Autor: Leandro Amorim

  • Williams volta aos poucos no Thunder – será que aguenta dessa vez?

    Williams volta aos poucos no Thunder – será que aguenta dessa vez?

    Olha, eu fico com o coração na mão sempre que vejo um jogador voltando de lesão na coxa. E com o Jalen Williams do Thunder não é diferente. O cara passou os últimos dois meses no estaleiro por causa de uma lesão no posterior da coxa, e agora tá tentando voltar ao ritmo — mas com todo cuidado do mundo.

    “Qualquer um que já teve lesão na coxa sabe: o problema nunca é durante o jogo, é sempre depois”, disse Williams antes da partida contra o Celtics em Boston. E cara, ele tá certíssimo. Essas lesões são traiçoeiras demais.

    O pesadelo da recaída

    Pior que Williams já tinha voltado antes de forma espetacular no mês passado, mas durou apenas dois jogos até se machucar de novo. Imaginem a frustração do cara! Ficou 10 jogos fora inicialmente, voltou por dois jogos, e teve que ficar mais 16 fora. É de dar desespero.

    “É uma sensação assombrada”, admitiu Williams. “Quando você se machuca, é uma sensação totalmente nova. Os movimentos que você faz quando tá voltando são assustadores. Mas agora tenho confiança, nos treinos não penso mais nisso quando tô jogando.”

    Na derrota por 119-109 para o Celtics (que por sinal pode ser uma prévia das Finals), Williams jogou apenas 24 minutos e fez 7 pontos, 3 rebotes e 3 assistências. Números modestos, mas o importante é que ele saiu andando normalmente. Sinceramente, depois de duas recaídas, isso já é vitória.

    Thunder pisando em ovos

    O técnico Mark Daigneault tá sendo super cauteloso com os minutos do Williams — e tá certo. “Ainda estamos gerenciando os minutos. Não é um limite rígido, mas definitivamente não estamos pensando em noites de 30 minutos ainda”, disse o treinador.

    Faz todo sentido. Com o Thunder brigando pelo primeiro lugar da Conferência Oeste (estão apenas 2 jogos à frente do Spurs com 9 jogos restantes), uma nova lesão do Williams seria devastadora. O cara é peça fundamental do time.

    Interessante ver que Williams e Jayson Tatum se encontraram depois do jogo e conversaram sobre as dificuldades de voltar de lesão. Tatum tá voltando de cirurgia no tendão de Aquiles e entende perfeitamente a situação. “É bom ver alguém desse calibre em quadra”, disse Williams sobre Tatum.

    A corrida contra o tempo

    O que mais me impressiona é a mentalidade do Williams. “Quando você tem a mesma lesão duas vezes, é um obstáculo mental voltar a fazer movimentos tão explosivos quanto você quer”, admitiu ele. E olha, não é desculpa não — é realidade pura.

    Com apenas 9 jogos restantes na temporada regular e os Spurs colados (e com o tiebreak a favor deles), cada jogo é crucial para o Thunder. Williams sabe disso e tá tentando equilibrar a volta à forma com a necessidade de ajudar o time.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível anterior antes dos playoffs? Eu torço muito que sim, porque quando tá 100%, o Williams é um monstro em quadra. Mas lesão na coxa não é brincadeira — já vi muito jogador nunca mais ser o mesmo depois de recaídas.

  • Celtics quebram sequência de 12 vitórias do Thunder em jogaço absurdo

    Celtics quebram sequência de 12 vitórias do Thunder em jogaço absurdo

    Cara, que jogo foi esse ontem no TD Garden! Os Celtics simplesmente pararam a máquina do Oklahoma City Thunder, que tava com 12 vitórias seguidas — DOZE! — e ainda por cima líder da Conferência Oeste. Venceram por 119-109 numa partida que teve tudo: drama, viradas e aquele gostinho de playoffs que a gente adora.

    Olha, quando vi o Thunder voando nas primeiras jogadas com Dort mandando de 3 e o Shai Gilgeous-Alexander fazendo o que quis, pensei: “Ih, vai ser mais uma noite complicada pros meninos de Boston”. O placar tava 31-20 pro Thunder no fim do primeiro quarto, e os Celtics simplesmente não conseguiam acertar NADA.

    A virada começou com Tatum sendo Tatum

    Aí que entra o diferencial do time campeão. Segundo quarto foi completamente diferente — e o Jayson Tatum foi o cara que mudou tudo. Depois de um primeiro período horrível (3/12 em arremessos de 2), o All-Star resolveu tomar conta do jogo.

