Autor: Leandro Amorim

  • Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Cara, o Draymond Green tá pistola. E quando ele fica assim, sai coisa boa.

    No último episódio do podcast dele, o veterano do Warriors foi com tudo em cima dos comentaristas que andam pegando no pé do Shai Gilgeous-Alexander. E olha, ele não mediu palavras não.

    O motivo? Galera tá reclamando que o SGA “cai demais” e “pesca falta demais” nesta final de conferência contra os Spurs. Sendo que o cara acabou de ganhar o segundo MVP consecutivo há duas semanas. Segundo! Só 14 jogadores na história conseguiram isso.

    A revolta do Draymond

    “Shai, parabéns mano, você chegou num novo patamar de grandeza”, disparou o Draymond. “Você sabe que chegou lá quando a mídia esportiva começa a reclamar da sua grandeza. Imagina isso — gente reclamando da sua grandeza!”

    E ele não parou por aí. Soltou que a mídia esportiva “é um lixo” e que ninguém mais entende de basquete porque “tudo tá indo rápido demais” pro pessoal acompanhar.

    Sinceramente? Eu meio que concordo com ele. O SGA tá fazendo uma temporada monstruosa — quatro anos seguidos com mais de 30 pontos por jogo — e a galera fica focada em mimimi sobre árbitro?

    Os números não mentem

    Aqui que fica engraçado: Draymond jogou os dados na mesa. Antes do jogo 6, o Shai tinha tentado apenas CINCO lances livres a mais que o Wembanyama na série inteira. Cinco! E todo mundo reclamando como se ele tivesse tentado 50 a mais.

    “Vamos agir como se o Shai tivesse descendo a quadra com o apito na boca, apitando falta pra ele mesmo”, ironizou o Green. “Ou vamos fingir que a integridade toda da NBA foi pro espaço só pra beneficiar um jogador.”

    O cara tem razão, né? Se fosse esquema, não faria sentido nenhum privilegiar justamente o Thunder contra o garoto-prodígio francês que todo mundo ama.

    Olha, eu entendo que às vezes o estilo do SGA pode incomodar — ele é esperto pra caramba em criar contato e conseguir faltas. Mas mano, isso não é ilegal! É basquete inteligente. O LeBron fez isso a vida toda, o Harden transformou isso em arte…

    E outra: vocês viram os números do cara? Mais de 30 pontos por jogo há quatro temporadas. Dois MVPs seguidos. Liderando um Thunder que ninguém esperava que chegasse tão longe.

    Draymond ainda reclamou que ninguém tá falando do Dylan Harper (calouro jogando pra caramba), da defesa elite do Stephon Castle, ou do show que o Wemby tá dando. Só querem focar no que incomoda.

    E aí, vocês concordam com o Draymond ou acham que o SGA exagera mesmo nas faltas? Porque pra mim, se tá funcionando e é legal, o problema não é dele…

  • Thunder vai pro jogo 7 sem dois titulares – coisa tá feia

    Thunder vai pro jogo 7 sem dois titulares – coisa tá feia

    Mano, que azar do Thunder. Jogo 7 contra os Spurs hoje à noite e eles vão ter que se virar sem Jalen Williams e Ajay Mitchell de novo. Lesão é uma praga mesmo.

    O Williams tá sofrendo com uma distensão no tendão da coxa esquerda desde o começo dos playoffs. Já o Mitchell machucou o sóleo direito. Olha, eu não sei se vocês lembram, mas o Williams já tinha perdido 49 jogos da temporada regular por causa do punho e outras questões no tendão. Agora já são 10 jogos de playoff que ele fica de fora por causa dessa nova lesão na coxa.

    Thunder improvisando o time titular

    A situação tá tão complicada que o Thunder teve que mexer no quinteto inicial várias vezes. Primeiro botaram o Jared McCain no lugar do Williams, junto com o Shai Gilgeous-Alexander, Isaiah Hartenstein, Lu Dort e Chet Holmgren. Quando o Mitchell também se machucou (ele era quem entrava no lugar do Williams), a coisa complicou mais ainda.

