Autor: Leandro Amorim

  • Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Mikayla Blakes quase faz triple-double histórico e leva Vanderbilt ao Sweet 16

    Cara, que jogão da Mikayla Blakes! A garota simplesmente destruiu Illinois ontem à noite e levou Vanderbilt para o Sweet 16 pela primeira vez desde 2009. E olha que ela quase fez história individual também — ficou a uma assistência do primeiro triple-double da carreira.

    25 pontos, 10 rebotes e 9 assistências. Monstro demais! Ainda catou 4 roubadas de bola. A menina tava jogando videogame na vida real, não é possível. E o mais legal? Quando ela saiu de quadra faltando 2 minutos e 12 segundos, todo mundo no ginásio sabia que tinha presenciado algo especial.

    Vanderbilt imparável em casa

    Sabe o que mais me impressiona nessa temporada de Vanderbilt? O time não perdeu NENHUM jogo em casa. Zero. Nada. 18 jogos, 18 vitórias no Memorial Gym. Isso é o que eu chamo de fazer a casa valer!

    E não é só essa temporada não. Vanderbilt agora tem um aproveitamento absurdo de 16-2 em jogos do March Madness jogando em casa. Sinceramente, quem vai enfrentar esse time em Nashville tem que ir preparado para uma guerra, porque a torcida e o ambiente fazem toda a diferença.

    Illinois até tentou, mas foi atropelado no primeiro quarto. Os Fighting Illini erraram 11 arremessos consecutivos — 13 dos últimos 15 do período. Quando você erra assim contra um time que tá voando, não tem jeito.

    Rumo aos 30 vitórias históricas

    Com 29 vitórias na temporada, Vanderbilt tá a uma vitória de igualar as temporadas de 30 triunfos de 1993 (que chegaram no Final Four) e 2001-02. Ou seja, estamos falando de fazer história no programa.

    Agora o desafio é Notre Dame no Sweet 16, na sexta-feira. Os Fighting Irish passaram por Ohio State mais cedo e chegam como cabeça de chave 6. Vai ser um jogaço em Fort Worth.

    E vocês viram que Blakes é a líder nacional em pontuação com média de 27.1 por jogo? A garota já quebrou o recorde de pontos em uma temporada de Vanderbilt na primeira rodada do torneio. AP All-American, jogadora do ano da SEC… ela tá colecionando prêmios como quem coleciona cartas de Pokémon.

    O engraçado é que ela começou o jogo errando os três primeiros arremessos. Mas ao invés de forçar, ficou ajudando as companheiras até encontrar o ritmo. Justine Pissott aproveitou e meteu 18 pontos com quatro bolas de três. Aubrey Galvan contribuiu com 12.

    Illinois, que veio pro torneio como o time mais jovem da competição (tiveram que substituir quatro titulares), lutou mas não conseguiu acompanhar o ritmo. Berry Wallace fez 18, Cearah Parchment e Jasmine Bown-Hagger adicionaram 12 cada, mas não foi suficiente.

    Agora é torcer para Vanderbilt continuar essa jornada mágica. Quem sabe não pintam no Final Four depois de tanto tempo?

  • Bucks cortam Cam Thomas e efetivam Pete Nance – que jogada!

    Bucks cortam Cam Thomas e efetivam Pete Nance – que jogada!

    Olha, eu não esperava essa. Os Bucks acabaram de dispensar o Cam Thomas — sim, aquele mesmo que chegou com pompa e circunstância lá em fevereiro — para efetivar o contrato do Pete Nance. E cara, que reviravolta na história.

    Lembram quando o Thomas chegou em Milwaukee? O Jon Horst, GM dos Bucks, falou dele como se fosse a peça que faltava pro time brigar por título. O cara chegou do Brooklyn, fez 34 pontos saindo do banco no segundo jogo, e o Doc Rivers comparou ele com Jamal Crawford e Lou Williams. Monstro, né?

