Autor: Leandro Amorim

  • Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Olha, eu nunca pensei que fosse escrever isso, mas Mitchell Robinson está se tornando uma das vozes mais importantes do vestiário dos Knicks. E não, não é brincadeira.

    Todo mundo conhece o Mitch pelo lado palhaço — aquele cara que não se leva muito a sério e sempre tá fazendo gracinha. Mas ultimamente, ele tem sido um dos jogadores mais vocais criticando alguns problemas preocupantes do time e cobrando mudanças antes dos playoffs.

    “Os caras estão começando a confiar muito mais em mim”, disse Robinson após o treino no sábado. “Eles confiam em mim, então estou falando o que vejo e coisas que acho que podemos melhorar. Ser mais vocal está vindo naturalmente.”

    A cobrança que precisava vir

    Depois daquela vitória sofrida por apenas um ponto contra o Brooklyn Nets — que tá claramente perdendo de propósito pra pegar pick alto —, o Robinson foi direto: “Nossa abordagem tem que melhorar. Não podemos só olhar pro record deles e falar ‘vamos dar uma surra’. Temos que ser melhores em tudo.”

    E aí que vem o mais interessante. Após a derrota pros Hornets na quinta, o cara foi pro Instagram e desabafou: “nem importa se não mudarmos nossa abordagem, não vamos fazer nada especial, continuem com essa besteira, eu incluído.”

    Cara, isso é liderança de verdade. Ele não tá só apontando o dedo pros outros — tá se colocando na roda também.

    Clarkson entrando na conversa

    E não é só o Robinson. Jordan Clarkson, que recentemente voltou a ganhar minutagem na rotação, também está se destacando como líder. O técnico Mike Brown foi bem claro sobre isso:

    “Liderança pode vir de várias formas diferentes. Um cara como Jordan Clarkson está começando a se separar e mostrar que é um dos líderes do time. Só porque você é titular, só porque pontua muito ou defende bem, não significa necessariamente que você é líder.”

    Brown continuou: “Líderes não têm medo de falar a verdade. Fazem o que dizem. E o Jordan, que passou por muita coisa, que se manteve pronto mesmo quando estava fora, agora falar na frente do grupo — isso é liderança real.”

    Sinceramente? Faz todo sentido. O Clarkson já rodou a liga toda, sabe o que é pressão, e não tem nada a perder falando as verdades.

    Vozes além dos óbvios

    Claro que Brunson é o capitão oficial. Hart é o maior falador. Towns, pela importância, tem que ser influente. Mas Mikal Bridges e OG Anunoby não são muito de falar — o que deixa um buraco que Robinson e Clarkson podem preencher perfeitamente.

    E vocês sabem o que eu acho? Isso pode ser exatamente o que os Knicks precisavam. Às vezes as melhores lideranças vêm de onde menos esperamos. Robinson é o cara que mais tempo tem de Knicks no elenco atual, conhece a casa como ninguém. Clarkson tem quilometragem de sobra na NBA.

    A questão agora é: será que essa nova dinâmica vai funcionar nos playoffs? Porque uma coisa é falar bonito no treino, outra é segurar a bronca quando a pressão apertar de verdade. Mas pelo menos agora eles têm mais vozes no vestiário — e isso nunca é ruim.

  • Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Cara, que show do Jalen Green ontem à noite! O cara simplesmente resolveu pegar fogo contra o Utah Jazz e mandou 31 pontos na vitória tranquila dos Suns por 134 a 109. E o mais louco? Nem precisou jogar o último quarto.

    Devin Booker também fez a sua parte com 26 pontos, mas quem roubou a cena mesmo foi o Green. O jovem tá mostrando que pode ser uma peça fundamental pra esse time de Phoenix que tava numa fase complicada — tinham perdido seis dos últimos sete jogos. Agora ficaram a apenas 3 jogos e meio do Houston, que ocupa a sexta posição no Oeste.

    Massacre desde o primeiro quarto

    Os Suns não deram nem chance pro Jazz respirar. Logo no primeiro quarto já abriram 37 a 17 com uma sequência absurda de 21 a 2. Green fez 11 pontos só nesse período, acertando três das oito bombas de três que Phoenix converteu no quarto inicial.

    No intervalo, a vantagem já era gritante: 73 a 45 — a maior vantagem no primeiro tempo da temporada pros Suns. Sinceramente, deu até pena do Jazz. Green já tinha 20 pontos na conta e o jogo tava praticamente decidido.