    Foi impressionante como ele leu a defesa do Thunder. Atacou o Holmgren no um-contra-um, achou o Queta dentro do garrafão, e começou a ditar o ritmo da partida. Sinceramente, foi um dos melhores quartos dele na temporada — ele ou marcava ou dava assistência pra tudo que acontecia de bom.

    O mais louco foi ver como o time todo subiu de produção junto. A defesa apertou (claramente o Mazzulla fez os ajustes certos no intervalo), os caras começaram a forçar turnovers e correr pra transição. E quando o Pritchard mandou aquela bola de 3 que deu a primeira liderança do jogo pros Celtics… cara, o Garden explodiu!

    Thunder não é time pra facilitar

    Mas vocês acham que o OKC ia entregar de bandeja? Claro que não. Time com 12 vitórias seguidas não chega nesse patamar à toa. O Shai voltou e na moral, o cara é um monstro. Voltou a achar seus arremessos, e quando o Cason Wallace mandou de 3, eu já tava preparando o psicológico pra mais uma decepção.

    A parte mais nervosa foi o final. Aqueles jogos que você fica roendo unha, sabe? Cada posse valia ouro, cada arremesso errado doía na alma. Mas os Celtics souberam controlar o jogo nos momentos decisivos — e isso é marca de time grande.

    O que mais me impressionou foi a maturidade. Depois de começar tomando pau, o time não desistiu, fez os ajustes e foi buscar a vitória. Jaylen Brown também apareceu quando precisou, principalmente naquelas jogadas com o Tatum que são pura classe.

    119-109 pro Celtics. Sequência de 12 vitórias do Thunder quebrada. E olha, com todo respeito ao OKC (que é um baita time), mas essa vitória pode ser um divisor de águas na temporada dos Celtics. Jogo desses que mostra que quando o time tá inteiro e focado, pode brigar com qualquer um nessa liga.

    E aí, acham que os Celtics conseguem manter essa pegada até os playoffs? Porque pelo que vi ontem, quando esse time engata, é pancada pra todo lado!

  • Silver promete acabar com tanking: ‘Vamos resolver isso de vez’

    Silver promete acabar com tanking: ‘Vamos resolver isso de vez’

    Cara, o Adam Silver tá puto. E quando digo puto, é PUTO mesmo com essa história de tanking que virou epidemia na NBA.

    Em coletiva ontem depois da reunião com os donos das franquias, o comissário foi direto: “Nós vamos resolver isso… ponto final”. E olha, ele não tava brincando não. Disse que as mudanças vão ser “extremas” e que na próxima temporada os incentivos vão ser completamente diferentes.

    Sinceramente? Era hora. A situação chegou num ponto absurdo este ano, com nove times — NOVE! — mais preocupados em perder do que ganhar só pra pegar picks melhores no draft. É de dar vergonha alheia ver jogadores de alto nível sendo poupados em jogos importantes só porque o time quer tankar.

    O plano ainda é segredo

    Agora, o que exatamente Silver vai fazer? Aí que tá o mistério. Ele não deu detalhes, mas prometeu que vai ter uma reunião especial antes do draft deste ano pra definir as novas regras. Vai ser interessante ver o que sai dessa cabeça dele.

    Na minha visão, qualquer mudança já era pra ter acontecido há anos. Desde que os analytics mostraram que o caminho mais fácil pra montar um time campeão é através de picks altos, virou uma zona. Time bom de propósito jogando mal pra ficar em último? Isso não é basquete, é teatro.

    Regra dos 65 jogos continua firme

    E por falar em polêmica, Silver também falou sobre a regra dos 65 jogos mínimos pra prêmios de fim de temporada. Com o Cade Cunningham provavelmente ficando de fora do All-NBA por causa da lesão no pulmão (coisa séria, mano), todo mundo tá criticando essa regra.

    Mas Silver não tá nem aí. “Sempre soubemos que quando você desenha uma linha, alguém vai ficar do lado errado dela”, falou. E complementou que acha que a regra tá funcionando sim.

    Olha, eu entendo o ponto dele. Jogador tem que jogar pra ganhar prêmio, faz sentido. Mas o caso do Cade é foda — o cara tava voando antes da lesão, transformou Detroit completamente. Às vezes a vida acontece, né? Lesão não é culpa de ninguém.