    A queda foi rápida demais

    Mas aí que tá — o basquete é isso mesmo, uma caixinha de surpresas. Desde aquele jogaço de 34 pontos em fevereiro, o Thomas simplesmente desapareceu. Nos últimos 16 jogos, só 9.6 pontos por partida, 41% nos arremessos e uns catastróficos 22% de três. Para um cara que supostamente ia ser o sexto homem dos sonhos, foi decepcionante demais.

    E olha que ele só ficou dois meses no time! De herói a dispensado em 60 dias. No basquete americano, essa pressão por resultado imediato é absurda mesmo.

    Pete Nance aproveitou a chance

    Enquanto isso, o Pete Nance — que muita gente nem sabia que existia — foi crescendo na surdina. O cara apareceu em 37 jogos nesta temporada (recorde pessoal dele) e desde fevereiro tem jogado consistente: 15.3 minutos por jogo, 5.2 pontos com 56% nos arremessos e uns impressionantes 48% de três pontos.

    Sinceramente? Acho que os Bucks acertaram nessa. O Nance pode não ter o potencial ofensivo do Thomas, mas tá entregando o que o time precisa: constância, arremesso confiável e não dá trabalho. Às vezes o básico bem feito vale mais que genialidade inconsistente.

    No final das contas, Milwaukee ainda tá na briga por uma vaga no play-in da Conferência Leste. E com essa mudança, quem sabe o time não encontra finalmente a química que andava faltando? Vocês acham que foi a decisão certa ou os Bucks desistiram rápido demais do Thomas?

  • Salary cap da NBA vai pra $165M em 2026-27 – prepare o bolso!

    Salary cap da NBA vai pra $165M em 2026-27 – prepare o bolso!

    Galera, chegou aquela notícia que todo GM da NBA fica de olho: o salary cap projetado pra temporada 2026-27 saiu, e não é brincadeira. Segundo o Shams Charania da ESPN, estamos falando de $165 milhões – um salto de quase $10 milhões comparado com os $154,7 milhões desta temporada.

    Olha, eu sempre fico impressionado com esses números absurdos. Pra vocês terem ideia, isso representa mais grana do que muitos países movimentam em esporte por ano inteiro. Mas o que mais me chamou atenção foi uma coisa: a projeção inicial era $1 milhão MAIOR. Por que a queda? Receita de mídia local em baixa.

    E não para por aí – os ‘aprons’ também sobem

    Não é só o salary cap que muda, pessoal. O salary floor (o mínimo que os times têm que gastar) vai pra $149 milhões. Já o tax level – aquele limite que quando você passa, começa a pagar multa pesada – ficará em $201 milhões.

    Os famosos aprons, que são basicamente os níveis de punição pra quem gasta demais, também sobem. O primeiro apron vai pra $209 milhões e o segundo pra $222 milhões. Sinceramente? Esses números me deixam meio zonzo.

    Pra comparar com a temporada atual: o salary floor tá em $139,2 milhões, o primeiro apron em $195,9 milhões e o segundo em $207,8 milhões. É um aumento considerável em todos os aspectos.

    Quem tá gastando o quê hoje?

    Aqui fica interessante. Segundo o Spotrac, 29 dos 30 times da NBA estão ACIMA do soft salary cap nesta temporada. O único que não passou foi o Brooklyn Nets, com $150,5 milhões. O Memphis Grizzlies aparece com a segunda menor folha: $157,1 milhões.

    E quem tá bancando a festa toda? Golden State Warriors, monstros, com uma folha de $234 milhões! Sendo que $205,3 milhões disso conta pros aprons. Cara, deve ser uma dor de cabeça administrativa gigantesca.

    Na minha visão, essa escalada nos valores só mostra como a NBA continua crescendo financeiramente. Mas será que isso não vai acabar criando uma disparidade ainda maior entre times grandes e pequenos? O que vocês acham – esse aumento é sustentável a longo prazo?

  • Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Kerr quer NBA com menos jogos: ‘Qualidade vale mais que grana’

    Steve Kerr tá martelando a mesma tecla há anos, e sinceramente? Eu concordo com o cara. O técnico do Warriors voltou a falar sobre encurtar a temporada da NBA — de 82 para 72 jogos — e dessa vez foi bem direto: “Aceito ganhar menos se isso significar um produto melhor”.

