Autor: Leandro Amorim

  • Booker meteu 36 pontos e os Suns destruíram Memphis por 26

    Booker meteu 36 pontos e os Suns destruíram Memphis por 26

    Cara, o Devin Booker simplesmente resolveu dar um show em Memphis ontem à noite. 36 pontos com um aproveitamento absurdo de 16/24 nos arremessos — isso é quase 67% de aproveitamento, gente. Os Suns passaram o rodo nos Grizzlies por 131-105, e foi uma daquelas noites que você lembra porque o Book é um dos cestinhas mais mortais da liga.

    O que mais me impressionou? O cara enterrou uma bola de 3 direto no buzzer do terceiro quarto. Imagina a cena: final de período, pressão total, e o maluco simplesmente manda ver de longe. Pura frieza.

    O momento que definiu o jogo

    A virada mesmo veio no último quarto. Memphis ainda estava respirando no pescoço — GG Jackson até empatou o jogo em 91-91 com uma enterrada linda. Mas aí que os Suns mostraram porque são um time perigoso quando estão ligados.

    Rasheer Fleming pegou um rebote ofensivo e converteu a segunda chance. Oso Ighodaro meteu uma enterrada. Collin Gillespie (que aliás fez 11 pontos só no último quarto) cravou uma bola de 3 e ainda emendou um arremesso de meia distância. Jordan Goodwin roubou uma bola e serviu Ryan Dunn numa bandeja rápida.

    Resultado? Uma sequência de 11-0 que quebrou o jogo. Sinceramente, quando você vê essas corridas, percebe a diferença entre um time que quer ganhar e outro que está apenas competindo.

    Phoenix mostrou que pode ser perigoso

    O que mais me chama atenção nessa vitória é como os Suns distribuíram bem o jogo. Jalen Green contribuiu com 21 pontos — o garoto está crescendo no momento certo da temporada. E olha só essa estatística: 50.5% nos arremessos de quadra e 17 bolas de 3 convertidas. Quando um time acerta 17 triplos, é muito difícil de parar.

    Memphis até tentou reagir com Tyler Burton (17 pontos) e Cam Spencer (16), mas não teve jeito. GG Jackson e Jahmai Mashack fizeram 14 cada, mas a diferença de profundidade do elenco ficou clara nos momentos decisivos.

    E aí, vocês acham que esse Phoenix pode incomodar nos playoffs? Porque com Booker nesse nível e o time todo contribuindo, eles têm tudo para ser aquele adversário que ninguém quer pegar na primeira rodada.

    Próximos jogos: Suns visitam Orlando amanhã, enquanto Memphis recebe o Knicks na quarta. Vai ser interessante ver se conseguem manter essa consistência em jogos consecutivos.

  • Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Cara, que jogaço do Miami Heat ontem à noite! Tyler Herro simplesmente resolveu destruir tudo no final e comandou uma virada espetacular contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 119-109. O cara meteu 30 pontos e mostrou porque é um dos mais clutch da liga.

    Mas não foi só o Herro não — Bam Adebayo também fez a sua parte com 23 pontos e 16 rebotes. Double-double absurdo do pivô, que tá mostrando consistência demais nessa reta final da temporada regular.

    Sequência final monstruosa

    O que mais me impressionou foi aquela sequência de 14-0 nos momentos finais. Sinceramente, quando vi o placar meio apertado, pensei “lá vamos nós de novo com o Heat sofrendo”. Mas não — eles simplesmente ligaram o modo playoff e meteram essa parcial que decidiu o jogo.

    Pelle Larsson também merece destaque: 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). O moleque tá evoluindo demais e pode ser uma peça importante nessa reta final. Miami tá na nona colocação do Leste, praticamente empatado com o Orlando Magic na oitava posição.

    Sixers com boa performance, mas não foi suficiente

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid fez os seus 26 pontos, mas faltou aquela pegada final que decide jogos. Tyrese Maxey teve uma noite completa com 23 pontos, 9 assistências e 7 rebotes — estatística de All-Star mesmo. Paul George contribuiu com 19 pontos, mas o time não conseguiu sustentar o ritmo quando o Heat apertou o cerco.

    Uma curiosidade: VJ Edgecombe, que é das Bahamas, teve uma torcida especial em Miami. Galera veio das ilhas só pra ver o moleque jogar e ficaram agitando bandeiras toda vez que ele fazia algo bom. Que atmosfera legal, né?

