Autor: Leandro Amorim

  • Brown manda recado após 50ª vitória: ‘ano sabático’ foi isso aí?

    Brown manda recado após 50ª vitória: ‘ano sabático’ foi isso aí?

    Cara, o Jaylen Brown não perdoou ninguém depois da vitória sobre o Charlotte Hornets que garantiu vaga nos playoffs pros Celtics. Postou nas redes sociais uma frase que calou muita boca: “50 vitórias em um ano sabático”.

    E olha que recado, hein?

    Lembram de toda aquela conversa no começo da temporada? Pessoal falando que os Celtics iam passar o ano no “modo reset” por causa da lesão do Tatum, das trocas do Jrue Holiday e Kristaps Porzingis, da saída do Al Horford… Todo mundo apostando que Boston ia patinar.

    Pois é. 50 vitórias. Quinta temporada consecutiva com essa marca. Doze anos seguidos de playoffs – a sequência mais longa da NBA. “Ano sabático” o caramba.

    Tatum voltou com tudo

    O mais legal é que o Tatum tá cada dia melhor depois da volta. Ontem mesmo fez 32 pontos contra Charlotte – o melhor jogo dele desde que voltou da lesão no tendão de Aquiles. E vocês viram os números? 9 vitórias em 11 jogos desde que ele retornou. Isso inclui uma vitória sobre o Oklahoma City Thunder, que tá liderando a liga.

    “Não me senti apressado”, disse Tatum sobre a performance. “Ainda tô meio cansado, é algo que tô trabalhando. Mas gosto de estar sendo decisivo nos meus movimentos e explodindo quando preciso.”

    Ah, e tem mais: o cara se tornou o mais jovem da história dos Celtics a chegar aos 14.000 pontos na carreira. Monstro.

    Brown candidato a MVP?

    Enquanto isso, o Brown tá tendo uma temporada absurda. Quinto nas odds de MVP, com chances reais de ser selecionado pro All-NBA First Team. O cara tá carregando o time nas costas enquanto o Tatum se recupera.

    Ontem ele nem jogou (tendinite no Aquiles esquerdo), mas deve ter assistido de casa sorrindo com aqueles 32 pontos do parceiro.

    Sinceramente? Eu não esperava que eles chegassem tão longe assim com todas essas mudanças no elenco. Mas Boston tá provando que experiência conta muito na NBA. E aí, vocês acham que eles têm chances reais de título? Com o segundo melhor odd da liga, atrás só do Thunder, eu diria que sim.

    “Ano sabático” que nada. Os Celtics vieram pra brigar mesmo.

  • Blazers e Warriors vão se enfrentar no Play-In — que duelo!

    Blazers e Warriors vão se enfrentar no Play-In — que duelo!

    Galera, tá definido: Portland Trail Blazers e Golden State Warriors vão se encontrar no Play-In Tournament do Oeste. E olha, que confronto promete ser!

    Os caras estão travados na 9ª e 10ª posição respectivamente. Se as coisas continuarem assim até o fim da temporada regular, vamos ter Blazers vs Warriors numa partida única valendo vaga. Quem ganha avança, quem perde… tchau.

    A matemática cruel do Play-In

    Portland ainda tem uma chance remota de escapar — eles estão apenas 1,5 jogo atrás do LA Clippers pra pegar a 8ª posição. Já os Warriors? Bom, esses caras precisariam de um milagre: estão 3 jogos atrás dos Clippers.

    Sinceramente, acho que tanto Portland quanto Golden State já podem se preparar pro duelo direto. E que duelo, hem!

    Como funciona essa parada

    Pra quem ainda não manjou o esquema: o vencedor do confronto 9º vs 10º avança pra enfrentar quem perder o jogo entre 7º e 8º colocados. Quem ganhar essa segunda partida vira o 8º cabeça-de-chave dos playoffs.

    É meio confuso? É. Mas funciona.