    Olha, eu entendo a posição dele. Desde 2017 o Kerr vem batendo nessa tecla, mas agora parece que tá mais convicto ainda. Depois daquela derrota pros Jazz semana passada, ele falou que uma temporada menor criaria “uma liga mais competitiva e mais saudável”. E antes do jogo contra o Knicks no domingo, mandou a real: todo mundo da NBA deveria ter uma “discussão séria” sobre isso.

    A realidade financeira que ninguém quer encarar

    Mas aí que tá o problema — e o Kerr sabe disso. Menos jogos significa menos TV, menos ingressos, menos grana pra todo mundo. “Sei que menos jogos significam menos receita, todo mundo ganharia menos, e eu tô disposto a colocar minha cara a tapa e dizer que sou a favor disso”, disse o técnico.

    Cara, isso é coragem ou loucura? (Ou os dois, né?)

    A NBA é um negócio antes de tudo. Donos de time e jogadores vão aceitar ganhar menos? Duvido muito. A teoria é que com menos jogos disponíveis, a demanda aumentaria, e cada partida valeria mais. Faz sentido no papel, mas na prática… quem vai aceitar o corte no salário?

    O corpo humano não aguenta mais

    A questão física é real, gente. Quando o Kerr assumiu o Warriors em 2014-15, a NBA tinha uma média de 93.9 posses por jogo. Hoje? 99.3. O jogo tá mais rápido, mais intenso.

    E não é só velocidade — é movimento lateral, paradas bruscas, explosões constantes. Os caras cobrem muito mais espaço em quadra hoje. Em 2013-14, o Spurs liderava a liga “correndo” 17.8 milhas por jogo. Hoje esse número colocaria o time apenas na 17ª posição.

    O resultado? Mais lesões musculares, menos treinos (o próprio Kerr reclamou que ficou 8 dias numa road trip sem conseguir treinar nem uma vez), e jogadores constantemente no departamento médico.

    Na minha visão, o Kerr tá certo. 82 jogos em seis meses é desumano com o ritmo atual. Mas vai convencer os caras a abrir mão de milhões? Essa é mais difícil que uma enterrada do Nate Robinson.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar a grana por um basquete de mais qualidade?

  • Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Erik Spoelstra está certo: não tem nada de errado no tanque dos Wizards

    Cara, eu nunca pensei que ia concordar tanto com Erik Spoelstra sobre uma polêmica de tanking, mas aqui estamos. E olha que coisa: o cara falou exatamente o que precisava ser dito depois daquela loucura do Bam Adebayo fazer 83 pontos contra os Wizards na semana passada.

    Pra quem perdeu o episódio (e sinceramente, onde vocês estavam?), o Bam simplesmente resolveu destruir Washington de uma forma que deixou o Kobe em segundo lugar na lista de maior pontuação em um jogo da história da NBA. Oitenta e três pontos. É muito absurdo isso.

    A revolta foi geral, mas Bam não tá nem aí

    Lógico que a galera ficou pistola. Fãs dos Lakers chorando pelo Kobe, puristas do basquete reclamando da ética… Mas o Bam? Zero preocupação. “Se vocês estão bravos, eu não ligo”, foi a resposta dele.

    E ele ainda jogou a culpa no técnico Brian Keefe: “Vocês estão me culpando? Culpem o técnico que deixou eu jogar um contra um o jogo inteiro até eu ter 70 pontos e só depois mandou a dupla marcação. Nessa altura eu tinha 70 com nove minutos pra acabar o jogo. Vocês acham que eu não ia tentar?”

    Honestamente? Ele tá certo. Qualquer jogador da NBA faria a mesma coisa nessa situação.

    Spoelstra defendeu o tanking e eu aplaudin de pé

    Aqui que a coisa fica interessante. O Spoelstra não só defendeu seu jogador (“não peço desculpas pra absolutamente ninguém”) como também chamou os Wizards na lata: “a organização deles está tentando perder”.

