Autor: Leandro Amorim

  • Donovan tá de saco cheio dos Bulls? Carolina do Norte pode tentar

    Donovan tá de saco cheio dos Bulls? Carolina do Norte pode tentar

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: Billy Donovan tá numa sinuca de bico danada em Chicago. O cara já completou seis temporadas comandando os Bulls e o que tem pra mostrar? UMA vitória nos playoffs. Uma só, gente.

    Os números não mentem — 29-43 na atual temporada, mais uma campanha medíocre que deve terminar em 11º ou 12º no Leste. É aquela situação clássica de ficar no limbo da NBA: nem tão ruim pra pegar pick alto, nem bom o suficiente pra brigar por algo relevante.

    “Pivotando” ou desistindo?

    Aí que vem o drama. Donovan deu umas declarações essa semana que me deixaram pensativo. O cara foi bem direto: falou que precisa sentar com a diretoria pra definir os próximos passos. E quando um técnico fala isso publicamente… bom, vocês sabem como é.

    “Competitivamente, egoisticamente, eu quero que a gente esteja numa situação onde estamos jogando nos playoffs de verdade”, disse ele. Traduzindo: tô cansado dessa mediocridade toda.

    E tem mais: quando perguntaram sobre a vaga que abriu na Carolina do Norte (onde ele poderia voltar ao basquete universitário), Donovan não negou o interesse. Disse apenas que o “foco principal” dele tá em Chicago. Opa, essa resposta aí não convenceu ninguém, né não?

    O histórico que assombra

    Aqui que a coisa fica interessante. Lembram do Oklahoma City Thunder? Donovan saiu de lá em 2020 justamente porque, segundo o GM Sam Presti, não conseguiram dar pra ele “clareza sobre a direção futura da equipe”. Na época, todo mundo interpretou que ele não queria passar por uma reconstrução.

    Agora tá na mesma situação em Chicago — só que pior, porque pelo menos o Thunder tinha potencial. Os Bulls? Cara, depois de trocar o Zach LaVine, é recomeçar do zero mesmo.

    Donovan até tentou explicar que a situação do Thunder era “totalmente diferente”, mas convenhamos: ficar anos rebuilding não é fácil pra nenhum técnico que já provou que sabe ganhar.

    E agora, vai ou fica?

    Na minha visão, Donovan tá no direito dele de questionar se vale a pena. O cara ganhou dois títulos nacionais na Florida (2006 e 2007), tem currículo pra trabalhar onde quiser. Por que ficar numa situação que só gera frustração?

    Por outro lado, sair agora seria meio admitir a derrota, né? Depois de seis anos, deixar o projeto pela metade não pega bem.

    O que vocês acham? Donovan deveria ter paciência com mais alguns anos de reconstrução ou é hora de procurar novos ares? Sinceramente, se eu fosse ele, estaria pelo menos ouvindo outras propostas. Às vezes é melhor recomeçar do que insistir numa situação que não vai dar certo.

    Uma coisa é certa: essa offseason vai ser decisiva. Ou os Bulls convencem o técnico de que têm um plano sólido, ou Chicago vai estar procurando um novo comandante em breve.

  • Pistons lideram o Leste e recebem os Pelicans hoje — que loucura é essa?

    Pistons lideram o Leste e recebem os Pelicans hoje — que loucura é essa?

    Gente, vocês estão vendo o que está rolando em Detroit? Os Pistons — sim, AQUELES Pistons — estão com 52-20 na temporada e liderando a Conferência Leste. Eu ainda tô processando isso, sinceramente.

    Hoje à noite eles recebem os Pelicans (25-48) na Little Caesars Arena, às 21h (horário de Brasília), e cara… que contraste absurdo entre essas duas equipes. De um lado você tem Detroit voando alto mesmo sem o Cade Cunningham (que tá fora com um pulmão colapsado — parada séria), e do outro os Pelicans tentando pelo menos incomodar.

