Autor: Leandro Amorim

  • Por que a disputa do Rookie do Ano já tem dono definido

    Por que a disputa do Rookie do Ano já tem dono definido

    Olha, vou ser sincero: a essa altura do campeonato, quem ainda acha que a corrida do Rookie do Ano tá em aberto tá vivendo numa realidade alternativa. O primeiro quarteto do Draft 2025 simplesmente dominou a temporada, e não tem nem comparação com o resto da galera.

    Eu acompanho NBA há anos, e raramente vi uma classe de rookies onde os quatro primeiros picks fossem TÃO superiores ao resto. É quase injusto, cara.

    Os veteranos do banco também merecem destaque

    Egor Demin do Brooklyn tava fazendo um trampo interessante antes de se machucar em fevereiro — lesão chata essa fascite plantar. O cara converteu 38.5% das bolas de três numa média de 6.2 tentativas por jogo. Monstro! Só oito rookies na história da liga conseguiram isso. Na minha visão, se ele não tivesse se contundido, estaria brigando por posições mais altas.

    Agora, o Ryan Kalkbrenner do Charlotte começou voando — chegou a cravar 2.6 tocos por jogo nos primeiros encontros. Mas aí a realidade bateu, né? Caiu pra 1.3 bloqueios e perdeu espaço pro Moussa Diabate no quinteto titular. Mesmo assim, o garoto tem 75% de true shooting. Setenta e cinco por cento! Se ele tivesse minutos suficientes, lideraria a liga nesse quesito.

    A surpresa silenciosa de Boston

    Hugo Gonzalez é aquele tipo de jogador que não aparece nas manchetes, mas faz a diferença onde importa. Os números individuais são modestos — 4 pontos e 3.5 rebotes por jogo — mas quando ele entra em quadra, o Celtics tem +12.6 de net rating. Isso é absurdo para um rookie!

    Tô falando sério: ele tá entre os quatro melhores da liga nesse quesito, junto com Wemby, SGA e Chet Holmgren. Claro que jogar no Celtics ajuda, mas 1009 minutos é amostra suficiente pra mostrar que o moleque sabe jogar basquete de verdade.

    E aí, vocês concordam que a briga pelo ROY já era? Ou acham que ainda pode ter surpresa nos playoffs?

    Uma coisa é certa: essa classe de 2025 vai marcar época. Os times que tão fazendo tanking pra pegar alguém no Draft 2026 tão olhando esses caras e babando. Porque se tem algo que essa temporada provou é que um rookie de qualidade pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

  • Brown humilha MVP e mostra quem manda: ‘Foi um trocinho de vingança’

    Brown humilha MVP e mostra quem manda: ‘Foi um trocinho de vingança’

    Cara, que jogo absurdo ontem no TD Garden! O Jaylen Brown simplesmente resolveu mostrar pro Shai Gilgeous-Alexander — atual MVP da temporada regular e das finais — quem que manda nessa porra. 31 pontos, 8 rebotes, 8 assistências numa vitória de 119-109 sobre o atual campeão Thunder. E olha, nem foi só os números não.

    O mais louco? Os gritos de “MVP! MVP!” eram pro Brown, não pro SGA. Imagina a humilhação do cara que acabou de ganhar tudo ter que ouvir isso na casa do rival.

    O mestre da falta aprendeu com o pupilo

    A cena mais épica da noite foi no quarto período. O Brown — que geralmente é vítima dessas faltas maretas — conseguiu fazer exatamente o que o SGA sempre faz: forçou a falta E ainda converteu a cesta. O brasileiro ficou rindo que nem maluco enquanto o MVP só balançava a cabeça, tipo “porra, me pegaram no meu próprio jogo”.

    “Acho que foi um trocinho de vingança”, disse o Brown depois, com aquele sorrisinho maroto. Mano, eu amo quando os caras falam essas coisas. É isso aí, bota moral mesmo!

    Tatum voltando, mas agora é outro papo

    Aqui que a coisa fica interessante. O Jayson Tatum voltou da lesão no tendão de Aquiles (que merda de lesão, hein?) e tá jogando bem — 19 pontos, 12 rebotes, 7 assistências. Mas não é mais o mesmo Tatum dominador de antes. E sabe de uma coisa? Talvez seja melhor assim.