    Jazz sem seus principais jogadores

    Olha, tem que levar em conta que o Utah tá bem desfalcado mesmo. Lauri Markkanen (quadril), Isaiah Collier (coxa) e Keyonte George (perna) não jogaram. Fora que Walker Kessler e Jaren Jackson já tão fora da temporada com lesões mais sérias.

    Mesmo assim, Brice Sensabaugh e Kyle Filipowski fizeram 26 pontos cada um, tentando segurar as pontas. Mas quando você tem só dois jogadores fazendo quase todos os pontos do time no primeiro tempo (foram responsáveis por todos menos nove pontos), fica difícil competir contra um time que tá com todo mundo encaixado.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem entrar nos playoffs diretos ou vão ter que passar pelo play-in mesmo? Com o Green jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar que eles podem surpreender.

  • Maxey voltou e os 76ers finalmente pararam de sofrer

    Maxey voltou e os 76ers finalmente pararam de sofrer

    Cara, que alívio ver o Tyrese Maxey de volta à quadra! Depois de três semanas parado por causa de uma lesão no tendão do dedo direito, o cara simplesmente voltou demolindo tudo no sábado contra o Charlotte Hornets.

    E que volta foi essa, hein? O Philadelphia 76ers venceu por 118-114 em Charlotte, numa partida que teve cara de playoff do começo ao fim. Sinceramente, eu já tava começando a desacreditar desse time dos Sixers — mas quando o Big Three finalmente joga junto, a coisa muda de figura completamente.

    A enterrada que mudou tudo

    O momento da virada? Uma enterrada monstruosa do Maxey no Miles Bridges que fez o Spectrum Center inteiro tremer. O cara pegou o rebote, saiu correndo e mandou uma enterrada de uma mão que foi simplesmente absurda. Isso no início do último quarto, empatando o jogo em 97-97.

    Maxey terminou com 26 pontos em 10/18 nos arremessos, mais 8 assistências e 7 rebotes. No segundo quarto, ele meteu 13 pontos e mostrou que tava com saudades mesmo da bola laranja. “Deixei o jogo vir até mim no começo”, disse o cara depois. Humilde demais!

    O trio finalmente junto

    Vocês sabem que faz tempo que não víamos Maxey, Joel Embiid e Paul George jogando juntos, né? A última vez tinha sido lá em 29 de janeiro contra o Sacramento. George tava suspenso por 25 jogos (aquela história do programa antidrogas da NBA), e o Embiid vinha de 13 jogos parado com lesão no oblíquo.

    George também fez a sua parte: 26 pontos e 13 rebotes, incluindo uma bomba de três com 1:04 restante que praticamente selou a vitória. E o Embiid? 29 pontos e ainda fez um toco crucial no Brandon Miller nos segundos finais. Que defesa!

    “Precisamos de todo mundo que conseguirmos ter”, falou o Embiid depois do jogo. “Temos que ganhar todos os jogos… Não importa se terminamos em quinto, sexto, sétimo ou décimo — ainda temos que vencer.” O cara tá certo. Nessa altura do campeonato, cada jogo vale ouro.

    Charlotte não facilitou nada

    Os Hornets chegaram a abrir 15 pontos de vantagem no terceiro quarto, e eu já tava pensando “lá vem mais uma decepção dos Sixers”. Mas o time de Philadelphia mostrou personalidade e conseguiu a virada.

    LaMelo Ball (20 pontos) e o novato Kon Knueppel tiveram uma noite difícil, acertando apenas 10 de 40 arremessos da quadra. Brandon Miller foi o cara do Charlotte com 29 pontos, mas não foi suficiente.

    Agora o Philadelphia (41-33) tá na sétima posição do Leste e ainda ganhou o confronto direto contra Charlotte (39-35), que caiu para a décima colocação. E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter essa pegada até os playoffs? Com esse trio junto, eu confesso que tô começando a acreditar de novo.

  • Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Hawks destroem Kings em casa e mantêm sequência invicta

    Cara, que jogaço dos Hawks ontem à noite! 123-113 contra o Sacramento Kings, e o mais legal é que a galera de Atlanta tá mantendo essa sequência absurda em casa. Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem se recuperar tão rápido depois daquela derrota dolorosa pro Celtics na véspera.

    Os Kings chegaram cheios de desfalques — coisa que já virou rotina pra eles essa temporada — mas os Hawks também não estavam com o time completo. Dyson Daniels, Jonathan Kuminga e Onyeka Okongwu ficaram de fora. Mohamed Gueye ganhou a chance no quinteto titular, e olha, o garoto aproveitou.