    Com essa vitória, o Heat mantém viva a esperança de sair da zona do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições dessa região — o que daria duas chances de classificação pros playoffs. Vocês acham que o time do Erik Spoelstra consegue essa façanha? Eu tô começando a acreditar, viu…

  • Cavs passaram sufoco contra o Jazz tankeando – vitória suada por 122-113

    Cavs passaram sufoco contra o Jazz tankeando – vitória suada por 122-113

    Olha, vou ser sincero com vocês: os Cavs ganharam do Jazz por 122-113, mas que susto desnecessário foi esse? Era pra ter sido um passeio no parque contra um time que tá claramente tankeando, mas quase viramos motivo de piada na NBA.

    O Utah Jazz chegou nesse jogo sem SEIS jogadores da rotação principal. Cara, eles perderam cinco seguidas e nove dos últimos dez jogos. Era literalmente impossível perder essa, né? Mas os Cavs conseguiram tornar tudo dramático no último período.

    Evan Mobley salvou a pátria

    Se não fosse o Evan Mobley no quarto período, eu não sei como seria o final dessa história. O cara simplesmente resolveu ser dominante quando mais precisávamos – 10 pontos nos últimos 12 minutos, incluindo uma sequência absurda que decidiu o jogo.

    Foram três possessões seguidas que mostraram porque ele é special: uma bandeja com falta, uma enterrada de alley-oop do Sam Merrill, e outro and-one no pick-and-roll com o Harden. Transformou uma vantagem de 3 pontos numa liderança de 11 e matou o jogo.

    No final das contas, Mobley fechou com 34 pontos, 17 rebotes, 3 assistências e 3 tocos. Monstro absurdo. E ainda acertou 15 dos 21 arremessos – isso é eficiência, pessoal.

    Mitchell e Harden fizeram a parte deles

    Donovan Mitchell também cravou 34 pontos com 10-18 nos arremessos. Nada de novo por aqui – o cara é uma máquina de pontos quando precisa ser.

    Mas quem me impressionou mesmo foi o James Harden. Olha, eu sei que muita gente torce o nariz pro Barbudo, mas 14 assistências pelo segundo jogo seguido? O cara ainda sabe orquestrar um ataque como poucos. E ainda contribuiu com 13 pontos e 6 rebotes.

    Sinceramente, com os três melhores jogadores jogando nesse nível, essa vitória deveria ter sido bem mais tranquila. Mas aí vem o problema…

    Defesa de perímetro continua preocupante

    Os Cavs erraram 26 das 32 tentativas de três pontos. Isso é 18,8% de aproveitamento, gente! Não dá pra ganhar jogo assim na NBA moderna.

    E do outro lado? O Jazz acertou 15 das 29 tentativas de longa distância – mais de 50%! Cody Williams fez 26 pontos e Kyle Filipowski contribuiu com um double-double de 20 pontos e 10 rebotes.

    Essa fragilidade defensiva no perímetro tá me preocupando seriamente. Contra times melhores que o Jazz, isso vai custar caro. E vocês acham que isso vai ser resolvido até os playoffs?

    Agora é foco total no próximo desafio: Lakers com Luka Doncic na terça-feira. Esse sim vai ser um teste de verdade pra ver se os Cavs aprenderam alguma coisa com esse susto desnecessário.

  • Edwards volta e Wolves fazem massacre histórico nos Mavs

    Edwards volta e Wolves fazem massacre histórico nos Mavs

    Cara, que sacolejada foi essa? Os Timberwolves simplesmente destruíram os Mavericks ontem à noite em Dallas, 124-94. E olha que não foi nem apertado — foi um massacre mesmo.

    Julius Randle, que é de Dallas, chegou em casa e meteu 24 pontos. Imagina a sensação de voltar na sua cidade natal e fazer isso? O cara deve ter dormido sorrindo. Mas a grande notícia mesmo foi o retorno do Anthony Edwards após seis jogos fora.

    Ant voltou com tudo (mesmo saindo do banco)

    Edwards estava escalado como titular, mas chegou atrasado na quadra e acabou entrando só depois de dois minutos. Mike Conley assumiu o lugar dele no começo. Mesmo assim, Ant fez seus 17 pontos saindo do banco. Nada mal pra quem estava parado há um tempão, né?

    E tem um detalhe interessante: Edwards precisa jogar TODOS os jogos restantes da temporada pra bater o mínimo de 65 jogos e ser elegível pro All-NBA. Pressão zero, imagina.

