Autor: Leandro Amorim

  • Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Cara, 34 pontos e 17 rebotes. Evan Mobley simplesmente destruiu o Utah Jazz ontem à noite e tá provando que às vezes um puxão de orelha é exatamente o que um jogador precisa.

    O pivô do Cleveland Cavaliers teve sua melhor noite na temporada, acertando absurdos 15 de 21 arremessos — todos de dentro do garrafão. Nove enterradas e quatro bandejas. O cara virou uma máquina de destruição perto da cesta.

    A conversa que mudou tudo

    E a história por trás dessa explosão é até poética. Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, teve uma conversa bem direta com Mobley durante o All-Star break. Basicamente mandou o cara ir pra casa, trabalhar e voltar pistola por ter ficado de fora do jogo das estrelas.

    “Eu disse pra ele voltar do All-Star break com sede de vingança”, contou Atkinson. “Lesões, início ruim de temporada, não foi pro All-Star… cara, usa isso tudo como combustível.”

    E funcionou. Mobley não fez drama, entendeu o recado na hora. “Foi uma conversa simples sobre usar isso como motivação e saber o valor que eu trago pro time”, disse o pivô.

    Os números não mentem

    Desde que voltou do All-Star break, Mobley tá jogando em outro nível: 19,7 pontos por jogo com 62,2% de aproveitamento. Quase 10 rebotes e 1,5 toco por partida. Cleveland marca quase 7 pontos a mais a cada 100 posses quando ele tá em quadra.

    O mais legal? James Harden chegou há sete semanas e já é o cara que mais assiste Mobley nas jogadas. A química entre os dois tá funcionando perfeitamente.

    “Ele tem que ser um dos melhores pivôs da liga desde o All-Star break”, disse Atkinson. E olha, eu concordo totalmente com o técnico.

    Vocês acham que Mobley vai manter esse nível nos playoffs? Porque se continuar assim, Cleveland pode fazer barulho na pós-temporada mesmo.

  • Brunson e Tatum disputam prêmio de melhor companheiro da NBA

    Brunson e Tatum disputam prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que legal: a NBA divulgou os 12 finalistas pro prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro do Ano da temporada 2024-25. E cara, que lista interessante saiu dessa vez!

    Pra quem não conhece, esse é aquele prêmio que reconhece o jogador que mais exemplifica o jogo coletivo, liderança dentro e fora de quadra, mentoria com os mais novos e dedicação total ao time. Basicamente, o cara que todo mundo quer ter no vestiário.

    Os favoritos do Leste

    Do Leste, temos nomes pesados como Jalen Brunson do Knicks – e sinceramente, esse cara merece demais. Desde que chegou em Nova York tem sido um líder nato, sempre colocando o time na frente dos holofotes pessoais. Jayson Tatum do Celtics também tá na lista, o que meio que me surpreende considerando algumas polêmicas da temporada, mas o cara realmente cresceu como líder.

    Outros nomes interessantes incluem Jrue Holiday no Portland (esse aí é unanimidade onde passa), Marcus Smart agora no Lakers (levou a cultura Celtics pra LA), e veteranos como Pat Connaughton no Charlotte e Garrett Temple no Toronto.

    Oeste com surpresas

    Do Oeste, a lista tá mais enxuta mas com algumas surpresas. De’Aaron Fox agora no Spurs é uma escolha óbvia – o cara sempre foi um líder vocal. Jeff Green no Houston continua sendo aquele veterano que todo jovem time precisa.

    Mas o que mais me chamou atenção foi DeAndre Jordan no Pelicans. Cara, esse homem tem 36 anos e ainda tá por aí sendo mentor dos mais novos. Respeito total. E Jaylin Williams no Thunder representa bem essa nova geração de jogadores que já pensa coletivo desde cedo.

    Vale lembrar que Stephen Curry ganhou esse prêmio na temporada passada – e olha, faz todo sentido. O cara é o exemplo perfeito de superstar que nunca perdeu a humildade.

    E aí, quem vocês acham que leva dessa vez? Na minha opinião, Brunson tem tudo pra levar, mas Jrue Holiday sempre é candidato forte nesses prêmios de caráter.

  • Brooks volta pros Suns depois de 18 jogos fora – que falta fez!

