Autor: Leandro Amorim

  • Blazers tem novo dono: NBA aprova venda por US$ 4,25 bilhões

    Blazers tem novo dono: NBA aprova venda por US$ 4,25 bilhões

    E agora é oficial, galera! A NBA bateu o martelo e aprovou a venda do Portland Trail Blazers para o grupo liderado por Tom Dundon, que vocês já devem conhecer por ser dono do Carolina Hurricanes no hockey. A votação? Unânime. Quando é unânime assim, é porque a coisa tá bem encaminhada mesmo.

    O valor da transação foi absolutamente absurdo: US$ 4,25 bilhões. Cara, lembro quando falávamos que time de NBA valia “só” 1 bilhão e já achávamos caro. Agora é mais de 4 bilhões só pelos Blazers, que nem são os Lakers ou Warriors da vida.

    Saindo da família Allen

    O time estava nas mãos da Paul Allen Trust desde 2018, quando o co-fundador da Microsoft morreu. A irmã dele, Judy Allen, que vinha tocando as coisas, e uma curiosidade legal: toda a grana da venda vai direto pra caridades. Pelo menos o dinheiro vai pra um lugar que presta.

    Tom Dundon não é novato no mundo esportivo não. O cara já mostrou que entende do negócio no hockey, fez uma virada de mesa no Hurricanes que impressionou geral. E pelo jeito, o Adam Silver tá empolgado com a escolha — disse que o cara é “go-getter” e tem paixão de sobra.

    O que esperar dos novos Blazers?

    Olha, o time que o Dundon tá herdando é interessante. Tem veteranos como o Jrue Holiday (que é monstro demais) e o Damian Lillard voltando na próxima temporada. Mas a real é que o futuro tá na molecada: Deni Avdija, Sharron Sharpe e o Scoot Henderson.

    E tem mais uma boa notícia: o estado já aprovou umas reformas pesadas no Moda Center. Então além de time novo, arena renovada também. Sinceramente? Acho que os Blazers podem surpreender nos próximos anos.

    Vocês acham que essa mudança de comando pode fazer o Portland voltar a brigar lá em cima? Eu tô curioso pra ver como o Dundon vai mexer no time…

  • Heat vira nos minutos finais e atropela os 76ers com sequência absurda

    Heat vira nos minutos finais e atropela os 76ers com sequência absurda

    Que jogo maluco foi esse no Miami! O Heat estava perdendo por quatro pontos faltando pouco mais de três minutos, parecia que ia tomar mais uma derrota amarga em casa… aí do nada veio uma sequência de 14-0 que simplesmente destruiu qualquer esperança dos 76ers. Final: 119-109 para o time da Flórida.

    Tyler Herro foi o maestro da virada com 30 pontos. O cara tá numa fase impressionante, sinceramente. Bam Adebayo fez sua parte também: 23 pontos e 16 rebotes. Double-double consistente como sempre. Mas quem me surpreendeu foi Pelle Larsson — 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). Vocês viram esse cara jogar? Tá crescendo na reta final da temporada.

    A montanha-russa do placar

    Olha, esse jogo foi uma verdadeira montanha-russa emocional. O Heat abriu 12 pontos de vantagem no primeiro quarto, depois viu os Sixers virarem e irem pro intervalo na frente por 61-58. No terceiro período, Miami disparou de novo — chegou a ter 15 pontos de diferença com 3:29 no relógio.

    Aí que tá… quando você acha que o jogo tá controlado na NBA, sempre tem uma virada maluca esperando. Philadelphia respondeu com uma sequência de 15-2 e empatou em 101-101 com Joel Embiid (que teve 26 pontos na noite). O pivô até colocou os visitantes na frente por 107-103 com uma bomba de três.

    Os últimos minutos que definiram tudo

    Mas aí veio a magia do basquete. Em 2 minutos e 36 segundos, o Heat simplesmente não errou mais nada. Foram 14 pontos consecutivos que sepultaram qualquer chance de reação dos Sixers. É isso que separa os times bons dos mediocres — essa capacidade de fechar jogos quando a pressão aperta.

    Do lado dos 76ers, Tyrese Maxey fez um jogaço: 23 pontos, nove assistências e sete rebotes. Paul George contribuiu com 19. Mas na hora H, quando precisavam de uma cesta importante, não conseguiram executar.