    Pro jogo 7 de hoje, vão com Cason Wallace como titular e McCain voltando pro banco. Sinceramente, não sei se essa mudança constante no time titular é a melhor estratégia pra um jogo decisivo. O entrosamento conta muito numa hora dessas.

    Spurs 100% pra decidir a série

    Enquanto isso, os Spurs não reportaram nenhuma lesão. Cara, que diferença faz ter o elenco inteiro disponível num momento como esse. Victor Wembanyama deve estar se lambuzando com essa oportunidade de eliminar o Thunder em casa deles.

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue superar essas baixas e levar a série? Ou será que a juventude do time vai pesar numa decisão tão importante? Eu tenho que admitir: tô curioso pra ver se o Shai consegue carregar esse time nas costas mais uma vez.

    Os árbitros escolhidos foram Marc Davis, John Goble e Josh Tiven. Interessante que tanto Davis quanto Tiven já apitaram outros jogos 7 nesses playoffs. Experiência não falta pra galera do apito.

  • Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Olha, quando eu vi essa notícia do Mike Gansey indo pros Sixers, minha primeira reação foi: “Quem?” Mas depois de dar uma pesquisada no cara, confesso que fiquei animado com essa escolha. Philadelphia finalmente tem seu novo presidente de operações de basquete, e não é qualquer um não.

    Gansey vem direto de Cleveland, onde era o braço direito do Koby Altman e GM dos Cavaliers desde 2022. E cara, o currículo do homem impressiona — 13 anos na organização, começou lá embaixo cuidando do time da G-League (na época ainda chamava D-League) e chegou até ser executivo do ano em 2017.

    O que me deixa otimista com essa contratação

    Sabe o que mais me chama atenção no trabalho do Gansey? O cara não tem medo de fazer trade arriscado. Foi ele quem ajudou a trazer o Donovan Mitchell em 2022 — uma negociação que todo mundo duvidava mas que deu super certo. E este ano ainda conseguiram o James Harden (que tá sendo um monstro em Cleveland, diga-se de passagem).

    Isso é exatamente o que Philadelphia precisa neste momento. Porque, sejamos sinceros, a situação dos Sixers tá complicada pra caramba.

    A missão impossível que o espera em Philly

    Gansey assume o lugar do Daryl Morey, que foi mandado embora depois daquela varrida vergonhosa pros Knicks nos playoffs. E olha, o cenário que ele vai encontrar não é nada fácil.

    Joel Embiid com 32 anos, $188.3 milhões garantidos pelos próximos três anos e um histórico de lesões que dá dó — o cara não consegue jogar seis jogos seguidos desde dezembro de 2023. Imaginem só. Paul George com mais de 50 milhões por temporada e idade chegando. É muita grana presa em jogadores que você não sabe se vão estar em quadra quando mais precisar.

    A única luz no fim do túnel é o Tyrese Maxey, que tá se tornando uma estrela de verdade. O garoto tem tudo pra ser o futuro da franquia, mas será que consegue carregar esse time nas costas?

    Sinceramente? Acho que Gansey vai ter que fazer escolhas bem difíceis nos próximos meses. Vocês acham que ele vai tentar trocar o Embiid ou vai apostar numa última tentativa com esse núcleo? Porque uma coisa é certa: do jeito que tá, não dá pra continuar. Philadelphia merece coisa melhor que essas eliminações precoces.

    O cara mostrou que sabe trabalhar com orçamento apertado e fazer milagres acontecerem. Agora é torcer pra ele conseguir repetir a fórmula na Cidade do Amor Fraterno.

  • Cavs perdem Gansey pros 76ers — sucesso ou dor de cabeça?

    Cavs perdem Gansey pros 76ers — sucesso ou dor de cabeça?

