocional também contava: “Você ouve a paixão… agora imagina subir e descer assim a cada jogo. É difícil”.

    A catástrofe do trade do Luka

    Se Cuban já estava irritado sendo ignorado, imagina quando soube que trocaram o Luka Dončić pro Lakers — e só ficou sabendo depois que o negócio já estava fechado!

    Mano, esse trade é considerado um dos piores da história do esporte. Nico Harrison, o GM na época, mandou o cara que levou o Mavs até as Finais de 2024 embora em fevereiro de 2025. Cuban ficou pistola, obviamente.

    Harrison foi demitido em novembro quando o time estava 3-8 e Anthony Davis (que veio na troca) machucado. Cuban até fez lobby nos bastidores pra demissão acontecer. Achou que ia voltar a ter voz ativa no basquete — mas não rolou.

    E agora? Cooper Flagg não salva essa bagunça

    Olha só a ironia: o Mavs teve 1,8% de chance na loteria do draft e pescou a primeira escolha geral. Pegaram Cooper Flagg, que tá concorrendo a Calouro do Ano.

    Mas de que adianta? O time tem 24-51 de campanha — sexto pior da liga. Davis jogou só 29 partidas antes de ser trocado pro Washington Wizards numa operação pra livrar salário.

    Sinceramente, Cuban deve acordar todo dia se perguntando: “Por que raios vendi meu time pra essa galera?” A paixão dele pelo Mavs era real, mas agora só sobrou o gosto amargo de ter entregado seu bebê nas mãos erradas.

    E vocês, acham que Cuban tem razão de reclamar ou isso é só ego ferido de bilionário?

  • Bulls tentam quebrar jejum de 4 derrotas contra os Pacers

    Bulls tentam quebrar jejum de 4 derrotas contra os Pacers

    Olha, não vou mentir — tá difícil ser fã dos Bulls ultimamente. Quatro derrotas seguidas e a sensação de que o time tá meio perdido em quadra. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que sempre pode aparecer um jogo pra virar a chave, né?

    Amanhã à noite, o United Center recebe os Indiana Pacers, e sinceramente? Se não conseguir vencer esse jogo, aí a situação fica complicada mesmo. Os Pacers estão com 17-58 na temporada — praticamente na briga pela primeira pick do draft. Chicago tá melhor (29-46), mas também não é nada pra se orgulhar.

    O que esperar dos Bulls

    Josh Giddey tá sendo o cara do time, convertendo 45.1% dos arremessos e fazendo 17.2 pontos por jogo. O australiano tem tudo pra ser uma peça importante no futuro dos Bulls. Matas Buzelis também tem mostrado serviço — nos últimos dez jogos, o cara tá acertando 3.0 bolas de três em média. Não é monstro, mas tá evoluindo.

    O problema? A defesa tá um caos. Chicago tá permitindo 121.1 pontos por partida. Cara, isso é coisa de time que quer mesmo é tankar pela loteria do draft. E olhando os desfalques — Anfernee Simons (pulso), Jalen Smith (panturrilha), Nick Richards (cotovelo) — dá pra entender o porquê.

    Pacers também tão sofrendo

    Do outro lado, Indiana não tá muito melhor. Pascal Siakam segue como principal referência ofensiva (23.8 pontos, 6.7 rebotes), mas o cara tá praticamente sozinho. Tyrese Haliburton, que era pra ser o armador franquia, tá fora pro resto da temporada com lesão no tendão de Aquiles. Isso machuca.

    Nos últimos dez jogos, ambos os times estão com 2-8. É tipo escolher entre peste e cólera, mas pelo menos promete ser um jogo aberto, com bastante pontuação. Os Pacers ganharam o último confronto por 113-110 em janeiro, num jogaço que Siakam e Buzelis fizeram 20 pontos cada.

    Na minha opinião, essa é uma daquelas partidas que pode definir o resto da temporada pros Bulls. Conseguem quebrar o jejum e ganhar um pouco de moral, ou vão continuar nessa ladeira escorregadia?

    Vocês acham que o Giddey consegue comandar essa virada de página?