    Uma curiosidade legal: VJ Edgecombe, das Bahamas, teve uma torcida especial na arena. Vários conterrâneos dele fizeram a viagem curta até Miami e agitaram bandeiras sempre que ele fazia algo bom. Terminou com 13 pontos e cinco assistências — não foi mal para um rookie.

    Com essa vitória, o Heat (40-36) mantém viva a esperança de escapar do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições para ter duas chances de se classificar. Estão em nono no Leste, praticamente empatados com Orlando. E aí, acham que conseguem furar a fila dos playoffs?

  • Booker mete 36 pontos e Suns destroem Grizzlies fora de casa

    Booker mete 36 pontos e Suns destroem Grizzlies fora de casa

    Cara, que show do Devin Booker ontem em Memphis! O cara simplesmente decidiu que ia destruir todo mundo e cravou 36 pontos numa atuação absurda contra os Grizzlies. Phoenix ganhou de 131-105, mas olha — não foi moleza não.

    O jogo tava equilibrado pelos primeiros três quartos, com Memphis brigando de igual pra igual. Aí veio o quarto período e os Suns viraram monstros. Ganharam o último quarto por 40 a 16! QUARENTA A DEZESSEIS. É brincadeira isso?

    Booker voando e Green crescendo

    Booker jogou apenas 25 minutos (sim, você leu certo) e fez 36 pontos com 16/24 nos arremessos. Eficiência pura. O Jalen Green, que tá cada vez mais entrosado no sistema, contribuiu com 21 pontos também ficando abaixo dos 25 minutos.

    Sinceramente, acho que essa dupla de armadores tá funcionando melhor do que eu esperava. Green tem mostrado que consegue jogar tanto de armador quanto de ala-armador, e isso dá uma versatilidade absurda pro ataque dos Suns.

    O mais legal foi ver o rookie Collin Gillespie quebrar a sequência ruim nos arremessos logo no quarto período. O garoto tava numa seca brava, mas escolheu o momento perfeito pra voltar a acertar as bolas de três.

    Situação na tabela esquenta

    Com essa vitória, Phoenix agora tem 3 jogos de vantagem sobre o Clippers na briga pela 7ª posição no Oeste. São apenas 7 jogos restantes na temporada regular, então cada vitória vale ouro.

    42 vitórias na temporada — não é um número que faz você gritar “CHAMPION!”, mas considerando onde esse time tava há alguns meses, é um progresso bem sólido. E vocês acham que eles conseguem manter essa posição até o final?

    Memphis mostrou personalidade jogando em casa, principalmente vindo do banco. Os caras colocaram 24 pontos só com os reservas no primeiro tempo. Mas no final das contas, a experiência e o talento individual dos Suns fizeram a diferença.

    O rookie Khaman Maluach teve uma noite histórica no rebote, cravando 10 caranguejos só no primeiro tempo — recorde pessoal na carreira. O garoto tem 2,13m e braços quilométricos, então quando ele posiciona bem embaixo da cesta, é praticamente impossível tirar a bola dele.

    Phoenix agora precisa manter o foco nesses últimos jogos. O Oeste tá uma loucura, e qualquer escorregada pode custar caro. Mas com Booker jogando nesse nível e os rookies evoluindo, eu tô otimista com esse time.

  • Wemby destruiu Chicago: 41 pontos na goleada dos Spurs por 129-114

    Wemby destruiu Chicago: 41 pontos na goleada dos Spurs por 129-114

    Gente, o que foi esse jogo? Victor Wembanyama simplesmente resolveu mostrar pra Chicago por que é considerado o futuro da NBA. 41 pontos, 16 rebotes e 3 tocos numa vitória tranquila por 129-114. Sinceramente, às vezes eu paro pra pensar como um cara de 2,21m consegue jogar com essa elegância toda.

    Os Spurs (57-18) estão voando nesta temporada, e ontem à noite foi mais uma demonstração de força. O primeiro tempo foi meio maluco — Chicago (29-46) até tentou acompanhar o ritmo, mas no segundo quarto veio a pancada: 35-19 para San Antonio. Aí já era.