    Brooks volta pros Suns depois de 18 jogos fora – que falta fez!

    Olha, finalmente uma boa notícia pros Suns! Dillon Brooks tá de volta depois de ficar 18 jogos no departamento médico com uma fratura na mão esquerda. E cara, que falta ele fez…

    O negócio aconteceu lá no final de fevereiro, e desde então Phoenix ficou meio perdido sem o cara. Resultado? 9 vitórias e 9 derrotas sem ele. Ou seja, time de 0,500 — não é exatamente o que você quer quando tá brigando por posição nos playoffs.

    A melhor temporada da carreira

    Antes da contusão, Brooks tava simplesmente voando. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse render tanto assim em Phoenix. O cara tá fazendo a melhor temporada da carreira: 20,9 pontos por jogo com incríveis 44% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    Pra quem acompanha a NBA há tempo, sabe que Brooks sempre foi mais conhecido pela defesa chata que faz e pelas provocações. Mas esse ano? Monstro no ataque também. 3,7 rebotes por partida (recorde pessoal) e ainda rouba uma bola por jogo. Números que mostram como ele evoluiu seu jogo aos 28 anos.

    Timing perfeito pra volta

    A volta dele não podia ser em momento melhor. Os Suns tão numa briga danada por uma vaga melhor nos playoffs, e cada jogo conta nessa reta final. Ter Brooks de volta — especialmente numa terça-feira que é o segundo jogo consecutivo — é como ganhar um reforço no meio da temporada.

    E aí, vocês acham que Phoenix consegue embalar agora com o Brooks de volta? Porque vamos combinar: sem ele, o time ficou meio sem identidade defensiva. Agora é torcer pra mão estar 100% e ele voltar no mesmo nível que tava antes da lesão.

    Uma coisa é certa: a conferência Oeste tá um caos total, e qualquer peça que volta faz diferença. Brooks pode ser exatamente o que os Suns precisavam pra fazer barulho nos playoffs.

  • Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Masai Ujiri quer voltar pra NBA e ganhar outro anel de campeão

    Cara, o Masai Ujiri não consegue ficar parado. O cara que trouxe o primeiro título da história pros Raptors em 2019 tá longe dos escritórios da NBA, mas definitivamente não tá de férias. Agora ele entrou no grupo de investidores do Toronto Tempo, que vai estrear na WNBA, mas o que chamou mesmo atenção foi ele cravar: quer voltar pra NBA pra ganhar outro campeonato.

    “Eu tenho passado muito tempo estudando nosso jogo, a NBA, analisando tendências e o que podemos estar perdendo ao estudar outras ligas”, disse Ujiri. E olha só a motivação dele: “Um dos meus principais objetivos é ganhar outro campeonato. Quero ganhar com o Tempo, e quero outro título na NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente com a polícia que aconteceu comigo.”

    A celebração que nunca aconteceu

    Pra quem não lembra (ou tenta esquecer), quando os Raptors conquistaram aquele título histórico em 2019, o Ujiri foi impedido de entrar na quadra pra comemorar com o time por um segurança no Oracle Arena. Um absurdo total. Rolou processo de ambos os lados, que depois foram retirados, mas a marca ficou.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou o executivo. “Quero ganhar de novo para poder realmente aproveitar.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração do cara. Imagina trabalhar anos pra montar um time campeão, ver tudo dando certo, e na hora H você é barrado de celebrar com seus jogadores. Monstro de injusto.

    Construindo o futuro do basquete africano

    Enquanto planeja o retorno, Ujiri não tá parado. Além de levar os filhos pros treinos (coisa que todo pai conhece), ele tá tocando projetos gigantescos de infraestrutura esportiva na África.

    “Acabamos de completar a cidade esportiva em Ruanda e agora estou fazendo coisas com a ONU na região do Sahel. E vamos abrir na Guiné, Serra Leoa e Mauritânia em algumas semanas. Fizemos uma promessa de construir os complexos esportivos, e eles são absolutamente incríveis”, contou.

    O cara tá literalmente mudando o panorama do esporte no continente. Quem acompanha basquete sabe que a África tá produzindo cada vez mais talentos pra NBA, e muito disso tem a ver com esse tipo de investimento em estrutura.

