Autor: Leandro Amorim

  • Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Donovan não nega interesse em North Carolina — será o fim na NBA?

    Olha, quando um técnico da NBA não nega interesse em uma vaga universitária, é porque a coisa tá séria mesmo. Billy Donovan, técnico do Chicago Bulls, basicamente deixou a porta aberta para um possível retorno ao basquete universitário quando perguntado sobre a vaga em North Carolina.

    A situação é a seguinte: os Tar Heels demitiram Hubert Davis depois da eliminação precoce no March Madness, e o nome do Donovan começou a circular imediatamente. E cara, faz todo sentido — o cara construiu um monstro na Florida, ganhou dois títulos consecutivos da NCAA em 2006 e 2007. Não é qualquer um que faz isso.

    O que ele disse (e o que não disse)

    Antes do jogo contra o Philadelphia 76ers, Donovan foi esperto na resposta. “Meu foco principal está nesses caras e neste novo time”, disse ele, mas — e aqui está o ponto importante — ele NÃO negou o interesse. Um simples “não tenho interesse” resolveria a questão, né? Mas não foi isso que rolou.

    “Eu entendo que há coisas por aí fora, e entendo que vai haver especulação”, continuou Donovan. Traduzindo: ele sabe que tá sendo cotado e não tá fechando a porta. Sinceramente, acho que ele tá mesmo considerando a possibilidade.

    Por que North Carolina faria sentido?

    Cara, North Carolina não é qualquer programa. É uma das grandes forças históricas do basquete universitário, com recursos infinitos e tradição. E olha só que presente de grego: Dylan Mingo, um dos melhores caras da atual turma do ensino médio (cinco estrelas!), já se comprometeu com os Tar Heels.

    Donovan também tocou num ponto interessante sobre como o basquete universitário mudou. “É diferente lidar com jogadores que agora são pagos”, disse ele, se referindo ao NIL (Name, Image, Likeness). O cara tá ligado nas mudanças do jogo — e isso me faz pensar que ele realmente tá avaliando a situação.

    E vocês, o que acham? Donovan deveria voltar pro universitário ou continuar tentando algo na NBA? Na minha opinião, com 60 anos e já tendo provado o que tinha que provar nos dois níveis, talvez seja hora de voltar às raízes. North Carolina seria uma aposentadoria dos sonhos para qualquer técnico.

    O Bulls não anda lá essas coisas mesmo, então… quem sabe?

  • Embiid e George voltam com tudo e Sixers fazem 157 pontos históricos

    Embiid e George voltam com tudo e Sixers fazem 157 pontos históricos

    Mano, que espetáculo foi esse ontem à noite na Filadélfia! Joel Embiid e Paul George voltaram juntos depois de uma eternidade fora e simplesmente destruíram o Chicago Bulls por 157 a 137. Pra vocês terem ideia do quão absurdo foi isso: os Sixers não faziam tantos pontos assim desde 1970. Cinquenta e seis anos, pessoal!

    O Show de Embiid e PG13

    Embiid voltou de uma lesão no oblíquo que o tirou de 13 jogos. George, bom… a situação dele foi mais complicada. O cara pegou 25 jogos de suspensão por usar uma substância proibida – ele mesmo explicou que foi por causa de problemas de saúde mental relacionados às limitações físicas que tava enfrentando. Pesado, né?

    Mas ontem foi pura redenção. Embiid fez 35 pontos e começou o jogo literalmente carregando o piano sozinho – 12 dos primeiros 14 pontos do time foram dele. O cara tava num ritmo tão absurdo que sozinho tava ganhando dos Bulls no primeiro quarto!

    George demorou um pouquinho pra desenferrujar (2 de 10 no primeiro tempo, imagina a ansiedade), mas no último quarto o monstro acordou: 13 dos seus 28 pontos vieram nos 12 minutos finais. Quando esses dois estão jogando assim, é impossível parar.

    O Rookie que Tá Voando

    E tem mais: VJ Edgecombe, o rookie que tá fazendo a galera pirar, meteu mais 22 pontos. O mlk tinha feito 35+ em dois dos últimos três jogos. Sinceramente, não esperava ver um calouro se adaptando tão rápido ao ritmo da NBA assim.