    Jalen Johnson comandando o show

    O que mais me impressionou foi a performance do Jalen Johnson. 26 pontos e 10 assistências — double-double caprichado! O cara tava distribuindo bola como um veterano e finalizando com uma facilidade que dá gosto de ver. Aquela conexão dele com o Jock Landale no segundo quarto foi coisa linda de se assistir.

    E por falar no Landale… 19 pontos e 13 rebotes. Monstro! Quem diria que o australiano ia ser peça tão importante assim nos Hawks? Tem hora que o basquete te surpreende mesmo.

    Show do Alexander-Walker

    Mas se tem um cara que merece destaque especial é o Nickeil Alexander-Walker. 27 pontos sendo o cestinha da partida, com direito a várias bolas de três que gelaram o jogo no último quarto. Aquele passe por entre as pernas pro Jalen Johnson no terceiro período? Absurdo demais.

    O que mais me chamou atenção foi como os Hawks conseguiram virar o jogo depois de estarem atrás no primeiro quarto. Começaram devagar, mas na hora que precisaram acelerar, aceleraram mesmo. Aquela sequência no segundo quarto quando emplacaram uma corrida de pontos foi decisiva.

    CJ McCollum ainda tem bala na agulha

    E não posso deixar passar em branco os 22 pontos do CJ McCollum. O veterano mostrou que ainda tem muito basquete nas pernas, principalmente naquele arremesso no final do primeiro tempo que foi pura categoria.

    Os Kings até tentaram reagir — o DeMar DeRozan estava jogando bem —, mas quando os Hawks decidiram que era hora de ganhar o jogo, não teve jeito. Construíram uma vantagem de dois dígitos no último quarto e administraram direitinho.

    Agora vem o teste de fogo: segunda-feira contra o Boston Celtics de novo. Depois da derrota na véspera, vocês acham que os Hawks conseguem a revanche? Eu tô curioso pra ver se essa química que eles mostraram ontem vai se repetir contra um adversário mais cascudo.

    Uma coisa é certa: esse time de Atlanta tá começando a mostrar personalidade. Se continuarem jogando assim em casa, podem incomodar muito gente nos playoffs.

  • Bucks eliminados dos playoffs: Trent brilha mas time não aguenta

    Bucks eliminados dos playoffs: Trent brilha mas time não aguenta

    Cara, foi doloroso de assistir. Com o Giannis e praticamente todo mundo importante fora, os Bucks tomaram uma surra histórica dos Spurs por 127-95. E o pior de tudo? Essa derrota eliminou Milwaukee dos playoffs.

    Olha, eu já esperava algo ruim, mas 32 pontos de diferença dói até na alma de quem torce. O time estava literalmente jogando com os reservas dos reservas, mas mesmo assim… 95 pontos? Isso é coisa de time de colégio, não de NBA.

    Gary Trent Jr. mostrou que ainda tem gás

    Se teve uma coisa boa na noite, foi ver o Gary Trent Jr. voltando àquela forma que a gente conhecia. O cara cravou 18 pontos (dois a menos que seu recorde da temporada) acertando 8 de 11 arremessos. Sinceramente, foi bom demais ver ele confiante de novo, lembrando daqueles jogos do ano passado quando ele era clutch demais.

    O Jericho Sims também mostrou serviço: 10 pontos, 10 rebounds, e acredite se quiser, acertou até um arremesso que não foi enterrada nem rebote ofensivo. Para quem conhece o Sims, isso é praticamente um milagre (risos).

    Ryan Rollins teve uma noite para esquecer

    Meu amigo, o Ryan Rollins errou TODOS os sete arremessos de três que tentou. Todos. Zero de sete. Ainda por cima, perdeu 5 bolas, liderando o time nesse quesito nada honroso. Dá pra ver que o garoto tem potencial e motor, mas ontem não foi o seu dia definitivamente.

    O Taurean Prince também passou longe do seu melhor, com um -29 que fala por si só. Quando você vê um cara com -29 numa partida, já sabe que a coisa foi feia mesmo.

    E o Myles Turner? Olha, ele até que jogou decente considerando o contexto. Fez 15 pontos, acertou 4 de 9 tentativas de três, e pelo menos incomodou o Wembanyama na defesa — o que já é alguma coisa contra aquele monstro francês.