    E aí, vocês acham que algum time vai dar uma chance pro Ujiri voltar? Com o currículo que ele tem — incluindo aquela troca histórica que trouxe o Kawhi Leonard pros Raptors —, eu apostaria que não vai demorar muito pra alguém bater na porta dele.

  • LeBron pode deixar os Lakers: 5 times na briga pelo Rei

    LeBron pode deixar os Lakers: 5 times na briga pelo Rei

    Gente, vocês viram isso? A ESPN foi lá e conversou com mais de uma dúzia de fontes da liga pra entender onde o LeBron James pode parar na temporada 2026-27. E olha, as opções são bem interessantes.

    O cara vai fazer 42 anos e ainda tem pelo menos cinco times de olho nele. Cinco! Isso é LeBron James sendo LeBron James, né?

    Lakers: o óbvio nem sempre é certeza

    Os Lakers vão ter uns 50 milhões de dólares livres no salary cap quando o salário monstro de 52,6 milhões do LeBron sair dos livros. A franquia quer ele de volta — óbvio —, mas tudo vai depender de quanto o Rei vai pedir.

    Sinceramente, depois de tudo que rolou nesses últimos anos em LA, eu não ficaria surpreso se ele quisesse uma mudança de ares.

    Cleveland: a volta pra casa faz sentido mesmo?

    Os Cavaliers aparecem como o que um executivo da Conferência Leste chamou de “encaixe mais limpo”. Cara, imagina o LeBron voltando pra Cleveland pela TERCEIRA vez? Seria meio surreal, mas ao mesmo tempo… faz sentido.

    A ideia seria um sign-and-trade envolvendo o Jarrett Allen — o LeBron ganharia uma grana boa e os Lakers pegariam um pivô que eles precisam desesperadamente. Win-win.

    “Sempre achei que fazia mais sentido ele voltar pra casa”, disse um scout do Oeste. E olha, não tá errado não.

    Warriors e Nuggets: as opções mais interessantes

    Golden State é pura química. O LeBron e o Curry viraram melhores amigos nas Olimpíadas de Paris, e o próprio Steve Kerr chamou aquilo de “bromance”. Soma isso ao Draymond Green, que é parceiro do LeBron há anos, e você tem uma combinação explosiva.

    Mas os Nuggets, cara… os Nuggets podem ser a jogada mais inteligente. Um executivo do Oeste mandou essa: “Quem é o único cara no nível do LeBron em QI de basquete na liga? Vai lá e se junta com esse cara.” Tava falando do Jokic, obviamente.

    LeBron e Jokic juntos seria meio injusto, não acham? Dois gênios do basquete no mesmo time aos 42 e 32 anos respectivamente.

    Os Knicks também aparecem na lista — o LeBron sempre disse que o Madison Square Garden é sua arena favorita, e a diretoria tem conexões pessoais com ele. Leon Rose já foi agente do LeBron, e o William Wesley conhece o cara desde adolescente.

    Mas será que vale a pena os Knicks mexerem no time que tá funcionando só pra trazer o LeBron?

    O que vocês acham? Onde faz mais sentido ele ir? Eu tô curioso pra ver se ele realmente vai ter coragem de sair de Los Angeles depois de tudo isso.

  • Jenkins, Harper e Sexton: as pérolas do fantasy que podem salvar seu título

    Jenkins, Harper e Sexton: as pérolas do fantasy que podem salvar seu título

    Galera, chegamos no momento da verdade no fantasy basketball. É agora ou nunca, e sinceramente? Essa é a hora que separa quem realmente entende do jogo de quem só tá ali fazendo número.

    Com os playoffs do fantasy rolando, cada pickup pode ser a diferença entre levantar o troféu ou ficar vendo os outros comemorarem. E olha, tem cada pérola disponível por aí que dá até dó de ver gente dormindo no ponto.

    Os caras que tão voando baixo (mas não deviam estar)

    Daniss Jenkins — cara, esse menino dos Pistons tá fazendo um trabalho ABSURDO desde que o Cade Cunningham se machucou. Média de 34.8 pontos de fantasy nos últimos oito jogos? Isso não é sorte não, meu amigo. O mlk contribui em todas as categorias e ainda por cima Detroit tem três jogos essa semana.