    A jogada mais linda da noite? Embiid com um passe de uma mão só pro Edgecombe meter uma bomba de três. Logo depois, Paul George encontrou o Embiid no garrafão e o camerunês enterrou de uma mão só por cima do Matas Buzelis. Puro basquete-arte!

    O problema é que essa foi só a 19ª vez na temporada que Embiid, George e Edgecombe jogaram juntos. E ainda falta o Tyrese Maxey, que tá fora com o dedo machucado desde março. Imaginem esse time completo…

    Os Bulls até reagiram no último quarto (53 pontos!), com Josh Giddey fazendo 23 pontos, 12 assistências e 9 rebotes. Mas não dava, né? Quando os Sixers resolvem jogar basquete desse jeito, é covardia.

    E aí, será que essa volta dos veteranos pode ser o empurrão que faltava pros Sixers brigarem pelos playoffs? Com esse tipo de performance, eu tô começando a acreditar que sim.

  • Wolves na espreita: hierarquia do título tá se definindo

    Wolves na espreita: hierarquia do título tá se definindo

    Olha, chegamos naquele ponto da temporada onde as coisas começam a ficar sérias de verdade. Os times de baixo já entregaram os pontos (literalmente um terço da liga tá cagando pra vitória), mas lá em cima tá pegando fogo. E eu tô aqui observando uma hierarquia que, sinceramente, tá mais definida do que imaginava em março.

    Thunder e Spurs disputando o topo? Isso era previsível. Mas os Timberwolves como azarão perigoso? Cara, todo mundo parece ter esquecido que esses caras chegaram nas últimas duas finais de conferência. Com Anthony Edwards machucado, eles ainda ganharam três dos últimos quatro jogos – incluindo uma vitória gigante sobre os Suns que praticamente garantiu vaga nos playoffs.

    OKC e San Antonio: o duelo que ninguém esperava

    O Thunder ganhou 12 seguidas e 15 dos últimos 16 jogos. Tão com todo mundo de volta, incluindo Jalen Williams que ficou seis semanas fora. Magic number de oito pra garantir a primeira posição no Oeste.

    Mas aí que tá – os Spurs ganharam 23 dos últimos 25 jogos. Vinte e três! E o mais absurdo: já bateram o Thunder quatro vezes nesta temporada. Quatro. Como é que você ignora isso?

    Na minha opinião, San Antonio merecia estar no topo desse ranking. Wemby tá jogando um basquete de outro planeta, e esse time encontrou uma química que tá assustando todo mundo no Oeste.

    Lakers esquentando na hora certa

    Os Lakers tiveram aquela sequência de nove vitórias quebrada pelos Pistons (sim, Detroit), mas continuam um dos times mais quentes da liga. O mais impressionante? Seis dos últimos jogos foram clutch (diferença de cinco pontos nos últimos cinco minutos) e eles ganharam cinco.

    LeBron aos 39 anos ainda decidindo jogo no fim? Absurdo.

    Denver com Jokić fazendo Jokicadas e agora com Peyton Watson de volta tá completo. O time pequeno sem Valanciunas tem funcionado melhor, e David Adelman parece ter encontrado a fórmula certa pros playoffs.

    Minnesota: o perigo que ninguém quer enfrentar

    Aqui que fica interessante. Todo mundo tá dormindo nos Wolves, mas esses caras têm DNA de playoff. Edwards pode estar machucado agora, mas quando voltar? Cara, ele foi o melhor jogador clutch da temporada inteira.

    E olha só a situação: se conseguirem pegar Houston na primeira rodada, podem fazer um estrago imenso. Minnesota nos playoffs é diferente – já provaram isso nas últimas duas temporadas chegando longe.

    No Leste, Boston segue sólido mesmo com Tatum inconsistente nos arremessos. Cleveland praticamente garantiu top-4, e os Sixers subiram pro nono lugar com Embiid voltando.

    Vocês acham que os Wolves podem mesmo surpreender de novo? Ou é Thunder x Spurs pro título do Oeste mesmo?

  • NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    Galera, finalmente aconteceu! A NBA aprovou oficialmente dar os próximos passos para adicionar dois novos times — um em Seattle e outro em Las Vegas. Sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    A votação rolou na última quarta-feira e agora a liga vai começar a aceitar propostas para as duas franquias. E preparem-se: estão falando em valores entre 7 e 10 bilhões de dólares por time. Dez bilhões! É dinheiro que nem conseguimos imaginar direito.