    Porque agora os Celtics descobriram que o Brown pode ser O cara mesmo. Não mais o segundo violino, não mais o coadjuvante. O monstro pode carregar esse time nas costas pra mais um título.

    Na minha visão, isso é o melhor que podia acontecer pros Celtics. Imagina ter dois caras que podem ser a primeira opção dependendo da noite? O Tatum ainda tá enferrujado, admite que tá “encontrando o ritmo”, mas quando ele voltar 100%… porra, vai ser sacanagem.

    Os campeões atuais tomaram um banho

    O Thunder veio pra Boston achando que ia passear. Erro crasso. Os caras são os atuais campeões, têm o melhor jogador da liga agora, mas tomaram uma surra tática e emocional.

    E vocês acham que isso é coincidência? Claro que não. Os Celtics tão mandando um recado: “Pode ter ganhado tudo ano passado, mas aqui em casa a parada é diferente”.

    Sinceramente, se esses dois times se encontrarem nas Finais de novo (e é bem provável), vai ser uma guerra. Mas depois de ontem, eu tô começando a acreditar que os Celtics podem surpreender todo mundo. O Brown tá jogando num nível absurdo, o Tatum voltando aos poucos, e o time todo comprando a briga.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que o Brown consegue manter esse nível até as finais? Ou vocês ainda apostam no Thunder pra repetir o título?

  • Gui Santos explode e Warriors quebram jejum dos Nets em jogaço

    Gui Santos explode e Warriors quebram jejum dos Nets em jogaço

    Mano, que noite foi essa do Gui Santos! O brasileiro simplesmente resolveu fazer o jogo da vida dele — 31 pontos, recorde pessoal — e levou os Warriors pra vitória por 109-106 sobre o Brooklyn Nets. E olha que não foi fácil não, o jogo foi decidido nos detalhes.

    Com 6,9 segundos no relógio, Draymond Green foi pra linha dos lances livres com sangue frio total. Converteu os dois e garantiu a vitória que colocou Golden State matematicamente no play-in. Cara, eu até arrepiei aqui assistindo. O veterano sabe como é que faz nos momentos decisivos.

    Gui Santos no modo destruição

    Sinceramente, eu não esperava que o Gui fosse explodir desse jeito. 31 pontos! O menino tava pegando fogo, atacando o garrafão, acertando de fora — um verdadeiro show. E não foi só ele não: Brandin Podziemski mandou 22 pontos com 6 rebotes e 5 assistências, jogando pra cacete.

    O mais louco é que os Warriors tavam sem o Curry ainda, mas encontraram um jeito de vencer. Porzingis ajudou com 17 pontos e De’Anthony Melton fechou a conta com 14, incluindo dois lances livres importantes no final. Time lutador esse, viu.

    Nets no buraco — nove derrotas seguidas

    Do outro lado, cara… os Nets tão vivendo um pesadelo. Nove derrotas consecutivas! Ziaire Williams até tentou carregar o time com 19 pontos, Jalen Wilson saindo do banco fez 15, mas não rolou.

    O mais frustrante pros caras do Brooklyn é que eles dominaram boa parte do jogo, chegaram no intervalo ganhando por 58-50. Mas aí no último quarto… puft. Simplesmente murcharam. Erraram tudo que é tipo de arremesso — 8 de 20 nos minutos finais, sendo só 2 de 9 do perímetro. Dá pra ganhar jogo assim não, né?

    E vocês acham que os Nets conseguem quebrar esse jejum logo? Porque olha, tá difícil… O próximo é contra os Lakers em Los Angeles na sexta. Vai ser tenso.

    Uma curiosidade massa: esse foi o 600º jogo consecutivo com casa lotada pros Warriors no Chase Center. É a sexta maior sequência da história da NBA! A torcida de Golden State não brinca em serviço mesmo. E deu sorte porque presenciaram o Gui Santos fazendo história.

  • Warriors fazem 32 pontos no último período e viram contra o Nets

    Warriors fazem 32 pontos no último período e viram contra o Nets

    Olha, eu não esperava isso não. O Golden State Warriors estava numa situação complicada — sem o Curry machucado, vindo de uma road trip sofrida — mas conseguiu virar um jogo que parecia perdido contra o Brooklyn Nets. 109-106 no final, com direito a drama até os últimos segundos.

