Autor: Leandro Amorim

  • Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Mano, que surra foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram fazer chuva de bola ontem à noite e meteram 146 pontos nos coitados do Grizzlies. E o mais absurdo: OITO jogadores diferentes fizeram double-digit de pontos. Oito! Quando foi a última vez que você viu isso?

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker com 26 pontos, mas sinceramente, essa foi uma vitória coletiva mesmo. Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga contribuíram com 16 cada, CJ McCollum adicionou 15, e a festa continuou com Dyson Daniels (12), Corey Kispert, Zaccharie Risacher e Jock Landale com 11 cada. Cara, quando oito caras fazem double-digit, você sabe que o negócio tá funcionando perfeitamente.

    Chuva de três pontos em Atlanta

    Os números são de dar inveja: 53% nos arremessos de quadra (49 de 92) e 46% nas bolas de três (25 de 54). Vinte e cinco bolas de três convertidas! Os Hawks estavam jogando NBA 2K na vida real.

    E olha só que diferença: enquanto Atlanta metia quase metade dos arremessos do perímetro, Memphis acertou apenas 33% das tentativas de três pontos. Quando a diferença é tão gritante assim, não tem jeito — vira atropelo mesmo.

    Grizzlies vivendo um pesadelo

    Do outro lado, os Grizzlies estão passando por um momento terrível. Esta foi a 11ª derrota em 12 jogos — imagina a moral do elenco. A única vitória nesse período foi contra o Denver Nuggets, no dia 18 de março.

    GG Jackson até tentou com 26 pontos, Tyler Burton adicionou 20, mas não tinha o que fazer contra essa máquina ofensiva dos Hawks. E pra piorar, Memphis tá literalmente desmontado: Ja Morant, Brandon Clarke, Zach Edey, Santi Aldama, KCP e Scotty Pippen Jr. todos fora por lesão. É muita baixa importante.

    Com essa vitória — a 11ª consecutiva em casa —, os Hawks chegaram aos 40-32 na temporada e seguem firmes na briga por uma vaga nos playoffs. Estão na sexta colocação do Leste, meio jogo atrás do Toronto.

    Vocês acham que esse time dos Hawks tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com esse ataque funcionando assim, qualquer um pode sofrer numa série de sete jogos.

  • Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Stephen Curry fora das quadras por quase dois meses é de partir o coração. E agora, com os Warriors brigando desesperadamente por uma vaga no play-in, Steve Kerr finalmente abriu o jogo sobre o retorno do Chefe.

    A situação é a seguinte: Curry está parado desde 30 de janeiro por causa de uma síndrome patelar-femoral e contusão óssea no joelho direito. Cara, dois meses longe das quadras pros padrões do Curry é uma eternidade.

    Warriors em queda livre sem o Chefe

    Os números não mentem – e doem de ver. Com Curry em quadra, Golden State estava com 23 vitórias e 17 derrotas. Sem ele? 10-22. Isso mesmo, dez e vinte e duas. Uma sequência de 1-8 que deixou qualquer torcedor dos Dubs com depressão.

    “Não estamos correndo atrás de uma vaga no play-in. Nós estamos no play-in não importa o que façamos”, disse Kerr antes do jogo contra Dallas na segunda. E sinceramente, essa frase resume bem o desespero da situação.

    Na minha visão, é impressionante como um jogador pode fazer tanta diferença assim. Estamos falando de Stephen Curry aos 38 anos ainda liderando o time em pontuação com 27.2 por partida. Monstro.

    O dilema do retorno

    Kerr foi bem claro: se o Curry estiver saudável, ele joga. “Se há algum risco de dano a longo prazo no joelho, ele não joga”, completou o técnico. Cara, que posição difícil, né?

    O que mais me chama atenção é que os Warriors estão na 10ª posição da Conferência Oeste. Se terminarem aí, vão ter que vencer DOIS jogos fora de casa só pra chegar nos playoffs. Com Curry machucado e o time em crise… complicado demais.

    O treino que estava marcado foi adiado pela equipe médica, e agora é aguardar. “É tudo parte da reabilitação e dos diferentes testes que ele faz”, explicou Kerr, tentando não criar expectativas.