    Magic Johnson já tá de olho em Vegas

    O que mais me empolga é ver que já tem gente interessada pra caramba. O Magic Johnson já disse abertamente que quer fazer parte do grupo que vai comandar o time de Las Vegas. Imaginem só — o cara que revolucionou a NBA nos anos 80 agora como dono de franquia. Seria absurdo demais.

    Além dele, o Billy Foley (dono do Vegas Golden Knights da NHL) também manifestou interesse. O cara já tem 15% de participação na T-Mobile Arena, que provavelmente seria a casa do novo time. Ou seja, a estrutura já existe.

    Seattle merece uma segunda chance

    Agora, sobre Seattle… cara, essa cidade merece muito ter um time da NBA de novo. Os SuperSonics foram embora em 2008 e até hoje os fãs de lá não superaram. Quem acompanha basquete sabe o quanto aquela torcida era fanática. O Gary Payton, o Shawn Kemp, depois o Kevin Durant começando a carreira lá… tem muita história.

    Na minha visão, Seattle vai ser um sucesso imediato. A galera de lá está com saudade há mais de 15 anos.

    E aí, como fica a competição?

    Olha, vou ser sincero — tem dois lados nessa história. Por um lado, mais times significa mais oportunidades pros jogadores, mais empregos, mais diversão pra gente que acompanha. Por outro, diluir o talento entre 32 times em vez de 30 pode deixar algumas equipes bem fracas por um tempo.

    Vocês acham que isso vai aumentar o problema do tanking? Eu acho que sim, pelo menos nos primeiros anos. Os times novos vão precisar de tempo pra se estabelecer, e isso pode gerar umas temporadas bem sofridas.

    Ah, e tem a questão das conferências também. Com Seattle e Vegas no oeste, um time vai ter que mudar pra conferência leste. As apostas estão no Minnesota Timberwolves ou Memphis Grizzlies. Faz sentido geograficamente.

    O plano é que tudo esteja funcionando na temporada 2028-29. Ainda tem muita coisa pra resolver — principalmente quem vai bancar essa fortuna toda. Mas uma coisa é certa: a NBA vai ficar ainda mais interessante.

    E vocês, torcendo pra que times? Eu já tô imaginando como vai ser ver esses novos times no Draft…

  • Adam Silver promete acabar com tanking na NBA – e fala sobre Giannis

    Adam Silver promete acabar com tanking na NBA – e fala sobre Giannis

    Olha, o Adam Silver não tá brincando mais. O comissário da NBA bateu o punho na mesa ontem e disse que vai resolver de uma vez por todas essa palhaçada do tanking que tá virando rotina na liga. E cara, era hora mesmo.

    Durante uma coletiva depois que os governadores aprovaram a exploração da expansão da NBA para Seattle e Las Vegas (que por si só já é uma notícia absurda), Silver deixou claro: mudanças estão chegando para a próxima temporada. E não é papo furado não.

    “Vamos consertar isso, ponto final”

    A fala do Silver foi direta: “Foi unânime na sala que precisamos fazer uma mudança, e precisamos fazer para a próxima temporada”. Mano, quando o cara fala “unânime”, você sabe que o negócio tá feio mesmo.

    O mais interessante é que ele admitiu que esse ano pode ser meio atípico por causa do draft que vem aí – todo mundo sabe que vai ser um dos mais profundos dos últimos tempos. Então tem time fazendo de tudo pra conseguir uma pick boa. Mas sinceramente? Isso não justifica a vergonha que alguns times tão passando em quadra.

    Silver disse que uma reunião especial deve rolar em maio pra votar as mudanças. Ou seja, não é só conversa – eles vão mesmo mexer nas regras antes do draft e da agência livre. Os times vão entrar na próxima temporada já sabendo como é que é.

    A situação do Giannis preocupa

    E por falar em situações estranhas, vocês viram a confusão com o Giannis? A NBPA (sindicato dos jogadores) soltou uma nota defendendo o cara, dizendo que os Bucks querem “descansar” ele pelo resto da temporada. Sendo que o Greek Freak tá saudável e querendo jogar.