    Vocês acham que Silver vai conseguir mesmo acabar com o tanking? Porque sinceramente, acho difícil. Enquanto existir draft e picks altos fizerem diferença, sempre vai ter time tentando dar uma de esperto. Mas vamos ver no que dá essa “solução extrema” que ele prometeu.

  • Warriors viram hospital: 7 desfalques contra o Nets!

    Warriors viram hospital: 7 desfalques contra o Nets!

    Meu Deus, o que tá acontecendo com os Warriors? Sério, parece que alguém jogou uma praga nesse time. Hoje eles recebem o Brooklyn Nets no Chase Center com SETE jogadores machucados. Sete! É mais gente no departamento médico do que no banco, pelo amor.

    A situação tá tão feia que dá até dó. O time perdeu 10 dos últimos 13 jogos e toda partida parece que tem mais um cara se machucando. E olha que eles até ganharam o último jogo contra o Dallas (com o Klay Thompson, que saudade do cara em Golden State), mas foi na prorrogação — ou seja, sofreram até contra um time que nem tá brigando por nada especial.

    Curry fora há mais de 20 jogos

    O mais dolorido de tudo? Stephen Curry tá fora há 23 jogos consecutivos com problema no joelho. Cara, 23 JOGOS. Praticamente um terço da temporada sem o cara que é a cara da franquia. Os Warriors estavam esperando ele voltar aos treinos essa semana, mas nem isso rolou.

    E não para por aí. Moses Moody voltou na segunda-feira depois de uma longa ausência, jogou E se machucou de novo no mesmo jogo. Lesão sem contato no joelho que acabou com a temporada dele. Sinceramente, essas lesões sem contato me dão um arrepio — você tá jogando normal e do nada… acabou.

    Hospital geral em Golden State

    Mas espera que tem mais gente machucada: Jimmy Butler (cirurgia no ligamento), Al Horford (problema na panturrilha), os irmãos Post e Leons também estão fora. Até o Seth Curry, irmão do Steph, tá machucado e só jogou quatro vezes na temporada toda.

    Do lado do Brooklyn, a situação também não é das melhores. Michael Porter Jr. tá fora com problema na coxa — e olha que o cara tava tendo uma temporada monstro. Os Nets já foram eliminados dos playoffs mesmo, então é provável que nem force a volta dele.

    Vocês acham que essa quantidade absurda de lesões é só azar ou tem algo de errado com a preparação física da NBA? Porque, cara, não é normal um time perder praticamente o elenco inteiro numa temporada só.

    O jogo de hoje vai ser mais um teste de resistência do que basquete propriamente dito. Warriors jogando em casa, precisando desesperadamente de vitórias, mas com meio time no departamento médico. É de partir o coração de qualquer torcedor, não importa pra que time você torce.

  • Wizards quebram jejum HISTÓRICO de 16 derrotas com show dos rookies

    Wizards quebram jejum HISTÓRICO de 16 derrotas com show dos rookies

    Gente, eu não acreditei quando vi o placar. Os Wizards — sim, aqueles mesmos Wizards que estavam numa sequência TERRÍVEL de 16 derrotas — finalmente venceram. E que vitória! 133 a 110 contra o Jazz, com direito a show dos calouros.

    Juju Reese (irmão da Angel Reese, aquela monstro da WNBA) mandou um double-double absurdo: 26 pontos e 17 rebotes. Will Riley não ficou atrás, com 19 pontos e 10 rebotes. Cara, ver dois rookies fazendo isso juntos é coisa rara — não acontecia desde 2011, quando John Wall e Jordan Crawford fizeram a mesma coisa.

    O fim de um pesadelo

    Desde 20 de fevereiro contra o Indiana que Washington não ganhava nada. Dezesseis jogos! Eu como fã já estava com dó da torcida dos Wizards. Mas ontem foi diferente — eles nunca estiveram perdendo no jogo e chegaram a abrir 37 pontos no terceiro quarto.

    O Jazz até tentou uma reação no último período (fizeram uma sequência de 23-2 e chegaram perto), mas Reese e Sharife Cooper apareceram nos momentos decisivos. É isso que separa os bons jogadores dos medianos — saber a hora de aparecer.

    Tanking disfarçado?

    Olha, não vou ser hipócrita aqui. Todo mundo sabe que tanto Wizards quanto Jazz estão de olho no Draft. Mas mesmo assim, ver os calouros jogando dessa forma é animador. Reese está mostrando que tem futuro na liga, e Riley também não tá brincando.