    O fenômeno Detroit e a filosofia “próximo da fila”

    O que mais me impressiona nos Pistons é como eles abraçaram essa mentalidade de “next man up” — ou como a gente fala aqui, o próximo da fila entra e resolve. Com Cunningham fora, quem assumiu? Daniss Jenkins, um moleque que tá fazendo quase 20 pontos nos últimos quatro jogos como titular.

    E o Jalen Duren? Monstro. O cara tá fazendo 18.1 pontos e 11.8 rebotes por jogo, praticamente garantindo o double-double toda noite. É impressionante como esse time conseguiu se reinventar — eles estão no top 5 em rating defensivo E pontuação do banco. Quem diria, né?

    Zion contra a muralha de Detroit

    Do lado dos Pelicans, a esperança tem nome: Zion Williamson. O cara continua um monstro no garrafão (22.4 pontos com 58.2% de aproveitamento), mas sinceramente? Vai ser difícil contra essa defesa dos Pistons.

    O duelo individual da noite vai ser Duren contra Zion no paint. Dois caras físicos, dois estilos diferentes. Zion com aquela força bruta que a gente conhece, Duren com a versatilidade e o timing defensivo. Vai ser um jogaço de se ver.

    Os Pelicans ainda têm o Dejounte Murray e talvez o Trey Murphy III (que tá questionável) pra tentar explorar o cansaço de Detroit — que vem de back-to-back e ainda por cima perdeu na prorrogação ontem.

    A real sobre esse jogo

    Olha, Detroit é favorito por 4.5 pontos, e eu entendo o porquê. Mesmo cansados, eles têm um banco muito mais profundo que New Orleans. O total de pontos tá em 226.5 — ou seja, esperam um jogaço ofensivo.

    Na minha opinião? Detroit vai sentir o cansaço no primeiro tempo, mas a disciplina defensiva e a profundidade do elenco vão fazer a diferença nos momentos finais. Os Pelicans vão incomodar, especialmente se conseguirem levar Zion pro garrafão, mas acho que não vai ser suficiente.

    E vocês, acham que os Pelicans conseguem fazer a zebra em Detroit? Ou será que os Pistons mantêm esse ritmo absurdo de 52 vitórias?

  • Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Gente, que loucura é essa? Will Wade voltou pra LSU depois de apenas uma temporada na NC State, e olha… essa história tem mais drama que novela das nove.

    O cara simplesmente anunciou ontem no X (antigo Twitter) que tava voltando pra casa — no mesmo dia em que a LSU demitiu o técnico atual, Matt McMahon. E quando eu falo que essa mudança custou caro, eu tô falando MUITO caro mesmo.

    A conta que não fecha

    Preparem-se pra esses números absurdos: a LSU vai ter que pagar mais de 8 milhões de dólares pro McMahon pelo contrato que sobrou. E ainda por cima, vai desembolsar outros 5 milhões pra tirar o Wade da NC State antes do prazo. Só nesses dois movimentos já são 13 milhões jogados no lixo.

    Mas a coisa fica ainda mais insana quando você vê o quadro geral. A universidade deve 54 milhões pro Brian Kelly (técnico de futebol americano que foi demitido), pagou 3 milhões pra contratar o Lane Kiffin, e ainda vai gastar mais de 40 milhões com o elenco do Kiffin. Somando tudo, são mais de 60 milhões em “dinheiro morto” nos últimos quatro meses.

    Sinceramente? Nunca vi uma administração esportiva queimar dinheiro dessa forma.

    A política por trás da jogada

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio conspiratória. Toda essa movimentação tem dedo do governador Jeff Landry, que é chegado do Wade. O cara basicamente orquestrou uma limpa geral na administração da LSU pra abrir caminho pro retorno do técnico.

    Primeiro, demitiu o diretor atlético Scott Woodward (que se recusava a recontratar o Wade). Depois trouxe o presidente Wade Rousse, que já tinha trabalhado com Wade antes. E pra fechar com chave de ouro, contratou Heath Schroyer como diretor atlético — outro cara próximo do Wade.

    Foi uma operação cirúrgica pra trazer o cara de volta. Política e esporte sempre deram uma mistura interessante, né?

    Vale a pena apostar no Wade?