    Castle brilhando ao lado do francês

    Stephon Castle tá cada vez mais entrosado nesse time. 19 pontos, 8 assistências e 8 rebotes — números de veterano, cara. Sem falar no Dylan Harper, que contribuiu com 13 pontos na pressão do segundo quarto. Keldon Johnson também fez os seus 15, e Julian Champagnie, mesmo começando devagar, terminou com 13 pontos e 8 rebotes.

    O que mais impressiona é como esse elenco todo mundo sabe o seu papel. Wemby domina o garrafão, Castle distribui o jogo, e os coadjuvantes aparecem na hora certa. Essa química tá absurda.

    Bulls tentaram, mas não deu

    Do lado de Chicago, Tre Jones fez o que pôde contra seus ex-companheiros — 23 pontos numa noite em que conhecia bem as jogadas dos Spurs. Leonard Miller também teve seus momentos (21 pontos e 7 rebotes), e Collin Sexton marcou 20. Mas quando o Wembanyama tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer.

    O que mais me chamou atenção foi a dominância no rebote: 55-35 para os Spurs no final. Isso aí é massacre total. E olha que Chicago até tentou algumas corridas — teve uma de 10-0 no terceiro quarto que quase trouxe esperança. Quase.

    Vocês viram aquelas enterradas seguidas do Wemby no começo do terceiro? Parecia filme de ação. O cara chegou no vestiário do intervalo inspirado e decidiu que ia acabar com o jogo logo de cara.

    San Antonio segue disparado na liderança da conferência, e com performances assim do francesão, fica difícil ver quem vai parar esse time nos playoffs. Chicago? Bom, pelo menos o Tre Jones mostrou que ainda sabe jogar bola — sempre é bom ver ex-Spurs indo bem por aí.

  • LeBron empata recorde histórico e Lakers destroem Wizards sem Luka

    LeBron empata recorde histórico e Lakers destroem Wizards sem Luka

    Olha, eu já vi muita coisa na NBA, mas LeBron James aos 41 anos fazendo triple-double e empatando um recorde do Kareem? Isso é de outro planeta mesmo. Ontem à noite, o Rei comandou os Lakers numa vitória tranquila por 120-101 sobre o Washington Wizards, e de quebra ainda igualou Abdul-Jabbar em número de vitórias na carreira — 1.228 no total, contando playoffs.

    E o mais impressionante? Fez isso justamente no jogo em que Luka Dončić teve que cumprir suspensão por acumular 16 faltas técnicas na temporada. Sinceramente, eu achei que os Lakers iam sentir mais a ausência do esloveno, mas LeBron simplesmente decidiu que ia carregar o time nas costas.

    O show do LeBron desde o primeiro quarto

    21 pontos, 12 assistências e 10 rebotes — números que já viraram rotina pra ele, mas que continuam sendo absurdos pra qualquer padrão. E não foi só números frios não. O cara começou atacando a cesta desde os primeiros minutos, inclusive com duas enterradas de duas mãos que Austin Reaves serviu numa bandeja. Vocês viram as imagens? O homem voou como se tivesse 25 anos!

    Austin Reaves, aliás, teve uma noite excelente também: 19 pontos e 9 assistências. A dupla funcionou que foi uma beleza, e ainda teve Luke Kennard e Jaxson Hayes saindo do banco pra contribuir com 19 pontos cada um.

    Wizards até tentaram, mas…

    Olha, os Wizards até começaram bem — terminaram o primeiro quarto na frente por um ponto. Mas aí que mora o perigo de enfrentar LeBron motivado. Hayes fechou uma sequência de 11-0 no segundo quarto que praticamente definiu a parada, e os Lakers foram pro intervalo com 21 pontos de vantagem.

    Will Riley (20 pontos) e Justin Champagnie (18) até tentaram reagir pelos visitantes, mas não teve jeito. Washington tá numa situação complicada mesmo — 19 derrotas nos últimos 20 jogos. É de dar dó.

    Esse foi o 12º triunfo dos Lakers nos últimos 13 jogos, e eles chegaram a 7-6 sem Luka nesta temporada. Não tá mal não, considerando que estamos falando do cara que é praticamente o motor do time quando tá em quadra.