    Washington dominou completamente o rebote (56-40) e mostrou que quando querem, conseguem jogar basquete de verdade. Do lado do Jazz, Cody Williams marcou 24 pontos e Blake Hinson fez recorde pessoal com 21, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que essa vitória pode dar uma animada no time pra terminar a temporada? Ou foi só um lampejo em meio à reconstrução? Próximo teste é contra os Warriors, sexta-feira — aí vamos ver se a coisa é séria mesmo.

  • Rockets vs Wolves hoje: KD e Sengun contra Gobert em Minneapolis

    Rockets vs Wolves hoje: KD e Sengun contra Gobert em Minneapolis

    Olha só que jogaço vai rolar hoje à noite! Rockets e Timberwolves se enfrentam no Target Center numa partida que pode definir muita coisa no Oeste. E sinceramente? Eu tô muito curioso pra ver como esse time de Houston vai se comportar fora de casa contra uma defesa cascuda como a de Minnesota.

    O que mais me chama atenção nesse jogo é ver Kevin Durant jogando ao lado de Alperen Sengun no garrafão. Cara, essa dupla tem tudo pra funcionar — KD com aquele arremesso impossível de defender e o turco com aqueles passes absurdos que ninguém espera de um pivô. Sem contar que Reed Sheppard tá começando a mostrar por que foi tão cotado no Draft.

    A muralha de Minnesota

    Do outro lado, os Wolves não tão pra brincadeira não. Rudy Gobert continua sendo aquele monstro defensivo que a gente conhece, e Julius Randle chegou pra dar mais físico e pontuação. Jaden McDaniels é daqueles caras que incomoda qualquer atacante — vai ser interessante ver ele marcando o KD.

    E vocês viram como o Donte DiVincenzo tá jogando ultimamente? O cara tá numa fase absurda de arremessos de 3. Se ele estiver quente hoje, pode complicar a vida dos Rockets.

    O que esperar da partida

    Na minha opinião, esse jogo vai ser decidido no garrafão. Sengun precisa usar toda sua habilidade pra tirar Gobert da zona de conforto, enquanto os Rockets precisam acelerar o ritmo pra não deixar Minnesota impor aquela defesa sufocante deles.

    A partida rola às 21h30 (horário de Brasília) e vai passar na ESPN. Eu já separei a pipoca aqui — e vocês, vão assistir? Acham que os Rockets conseguem quebrar essa sequência boa dos Wolves em casa?

  • Embiid voltou destruindo: Sixers massacram Bulls por 157-137

    Embiid voltou destruindo: Sixers massacram Bulls por 157-137

    Cara, que volta foi essa do Embiid! O cara ficou 13 jogos fora, volta e mete 35 pontos como se nada tivesse acontecido. Os Sixers simplesmente obliteraram o Chicago Bulls ontem à noite: 157 a 137. Pra vocês terem noção do absurdo, essa foi a maior pontuação da franquia desde 1986!

    E não foi só o Joel não. Paul George, que estava cumprindo aquela suspensão gigante de 25 jogos, também voltou com tudo: 28 pontos, 6 rebotes, 4 assistências e ainda roubou 4 bolas. O homem estava com saudades da bola laranja.

    A química voltou do nada

    Olha, eu não esperava que eles iam se entrosar tão rápido assim. Embiid acertou 12 de 17 arremessos — o cara é um monstro mesmo. E o PG, depois de começar meio travado, foi soltando o braço durante o jogo até chegar naqueles 28 pontos.

    O VJ Edgecombe também merece destaque. 22 pontos com 7 de 9 nos arremessos. O moleque tá se adaptando bem com os veteranos de volta, e aquela enterrada que ele transformou em bandeja no meio do lance foi de outro mundo.

    Sinceramente, ver esses caras jogando juntos de novo me dá esperança. Os Sixers estão com 40-33 agora e podem empatar na sexta colocação se o Hawks perder. Não é a temporada que a gente sonhou, mas dá pra sonhar com os playoffs ainda.

    Defesa funcionou (pelo menos no começo)

    Uma coisa que me chamou atenção foi a intensidade defensiva que eles começaram o jogo. George já saiu roubando bola, Embiid dominando o garrafão… Infelizmente não conseguiram manter o mesmo pique o jogo todo, mas já é um sinal positivo.

    O Chicago até tentou reagir com Josh Giddey fazendo 23 pontos, mas não teve jeito. Quando você tem Embiid e PG jogando assim, é difícil parar mesmo.

