Autor: Leandro Amorim

  • Clippers atropelam Bucks sem Giannis e fazem a quinta seguida

    Clippers atropelam Bucks sem Giannis e fazem a quinta seguida

    Cara, que massacre foi esse dos Clippers ontem à noite em Milwaukee! 127 a 113 nos Bucks, e olha que nem foi tão apertado quanto o placar sugere. Bennedict Mathurin simplesmente resolveu jogar videogame na vida real e cravou 28 pontos — o moleque tá cada vez mais mostrando por que foi top 6 no Draft de 2022.

    E o mais impressionante? Os Clippers fizeram isso contra um time dos Bucks que tava literalmente quebrado. Giannis fora há sete jogos com lesão no joelho, e a lista de desfalques parecia aquelas relacionadas de Copa do Mundo quando o técnico não quer chamar meio time. Kevin Porter Jr., Bobby Portis, Kyle Kuzma, Myles Turner… cara, tinha hora que eu achei que iam ter que chamar alguém da arquibancada pra completar o banco!

    Gary Trent Jr. tentou salvar a pátria sozinho

    Pelo lado de Milwaukee, Gary Trent Jr. fez uma apresentação absurda — 36 pontos, máximo da temporada dele. O cara tava com fogo no dedo, especialmente no primeiro quarto quando acertou 3 de 5 bolas de três e manteve os Bucks vivos na partida. Mas sinceramente, quando você tem só oito jogadores disponíveis contra um Clippers que tá voando, fica difícil mesmo.

    Kawhi Leonard contribuiu com 20 pontos (15 só no primeiro tempo), John Collins adicionou 22, e Darius Garland distribuiu 11 assistências junto com seus 15 pontos. Os Clippers acertaram 45 de 77 arremessos — isso é quase 60% de aproveitamento, gente. Quando um time tá assim, é rezar e torcer pro jogo acabar logo.

    Momento emocionante para Brook Lopez

    Teve um momento especial na partida quando Brook Lopez, que conquistou o título de 2021 com os Bucks, recebeu uma homenagem em vídeo na sua primeira volta a Milwaukee. Meio irônico que logo depois ele levou uma falta técnica indo pro vestiário no intervalo — até nisso o cara mostrou que não esqueceu como se comportar em casa, né?

    O terceiro quarto foi onde os Clippers definiram tudo. Fizeram 39 a 28 e abriram 24 pontos de vantagem no último período. Os Bucks até ensaiaram uma reação no final e chegaram a 11 pontos de diferença, mas com Green e Ousmane Dieng expulsos por faltas, restaram apenas seis jogadores pra terminar o jogo. Literalmente um massacre.

    22 bolas perdidas dos Bucks que viraram 33 pontos dos Clippers — isso aí é o tipo de estatística que te conta toda a história do jogo. Quando você tá sem metade do elenco e ainda por cima entrega a bola 22 vezes, não tem jeito mesmo.

    Com essa quinta vitória consecutiva, os Clippers seguem consolidando uma boa fase na temporada. E vocês, acham que esse time de Los Angeles tem cara de quem pode incomodar na pós-temporada?

  • Warriors querem Kawhi e LeBron: loucura ou genialidade?

    Warriors querem Kawhi e LeBron: loucura ou genialidade?

    Olha, eu não sei se é desespero ou se é genialidade, mas os Warriors estão de olho em duas feras para a próxima temporada: Kawhi Leonard e LeBron James. Sim, você leu certo. Os caras querem montar um super time aos 40 anos do King.

    De acordo com Marc Stein, os Warriors já tentaram buscar o Kawhi antes do deadline de fevereiro, mas os Clippers seguraram ele firme. E faz sentido — o cara tá metendo 28.3 pontos por jogo, acertando 50.4% dos arremessos e 38.1% das bolas de três. É um monstro quando tá saudável.