    O grande nome da noite foi o brasileiro Gui Santos, que simplesmente explodiu em quadra. Career-high de 31 pontos! Cara, que performance absurda. Ver um brasileiro brilhando assim na NBA me deixa orgulhoso demais. O moleque mostrou que não está na liga por acaso.

    A virada começou no quarto período

    O Nets controlou a maior parte do jogo — chegou a abrir 8 pontos no intervalo. Mas aí veio aquele último período que todo mundo que acompanha NBA conhece: time experiente apertando o parafuso na hora que mais importa.

    Os Warriors fizeram 32 pontos no último quarto. Trinta e dois! Enquanto isso, Brooklyn despencou e acertou apenas 8 de 20 arremessos nos 12 minutos finais. Você sente que a experiência pesou ali, né?

    Draymond Green, veterano como sempre, cravou duas cestas livres fundamentais faltando 6.9 segundos. Brandin Podziemski ajudou com 22 pontos, e até De’Anthony Melton contribuiu com 14.

    Nets segue em queda livre

    Sinceramente, dói ver o Brooklyn nessa situação. Nove derrotas consecutivas — isso não é brincadeira não. Ziaire Williams até tentou com 19 pontos, Jalen Wilson saindo do banco com 15, mas não deu.

    O problema é que quando você está numa sequência negativa dessas, tudo vai contra. Liderando a maior parte do jogo e não conseguir fechar? Isso mexe com a cabeça dos caras.

    E olha só que curioso: essa foi a primeira vitória dos Warriors em casa desde dezembro de 2023 contra o Nets. Às vezes os números da NBA são bizarros assim mesmo.

    Vocês acham que o Golden State consegue fazer barulho nos play-ins sem o Curry? Com performances como essa do Gui Santos, eu tô começando a acreditar que podem surpreender. E o Nets… bem, é torcer para que consigam quebrar essa sequência logo, porque nove seguidas é de doer no coração de qualquer torcedor.

  • Chris Mack é o novo técnico de South Florida – boa contratação?

    Chris Mack é o novo técnico de South Florida – boa contratação?

    Olha, South Florida acabou de fazer uma contratação que pode ser bem interessante. Chris Mack foi anunciado como novo técnico do programa masculino de basquete da universidade, e sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente.

    O cara vem de duas temporadas muito sólidas no College of Charleston, onde fez 45 vitórias em 65 jogos. Isso é quase 70% de aproveitamento — nada mal, né?

    O histórico impressiona

    Mas vamos ao que realmente importa: o currículo do Mack é pesado. Entre 2009 e 2018, ele comandou Xavier e levou o time pro Sweet 16 quatro vezes. Quatro! E ainda conseguiu chegar no Elite Eight uma vez. Para quem acompanha March Madness, sabe que isso não é brincadeira.

    Depois disso, teve uma passagem por Louisville (2018-2022) que foi… digamos, conturbada. Mas mesmo assim conseguiu levar o time pro torneio da NCAA em 2019.

    South Florida apostando alto

    A contratação vem depois que Bryan Hodgson deixou o programa para ir pro Providence. E pelo que o próprio Mack falou, ele tá empolgado: “Estou verdadeiramente animado pela oportunidade de liderar um programa de basquete de South Florida que está numa trajetória excepcional”.

    Trajetória excepcional? Bom, vamos ver se ele consegue transformar essa empolgação em resultados na quadra. South Florida não é exatamente um programa tradicional do basquete universitário, mas com o histórico do Mack, quem sabe não conseguem dar aquele salto de qualidade?

    Vocês acham que ele vai conseguir repetir o sucesso que teve em Xavier? Ou será que South Florida vai ser mais um desafio difícil de superar? O March Madness de 2025 pode ter algumas surpresas interessantes…

  • Murray explode com 53 pontos e Jokic quase faz 20-20-20 absurdo

    Murray explode com 53 pontos e Jokic quase faz 20-20-20 absurdo

    Gente, que noite foi essa em Denver! O Jamal Murray simplesmente resolveu virar o Michael Jordan e cravou 53 pontos contra o Dallas. Cinquenta e três! E o mais louco? O Jokic quase fez um 20-20-20 — terminou com 23 pontos, 21 rebotes e 19 assistências. Cara, imagina se ele tivesse conseguido mais uma assistência…

    Os Nuggets venceram por 142 a 135 numa partida que foi pura adrenalina. Murray estava simplesmente imparável, acertando 9 de 14 tentativas de três pontos. O cara tava jogando NBA 2K na vida real, sinceramente.