  • Jazz na pior em casa: consegue parar o Jokic e os Nuggets?

    Jazz na pior em casa: consegue parar o Jokic e os Nuggets?

    Olha só a situação do Utah Jazz: quatro derrotas consecutivas jogando em casa. Quatro! E agora vai receber justamente o Denver Nuggets, que tá voando com 8 vitórias nos últimos 10 jogos. Sinceramente, não sei se consigo ver luz no fim do túnel pra esse Jazz.

    O time de Salt Lake City tá numa situação complicada mesmo — 21 vitórias e 55 derrotas na temporada. Pior defesa da Conferência Oeste, tomando 125.4 pontos por jogo. Os caras deixam os adversários acertarem quase 50% dos arremessos. É de chorar.

    Jokic é monstro demais pra esse Jazz

    Do outro lado, você tem Nikola Jokic fazendo mais um triple-double quase que por brincadeira — 27.9 pontos, 12.9 rebotes e 10.8 assistências de média. No último confronto entre os times, há poucos dias, ele cravou 33 pontos na vitória por 135-129.

    E não é só o sérvio não. Jamal Murray tá encaixando as bolas de três também, assim como todo o ataque dos Nuggets que tem a quinta melhor média de assistências da liga (28.8 por jogo). Quando esse time tá entrosado, é difícil de parar.

    Kyle Filipowski até que vem jogando bem pelo Jazz, com 11.1 pontos e 49.5% de aproveitamento, mas cara… olha essa lista de contundidos do Utah: Lauri Markkanen fora, Keyonte George machucado, Walker Kessler perdeu a temporada toda. É praticamente metade do time no departamento médico.

    Matemática cruel

    Os números não mentem: nos últimos 10 jogos, o Jazz ganhou apenas 1. Um jogo! Enquanto isso, Denver tem 8 vitórias no mesmo período, fazendo média de 127 pontos por partida.

    Vocês acham que tem alguma chance do Jazz conseguir quebrar essa sequência negativa em casa? Eu, particularmente, acho difícil. Não com essa defesa furada e enfrentando um dos melhores times do Oeste.

    O jogo rola na quarta-feira, às 22h (horário do Leste americano). Pode ser que o Jazz surpreenda jogando em casa, mas realísticamente falando… Denver tem tudo pra confirmar o favoritismo e deixar Utah ainda mais na pior nessa temporada já perdida.

  • Wemby meteu 41 pontos e agora pega os Warriors sem Curry

    Wemby meteu 41 pontos e agora pega os Warriors sem Curry

    Gente, o Victor Wembanyama tá simplesmente jogando videogame na vida real. O francesinho destruiu os Bulls com 41 pontos na última partida dos Spurs, e agora vai encarar o Golden State numa quarta-feira que promete ser épica.

    Olha só a situação: San Antonio chegou nos 57 vitórias (contra apenas 18 derrotas!) e tá voando como segundo colocado no Oeste. Do outro lado, os Warriors estão patinando com 36-39 e brigando pra não ficar de fora dos playoffs. E o pior? Stephen Curry tá machucado e não joga.

    Os números não mentem

    Sinceramente, eu não esperava ver os Warriors nessa situação em 2026. Sem Curry em quadra, o time de San Francisco tá dependendo muito do Brandin Podziemski (13.3 pontos por jogo) e do nosso brasileiro Gui Santos, que tá fazendo 16.6 pontos nas últimas 10 partidas. Gui tá jogando pra caramba, mas convenhamos — segurar o Wemby não vai ser moleza.

    E por falar no gigante francês… cara, 23.4 pontos de média nos últimos 10 jogos, sendo que acabou de meter 41 nos Bulls. O moleque tá numa fase absurda. De’Aaron Fox (que agora joga pelos Spurs, pelo jeito) também tá contribuindo com 18.6 pontos e 6.2 assistências por partida.

    David contra Golias?

    Na real, olhando os números dos últimos 10 jogos, não tem nem comparação. Os Spurs ganharam 9 de 10, fazendo 124.7 pontos por partida. Os Warriors? Só 4 vitórias em 10, sofrendo 119.4 pontos por jogo da oposição.