    A única coisa que faltou foi os Lakers confirmarem matematicamente a vaga nos playoffs, mas isso só não rolou porque o Phoenix ganhou do Memphis por 131-105. Questão de tempo mesmo — deve sair nos próximos jogos.

    E aí, pessoal, o que acharam dessa exibição do LeBron? O cara realmente não tem idade pra parar, né?

  • Edwards voltou, mas perdeu o início por causa do… banheiro!

    Edwards voltou, mas perdeu o início por causa do… banheiro!

    Gente, só o Anthony Edwards mesmo para fazer a volta dele dessa forma. O cara estava na escalação titular dos Timberwolves contra o Dallas, foi anunciado pro público e tudo mais, mas simplesmente sumiu na hora do tip off. Mike Conley teve que entrar no lugar dele.

    Onde estava o Ant? Bom, digamos que “a natureza chamou”, nas palavras do técnico Chris Finch. Edwards só apareceu na quadra depois de 2 minutos e 1 segundo de jogo já rolando. Pelo menos foi honesto: “O Mike me salvou”, disse ele sorrindo.

    Volta em grande estilo

    Mas olha, depois que entrou foi só alegria. Edwards fez 17 pontos em 23 minutos saindo do banco, e os Wolves atropelaram Dallas por 124 a 94. Na minha opinião, dá pra ver que ele estava com saudade mesmo — disse que estava “miserável” fora das quadras e se sentindo “como uma criança numa loja de doces” ao voltar.

    O técnico Chris Finch ficou babando: “Ant foi incrível, cara. A defesa dele foi excepcional. Deixou o jogo vir naturalmente para ele. Ficou agressivo. Tomou decisões mais rápidas. E as coisas pareceram meio fáceis para ele como resultado.”

    Corrida contra o tempo pelo All-NBA

    Agora vem a parte séria. Edwards ficou seis jogos fora por dores no joelho direito, e para conseguir uma vaga no All-NBA, ele precisa jogar TODOS os oito jogos restantes da temporada. É meio tenso, né?

    O cara tem média de 29.5 pontos por jogo (recorde na carreira) em 35.5 minutos, e já ficou em 7º lugar na votação de MVP nas duas últimas temporadas. Edwards já jogou 58 partidas, mas aqueles 3 minutos e 8 segundos contra Indiana em outubro nem contam para os registros da NBA.

    E pra complicar ainda mais a situação dos Wolves, Jaden McDaniels vai ficar semana-a-semana fora. Ressonância mostrou tendinopatia na patela do joelho esquerdo e contusão óssea. O cara estava numa temporada incrível com 14.8 pontos de média (também recorde pessoal).

    Vocês acham que Edwards consegue essa corrida contra o tempo para o All-NBA? Sinceramente, se ele conseguir se manter saudável, acho que rola. O talento tá ali, é só não fazer mais nenhuma “paradinha” no banheiro na hora do jogo!

  • Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Olha, eu já esperava algo assim do Joe Mazzulla, mas mesmo assim ele conseguiu me surpreender. O técnico do Celtics simplesmente detonou o prêmio de Técnico do Ano da NBA, chamando de “estúpido” e dizendo que nem deveria existir. E sabe o que é mais engraçado? Ele é um dos favoritos para ganhar o troféu este ano.

    “Eu não preciso disso, acho que é um prêmio estúpido”, disse Mazzulla com aquela cara de paisagem dele. “Eles não deveriam ter isso, é mais sobre os jogadores e o trabalho que a comissão técnica faz. É simples assim, eu realmente não quero mais ser perguntado ou falar sobre isso de novo. É simplesmente idiota. Os jogadores jogam, a comissão técnica trabalha pra caramba e eu sou grato por tê-los.”

    O cara que não quer reconhecimento está dominando

    A ironia toda é que Mazzulla tem a segunda melhor odd (+280) para levar o prêmio, perdendo só para JB Bickerstaff do Pistons. Vocês conseguem imaginar ele ganhando e tendo que fazer um discurso? Cara, seria épico demais. Aposto que ele pegaria o troféu e entregaria pro gandula mais próximo só de sacanagem.