    LeBron aos 41? Por que não

    Agora, o LeBron seria mais fácil de conseguir porque vai ser agente livre. Aos 41 anos (isso mesmo, 41!), o cara ainda tá fazendo 20.9 pontos, 6.9 assistências e 6.0 rebounds. Sinceramente? Eu acho que faria sentido ele jogar com o Curry e o Draymond. Imagina essa química veterana toda junta.

    E vamos combinar — desde que ganharam o título em 2022, os Warriors não conseguiram mais chegar nas finais da Conferência Oeste. Tá na hora de uma mudança drástica mesmo.

    O plano B que virou plano A

    A real é que Golden State já tinha mudado de estratégia. Depois de apostar na juventude com Kuminga, Wiseman e Jordan Poole (que não deu muito certo), eles foram atrás de veteranos como Jimmy Butler, Al Horford e Porzingis. Mas aí as lesões chegaram — Butler rompeu o ligamento cruzado em janeiro, e os outros dois vivem no departamento médico.

    Falando em lesão, o próprio Curry só jogou 29 partidas nesta temporada por causa do joelho. É a menor marca dele desde 2019-2020. Quando joga, ainda é uma máquina: 27.2 pontos e acertando quase 40% das bolas de três. Mas precisa de ajuda, né?

    Com 36 vitórias e 38 derrotas, os Warriors estão brigando só pela 10ª colocação no Oeste. Longe do que a gente esperava de uma franquia que dominou a liga por anos.

    E aí, vocês acham que Leonard e LeBron resolveriam os problemas de Golden State? Ou seria só mais um experimento caro que pode dar errado? Uma coisa é certa: seria um dos verões mais loucos da NBA se isso realmente acontecer.

  • UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    Cara, o que aconteceu ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. UConn perdendo por 19 pontos no primeiro tempo, Duke dominando com os gêmeos Boozer metendo bola, e aí… BAM! Braylon Mullins resolve virar herói aos 39min59s e manda uma bomba de 35 pés pra classificar os Huskies pro Final Four.

    Olha, eu já vi muita coisa maluca no March Madness, mas essa aí foi de arrepiar. O moleque de 18 anos, CALOURO, pega a bola restando 0,4 segundos no relógio e decide que ia ser ele mesmo. Não teve hesitação, não teve medo — só mandou ver.

    A jogada que mudou tudo

    A situação era a seguinte: UConn perdendo por 2, restando 10 segundos. Os caras precisavam de um milagre. Aí o Silas Demery consegue desviar um passe do Cayden Boozer no meio da quadra, a bola sobra pro Mullins que passa pro Karaban. E aqui que fica interessante — o Karaban tinha a chance de tentar o arremesso, mas olhou pro Mullins e pensou: “Esse moleque tem mais chance que eu”.

    “Quando vi o Braylon, tive o instinto de passar pra ele”, disse o Karaban depois. “Tinha o Cam Boozer na minha frente, seria um arremesso mais difícil. Então passei pro Braylon e quando vi ele soltar a bola… cara, eu soube que ia entrar.”

    Sinceramente? Que atitude do veterano. Em um momento desses, muitos jogadores seriam egoístas e tentariam eles mesmos. Mas o Karaban mostrou porque UConn tem essa mentalidade vencedora.

    Duke dominou, mas não fechou

    Vamos dar o mérito: Duke jogou MUITO. Os gêmeos Boozer foram monstros — 42 pontos combinados. Cameron e Cayden simplesmente resolveram que iam acabar com o sonho de tricampeão da UConn. Por 39 minutos e meio, parecia que iam conseguir mesmo.

    O time do Hurley chegou a estar 19 pontos atrás no primeiro tempo. DEZENOVE! Qualquer um pensaria “acabou”. Mas essa experiência de ter ganho dois títulos seguidos faz diferença. Ball e Karaban, os únicos que sobraram daqueles times campeões, sabiam que não podia desistir.

    “Você só precisa continuar jogando”, disse o Ball. “O arremesso nem sempre vai entrar, mas você não pode parar de jogar.” E olha que ironia — ele e o Karaban fizeram um jogo horrível no ataque (5/21 combinados), mas apareceram na hora H.