    E o Dylan Harper do Spurs? Rapaz, esse rookie chegou calado mas tá fazendo barulho na hora certa. San Antonio tá correndo atrás do Thunder na conferência oeste, e Harper tá sendo peça fundamental nisso. Seis dos últimos sete jogos com pelo menos 25 pontos de fantasy — sendo cinco com mais de 31!

    Collin Sexton continua sendo aquele cara que você subestima mas que sempre entrega. Mesmo saindo do banco no Bulls, o maluco tá liderando o time com 31 pontos de fantasy por jogo em março. E não é só pontuação não — o cara contribui com rebotes, assistências, roubadas de bola. Um verdadeiro canivete suíço.

    As apostas mais arriscadas (mas que podem dar muito certo)

    Gary Payton II só tem 10% de ownership, mas escuta aqui: 30.3 pontos de fantasy nos últimos 10 jogos. Com Golden State lidando com lesões, GP2 tá aproveitando cada minutinho em quadra. É uma aposta, mas pode ser genial.

    Royce O’Neale no Suns também tá ali, meio esquecido. Phoenix tá quebrado de lesão, e O’Neale virou peça importante no esquema. Desde o All-Star break, são 22 pontos de fantasy por jogo em 27.5 minutos. Não é espetacular, mas é consistente.

    Vocês acham que vale a pena arriscar nessa reta final ou é melhor confiar nos nomes mais consolidados? Eu, particularmente, acho que quem não arrisca não petisca — principalmente quando a margem de erro é zero.

    Uma coisa é certa: esses caras todos têm pelo menos três jogos essa semana, o que já é meio caminho andado pra te ajudar a ganhar seu título. Só não venham reclamar depois se ficaram de fora e os adversários cataram essas pérolas antes de vocês!

  • LeBron confirma que quebrou a tabela jogando contra Bronny em casa

    LeBron confirma que quebrou a tabela jogando contra Bronny em casa

    Cara, imagina só: você tá jogando um 1×1 com seu pai no quintal de casa e o cara simplesmente quebra a tabela com uma enterrada. Foi exatamente isso que aconteceu com Bronny James em 2014, quando tinha só uns 10 anos.

    Depois da vitória dos Lakers contra o Washington Wizards por 120-101 na segunda-feira, onde LeBron fez um triple-double (21 pontos, 10 rebotes e 12 assistências), o Rei finalmente confirmou a história que o filho tinha contado no vestiário dias antes.

    Miami Bron era diferente mesmo

    “Nós tínhamos uma cesta na nossa garagem e eu driblei ao redor dele e enterrei. Não era minha intenção quebrar o vidro, mas eu quebrei”, contou LeBron, meio que se desculpando mas claramente orgulhoso da façanha.

    E olha, faz total sentido isso ter acontecido em 2014. LeBron tava no auge em Miami, tinha acabado de ganhar dois títulos seguidos e tava literalmente imparável. “Aquilo ali é tipo Miami Bron – é tipo Bron invencível, então não é como se ele fosse ganhar de mim”, brincou o cara.

    Sinceramente? Eu fico imaginando a cena. O garoto Bronny tentando defender o pai que tava no pico da carreira, e aí vem a enterrada monstruosa que quebra tudo. Deve ter sido assustador e incrível ao mesmo tempo.

    E a tabela nova? Esqueceram dela

    Aqui vem a parte mais engraçada da história toda. Depois que quebrou a tabela, LeBron simplesmente… esqueceu de comprar outra.

    “Eu não queria quebrar – tive que comprar outra, ou será que eu nem comprei? Bronny, eu comprei outra cesta?”, perguntou LeBron para o filho ali mesmo na entrevista.

    “Acho que você não comprou”, respondeu Bronny.

    “Acho que não comprei mesmo. É, acho que foi isso aí.”

    Mano, só o LeBron mesmo pra quebrar a tabela de casa numa enterrada e depois esquecer de repor. O cara tava tão focado em dominar a NBA que os detalhes domésticos ficaram pra depois.