    Eu, particularmente, tô curioso pra ver como o Warriors vai se comportar. Curry ainda tem aquela magia toda, mas o time não tá inspirando a mesma confiança dos anos de glória. E o Portland… cara, esses caras sempre aprontam quando ninguém espera.

    Vocês acham que o Curry consegue levar os Warriors pra mais uma campanha nos playoffs? Ou será que Portland vai dar o troco e mostrar que tá vivo nessa corrida?

    Uma coisa é certa: vai ser um jogaço. Play-In sempre entrega drama, e com essas duas equipes não vai ser diferente.

  • Wells machuca o pé e Memphis vira hospital da NBA

    Wells machuca o pé e Memphis vira hospital da NBA

    Gente, o Memphis Grizzlies virou uma maldição ambulante. Jaylen Wells agora também vai ficar fora pelo resto da temporada depois de uma cirurgia no pé direito. Fratura por avulsão do tendão no dedão — nome complicado pra uma lesão que basicamente acabou com a temporada do cara.

    Olha, eu já esperava mais lesões no Memphis, mas isso tá virando piada de mau gosto. Wells estava tendo uma temporada sólida, evoluindo bem depois de uma estreia surpreendente ano passado. O ala de 2,01m estava fazendo 12.5 pontos e 3.2 rebotes por jogo, além de continuar sendo aquela pedra na defesa que a gente conhece.

    Memphis = hospital da NBA

    Agora são SETE jogadores fora pelo resto da temporada. Sete! Wells se junta a Santi Aldama, Kentavious Caldwell-Pope, Brandon Clarke, Zach Edey, Ja Morant e Scotty Pippen Jr. na enfermaria.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou se choro com essa situação do Memphis. É impressionante como um time consegue ter tanto azar assim. Ja Morant lesionado, o rookie Edey que era uma das apostas também machucado, e agora o Wells que estava sendo uma das poucas alegrias da temporada.

    Wells merecia mais

    O mais triste é que o garoto estava realmente evoluindo. Na temporada passada já tinha impressionado como rookie, e este ano estava consolidando ainda mais seu jogo. Defesa sólida, pontuação consistente… tudo o que você quer de um ala moderno.

    E aí, vocês acham que o Memphis consegue se recuperar disso na próxima temporada? Porque olhando esse cenário, parece que o time vai ter que praticamente recomeçar do zero quando a galera voltar das lesões. Uma pena mesmo, porque quando saudável, esse elenco tem potencial pra incomodar qualquer um no Oeste.

  • Jerami Grant machuca e vira baixa indefinida no Blazers

    Jerami Grant machuca e vira baixa indefinida no Blazers

    Cara, o Portland Trail Blazers acabou de perder uma peça importante. Jerami Grant vai ficar fora por tempo indefinido depois de machucar a panturrilha direita no jogo contra o Dallas Mavericks na sexta-feira.

    O mais tenso? O próprio Grant disse que sentiu um “estalo” na panturrilha durante a partida. Quem já teve lesão muscular sabe — quando você ouve esse barulho, já sabe que não vai ser coisa boa.

    Exames confirmam o pior cenário

    Grant já fez ressonância magnética, mas os médicos ainda não conseguem cravar quando ele volta. Vão precisar de mais exames pra ter certeza da gravidade. Sinceramente, essa indefinição sempre deixa a gente com o pé atrás, né?

    E olha que timing ruim. O cara tava tendo uma das melhores temporadas da carreira.

    Numbers que impressionam

    Pra vocês terem ideia do que Portland vai perder: Grant tava fazendo 18.6 pontos, 3.5 rebotes e 2.1 assistências por jogo. Mas o mais impressionante era a eficiência — 45.3% nos arremessos de quadra e 38.9% nas bolas de três (em 6.1 tentativas por partida!).