    Fim de papo para os Bucks

    Vocês acham que dá pra culpar os caras? Sem o Giannis, sem praticamente todo mundo que importa no elenco, era praticamente impossível competir contra um Spurs em boa forma. Mas ainda assim dói ver um time com tanto potencial sendo eliminado dos playoffs dessa forma.

    A real é que essa temporada dos Bucks foi uma montanha-russa desde o início, e agora chegou ao fim da linha. Resta torcer que ano que vem seja diferente, né? Com saúde e um elenco completo, esse time ainda pode incomodar qualquer um no Oeste.

    E aí, o que vocês acharam dessa eliminação? Era esperada ou ainda doeu ver acontecer?

  • Luka finalmente foi suspenso — e dessa vez não teve jeito

    Luka finalmente foi suspenso — e dessa vez não teve jeito

    Cara, finalmente chegou o dia que muita gente já esperava. Luka Dončić foi suspenso por um jogo pelos Lakers depois de pegar sua 16ª falta técnica da temporada na vitória contra o Nets na sexta. E dessa vez não teve revisão que salvasse — ele vai ficar de fora do jogo contra o Wizards na segunda-feira.

    Olha, sinceramente? Eu até me surpreendo que demorou tanto. O esloveno tem um histórico gigante de reclamação com os árbitros, e 16 técnicas em uma temporada é coisa séria. A regra da NBA é clara: pegou a 16ª, suspensão automática de um jogo sem salário. Para cada duas técnicas adicionais, mais um jogo fora.

    A confusão que custou caro

    A técnica que derrubou o Luka aconteceu num lance meio bobo no terceiro quarto. Ele levou uma falta ofensiva tentando fazer uma jogada embaixo da cesta, e o Ziaire Williams do Nets ficou gritando na cara dele. Aí o Luka empurrou o cara pelas costas, Williams deu um tapa na cara dele, e os dois levaram técnica dupla.

    “Ele gritou na minha cara três vezes”, disse Luka depois do jogo. “Eu só queria sair dali. É técnica dupla, claro. O que posso dizer? Eu nem falei nada. Só queria sair de lá.”

    Mano, dá até pra entender a frustração do cara, mas esse temperamento explosivo sempre foi o calcanhar de Aquiles do Luka. Quantas vezes já vimos isso acontecer?

    O histórico preocupante

    O mais louco é que essa não é a primeira vez que o Luka chega perto da suspensão. Nas três temporadas entre 2020-2023, ele terminou com 15 técnicas — uma a menos do limite. No ano passado teve 13 em apenas 50 jogos (divididos entre Mavs e Lakers), e em 2023-24 também foram 13.

    E olha só que coisa: o cara já havia chegado a 16 técnicas antes e sempre se safou! Em março mesmo, pegou a 16ª contra o Magic mas a liga revisou e cancelou. Aconteceu a mesma coisa em 2021-22 e 2022-23 quando ele ainda estava em Dallas.

    Mas dessa vez não teve jeito. A empurrada foi clara, a reação do Williams também, e os árbitros mantiveram a decisão.

    Vocês acham que isso vai fazer o Luka repensar esse comportamento? Porque sinceramente, com 25 anos e já sendo um dos melhores jogadores da liga, esse tipo de coisa não pode mais acontecer. Principalmente agora que ele tá nos Lakers e a pressão é totalmente diferente.

    O lado bom é que ele volta já na terça contra o Cavs. Mas cara, imagina se isso acontecer nos playoffs? Uma suspensão em abril ou maio pode custar uma série inteira.

    Por enquanto, os Lakers vão ter que se virar sem seu astro contra Washington. E honestamente? Talvez seja um bom momento pra ele refletir um pouco sobre esse temperamento que sempre o atrapalha nos momentos mais importantes.

  • Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Cara, que momento absurdo pro Quin Snyder! O técnico do Atlanta Hawks conquistou sua 500ª vitória na carreira na noite de sábado, na vitória por 123 a 113 sobre o Sacramento Kings. E olha só que loucura: essa foi a 15ª vitória dos Hawks em 17 jogos. Quinze! Em dezessete!

    Os jogadores acharam que a marca merecia uma comemoração especial e despejaram o cooler de Gatorade na cabeça do técnico. Imagina a cena — o cabelo sempre arrumadinho do Snyder todo molhado, mas com um sorrisão no rosto.

    Clube seleto de 500 vitórias

    Snyder se tornou o 41º técnico na história da NBA a alcançar 500 vitórias, e apenas o sexto entre os técnicos atualmente ativos. Isso é coisa pra poucos, viu? Na minha opinião, o cara merece muito reconhecimento pelo trabalho que vem fazendo.