    Silver admitiu que ficou surpreso com a declaração do sindicato: “Antes desse comunicado, não sabíamos que havia um problema”. Agora a liga vai investigar se Milwaukee tá mesmo forçando o Giannis a ficar no banco pra melhorar as chances no draft.

    Cara, imagina a situação: você é o melhor jogador do seu time, tá 100% fisicamente, quer jogar, mas a franquia prefere que você fique em casa assistindo Netflix. É de doer o coração de qualquer fã de basquete.

    Hora de mudanças reais

    O que mais me chamou atenção foi o tom do Silver. O cara tá genuinamente irritado com essa situação do tanking. E olha, não é pra menos – ver times da NBA jogando pior que universitário só pra pegar uma pick melhor é deprimente.

    A questão é: como resolver? Porque já tentaram mexer na loteria algumas vezes e os times sempre dão um jeito de burlar o sistema. Talvez seja hora de mudanças mais drásticas mesmo.

    Uma coisa é certa: se a mudança vier mesmo antes da próxima temporada, vai ser interessante ver como as franquias vão se adaptar. E quem sabe a gente finalmente veja jogos competitivos do começo ao fim da temporada regular.

    E vocês, o que acham que o Silver deveria fazer pra acabar de vez com o tanking? Porque do jeito que tá não dá mais pra aguentar.

  • SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    Galera, parece que finalmente tá acontecendo. Depois de 20 anos esperando, Seattle pode estar voltando pra NBA — e com o nome SuperSonics de volta!

    A liga aprovou por unanimidade o início do processo de expansão, e Seattle é uma das duas cidades na mira (a outra é Las Vegas). O preço? Entre 7 e 10 bilhões de dólares por franquia. É dinheiro que não acaba mais.

    A diferença é que Seattle já tem história

    Enquanto Las Vegas vai ter que criar tudo do zero — nome, logo, identidade —, Seattle tem uma vantagem absurda: pode simplesmente ressuscitar os SuperSonics. E cara, que marca é essa! Qualquer fã de NBA que se preze conhece os Sonics.

    O nome veio da Boeing, que na época (1967) estava desenvolvendo um avião supersônico. Genial, né? A franquia ficou em Seattle por 40 anos até 2008, quando foi vendida e virou Oklahoma City Thunder. Sim, aquele mesmo Thunder do Kevin Durant.

    Vocês lembram dos times dos anos 90? Gary Payton, Shawn Kemp, Detlef Schrempf… Que equipe era aquela! Chegaram nas finais de 96 com 64 vitórias na temporada regular, mas esbarraram no Michael Jordan. O que dói até hoje, imagino.

    O título de 79 que ninguém esquece

    Os SuperSonics foram campeões uma vez, em 1979. Time dirigido por Lenny Wilkens e com Jack Sikma como estrela. Bateram Lakers, Suns e Washington Bullets — sendo que tinham perdido pra esse mesmo Washington na final do ano anterior. Que revanche!

    Sinceramente, acho que poucos times tiveram uma identidade tão forte quanto aqueles Sonics dos anos 90. Era basquete bonito de assistir, mesmo perdendo pro Bulls.

    A última vez que eles fizeram playoffs foi em 2005, com Ray Allen e Rashard Lewis. Depois disso, só ladeira abaixo até a mudança pra Oklahoma City em 2008 — um ano depois de draftarem o Kevin Durant. Imaginem se ele tivesse ficado em Seattle…

    2028 pode ser o ano

    Se tudo der certo, as novas franquias começam a jogar na temporada 2028-29. Seattle já tem arena (Climate Pledge Arena) e, mais importante, tem uma base de fãs que nunca desistiu. Já vi muito fã dos Sonics por aí que até hoje usa a camisa do time.

    E aí, vocês acham que vai rolar mesmo? Eu tô bem confiante dessa vez. A NBA tá com sede de expandir, Seattle nunca parou de querer a volta, e agora tem dinheiro suficiente circulando pra fazer acontecer.

    Uma coisa é certa: se os SuperSonics voltarem, vai ser uma festa que o mundo todo vai querer ver.

