Autor: Leandro Amorim

  • Jalen Green mostrou seu potencial absurdo — mas ainda falta consistência

    Jalen Green mostrou seu potencial absurdo — mas ainda falta consistência

    Cara, o Jalen Green simplesmente destruiu tudo contra o Jazz no sábado à noite. 31 pontos em apenas 22 minutos. Vinte e dois minutos! E o mais louco? Parecia fácil demais. Arremessos de 3 caindo, penetrações rasgando a defesa, jump shots do meio da quadra entrando limpo. Foi um show completo.

    Mas olha, vou ser sincero: assistir o Green jogar é uma montanha-russa emocional. Uma hora ele tá jogando como um All-Star, na outra some completamente de quadra. Desde que chegou no Phoenix na troca do Durant, a gente já viu os dois lados dessa moeda.

    O talento é inegável, mas…

    Quando ele engata, mano, é coisa de outro mundo. Tem uma fluidez no jogo que poucos caras conseguem. Lembra do Gerald Green ou do Jason Richardson nos tempos áureos do Suns? Pois é, faz mais de uma década que Phoenix não tinha um cara assim na posição 2. Um armador que cria a própria jogada, vai pro garrafão quando quer e ainda tem esse atletismo explosivo.

    O problema — e vocês que acompanham NBA sabem disso — é que às vezes a confiança vira arrogância. O cara tem caminho livre pra bandeja e resolve complicar, quer fazer a jogada bonita ao invés da simples. Quantas vezes já não vimos ele cozinhando demais numa penetração fácil?

    E sabe qual é a ironia? Com o Ayton, a gente implorava por agressividade no garrafão. “Enterra logo, cara!” Com o Green é o contrário: “Só faz a cesta entrar, não precisa ser espetacular.”

    A temporada tá acabando, e agora?

    Olha, eu não acho que o Suns vai tomar qualquer decisão precipitada. O cara vai ganhar 36 milhões na próxima temporada — não é dinheiro que você joga fora assim. Faz sentido dar mais tempo pra ele, ver como o mercado se desenvolve.

    Porque o potencial tá ali, óbvio. As ferramentas são evidentes. Quando ele equilibra o show com eficiência, aí sim a coisa fica interessante. É questão de refinar o timing, melhorar a seleção de arremessos.

    E enquanto isso não acontece? A gente curte os momentos como esse sábado. Noites em que ele pega fogo e muda completamente o ritmo do jogo. Esse é o Jalen Green que pode decidir partidas, que pode carregar o time nas costas quando precisa.

    Vocês acham que ele consegue encontrar essa consistência? Porque sinceramente, quando ele joga assim, dá pra sonhar alto com esse Phoenix. O negócio é saber se vai ser exceção ou regra daqui pra frente.

  • Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Cara, eu vi muita coisa bonita no basquete universitário, mas o que rolou ontem em Chicago foi simplesmente emocionante demais. Charlie May, filho do técnico Dusty May, acertou uma bomba de 3 nos segundos finais da goleada de Michigan sobre Tennessee por 95 a 62 no Elite 8 do March Madness.

    Imagina a cena: time já ganhando de 30 pontos, 1 minuto e 2 segundos no relógio, e o garoto — que mal jogou na temporada — recebe a bola no cantinho e não perdoa. Swish! O banco de Michigan explodiu igual torcida de final de campeonato.

    O menino que quase não joga virou herói por um dia

    Vou ser sincero com vocês: Charlie May não é exatamente o craque do time. O cara é um ala de 1,95m no último ano, veio transferido da UCF quando o pai foi contratado por Michigan em 2024. Até domingo, tinha feito apenas 4 pontos na carreira inteira e convertido um único arremesso de quadra. Nesta temporada? Apenas 18 minutos em 7 jogos.

    Mas ó, foi justamente isso que tornou o momento ainda mais especial. As estrelas do time como Yaxel Lendeborg e Aday Mara comemoraram como se tivesse sido a cesta da classificação. E o narrador da CBS mandou um “Mayday em Chicago!” que ficou perfeito.

    Dusty May voltando ao Final Four

    E não é que o velho Dusty conseguiu de novo? Segunda vez em quatro anos que o cara leva um time ao Final Four — e em programas diferentes, né não? Em 2023, ele fez aquela corrida absurda com Florida Atlantic até a semifinal nacional, onde perderam no último segundo pro San Diego State.