    Ayo Dosunmu foi outro que brilhou. O cara que veio do Chicago fez seu primeiro triple-double como jogador dos Wolves: 16 pontos, 15 rebotes e 12 assistências. Triple-double completo, monstro!

    Mavs em crise total — situação tá feia mesmo

    Do outro lado, sinceramente, tá difícil ver os Mavericks assim. Eles perderam os últimos 13 jogos em casa. Treze! É o pior jejum da história do American Airlines Center, que já tem 25 anos.

    Daniel Gafford foi o cestinha dos Mavs com 21 pontos, mas não deu nem pra disfarçar. Cooper Flagg, o rookie sensação, fez apenas 12 pontos com 5/19 nos arremessos. Começou 1/10 — deve ter sido frustrante demais.

    Os Wolves (46-29) assumiram sozinhos a quinta posição no Oeste, meio jogo à frente do Houston que não jogou. Já os Mavericks… bem, 24-51 e caminhando pro lottery. A diferença foi gritante.

    Minnesota abriu 23-10 ainda no primeiro quarto com uma sequência de 19-2 e nunca mais foi ameaçado. No último quarto chegaram a ter 33 pontos de vantagem. Foi humilhação mesmo.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem manter esse ritmo nos playoffs? Com Edwards voltando forte e Randle jogando assim, eles podem incomodar qualquer um no Oeste.

  • Mazzulla detona prêmio de Treinador do Ano: ‘É estúpido’

    Mazzulla detona prêmio de Treinador do Ano: ‘É estúpido’

    Olha, eu já vi técnico humilde, mas o Joe Mazzulla dos Celtics conseguiu elevar isso a outro nível. O cara é cotado pra levar o prêmio de Treinador do Ano e simplesmente mandou a real: “Eu acho que é um prêmio estúpido. Eles não deveriam ter isso.”

    Monstro, né? Em pleno 2024, com todo mundo politicamente correto, o Mazzulla vai lá e fala que não quer nem conversar sobre o assunto. E o melhor — ou pior, dependendo do seu ponto de vista — é que ele tem razão de sobra pra estar na disputa.

    Os números não mentem

    Cara, os Celtics estão com a quinta temporada consecutiva de 50+ vitórias. Isso mesmo, QUINTA seguida. E olha que não foi moleza não — eles perderam peças importantes no verão e ainda tiveram que lidar com o Jayson Tatum machucado boa parte da temporada com lesão no tendão de Aquiles.

    Mesmo assim, lá estão eles na segunda colocação do Leste. Sinceramente, acho que é trabalho pra Treinador do Ano mesmo, mas o próprio cara não quer saber disso.

    “Não preciso disso”, disse Mazzulla na coletiva. “É mais sobre os jogadores. É mais sobre o trabalho que a comissão técnica faz. É simples assim. Nunca mais quero ser perguntado ou falar sobre isso de novo. É só estúpido mesmo.”

    Reconhecimento dos colegas de profissão

    Enquanto o Mazzulla tá jogando o prêmio no lixo, os outros técnicos da liga reconhecem o trabalho dele. O Quin Snyder, técnico do Hawks, foi só elogios:

    “Sempre que seu elenco muda, quando você perde um jogador do calibre do Jayson Tatum, você se ajusta. O que o Joe fez foi descobrir uma maneira de jogar que maximiza a personalidade que eles têm.”

    E é verdade mesmo. Não é qualquer um que mantém um time competitivo depois de uma reformulação e ainda com o principal craque no departamento médico. O cara pegou as peças que tinha e fez funcionar — e funcionar bem.

    Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio assim? Ou é só jeito de falar mesmo? Porque uma coisa é ser humilde, outra é chamar a premiação de “estúpida” na cara dura (risos). Mas, olha, pelo menos sabemos que se ele ganhar, vai ser o discurso mais sincero da história dos prêmios da NBA.

  • JJ Redick não tem dúvida: Luka merece ser MVP da NBA

    JJ Redick não tem dúvida: Luka merece ser MVP da NBA

    Olha, eu sempre achei que o JJ Redick era um cara inteligente quando jogava, mas agora como técnico dos Lakers ele tá mostrando que entende muito de basquete mesmo. E dessa vez ele falou uma verdade que precisava ser dita: Luka Dončić deveria ser o MVP desta temporada.

    “Se continuarmos a terminar a temporada do jeito que estamos jogando agora, e ele continuar jogando assim — para mim, ele é o MVP”, disse Redick antes do jogo contra o Washington Wizards na segunda-feira.