    E olha, por mais que ele odeie esse tipo de coisa, o mérito está aí. O Celtics tem mais de 50 vitórias numa temporada em que todo mundo achava que eles iam ser coadjuvantes por causa da lesão no Aquiles do Jayson Tatum. Mas aqui estamos no final de março, com Boston tendo o segundo melhor record do Leste.

    Mazzulla sendo Mazzulla

    Sinceramente acho que ele tem um ponto. Esses prêmios individuais no basquete são meio complicados mesmo – é um esporte coletivo, monstro. O técnico só funciona se os jogadores comprarem a ideia e se o staff todo estiver alinhado.

    Mas vamos combinar: seria hilário demais ver como ele reagiria ganhando o prêmio. Provavelmente falaria “obrigado” e sairia de cena. Típico Mazzulla – o cara que levou o Celtics ao título em 2024 e agora está fazendo mágica com Tatum voltando das lesões.

    E aí, vocês acham que ele tem razão sobre o prêmio ser desnecessário, ou é só mais uma das provocações clássicas dele?

  • Hawks humilham Celtics em casa e fazem 13ª vitória seguida

    Hawks humilham Celtics em casa e fazem 13ª vitória seguida

    Cara, que surra foi essa que o Hawks aplicou no Celtics ontem! 112 a 102 em Atlanta, numa partida que foi muito mais fácil do que o placar sugere. E olha, três dias depois de perder pra Boston jogando fora, eles foram lá e deram o troco em casa mesmo.

    Onyeka Okongwu e Jalen Johnson foram os protagonistas da noite, cada um com 20 pontos. O Okongwu ainda pegou 10 rebotes (double-double clássico), enquanto o Johnson foi mais longe: 20 pontos, 12 rebotes. E pasmem — esse foi o 45º double-double do Johnson na temporada. Quarenta e cinco! O cara tá numa temporada absurda.

    O terceiro período que definiu tudo

    O primeiro tempo foi equilibrado pra caramba, com 10 empates e nove trocas de liderança. Terminou 54 a 54 depois que o Nickeil Alexander-Walker acertou uma bomba de 27 pés no finalzinho. Mas aí veio o terceiro período…

    36 a 22 pro Hawks no terceiro quarto. Trinta e seis a vinte e dois! Foi uma aula de basquete que os caras aplicaram. Boston simplesmente não conseguiu responder à intensidade de Atlanta, que abriu 14 pontos de vantagem entrando no último período.

    Os Celtics até tentaram uma reação no final — chegaram a diminuir de 21 para 8 pontos nos últimos dois minutos. Mas Johnson e Alexander-Walker foram lá na linha de lance livre e mataram o jogo nos minutos finais.

    Jaylen Brown lutou sozinho

    Do lado de Boston, o destaque foi Jaylen Brown, que voltou depois de ficar duas partidas fora. O cara fez 29 pontos e 10 rebotes, praticamente carregou o time nas costas. Luka Garza também colaborou com 20 pontos e 9 rebotes.

    Mas senti falta do Jayson Tatum, que ficou no banco por “gestão de lesão” — aquela coisa de poupar o cara pra não forçar. Na partida de sexta passada, Tatum tinha feito 26 pontos. Fez falta, não tem como negar.

    E vocês viram que o Hawks recuperou todo mundo pro jogo de ontem? Dyson Daniels, Okongwu e Jonathan Kuminga voltaram depois de ficarem fora contra o Kings. O Daniels ainda contribuiu com 18 pontos, 5 rebotes, 5 assistências e 2 roubos de bola.

    Agora é esperar pra ver se o Hawks mantém essa pegada em Orlando na quarta, enquanto os Celtics vão enfrentar o Miami. Sinceramente? Depois dessa exibição, acho que Atlanta tá encontrando seu ritmo no momento certo da temporada.

  • Mobley e Mitchell fazem 34 cada um e Cavs viram no final

    Mobley e Mitchell fazem 34 cada um e Cavs viram no final

    Gente, que jogaço foi esse dos Cavs ontem! Evan Mobley e Donovan Mitchell decidiram fazer uma competição particular de quem fazia mais pontos e empataram em 34 cada um. O resultado? Uma virada espetacular contra o Jazz por 122 a 113.