    Pra um veterano de 12 temporadas na NBA, esses números mostram que o cara ainda tem muito pano pra manga. Grant sempre foi aquele jogador versátil que resolve problemas no ataque e na defesa.

    Agora é torcer pra lesão não ser tão grave quanto parece. O Blazers já não tá numa situação muito confortável na temporada, e perder um cara que tava produzindo assim não ajuda nada. E aí, acham que Portland consegue se virar sem o Grant por algumas semanas?

  • Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Thunder vs Pistons: será que Detroit aguenta sem Cade?

    Olha, eu tô empolgado pra esse jogo de segunda à noite. Thunder recebendo o Pistons em Oklahoma City, e cara, que contraste de momentos! O Thunder com 59-16 (sim, cinquenta e nove vitórias) tá voando na temporada, enquanto Detroit com seus 54-20 chega desfalcado pra esse back-to-back.

    E o pior: Cade Cunningham já foi descartado. Injury management, né? Aquela velha estratégia de preservar o astro antes dos playoffs. Mas sinceramente, será que não é arriscado demais deixar um jogo desses de lado?

    Shai vs quem conseguir parar ele

    O MVP da temporada (na minha opinião) tá metendo 31.4 pontos por jogo. Trinta e um vírgula quatro! O Shai Gilgeous-Alexander tá numa temporada absurda, e sem o Cade do outro lado, vai sobrar pra quem mesmo?

    Daniss Jenkins e Marcus Sasser vão ter que dar conta do recado. Dois caras que cresceram muito nessa temporada, mas enfrentar o Thunder em casa, com essa defesa monstro que eles têm… é osso.

    E não posso esquecer do Chet Holmgren ali no garrafão. 17.1 pontos, 8.9 rebotes, mais de 54% de aproveitamento. O cara é um poste diferenciado, sabe? Aquele tipo de jogador que muda o jogo só de estar em quadra.

    Detroit vai surpreender ou vai tomar uma sapatada?

    Vou ser honesto com vocês: as odds tão pesadas pro Thunder (-13.5 pontos). Treze pontos e meio! Isso significa que as casas de apostas acham que vai ser massacre.

    Mas peraí… Detroit ganhou o último confronto entre os dois em fevereiro. Claro, era outro contexto, mas mostra que esse time tem qualidade quando tá inteiro.

    O problema é que hoje não tá. Sem Cade, a responsabilidade vai toda pro Jalen Duren no meio e pros caras do banco que vão ter que virar titulares. É muita pressão pra galera jovem.

    Eu acho que o Thunder ganha, mas não com essa facilidade toda que as odds sugerem. Detroit tem orgulho demais pra entregar de bandeja. Minha previsão? Thunder 115, Pistons 108. Mais apertado do que parece.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue fazer bonito sem seu principal craque, ou o Thunder vai mesmo atropelar?

  • Celtics x Hawks hoje: revanche quente com Boston desfalcado

    Celtics x Hawks hoje: revanche quente com Boston desfalcado

    Cara, que jogo esperando a gente hoje à noite! Celtics e Hawks se enfrentam novamente depois daquela batalha de sexta-feira em Boston. E olha, eu tô curioso pra ver como vai ser essa revanche em Atlanta.

    Os Celtics (50-24) ganharam o último confronto mesmo desfalcados — sem o Jaylen Brown (lesão no tendão) e o Vucevic (dedo machucado). Quem carregou o piano foi o Payton Pritchard, que simplesmente explodiu com 36 pontos. Trinta e seis! O cara tá numa fase absurda.

    Hawks em casa são outra coisa

    Agora os Hawks (42-33) jogam em casa, e vocês sabem como é — State Farm Arena ferve quando o time tá jogando bem. E eles estão mesmo: 15 vitórias em 17 jogos desde o All-Star Break. Isso não é mole não.

    O Jalen Johnson tem sido um monstro nessa temporada (22.9 pontos, 10.3 rebotes, 8.1 assistências), e o veterano CJ McCollum traz aquela experiência que faz diferença nos momentos decisivos. Sinceramente, acho que essa dupla pode dar trabalho pra defesa de Boston hoje.

