Autor: Leandro Amorim

  • Haliburton não tem dúvida: ‘Meu voto no MVP vai pro Shai’

    Haliburton não tem dúvida: ‘Meu voto no MVP vai pro Shai’

    Olha, o debate do MVP tá pegando fogo e agora o Tyrese Haliburton resolveu dar a opinião dele. E não foi qualquer opinião não — o cara do Pacers foi direto ao ponto: Shai Gilgeous-Alexander merece o bicampeonato.

    “Se eu tivesse voto, com certeza iria pro Shai pelo bi. O que o Wemby tá fazendo em San Antonio é incrível”, disse Haliburton depois de um jogo, no NBA on Amazon. “Não quero tirar o mérito dele. Eu votaria no Shai, mas vejo a campanha que tá rolando pro Wemby. É bem fundamentada, mas definitivamente votaria no Shai.”

    As casas de apostas já decidiram?

    Sinceramente? Parece que sim. O Shai tá com odds de -320 pra levar o troféu, enquanto o Wembanyama aparece com +270. A diferença não é absurda, mas mostra quem tá na frente na corrida.

    E olha que curioso: o Luka Dončić, que todo mundo achava que seria candidato forte, tá lá atrás com +2700. Lakers não emplacou como esperado e isso pesou pra ele.

    Insider da ESPN também aposta no canadense

    O Zach Lowe, que manja muito do assunto, também bateu o martelo pro Shai. E os argumentos dele fazem sentido — o cara do Thunder tem 400 minutos a mais que o Wemby na temporada. Isso é MUITO tempo de quadra.

    “Do começo ao fim, esse MVP é do Shai”, disse Lowe. “Quando ele tá produzindo o que tá produzindo dos dois lados da quadra, não é como se fosse um problema na defesa… e ele tá arremessando do jeito que tá arremessando. Se eles garantirem a primeira colocação, acho que é o MVP dele.”

    Mas o jornalista não desmereceu o francesão: “Acho que o Wemby tem um caso real. Na minha cédula, ele chegou em segundo, até na frente do Jokić.”

    E vocês, o que acham? O Wemby fazendo história defensiva no Spurs não deveria pesar mais? Ou a consistência e os minutos do Shai realmente fazem a diferença? Pra mim, os dois merecem, mas entendo quem vai de Shai pelo conjunto da obra.

  • Batum revela: ‘A temporada mais estranha em 18 anos de NBA’

    Batum revela: ‘A temporada mais estranha em 18 anos de NBA’

    Cara, o Nic Batum soltou uma declaração que me deixou pensando. Depois de 18 anos na NBA — DEZOITO ANOS —, o francês dos Clippers disse que esta é a temporada mais estranha da carreira dele. E olha, considerando tudo que esse cara já viu na liga, isso significa MUITA coisa.

    Os números falam por si só, né? Os Clippers começaram a temporada de forma absolutamente horrorosa: 6 vitórias em 27 jogos. Eu lembro de pensar “cara, esse time não vai nem pro play-in”. Mas aí… boom! Virou a chave de uma forma que ninguém esperava.

    A virada mais absurda da história

    Na minha opinião, o que aconteceu com o LA é simplesmente surreal. Depois daquele início catastrófico, o time disparou: 32 vitórias nos últimos 47 jogos. Isso é matemática de time candidato ao título, monstro!

    “Foram altos e baixos, mas na real foi divertido”, disse Batum no podcast The Old Man and The Three. E eu entendo ele — deve ser uma montanha-russa emocional absurda jogar numa temporada dessas.

    O francês revelou um detalhe que achei genial: quando os Clippers foram eliminados da NBA Cup em Vegas, o técnico Tyronn Lue aproveitou o tempo extra para praticamente fazer um mini training camp. “Tivemos duas ou três sessões de duas horas, foi como um reset completo”, explicou Batum.

    Lue nunca entrou em pânico

    Aqui que mora o ouro da história. Batum elogiou demais o Tyronn Lue por nunca ter perdido a cabeça, mesmo quando tudo parecia perdido. “Uma coisa que eu curtia nesse técnico é que ele nunca entrou em pânico. Nunca”, contou o veterano.

    E vocês sabem como é, né? Quando o time tá 6-21, a pressão é brutal. Mídia pegando no pé, torcida desesperada, diretoria questionando… Mas Lue manteve a calma e disse pro elenco: “Vamos ficar bem, vamos encontrar um jeito”.