  • Butler contrata ex-jogador que chegou em 2 finais da NCAA como técnico

    Butler contrata ex-jogador que chegou em 2 finais da NCAA como técnico

    Olha, essa é uma daquelas histórias que dá arrepio só de pensar. A Butler acabou de contratar Ronald Nored como novo head coach, e cara, que jogada perfeita! O cara jogou nas duas finais consecutivas do March Madness em 2010 e 2011 — vocês lembram daqueles times do Brad Stevens que quase ganharam tudo?

    Nored não é qualquer um não. Além de ter sido um monstro defensivo na faculdade (duas vezes melhor defensor da Horizon League), o cara passou os últimos anos na NBA como assistente técnico. Três temporadas no Atlanta Hawks, e antes disso rodou por Indiana Pacers, Charlotte Hornets e Boston Celtics. Resumindo: o homem sabe o que tá fazendo.

    De jogador lendário a técnico principal

    “Trabalho dos sonhos não faz justiça ao que sinto sobre liderar o programa da Butler”, disse Nored. E olha, dá pra sentir a emoção nas palavras dele. O cara literalmente derramou sangue e suor por essa camisa — são 143 jogos disputados (recorde do programa) e 16 aparições em playoffs. Isso é dedicação, galera.

    O que mais me impressiona é que a contratação não foi só nostalgia. O diretor atlético Grant Leiendecker foi claro: “Não contratamos ele pela história aqui, mas pela visão do que podemos nos tornar”. Traduzindo: querem alguém que transforme o programa, não só alguém que relembre os bons tempos.

    Butler precisa de um restart urgente

    Vamos falar a real aqui: Butler tá precisando de uma mexida faz tempo. O time terminou 16-16 nesta temporada (nem positivo ficou!) e não vai pra March Madness desde 2018. Para um programa que chegou em duas finais consecutivas, isso dói demais.

    Thad Matta, o técnico anterior, se aposentou semana passada mas vai continuar na universidade como assistente especial. Nada contra o cara, mas talvez era hora mesmo de uma cara nova no comando.

    E aí, acham que Nored consegue trazer a magia de volta pra Butler? Sinceramente, eu tô otimista. Quando você coloca alguém que viveu na pele o sucesso do programa e ainda tem experiência NBA como assistente… cara, isso tem tudo pra dar certo. Só espero que ele consiga colocar suas próprias digitais no time e não fique vivendo só do passado glorioso.

  • Warriors renovam com Yurtseven por mais 10 dias – aposta ou desespero?

    Warriors renovam com Yurtseven por mais 10 dias – aposta ou desespero?

    Os Warriors decidiram dar mais uma chance para o pivô turco Omer Yurtseven. O cara assinou um segundo contrato de 10 dias com Golden State, e olha, sinceramente? Não esperava essa renovação.

    A situação é simples: com Draymond Green suspenso e algumas lesões no garrafão, Steve Kerr precisa de corpos. Yurtseven virou a opção disponível — não necessariamente a melhor, mas a que tá ali.

    Os números não mentem (e não impressionam)

    Em cinco jogos pelos Warriors, o turco tá fazendo 3.2 pontos e 3.2 rebotes em pouco mais de 11 minutos por jogo. São números… como posso dizer… modestos? Mas é exatamente o que Golden State esperava dele: um cara pra ocupar espaço e não atrapalhar quando os titulares precisam descansar.

    Yurtseven não é aquele pivô dominante que vai mudar os rumos de uma partida. Ele é mais aquele jogador que você coloca ali pra fazer as coisas básicas — pegar alguns rebotes, fazer uma falta dura quando precisa, talvez uma bandejinha ou outra.

    Estratégia dos Warriors faz sentido?

    Na minha visão, essa renovação é mais sobre necessidade do que empolgação. Os Warriors tão numa situação complicada no garrafão, e qualquer opção minimamente decente vira ouro.

    O interessante é que Yurtseven já rodou bastante pela liga — passou por Miami, Utah, teve uma passagem pelo desenvolvimento… É um desses caras que sempre fica na beirada de conseguir uma vaga fixa na NBA.

    Vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser só mais um contrato temporário até os Warriors arrumarem algo melhor? Porque convenhamos, 10 dias na NBA hoje em dia passa voando.

    O time de Golden State tá claramente fazendo experiências na posição 5. Com Looney envelhecendo e poucas opções no banco, qualquer cara que mostre o mínimo de competência pode acabar ganhando uma oportunidade maior.