    E cara, os números do esloveno são simplesmente absurdos. Desde 28 de fevereiro, o monstro tá fazendo média de 36.5 pontos com 49.3% de aproveitamento (39% de três), 8.1 rebotes, 7.1 assistências e 2.3 roubos de bola. Resultado? Lakers com 14 vitórias em 16 jogos. É muita pancada.

    Os números não mentem

    Redick destacou que quando o time começou a temporada com 15-4, já dava pra falar em MVP. “Ele foi o MVP em dois dos três segmentos da temporada”, completou o técnico. E não é papo furado não — desde 18 de janeiro, os Lakers têm 24-10, segundo melhor aproveitamento da liga no período.

    O mais impressionante? Luka tá liderando a NBA em pontuação com 33.7 por jogo (melhor da carreira dele), é primeiro em jogos com 40+ pontos (15 vezes) e com 30+ pontos (43 vezes). Terceiro em assistências com 8.2 por partida. E ainda tem gente que duvida?

    A injustiça histórica com Luka

    Sinceramente, é de doer o coração ver como o cara nunca ganhou um MVP. Olha só o histórico: 3º lugar em 2023-24, 8º em 2022-23, 5º em 2021-22, 6º em 2020-21, 4º em 2019-20. Sempre ali, sempre sendo ignorado.

    Depois de fazer 60 pontos contra o Miami Heat, perguntaram sobre o MVP e ele foi direto: “Vocês da mídia é que votam. Eu não tenho nada a ver com isso.” Cara desencanado, deixando a bola falar por si só.

    E sabe o que é mais legal? Redick elogiou a forma física do Luka, dizendo que tá no melhor shape desde os primeiros anos de carreira. “Ele é o motor que move todas as nossas vitórias”, definiu o técnico.

    Vocês acham que finalmente é a vez do Luka? Porque na minha opinião, se os Lakers mantiverem esse ritmo e chegarem como segundo ou terceiro colocado no Oeste, vai ser muito difícil negar o prêmio pra ele. Os números estão aí, o time tá voando, e a narrativa é perfeita.

    Única coisa que pode atrapalhar é essa mania que a mídia americana tem de sempre arranjar uma desculpa pra não dar o MVP pro cara. Mas dessa vez, cara… dessa vez pode ser diferente.

  • Wemby quebra recorde histórico da NBA e os Spurs não param mais

    Wemby quebra recorde histórico da NBA e os Spurs não param mais

    Gente, eu já vi muita coisa na NBA, mas o que o Victor Wembanyama fez ontem contra o Bulls foi de outro mundo. O francesão quebrou um recorde que estava parado desde 1966 — conseguiu um double-double em apenas 8 minutos e 31 segundos! Para ter uma noção do absurdo: 10 pontos e 10 rebotes antes mesmo dos 9 minutos de jogo.

    E não parou por aí. O monstro terminou a noite com 41 pontos (máximo na temporada) e 16 rebotes na vitória por 129-114 sobre Chicago. Nona vitória consecutiva dos Spurs, pessoal. NONA! Quem diria que estaríamos falando de sequência invencível em San Antonio já no meio da temporada?

    O show de Wemby e a máquina Spurs

    Sinceramente, eu não esperava ver o Wembanyama dominando tanto já no segundo ano. O cara foi 17/27 nos arremessos de quadra e ainda acertou 3 de 6 do perímetro. Décima quarta vez na temporada que ele passa dos 30 pontos — e olha que estamos falando de um pivô de 2,21m fazendo isso regularmente.

    O mais louco foi a enterrada que ele fez no último quarto para fechar os 41 pontos. Uma mão só, dirigindo pro garrafão como se fosse um armador. Jim Washington dos Hawks devia estar assistindo de casa e pensando: “Puts, meu recorde de 58 anos foi pro espaço”.

    Stephon Castle também merece os créditos — 21 pontos, 10 assistências e 8 rebotes. O garoto tá mostrando que essa nova geração dos Spurs veio pra ficar.

    Bulls em crise e a polêmica do Jaden Ivey

    Do outro lado, que situação complicada do Bulls, hein? Perderam a quarta seguida e ainda tiveram que dispensar o Jaden Ivey por “conduta prejudicial ao time” duas horas antes do jogo. O cara nem viajou com a equipe nessa sequência de jogos fora de casa.

    Tre Jones até fez uma boa volta pra San Antonio (23 pontos contra o ex-time), mas não deu. Leonard Miller com 21 e Collin Sexton com 20, mas quando o time adversário tem seis jogadores em dois dígitos e abre 29 pontos de vantagem no terceiro quarto, fica difícil.