    Segundo Batum, a virada começou com UMA vitória específica contra os Lakers. “Às vezes você só precisa de um jogo”, disse ele. E cara, que timing perfeito pra começar a reagir contra o rival da cidade!

    Sinceramente? Essa história dos Clippers me lembra muito aqueles filmes de superação. Time no buraco, técnico mantendo a confiança, veterano experiente segurando a barra… E no final, a redenção total. Agora eles estão brigando por posição nos playoffs e ninguém quer enfrentar esse LA numa série de sete jogos.

    E aí, vocês acham que os Clippers conseguem manter esse ritmo até o final da temporada? Com Leonard jogando assim e o time entrosado, eu não duvido de mais nada vindo desse grupo.

  • Nick Nurse elogia postura dos 76ers em vitória ‘super intensa’

    Nick Nurse elogia postura dos 76ers em vitória ‘super intensa’

    Cara, o Nick Nurse tava radiante depois da vitória dos 76ers contra os Hornets no sábado. E olha, não é pra menos — foi um jogaço daqueles que a gente fica grudado na TV até o último segundo.

    O técnico canadense destacou como seus jogadores mantiveram a calma nos momentos mais tensos do quarto período. “Foi super intenso”, disse Nurse após o jogo. “Quando a coisa ficou realmente, realmente tensa no quarto período, achei que tomamos decisões muito equilibradas.”

    Execução perfeita nos momentos decisivos

    O que mais impressionou o treinador foi a frieza da equipe. Eles executaram uma jogada ensaiada que resultou numa tripla crucial — dessas que decidem jogo. E quando o LaMelo Ball (que jogador, né?) acertou uma bomba de três de longe, os Sixers não se abalaram.

    “Não foi realmente um erro nosso; ele só acertou uma bomba, sabe?”, comentou Nurse sobre a cesta do LaMelo. E depois disso? Philadelphia ajustou a defesa e controlou o resto da partida. Isso é mentalidade vencedora.

    Performance coletiva que impressiona

    Quatro caras chegaram aos dois dígitos na vitória, com destaque para o trio de peso. Embiid mandou 29 pontos, 6 rebotes e 2 tocos — o cara é simplesmente imparável quando está saudável. Tyrese Maxey contribuiu com 26 pontos e 8 assistências, enquanto Paul George teve um double-double monstro: 26 pontos e 13 rebotes.

    VJ Edgecombe, o rookie, também deu sua contribuição com 13 pontos. Esse moleque tem tudo pra ser especial na liga.

    Com essa vitória, os Sixers chegaram aos 41-33 na temporada, ocupando a sétima posição no Leste. Sinceramente, depois daquela temporada frustrante do ano passado quando ficaram fora dos playoffs, ver essa evolução é animador demais.

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem garantir aquela vaga direta nos playoffs? O próximo teste é contra o Heat, e sabemos como Miami pode ser perigoso nessa época do ano.

  • A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    A dupla que tá salvando os Hawks: Johnson e Alexander-Walker viraram ‘parceiros no crime’

    Mano, que dupla absurda que tá se formando no Atlanta Hawks. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker (que o pessoal chama de NAW) simplesmente decidiram que vão resolver os jogos juntos no último período — e tá funcionando pra caramba.

    Na vitória por 123-113 contra o Sacramento Kings, os dois fizeram exatamente isso de novo. Jogo empatado 97-97 no meio do quarto período, e daí pra frente TODOS os pontos dos Hawks ou saíram das mãos deles ou de assistências deles. Todos mesmo. Que monstros.

    “Parceiros no crime” — a química tá absurda

    Depois do jogo, o NAW soltou uma frase que resume tudo: “Tendo um parceiro no crime com ele, eu tô curtindo isso. Tô aprendendo muito, estamos crescendo juntos. É divertido.”

    Cara, dá pra ver que os dois se entendem mesmo. Alexander-Walker contou que eles conversam o tempo todo, tentando descobrir como ganhar jogos. E olha, pra mim essa é a parte mais legal — os dois são meio novos nessa posição de liderança, então tão aprendendo juntos.

    “Às vezes parece que queremos que a outra pessoa seja agressiva, o que é legal de ter alguém no seu canto”, explicou NAW. Sinceramente, isso me lembra muito aquelas duplas clássicas da NBA que se complementavam perfeitamente.