    Olha, não dá pra negar que o cara sabe treinar. Na primeira passagem pela LSU (2018-2022), fez um trabalho monstro: 105 vitórias, 51 derrotas, três participações no March Madness e o primeiro título da temporada regular da SEC em uma década, em 2019.

    O problema é que ele saiu de lá com uma baita sujeira. Foi pego numa escuta telefônica falando sobre uma “oferta pesada” pra um calouro — resultado: cinco violações sérias da NCAA, suspensão de 10 jogos e uma marca na ficha que vai carregar pra sempre.

    Depois disso, foi pra McNeese e se redimiu um pouco, ganhando 58 jogos em duas temporadas. Na NC State foi só uma temporada, mas terminou perdendo no First Four do March Madness pro Texas.

    E aí, vocês acham que ele consegue repetir o sucesso da primeira passagem? Ou a LSU tá jogando dinheiro fora numa aposta arriscada demais? Pra mim, é 50/50 — o cara tem talento, mas essa história toda deixa um gosto amargo na boca.

  • Magic favorito contra Kings devastado por lesões – Vai dar zebra?

    Magic favorito contra Kings devastado por lesões – Vai dar zebra?

    Olha, eu sei que o Magic tá numa situação complicada com seis derrotas seguidas, mas sinceramente? Enfrentar o Sacramento na situação atual deveria ser o remédio perfeito para Orlando sair dessa crise. O Kings tá literalmente desmontado — sem Domantas Sabonis, sem Zach LaVine, praticamente sem time titular inteiro.

    Mas aí que tá o perigo, né? Porque quando você acha que vai ser moleza, o basquete te dá uma rasteira.

    Paolo Banchero precisa carregar o piano mais uma vez

    O garoto tá numa fase monstruosa — 36 pontos, depois 39 pontos nas últimas duas. Paolo tá fazendo de tudo para levar esse Magic nas costas, e com Franz Wagner machucado (tornozelo), sobra ainda mais responsabilidade pra ele. É impressionante como um cara de 21 anos consegue ter essa maturidade toda na pressão.

    Do lado do Magic, Desmond Bane tá ajudando com mais de 20 pontos por jogo, e o rookie Tristan da Silva tá ganhando minutagem importante. Mas vamos ser honestos: se você tem que depender de um novato para resolver seus problemas no playoff push, alguma coisa não tá certa.

    Sacramento jogando com a casa dos outros

    Agora, o Kings tá numa situação que até dói de ver. DeMar DeRozan fazendo o que pode aos 34 anos, e o destaque mesmo tem sido um rookie francês chamado Maxime Raynaud — quem diabos conhecia esse cara três meses atrás? O menino tá metendo quase 19 pontos por jogo em março. Absurdo.

    É engraçado como o basquete funciona: Sacramento com esse elenco de emergência conseguiu ir 5-5 nos últimos 10 jogos. Não é espetacular, mas também não é vergonhoso considerando que metade do time tá no departamento médico.

    E aqui vai minha teoria: times desesperados por vitória (Magic) às vezes jogam mais tenso que times sem pressão nenhuma (Kings). Vocês já viram isso acontecer?

    A pressão tá toda em Orlando

    Magic é favorito por 15.5 pontos. Quinze pontos e meio! Isso é muita coisa, mesmo considerando as circunstâncias. Eu entendo que Sacramento tá desfalcado, mas Orlando tá vindo de seis derrotas seguidas — não é exatamente um time confiável no momento.

    Na minha opinião, Paolo e Desmond Bane têm talento suficiente para resolver essa, mas vai ser mais apertado do que as odds sugerem. O Kings pode não ter estrelas, mas tem veteranos que sabem jogar basquete — DeRozan não esquece como meter uma bandeja ou um jumper na hora H.

    Previsão? Magic ganha, mas não cobrem o spread. Algo como 118-108 para Orlando. E vocês, acham que o Magic consegue parar a sangria ou o Kings faz a zebra em Orlando?

  • O ranking dos armadores da NBA que tá dividindo opiniões

    O ranking dos armadores da NBA que tá dividindo opiniões

    Olha, eu sempre achei que armador era a posição mais importante do basquete. Mas será que ainda é assim na NBA de 2025? Acabei de ler um ranking que me deixou pensando sobre isso a noite toda.