    E aí, vocês acham que essa volta dos dois grandes pode ser o que faltava pros Sixers chegarem forte nos playoffs? Porque se eles mantiverem esse nível, vão dar trabalho pra qualquer um no Leste.

  • Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Lakers arrasam em Indiana e fecham road trip quase perfeita

    Cara, os Lakers simplesmente dominaram os Pacers ontem à noite. 137 a 130 em Indiana, fechando uma road trip de seis jogos com aproveitamento monstro de 5-1. A única escorregada foi contra os Pistons na segunda — mas sinceramente, depois do que vi ontem, aquilo foi só um tropeço mesmo.

    Luka show desde o primeiro quarto

    O Luka Dončić tava absolutamente inspirado, galera. Começou cedo metendo duas bolas de três e quando você viu, já tinha 21 pontos só no primeiro quarto. Vinte e um! E olha que ele ainda tinha o LeBron do lado distribuindo assist que nem confete — cinco assistências só na primeira metade.

    O que mais me impressionou foi a disciplina do time. Os caras não perderam UMA bola até o meio do segundo quarto. Uma. Isso é coisa de time que tá jogando sério, que quer resultado. E quando você vê os números — 56,2% de aproveitamento nos arremessos, 39,1% de três pontos, 29 assistências — você entende por que foi tão dominante assim.

    Bronny James fazendo a festa da torcida

    E vocês viram aquela enterrada do Bronny? O moleque voou na cesta que deixou o pessoal de Indiana de queixo caído. Imaginem a sensação: você tá perdendo feio em casa e ainda tem que aplaudir uma jogada dessas. (Deve ser mais ou menos como a gente se sentia quando o Kobe vinha jogar no Brasil e metia umas dessas, né?)

    O Jake LaRavia também merece destaque — começou o jogo roubando bola pra todo lado e ainda meteu uma enterrada logo de cara. Esses jovens tão com fome, e isso que faz a diferença.

    Austin Reaves tava numa defensiva absurda também. Seis roubos de bola entre ele e o LaRavia. Seis! Esse tipo de pressão defensiva que faz diferença em playoffs.

    Indiana tentou, mas era tarde demais

    Olha, tem que dar crédito aos Pacers também. Eles tentaram uma reação no final que quase funcionou — chegaram a diminuir pra sete pontos de diferença nos minutos finais. Pascal Siakam tava jogando bem até ser expulso faltando cinco minutos (e aí complicou tudo pra eles).

    Mas a real é que o jogo nunca esteve ameaçado. Os Lakers abriram 29 pontos de vantagem no terceiro quarto e aí é difícil, né? Por mais que o Indiana tenha corrido atrás, sempre dava a impressão de que LA tinha controle total da situação.

    E aí, galera — vocês acham que esse Lakers tem cara de time que vai longe nos playoffs? Porque depois de uma road trip dessas, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar bastante por aí. LeBron ainda jogando em alto nível, Luka dominando quando precisa, e esses jovens dando energia… pode dar zebra, hein?

  • Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Cara, não é todo ano que a gente vê isso — provavelmente nem a cada cinco anos. Alguns dos caras cotados pra serem picks bem altos no Draft de junho ainda estão jogando no Sweet 16 do March Madness. E que sorte a nossa!

    Isso tá criando uns confrontos absurdos e várias oportunidades pra gente acompanhar os futuros craques da NBA ainda na faculdade. Vou destacar aqui alguns matchups que vão ser imperdíveis.

    Darius Acuff Jr. vs Brayden Burries: choque de estilos

    O Darius Acuff Jr. (Arkansas) tá simplesmente voando nesse torneio. Desde o torneio da SEC até agora, o moleque tá com médias de 30.2 pontos e 7.2 assistências em cinco jogos. Trinta pontos de média, gente! O Allen Iverson até postou no Instagram que o Acuff é o “próximo ele”. Tem gente comparando com Damian Lillard e Stephon Marbury também.

    Mas aqui vem o problema — e eu vou ser sincero com vocês. Todos esses caras que citei têm uma coisa em comum: são armadores baixinhos que não defendem muito bem. O Acuff tem 1,90m oficialmente, mas todo mundo espera que ele meça uns centímetros a menos no Combine. E olha, tá cada vez mais difícil prosperar na NBA sendo um armador pequeno que não defende.

    Por isso que a maioria dos times não tem o Acuff nos primeiros cinco nomes do Draft, segundo o que anda rolando por aí. Ele vai ter uma chance de ouro de mostrar serviço contra o Arizona (cabeça de chave 1) e o armador Brayden Burries.