    Agora com Michigan, o cara tá simplesmente destruindo todo mundo neste March Madness. Quatro vitórias por uma diferença combinada de 90 pontos! Só uma das vitórias foi por menos de 21 pontos de diferença. Isso é dominância total.

    Vocês acham que Michigan tem chances reais de título? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser bem difícil parar esse trem. E com esses momentos familiares no meio do caminho, dá até pra sonhar com algo especial acontecendo…

  • Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Raptors fazem sequência histórica e massacram o Magic por 52 pontos

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA ao longo dos anos, mas o que o Toronto fez ontem foi de outro mundo. 31 pontos seguidos. TRINTA E UM. Sem resposta nenhuma do Orlando Magic.

    Os Raptors estavam perdendo por 20-14 no primeiro quarto, aí do nada viraram o interruptor e simplesmente decidiram que o Magic não ia mais fazer cesta. E não fizeram mesmo — ficaram mais de 10 minutos sem pontuar enquanto Toronto enfiava 31 pontos consecutivos. É a maior sequência sem resposta da era moderna da NBA (desde 1997-98).

    Quando tudo desandou pro Magic

    O Orlando até começou bem, liderando por 18-11 depois de uma bola de três do Jalen Suggs. Aí o Paolo Banchero fez uma cesta com 5:30 no primeiro quarto e… pronto. Acabou. O próximo ponto do Magic só veio com 9:42 no segundo período.

    Mais de dez minutos de jogo sem fazer um ponto sequer. Cara, eu fico imaginando o que tava passando na cabeça dos caras. Deve ser desesperador.

    E não foi só a sequência histórica não — o Toronto dominou o jogo inteiro e aplicou uma goleada histórica: 139 a 87. Cinquenta e dois pontos de diferença! Foi a maior vitória da temporada pros Raptors.

    RJ Barrett e Scottie Barnes brilharam

    O RJ Barrett fez 24 pontos numa atuação bem sólida, mas quem realmente roubou a cena foi o Scottie Barnes. O cara cravou 23 pontos e ainda distribuiu 15 assistências — recorde pessoal na carreira dele.

    Quinze assistências! Sinceramente, o Barnes tá evoluindo de uma forma absurda. Quando ele chegou na liga, a gente sabia que tinha potencial, mas ver ele orquestrando o ataque assim é lindo de ver.

    Do lado do Magic, foi uma noite pra esquecer. 28 turnovers (que viraram 37 pontos pros Raptors), apenas 31 cestas convertidas no jogo inteiro. É a sétima derrota nas últimas oito partidas — esse time que chegou nos playoffs ano passado tá numa crise brava.

    E vocês acham que o Magic consegue se recuperar a tempo? Porque essa sequência negativa tá preocupante, especialmente considerando o potencial que esse elenco tem no papel.

    Com essa vitória, o Toronto se mantém na quinta posição do Leste. Não que isso mude muita coisa na classificação, mas pelo menos os fãs em Toronto tiveram uma noite pra lembrar. Quando você vê uma sequência histórica dessas ao vivo, é o tipo de coisa que fica marcado pra sempre.

  • Celtics sem dois titulares contra Charlotte — Brown e White fora

    Celtics sem dois titulares contra Charlotte — Brown e White fora

    Olha, não é exatamente o que a gente queria ver véspera de um back-to-back, né? Os Celtics vão enfrentar o Charlotte Hornets hoje à noite sem Jaylen Brown (tendinite no tendão de Aquiles esquerdo) e Derrick White (contusão no joelho direito). E o pior: jogam amanhã contra o Hawks também.

    Brown já tinha ficado fora do último jogo com essa chatice no Aquiles — o Mazzulla disse na sexta que ele estava “meio machucado” e sendo avaliado dia a dia. Sinceramente, prefiro que ele descanse mesmo. Temporada longa, playoffs chegando… não vale a pena forçar.

    Quem vai assumir a responsa?

    Com os dois fora, Baylor Scheierman deve continuar no quinteto titular. O cara já começou na vitória contra os Hawks na sexta (ironia do destino, vão jogar contra eles de novo na segunda) e foi seu 18º jogo como titular na temporada. Números modestos — 4.9 pontos, 3.6 rebotes —, mas 38.5% nas bolas de três. Nada mal para um novato.