    E vocês viram que começo bizarro? Matas Buzelis fez uma enterrada livre logo no início e o técnico dos Spurs, Mitch Johnson, pediu tempo em 71 segundos de jogo. Imagina a raiva do homem vendo o time começar dormindo depois de oito vitórias seguidas.

    Mas a real é que os Spurs responderam na lata. Sequência de 20-13 e nunca mais olharam pra trás. Agora é Golden State na quarta-feira — e eu tô curioso pra ver se essa máquina de San Antonio consegue chegar na décima vitória consecutiva. Vocês acham que o Wemby vai continuar nessa pegada monstruosa?

  • Wemby faz história: double-double mais rápido da NBA em 8 minutos!

    Wemby faz história: double-double mais rápido da NBA em 8 minutos!

    Cara, o Victor Wembanyama simplesmente decidiu quebrar mais um recorde da NBA ontem à noite. E que recorde, hein? O francês monstro conseguiu um double-double em apenas 8 minutos e 31 segundos — o mais rápido da história da liga!

    Olha, eu já vi muita coisa absurda do Wemby, mas isso aí foi de outro planeta mesmo. 10 pontos e 10 rebotes nos primeiros 8 minutos e meio? Sinceramente, às vezes parece que esse cara tá jogando um videogame na vida real.

    A noite histórica de San Antonio

    O gigante terminou a partida com 41 pontos e 16 rebotes na vitória dos Spurs por 129-114 sobre o Chicago Bulls. Foi a nona vitória consecutiva de San Antonio — e olha, eu tô começando a acreditar que esse time pode fazer barulho mesmo nos playoffs.

    O recorde anterior pertencia a Jim Washington, que fez um double-double em 9 minutos lá em 1966. Wemby quebrou um recorde de quase 60 anos! Detalhe: ele ainda por cima fechou a noite com uma enterrada de uma mão só no quarto período, daquelas que fazem o Alamodome tremer.

    Stephon Castle também jogou pra caramba, com 21 pontos, 10 assistências e 8 rebotes. Esse garoto tá crescendo junto com o Wemby e formando uma dupla que promete muito.

    Chicago segue na luta

    Do lado do Bulls, teve um tempero especial: Tre Jones, que foi trocado pros Bulls no negócio que trouxe De’Aaron Fox pros Spurs, fez 23 pontos na sua primeira volta a San Antonio. Deve ter sido emocionante pra ele.

    Leonard Miller (21 pontos) e Collin Sexton (20) também jogaram bem, mas não foi suficiente. Chicago perdeu a quarta seguida e ainda teve que lidar com a polêmica do Jaden Ivey, que foi dispensado por “conduta prejudicial ao time” algumas horas antes do jogo.

    E aí, vocês acham que o Wemby vai quebrar mais quantos recordes até o fim da temporada? Com esse ritmo alucinante, eu não duvidaria de mais nada. O cara tá reescrevendo os livros de história da NBA aos 21 anos. Absurdo demais!

  • 8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    Cara, se tem uma coisa que a NBA nos ensinou recentemente é que ser técnico nessa liga tá cada vez mais difícil. Os caras demitem treinador por qualquer coisa hoje em dia — olha só o que rolou com o Taylor Jenkins no Memphis, demitido em março numa temporada que o time chegou aos playoffs! E o Michael Malone no Denver? Dois anos depois de ganhar o título, tchau e bênção.

    Com a temporada regular chegando ao fim, tá na hora de analisar quem tá seguro, quem tá na corda bamba e quem provavelmente vai pegar o bonde de volta pra casa. E olha, a lista não tá pequena não.

    Os ‘seguros’ (por enquanto)

    Vamos começar pelos que aparentemente tão dormindo tranquilo. JJ Redick no Lakers, JB Bickerstaff no Pistons, e Mitch Johnson no Spurs já bateram as expectativas de vitórias da pré-temporada — e isso antes do final de março! Joe Mazzulla no Celtics e Erik Spoelstra no Heat? Esses nem precisa comentar muito, né.

    Mark Daigneault no Thunder é outro que pode ficar suave. O cara tem 59 vitórias no bolso como atual campeão. Steve Kerr no Warriors e Rick Carlisle no Pacers são intocáveis — muito capital acumulado, muita história.