    Mas ó que sacada genial — ele emendou dizendo que não tem problema nenhum nisso: “Se você pode fazer tanking e conseguir uma boa escolha no draft, eu não ligo. Você pode fazer o que quiser nessa liga. Pode abordar da forma que quiser.”

    FINALMENTE alguém falou a real sobre tanking sem hipocrisia! Tank Watch (como os gringos chamam) tá aplaudindo de pé essa defesa da liberdade de tankar.

    E sinceramente, os Wizards estão fazendo um trabalho monstro nessa temporada. Perderam 12 jogos seguidos e só mandaram dupla marcação no Bam quando já era tarde demais. Keefe ainda admitiu que o quarto período “não foi um jogo real de basquete”. Missão cumprida, né?

    Outros times vão tentar a mesma?

    A pergunta que fica no ar é: será que outros jogadores vão tentar fazer a mesma coisa contra times que estão claramente tankando? Dois dias depois do Bam, o Luka fez 51 contra os Bulls.

    Lógico que o Luka consegue fazer isso contra qualquer time, mas imaginem jogadores menos conhecidos tentando entrar pra história contra essas equipes que estão de férias antecipadas?

    E aí, vocês acham que é válido esse negócio de deixar o cara fazer 83 pontos ou os Wizards deviam ter parado antes? Na minha visão, se o time decidiu tankar, tem que aguentar as consequências — e uma delas pode ser virar ponto de referência histórico pros adversários.

    Os Wizards assumiram a liderança do tanking com esses 16 vitórias em 67 jogos. Tá sendo uma obra de arte mesmo.

  • Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Gente, eu já vi muita coisa maluca na NBA, mas o que o Alex Caruso fez ontem contra o Magic foi de outro planeta. O cara literalmente bloqueou um arremesso COM O TÊNIS. Com o tênis mesmo!

    Vou explicar a loucura: final do segundo quarto, Thunder x Magic. Caruso perdeu o equilíbrio numa jogada defensiva e o tênis escorregou do pé. Normal, acontece. Mas aí que tá — a jogada continuou rolando e o maluco, ao invés de ficar parado esperando a bola sair, pegou o tênis na mão e continuou defendendo!

    A jogada mais absurda do ano

    O Wendell Carter Jr. tocou a bola pro Tristan da Silva, que tentou o arremesso. E o Caruso? Simplesmente deslizou e usou o próprio tênis pra bloquear a bola. Bloqueou limpo, hein! Pegou só na bola mesmo, técnica perfeita.

    Claro que os árbitros não deixaram passar batido — goaltending (interferência) e falta técnica na conta dele. Mas sinceramente? Todo mundo tá pouco se lixando pras faltas. Esse cara acabou de entrar pra história da liga com essa jogada.

    Caruso sendo Caruso

    Olha, quem acompanha o Caruso sabe que o cara é assim mesmo — faz de tudo pra ganhar. Já jogou no Lakers, sempre foi aquele sexto homem que dá o sangue em quadra, e agora no Thunder continua sendo o mesmo guerreiro de sempre.

    Mas isso aqui foi next level. Eu nunca tinha visto alguém usar um tênis como extensão da defesa. E olha que já assisto NBA há anos, já vi de tudo — desde enterradas absurdas até jogadas de QI 200. Mas bloquear com o calçado? Primeira vez.

    Vocês acham que vamos ver alguém mais tentando essa técnica inovadora do Caruso? Porque eu tenho certeza que os moleques nos playgrounds pelo Brasil inteiro já tão tentando replicar essa defesa revolucionária!

    O Thunder ganhou o jogo no final, então tá tudo certo. Mas o importante mesmo não foi o resultado — foi ver um cara que transformou a perda de um tênis numa das jogadas mais icônicas da temporada. Caruso, meu mano, você é um monstro!