    “Foi especial”, disse Snyder depois do jogo. “Quando você está nesta liga há um tempo, percebe que os técnicos mantêm seu registro, mas são realmente os jogadores e outras pessoas que permitem que isso aconteça. Tive muita sorte de poder treinar não apenas jogadores muito bons, mas pessoas de muita qualidade.”

    Reconstrução monstro dos Hawks

    E o mais impressionante? Snyder teve que praticamente reconstruir o time esse ano. Foram sete caras novos até o trade deadline de fevereiro. Imagina você ter que ensinar seu sistema pra metade do elenco no meio da temporada!

    Mas o resultado tá aí. Jalen Johnson, Nickeil Alexander-Walker, Onyeka Okongwu e Dyson Daniels estão todos tendo as melhores temporadas da carreira. Coincidência? Eu acho que não.

    Jock Landale, que chegou em fevereiro e já fez dois double-doubles com o time, foi direto ao ponto sobre o técnico: “Quin é incrível, honestamente, e não digo isso levianamente. Ele foi fundamental para me colocar no ritmo do que está acontecendo. É um ótimo técnico para jogar.”

    Antes dos Hawks, Snyder comandou o Utah Jazz por oito temporadas e levou o time aos playoffs seis vezes. Agora, no quarto ano em Atlanta, parece que finalmente encontrou a fórmula certa.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo absurdo? Com 15 vitórias em 17 jogos, sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente nos playoffs.

  • Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Olha, vou ser sincero com vocês: o Utah Jazz tá fazendo um tanking tão descarado que até dói de assistir. E sabem de uma coisa? Eu não tô nem reclamando.

    O time de Salt Lake City (21-53) visita o Phoenix Suns (40-33) neste sábado, e cara… é basicamente um passeio no deserto pra tomar uma surra e manter as chances no draft. Depois daquela “performance” contra o Denver — onde tiraram os titulares no último quarto como se fosse garbage time desde o primeiro minuto —, o Jazz garantiu praticamente a 5ª melhor chance na loteria.

    A corrida do tanking tá pegando fogo

    E não é só o Jazz não. Todo mundo tá de olho nesse draft porque, sinceramente, pode ser um dos últimos em que essa estratégia ainda funciona. A NBA tá mudando as regras da loteria de novo pra próxima temporada, e vai ficar tudo mais complicado.

    Mas voltando ao jogo de hoje: Phoenix precisa desesperadamente dessa vitória. O time do Devin Booker tá lutando pra não cair pro 7º lugar no Oeste, mas perderam 6 dos últimos 7 jogos. Perderam até pro Raptors, gente. Pro Raptors. Isso mostra que o start de foguete da temporada já era mesmo.

    Do lado do Jazz, é praticamente um hospital em quadra. Sem George, Collier, Markkanen, JJJ, Kessler e Nurkic — basicamente todo mundo que importa —, Will Hardy vai apostar nos garotos de novo.

    Os moleques tão dando show

    E olha, não vou mentir: tô curtindo ver esses jovens jogarem. O Ace Bailey, que começou a temporada meio devagar, virou uma máquina nas últimas semanas. Cody Williams também tá provando que não é só “o irmão do Jalen” e fez 24 pontos com 7 assistências contra Denver.

    Brice Sensabaugh então… esse cara é puro basquete ofensivo. Pode virar um dos melhores sextos homens da liga em pouco tempo, marquem minhas palavras.

    Phoenix entra como favorito por 16,5 pontos, e honestamente? Acho pouco. O Jazz literalmente não quer ganhar, e os Suns precisam voltar aos trilhos se quiserem ter alguma chance nos playoffs.

    Vocês acham que o tanking do Jazz tá sendo muito óbvio ou é só estratégia mesmo? Porque assistir esses caras “tentando” perder tá sendo quase cômico às vezes.

    De qualquer forma, aproveitem esses últimos jogos da temporada porque, segundo a franquia, ano que vem eles prometem competir de verdade. AJ Dybantsa que se prepare pra vestir o uniforme dourado e azul!

  • Cedric Coward salva Grizzlies no último segundo contra Bulls

    Cedric Coward salva Grizzlies no último segundo contra Bulls

    Que jogaço maluco aconteceu em Memphis ontem! O Cedric Coward simplesmente decidiu que ia carregar os Grizzlies nas costas e cravou 24 pontos, incluindo dois lances livres DECISIVOS faltando 6,5 segundos pro fim. Memphis ganhou por 125-124 dos Bulls num jogo que teve de tudo — menos defesa, aparentemente.