    Mobley tá simplesmente jogando o fino da bola nessa temporada. Cara fez 8 enterradas — OITO! — e ainda pegou 16 rebotes e deu 3 tocos. É mole? O pivô de 2,13m foi o cara que definiu tudo com uma jogada de três pontos que deixou o placar 117 a 106 faltando pouco mais de 3 minutos.

    Harden distribuindo jogo

    James Harden não tava no clima de pontuar muito (só 13 pontos), mas distribuiu assistências como ninguém: 14 passes para cesta. Sinceramente, essa versão “playmaker” do Barba tá funcionando demais pros Cavs. Cinco vitórias seguidas fora de casa e seis dos últimos sete jogos no geral.

    Do lado do Jazz… rapaz, que situação complicada. Cody Williams fez 26, Kyle Filipowski 20 e Ace Bailey 19, mas não adiantou nada. São seis derrotas consecutivas e 10 perdidas nos últimos 11 jogos. Tá feio a coisa em Utah.

    Jazz desfalcado de propósito?

    Olha, vou ser sincero: o Jazz só jogou com 8 caras ontem, sendo dois com contratos de 10 dias e um two-way player. Kevin Love e Svi Mykhailiuk ficaram no banco como “dispensas saudáveis”. Traduzindo: time tá claramente pensando no draft e não quer ganhar muito jogo não.

    Bailey até chegou a dar esperança pro Jazz quando fez uma bandeja acrobática que colocou o time na frente 105 a 103, mas aí o garoto foi pro banco e não voltou mais. Coincidência? Eu duvido…

    Os Cavs agora viajam pra Los Angeles enfrentar os Lakers na terça, enquanto o Jazz recebe o Denver na quarta. E aí, vocês acham que esse Jazz vai conseguir sair dessa sequência ruim ou vai continuar na fossa até o final da temporada?

  • Mitchell mete 34 no ex-time e Mobley explode: Cavs dominam Jazz

    Mitchell mete 34 no ex-time e Mobley explode: Cavs dominam Jazz

    Cara, que noite! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu mostrar pro Utah Jazz o que eles perderam. 34 pontos contra o ex-time, jogando com uma autoridade absurda. Mas o mais impressionante? O Evan Mobley também fez 34 pontos na mesma partida. Cleveland ganhou por 122-113 e foi um show à parte.

    Mitchell e Mobley dividindo os holofotes

    Olha, eu já vi muito jogo do Mitchell, mas essa sintonia dele com o Mobley tá ficando assustadora. O cara fez 34 pontos sem atrapalhar o pivô, que também explodiu com seus 34 pontos e 17 rebounds. É o tipo de química que ganha títulos, não vou mentir.

    Mitchell acertou 10 de 18 arremessos e ainda distribuiu 5 assistências. O único problema? A defesa continua meio mole. Mas sinceramente, quando você tá fazendo mais de 30 pontos pela 32ª vez na temporada, dá pra relevar alguns furos defensivos.

    Harden fazendo escola na armação

    E o James Harden? 14 assistências! O cara distribuiu 28 passes para cesta nos últimos dois jogos. Tá virando uma máquina de criar jogadas para os outros. Vocês perceberam como ele focou em alimentar o Mobley no garrafão? Cleveland errou muito de três (só 6 em 32 tentativas), mas compensou na pintura justamente por causa da visão do Barba.

    O Mobley jogou com uma agressividade que eu não via há tempo. Pedindo a bola, selando posição, finalizando com autoridade. 17 rebounds e 3 tocos completaram uma das melhores performances da temporada dele. Se ele mantiver esse nível, os Cavs podem ir longe nos playoffs.

    O banco fez a sua parte

    Sam Merrill não acertou NADA de três (0 em 8!), mas mostrou que evoluiu como jogador completo. Quatro cestas dentro da linha dos três pontos, cortando bem e até tocando uma bola por cima pro Mobley. Isso é maturidade.

    Keon Ellis continua sendo aquele jogador de alto risco e alta recompensa na defesa. Faz umas roubadas de bola incríveis, mas também força algumas jogadas perigosas. Com 13 pontos e boa eficiência nos arremessos próximos à cesta, deu pra relevar.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter essa pegada nos playoffs? Com Mitchell e Mobley jogando nesse nível, e o Harden distribuindo o jogo, esse time tem cara de que pode incomodar qualquer um no Leste.