    Cara, quando você vê um time perdendo gente do front office para outros times da NBA, pode significar duas coisas: ou você está fazendo algo muito certo, ou você vai ter uma baita dor de cabeça pela frente. No caso do Cleveland Cavaliers, acho que é um pouco dos dois.

    O GM Mike Gansey foi contratado pelo Philadelphia 76ers como novo Presidente de Operações de Basquete. Sim, o cara que subiu na hierarquia dos Cavs desde 2012 agora vai comandar todo o basketball operations de um dos times mais tradicionais da liga.

    Do G-League ao topo da NBA

    A história do Gansey é daquelas que você tem que respeitar. O cara é de Ohio mesmo — nascido em Olmstead Falls — e depois que parou de jogar profissionalmente na Europa, resolveu começar do zero no front office. Começou no Canton Charge, que era o time da G-League dos Cavs, lá em 2012.

    Cinco anos no Charge, aí em 2017 virou assistant GM dos Cavs quando o Koby Altman assumiu as operações. Em 2022, foi promovido a general manager. Olha, subir assim dentro de uma organização NBA não é mole não. O cara claramente sabe o que tá fazendo.

    O que isso significa pros Cavs?

    Sinceramente? É complicado avaliar o impacto exato que um GM tem nos resultados de um time. Às vezes é difícil saber se uma contratação boa foi ideia dele, do Altman, ou de todo mundo junto. Mas o que eu sei é que o Gansey era muito respeitado dentro da organização.

    A expectativa é que o Brandon Weems, que hoje é assistant GM e também é de Ohio (formado pela St. Vincent-St. Mary), seja promovido internamente. Faz sentido — os Cavs gostam de manter a tradição local.

    Ano passado os Cavs já tinham perdido o Jordan Ott, que era assistant coach e virou head coach do Phoenix Suns. Agora o Gansey. É o preço do sucesso, mas também é preocupante perder tanta gente experiente assim.

    Vocês acham que essa sangria de talentos do front office pode atrapalhar os Cavs na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: quando você está indo bem, todo mundo quer levar seus melhores executivos embora.

  • Restaurante em Oklahoma zoa Wembanyama no menu antes do Jogo 7

    Restaurante em Oklahoma zoa Wembanyama no menu antes do Jogo 7

    Cara, eu já vi muito apoio de torcida na NBA, mas isso aqui foi genial. Um restaurante em Oklahoma City resolveu zoar o Victor Wembanyama e os Spurs direto no cardápio antes do Jogo 7 da final do Oeste. E olha, não foi só uma brincadeirinha não — eles capricharam na provocação.

    Menu 100% dedicado à zoação

    O ‘The Goose’ é uma delicatessen famosa lá em Midtown, Oklahoma City, e eles literalmente mudaram TODOS os nomes dos sanduíches pra zoar os caras de San Antonio. O sanduíche principal da casa, que normalmente se chama ‘The Goose’ (um italiano com capicola, mortadela, salame e outras delícias), virou… ‘Victor Wembanyama Sucks’.

    Mas não para por aí. Tem também ‘Victor Wembanyama Really Sucks’, ‘Julian Champagnie Sucks’, ‘Stephon Castle Sucks’ e — meu favorito — ‘BTW Victor Wembanyama Still Sucks’. Mano, os caras não perdoaram mesmo.

    Sinceramente? Eu acho que o Wemby deve até estar rindo disso. O mlk tem 2,20m, é francês, joga absurdamente bem… e agora virou nome de sanduíche em Oklahoma. Que vida maluca, né?

    Criatividade além da zoação básica

    O que eu mais gostei é que eles não ficaram só no ‘jogador X + sucks’. Tem um sanduíche chamado ‘No Nun-Sense’ — referência àquelas freiras que viralizaram torcendo pelos Spurs nos jogos 4 e 6. Tem ‘French Guy Terrible’ (coitado do Wemby de novo), ‘Thunder in 7’ e ‘The Chet Cheese’.