    Olha, eu confesso que não esperava nada demais desse confronto. Dois times que já tão pensando na loteria do Draft, cheios de jogadores machucados (Chicago com 9 no departamento médico, Memphis com 11!), jogando no segundo jogo consecutivo após duas derrotas na sexta. Mas o basquete às vezes surpreende, né?

    Drama até o último segundo

    A situação ficou insana no finalzinho. Depois dos lances livres do Coward, o Josh Giddey — que teve um triple-double monstro com 18 pontos, 13 rebotes e 10 assistências — fez dois lances livres faltando 4 segundos. Bulls ficaram a um ponto de distância!

    E aí que fica bom: Memphis entregou a bola no saque seguinte, dando chance de ouro pros Bulls ganharem. Mas não rolou tempo suficiente pro arremesso final. Imagina a frustração da torcida de Chicago…

    Performances que chamaram atenção

    O Matas Buzelis foi o cestinha da noite com 29 pontos pelos Bulls. Esse cara tá evoluindo muito — lembro quando foi draftado e todo mundo ficou meio na dúvida. O Collin Sexton também mandou bem saindo do banco, 26 pontos. É impressionante como ele se reinventou depois de sair de Cleveland.

    Do lado do Memphis, além do herói Coward (que ainda pegou 9 rebotes), Tyler Burton fez 18 e Jahmai Mashack contribuiu com 17. O mais importante? Quebrou uma sequência horrível de 5 derrotas seguidas.

    Sinceramente, o jogo não foi uma beleza. Muito 1 contra 1, pouco fluxo ofensivo, e os dois times erraram MUITO do perímetro no primeiro tempo. Chegaram a estar 5/28 de três pontos combinados num momento. Basquete de março, né gente?

    Vocês acham que esses jogos “sem pressão” às vezes rendem os melhores espetáculos? Porque quando não tem nada em jogo, os caras jogam mais soltos…

  • Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Cara, que alívio! Arizona finalmente quebrou essa maldição que parecia eterna. Os Wildcats atropelaram Purdue no segundo tempo por 79-64 e estão de volta ao Final Four depois de 25 anos. Vinte e cinco anos, pessoal!

    Olha, não foi fácil não. No primeiro tempo, os caras estavam perdendo por sete pontos — primeira vez que ficaram atrás neste March Madness todo. Purdue estava metendo bala de três (sete no primeiro tempo) e eu já tava começando a pensar “lá vamos nós de novo com Arizona”.

    A virada monstro do segundo tempo

    Mas aí que tá — esse time de Arizona é diferente. Eles eram 5-0 na temporada quando perdiam no intervalo. E fizeram 6-0 ontem.

    Saíram do vestiário como se tivessem tomado energético. Uma arrancada de 16-3 logo no começo do segundo tempo e pronto — viraram o jogo e não olharam mais pra trás. Purdue simplesmente desapareceu, cara. Fizeram apenas uma bola de três no segundo tempo (contra sete no primeiro). Uma!

    Os números falam por si: Arizona fez 48-26 no segundo tempo, com 51,6% de aproveitamento nos arremessos. Enquanto isso, Purdue murchou feio — só 32,1% de acerto.

    Koa Peat foi o cara da partida

    Koa Peat liderou a festa com 20 pontos e levou o prêmio de MVP da região Oeste. Quatro titulares fizeram double digits — essa profundidade toda que fez a diferença.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse esse time de Arizona que quebraria a maldição. Eles tiveram várias equipes com potencial ao longo dos anos, cheias de futuros craques da NBA, mas sempre dava errado no March Madness. Seis eliminações consecutivas no Elite Eight! Sendo duas como cabeça de chave número 1.

    Agora é sonhar com o título

    O mais louco é que eles vão jogar o Final Four em Indianapolis — a mesma cidade onde conquistaram seu único título nacional em 1997. Coincidência? Eu acho que não.

    Purdue, coitados, voltam pra casa mais uma vez frustrados. Começaram a temporada como número 1 do país e não conseguem quebrar uma estatística horrível: 0-10 contra cabeças número 1 no March Madness. Zero em dez!

    Pelo menos Braden Smith se despede como líder histórico em assistências da NCAA com 1.103 passes para cesta. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que Arizona consegue ir até o fim dessa vez? Depois de 25 anos esperando, eles merecem pelo menos tentar, né?