    O pessoal do Dunc’d On soltou o ranking dos point guards pra próxima temporada e, cara… tá bem diferente do que a gente via uns anos atrás. Shai Gilgeous-Alexander continua reinando absoluto no topo — e sinceramente, depois das últimas temporadas dele no Thunder, quem vai discutir? O maluco é um monstro completo.

    A revolução silenciosa está rolando

    Mas aqui que fica interessante. Os caras falam de uma mudança que eu venho percebendo há um tempo: os times estão cada vez mais dependendo de jogadores maiores pra criar as jogadas. Faz sentido quando você pensa no LeBron armando pro Lakers, ou no Jokic distribuindo assistências como se fosse Magic Johnson reencarnado.

    E onde ficam os armadores tradicionais nessa história? Aí que tá o drama. Nomes pesados como Stephen Curry, Jalen Brunson, Tyrese Haliburton — todos enfrentando mais incerteza do que no ano passado. Imagina o Curry, que revolucionou o jogo com os arremessos de três, agora tendo que provar relevância aos 36 anos?

    Trae Young, Ja Morant, Damian Lillard… todos no mesmo barco. Jogadores que há poucos anos eram considerados intocáveis, agora precisam se reinventar ou ver outros ocuparem seus lugares.

    A nova geração não perdoa

    Porque a verdade é que tem sangue novo chegando forte. Tyrese Maxey tá subindo no ranking com toda razão — o cara simplesmente explodiu no 76ers e mostrou que pode ser o armador titular de um time grande. E Dylan Harper? Rapaz, esse menino ainda nem foi draftado e já tá sendo cotado pra subir rapidamente.

    Na minha opinião, essa mudança reflete algo maior que tá acontecendo na liga. O basquete tá cada vez mais positionless, como dizem por aí. Não importa se você tem 1,80m ou 2,10m — se consegue criar jogadas e acertar arremessos, você pode ser o “armador” do time.

    Vocês acham que essa tendência vai continuar? Ou ainda tem espaço pro armador tradicional, baixinho e rápido, que a gente cresceu assistindo? Porque olhando pra esse ranking, parece que o futuro pertence aos caras grandes que sabem jogar de tudo um pouco.

    O que mais me impressiona é ver como nomes que pareciam consolidados agora precisam provar valor novamente. Fred VanVleet, por exemplo — campeão da NBA, jogador fundamental no título do Raptors, e agora com interrogação sobre o futuro.

    Uma coisa é certa: vai ser uma temporada interessante pra acompanhar quem consegue se adaptar e quem vai ficar pra trás nessa evolução do jogo.

  • Bulls cortam Ivey e Smith da temporada – Tank mode ativado?

    Bulls cortam Ivey e Smith da temporada – Tank mode ativado?

    Os Bulls acabaram de anunciar que cortaram Jaden Ivey e Jalen Smith do resto da temporada. E olha, não vou mentir — isso tem cara de tank declarado.

    O Ivey, que chegou dos Pistons no trade deadline (numa troca que eu ainda acho estranha), tava lidando com dores no joelho esquerdo. Lembrando que o cara já tinha fraturado a fíbula direita no começo de 2025. Monstro azar, né?

    Números que prometiam

    Em apenas quatro jogos pelos Bulls, o garoto mostrou que tem talento: 11.5 pontos, 4.8 rebotes e 4.0 assistências por jogo. Não são números absurdos, mas dava pra ver que tinha química se desenvolvendo. Agora vai ficar como restricted free agent na offseason — e sinceramente, acho que Chicago vai fazer questão de renovar com ele.

    Já o Jalen Smith teve uma recaída na panturrilha direita no jogo de quarta. Cara jogou 52 partidas na temporada com médias sólidas: 10.4 pontos e 6.8 rebotes. Nada espetacular, mas consistente — exatamente o que você espera de um sexto homem.

    Tank mode ou precaução real?