    A defesa dos Spurs tá permitindo apenas 109.4 pontos nos últimos jogos — uma diferença brutal. E tem mais: San Antonio já ganhou dos Warriors três vezes nesta temporada, incluindo aquela surra de 126-113 em fevereiro.

    Jimmy Butler também tá fora da temporada toda por lesão no joelho, então o Golden State tá realmente remendado. Draymond Green continua distribuindo suas 5.4 assistências por jogo, mas sem o Curry pra finalizar as jogadas, fica difícil.

    Vocês acham que os Warriors conseguem uma zebra em casa? Porque pelo que tô vendo, os Spurs chegam como favoritos absolutos — e com razão. Wemby tá numa fase que lembra o que o Shaq fazia nos anos 2000. Quando um cara de 2,24m decide que vai dominar, é complicado parar.

  • JJ Redick mete o louco: ‘Luka é o MVP da temporada’

    JJ Redick mete o louco: ‘Luka é o MVP da temporada’

    Olha, eu não esperava isso. JJ Redick simplesmente saiu do armário e declarou que Luka Dončić é o MVP da temporada — e cara, depois dos números que o esloveno vem colocando, eu tô começando a concordar com o treinador dos Lakers.

    “Se continuarmos terminando a temporada do jeito que estamos jogando agora, e ele continuar jogando desse jeito — para mim, ele é o MVP”, disparou Redick antes da vitória de 120 a 101 contra os Wizards na segunda-feira.

    Os números não mentem

    Desde 28 de fevereiro, Luka tá fazendo uma coisa absurda: médias de 36.5 pontos, 8.1 rebotes e 7.1 assistências. Trinta e seis e meio de média, gente! E os Lakers? 14 vitórias em 16 jogos nesse período. Coincidência? Acho que não.

    Pra vocês terem uma ideia da fase monstruosa dos Lakers, eles estão 25-10 desde 18 de janeiro. É muita pancada seguida.

    “Ele é o motor que está movendo todas as nossas vitórias”, continuou Redick. “Claro, temos vários caras brilhando em seus papéis, mas ele é o piloto.” E sinceramente, difícil discordar. O cara de 27 anos simplesmente resolveu carregar o time nas costas.

    A revolta do Luka

    Aqui que fica interessante (e meio revoltante também). Luka terminou em terceiro na votação do MVP na temporada 2023-24 — a melhor colocação da carreira dele. Mas ele não tá nada satisfeito com como anda a consideração para o prêmio este ano.

    “Quanto melhor eu jogo, mais eu desço no ranking”, desabafou Luka em espanhol. “Então não sei o que mais posso fazer.”

    Cara, eu entendo a frustração do cara. Os números estão ali, o time tá ganhando, e mesmo assim parece que ele não recebe o reconhecimento que merece. Vocês acham que rola uma conspiração contra jogadores europeus na votação do MVP? Porque, convenhamos, se fosse um americano fazendo isso, já estariam chamando de melhor jogador do universo.

    Na minha visão, se os Lakers realmente chegarem nos playoffs como um dos melhores times do Oeste (e tudo indica que vão), vai ser muito difícil ignorar o que Luka tá fazendo. JJ Redick pode ter jogado a bomba certa na hora certa.

  • Kentucky mira ex-NBA Mo Williams pro staff do Mark Pope

    Kentucky mira ex-NBA Mo Williams pro staff do Mark Pope

    Olha, essa é dessas notícias que quando eu li pensei: faz todo sentido. O Kentucky tá de olho no Mo Williams pra ser assistente técnico do Mark Pope, segundo fontes da ESPN.

    Williams tá atualmente comandando o Jackson State, mas pelo visto a tentação de voltar pro Kentucky é grande — e não é só pelo dinheiro, não. O filho dele, Mason, acabou de se comprometer com os Wildcats semana passada. Coincidência? Acho difícil.