    Por enquanto, Yurtseven ganhou mais 10 dias pra provar seu valor. No basquete da NBA, às vezes é isso que basta pra mudar uma carreira inteira.

  • Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Olha só que história bacana: o Brooklyn Nets decidiu dar mais uma chance pro Malachi Smith, renovando o contrato de 10 dias do cara. E cara, isso é bem significativo porque agora a situação é do tipo “vai ou racha” — se o Nets quiser manter o garoto depois desses 10 dias, vai ter que assinar ele pelo resto da temporada.

    Smith tem 1,93m e vem jogando de armador/ala-armador. Nas seis partidas que disputou no primeiro contrato de 10 dias, o moleque fez uma média de 6.2 pontos, 2.2 rebotes, 2.7 assistências e 1 roubo de bola em quase 20 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas pelo visto impressionaram o técnico Jordi Fernandez, que elogiou publicamente a atuação do jogador.

    De Gonzaga pro sonho da NBA

    A história do Smith é daquelas que a gente gosta de acompanhar. Saiu de Gonzaga em 2023 sem ser draftado — mais um pra lista dos “rejeitados” que tentam provar seu valor na liga. Sinceramente, eu sempre torço por esses caras que chegam pela porta dos fundos. Tem algo de David contra Golias aí que me emociona.

    E o timing não podia ser melhor pro garoto. O Nets tá numa fase de reconstrução total, experimentando peças, vendo quem encaixa no quebra-cabeças. É exatamente o tipo de ambiente onde um jovem como o Smith pode florescer.

    Agora é tudo ou nada

    A pressão tá aí: esses próximos 10 dias são decisivos. Smith sabe que precisa continuar mostrando serviço se quiser garantir uma vaga no elenco até o final da temporada. E olha, considerando que ele já conquistou a confiança do técnico, as chances parecem boas.

    Vocês acham que ele consegue se firmar de vez no Nets? Eu tô na torcida. Sempre é legal ver esses underdog conseguindo uma oportunidade real na NBA. E quem sabe não vira mais uma daquelas histórias inspiradoras de jogador que ninguém queria e que acabou fazendo carreira?

    Vamos acompanhar esses próximos jogos. Se o Smith mantiver esse nível de jogo e continuar contribuindo do jeito que o Fernandez gosta, pode ser que a gente esteja vendo o nascimento de mais um rotation player sólido na liga.

  • McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    Olha, eu tô começando a ficar animado com essa notícia. Miles McBride, que tá fora desde 27 de janeiro por causa de uma lesão no core (aquela região do abdômen que é fundamental pra estabilidade), parece que finalmente tá próximo de voltar pros Knicks.

    O cara fez cirurgia pra corrigir o problema e a franquia sempre falou que esperava ter ele de volta antes do fim da temporada regular. E pelo visto, não tavam mentindo não.

    Sinais positivos na preparação

    Na terça-feira, antes do jogo contra o New Orleans Pelicans, McBride fez todo o aquecimento normal dele. Isso é um baita sinal, gente. Quando um jogador lesionado volta a fazer a rotina completa de pregame, é porque tá bem próximo mesmo de retornar.

    Claro que ele ainda não foi oficialmente liberado no relatório médico dos Knicks, mas os indícios são todos positivos. E cara, que falta esse garoto tem feito!

    Por que a volta dele é tão importante

    Antes de se machucar, McBride tava vivendo a melhor temporada da carreira dele. Os números não mentem: 12,9 pontos por jogo, 2,6 rebotes e 2,8 assistências em 28 minutos de quadra. Mas o que mais impressiona é o arremesso de três pontos — 42% de aproveitamento em quase 7 tentativas por jogo. Isso é produção de titular disfarçado de sexto homem!

    Sinceramente, acho que os Knicks sentiram demais a ausência dele. O banco ficou bem mais fraco sem essa produção ofensiva constante que o McBride oferece. E com os playoffs chegando, ter esse tipo de jogador disponível pode fazer toda a diferença.

    Vocês acham que ele volta a tempo de pegar ritmo antes dos playoffs? Porque uma coisa é voltar de lesão, outra é voltar já no nível que ele tava antes. Mas pelo menos ter a opção já é um alívio e tanto pra Tom Thibodeau.