    Jokic fez história no meio da surra

    No meio dessa explosão do Murray, o Jokic ainda conseguiu alcançar as 6.000 assistências na carreira. O marco veio justamente numa bandeja que ele deu para o Murray no segundo quarto — que timing perfeito, né?

    O sérvio entrou na partida com 5.992 assistências e chegou lá com classe. E olha, quase fez um triple-double histórico. 20-20-20 seria algo que a gente veria uma vez na vida. Faltou só uma assistência, mano!

    Dallas quase conseguiu a virada impossível

    O mais impressionante é que Dallas não desistiu. Os caras cortaram uma vantagem de 11 pontos para apenas 1 no último quarto (127-126). Brandon Williams teve duas chances na linha de lance livre para empatar, mas perdeu as duas. Aí acabou a festa dos Mavs.

    Jokic respondeu na lata: acertou um floater e ainda deu assistência para o Peyton Watson cravar uma de três. Murray fechou a conta com mais uma de três e um step-back de 19 pés que foi pura arte. 138 a 128 e tchau, Dallas.

    O rookie Cooper Flagg fez 26 pontos pelos Mavs e o Naji Marshall contribuiu com 22, mas não teve jeito. Dallas tá numa sequência terrível — cinco derrotas seguidas e perdeu 24 das últimas 28 partidas desde o final de janeiro. Tá complicado lá no Texas.

    Com essa vitória, Denver chegou aos 46-28 e tá empatado com Minnesota na quarta colocação do Oeste. A diferença é que os Nuggets levam vantagem no confronto direto. E aí, vocês acham que esse time tem cara de playoffs mesmo? Porque com Murray e Jokic jogando assim, qualquer um pode temer…

  • T-Wolves fazem história com virada absurda na prorrogação

    T-Wolves fazem história com virada absurda na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu em Minneapolis na madrugada de quinta-feira. Os Timberwolves simplesmente fizeram o IMPOSSÍVEL contra o Houston Rockets — viraram um jogo estando 13 pontos atrás na prorrogação. Treze pontos. Na prorrogação. Com meio time machucado.

    Vocês conseguem imaginar? Primeira vez na história da NBA desde que começaram a registrar essas estatísticas detalhadas (1996-97) que um time vira uma desvantagem desse tamanho no tempo extra. Monstro demais.

    A virada que ninguém acreditava

    Houston começou a prorrogação destruindo tudo — 6 posses, 6 cestas. De repente estava 108-95 com 3 minutos no relógio. Eu tava vendo e já pensando “acabou, foi uma boa temporada pros Wolves”. Aí do nada Minnesota acorda e resolve fazer historia.

    Seis posses seguidas, seis cestas. Julius Randle fechou a conta com um jumper fadeway que vai entrar pra história. O cara simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo. “A gente foi feito pra esses momentos”, disse depois. E olha, depois de uma virada dessas, quem vai discordar?

    Meio time no departamento médico

    O mais absurdo é que Minnesota tava completamente desfalcado. Anthony Edwards, o cara que mais pontua no time, nem jogou. Jaden McDaniels se machucou no quarto período (mesmo assim fez 25 pontos). Rudy Gobert levou a sexta falta no fim do tempo regulamentar. E pra completar o caos, Naz Reid foi expulso logo no começo da prorrogação pelo Scott Foster — aquele árbitro que todo mundo ama odiar.

    Reid discutiu uma decisão do replay e pronto, tchau e benção. O cara que foi Sexto Homem do Ano teve que assistir a virada histórica do banco. Que azar, né?

    Implicações gigantes

    Essa vitória é muito mais que só um show de superação. Os Wolves continuam em quinto no Oeste (45-28) e mantiveram viva a chance de passar o próprio Houston na classificação. Se tivessem perdido, os Rockets teriam assumido a posição e ainda por cima ganhado o confronto direto da temporada.

    Sinceramente, eu não sei como Houston vai se recuperar psicologicamente dessa. Estar com 13 pontos de vantagem na prorrogação e perder deve ser uma das sensações mais frustrantes do basquete. E olha que eles precisavam dessa vitória — março tá sendo complicado pro time texano (5-6 no mês).