    O sonho do moleque vira realidade

    O mais legal dessa história toda? O Mullins falou que essa era exatamente a jogada que ele sonhava quando era criança. “Você joga por esses momentos”, disse ele. “Você sonha com isso. Definitivamente pensava nisso na infância.”

    E aí que fica mais emocionante ainda — o Final Four vai ser em Indianápolis, a 30 minutos de onde o garoto cresceu. Mano, o roteiro tá escrito. UConn indo pro terceiro título em quatro anos, com um calouro da região decidindo no último segundo.

    Vocês acham que os Huskies conseguem fechar mais esse? Com essa mentalidade e essa experiência, eu não duvido de nada. O Hurley montou uma máquina de vencer, e jogadas como essa mostram que quando a coisa aperta, eles sempre dão um jeito.

    March Madness sendo March Madness. Por isso que a gente ama esse torneio maluco!

  • Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Braylon Mullins — se lembra desse nome porque vai entrar pra história do March Madness pra sempre.

    O garoto tava tendo uma noite horrível do perímetro. 0 de 4 nos três pontos. Zero. Mas às vezes o basquete é assim mesmo — você erra quatro seguidas e na quinta, quando mais importa, você manda uma que faz o mundo parar.

    O arremesso que parou a América

    Faltando segundos no cronômetro, UConn perdendo por 70-69 pro Duke, Karaban pega a bola e olha pro Mullins no meio da quadra. O moleque recebe ali no logo mesmo e… cara, eu não acredito que vou escrever isso… solta uma bomba de três que entra limpinha. 72-70. Game over.

    “Olhei pro cronômetro e vi cinco segundos”, disse o Mullins depois do jogo, ainda em choque. “Tentei passar pra alguém que tinha acertado alguma coisa no jogo, mas o Karaban devolveu. Aí vi três segundos no relógio e pensei: é a última chance.”

    Duke ainda teve 0,4 segundos pra tentar alguma coisa, mas já era. UConn tá na Final Four de novo.

    Virada épica contra Duke

    O mais absurdo é que os Huskies tavam apanhando o jogo todo. Chegaram a ficar 19 pontos atrás! Dezenove! Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra eles. Mas essa equipe do Dan Hurley tem uma coisa especial — eles simplesmente não desistem nunca.

    Foi uma virada gradual, ponto a ponto, até que Duke entregou uma bola nos segundos finais e deu a chance que o Mullins precisava. E olha, de Indiana (onde ele jogou no ensino médio) pra Indianapolis na Final Four — tem coisa mais cinematográfica que isso?

    Agora é UConn contra Illinois na Final Four. Os Huskies tão correndo atrás do terceiro título em quatro anos. Vocês acham que conseguem? Porque depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse time tem proteção divina mesmo.

    Às vezes o March Madness cria esses momentos que você nunca esquece. E cara, esse arremesso do Mullins vai estar passando na TV até 2050.

  • Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Elite Eight ontem à noite. UConn vs Duke, jogo pela vaga na Final Four, e um calouro chamado Braylon Mullins simplesmente resolveu entrar pra história do March Madness com um arremesso que eu vou lembrar pelo resto da vida.

    Imagina a cena: 0,4 segundos no relógio, UConn perdendo por 72-70, e o mlk pega a bola praticamente no logo da quadra e… SPLASH! 73-72 pros Huskies. Eu gritei tanto aqui em casa que acordei o cachorro do vizinho.

    A virada mais insana que você vai ver

    O mais louco de tudo? O Mullins tava 0 de 4 do perímetro antes desse arremesso. Zero! E quando mais precisou, mandou uma bomba que nem o Curry nos seus melhores dias. O próprio mlk disse na entrevista: “Só feliz de ver essa p*rra entrar”. Sem filtro, pura emoção.

    E olha, os Huskies mereceram essa. Saíram perdendo por 19 pontos (imagina a desgraça), chegaram a ficar 15 atrás no intervalo, mas voltaram como uma máquina no segundo tempo. Fizeram 44 pontos contra 28 do Duke na etapa final. Isso é caráter, meu amigo.