    Agora todo mundo quer ver a revanche entre pai e filho, né? Bronny evoluiu muito desde os 10 anos, mas convenhamos – LeBron aos 41 anos ainda tá fazendo triple-double na NBA. Vocês acham que o resultado seria diferente hoje?

  • Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Olha só que notícia interessante: Masai Ujiri, aquele cara que montou o time dos Raptors que ganhou o título em 2019, agora virou sócio do Toronto Tempo, a nova franquia da WNBA que estreia nesta temporada. E cara, as motivações dele são bem profundas.

    Ujiri saiu dos Raptors no ano passado e desde então tem focado em projetos na África com sua organização Giants of Africa. Mas quando surgiu a oportunidade de entrar como dono no Tempo, ele não pensou duas vezes.

    A sede de ganhar outro título

    “Eu quero ganhar outro campeonato da NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente policial que aconteceu comigo”, disse Ujiri pra ESPN. Ele tá se referindo àquela confusão toda que rolou quando os Raptors ganharam o título em 2019.

    Lembram da história? Quando Toronto venceu Golden State, Ujiri quis entrar na quadra pra comemorar mas um policial barrou ele, alegando que não tinha as credenciais certas. Rolou empurra-empurra, processo na justiça… Uma bagunça que estragou a comemoração do cara.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou. “Quero ganhar de novo pra poder aproveitar de verdade.” Sinceramente, dá pra entender a frustração dele.

    Aposta forte no basquete feminino

    Agora Ujiri vai trabalhar novamente com Larry Tanenbaum, com quem conquistou aquele título histórico dos Raptors. A dupla acredita muito no crescimento do esporte feminino.

    “Acho que o esporte feminino está crescendo de forma incrível. Você vê isso na WNBA, no futebol, no hockey”, disse Ujiri. E olha, ele não tá errado não. A WNBA vem ganhando cada vez mais atenção, especialmente depois da chegada de jogadoras como Caitlin Clark.

    O mais legal é que Ujiri não vai só investir dinheiro. Ele tá lançando o “Tempo Rising”, um programa de mentoria global para treinadoras que se identificam como mulheres e pessoas não-binárias. Cara que entende de desenvolvimento, né?

    De dirigente a motorista de Uber dos filhos

    Uma coisa engraçada que ele contou: depois de 12 anos tendo motorista porque vivia no telefone trabalhando, agora virou o “motorista de Uber” dos próprios filhos. Ficou levando eles pros treinos enquanto tocava os projetos na África.

    “Foi extremamente corrido”, disse sobre esse ano longe da NBA. “Consegui focar na minha família… mas também estive trabalhando em instalações e infraestrutura no continente.”

    E aí, vocês acham que Ujiri vai conseguir esse segundo título que tanto quer? Com Toronto Tempo na WNBA e quem sabe uma volta à NBA no futuro? O cara definitivamente tem fome de vitória.

  • Curry finalmente liberado pro scrimmage – volta tá chegando!

    Curry finalmente liberado pro scrimmage – volta tá chegando!

    Galera, finalmente! Depois de 26 jogos fora — vinte e seis! — Stephen Curry foi liberado pelo departamento médico dos Warriors pra participar de um scrimmage 5 contra 5 nesta terça-feira. É o maior passo que ele deu rumo ao retorno desde que essa lesão no joelho direito começou a incomodar lá em janeiro.

    Olha, eu tô tentando não criar expectativa demais, mas é impossível não ficar empolgado. O Curry tá fora desde o final de janeiro, cara. Tudo começou depois de um treino em Minneapolis no dia 24, ele sentiu dor e inchaço no joelho. Tentou jogar mais alguns jogos forçando, mas aí na derrota em casa pro Detroit Pistons no dia 30, saiu no terceiro quarto e não pisou mais na quadra.

    A longa espera pela recuperação

    A expectativa inicial era que ele voltasse logo depois do All-Star break. Só que o joelho não respondeu bem ao trabalho de quadra durante o fim de semana do All-Star em Los Angeles. Rick Celebrini, que é o cara que manda nas decisões médicas dos Warriors, foi super cauteloso — e com razão, né?

    Nas últimas semanas, o Curry ficou limitado à musculação e treinos individuais. Semana passada ele até tentou convencer o Celebrini a liberar o scrimmage, mas o médico segurou até terça de manhã. Finalmente deu o sinal verde pra um 5 contra 5 contra jovens jogadores e técnicos.