    Ah, e qualquer jogador do Thunder que aparecer lá come de graça. Imagina o Shai Gilgeous-Alexander chegando lá pra pegar um ‘Victor Wembanyama Sucks’? Seria épico demais.

    O detalhe mais engraçado é que isso só tá disponível no cardápio físico do restaurante. Quem quer pedir online pelo app não vai ver essas pérolas — tem que ir lá pessoalmente pra conferir a arte.

    Jogo 7 que promete ser histórico

    Olha, essa final do Oeste entre Thunder e Spurs tá sendo absurda. Wembanyama versus a casa do Thunder, com uma vaga na final da NBA em jogo contra os Knicks. E agora com direito a guerra psicológica gastronômica.

    Vocês acham que esse tipo de zoação afeta mesmo o jogador? Ou o Wemby vai usar isso como combustível pra destruir em Oklahoma? Eu tô curioso pra ver se ele vai falar alguma coisa sobre isso na coletiva pós-jogo — independente do resultado.

    Uma coisa é certa: se o Thunder ganhar, já posso imaginar eles bolando uns nomes criativos pros Knicks quando vier a final. Mas primeiro eles precisam passar pelo alien francês e pelo resto dos Spurs hoje à noite.

  • Kyrie Irving torce pelo Knicks nas Finals: “Torcida vai ficar maluca”

    Kyrie Irving torce pelo Knicks nas Finals: “Torcida vai ficar maluca”

    Vocês acham que o Kyrie Irving ainda tem aquela mágoa do Brooklyn? Porque pelo visto não, né. O cara tá lá no Twitch fazendo stream e falando que tá “animado” pra ver o Knicks nas Finals. Isso mesmo, o homem que passou 4 anos do outro lado da ponte em Brooklyn agora tá torcendo pros rivais históricos.

    “Os Knicks chegando nas Finals é absurdo… muitos desses torcedores do Knicks em Nova York vão ficar malucos, cara”, disse o Kyrie na live. E olha, ele não tá errado não. Quem conhece um pouco da paixão nova-iorquina sabe que vai ser o caos total na cidade.

    O retorno histórico depois de 27 anos

    Mano, 27 anos. Vinte e sete anos desde que o Knicks pisou numa Finals (1999 pra ser exato). Imagina a emoção dessa torcida? O Irving entende isso perfeitamente: “Vai ser uma dessas, sabe. Você tem que se preparar se mora na Costa Leste, cara. Eles chegaram nas Finals da NBA, ganharam o direito deles”.

    E o Uncle Drew não parou por aí. Deu aquela moral pro Jalen Brunson também, chamando ele de “grande” armador e elogiando as “grandes peças ao redor dele”. Sinceramente, esse Brunson virou um monstro mesmo. Quem diria que aquele reserva dos Mavs ia liderar o Knicks até as Finals?

    A volta do Kyrie tá chegando

    Agora falando de coisa boa: o próprio Irving deu uma atualizada sobre a lesão dele. Lembram que ele rompeu o ligamento cruzado em março do ano passado? Pois é, perdeu a temporada toda. Mas pelo jeito a coisa tá caminhando bem.

    “Definitivamente tô perto de estar 100% na minha recuperação do ligamento”, revelou na stream. “Já faz um tempo… sou muito grato por ter tido tempo pra curar e experimentar mais com meu corpo, dentro e fora de quadra”.

    E cara, que time vai ser esse dos Mavs com Kyrie de volta! Ele vai jogar junto com o Cooper Flagg (aquele fenômeno que ganhou o Rookie of the Year), mais o Klay Thompson e o Khris Middleton. Na minha opinião, esse elenco tem potencial pra brigar lá em cima no Oeste ano que vem.

    Por enquanto, o Knicks tá esperando pra saber quem vai enfrentar nas Finals. Thunder e Spurs decidem hoje no jogo 7 quem vai representar o Oeste. E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô com o pressentimento de que vai ser OKC, mas sei lá… esses playoffs têm sido uma loucura total.