  • KD prometeu vingança: Rockets x Lakers pode ser o último duelo histórico

    KD prometeu vingança: Rockets x Lakers pode ser o último duelo histórico

    Cara, que momento histórico estamos vivendo. Kevin Durant e LeBron James podem estar se enfrentando pela última vez na temporada regular hoje à noite, e sinceramente? Pode ser a última vez que vemos esses dois monstros se encarando na NBA. LeBron vai fazer 42 anos em dezembro e ninguém sabe se ele volta na próxima temporada.

    Na segunda-feira, os Lakers foram até Houston e ganharam de 100 a 92, estendendo uma sequência absurda de seis vitórias seguidas. Mas olha, eu não tô comprando essa história toda não. É fácil ganhar em casa — e foi exatamente isso que o Lakers fizeram contra Minnesota, New York e Denver. O jogo de segunda foi o primeiro teste de verdade na estrada, e mesmo assim…

    Durant assumiu a culpa (e isso me preocupa pelos Lakers)

    O que mais me chamou atenção foi o Kevin Durant assumindo toda a responsabilidade pela derrota. “Eu senti que perdi o jogo para a gente”, disse o KD após ser limitado a apenas 18 pontos. Sete turnovers do cara que sempre foi cirúrgico com a bola. Uma das perdas de bola foi numa violação de 8 segundos — coisa que você vê uma vez por ano.

    Mas aqui entre nós: quando o Kevin Durant assume a culpa publicamente assim, pode ter certeza que ele vai voltar com tudo no jogo seguinte. O cara é orgulhoso demais para aceitar uma performance dessas duas vezes seguidas.

    E tem um detalhe importante — os Rockets não têm um armador de verdade desde que o Fred VanVleet se machucou em setembro. Quando a defesa adversária força a bola sair da mão do Durant nos momentos decisivos, o time fica perdido. Não é à toa que Houston tem o sétimo pior net rating da liga no clutch.

    Doncic dominando, LeBron aceitando papel secundário

    Do lado dos Lakers, o Luka Doncic tá simplesmente voando. 36 pontos na segunda, liderando a liga em pontuação com 32.9 por jogo. O cara tá -1400 para ganhar o título de cestinha pela segunda vez na carreira — ou seja, praticamente garantido.

    E o LeBron? Olha, é impressionante como ele aceitou esse papel de terceira opção ofensiva. 18 pontos, 5 rebotes e 5 assistências na segunda. O técnico J.J. Redick foi claro: “O melhor para nosso time é ele sendo o terceiro jogador com maior uso”.

    Isso me faz pensar… será que estamos vendo realmente os últimos suspiros do Rei? As odds dele se aposentar após esta temporada estão em +400. Não sei vocês, mas eu sinto que ele ainda tem lenha para queimar.

    Por que acredito na vingança dos Rockets

    Os Lakers estão bem posicionados — terceiro lugar no Oeste, 1.5 jogo à frente justamente dos Rockets. Conseguir essa terceira posição significa evitar o Oklahoma City até as finais de conferência, o que é gigante.

    Mas eu tenho um feeling de que hoje vai ser diferente. Primeiro, porque é em casa para Houston. Segundo, porque o Durant vai estar com sangue nos olhos após aquela performance de segunda. E terceiro… bem, às vezes o basquete é sobre momentum, e eu sinto que a sequência dos Lakers pode parar hoje.

    O over/under do KD está em 24.5 pontos, e eu apostaria no over sem pensar duas vezes. Quando esse cara se sente humilhado, ele responde. Lembro de três jogos atrás quando ele fez só 11 pontos contra Denver e depois voltou com 32 no jogo seguinte.

    E aí, vocês acham que KD consegue a vingança ou os Lakers mantêm essa sequência histórica?

  • Lakers subindo no Power Rankings – será que é pra valer mesmo?

    Lakers subindo no Power Rankings – será que é pra valer mesmo?

    Cara, preciso confessar uma coisa: eu tô meio dividido com esses Lakers. Nove vitórias em dez jogos? Ok, impressiona. Mas será que é contender de verdade ou só mais uma sequência boa que vai desabar quando apertar o bicho?