    E aí, vocês acham que o Curry consegue voltar a tempo de salvar a temporada dos Warriors? Porque pela situação atual, sem ele é praticamente impossível sonhar com playoffs. Uma lenda de 38 anos ainda carregando um time nas costas – isso é NBA raiz!

  • Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cara, que história bonita essa do Cincinnati. O programa acabou de anunciar Jerrod Calhoun como novo técnico — e olha só que loucura: o cara é ex-aluno da própria universidade. Volta pra casa depois de 22 anos, agora como comandante do time que ele torcia quando era estudante.

    Calhoun estava fazendo um trabalho monstro no Utah State. Nos últimos dois anos, o time dele foi 55-15 e se classificou pro March Madness nas duas temporadas. Nada mal, né? A última participação acabou no domingo passado, com derrota pro Arizona por 78-66 na segunda rodada. Mesmo assim, temporada de 29-7 e títulos da temporada regular e do torneio da Mountain West.

    A trajetória até chegar aqui

    O que mais me impressiona na história do Calhoun é a paciência. O cara se formou em Cincinnati em 2004, foi assistente estudantil do Bob Huggins por um ano. Depois seguiu Huggins pra West Virginia, onde ficou como assistente de 2007 a 2012. Aí foi construindo nome devagar: técnico principal do Fairmont State (Divisão II) de 2012 a 2017, onde fez 124-38 e chegou na final nacional em 2017. Detalhe curioso: um dos assistentes dele por três anos foi Joe Mazzulla — sim, o atual técnico do Boston Celtics.

    No Youngstown State, de 2017 a 2024, teve campanha de 118-106. Números modestos, mas sempre evoluindo. Até que chegou a chance no Utah State e mostrou que estava pronto pro próximo nível.

    O desafio que espera em Cincinnati

    Agora a bronca: Cincinnati não vai pro March Madness há SETE anos. Sete! É a maior seca do programa em mais de três décadas. Pra quem já teve dois títulos nacionais e foi potência nos anos 90 e 2000 com Huggins, isso dói.

    Wes Miller foi demitido no início do mês depois de cinco temporadas com 100-74. Desde que entraram na Big 12 em 2024-25, os Bearcats têm 37-31 no geral e apenas 16-22 na conferência. Ou seja, Calhoun herda um programa histórico, mas que precisa de uma reconstrução séria.

    Vocês acham que a conexão emocional com a universidade vai ajudar o Calhoun a reconectar os fãs com o programa? Sinceramente, eu acho que sim. Às vezes é isso que um programa precisa — alguém que entende o DNA do lugar e tem aquela fome de provar que pode fazer a diferença exatamente onde tudo começou pra ele.

  • Pistons derrubam sequência épica dos Lakers com defesa absurda no Luka

    Pistons derrubam sequência épica dos Lakers com defesa absurda no Luka

    Cara, eu tava aqui pensando que os Lakers iam emplacar a décima vitória seguida. Nove jogos, mano! Mas aí vem o Detroit Pistons e quebra a festa na raça, vencendo por 113 a 110 em um jogaço que decidiu nos últimos segundos.

    E olha que final dramático: Lakers perdendo por 3 pontos, 9 segundos no relógio, bola na linha dos 3. Era a chance perfeita pro LeBron armar uma jogada e manter a sequência viva. Só que o Pistons deflectiu o passe dele e a bola sobrou pro Luka Dončić lá no meio da quadra.

    Jalen Duren virou monstro na defesa

    Aqui que a coisa ficou interessante. O Luka pegou a bola quase no logo e teve que criar algo do nada. Do outro lado? Jalen Duren grudado nele igual chiclete. O garoto de 2,06m não deu nem meio metro de espaço.

    O Dončić tentou se livrar da marcação, mas o Duren tava inspirado. No final, sobrou um arremesso forçado, daqueles que você torce pra entrar mas já sabe que não vai rolar. E não rolou mesmo — a bola nem chegou perto da cesta.

    Sinceramente, foi uma defesa de manual do Duren. O cara neutralizou completamente um dos melhores finalistas de jogo da liga atual. Aquele tipo de jogada que define partidas grandes.