  • Gui Santos fez história e eu ainda tô arrepiado!

    Gui Santos fez história e eu ainda tô arrepiado!

    Gente, eu ainda não acredito no que vi no dia 25 de março. Gui Santos simplesmente resolveu entrar pra história da NBA da forma mais linda possível. 31 pontos numa vitória de virada contra o Brooklyn Nets, no Chase Center lotado, numa noite dedicada ao Heritage Latino. Cara, eu tô arrepiado só de lembrar.

    Sabe aquelas performances que a gente vê e pensa “foi sorte, o time adversário tava cansado”? Pois então, essa NÃO foi uma dessas. O Gui foi lá e mostrou um repertório completo que deixou todo mundo de boca aberta.

    O Warriors tava morto, mas o Gui ressuscitou o time

    Olha, vou ser sincero com vocês – o Golden State tava parecendo time de várzea nas primeiras três quartas. 26 turnovers (recorde da temporada), perdendo por 13 pontos, todo mundo morto de cansaço depois de 7 jogos em 11 dias. O Steve Kerr até falou que o time parecia estar “correndo na lama”. Imaginem a situação.

    Aí que entra nosso menino brasileiro. Enquanto todo mundo tava entregando a rapadura, o Gui simplesmente decidiu que aquela noite ia ser dele. 11 de 16 nos arremessos de quadra, 4 de 6 nas bolas de três – números que fazem qualquer um babar.

    No terceiro quarto foi onde a mágica aconteceu de verdade. 15 pontos em um período só! Três bolas de três que entraram limpassss. E o mais louco? O Warriors ainda tava perdendo quando terminou o quarto. Mas o Gui não ligou, continuou trabalhando.

    “Vai, Gui! Faz o que você sabe fazer!”

    Uma das coisas mais legais foi ver o banco do Warriors gritando pro Gui quando ele pegava a bola no garrafão. “Go to work, Gui!” E ele depois falou que isso mudou alguma coisa nele: “Quando você escuta isso, você fala ‘ok, agora eu posso ir’”.

    Mano, que coisa mais linda de se ver. Um brasileiro sendo incentivado pelos companheiros a fazer história. E ele fez mesmo – virou o quarto brasileiro da história a fazer 30+ pontos num jogo da NBA, junto com Leandro Barbosa, Anderson Varejão e Nenê Hilário.

    Depois do jogo, ele ligou pra família. Imaginem a emoção do pessoal no Brasil vendo isso! Vocês acham que ele tinha noção de que tava prestes a entrar nessa lista histórica? Eu duvido muito.

    Por que essa performance é especial demais

    Olha, eu acompanho NBA há anos e posso dizer: não foi só um jogador em uma noite quente. O Gui mostrou um jogo completo. Arremessos de três, jogadas no post, bandejas no trânsito, defesa sólida. 2 roubadas, 1 toco, 3 rebotes – ele tava em todo lugar.

    E aconteceu numa noite em que o significado era ainda maior. Latino Heritage Night, Chase Center lotado, time precisando desesperadamente de uma vitória. Sinceramente, não podia ter sido mais perfeito.

    O que mais me emociona é pensar na trajetória dele. Gui sempre foi visto como “projeto” no Warriors, aquele cara com potencial mas que ainda tava se desenvolvendo. Aí numa noite ele simplesmente explode e mostra que chegou a hora.

    E aí, galera? Vocês acham que essa vai ser a primeira de muitas noites especiais do Gui na NBA? Eu tô apostando que sim! 🇧🇷

  • Spurs podem fazer história contra Thunder no Jogo 7 hoje

    Spurs podem fazer história contra Thunder no Jogo 7 hoje

    Cara, que noite vai ser essa! O San Antonio Spurs tem a chance de fazer algo que só o Golden State Warriors conseguiu nos últimos oito anos: vencer um Jogo 7 fora de casa na Final da Conferência Oeste. E olha, eu tô com um pressentimento bom sobre isso.