    O Thunder continua sendo aquele monstro que a gente já conhece. Com Ajay Mitchell, Isaiah Hartenstein e Alex Caruso de volta, a defesa deles tá simplesmente sufocando os adversários. Nove vitórias seguidas e 12 dos últimos 13 jogos — isso é coisa de time que quer título mesmo.

    Lakers no top 3: hype ou realidade?

    Agora, sobre os Lakers subirem pro terceiro lugar no Power Rankings… olha, eu admito que não esperava isso. Não faz muito tempo que eles apanhavam de qualquer time decente que enfrentava. Mas aí o Luka Dončić resolve acertar mais de 40% das bolas de três desde janeiro e — pô, quando aquele step-back dele tá caindo, o cara vira outro nível de jogador.

    O que me chamou atenção foi terem batido Knicks, Wolves, Nuggets e Rockets nessa sequência. Não são times qualquer, né? Mas sinceramente, ainda acho que eles tão mais naquela categoria dos Knicks e Wolves — times bons, mas que você não botaria a mão no fogo numa série longa de playoffs.

    Spurs continuam voando com Wemby

    Os Spurs tão numa pegada absurda também. 18 vitórias em 19 jogos com o Wembanyama em quadra — e olha que levaram o Denver até o final mesmo sem o francesão na quinta passada. Quando o moleque tá jogando, o time massacra os adversários por 23 pontos a cada 100 posses. É coisa de maluco mesmo.

    E os Celtics? Bom, o Jayson Tatum ainda tá se readaptando depois da lesão, mas já dá pra ver que o cara não perdeu nada. Perderam pro Thunder e pros Spurs (essa depois que o Jaylen Brown foi expulso cedo), mas nada que abale muito o standing deles.

    A real é que Thunder e Spurs tão num patamar diferente mesmo. Nuggets e Celtics logo atrás. Agora, esses Lakers… vocês acham que conseguem manter essa pegada nos playoffs? Porque uma coisa é ganhar nove de dez na temporada regular, outra é aguentar a pressão de uma série eliminatória.

    No final das contas, resta pouco mais de um mês de temporada regular. Logo logo vamos descobrir se esse Lakers é pra valer ou se é só mais um daqueles times que fazem barulho e somem quando a coisa fica séria.

  • Seattle e Vegas na NBA? Mock Draft da expansão é absurdo

    Seattle e Vegas na NBA? Mock Draft da expansão é absurdo

    Pessoal, vocês viram essa bomba? A NBA tá séria mesmo sobre a expansão e pode ser que Seattle e Las Vegas ganhem times novos já na temporada 2028-29. Cara, eu sempre achei que isso era só conversa, mas agora as coisas estão esquentando de verdade.

    O processo todo é bem interessante — e meio cruel também, não vou mentir. Na minha opinião, ver como seria um expansion draft hoje já dá uma noção do caos que seria redistribuir o talento da liga.

    Como funcionaria esse expansion draft?

    Olha, as regras ainda podem mudar, mas a base é assim: cada um dos 30 times atuais pode proteger até 8 jogadores, mas TEM que deixar pelo menos um desprotegido. Imagina só a dor de cabeça dos GMs! “Cara, eu protejo o veterano ou aposto no moleque?”

    Os dois novos times (Seattle e Vegas, pelo visto) então podem escolher um jogador de cada franquia existente. É tipo um draft reverso — você tá pegando jogadores já prontos, mas obviamente não os melhores de cada equipe.

    O mais louco? Estão falando em valores de 7 a 10 bilhões de dólares por franquia. Isso é muita grana, monstro! E faz sentido os donos estarem considerando — dilui um pouco a participação de cada um na liga, mas o bolo fica bem maior.

    O que esperar desse talento disponível?

    Sinceramente, acho que seria uma mistura bem interessante. Você teria alguns nomes grandes que os times não conseguiriam proteger (Zion em Seattle seria surreal), jogadores em final de contrato que poderiam render uma boa, e também alguns contratos ruins que os times adorariam se livrar.

    Tyler Herro em Vegas também faria sentido — um cara que ainda tem potencial, mas que talvez Miami não conseguisse proteger dependendo de como tá o roster deles. E olha que ironia: Vegas recebendo um jogador que já tem aquela pegada de apostador nas mãos quentes dele.