    Sequência histórica chega ao fim

    Nove vitórias seguidas não é brincadeira na NBA de hoje. Os Lakers tavam voando, parecendo aqueles times históricos de Kobe e Shaq. Mas o basquete é isso aí — uma hora a conta chega.

    O que me chamou atenção foi como o Pistons segurou a pressão. Time jovem, jogando contra LeBron e Luka na reta final, e não tremeu. Essa vitória pode ser um divisor de águas na temporada deles.

    E vocês, acham que os Lakers vão conseguir emplacar outra sequência assim? Ou esse tropeço pode abalar o time na reta final da temporada regular? Porque uma coisa é certa: quando chegarem os playoffs, esse tipo de defesa que o Duren fez vai fazer toda a diferença.

  • Thunder arrasa Sixers e chega a 12 vitórias seguidas – absurdo!

    Thunder arrasa Sixers e chega a 12 vitórias seguidas – absurdo!

    Mano, tem como parar esse Thunder? A resposta é não. Doze vitórias consecutivas. DOZE. O time de Oklahoma City simplesmente atropelou o Philadelphia 76ers por 123 a 103 na noite de segunda-feira, e olha que os Sixers estavam mais desfalcados que time de várzea no fim do ano.

    Shai Gilgeous-Alexander marcou 22 pontos com a tranquilidade de sempre, enquanto Jalen Williams voltou de lesão com tudo e cravou 18. Mas a história mais bonita da noite foi do Jared McCain – 13 pontos no primeiro jogo dele contra o ex-time. Imagina a emoção do cara jogando na Philadelphia depois de ser trocado mês passado?

    Sixers sem meio mundo, Thunder sem dó

    VJ Edgecombe fez o que pôde pelos Sixers com 35 pontos, mas cara… jogar sem Tyrese Maxey, Joel Embiid E Paul George? É pedir pra apanhar. Embiid tá parado desde 26 de fevereiro com lesão no oblíquo – o cara tá virando lenda urbana no basquete, só que ao contrário.

    E Paul George? Suspenso por 25 jogos por violação da política antidrogas da liga. Vinte e cinco jogos! Na minha opinião, isso explica muito sobre a temporada bizarra dos Sixers.

    Thunder voando alto rumo ao título

    Com 57 vitórias e apenas 15 derrotas, Oklahoma City tem o melhor record da NBA. São os atuais campeões e tão mostrando que não foi sorte – é time mesmo. McCain abriu o jogo com duas bombas de três no primeiro quarto, Thunder abriu 35-25 e nunca mais olhou pra trás.

    O intervalo chegou com 65-43 no placar. Vinte e dois pontos de diferença no primeiro tempo? Game over. Jaylin Williams saiu do banco com 18 pontos, Chet Holmgren contribuiu com 17. Esse banco do Thunder é coisa de monstro.

    Vocês acham que alguém consegue parar essa máquina? Porque pelo jeito que eles tão jogando, o bicampeonato tá mais perto do que longe. Próximo desafio é quarta-feira contra o Boston Celtics – aí sim vai ser teste de verdade.

  • Wemby demolindo: 26 pontos e 15 rebotes na maior goleada do ano

    Wemby demolindo: 26 pontos e 15 rebotes na maior goleada do ano

    Cara, o Victor Wembanyama simplesmente não para. Ontem à noite, o francês de 2,24m meteu 26 pontos, 15 rebotes e ainda bloqueou 5 arremessos na vitória dos Spurs por 136 a 111 sobre o Miami Heat. E olha só que absurdo: foi a sexta vitória consecutiva de San Antonio!

    Os Spurs viraram máquina de vencer

    Sinceramente, eu não esperava que os Spurs chegassem nesse nível tão rápido. Desde o começo de fevereiro, eles têm um aproveitamento monstro de 22-2 — o melhor da liga nesse período. Ontem eles abriram até 30 pontos de vantagem sobre o Heat, a maior diferença que qualquer visitante conseguiu em Miami nesta temporada.

    E não foi só o Wemby não. Keldon Johnson e Dylan Harper saíram do banco fervendo, cada um com 21 pontos. Stephon Castle também ajudou com 19. Esse elenco tá encaixado demais.