    A jogada do arremesso foi cinematográfica. Duke tinha 98,7% de chance de vitória segundo o ESPN Analytics – praticamente garantido, né? Aí o Cayden Boozer erra o passe, o Silas Demary Jr. rouba a bola, e o resto… bem, o resto vocês já sabem.

    Reed Jr. continua monstro neste torneio

    Enquanto todo mundo vai falar do Mullins (e com razão), não posso deixar passar batido o Tarris Reed Jr. O cara fez 26 pontos e 9 rebotes, continuando essa sequência absurda no torneio inteiro. É um dos caras que mais tem se destacado em todo o March Madness.

    Do lado do Duke, os gêmeos Boozer foram sensacionais também. Cameron com 27 pontos e Cayden com 15, mas não adiantou nada. Mais uma eliminação traumática pro Duke do Jon Scheyer – já é a terceira seguida que eles saem de forma dolorosa.

    Alex Karaban, que tem o RECORDE de vitórias no NCAA Tournament (17 na carreira), jogou mal a maior parte do tempo (5 pontos, 2 de 10 nos arremessos), mas acertou uma bomba crucial faltando 50 segundos pra deixar o jogo em 1 ponto de diferença. Veterano sendo veterano.

    UConn na Final Four de novo

    Agora é Final Four pra UConn pela terceira vez em quatro anos. Dan Hurley tá construindo uma dinastia moderna mesmo – bicampeões em 2023 e 2024, deram uma escorregada em 2025, mas voltaram com tudo.

    E o Mullins vai jogar a Final Four no estado natal dele, Indiana. Será que consegue mais uma mágica dessas? Contra Illinois na semifinal, com o vencedor pegando Michigan ou Arizona na decisão.

    Sinceramente, depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse UConn pode levar tudo de novo. Vocês acham que eles conseguem o terceiro título em quatro anos?

  • Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Cara, que loucura foi esse March Madness! O Final Four tá formado e, sinceramente, não esperava essa configuração. UConn virou um jogo IMPOSSÍVEL contra Duke — 19 pontos de diferença no segundo tempo e o cara acerta uma bomba do meio da quadra com 0.4 segundos restantes. Braylon Mullins, natural de Indianápolis, simplesmente decidiu que era o momento dele brilhar.

    E olha que time ficou no Final Four: UConn, Illinois, Arizona e Michigan. Quatro programas pesados, mas com histórias bem diferentes chegando até aqui.

    UConn é máquina em março

    Os Huskies são simplesmente monstruosos nessa época do ano. Terceiro Final Four em quatro anos — e nas duas últimas vezes que chegaram até aqui, levaram o título. Dan Hurley não tá brincando quando fala sobre “cultura UConn”. Esses caras nascem sabendo jogar em março.

    O que mais me impressiona? A frieza. Tomar 19 pontos de diferença contra Duke e não desistir. Isso é mentalidade de campeão, não tem como negar.

    Illinois como azarão? Sério isso?

    Engraçado como as coisas mudaram no basquete universitário. Illinois — time de um estado com quase 13 milhões de habitantes, universidade gigante — tá sendo tratado como Cinderela. Eles são cabeça 3, a pior colocação no Final Four em dois anos.

    Mas peraí… Brad Underwood ganhou 96 jogos na Big Ten desde 2019. Noventa e seis! Mais que qualquer outro programa. Como esse time pode ser considerado azarão? Na minha visão, isso diz mais sobre como o cenário universitário mudou do que sobre Illinois propriamente.

    A equipe tem o que eles chamam de “Bloco Balcânico” — galera com raízes no Leste Europeu que joga um basquete inteligente e físico. E desde 2005 que não chegavam tão longe. Vinte anos, cara.

    Arizona vs Michigan: o verdadeiro peso pesado

    Agora o confronto que todo mundo quer ver: Arizona contra Michigan. Brayden Burries pelos Wildcats, Yaxel Lendeborg pelos Wolverines. Entre os dois times, tem até nove caras com potencial NBA. É pancada de frente.