    O timing também é perfeito. 2028 dá tempo suficiente pra organizar tudo direitinho, construir as arenas se necessário, e fazer um marketing pesado. Seattle especialmente tá doida pra ter um time de novo — desde que perderam os Sonics pro Oklahoma City em 2008, a cidade vive pedindo um time de volta.

    E aí, quem vocês acham que protegeriam?

    Cara, imagina a situação de times como os Lakers. LeBron provavelmente já tá aposentado em 2028, então fica mais fácil. Mas e equipes que tão no meio da reconstrução? Vão proteger os veteranos ou apostar na molecada?

    O Warriors seria interessante também. Curry já vai ter 40 anos — ainda protegem ele? Klay? Draymond? Ou focam nos jovens que podem estar surgindo até lá?

    Uma coisa é certa: expansion draft sempre mexe com todo mundo. Não é só os dois times novos que mudam — a liga inteira se reorganiza. Jogadores que estavam confortáveis de repente podem estar em uma cidade completamente diferente, com uma cultura de time nova.

    Pessoalmente, acho que seria mágico ver Seattle de volta. A atmosfera lá sempre foi absurda, e Vegas… cara, imagina os jogos em Vegas? A NBA já é entretenimento puro, agora coloca isso na capital mundial do entretenimento.

    O que vocês acham? Quais jogadores iriam bem nessas duas cidades? E mais importante: acham que realmente vai rolar ou é só mais uma especulação que vai morrer na praia?

  • Warriors precisam deixar Curry no banco e aceitar a realidade

    Warriors precisam deixar Curry no banco e aceitar a realidade

    Olha, vou ser direto com vocês: os Warriors estão fazendo aquela “tankeada” disfarçada há um bom tempo já, mas ninguém quer assumir isso abertamente. E sinceramente? Talvez seja exatamente isso que eles precisam fazer agora.

    Stephen Curry não joga desde 30 de janeiro por causa de uma lesão no joelho. Trinta e oito anos nas costas, joelho imprevisível, e os Warriors estão 6-12 desde então. Cara, os números não mentem — eles estão com rating ofensivo e defensivo entre os 10 piores da liga.

    A lição dos Mavericks que todo mundo deveria aprender

    Lembram do que aconteceu com Dallas ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance na loteria e conseguiram pescar o Cooper Flagg. Os Hawks em 2024 também — pegaram a primeira escolha com só 3% de probabilidade. Isso é loteria, gente! E é exatamente o que Golden State deveria estar mirando agora.

    Não é só o Curry machucado, não. Jimmy Butler rompeu o ligamento há dois meses, Draymond Green tá fora, Al Horford também… “Estamos passando por isso”, disse o técnico Steve Kerr. “Somos um dos times mais machucados que já vi.”

    E aí, o que vocês acham? Vale a pena forçar uma volta do Curry só pra talvez conseguir passar no play-in e apanhar na primeira rodada? Na minha visão, é muito mais inteligente aceitar a realidade e focar no futuro.

    Uma última cartada histórica

    Os Warriors não são burros — eles sabem que têm uma última chance de montar um time campeão na próxima temporada. Podem negociar até cinco picks de primeira rodada no verão, e quanto melhor a posição do pick de 2026, maior o valor de mercado dele.

    Imaginem o pacote que dá pra montar: pick alto de 2026, mais os de 2027, 2029, 2031 e 2033, junto com jogadores jovens e quem sabe até o Green ou Butler (que têm contrato expirando). É munição pra caramba pra ir atrás de uma estrela de verdade.

    A temporada que vem sempre foi vista como o grand finale dessa era Warriors. Não é coincidência que os contratos do Curry, Green, Butler e até do técnico Steve Kerr terminam todos em 2027. Tá tudo alinhado pra ser a última dança.

    Sinceramente acho que é melhor garantir um pick alto agora do que se iludir com uma campanha medíocre nos playoffs. O Curry merece uma despedida melhor que isso, não acham?