    Vocês acham que é lesão mesmo ou os Bulls tão só protegendo os caras pra garantir uma pick melhor no draft? Porque convenhamos, essa temporada de Chicago já era mesmo.

    O timing é suspeito. Final de temporada, time fora dos playoffs, dois jogadores que poderiam ajudar no futuro… Faz sentido preservar pra não ter lesões mais sérias. Mas também faz sentido querer perder uns jogos a mais pra melhorar a posição no draft.

    De qualquer forma, é mais uma temporada perdida em Chicago. Os torcedores dos Bulls merecem coisa melhor que isso.

  • Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Bronny prova que merece NBA e LeBron fica emocionado: ‘Ele pertence aqui’

    Cara, que noite foi essa do Bronny James! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço contra os Pacers e deixou todo mundo — incluindo o pai — de boca aberta. Na vitória dos Lakers por 137-130, ele entrou junto com o LeBron no final do terceiro quarto e mostrou por que merece estar na liga.

    A imagem dos dois parados na mesa do anotador, braços cruzados, esperando pra entrar juntos… meu, isso é cinema puro. E o LeBron não conseguiu segurar a emoção depois do jogo.

    “Ele pertence aqui”, diz o pai orgulhoso

    “Especialmente conhecendo o caminho, a estrada. Então, estou orgulhoso dele. Super orgulhoso. E ele pertence. Ele pertence aqui”, disparou LeBron pros jornalistas. Olha, eu que acompanho essa história desde o começo fiquei até arrepiado lendo isso.

    Mas o Bronny? Totalmente na dele. Aos 20 anos, já tá com o pé no chão sobre toda essa situação. “Já estou por perto dele e do basquete ao mesmo tempo há um tempo, então não é tão especial assim”, disse. “As primeiras vezes foram, claro, mas agora é meu segundo ano. Estou apenas tentando me provar.”

    Essa maturidade do garoto me impressiona. 16 meses jogando com o pai e ainda assim focado em construir a própria identidade.

    JJ Redick apostou alto e deu certo

    O técnico JJ Redick não tava brincando quando deu minutagem pra ele. Com o Marcus Smart machucado no tornozelo e o elenco desfalcado, ele precisava de energia defensiva e atletismo — e o Bronny entregou tudo isso e mais um pouco.

    “Senti que era um jogo que realmente precisávamos dele. Seu atletismo, sua defesa. Vimos isso no ano passado, e estamos vendo novamente este ano, apenas seu crescimento como jogador”, explicou Redick.

    E que crescimento! O menino fez uma defesa sólida no primeiro tempo, meteu uma enterrada de uma mão só pela linha de fundo (que foi absurda, por sinal) e ainda acertou um arremesso de média distância no finalzinho do quarto período que ajudou a selar a vitória.

    A volta por cima depois do susto

    Vocês lembram do susto que a gente levou em julho de 2023? Bronny teve uma parada cardíaca durante um treino na USC. Foi tenso demais. Mas depois da cirurgia pra corrigir um defeito congênito no coração, ele voltou mais forte.

    Na G League, tá fazendo média de 15.3 pontos com aproveitamentos de 54.6% nos arremessos de quadra, 42.1% nas bolas de três e 90.9% nos lances livres. Nada mal depois de um começo meio devagar, né?

    LeBron disse que recentemente notou um olhar familiar voltando pros olhos do filho. “Fisicamente, mentalmente, espiritualmente, emocionalmente, ele voltou”, disse o King. “Minutos reais e significativos. Eu não poderia sonhar com algo melhor que isso.”

    Sinceramente? Depois de tudo que esse garoto passou, ver ele brilhando na NBA ao lado do pai é de arrepiar. E aí, vocês acham que o Bronny vai conseguir uma vaga fixa no time principal dos Lakers essa temporada?

  • Bulls perdem Ivey e Smith pro resto da temporada

    Bulls perdem Ivey e Smith pro resto da temporada

    E lá se vai mais uma temporada dos Bulls pro espaço. Jaden Ivey e Jalen Smith acabaram de ser cortados do resto da campanha por lesão, e sinceramente? Não sei se isso muda muita coisa pra esse time que já tá patinando há um bom tempo.