    Tatum vai ter que ser Tatum

    Com o time desfalcado, sobra mais responsabilidade pro Jayson Tatum. O cara tá tendo uma temporada de MVP (26.9 pontos por jogo), mas vai precisar de ajuda. O Pritchard mostrou que pode ser essa ajuda — a pergunta é: ele consegue repetir a performance?

    Na minha visão, esse jogo vai ser decidido no ritmo. Os Hawks têm o melhor pace da liga, gostam de correr e pressionar. Já os Celtics preferem um jogo mais controlado, usando a defesa pra ditar o tempo.

    As odds colocam Atlanta como favorito por 1.5 ponto — basicamente um pick’em. Faz sentido, considerando que é em casa e Boston tá desfalcado. Mas eu não subestimaria essa equipe dos Celtics. Eles têm DNA de campeão.

    O over/under tá em 222.5 pontos. Com o ritmo que os Hawks impõem e o Pritchard pegando fogo, pode ser que role um jogaço de muitos pontos mesmo.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu vou de Hawks por uma diferença mínima, mas não me surpreenderia se os Celtics saíssem com mais uma vitória fora de casa. Esse time sempre encontra um jeito quando ninguém espera.

  • Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Cara, que jogo interessante temos hoje à noite! Os Cavaliers visitam o Utah Jazz no Delta Center, e olha, tem muito mais história nesse confronto do que pode parecer à primeira vista.

    Cleveland (46-28) está numa briga feroz pela terceira colocação no Leste — e sinceramente, depois daquela performance de 149 pontos contra o Miami, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar qualquer um nos playoffs. Enquanto isso, o Jazz (21-54) está naquela fase de desenvolvimento, apostando forte nos jovens talentos.

    A volta do Mitchell

    O grande protagonista da noite é obviamente o Donovan Mitchell. Voltando pra casa onde começou tudo… imagina a emoção do cara pisando naquela quadra vestindo a camisa de Cleveland? E não é só nostalgia não — o homem tá voando nesta temporada, candidato a MVP mesmo, especialmente depois que o James Harden chegou pra completar essa dupla monstruosa de armação.

    A ofensiva dos Cavs virou uma máquina, terceira melhor da liga em pontuação. Mas cuidado: o Jazz pode não estar ganhando muito, mas esse ritmo alucinado que eles jogam (lideram a liga em posses por jogo) pode ser uma pegadinha pra qualquer time visitante que bobear.

    Os jovens do Utah querem mostrar serviço

    Do lado do Jazz, o Kyle Filipowski tá sendo uma grata surpresa na temporada de rookie. O garoto tá fazendo 18.2 pontos e quase 9 rebotes por jogo — números absurdos pra um calouro. E o Cody Williams também tá crescendo na ala, mostrando que o futuro de Utah pode ser bem promissor.

    Olha, eu sei que o Jazz tá numa sequência de cinco derrotas, mas eles têm esse lance de manter os jogos competitivos até o final por causa do ritmo frenético. Vocês acham que os veteranos de Cleveland vão conseguir controlar essa loucura toda?

    Com Evan Mobley segurando o garrafão defensivamente e essa dupla Mitchell-Harden comandando o ataque, os Cavs entram como favoritos pesados (-17.5 pontos). Mas eu sempre fico com um pé atrás nesses jogos — times jovens jogando em casa podem surpreender.

    O jogo começa às 21h (horário de Brasília) e promete ser um festival de cestas. O total de pontos tá em 243.5 — ou seja, os bookmakers também esperam um jogaço de muito basquete ofensivo.

    Na minha opinião? Cleveland leva, mas Utah vai dar trabalho no primeiro tempo com esse ritmo maluco deles. No final, a experiência dos veteranos deve fazer a diferença.