    A última vez que isso rolou foi em 2018, quando os Warriors foram até Houston e simplesmente destruíram os Rockets — vocês lembram daqueles 27 arremessos de três consecutivos que erraram? Traumático. Mas os Warriors tinham Durant e Curry, né. Hoje os Spurs têm… bem, eles têm algo que o mundo do basquete ainda tá tentando entender direito.

    O fenômeno Wembanyama

    Wemby tá jogando como se fosse veterano de 10 anos de playoffs, mas o cara tem apenas 22 anos! No Jogo 6, enfrentando eliminação fora de casa, ele cravou 28 pontos, 10 rebotes, 3 tocos e 2 roubos de bola. Primeiro jogador na história dos Spurs a fazer isso em jogo de eliminação com essas estatísticas. Monstro.

    A fórmula da série tem sido simples: quando Wemby pontua mais que o Shai Gilgeous-Alexander, os Spurs ganham. Quando não, perdem. Hoje vamos ver se essa tendência se mantém ou quebra — e vai ser no ginásio mais barulhento que ele jogou nesses playoffs.

    Juventude sem medo

    Sabe o que eu acho mais interessante? Os Spurs não têm aquela experiência veterana que todo mundo fala que é essencial. O técnico nunca havia treinado um time antes desta temporada. O jogador mais velho que tem minutos importantes faz 34 anos hoje (Harrison Barnes, e estatisticamente jogadores fazem 7-0 em Jogos 7 no aniversário).

    Wemby tem 22, Stephon Castle tem 21, Dylan Harper tem 20. Nenhum deles acumulou cicatrizes suficientes na NBA pra entender o quanto um time visitante deveria estar assustado num Jogo 7. E sinceramente? Isso pode ser uma vantagem.

    Os Warriors de 2018 sabiam que podiam vencer porque já tinham passado por situações piores. Os Spurs não sabem que não deveriam ganhar este Jogo 7 em Oklahoma City porque ninguém mostrou pra eles evidências de que eles não conseguem. É isso que acontece quando um grupo de jogadores ainda não foi ensinado sobre os limites do que eles podem conquistar.

    Vocês acham que a inexperiência vai pesar ou vai ser justamente o que vai fazer a diferença? Eu tô ansioso pra descobrir. Que comece o show!

  • Lakers fazem peneira total para o Draft 2026 — E eu tô ansioso!

    Lakers fazem peneira total para o Draft 2026 — E eu tô ansioso!

    Galera, depois de ter que literalmente COMPRAR uma vaga no Draft de 2025 (que vergonha, né?), os Lakers finalmente têm uma pick própria no primeiro round do Draft 2026. É a 25ª posição, que sinceramente é meio loteria — pode sair uma pérola ou uma pedra.

    Olha só os últimos caras que saíram nessa posição: Quentin Grimes em 2021 e Immanuel Quickley em 2020. Dois jogadores sólidos que estão fazendo a diferença na NBA. Ah, e os próprios Lakers pegaram o Moe Wagner nessa mesma pick em 2018. Então já sabemos que dá pra pescar coisa boa por aí.

    A caçada pelos talentos começou

    O time de olheiros dos Lakers tá fazendo um trabalho de formiguinha, testando uma galera absurda de prospects. E eu vou ser honesto com vocês — alguns desses nomes eu nem conhecia direito até começar a pesquisar.

    Os caras trouxeram pra workout: Sam Alexis do Indiana, Drake Allen da Utah State, Duke Brennan da Villanova (esse nome é diferente, né?), Rafael Castro da George Washington, e por aí vai. A lista tá gigantesca: Zuby Ejiofor, Jaden Henley, Alex Karaban do UConn…

    O que mais me chama atenção é o Baba Miller da Cincinnati. Esse cara tem 2,08m e joga como ala-pivô, algo que os Lakers sempre precisaram desde que o AD virou mais centro.