    Como eles fecharam o jogo

    A sequência que eles fizeram foi de filme mesmo. Johnson começou com 5 pontos seguidos, aí o NAW respondeu com duas bolas de 3 consecutivas — Hawks abriram 11 pontos de vantagem assim, do nada.

    E não parou por aí. Nickeil fez um and-one (enterrada + falta), Johnson acertou mais um arremesso de 3, depois deu duas assistências pro Jock Landale e pro CJ McCollum. Pra fechar com chave de ouro? Alexander-Walker assistiu Johnson numa bola de 3 que selou a vitória.

    O técnico Quin Snyder resumiu bem: “A confiança dos dois tá lá em cima, seja pra fazer a jogada ou pra se encontrarem. Essa é a melhor parte.”

    Hawks desfalcados mas se virando

    O mais impressionante é que os Hawks estavam desfalcados. Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga — todos machucados. Mas sabe como é, “next man up”, e o time mostrou profundidade.

    Jock Landale foi outro que apareceu quando precisava. Entrou no lugar do Okongwu e fez 19 pontos com 13 rebotes. Double-double caprichado, mesmo jogando com uma lesão no ombro que ele vai ter que “aguentar firme”.

    “Fizemos um ótimo trabalho descobrindo nossa identidade como primeiro e segundo quinteto”, disse Landale. E realmente, os Hawks tão mostrando uma consistência que não tinham antes.

    E aí, vocês acham que essa dupla Johnson-Alexander-Walker pode mesmo levar os Hawks longe nos playoffs? Porque pelo que tô vendo, quando os dois tão conectados assim, é complicado parar eles no final dos jogos.

    Próximo teste vai ser contra os Celtics em dois dias. Aí vamos ver se a “parceria no crime” funciona contra um dos melhores times da liga.

  • Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Plowden meteu uma enterrada absurda no ex-time e virou o jogo

    Cara, tem coisa mais gostosa no basquete do que meter uma enterrada no seu ex-time? Daeqwon Plowden descobriu que não. O cara simplesmente voou no State Farm Arena e deixou todo mundo de queixo caído com uma pancada que vai ficar marcada na memória.

    Olha só a situação: Plowden jogou apenas seis jogos pelos Hawks — SEIS! — antes de ser trocado para o Phoenix Suns na offseason passada. Agora, defendendo o Kings, o mano teve sua chance de ouro para mostrar o que Atlanta perdeu.

    A enterrada que parou o ginásio

    No segundo quarto, Devin Carter tocou a bola em transição e Plowden simplesmente decidiu que ia acabar com o circo. O Corey Kispert até tentou marcar, mas quando viu o que ia acontecer, preferiu sair da frente — e fez bem, porque aquela enterrada não tinha quem segurasse.

    Sabe aqueles momentos que você sente que o cara tá descontando toda a frustração de uma vez só? Foi exatamente isso. Plowden terminou o jogo com 11 pontos, mas esses dois da enterrada valeram muito mais que qualquer estatística.

    Forma absurda nas últimas partidas

    E não foi sorte não, galera. O cara vem voando — literalmente e figurativamente. Nos três jogos anteriores, Plowden marcou 65 pontos. Contra o Orlando Magic, na quinta-feira, cravou seis bolas de três numa derrota apertada por 121-117.

    Sinceramente? Os Hawks devem estar mordendo os dedos agora. Imagina ver um cara que você dispensou fazendo esse tipo de coisa em outro time…

    Na temporada, Plowden tá com médias de 10.3 pontos e 3.1 rebotes em 25.7 minutos por jogo. Os números podem não impressionar à primeira vista, mas o cara tá aproveitando cada oportunidade que os Kings dão — e olha que eles não estão tendo uma temporada das melhores.

    Aos 27 anos, Plowden sabe que essa pode ser sua grande chance de se firmar na NBA. Não dá pra desperdiçar. E que forma melhor de causar uma impressão duradoura do que com uma enterrada dessas?

    Vocês acham que ele consegue uma renovação com Sacramento? Ou vai usar essa temporada como vitrine para outro time? Uma coisa é certa: depois de ontem, todo mundo vai lembrar do nome dele.