  • St. Bonaventure aposta em treinador da Divisão II em parceria com Woj

    St. Bonaventure aposta em treinador da Divisão II em parceria com Woj

    Cara, quando você pensa que já viu de tudo no basquete universitário americano, aparece uma dessas. St. Bonaventure acabou de anunciar Mike MacDonald, treinador da Divisão II Daemen College, como seu novo técnico principal. E olha, isso faz muito mais sentido do que parece à primeira vista.

    MacDonald, de 59 anos, não é nenhum desconhecido no estado de Nova York. O cara passou 12 temporadas no Daemen College e nos últimos dois anos foi simplesmente absurdo: 61 vitórias em 65 jogos. Nesta temporada, levou o time até 33-2 antes de parar no Elite Eight da Divisão II. Números que não mentem.

    A estratégia por trás da contratação

    Aqui que a coisa fica interessante. St. Bonaventure não está fazendo isso sozinho — eles têm Adrian Wojnarowski como gerente geral desde o ano passado. Sim, o Woj que você conhece do ESPN. A ideia é clara: pagar menos para o técnico e investir pesado no elenco através do NIL (Name, Image, Likeness).

    MacDonald deve estar entre os técnicos mais mal pagos da Atlantic 10, mas isso é proposital. Com Woj usando suas conexões da NBA para recrutar e mais dinheiro indo direto pros jogadores, pode ser uma fórmula genial. Ou um tiro no pé. Vamos ver.

    Saída polêmica e novo começo

    A situação ficou meio tensa com a saída de Mark Schmidt, que estava há 19 anos no programa. O cara tinha 341 vitórias e levou o time três vezes ao March Madness, mas a temporada passada foi um desastre: começaram 11-2 e terminaram 4-14 na conferência. Os torcedores não gostaram nada da forma como ele saiu.

    Bob Beretta, o diretor atlético, teve que escrever uma carta aberta se explicando. Disse que o programa estava num “ponto de inflexão” e precisava de alguém que soubesse lidar com a era do NIL. Translation: precisavam de alguém que topasse ganhar menos pra investir mais nos jogadores.

    MacDonald não é estreante em divisões superiores não. Entre 1997 e 2006, ele treinou Canisius na Divisão I, onde assumiu o lugar de John Beilein (aquele mesmo que depois foi pros Pistons). O resultado? 108-153 em nove temporadas. Não foi brilhante, mas também não foi terrível.

    E vocês sabem o que eu acho? Essa tendência de técnicos da Divisão II subindo está virando realidade. Olha só o Ben McCollum em Iowa — quatro títulos nacionais na Divisão II e agora levou os Hawkeyes pro Elite Eight no primeiro ano. Josh Schertz fez algo parecido em Saint Louis.

    A questão é: será que MacDonald consegue repetir o sucesso numa conferência muito mais competitiva? A Atlantic 10 não perdoa, e St. Bonaventure vai precisar de resultados rápidos pra justificar essa aposta. O que vocês acham dessa estratégia de economizar no técnico pra gastar mais com jogadores?

  • NBA e EuroLeague podem se unir? Nova contratação dá esperança

    NBA e EuroLeague podem se unir? Nova contratação dá esperança

    Olha, eu não esperava isso mas parece que a briga entre NBA e EuroLeague pode virar uma parceria. A contratação do Chus Bueno como novo CEO da EuroLeague tá mexendo com todo mundo — e o cara tem um currículo que fala por si só.

    Bueno não é qualquer um, não. O cara trabalhou na NBA por anos, cuidando do desenvolvimento da liga na Europa, África e Oriente Médio. Agora ele tá do outro lado da mesa, comandando justamente a EuroLeague. Coincidência? Eu acho que não.