    Jogada de mestre ou desespero?

    Na minha visão, os Lakers tão fazendo o certo em testar essa quantidade monstruosa de jogadores. Com o LeBron já nos 40 anos (sim, 40!) e o Anthony Davis entrando nos 30, eles PRECISAM de sangue novo que venha barato e ready.

    O que me preocupa é: será que eles realmente vão acertar? A franquia não tem um histórico muito brilhante no Draft nos últimos anos, vamos combinar. Mas quem sabe com essa 25ª pick eles não pescam um diamante bruto?

    E aí, pessoal, qual desses prospects vocês acham que tem mais cara de Laker? Eu confesso que tô curioso pra ver se eles vão apostar num jogador mais físico ou se vão tentar achar o próximo sniper de três pontos.

  • Mitchell Robinson quebrou a mão antes das Finals — mas pode jogar mesmo assim

    Mitchell Robinson quebrou a mão antes das Finals — mas pode jogar mesmo assim

    Cara, que azar do Mitchell Robinson. O pivô dos Knicks quebrou o quinto metacarpo da mão direita — basicamente o osso que conecta o punho ao dedo mindinho — bem antes das Finals da NBA. Timing perfeito, né não?

    O mais estranho é que ninguém sabe exatamente quando ou como ele se machucou. O técnico Mike Brown confirmou que não foi durante a vitória sobre os Cavaliers que garantiu a vaga nas Finals, nem em treino. Mistério total. O cara simplesmente apareceu com a mão quebrada.

    Robinson até desabafou no Instagram no sábado, mandando um recado bem direto pros haters: “Para vocês que querem me ver no chão e machucado, só tenho uma coisa pra falar: se f*dam”. Pelo menos o cara tem personalidade, né?

    A corrida contra o tempo

    O pivô já passou por cirurgia e — pasmem — ainda tem chance de jogar no Jogo 1 das Finals na quarta-feira. Eu sinceramente não sei como alguém joga basquete profissional com a mão operada há poucos dias, mas enfim. Se rolar, ele vai ter que usar alguma proteção na área operada.

    E olha, isso não é novidade pra ele. Em 2021, Robinson quebrou o quarto metacarpo da mesma mão direita e ficou várias semanas fora, perdendo até a série dos playoffs contra os Hawks. Agora é o quinto metacarpo. O cara tá colecionando fraturas na mão.

    A ironia é cruel: os Knicks pouparam Robinson a temporada toda pra proteger o tornozelo (ele teve várias cirurgias), pensando nas playoffs. Aí o cara chega nas Finals com a mão quebrada. Vai entender.

    Por que ele é tão importante?

    Robinson é fundamental pros Knicks, especialmente considerando quem eles podem enfrentar nas Finals. Se for contra os Spurs, alguém precisa tentar parar o Wembanyama. Se for contra o Thunder, tem que lidar com a dupla Hartenstein e Chet Holmgren.

    Além disso, ele é o melhor reboteiro ofensivo e protetor de aro do time. E mais importante: é o seguro do Karl-Anthony Towns, que tem o costume de se complicar com faltas nos momentos decisivos.

    Tirando Towns e Robinson, sobra só o Ariel Hukporti (alemão no segundo ano) e Jeremy Sochan (que mal joga). Ou seja: se Robinson não conseguir ir, os Knicks vão ter que se virar com o que têm.

    Pelo menos eles têm nove dias de descanso antes do Jogo 1 — resultado de terem varrido os Cavs enquanto Spurs e Thunder se matavam no Oeste. Às vezes a sorte ajuda de um lado pra compensar o azar do outro.

    Vocês acham que Robinson consegue jogar mesmo com a mão operada? E se conseguir, será que vai fazer diferença real ou só vai atrapalhar o próprio time?