  • Embiid manda toco absurdo no Brandon Miller e salva vitória dos 76ers

    Embiid manda toco absurdo no Brandon Miller e salva vitória dos 76ers

    Cara, que toco foi esse do Embiid ontem à noite? O cara literalmente mandou a bola do Brandon Miller pra arquibancada nos últimos 15 segundos do jogo. Absurdo demais.

    A situação tava tensa lá em Charlotte. Os Hornets com a posse de bola, Miller livre no canto esquerdo pra tentar o arremesso de 3 que poderia virar o jogo. Só que o Big Man dos 76ers tinha outros planos. Voou na bola e — PUMBA — mandou ela direto pro meio da galera. Que defesa, meu amigo!

    Embiid ainda é um monstro quando tá saudável

    Olha, eu sei que o Joel vive naquela de lesão vai, lesão vem. Tá na 12ª temporada na NBA e parece que sempre tem alguma coisa incomodando. Mas quando ele tá 100%, não tem conversa — o cara é diferenciado nos dois lados da quadra.

    Ontem mesmo ele provou isso. Terminou com 29 pontos, 6 rebotes, 2 assistências e 2 tocos. Arremessou 8/19 dos jogos de quadra (incluindo 3/6 do perímetro) e 10/13 nos lances livres. Números de craque que tá focado em levar o time pros playoffs.

    E não foi só ele não. O Tyrese Maxey marcou 26 pontos e deu 8 assistências, enquanto o Paul George também fez 26 pontos mas ainda pegou 13 rebotes. Double-double caprichado. O VJ Edgecombe, que tá aparecendo bem essa temporada, contribuiu com 13 pontos e 5 rebotes.

    Playoffs tá logo ali

    Com essa vitória por 118-114 fora de casa, os 76ers chegaram aos 41-33 na temporada regular. Tão na 7ª posição do Leste, bem no meio da briga pelos playoffs. Ficaram na frente do Orlando Magic e Miami Heat, mas ainda atrás do Atlanta Hawks e Toronto Raptors.

    Sinceramente? Eu acho que se o Embiid conseguir se manter saudável nessa reta final, esse time dos 76ers pode incomodar qualquer um no primeiro round. O trio Embiid-Maxey-George tem potencial pra fazer estrago.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem se manter nessa pegada até os playoffs? Próximo jogo é contra o próprio Miami Heat na segunda-feira. Vai ser outro teste importante pra mostrar que tão prontos pra fase eliminatória.

  • Coby White promete luta até o fim após derrota dolorosa pro 76ers

    Coby White promete luta até o fim após derrota dolorosa pro 76ers

    Cara, que dor no peito deve ter sido essa derrota dos Hornets. Imagina você tá lá, 13 pontos na frente no segundo tempo, pensando “finalmente vamos quebrar essa maldição de 10 anos sem playoffs”, e aí… BAM. Joel Embiid e Paul George decidem que não era bem assim que a coisa ia funcionar.

    O Charlotte perdeu por 118-114 em casa mesmo, depois de liderar por boa parte do jogo. E olha, não foi por falta de luta do Brandon Miller não — o cara cravou 29 pontos com 8 rebotes, mas quando o Sixers decidiu apertar no último quarto (26-17 a favor deles), não teve jeito.

    A realidade bateu forte

    Agora os Hornets estão com 39-35, ocupando a 10ª posição no Leste. Sabe o que isso significa? Play-in. E sabe o que é mais louco? Eles tão a apenas um jogo do Miami e do Orlando na briga por uma vaga melhor.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a postura do Coby White depois do jogo. Em vez de ficar se lamentando, o cara já tava com a cabeça no próximo. “Machucou porque lutamos até o fim”, disse ele. “Sabemos o que tá em jogo. E obviamente, a Filadélfia também sabia.”

    Mentalidade de playoff chegando na hora certa

    O mais impressionante foi ele contar como foi o vestiário antes mesmo dos técnicos chegarem. Os jogadores já estavam conversando entre eles sobre como não deixar essa derrota afetar o próximo jogo. “Como podemos voltar amanhã com a mente renovada e prontos pra competir?”, foi a pergunta que rolou no grupo.

    Mano, isso é mentalidade de time que quer coisa grande. Charlotte pode não ter tradição de playoffs recente (10 anos sem ir, absurdo!), mas pelo jeito estão construindo algo sólido ali. E sinceramente? Eu acho que eles conseguem essa vaga sim.