    Uma jogada calculada dos Wildcats

    O interesse é mútuo, segundo as fontes, e tudo indica que o negócio vai sair mesmo. E eu sinceramente acho que seria uma contratação inteligente pra caramba. O cara tem 19 anos de NBA nas costas, passou por Cleveland (onde foi peça importante no título de 2016), Portland, Minnesota… Experiência não falta.

    Além disso, Williams conhece bem o mundo universitário também. Depois de pendurar as chuteiras, foi pra Alabama State como técnico principal, mostrou serviço, e agora tá no Jackson State. O cara entende tanto de basquete profissional quanto do college.

    Pope precisava repor o staff

    E olha, o timing não podia ser melhor pro Kentucky. O Pope já perdeu o Jason Hart pro SMU e o Alvin Brooks III também não vai voltar como assistente. Ou seja, ele precisa montar um staff praticamente do zero.

    Contratar um cara que jogou na NBA por quase duas décadas pode ser a diferença na hora de recrutar. Imagina você sendo um prospecto de 17 anos e tendo a chance de ser treinado por alguém que dividiu quadra com LeBron James no título dos Cavs? É apelo que não acaba mais.

    E aí, vocês acham que o Williams vai mesmo largar o comando do Jackson State pra ser assistente no Kentucky? Na minha opinião, é uma jogada que faz sentido pra todo mundo — ele fica perto do filho e volta pro programa que sempre teve carinho especial.

  • LeBron faz triple-double histórico e Lakers vencem sem Luka suspenso

    LeBron faz triple-double histórico e Lakers vencem sem Luka suspenso

    Cara, o LeBron James simplesmente não para de impressionar. Aos 41 anos, o cara fez mais um triple-double (21 pontos, 12 assistências e 10 rebotes) e comandou os Lakers numa vitória tranquila por 120-101 sobre os Wizards, mesmo sem o Luka Dončić em quadra.

    Ah, e detalhe: essa foi a vitória de número 1.228 da carreira do King, incluindo playoffs. Sabe o que isso significa? Ele empatou com mais um recorde do Kareem Abdul-Jabbar. Monstro.

    Time coletivo sem o esloveno

    O Luka estava cumprindo suspensão de um jogo após levar seu 16º técnico da temporada — cara, 16 técnicos! Mas os Lakers nem sentiram falta. Seis jogadores marcaram dois dígitos, com Austin Reaves, Luke Kennard e Jaxson Hayes fazendo 19 pontos cada um. O Reaves ainda distribuiu 9 assistências, mostrando que tá evoluindo muito no seu papel de armador.

    Rui Hachimura contribuiu com 14 pontos e Deandre Ayton adicionou 12. Olha, eu sinceramente não esperava que o time funcionasse tão bem sem o Luka, mas o JJ Redick tá fazendo um trabalho absurdo como técnico.

    Momento pai e filho que emociona

    E teve um momento especial durante o jogo: LeBron e Bronny fizeram uma jogada de pick-and-roll que viralizou nas redes. Ver pai e filho jogando juntos na NBA ainda é surreal — quantas vezes vamos presenciar algo assim na história do basquete?

    “Ele é muito elogiável”, disse o técnico JJ Redick sobre LeBron após o jogo. “Não sei mais o que dizer sobre ele. Já tentei dar todas as versões do mesmo discurso sobre sua longevidade.”

    Com essa vitória, os Lakers chegaram ao seu 15º triunfo nos últimos 17 jogos. Time tá voando, galera. Terceira vitória consecutiva e uma sequência que coloca eles como sérios candidatos ao título.

    Os Lakers ainda tinham a chance de garantir vaga nos playoffs ou conquistar a Divisão do Pacífico ontem, mas precisavam de uma derrota dos Suns — que não veio. Phoenix venceu o Memphis por 131-105 e manteve a briga acesa.

    Próximo desafio? Cleveland Cavaliers em casa hoje à noite. Se vencerem, os Lakers chegam às 50 vitórias pela segunda temporada consecutiva — algo que não acontecia desde 2009-10 e 2010-11. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo nos playoffs?