    A boa notícia é que Jayson Tatum, que estava como “questionável” por causa do joelho, vai jogar. Ainda bem, porque senão ia ser complicado mesmo. Neemias Queta também está liberado depois de uma torção no polegar.

    Oportunidade para os reservas

    Ron Harper Jr. e Jordan Walsh podem ganhar mais minutos — e olha que o Walsh teve 27 minutos na sexta, a maior minutagem dele em semanas. Essa pode ser a chance de mostrar serviço.

    No garrafão, Queta e Luka Garza vão continuar carregando o piano com Vucevic ainda fora (fratura no dedo desde 6 de março). O Garza, aliás, está numa sequência boa — 11 jogos seguidos com dois dígitos em minutos depois de praticamente sumir da rotação após o trade deadline.

    Vocês acham que os Celtics conseguem ganhar os dois jogos do back-to-back mesmo desfalcados? Charlotte não é páreo, mas Atlanta em casa sempre joga duro. A bola sobe às 19h (horário de Brasília).

  • Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cara, que peso nas costas de um garoto de 18 anos. Cayden Boozer, o calouro de Duke, assumiu toda a culpa pela eliminação do time na Elite Eight do March Madness. E olha, eu entendo o sentimento dele, mas sinceramente? Acho pesado demais.

    A situação foi assim: restando 7.5 segundos, Duke ganhando por dois pontos de UConn, e Boozer recebe a bola no meio da quadra. Ele tenta um passe para Pat Ngongba que estava completamente livre, mas Silas Demary consegue desviar a bola. Resultado? Braylon Mullins pega o rebote e METE uma bomba quase do meio da quadra com 1.8 segundo no cronômetro. Game over. 73-72 para UConn.

    O peso da responsabilidade

    “Eu poderia ter segurado melhor a bola e não ter perdido ela”, disse Boozer após o jogo. “Assumo toda a responsabilidade. Eu vi dois caras livres e estava só tentando fazer o passe chegar lá, mas poderia ter tido mais calma. A gente tinha tempo. Eu perdi a bola. Eu arruinei a temporada do nosso time.”

    Mano, escutar um garoto falar isso dói no coração. Qualquer um que já jogou basquete sabe como é carregar o peso de um erro no final do jogo. Mas aqui que tá — basquete é esporte coletivo, e uma temporada não se resume a um lance.

    Companheiros defendem o calouro

    Dame Sarr, companheiro de equipe, não deixou barato: “Eu nunca vou deixar ele falar isso de novo, porque ele não falhou com a gente de forma alguma. Ele nos levantou.” E o cara tem razão total.

    Boozer assumiu a titularidade depois que Caleb Foster quebrou o pé em 7 de março. E olha só o que o moleque fez: ajudou Duke a ganhar o torneio da ACC e os dois primeiros jogos do March Madness. Isso aí não é pouca coisa não.

    O técnico Jon Scheyer também tirou a pressão do garoto: “É fácil olhar para aquele lance — eu olho para todos os lances que aconteceram, especialmente no segundo tempo. Isso não é sobre um lance. É sobre cada lance que nos colocou naquela posição.”

    Vocês acham que é justo um calouro carregar esse peso todo? Na minha visão, o garoto mostrou personalidade e caráter assumindo a responsabilidade, mas basketball é jogo de equipe. Duke chegou longe com ele no comando — isso já é vitória pra um cara que nem deveria estar jogando se não fosse a lesão do Foster.

    March Madness é isso aí — um lance pode mudar tudo. Mas temporadas se constroem com 40 minutos de jogo, não com 7.5 segundos.

  • Lakers fazem ‘reset’ antes da reta final – e Dončić perde jogo

    Lakers fazem ‘reset’ antes da reta final – e Dončić perde jogo

    Olha, depois de uma sequência meio maluca de jogos, os Lakers finalmente conseguiram respirar um pouquinho. Dois dias sem partida pra dar aquela reorganizada geral antes da reta final da temporada regular — e cara, eles precisavam mesmo disso.

    O problema é que segunda-feira contra o Washington Wizards, eles vão ter que jogar sem o Luka Dončić. O cara levou suspensão automática por acumular 16 faltas técnicas na temporada. Dezesseis! Eu sei que o Luka é temperamental, mas caramba, 16 técnicas é muita coisa.

    A conta salgada da suspensão

    E olha que caro que fica essa suspensão: Dončić ganha uns $45,9 milhões por temporada, então esse jogo perdido vai custar cerca de $264 mil do bolso dele. Quase meio milhão de reais jogados fora por causa de temperamento. Será que não dá pra contar até 10 antes de reclamar com o árbitro?