    Heat patinando na briga pelos playoffs

    Do outro lado, a situação do Heat tá complicada. Quinta derrota seguida e eles continuam empacados nessa briga louca da Conferência Leste pelos playoffs. Miami (38-34) tá na 9ª posição, mas olha que aperto: Philadelphia tem uma vitória a mais, Orlando tá meio jogo na frente, e Charlotte chegou a só meio jogo atrás.

    Norman Powell foi o cestinha do Heat com 21 pontos saindo do banco, mas não adiantou muita coisa. Bam Adebayo e Tyler Herro fizeram 18 cada, mas quando você toma 76 pontos só no primeiro tempo… aí complica.

    O mais impressionante é que Wembanyama já conseguiu pelo menos 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos em quatro jogos nesta temporada. O resto da liga inteira? Só uma vez — Zach Edey em novembro. É monstro demais esse garoto.

    Os Spurs (54-18) continuam na cola do Oklahoma City (57-15) na briga pelo primeiro lugar geral da NBA e vantagem de quadra nos playoffs. E vocês, acham que eles conseguem alcançar o Thunder? Essa temporada tá cada vez mais emocionante!

  • Bucks dispensam Cam Thomas após só 18 jogos – que confusão é essa?

    Bucks dispensam Cam Thomas após só 18 jogos – que confusão é essa?

    Gente, vocês conseguem acreditar nisso? Os Bucks acabaram de dispensar o Cam Thomas depois de apenas 18 jogos no uniforme de Milwaukee. Dezoito jogos! Cara, nem tempo pra esquentar o banco o cara teve.

    A bomba estourou na segunda à noite quando a franquia oficializou a dispensa do armador. No lugar dele, converteram o contrato two-way do Pete Nance em um contrato padrão. Sinceramente, não esperava essa reviravolta tão rápida.

    O romance que durou só seis semanas

    Olha só que timeline maluca: Thomas foi contratado pelos Bucks em 8 de fevereiro, logo depois do Brooklyn Nets terem dispensado ele. O cara mal teve tempo de decorar o caminho pro vestiário e já tá sendo mandado embora de novo. Na minha visão, isso mostra como a NBA é cruel mesmo.

    Lembrando que Thomas foi draftado pelo Nets em 2021 como 27ª escolha geral, saindo da LSU. Mas nesta temporada as coisas desandaram pra ele no Brooklyn – foram só 8 jogos como titular, 24 minutinhos por partida, com médias de 15.6 pontos e 3.1 assistências. Números até razoáveis, mas claramente não estava encaixando no esquema.

    O técnico estava empolgadão no começo

    E o mais bizarro de tudo? Quando Thomas chegou, o GM Jon Horst parecia que tinha encontrado a solução pros problemas do time. O técnico Doc Rivers chegou a comparar ele com Jamal Crawford e Lou Williams – duas lendas do banco da NBA!

    “Eles são parecidos, mas cada um tem seu jeito”, disse Rivers na época. “O Cam quer fazer a coisa certa. Quer jogar bem. Dá pra ver isso. E nós vamos dar toda oportunidade pra ele. O cara é um pontuador nato.”

    Cara, quando um técnico te compara com Crawford e Lou Will, você acha que tem espaço garantido, né? Que nada. Eighteen games later… tchau e benção.

    Milwaukee tá um caos total

    Mas essa história do Thomas é só mais um capítulo da confusão que tá Milwaukee. Os caras não querem que o Giannis jogue mais nesta temporada por causa das lesões, mas o Greek Freak quer continuar. Imagina o climão no vestiário?

    E não para por aí – há meses rolam rumores de que o Antetokounmpo pode pedir trade. Ele ainda não pediu oficialmente, mas já deixou claro que quer jogar por títulos. Com esse record de 29-41 e 11º lugar no Leste, título que é bom mesmo tá longe.

    Os Bucks perderam 10 dos últimos 13 jogos e estão caminhando pra ficar fora dos playoffs pela primeira vez em uma década. É de cortar o coração de qualquer torcedor, mano.

    E aí, vocês acham que Thomas vai conseguir se estabelecer no próximo time? Porque olha, já é a segunda vez em poucas semanas que o cara precisa recomeçar do zero. Não deve ser fácil psicologicamente.

  • Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Kentucky feminino quebra jejum e vai pro Sweet 16 após jogo épico

    Cara, que jogaço! Kentucky acabou de quebrar um jejum de 10 anos sem ir pro Sweet 16 do basquete feminino universitário, e foi do jeito mais emocionante possível: vencendo West Virginia por 74 a 73, literalmente no sufoco.

    Teonni Key foi simplesmente monstruosa — 19 pontos e 10 rebotes. Mas quem realmente decidiu foi Clara Strack, que fez um double-double absurdo: 18 pontos e 15 rebotes. A garota é All-American por algum motivo, né?

    O drama todo

    Kentucky chegou a abrir 14 pontos de vantagem no terceiro quarto (62-48), e eu já tava pensando “matou a parada”. Ledo engano. West Virginia veio com tudo no último período, principalmente com Sydney Shaw metendo 11 dos seus 23 pontos nos 10 minutos finais.

    O negócio ficou tenso mesmo quando Jordan Harrison acertou dois lances livres faltando 1:20, deixando West Virginia a apenas um ponto (72-71). Meu coração não aguenta essas coisas.

    E o final? Gia Cooke teve a bola na mão com 8 segundos restantes, fez uma jogada bonita pela esquerda e… perdeu um arremesso de 12 pés que quase entrou. “Nove de cada dez vezes essa bola entra”, disse Shaw depois. Foi aquela uma em dez que não rolou.

    Kentucky mostra personalidade

    O mais impressionante foi como Kentucky segurou a pressão. Jogando fora de casa, com quase 13 mil torcedores contra, e ainda conseguiu controlar o jogo nos momentos decisivos. Kenny Brooks, técnico dos Wildcats, tem apenas dois anos no cargo e já levou o time ao Sweet 16. Cara sabe o que tá fazendo.

    “Basketball é um jogo de sequências, especialmente em março”, disse Key depois da partida. E ela tem razão — esse tipo de experiência em jogos apertados faz toda diferença.

    Kentucky dominou completamente no rebote (39-23), o que foi fundamental pra vitória. Strack foi um problema sério no garrafão que West Virginia não conseguiu resolver.

    Agora é Texas

    O prêmio por essa vitória épica? Um encontro com Texas no sábado, em Fort Worth. E olha, vai ser complicado — Kentucky já perdeu duas vezes pro Longhorns nesta temporada.

    Mas depois de uma vitória dessas, quem sabe não rola a surpresa? West Virginia estava invicto há sete jogos e mesmo assim Kentucky encontrou um jeito de vencer.

    Sinceramente, fazia tempo que eu não via um jogo de basquete feminino universitário tão emocionante quanto esse. E vocês, acham que Kentucky tem chances reais contra Texas, ou foi só uma noite mágica mesmo?

  • Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Gente, que show foi esse da Azzi Fudd ontem à noite! A menina simplesmente resolveu colocar fogo no parquete do Gampel Pavilion e meteu 34 pontos na despedida de casa — igualando o seu melhor jogo da carreira. Oito cestas de três pontos. Oito!

    O resultado? UConn 98 x 45 Syracuse, e as Huskies garantiram mais uma vaga no Sweet 16. Detalhe: é a 32ª vez consecutiva que elas chegam nessa fase. Trinta e duas vezes seguidas, pessoal. É de outro planeta mesmo.

    Primeiro tempo histórico

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete feminino, mas o que a Fudd fez no primeiro tempo foi absurdo. Vinte e seis pontos e seis bolas de três em apenas 20 minutos de jogo. O técnico Geno Auriemma — que já ganhou tudo nessa vida — disse que foram “os melhores 20 minutos de basquete que eu vi em muito, muito tempo”.

    E não é pra menos. A garota estava simplesmente inspirada. “Minhas companheiras estavam me encontrando, fazendo bloqueios perfeitos. Eu nem estava pensando. Estava livre — então arremessa”, disse ela depois do jogo.

    Syracuse tentou, mas não teve jeito. O time visitante ficou mais de 10 minutos sem acertar um arremesso de quadra no primeiro tempo. Dez minutos! UConn fez uma sequência de 31-0 que praticamente acabou com o jogo — 53 a 8 no placar.