  • NBA, FIBA e EuroLeague negociam liga revolucionária na Europa

    NBA, FIBA e EuroLeague negociam liga revolucionária na Europa

    Galera, vocês lembram daquelas conversas sobre a NBA criar uma liga própria na Europa? Pois é, parece que a coisa finalmente pode sair do papel. Segundo o jornalista Aris Barkas, do Euro Hoops, NBA, FIBA e EuroLeague vão retomar as negociações nos próximos dias para criar uma liga europeia totalmente reformulada.

    E olha, eu não vou mentir — sempre achei que isso era mais papo furado do que realidade. Mas com previsão para começar em 2027 e essa movimentação toda, tô começando a acreditar que pode rolar mesmo.

    A mudança de estratégia da NBA

    O que mudou? A NBA meio que baixou a bola. Antes, eles queriam chegar chegando e tomar controle total da parada, sabe como é. Agora estão mais na vibe de parceria com a EuroLeague. Em vez de revolucionar tudo, a ideia é expandir de 20 para 24 times.

    Faz sentido, né? Os investidores estão receosos de botar uma grana absurda numa liga do zero — e não é pra menos, são investimentos de centenas de milhões. Com a EuroLeague já estabelecida, fica mais fácil vender o peixe.

    A dúvida que fica é: esses quatro times novos vão ser afiliados diretos da NBA ou a liga americana vai só dar um apoio geral pra todos os 24? Sinceramente, acho que seria mais interessante ter alguns times com DNA 100% NBA.

    A confusão com a FIBA pode ter fim

    Aqui é onde a coisa fica interessante. A EuroLeague e a FIBA vivem numa guerra fria há anos por causa do calendário e dos jogadores. É aquela briga clássica: cada um puxa a sardinha pro seu lado.

    Com a NBA entrando na jogada, pode ser que essa treta finalmente se resolva. A NBA tem uma relação bem mais tranquila com a FIBA — até porque os americanos conseguem montar seleção competitiva mesmo sem os craques da NBA quando precisa.

    Imaginem só: uma liga europeia com o padrão NBA, calendário que não briga com as competições da FIBA, e ainda por cima mantendo a tradição europeia. Seria o melhor dos mundos, não acham?

    Cara, se isso realmente rolar, vai ser um divisor de águas no basquete mundial. A Europa já tem uma tradição gigantesca no esporte, e com a estrutura da NBA por trás… monstro demais.

  • Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Olha, eu sabia que ia ser difícil, mas não esperava uma surra dessas. Os Dallas Mavericks simplesmente foram destruídos em casa pelos Minnesota Timberwolves por 124 a 94. Trinta pontos de diferença. Em casa. É de doer.

    Cooper Flagg teve uma das piores noites da sua jovem carreira na NBA. O garoto não conseguia acertar nem água no mar, errando praticamente tudo que tentava. E não foi só ele não — quase todo mundo dos Mavs estava perdido, com exceção do Brandon Williams que pelo menos tentou manter a dignidade.

    Flagg precisa perder o medo do arremesso de 3

    Sinceramente, o que mais me incomodou no jogo do Flagg foi a falta de confiança nos chutes de longa distância. O moleque tem 19 anos e já tá com medo de tentar arremessos de 3? Isso não pode.

    Teve uma jogada no segundo quarto que resume bem: ele teve um chute livre de 3 pontos e preferiu forçar um arremesso de média distância horrível. Os Timberwolves perceberam isso rapidinho e começaram a dar espaço pra ele do perímetro, sabendo que ele não ia punir.

    O Rudy Gobert também incomodou demais o garoto no garrafão. Flagg conseguiu uma enterrada bacana com assistência do Williams e até deu uma bela tocada no francesão, mas a confiança não veio. Se ele não resolver essa questão do arremesso de 3, o teto dele vai ser bem limitado na liga.

    A realidade doeu: Mavs ainda não chegaram lá

    Esse jogo mostrou a diferença brutal entre um time que briga pelo título e os Mavericks atuais. Mesmo sem Naji Marshall e P.J. Washington, não ia fazer diferença nenhuma. A diferença de intensidade, execução e talento foi gritante.