    Que jogaço, pessoal. Essas são as noites que fazem a gente lembrar por que a NBA é o melhor espetáculo do mundo.

  • Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Knicks embalados, mas agora vem o teste de verdade

    Olha, eu preciso ser sincero com vocês: essa sequência de sete vitórias seguidas dos Knicks tá bonita no papel, mas… será que é tão impressionante assim?

    Os caras de Nova York estão embalados mesmo, não dá pra negar. Sete jogos seguidos ganhando antes de encarar uma sequência pesada na estrada. Mas aqui que a coisa fica interessante — todos esses sete triunfos vieram contra times com campanha negativa. Todos mesmo!

    Vitórias “fáceis” demais?

    Seis dessas vitórias foram contra times com pelo menos 23 derrotas a mais que vitórias. A única exceção? Os Warriors, mas sem Curry e sem Draymond Green. Ou seja, praticamente um time reserva.

    O Josh Hart falou uma coisa que faz sentido depois da vitória sobre os Pelicans na terça: “Times bons ganham os jogos que devem ganhar”. Verdade. Mas agora vem a parte complicada da temporada.

    E vocês sabem como é — na NBA qualquer um pode te pegar desprevenido numa noite qualquer. Mas fazer isso contra times fracos é uma coisa, fazer contra os monstros da liga é outra completamente diferente.

    Calendário de fogo pela frente

    Quinta-feira já começa o teste de verdade contra os Hornets, que tão voando baixo — 22 vitórias em 28 jogos recentes. Isso é coisa de time que quer brigar sério pelos playoffs.

    Depois vem o Thunder, atual campeão da NBA, e ainda por cima com o Jalen Williams de volta. Lembram quando os Knicks perderam apertado pra Oklahoma City no início do mês? Pois é, agora vai ser com time completo.

    Na sequência tem os Rockets (que ninguém quer enfrentar agora) e só então um respiro contra os Grizzlies, que tão fazendo uma temporada pra esquecer.

    Sinceramente? Esse vai ser o momento da verdade. Os Knicks tão brigando pela segunda colocação no Leste com os Celtics — diferença mínima na classificação. Uma sequência boa aqui pode garantir vantagem de mando na primeira rodada dos playoffs.

    Hart admitiu que tá de olho na tabela: “Talvez um pouquinho. Ainda é meio cedo, tem vários times próximos. Daqui a quatro ou cinco jogos eu vou olhar melhor”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter o ritmo contra adversários de verdade? Porque uma coisa é certa: playoff é outro campeonato, e chegar embalado faz toda a diferença.

  • Spurs atropelam Grizzlies por 25 pontos com Wemby voando alto

    Spurs atropelam Grizzlies por 25 pontos com Wemby voando alto

    Cara, quando o San Antonio resolve jogar sério, é isso aí. Os Spurs simplesmente destruíram o Memphis na noite de ontem, 123 a 98, numa exibição que foi mais show de enterradas do que jogo de basquete.

    Victor Wembanyama foi o cara mais uma vez — 19 pontos, 15 rebotes, 7 tocos, 3 assistências e 3 roubadas de bola. Sinceramente, se ele tivesse jogado o quarto período, a gente poderia ter visto um triple-double ou até mesmo um daqueles 5×5 históricos. O moleque é um monstro mesmo.

    Primeiro tempo: aula de basquete

    O primeiro quarto foi uma clinica. Os Spurs acertaram 10 de 13 arremessos, incluindo 8 cestas seguidas e uma sequência de 17 a 0 que deixou Memphis no chão. Foi enterrada e arremesso de 3 o tempo todo contra um time que tava claramente desfalcado — o melhor jogador disponível dos Grizzlies era o rookie Cedric Coward. E o Taj Gibson! Vocês sabiam que esse cara ainda tava jogando?

    38 a 19 no final do primeiro quarto. Tava feio pro Memphis.

    Aí no segundo quarto os Spurs meio que relaxaram (coisa que não pode, né pessoal?) e fizeram apenas 19 pontos. Mas a defesa segurou a bronca, principalmente o Wemby mandando tudo de volta com aqueles toquinhos dele.