    A última técnica veio na vitória contra o Brooklyn Nets, numa troca de farpas com o Ziaire Williams. Os dois levaram técnica dupla, e pronto — Luka chegou no limite. O pior é que se ele tomar mais duas até o final da temporada regular, leva outra suspensão automática.

    JJ Redick confia no banco

    O técnico JJ Redick tá tentando passar confiança, falando que aproveitaram bem esses dois dias de descanso. Treino cedo no domingo (10h da manhã num domingo, os caras são dedicados mesmo), revisaram filme, ajustaram algumas coisas.

    “Foi um reset mental, espiritual e emocional”, disse o Redick. E sinceramente, eu acho que eles precisavam mesmo. Os Lakers têm apenas 8 jogos pela frente antes dos playoffs, e metade é contra times com campanha ruim.

    Sem o Dončić, vão ter que contar com pessoal que não tá sempre na rotação principal. Redick citou Bronny James, Jarred Vanderbilt e Maxi Kleber como opções. O Bronny especialmente tem mostrado que merece estar ali — independente do sobrenome.

    E vocês acham que os Lakers conseguem manter o ritmo sem o Luka? O Washington tá com a terceira pior campanha da liga (17-56), mas qualquer bobeira nessa reta final pode custar caro na classificação dos playoffs.

    Por enquanto, Marcus Smart (contusão no tornozelo) e Adou Thiero (dor no joelho) seguem no departamento médico. Nada grave, mas nessa altura do campeonato, qualquer probleminha vira dor de cabeça.

  • Celtics fazem 50 vitórias em ‘ano sabático’ e Brown provoca críticos

    Celtics fazem 50 vitórias em ‘ano sabático’ e Brown provoca críticos

    Olha, quando disseram que seria um “ano sabático” para os Celtics depois da lesão do Tatum, eu confesso que também fiquei com o pé atrás. Mas o Jaylen Brown acabou de calar a boca de todo mundo com um post que já virou meme: “50 vitórias em um ano sabático ☘️”.

    E cara, que slap na cara dos haters foi esse, hein?

    Brown carregando o piano sozinho

    O maluco simplesmente pegou o time nas costas quando todo mundo achava que Boston ia patinar sem o Tatum. Enquanto o parceiro se recuperava do tendão de Aquiles rompido nos playoffs do ano passado, o Brown decidiu fazer uma temporada nível MVP e mostrar que não é só coadjuvante nessa história.

    A vitória de 114 a 99 contra o Charlotte Hornets no domingo garantiu mais uma vaga nos playoffs — a 12ª consecutiva dos Celtics, que é a sequência ativa mais longa da NBA. Não é pouca coisa não.

    O mais engraçado é que o próprio Brown nem jogou nessa partida decisiva, ficou fora por conta de uma tendinite no Aquiles esquerdo. Mas o time já engrenado seguiu o baile e confirmou a classificação. Três vitórias seguidas, incluindo uma contra o Thunder (que tá voando na liga), e sete vitórias nos últimos oito jogos. Tá funcionando.

    Tatum voltando aos poucos

    Agora vamos falar do elefante na sala: o Jayson Tatum. O cara voltou faz pouco tempo e já tá mostrando que a lesão ficou pra trás. Contra Charlotte foram 32 pontos, a maior pontuação dele desde que retornou há algumas semanas.

    “Eu não senti que estava acelerado”, disse Tatum depois do jogo. “Ainda estou meio cansado, então é algo que ainda tô trabalhando. Mas gosto que estou sendo decisivo nos meus movimentos.”

    E olha, dá pra ver que ele tá voltando mesmo. Arremessos de costas apoiando numa perna só, penetrações fortes, uma enterrada de duas mãos que fez o ginásio delirar — o repertório todo tá voltando. Desde que retornou, os Celtics têm 9 vitórias e apenas 2 derrotas. Coincidência? Eu acho que não.

    Histórico que impressiona

    Ah, e tem mais: Tatum se tornou o jogador mais jovem da história dos Celtics a chegar aos 14.000 pontos. Monstro demais, cara. Com apenas 28 anos, o maluco já tá reescrevendo os livros de recordes da franquia.