    Com o play-in marcado para 14-17 de abril, cada jogo agora é final. E pelo que o Coby White falou, eles já entenderam isso. Resta saber se vão conseguir transformar essa dor em combustível — porque reta final de temporada não perdoa ninguém.

    Vocês acham que os Hornets conseguem quebrar esse jejum de uma década? Porque eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Tatum e Brown no boletim médico: será que jogam contra Charlotte?

    Tatum e Brown no boletim médico: será que jogam contra Charlotte?

    Eita, pessoal! O que mais estava faltando pros Celtics, né? Agora tanto o Jayson Tatum quanto o Jaylen Brown apareceram no boletim médico antes do jogo contra o Charlotte Hornets. Sinceramente, depois de tudo que esse time já passou esta temporada, a gente meio que já esperava alguma coisa assim.

    A dupla que não pode parar

    Olha, desde 2017 esses dois caras formam uma das duplas mais letais da NBA. E agora que o Tatum finalmente voltou depois de se recuperar daquele problema no Aquiles — cara, que susto foi aquilo — os Celtics estavam voando. Mas é aquela velha história: lesão é que nem ônibus, nunca vem só uma.

    O Tatum tá listado como “questionável” por conta do “gerenciamento da recuperação do Aquiles direito” (traduzindo: ainda tão cuidando pra não dar merda de novo). Já o Brown também tá questionável, mas com tendinite no Aquiles esquerdo. Dois Aquiles problemáticos na mesma dupla? Isso tá com cara de precaução mesmo.

    Números que impressionam

    Mesmo com todos os perrengues, o que esses monstros tão fazendo em quadra é absurdo. O Brown tá tendo a melhor temporada da carreira — e olha que ele já jogou muito. São 28.6 pontos por jogo, cara! Nível MVP mesmo. Enquanto isso, o Tatum nos seus primeiros 10 jogos de volta tá com 19.8 pontos e quase 10 rebotes por partida.

    A real é que mesmo com o Tatum fora por um tempo, os Celtics conseguiram se manter na briga. Agora com os dois juntos de novo, eles tão ali na segunda colocação do Leste com 49-24. Não é à toa que todo mundo tá de olho neles pros playoffs.

    E aí, vocês acham que esses dois vão conseguir jogar contra Charlotte? Eu aposto que sim — principalmente porque é março e cada jogo conta. Mas se eu fosse o técnico, deixaria os dois descansarem se tivesse qualquer dúvida. Melhor prevenir que remediar, né?

    O jogo é no dia 29 de março às 6h da tarde (horário de lá). Depois ainda tem Atlanta no dia seguinte. Essa reta final de temporada não tá pra brincadeira!

  • Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Mano, tem história que te emociona mesmo. O Brad Underwood é técnico há 39 anos — quase quatro décadas rodando o basquete universitário americano — e finalmente conseguiu levar seu time dos sonhos ao Final Four.

    No sábado (28), Illinois atropelou Iowa por 71-59 no Elite Eight e carimbou a vaga no Final Four pela primeira vez desde 2005. E o mais louco dessa história? Underwood sempre disse que treinar Illinois era seu emprego dos sonhos.

    O sonho que virou realidade

    Cara, imagina só a cena: o técnico todo emocionado na coletiva pós-jogo, quase chorando. “Eu vou ficar emotivo, mas faço isso há 39 anos, e você sonha com isso desde criança. Eu sonhava em fazer isso em Illinois”, disse Underwood.

    A história fica ainda melhor quando ele conta que a esposa comprou uma camisa do Brian Cook (ex-jogador de Illinois) pro filho Tyler quando ele tinha uns dois anos. Já dá pra sentir a paixão da família pelo programa, né?

    O mais impressionante é que Underwood não tem ligação óbvia com Illinois — não estudou lá, nunca treinou lá antes de 2017. Mas trabalhou 11 anos como assistente na Western Illinois (140 km de distância) e ficou de olho no programa durante os anos dourados com Lou Henson, Lon Kruger e Bill Self.

    A carta que comprova tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. Em 2013, quando Underwood foi contratado como técnico principal do Stephen F. Austin, no Texas, a secretária perguntou qual era o emprego dos sonhos dele.

    Ele respondeu: Illinois.