    Terceiro período: festival de enterradas

    Depois do intervalo, os caras voltaram com tudo. 41 a 20 no terceiro quarto, com direito a uma bomba do Wemby no final do período pra selar o caixão. 98 a 64 e jogo praticamente decidido.

    Mas o que mais me impressionou foram as enterradas. Cara, eu contei dunks do Wemby, Stephon Castle, Julian Champagnie, Devin Vassell, Keldon Johnson e Carter Bryant. Nunca vi tantos jogadores diferentes voando assim numa partida só. Foi um verdadeiro festival aéreo no AT&T Center.

    Memphis sempre incomodou, mas não dessa vez

    Olha, quem acompanha a NBA há um tempo sabe que o Memphis sempre foi pedra no sapato do San Antonio. Desde a era do Marc Gasol e Zach Randolph até o Ja Morant e Jaren Jackson Jr., eles sempre deram trabalho pros Spurs.

    Mas ontem foi diferente. Com tantos desfalques (Fox e Kornet ficaram fora por conta de lesões), o time do Memphis tava claramente sem munição. GG Jackson até tentou com seus 20 pontos e 7 rebotes, mas não teve jeito.

    E aí, o que vocês acham? Os Spurs tão mesmo prontos pra fazer barulho nos playoffs ou ainda precisam provar mais coisa contra times completos? Porque essa facilidade contra equipes desfalcadas é boa, mas o negócio muda quando chega abril…

    Uma coisa é certa: com o Wemby jogando assim e o time movimentando bem a bola, San Antonio pode dar muito trabalho pra qualquer um na pós-temporada.

  • Henderson explode com 30 e os Blazers massacram Milwaukee sem Giannis

    Henderson explode com 30 e os Blazers massacram Milwaukee sem Giannis

    Meu amigo, o que foi que eu vi ontem à noite? Scoot Henderson simplesmente resolveu jogar basquete de verdade e meteu 30 pontos na cara dos Bucks. Resultado? Portland 130 x 99 Milwaukee. Um massacre total.

    Olha, eu já vinha acompanhando a evolução do Henderson essa temporada, mas ontem ele mostrou que tá pronto pra ser protagonista. 30 pontos com autoridade, enterradas que fizeram a torcida de Portland delirar. O garoto de 21 anos tá crescendo na hora certa — justo quando os Blazers já garantiram vaga no play-in.

    Time funcionando sem depender de estrelas

    E não foi só o Henderson não. Jerami Grant e Deni Avdija contribuíram com 18 pontos cada um, enquanto Donovan Clingan fez um double-double absurdo: 14 pontos e 15 rebotes. Sete jogadores dos Blazers terminaram com dois dígitos. Isso é basquete coletivo, pessoal.

    Na minha visão, esse é o tipo de jogo que mostra a evolução desse time de Portland. Não tem um mega-astro, mas quando a química funciona, eles conseguem dar surra até em quem tem Giannis no elenco (quando ele tá jogando, né).

    Milwaukee afundando sem o Greek Freak

    Falando em Giannis… cara, que situação complicada a dos Bucks. O grego tá fora desde o dia 15 de março com lesão no joelho esquerdo, e o time simplesmente desmoronou. Perderam 12 dos últimos 15 jogos. DOZE!

    Ryan Rollins até tentou segurar a barra com 36 pontos (recorde pessoal dele), mas não dá pra competir contra um Portland inspirado quando você não tem seu melhor jogador. Doc Rivers até falou antes do jogo que o Giannis não tá sendo preservado de propósito, que é lesão mesmo, mas sinceramente? O timing é meio suspeito, não acham?

    Portland dominou do primeiro ao último minuto. Chegaram a abrir 27 pontos no primeiro tempo e foram pro intervalo ganhando de 22. No terceiro quarto, a vantagem chegou aos 33 pontos e o técnico Tiago Splitter (nosso brasileiro!) já pôde poupar os titulares no último período.

    Os números falam por si: Blazers ganharam no rebote (54-34), tiveram 11 tocos e simplesmente não deram chance pros Bucks reagirem. Foi daqueles jogos que você sabe o resultado no primeiro quarto.

    E aí, vocês acham que Milwaukee ainda consegue se recuperar a tempo dos playoffs sem o Giannis? Porque do jeito que as coisas estão indo, eles podem nem chegar no play-in…