    Michigan arrebentou Tennessee por 95-62 — foi um massacre total. Arizona abriu como favorito nas casas de apostas, mas curiosamente Michigan tá favorito no confronto direto. Vai entender essas odds…

    E tem um detalhe interessante: Arizona agora tá na Big 12 depois da confusão toda das conferências. Três anos atrás ainda eram Pac-12. Dusty May, que tava na Florida Atlantic naquela época louca de 2021, agora comanda Michigan. Como as coisas mudam rápido no basquete universitário!

    Vocês acham que a Big Ten finalmente quebra o jejum de 24 anos sem título? A última foi Michigan State em 2000. Illinois e Michigan têm essa chance agora.

    Olha, eu ainda acho UConn o time mais perigoso. Experiência em Final Four + Dan Hurley + aquela mentalidade assassina em março? É receita de título. Mas Illinois pode surpreender — e surpresas em março a gente já sabe como terminam, né?

  • NBA quer mudar o Draft de novo? As propostas são um desastre

    NBA quer mudar o Draft de novo? As propostas são um desastre

    Olha, eu sinceramente não sei mais o que a NBA tá pensando. Depois de criar um problema gigantesco com a reforma da loteria em 2019, a liga agora quer mexer de novo no Draft Lottery. E cara, as três propostas que vazaram na ESPN são simplesmente absurdas.

    Vamos fazer uma reflexão rápida aqui: antes de 2019, dois ou três times faziam tanking por temporada. Era chato? Era. Mas funcionava. Aí veio o Sam Hinkie e o “Process” dos 76ers, todo mundo pirou, e a NBA decidiu “resolver” o problema.

    A reforma de 2019 foi um tiro no pé

    A ideia parecia boa no papel — diminuir as chances dos piores times (todos com 14% de chance na primeira pick) e aumentar o número de times sorteados de três para quatro. O problema? A NBA não pensou nas consequências.

    Agora, em vez de 2-3 times fazendo tanking, temos NOVE dos dez times que vão ficar fora dos playoffs claramente perdendo de propósito. Isso é 30% da liga! Monstro de problema, não acham?

    A lógica é cruel mas simples: se você vai ser ruim mesmo, melhor ser muito ruim. Porque ficar na sétima posição é desperdiçar uma temporada inteira. Os times do meio da tabela perceberam que vale mais a pena ser horrível de vez do que mediocre.

    As novas propostas são piores ainda

    As três opções que estão sendo consideradas são praticamente draconianas. Sem entrar em detalhes técnicos (porque o artigo original não especifica), a direção é clara: punir ainda mais os times ruins.

    Mas aqui tá o X da questão — o Draft SEMPRE foi um mecanismo de equilíbrio de talentos. Os piores times pegam os melhores prospectos. Faz sentido, né? Especialmente agora que a free agency tá praticamente morta com todas essas extensões de contrato que os times podem oferecer.

    Se você não pode contratar ninguém decente na free agency e ainda vai ser punido no Draft por ser ruim… como diabos um time vai melhorar? É um círculo vicioso absurdo.

    A solução virou problema

    Sinceramente acho que a NBA criou um monstro e agora não sabe como matar. O tanking sempre existiu, mas nunca foi epidêmico como é hoje. E a tendência é piorar com essas novas propostas.

    Vocês acham que punir ainda mais os times ruins vai resolver alguma coisa? Na minha visão, só vai criar mais distorções no sistema. Os times vão encontrar outras formas criativas de perder — e talvez de maneiras ainda mais óbvias para os fãs.

    O pior de tudo é que essas mudanças afetam diretamente a competitividade da liga. Time ruim precisa de talento jovem pra crescer. Se você corta essa fonte… bem, prepare-se para ver os mesmos times dominando por décadas.

    E aí, o que vocês acham? A NBA deveria parar de mexer no que já tá funcionando mal ou tentar mais uma reforma mirabolante?

  • Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Olha, o Mark Cuban sempre foi meio maluco (no bom sentido), mas dessa vez ele pode ter acertado em cheio. O ex-dono dos Mavericks soltou uma ideia que tá dando o que falar: que tal a NBA encurtar os jogos de 48 para 40 minutos?

    Tudo começou quando o Bill Simmons (aquele cara do The Ringer) tuitou sobre os problemas da NBA, e o Cuban não resistiu em dar pitaco. Enquanto técnicos como Steve Kerr e Rick Carlisle ficam batendo na tecla de reduzir a temporada de 82 jogos, o Cuban foi na contramão: “Por que não manter os 82 jogos mas encurtar cada partida?”

    A matemática faz sentido, cara

    Vamos fazer as contas aqui. Uma temporada normal tem 3.936 minutos totais por time. Se a gente cortar para 72 jogos (como o Simmons sugeriu), isso daria 3.456 minutos. Mas jogando 82 partidas de 40 minutos? São 3.280 minutos. Ou seja, os atletas jogariam MENOS ainda.

    E pensa bem: FIBA, WNBA e NCAA já fazem isso há anos. A própria NBA já testou — lembra daquele jogo entre Nets e Celtics de 44 minutos em 2014? Summer League também já usa 40 minutos. Não é nenhum bicho de sete cabeças.

    O argumento da audiência me pegou

    Cuban mandou uma que me fez pensar: “Quanto menos tempo de jogo na TV, maior a audiência”. Ele citou a NFL como exemplo — três horas de transmissão mas só 11 minutos de ação real. E cara, a NFL domina tudo nos EUA.

    Sinceramente? Acho que tem algo aí. Quantas vezes você não desligou a TV no terceiro quarto porque o jogo tava arrastado? Com 40 minutos, cada minuto pesa mais, a intensidade aumenta.

    Sem falar que zebras seriam mais comuns. É muito mais fácil um time fraco surpreender em 40 minutos do que em 48. E convenhamos: os playoffs da NBA precisam de mais upsets. Às vezes parece que já sabemos quem vai ganhar antes mesmo de começar.

    Mas e os problemas?

    Claro que não é só maravilha. Menos minutos significa menos comerciais, menos receita para as emissoras. Mas olha o baseball — eles encurtaram os jogos com o pitch clock e tá dando certo.

    E vocês, o que acham? Eu tô meio dividido aqui. Por um lado, amo basquete e queria ver mais, não menos. Por outro, se isso significa LeBron, Curry e companhia jogando com mais intensidade e menos load management, talvez valha a pena.

    Uma coisa é certa: Cuban sempre consegue mexer com a liga, mesmo sendo só dono minoritário agora. E dessa vez, não vou mentir, a ideia dele me interessou pra caramba. Seria uma revolução no nosso esporte favorito — mas será que a NBA tem coragem?

  • Clippers vs Bucks: Modelo prevê jogo com muitos pontos em Milwaukee

    Clippers vs Bucks: Modelo prevê jogo com muitos pontos em Milwaukee

    Olha só que situação esquisita: os Clippers visitando Milwaukee em um jogo que, teoricamente, deveria ser emocionante, mas que na prática vai ter um time já matematicamente eliminado dos playoffs contra outro lutando por uma vaga.

    Os Bucks (29-44) já podem fazer as malas. Três derrotas seguidas, sendo a última um massacre contra o San Antonio por 127-95 no sábado, selaram o destino de Milwaukee — temporada acabou. Sinceramente, é triste ver onde esse time chegou depois de ser campeão há alguns anos.

    Clippers embalados rumo aos playoffs

    Do outro lado, os Clippers (38-36) estão numa boa fase. Quatro vitórias consecutivas, incluindo aquela vitória suada contra o Indiana na sexta (114-113), e ainda sonhando com uma vaguinha nos playoffs. É o tipo de momento que define temporada, sabe?