    Os Wolves jogaram com intensidade de playoffs desde o primeiro quarto. O Anthony Edwards nem precisou forçar — os coadjuvantes resolveram o pepino tranquilamente. Enquanto isso, Dallas sofria pra criar qualquer coisa no ataque.

    A transição ofensiva de Minnesota foi uma aula. Os armadores dos Wolves aproveitaram cada erro dos Mavs e transformaram em pontos fáceis. E aquela precisão de 3 pontos? Monstruosa. Enquanto Dallas continuava pecando no que sempre peca: falta de chutadores confiáveis do perímetro.

    Na minha visão, jogos assim são importantes pra mostrar onde os Mavs realmente estão. Ainda tem muito trabalho pela frente se quiserem brigar com os grandes. A defesa no perímetro e os arremessos de 3 continuam sendo problemas gigantescos que precisam ser resolvidos na offseason.

    E aí, vocês acham que Flagg vai conseguir desenvolver esse chute de 3? Porque sem isso, vai ser difícil ele se tornar o jogador que todos esperamos.

  • SGA mete 47 pontos e Thunder vira monstro rumo aos playoffs

    SGA mete 47 pontos e Thunder vira monstro rumo aos playoffs

    Mano, o que é que esse Shai Gilgeous-Alexander tá fazendo? O cara simplesmente DESTRUIU os Pistons ontem à noite com 47 pontos numa vitória suada por 114-110 na prorrogação. E olha, não foi moleza não — foi aquele tipo de jogo que só quem acompanha NBA de verdade sabe valorizar.

    O atual MVP da liga (e candidato fortíssimo a repetir o prêmio) acertou 12 de 19 arremessos de quadra e teve uma noite ABSURDA na linha do lance livre: 21/25. Sinceramente? Ver esse cara jogar é uma aula de basquete. E tem mais: com essa performance, ele estendeu o recorde da NBA para 136 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Cento e trinta e seis! É brincadeira isso?

    Thunder fazendo história (de novo)

    Com essa vitória, o Thunder se tornou o primeiro time da temporada a chegar nas 60 vitórias. E pasmem: é a primeira vez que Oklahoma City ganha pelo menos 60 jogos em temporadas consecutivas. Esse time tá construindo algo especial, galera.

    A vitória manteve o Thunder dois jogos à frente do Spurs na liderança do Oeste. Foi a 15ª vitória em 16 jogos — um aproveitamento de outro mundo. Mas olha, não foi fácil não.

    Pistons sem time titular quase levaram a melhor

    Aqui que fica interessante (e meio constrangedor pro Thunder). Detroit tava praticamente sem time — Cade Cunningham fora com um pulmão colapsado, Jalen Duren machucado no joelho, Tobias Harris e Duncan Robinson com problemas no quadril. Basicamente jogaram com o time B.

    Mesmo assim, os caras quase ganharam! Paul Reed fez um double-double (21 pontos e 10 rebotes), Javonte Green contribuiu com 19 e Kevin Huerter adicionou 17. O Thunder, que tinha acabado de bater o Knicks no domingo, parecia meio lerdo em quadra.

    No último período, Detroit virou e chegou a abrir 97-90 com uma bomba do Daniss Jenkins. Aí que o SGA mostrou por que é MVP: seis pontos consecutivos pra cortar pra 97-96, e depois o Jaylin Williams (que tinha errado os primeiros cinco arremessos) acertou uma tripla do canto pra empatar em 99.

    O final foi dramático — Detroit teve posse nos segundos finais empatado em 101, mas Gilgeous-Alexander roubou a bola. Ele até acertou uma tripla que daria a vitória, mas foi marcada falta ofensiva. Jenkins errou uma bomba no último segundo e foi pra prorrogação.

    Na prorrogação, adivinhem? SGA fez 8 dos 13 pontos do Thunder nos cinco minutos extras. Esse cara é diferenciado mesmo.

    E aí, vocês acham que o Thunder tem cara de candidato real ao título esse ano? Com performances assim do SGA, fica difícil apostar contra…