    Steve Kerr disse que o astro é “dúvida” pro jogo de quinta contra o Cleveland Cavaliers. “Temos que ver como ele responde ao scrimmage e vamos a partir daí”, falou o técnico. Sinceramente, acho que eles vão com calma mesmo — melhor perder mais alguns jogos do que arriscar uma lesão mais séria.

    Warriors precisam de milagre pros playoffs

    E cara, os Warriors estão precisando MUITO do Curry de volta. A situação tá feia: 36-39 na temporada, perderam 16 dos últimos 25 jogos sem o craque. Tão na 10ª posição no Oeste, ou seja, no fundo da briga pelo play-in.

    Gui Santos disse que o Curry tava afiado no treino e que o clima do ginásio ficou mais “animado” com a presença dele. Eu acredito — deve ser absurdamente diferente ter o cara que mudou o basquete de volta nos treinos.

    A esperança interna é conseguir o Curry de volta com tempo suficiente pra dar uma “preparada” antes da semana do play-in. Porque olha, do jeito que tá, vão precisar ganhar dois jogos eliminatórios só pra chegar nos playoffs como 8º colocado.

    E aí, vocês acham que o Curry volta a tempo de salvar a temporada dos Warriors? Eu tô torcendo, mas essa idade e essas lesões me deixam preocupado…

  • Doc Rivers e Amar’e Stoudemire no Hall da Fama — mereceram!

    Doc Rivers e Amar’e Stoudemire no Hall da Fama — mereceram!

    Gente, que notícia boa! Acabou de sair que Doc Rivers e Amar’e Stoudemire vão ser induzidos ao Hall da Fama da NBA na classe de 2026. E sinceramente? Era mais do que hora.

    Vamos começar pelo Doc Rivers, que atualmente comanda o Milwaukee Bucks. O cara tem 1.191 vitórias como técnico — oitavo lugar na história da NBA. Oitavo! Isso é absurdo quando você para pra pensar. Ele foi quem levou o Boston Celtics ao título em 2008, quebrando uma seca de 22 anos da franquia. Lembram daquela série épica contra o Lakers do Kobe? Pura magia.

    A era Lob City que a gente nunca esquece

    Mas o que eu mais lembro do Doc é a época dele no LA Clippers, durante a famosa era “Lob City”. Chris Paul, Blake Griffin, DeAndre Jordan… cara, que time espetacular era aquele. Mesmo não conseguindo chegar às finais, eles revolucionaram o jogo com aquelas enterradas absurdas. O Doc conseguiu transformar um time que era piada da liga numa potência — pelo menos na temporada regular.

    E que técnico, hein? O cara sabe lidar com ego de estrela como poucos. Não é à toa que ainda está ativo e competitivo aos 62 anos.

    Amar’e — o monstro que saiu direto do colégio

    Agora o Amar’e Stoudemire… nossa, que jogador era esse cara! Rookie do Ano em 2003 depois de pular a faculdade — numa época que isso ainda era raro. Seis vezes All-Star, e vocês lembram da dupla que ele formava com o Steve Nash no Phoenix Suns?

    Aquele pick-and-roll era praticamente imparável. O Nash dava aquela assistência milimétrica e o Stoudemire simplesmente voava pro garrafão. Era enterrada atrás de enterrada. O cara tinha 2,08m mas se movia como se fosse um ala — absurdo de atlético.

    Claro que a carreira dele foi meio prejudicada pelas lesões, principalmente depois que foi pro New York Knicks. Mas quando estava 100%, poucos conseguiam parar o Stoudemire no garrafão. Média de 18.9 pontos e 7.8 rebotes na carreira — números de respeito.

    E aí, vocês acham que eles mereciam mesmo estar no Hall da Fama? Na minha opinião, eram casos óbvios. O Doc revolucionou times por onde passou, e o Amar’e foi um dos pivôs mais dominantes dos anos 2000.

    A cerimônia oficial vai ser em agosto, em Springfield. Vai ser emocionante ver esses caras recebendo o reconhecimento que merecem. Basketball is back, baby!