    Quase batendo recordes

    A pergunta que todo mundo estava fazendo era se a Fudd ia quebrar o recorde de pontos em jogos do torneio NCAA que pertence à ex-companheira de time dela, Paige Bueckers (40 pontos em 2025). No final, ela ficou com 34 — que coincidentemente foi exatamente a mesma marca que a Bueckers fez no último jogo dela em casa.

    As oito cestas de três ficaram a uma unidade do recorde do torneio, que está nas mãos de três jogadoras diferentes. Cara, imagina se ela acerta mais uma? Seria perfeito demais.

    Sarah Strong contribuiu com 18 pontos e nove rebotes, e Blanca Quinonez saiu do banco para fazer outros 18. É essa profundidade de elenco que torna UConn tão difícil de parar — quando uma não está funcionando, sempre tem outra pronta pra resolver.

    Despedida emocionante

    Depois de cinco anos defendendo a camisa das Huskies, Fudd fez questão de curtir cada segundo da despedida. Posou para fotos com a torcida estudantil, absorveu todo o carinho da galera. “Gampel foi minha casa nos últimos cinco anos. Algumas pessoas dizem que nenhum lugar se compara, e realmente não se compara — o ambiente, a multidão, os fãs, tudo sobre este lugar é incrível”.

    Sinceramente? Que forma linda de se despedir de casa. Com uma atuação dessas, ela vai ser lembrada pra sempre pelos torcedores de UConn.

    Agora é Sweet 16 contra North Carolina — curiosamente, só a segunda vez na história que esses times se enfrentam no torneio NCAA. A última foi em 1994, quando as Tar Heels levaram a melhor e foram campeãs nacionais. Será que UConn consegue manter essa sequência absurda de 52 jogos seguidos invictas? Eu não apostaria contra elas, não.

  • Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Cara, essa notícia me pegou de surpresa. Markelle Fultz — sim, aquele mesmo que foi a primeira escolha do draft de 2017 — acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Oito anos depois daquela escolha polêmica, o armador tenta mais uma vez se firmar na liga.

    Na moral, eu sempre torci pro Fultz dar certo. Lembram da confusão toda? O cara era pra ser o futuro dos Sixers, mas aí começaram os problemas no ombro, mudou completamente o arremesso e virou aquele drama todo na Filadélfia. Foi doloroso de assistir.

    A jornada até Toronto

    Antes de chegar aos Raptors, Fultz estava jogando pelo Raptors 905 — o time da G League. Em seis jogos por lá, fez uma média de 9.8 pontos e 5.3 assistências. Não é absurdo, mas também não é de quebrar o pau. O destaque foi aquele jogo contra o Rip City no dia 20 de março: 17 pontos numa vitória fora de casa. Pelo menos mostrou que ainda tem basquete nas veias.

    O negócio é que o Toronto tá precisando mesmo de ajuda no garrafão. O Jamal Shead, que tem sido o armador reserva, não tá jogando nada — domingo mesmo contra o Phoenix acertou só 1 de 6 tentativas. Sinceramente, acho que vale a pena dar uma chance pro Fultz.

    Será que rola uma ressurreição?

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu sempre acreditei que o Fultz tinha talento pra ser pelo menos um jogador sólido de rotação. Em Orlando ele até conseguiu isso — chegou a ser titular em 60 jogos numa temporada, o que não é pouca coisa. Depois passou pelo Sacramento no final da temporada passada.

    O monstro tem 25 anos ainda. Na teoria, deveria estar no auge da carreira, mas a realidade é que já são oito temporadas na NBA tentando encontrar seu lugar. Às vezes eu fico pensando: e se ele nunca tivesse tido aquele problema no ombro? Seria completamente diferente hoje?

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Fultz consegue se firmar em Toronto? Ou vai ser mais um contrato de 10 dias que não vira nada? Na minha opinião, se o cara conseguir pelo menos ser um backup decente pro Scottie Barnes na criação de jogadas, já tá valendo. Toronto tem um time jovem e promissor, talvez seja o ambiente perfeito pra ele finalmente engrenar de vez.