    “Tive a sorte de estar em times muito bons, cercado de jogadores e técnicos que me empoderaram”, disse Tatum, sempre humilde. Mas sinceramente? O talento é dele mesmo.

    Vocês acham que os Celtics conseguem fazer barulho nos playoffs com essa dupla Brown-Tatum de volta? Porque olhando de fora, parece que todo mundo subestimou esse time. Com Jrue Holiday e Kristaps Porzingis sendo negociados na offseason, muita gente já tinha decretado o fim da era de ouro de Boston.

    Que nada. Quinta temporada consecutiva com 50 ou mais vitórias e uma vaga garantida na pós-temporada. “Ano sabático” foi o escambau — os Celtics tão aí pra brigar pelo título de novo.

  • Raptors recebem Orlando sem Quickley: momento decisivo

    Raptors recebem Orlando sem Quickley: momento decisivo

    Cara, cada jogo na Conferência Leste tá virando questão de vida ou morte pros Raptors. E hoje não é diferente — Orlando vem pro norte enfrentar Toronto numa partida que pode definir muito coisa sobre os playoffs.

    Olha só a situação: os Raps tão seguros de que não vão ficar fora da pós-temporada, mas esse quinto lugar que garante vaga direta nos playoffs tá mais disputado que apartamento com aluguel controlado em Toronto. Os quatro primeiros (Pistons, Celtics, Knicks e Cavaliers) parecem intocáveis, então sobra essa briga maluca pelo quinto posto.

    Orlando decepcionou depois do início promissor

    O Magic começou a temporada voando, mas esfriou rápido. Sinceramente, esperava mais desse time. Com 39 vitórias e 34 derrotas, eles ficaram naquele vai-e-vem de sequências boas e ruins que deixa qualquer torcedor maluco.

    Franz Wagner continua machucado desde o início da temporada (que saco, né?), e agora Anthony Black também tá fora. Resultado? Paolo Banchero tá carregando o piano sozinho. O monstro fez 30 pontos em três dos últimos jogos, incluindo uma vitória contra o Sacramento em casa. Quando o Banchero tá assim, o Orlando vira perigoso.

    Raptors sem munição no banco

    E aqui vem o problema: Quickley e Jamison Battle estão fora. Isso significa que Toronto vai ter bem menos opções de arremesso saindo do banco. A sorte é que Ja’Kobe Walter tá pegando fogo — 18 pontos no último jogo, tentou 10 bolas de três e acertou 40%. Quatro assistências também. O garoto tá aproveitando a oportunidade.

    A profundidade no perímetro dos Raptors sempre foi um ponto forte, mas perder Quickley dói. O cara é peça-chave na rotação, e num jogo equilibrado como esse promete ser, cada posse conta.

    Vocês lembram dos confrontos anteriores? Toronto ganhou em dezembro, perdeu em janeiro. Agora é a chance de fechar a série da temporada com vantagem sobre a galera da Flórida.

    Momento da verdade se aproxima

    Esse jogo (e os próximos até o fim da temporada regular) vai mostrar se os Raptors conseguem manter essa zona de conforto dos playoffs diretos ou se vão ter que suar no Play-In. Sinceramente? Prefiro mil vezes evitar essa loteria.

    RJ Barrett, Scottie Barnes e Jakob Poeltl vão ter que aparecer. Do lado do Orlando, além do Banchero em grande fase, Jalen Suggs sempre dá trabalho contra Toronto.

    E aí, pessoal — acham que os Raptors seguram a onda sem o Quickley? O Walter consegue manter esse nível? 18h00, na TSN. Jogo que pode valer muito mais do que parece.

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Cara, eu não estava preparado pro show que o Yaxel Lendeborg deu ontem. O cara simplesmente DESTRUIU o Tennessee por 95 a 62 e levou Michigan de volta à Final Four pela primeira vez desde 2018. Que paulada!

    Lendeborg foi eleito o jogador mais valioso da região Midwest e não é pra menos: 27 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e ZERO turnovers. Zero, gente. O maluco não perdeu uma bola sequer. E olha só esse dado que me deixou maluco — ele se tornou o primeiro jogador de Michigan a marcar 20+ pontos em três jogos consecutivos do March Madness desde Juwan Howard em 1994. Juwan Howard, o mesmo que hoje é técnico na NBA!

    A corrida que mudou tudo

    Os primeiros nove minutos foram meio tenebrosos, não vou mentir. Mas aí o bicho pegou. Michigan fez uma corrida de 21 a 0 que praticamente acabou com o jogo ali mesmo. Tennessee ficou perdido, não conseguia nem encostar na bola.