    Silver finalmente falou claro

    E aí que vem a parte interessante. O Adam Silver, comissário da NBA, finalmente botou as cartas na mesa esta semana. Em coletiva, ele disse algo que eu tava esperando há tempos:

    “Eu acho que para o bem do basquete europeu, o melhor resultado seria se nós nos uníssemos com a EuroLeague e criássemos uma abordagem sistemática para crescer o esporte em toda a Europa.”

    Mano, isso é GIGANTE. Silver falando abertamente sobre união ao invés de competição direta? Isso muda tudo.

    O plano da NBA Europa ainda tá de pé

    Mas calma aí — a NBA não desistiu do projeto próprio. Eles ainda tão planejando lançar a NBA Europa para a temporada 2027-28, com franquias em cidades grandes da Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Espanha. O prazo para candidaturas fecha no fim deste mês.

    O problema é matemático, pessoal. A NBA quer 12 franquias fixas mais 4 vagas rotativas. A EuroLeague atual tem 13 clubes acionistas com contratos de longo prazo. Alguém vai ficar de fora — a não ser que role uma fusão mesmo.

    E sinceramente? Imagina uma liga unificada com Real Madrid, Barcelona e todas essas potências europeias junto com o know-how da NBA. Seria absurdo de bom.

    Vocês acham que essa união realmente vai rolar? Na minha visão, faz sentido total para os dois lados. A EuroLeague ganha a força comercial da NBA, e a NBA ganha credibilidade e estrutura na Europa. Win-win, como diriam os americanos.

  • Lakers sem Doncic recebem os jovens dos Wizards hoje

    Lakers sem Doncic recebem os jovens dos Wizards hoje

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Lakers ia jogar sem o Luka Doncic hoje contra o Washington, minha primeira reação foi “eita, pode dar ruim”. Mas aí lembrei que estamos falando do Wizards (17-57), que basicamente já tá pensando na próxima temporada.

    O jogo rola hoje às 22h no horário de Brasília, lá na Crypto.com Arena. E cara, que situação interessante. Os Lakers (48-26) estão numa briga insana por uma vaga no top-3 do Oeste, vindo de oito vitórias seguidas em casa. Do outro lado, os Wizards tão usando esses jogos finais pra avaliar os jovens talentos como Alex Sarr e Bub Carrington.

    LeBron vai ter que carregar o piano

    Com o Doncic suspenso por acumular 16 técnicas (cara, 16!), o LeBron James vai precisar assumir ainda mais responsabilidade. Aos 41 anos, o cara ainda tá jogando num nível absurdo – 20.9 pontos, 6 rebotes e 6.9 assistências por jogo. É de outro planeta mesmo.

    Austin Reaves também vai ser peça-chave. O garoto tá tendo uma temporada monstruosa: 23.6 pontos por jogo com 48.2% de aproveitamento nos arremessos. Sinceramente, acho que ele pode explodir hoje com mais bolas na mão.

    Os jovens dos Wizards podem incomodar

    Agora, não subestimem os Wizards não. Alex Sarr, aquele franzão de 2,16m, tá mostrando por que foi uma das principais apostas do draft. 16.3 pontos e 7.4 rebotes por jogo – nada mal pra um rookie no garrafão da NBA.

    E tem o Tre Johnson também, que pode dar trabalho na transição. Washington joga num ritmo acelerado que às vezes pega times veteranos desprevenidos. Vocês acham que o Lakers consegue acompanhar esse pace frenético dos jovens?

    A questão é que os Lakers lideram a liga em aproveitamento de arremessos (50.0%) e têm o Deandre Ayton protegendo o garrafão. Vai ser difícil pros Wizards acharem espaços fáceis.

    Minha previsão? Lakers vencem, mas não vai ser esse passeio que todo mundo tá esperando. Time jovem sem pressão é sempre perigoso, principalmente quando não tem nada a perder. Ainda assim, a experiência e o talento individual do Lakers devem fazer a diferença no fim.

    O que vocês acham? Lakers dominam do começo ao fim ou os Wizards conseguem incomodar?