    O Burries é completamente diferente do Acuff — não é chamativo, é mais old school, mas faz tudo bem feito. É daqueles caras que você vê entrando numa rotação da NBA rapidinho: joga com e sem bola, acerta arremessos de catch-and-shoot, tem jogo de meio de quadra. Vai ser um contrastão de estilos.

    Keaton Wagler vs Kingston Flemings: duelo de candidatos à loteria

    Tem um grupo de armadores que vai pro top 10 do Draft: Acuff, Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown Jr. (que se machucou e ficou de fora do torneio). Nesse jogo, Illinois x Houston, a gente vai ver dois deles cara a cara.

    O Wagler foi uma das grandes histórias da temporada do basquete universitário. Um cara de 1,98m que ninguém conhecia e que levou Illinois ao melhor ataque do país. Médias de 17.7 pontos, 4.3 assistências e 41% nas bolas de três. Monstro.

    Mas tem uma pegadinha: ele às vezes se complica contra defesas de muita pressão. E agora vai enfrentar justamente o Houston do Kelvin Sampson, que faz a melhor defesa de pressão do país. É exatamente isso que os scouts querem ver — como os caras reagem sob pressão máxima.

    Do outro lado, o Kingston Flemings tem muito fã nos front offices da NBA. Armador de 1,93m com uma primeira passada explosiva e capacidade de chegar na cesta. Com um arremesso consistente, tá com médias de 16.5 pontos e 5.4 assistências, acertando 37.6% das bolas de três.

    E aí, pessoal — acham que esses moleques vão conseguir manter o nível quando a pressão apertar de verdade? Porque March Madness é isso: uma hora você é herói, na próxima tá indo pra casa. É por isso que eu amo esse torneio.

    Vai ser interessante ver como esses futuros astros da NBA se saem quando realmente importa. Afinal, é assim que a gente descobre quem tem o mental forte pra aguentar o peso da liga mais competitiva do mundo.

  • Doc Rivers insiste: Giannis não tá sendo poupado pelo Bucks

    Doc Rivers insiste: Giannis não tá sendo poupado pelo Bucks

    Olha só que situação complicada pros Bucks. O Giannis Antetokounmpo tá fora há cinco jogos por conta de uma lesão no joelho esquerdo, e agora a galera tá questionando se o Milwaukee não tá fazendo corpo mole pra melhorar no Draft.

    Doc Rivers foi bem direto na quarta-feira: “Ele tá evoluindo, mas ainda não tá saudável”. Simples assim. O técnico deixou claro que não tem essa de segurar o Greek Freak — o cara machucou mesmo.

    Sindicato dos jogadores pistola

    A bronca ficou séria quando o sindicato dos jogadores (NBPA) soltou uma nota que, vamos ser sinceros, foi uma cutucada direta nos Bucks. Eles basicamente disseram que as políticas anti-tanking só funcionam se forem fiscalizadas de verdade.

    E não é pra menos, né? O Milwaukee perdeu 11 dos últimos 14 jogos. Onze! Com chances mínimas de playoffs, qualquer um desconfiaria. Ainda mais com os rumores de que o próprio Giannis quer voltar a jogar.

    “A Política de Participação foi criada pra garantir que quando um All-Star como Giannis Antetokounmpo tá saudável e pronto pra jogar, ele entre em quadra”, disse o sindicato. Ou seja: cadê ele então?

    Doc Rivers mantém a versão

    Antes do jogo contra Portland, Rivers foi categórico: o bicampeão MVP não tá sendo segurado. A lesão aconteceu no terceiro quarto contra o Indiana Pacers, no dia 15 de março — hiperextensão do joelho esquerdo com contusão óssea.

    “A gente só tá tentando deixar o Giannis limpo e saudável. Esse é nosso único foco. Todo o resto, a gente fica por cima”, disse o técnico.

    Sinceramente, eu acredito no Doc. O cara tem experiência suficiente pra não queimar a própria imagem numa situação dessas. Mas também entendo a desconfiança — time afundando, temporada praticamente perdida, e o melhor jogador sumido justamente agora?

    E aí, pessoal, vocês acham que é lesão real ou estratégia mesmo? Com três derrotas nos últimos quatro jogos sem o Giannis, fica difícil saber se é azar ou planejamento. Uma coisa é certa: sem prazo definido pra volta, essa polêmica vai longe.