    E tem que falar do Elliot Cadeau também — 10 assistências! O cara virou primeiro jogador da Big Ten a dar 7+ assistências em quatro jogos seguidos do torneio desde Trey Burke em 2013. Essa equipe de Michigan tá jogando um basquete coletivo absurdo.

    Tennessee desabou completamente

    Olha, eu até sinto pena do Tennessee. Apenas 15 pontos no primeiro tempo — quinze! E 5 de 26 do perímetro, o que dá uns 19% de aproveitamento. Isso não ganha nem jogo de rua, imagine numa Elite Eight.

    O Ja’Kobi Gillespie até tentou com seus 21 pontos, mas sozinho não dá. E o Rick Barnes? Coitado, agora são 0-3 em Elite Eights como técnico do Tennessee. A última Final Four dele foi com o Texas em 2003 — há mais de 20 anos!

    Sinceramente, acho que o peso da história pesou. Tennessee nunca consegue dar esse último passo, e ontem ficou claro que Michigan queria muito mais.

    Dusty May fazendo história

    E tem que dar os parabéns pro técnico Dusty May. O cara pegou um programa que ganhou apenas 8 jogos na temporada anterior e em dois anos já tá na Final Four. Essa é a segunda dele em quatro temporadas (levou Florida Atlantic em 2023).

    “Temos um cartaz no vestiário que diz ‘Hábitos de Abril’”, disse May. Cara, isso é mentalidade vencedora. Desde o dia um eles se prepararam pra chegar longe no torneio, e tá dando certo.

    Agora é Arizona na semifinal, dia 4 de abril em Indianapolis. Michigan entra como favorito por 1.5 ponto — e olha, depois do que eu vi ontem, acho pouco. Vocês acham que eles conseguem chegar na final?

  • Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que acabei de ver. Braylon Mullins, um calouro que ninguém esperava muito, simplesmente decidiu fazer história ontem. O garoto roubou uma bola no meio da quadra e mandou uma bomba de 35 METROS no último segundo para dar a vitória pro UConn sobre Duke por 73-72. Trinta e cinco metros, gente. É quase da linha de meio de campo!

    E o mais absurdo? Os Huskies estavam perdendo por 19 pontos no primeiro tempo. Dezenove. Qualquer um teria desligado a TV pensando que já era. Mas não, esse time do UConn tem uma mentalidade diferente mesmo.

    A reviravolta mais maluca do torneio

    Duke tava controlando tudo. Cameron Boozer — que deve ser o jogador do ano da NCAA — fez 27 pontos e parecia que ia levar os Blue Devils pra mais uma Final Four. Ainda estavam ganhando por dois dígitos faltando só seis minutos pro fim.

    Aí que o UConn resolveu acordar pra vida. Tarris Reed Jr. fez 26 pontos mantendo o time vivo, e nos últimos quatro minutos choveu bola de três dos Huskies. Mas ninguém imaginava que ia terminar daquele jeito.

    Com 10 segundos no relógio, Silas Demary Jr. acertou apenas um dos dois lances livres, deixando Duke na frente por dois. Os Blue Devils só precisavam segurar a bola, mas Cayden Boozer tentou um passe no meio da quadra que foi interceptado. E aí o Mullins pegou a sobra e… BOOM.

    Duke quebra novamente na reta final

    Sinceramente, eu sinto até pena do Duke. É o segundo ano seguido que eles entregam uma liderança no final do March Madness. Ano passado perderam pro Houston tendo seis pontos de vantagem faltando 1:14. Agora isso. A pressão deve estar pesada demais nesses garotos.

    O mais louco é que essa jogada do Mullins aconteceu exatamente 36 anos depois do Christian Laettner eliminar UConn com outra cesta no último segundo. O karma deu a volta, né?

    Dan Hurley disse depois do jogo que “é cultura do UConn, coração do UConn”. E cara, ele tem razão. É a terceira Final Four deles em quatro anos. Esse time simplesmente não desiste nunca.

    Agora UConn vai enfrentar Illinois na semifinal, enquanto Michigan pega Arizona. E olha, mesmo sendo considerado azarão contra Illinois (odds de 2.5 pontos), depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada desse UConn. E vocês, acham que eles conseguem repetir o título do ano passado?