    E tem uns que assinaram extensão de contrato recentemente, tipo Jason Kidd no Mavericks e Billy Donovan no Bulls. Demitir técnico logo depois de renovar contrato? É meio raro, mas já vi coisa mais estranha na NBA.

    Os novatos ainda se adaptando

    Os técnicos contratados nos últimos dois anos — Jordi Fernandez no Nets, Kenny Atkinson no Cavaliers, David Adelman no Nuggets — ainda tão no período de lua de mel. O Atkinson inclusive melhorou muito o que o Bickerstaff tinha feito em Cleveland. Já o Adelman levou o Denver mais longe nos playoffs do que o Malone era esperado.

    O Hawks do Quin Snyder ganhou 15 dos últimos 17 jogos. Sinceramente, com o Trae Young sendo negociado e o time comprando a filosofia do treinador, acho que ele fica.

    Mas e os 8 da berlinda?

    Agora vem a parte interessante. O artigo cita 8 técnicos que tão realmente com o emprego em risco, e um deles que chamou atenção foi o Jamahl Mosley do Magic. O cara tomou uma surra de 52 pontos do Raptors no domingo — mano, 52 PONTOS de diferença! Isso é constrangedor até pra quem tá assistindo de casa.

    Mike Brown no Knicks também tá numa situação estranha. O time tá indo bem, é o terceiro colocado no Leste, mas parece que ainda não convenceu totalmente a direção.

    E aí, vocês acham que algum desses vai sobreviver até o final da temporada? Ou já tão imaginando as entrevistas coletivas de demissão? Uma coisa eu sei: na NBA de hoje, não importa o que você fez ontem — só importa o que você fez no último jogo.

  • McDaniels machucado: Wolves perdem peça-chave na reta final

    McDaniels machucado: Wolves perdem peça-chave na reta final

    Cara, justo agora que o Minnesota Timberwolves tava engrenando pra briga pelos playoffs, vem essa bomba: Jaden McDaniels vai ficar fora por algumas semanas com lesão no joelho esquerdo. E olha, não é qualquer lesão não — tendinopatia patelar e contusão óssea. Já deu pra sentir o peso disso, né?

    O McDaniels se machucou na vitória épica sobre o Houston Rockets na quarta passada, saiu no último quarto daquela batalha de 110-108 na prorrogação. Agora os Wolves vão ter que se virar sem um dos caras mais versáteis da defesa da liga inteira.

    O que os Wolves perdem sem McDaniels

    Vou ser sincero com vocês: esse cara é FUNDAMENTAL pro esquema do Minnesota. Tá tendo a melhor temporada ofensiva da carreira — 16,7 pontos por 36 minutos, acertando absurdos 42,1% dos arremessos de três. E na defesa? Monstro total. Candidato legítimo ao All-Defensive Team.

    O problema é que o McDaniels é exatamente aquele tipo de jogador que faz a diferença nos detalhes. Defende do armador ao pivô, espaça a quadra com o arremesso de longa distância, e ainda consegue criar algumas jogadas pros companheiros. É o tipo de cara que você só percebe o quanto faz falta quando não tá lá.

    Anthony Edwards deve voltar em breve (está questionável pra hoje contra o Dallas), mas mesmo assim o time vai ficar bem limitado na rotação.

    A corrida pelos playoffs esquenta

    Com 45 vitórias em 74 jogos, os Wolves tão empatados com o próprio Houston na quinta posição do Oeste. A boa notícia? Dificilmente vão cair pro Play-In — estão quatro jogos à frente do Phoenix Suns. A má notícia? Vai ser bem mais complicado subir na tabela sem o McDaniels.

    E olha o calendário que vem pela frente: Detroit e Philadelphia num back-to-back quinta e sexta, Charlotte em casa no domingo, e depois mais um back-to-back pesado contra Indiana e Orlando. O jogo que pode definir tudo é contra o Houston no dia 10 de abril — pode decidir quem fica com a quinta posição.

    Vocês acham que os Wolves conseguem se manter competitivos sem uma das suas principais peças? O técnico Chris Finch vai ter que ser muito criativo com a rotação. Kyle Anderson, que foi contratado meio que do lixo no começo do mês, pode ganhar minutos importantes como um “conector” — não é o McDaniels, mas pelo menos consegue defender múltiplas posições.

    A esperança é que ele volte a tempo dos playoffs. Não precisa de cirurgia, então é questão de recuperação mesmo. Mas essa reta final sem ele vai ser um teste e tanto pra ver se Minnesota realmente tem cara de time candidato no Oeste.