    O Ivey tava fora desde 11 de fevereiro com o joelho esquerdo dolorido. Cara chegou de Detroit no começo de fevereiro numa troca de três times — você lembra dessa? — mas só conseguiu jogar quatro partidas pelos Bulls. Média de 8.5 pontos na temporada, nada que vá fazer falta gigantesca.

    Smith machuca panturrilha na derrota

    Já o Jalen Smith aggravou a panturrilha direita na derrota de quarta-feira contra o Philadelphia. E olha que ele tava tendo uma temporada decente: 10.2 pontos e 6.7 rebotes de média na segunda temporada dele em Chicago.

    Mas vamos falar sério aqui — os Bulls estão em 12º no Leste com 29-43. Monstro de campanha, né não? (ironia mode on). Esses caras já tinham dado tchau pros playoffs há um tempo.

    Mais um fim de temporada pra esquecer

    Na minha visão, essas lesões são mais um sintoma do que um problema em si. O time não tá funcionando há anos, cara. Desde que o Jimmy Butler saiu, os Bulls viraram essa bagunça que a gente vê hoje.

    Vocês acham que faz diferença ter esses dois jogadores ou não? Porque sinceramente, do jeito que as coisas estão, acho que o foco já deveria estar na próxima temporada mesmo.

    Sexta-feira eles ainda enfrentam o Oklahoma City — que por sinal tá voando na temporada. Vai ser mais uma oportunidade pra ver os meninos mais novos ganharem minutagem. Pelo menos isso.

  • Draymond detona mídia por ignorar defesa de Wembanyama

    Draymond detona mídia por ignorar defesa de Wembanyama

    Cara, o Draymond Green mandou umas verdades que precisavam ser ditas. E olha que ele falou sobre o Wembanyama de um jeito que só quem realmente entende de basquete consegue fazer.

    Depois da vitória dos Warriors sobre o Nets por 109-106 na quarta-feira, o Dray soltou o verbo sobre a campanha do Wemby pro MVP. E mano, ele foi cirúrgico: disse que “odiou” e “amou” a declaração do francês.

    A bronca foi na mídia, não no Wemby

    O Green deixou claro que curtiu demais o Wembanyama ter peito pra se promover publicamente. O problema, na visão dele, foi o que a reação geral revelou sobre como o pessoal consome e cobre o basquete.

    “O Wemby falou que ‘Defesa é 50% do jogo’, e foi tipo… ninguém sabia disso?”, disparou o veterano dos Warriors. “Ninguém percebeu que 50% do jogo que a gente joga é naquele lado da quadra?”

    E sinceramente? O Draymond tem razão. Wembanyama apresentou argumentos sólidos pro MVP depois da vitória sobre o Heat: o San Antonio tá 4-1 contra o Thunder do Shai Gilgeous-Alexander (favorito ao prêmio), seu impacto ofensivo vai muito além dos pontos, e — óbvio — ele é de longe o cara mais dominante defensivamente na liga.

    “Foi um tapa na cara do basquete”

    O que mais irritou o Green foi todo mundo de repente descobrir que defesa importa. “Todo mundo fala que ele tem um ponto válido. Oi? Sério mesmo?”, ironizou. “Eu odiei que ele teve que falar isso pra ser reconhecido. De repente você liga a TV e todo mundo: ‘Hmm, talvez o Wemby seja o MVP’”.

    Na minha opinião, o Draymond tocou no ponto que mais me incomoda na cobertura da NBA hoje. O cara esmagou qualquer comparação: “Todo mundo quer crucificar o Luka Doncic quando ele não defende no padrão. Mas temos esse cara defendendo times inteiros e ninguém levou isso em conta até ele falar que defesa é 50% do jogo.”

    E olha, quem conhece o Draymond sabe que ele manja de se autopromover — ano passado mesmo ele se meteu na conversa do Defensor do Ano depois de uma coletiva bombástica (e terminou em terceiro na votação).

    “Com esses prêmios, se você não falar, o pessoal não consegue enxergar”, explicou Green. “No basquete, não vamos fingir que todo mundo consegue simplesmente abrir os olhos e entender o que tá rolando.”