    A diferença de motivação aqui é gritante. Milwaukee já tá pensando nas férias, enquanto Los Angeles tá brigando por cada posse. E isso se reflete nas odds: Clippers favoritos por 15.5 pontos. Quinze e meio! É muita coisa, mesmo considerando que eles já golearam os Bucks por 129-96 no primeiro confronto da temporada.

    Over parece ser a jogada

    Agora, o que mais me chama atenção é o total de pontos: 220.5. O modelo do SportsLine, que tem um histórico bem consistente, simulou esse jogo 10 mil vezes e tá apostando no Over com confiança.

    A lógica faz sentido — quando um time já tá eliminado, geralmente relaxa na defesa. Os Bucks não têm mais nada a perder, então podem partir pro ataque mesmo. E os Clippers, precisando manter o ritmo, vão querer fazer o trabalho rápido.

    Os números apoiam essa teoria: nos últimos quatro jogos entre essas equipes, três tiveram mais de 220.5 pontos. Além disso, quando o total fica nessa faixa (entre 221 e 224), esses dois times costumam superar as expectativas — histórico de 18-9 para o Over.

    Vocês acham que Milwaukee vai conseguir pelo menos competir em casa? Ou será mais um daqueles jogos que a gente desliga no terceiro quarto? Uma coisa é certa: com o Clippers precisando de cada vitória possível, eles não vão dar bobeira.

    O jogo rola às 17h30 (horário de Brasília) no Fiserv Forum. Pode não ter muito suspense no resultado, mas promete ter bastante pontuação.

  • Jordan choca ao dizer que não existe GOAT no basquete

    Jordan choca ao dizer que não existe GOAT no basquete

    Cara, eu nunca pensei que fosse ver o dia em que Michael Jordan ia soltar uma dessa. O cara que todo mundo considera o maior de todos os tempos acabou de dizer que… não existe GOAT no basquete.

    Foi na CBS Sunday Morning que a bomba explodiu. Quando perguntaram se ele achava que podia ter mais de um GOAT no basquete, Jordan mandou uma resposta que deve ter feito meio mundo cuspir o café: “Não existe essa coisa de GOAT no basquete, na minha opinião. É só porque eu acho que aprendemos com outros atletas, evoluímos o jogo. Dizer que um é melhor que o outro não está certo.”

    O competidor mais maluco da história sendo… humilde?

    Gente, estamos falando do Michael Jordan. O cara que fazia questão de destruir psicologicamente os adversários, que inventava desaforo só pra ter motivação extra, que até hoje fica pistola quando alguém questiona se ele é melhor que o LeBron.

    E agora vem com essa de “cada era é diferente”? Sinceramente, não sei se é maturidade da idade ou se é uma jogada de mestre. Porque enquanto isso, o LeBron tá por aí se autoproclamando GOAT desde 2016, depois daquela virada histórica contra o Golden State.

    Olha, Jordan tem um ponto. Cada geração aprende com a anterior mesmo. Quando ele chegou na NBA, tava correndo atrás do Magic e do Bird. O Kobe depois virou praticamente um clone do MJ (até amizade tinham). O LeBron usou a camisa 23 do cara por anos. E agora o Wembanyama já tá mostrando que pode revolucionar tudo de novo.

    Mas e aí, ele tá certo ou tá sendo político?

    Na minha visão, tem duas formas de ver isso. Ou Jordan realmente amadureceu e entendeu que o basquete é maior que qualquer jogador individual, ou ele tá sendo esperto demais pro próprio bem. Porque convenhamos — com seis anéis, cinco MVPs e dez títulos de cestinha, meio que não precisa ficar provando nada pra ninguém, né?

    O engraçado é que essa postura faz ele parecer ainda maior. Tipo, o cara tá tão seguro da própria grandeza que nem precisa brigar pelo título. Enquanto isso, outros ficam se digladiando nas redes sociais…

    E vocês, o que acham? Jordan tá sendo genuíno ou é só mais uma jogada mental do mestre dos mind games? Porque uma coisa eu garanto: essa declaração vai render debate até o fim dos tempos.