    A mulher anotou numa cartinha, datou, e guardou. Quatro anos depois, quando Underwood foi contratado por Illinois, ela mandou a carta de volta pra ele. Sinceramente, arrepio só de imaginar esse momento.

    Underwood pegou um programa que estava há quatro anos sem ir pro March Madness e transformou numa potência nacional. Antes mesmo desse Final Four histórico, Illinois já tinha ido pro torneio seis anos seguidos e chegado até o Elite Eight em 2024.

    “Eu nunca duvidei que chegaríamos ao Final Four”, disse o técnico. “Achei que tivemos outras equipes capazes. Mas também sei como é difícil fazer isso. Por isso, só posso dizer obrigado.”

    E aí, vocês acham que Illinois consegue ir além no Final Four? Depois de uma história dessas, eu já tô torcendo pro cara.

  • Bronny James tá silenciando os haters e mostrando por que merece estar na NBA

    Bronny James tá silenciando os haters e mostrando por que merece estar na NBA

    Olha, vou ser sincero com vocês: sempre tive um pé atrás com toda essa história do Bronny James. Não é nada pessoal contra o garoto, mas a pressão em cima dele sempre foi absurda — filho do LeBron, nepotismo pra cá, nepotismo pra lá. Só que nas últimas semanas? Cara, o moleque tá calando a boca de muita gente.

    Duas aparições dos Lakers na semana passada, e em ambas o Bronny fez a diferença. Podem ter sido só 18 minutos somados, mas foram minutos que importaram de verdade. Contra o Indiana, na quarta-feira, ele acertou um arremesso no quarto período que o próprio Luka Dončić chamou de “um dos chutes mais importantes do jogo”. Imagina o peso disso!

    O momento histórico que ninguém esperava

    Mas o que mais me impressionou foi na sexta contra o Brooklyn. O LeBron deu uma assistência para o filho acertar uma bomba de três, e pronto — primeira assistência entre pai e filho na história da NBA. Eu vi o replay umas cinco vezes, não vou mentir. É um daqueles momentos que você guarda pra sempre, independente de ser fã dos Lakers ou não.

    “Ele sempre está pronto para jogar”, disse o técnico JJ Redick depois do jogo. “Acertou uma bola de três importante quando as coisas estavam ficando complicadas no segundo quarto. Estou muito feliz com onde ele está e muito confiante para onde ele vai como jogador.”

    Os números não mentem

    E aqui que a coisa fica interessante mesmo. Quem acompanha o basquete sabe que o Bronny passou boa parte da temporada rodando entre os Lakers principais e o South Bay Lakers, time de desenvolvimento. Nos últimos jogos por lá? O garoto tá metendo 13,5 pontos por jogo com 57,6% de aproveitamento geral e 53,3% de três pontos.

    Treze vitórias em treze jogos quando ele entra em quadra. Isso não é sorte, galera.

    “Tenho recebido mais e mais oportunidades, me sentindo confortável arremessando atrás da linha da NBA”, explicou o Bronny. “Ficando cada vez mais confortável para simplesmente arremessar sem pensar.”

    O LeBron, obviamente orgulhoso, completou: “Ele só está voltando ao que era antes do incidente [referindo-se ao problema cardíaco que o afastou das quadras]. Ele sempre soube arremessar. Jogou em alto nível durante todos esses anos. É só questão de confiança, ritmo, força e condicionamento voltando.”

    Ainda é cedo, mas o futuro promete

    Olha, vamos com calma aqui. Quando o elenco dos Lakers estiver completo de novo, o Bronny vai voltar para o final do banco — isso é realidade. Mas esses momentos mostram que o investimento não foi só marketing ou mimimi de pai. O garoto tem potencial real.

    E sabe o que mais me convenceu? A humildade dele na entrevista. “Sempre quis jogar basquete a vida toda, então sabia que seria meu trabalho em algum momento. É um sonho realizado. Me sinto privilegiado por poder jogar basquete como profissão e amo cada segundo disso.”

    Isso aí não é papo de quem está só aproveitando o sobrenome, não. É de quem realmente ama o jogo.

    Vocês acham que ele tem potencial para ser mais que um role player no futuro? Eu tô começando a acreditar que sim. E se continuar evoluindo assim, vai ser muito mais que “só o filho do LeBron” — vai ser o Bronny James mesmo.