    Wemby precisa jogar mais sete partidas

    O francês jogou 57 partidas na temporada regular (mais a final da NBA Cup), então precisa aparecer em sete dos últimos dez jogos dos Spurs pra se qualificar pros prêmios individuais.

    Assumindo que vai conseguir, Wembanyama é praticamente unanimidade pro Defensor do Ano, mas ainda é considerado zebra na disputa do MVP contra o Shai.

    Vocês acham que o argumento do Wemby pode mesmo mudar alguma coisa na votação? Porque pra mim, o que ele falou é básico — mas infelizmente necessário.

    “Eu tiro o chapéu pro Wemby por ter coragem de sentar naquela plataforma e falar: ‘É por isso’”, concluiu o Draymond. “Não fugir da pergunta. Não assumir que vão descobrir sozinhos. Não, eles não vão. Fico feliz que ele seja esperto o suficiente pra saber que eles não vão descobrir. Se você não ajudar eles a enxergar, porra, eles não conseguem ver.”

  • Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que eu vi ontem à noite. Os Minnesota Timberwolves acabaram de protagonizar a maior virada da história da NBA em prorrogação — e olha que fizeram isso sem cinco dos seus sete principais jogadores!

    13 pontos de desvantagem na prorrogação. Treze! E os caras viraram com uma sequência de 15 a 0 para bater o Houston Rockets por 110 a 108. Desde que a liga começou a registrar essas estatísticas detalhadas em 1997-98, NUNCA ninguém tinha conseguido uma virada dessas proporções no tempo extra.

    O caos que virou épico

    A situação estava apocalíptica mesmo. Anthony Edwards fora pelo quinto jogo seguido (problema no joelho), Jaden McDaniels saiu mancando no final do quarto período depois de fazer 25 pontos e marcar o Kevin Durant, Rudy Gobert foi expulso por faltas, e pra completar o caos, Naz Reid levou expulsão na prorrogação por reclamar com o árbitro Scott Foster.

    Sinceramente? Eu teria saído do ginásio também, igual muitos torcedores fizeram. Alperen Sengun enterrou uma que deixou Houston na frente por 108-95, completando uma sequência absurda de 26 a 2. Parecia acabado.

    Mas aí que os Wolves mostraram por que são candidatos sérios ao título. Julius Randle — que fez 24 pontos TODOS no segundo tempo — assumiu o protagonismo junto com Kyle Anderson pra marcar o KD.

    A virada que ninguém esperava

    Mike Conley abriu a reação com uma bomba de três. Anderson fez aquela jogada genial: pegou o rebote ofensivo do Randle, sofreu falta do Sengun e converteu o and-one. Os Wolves forçaram uma violação de oito segundos (coisa linda de se ver), DiVincenzo cortou pro garrafão, e de repente o jogo tinha virado.

    O momento decisivo? DiVincenzo empata com mais uma de três, Sengun erra, e Randle — que tava simplesmente impossível — acerta um pull-up com 8.8 segundos restantes pra dar a vitória.

    “A gente tem competidores de verdade aqui, caras que querem o desafio”, disse Randle depois. E olha, ele não tava mentindo não.

    Por que isso importa tanto

    Com essa vitória, Minnesota (45-28) se manteve meio jogo atrás do Denver na quarta colocação do Oeste. Mais importante ainda: empataram a série da temporada em 1-1 com Houston e abriram 1.5 jogo de vantagem sobre os Rockets na tabela.

    E vocês acham que foi sorte? Os caras tentaram 63 arremessos na área e só ganharam 10 lances livres! Mesmo assim acharam um jeito de ganhar. Isso que eu chamo de personalidade.

    Rudy Gobert resumiu bem: “Eu tô muito orgulhoso que a gente não desistiu. A gente quer ganhar um título, então sabemos que vai ter adversidade”.

    Olha, se os Wolves conseguem fazer isso sem o Edwards e mais quatro titulares, imaginem quando estiverem 100%. Esse time tem algo especial, e jogos como esse provam que eles não vão facilitar pra ninguém nos playoffs.