Autor: Leandro Amorim

  • SGA resolve aparecer no Game 7 mais importante da carreira

    SGA resolve aparecer no Game 7 mais importante da carreira

    Gente, eu tava aqui vendo esse Thunder x Spurs e o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que não ia pra casa hoje. 19 pontos no primeiro tempo do Game 7 das finais de conferência. Dezenove pontos em 20 minutos, com aproveitamento de 8/11 nos arremessos.

    Olha, eu confesso que tava meio preocupado com o Thunder nesse jogo decisivo. O Jalen Williams machucado, a pressão toda em cima do SGA… mas o cara é diferente mesmo. Dois MVPs não são à toa.

    Série equilibrada demais

    Essa série contra o Spurs tá sendo um negócio absurdo de acompanhar. 3 a 3 no placar, com cada time vencendo em casa e fora também. San Antonio ganhou os jogos 1, 4 e 6, enquanto Oklahoma City levou os jogos 2, 3 e 5. É literalmente tudo ou nada agora.

    E vocês viram como o Wemby tem incomodado o Thunder? O garoto francês tá jogando um basquete extraterrestre, mas hoje o SGA mostrou que experiência ainda conta muito. Principalmente nesses momentos de pressão.

    SGA mostrando por que é MVP

    O que mais me impressiona no Shai é a frieza dele. 19 pontos, 5 assistências, 4 rebotes e 1 toco no primeiro tempo. Cara, esse aproveitamento de 72% nos arremessos é de outro planeta. E olha que foi justamente o recorde dele de pontos num primeiro tempo nessa série toda.

    Sinceramente, acho que o Thunder tem mais experiência pra levar esse jogo. O SGA já passou por esses momentos tensos, diferente do Spurs que tá numa reconstrução ainda. Mas com o Wemby, nunca se sabe né?

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue fechar em casa ou os Spurs vão surpreender todo mundo?

  • SGA precisa virar Kobe? Fãs pedem modo assassino no Game 7

    SGA precisa virar Kobe? Fãs pedem modo assassino no Game 7

    Olha, eu não sei vocês, mas esse Game 7 do Thunder contra os Spurs me deixou com o coração na mão. San Antonio saiu na frente desde o primeiro quarto e simplesmente não deu trégua pro Oklahoma City. E no meio dessa loucura toda, surgiu uma sugestão que me fez pensar: será que o Shai Gilgeous-Alexander precisa mesmo entrar em modo Mamba Negra?

    A ideia veio da Ashley Nicole Moss, da CBS Sports, que mandou a real no Twitter: “SGA tem que ficar egoísta. Você é MVP duas vezes. Por que diabos tá passando pro Hartenstein?! Vai full Kobe Bryant”. Sinceramente? Ela não tava errada.

    Os números não mentem

    SGA fez a parte dele — 31 pontos em 35 minutos, sete assistências e quatro rebotes. O cara tava carregando o Thunder nas costas como sempre. Mas aí que tá o problema: ninguém mais apareceu pra ajudar de verdade.

    Jared McCain fez 12 pontos em 19 minutos, Jaylin Williams conseguiu 11 em 21 minutos. Alex Caruso? Cara jogou 31 minutos e só tinha 10 pontos até faltarem seis minutos pro final. É muito pouco pra um Game 7, não dá.

    A pressão de carregar um time inteiro

    San Antonio chegou a abrir 14 pontos de vantagem e, mesmo quando o Thunder reagia, os Spurs respondiam na mesma moeda. Faltando menos de oito minutos, San Antonio tava 97-86 na frente. Nessas horas você pensa: e se o SGA realmente tivesse entrado em modo Kobe?

    Eu lembro do Mamba em situações assim. O cara simplesmente decidia que ia resolver o jogo sozinho — e resolvia mesmo. Claro que o basquete mudou, que hoje em dia o jogo é mais coletivo, mas às vezes você precisa daquele cara que vai pegar a bola e falar “agora é comigo”.

    E aí, vocês acham que SGA deveria ter sido mais egoísta nesse jogo? Ou será que a filosofia coletiva do Thunder é melhor a longo prazo? Porque olhando assim, com uma vaga nas Finais em jogo, talvez um pouco de egoísmo não faria mal.

  • Vučević nos Celtics: lesão estragou tudo, mas eu ainda acredito nele

    Vučević nos Celtics: lesão estragou tudo, mas eu ainda acredito nele

    Cara, eu preciso desabafar sobre o Nikola Vučević nos Celtics. Como fã que acompanha o montenegrino desde 2012, quando ele saiu da Filadélfia pro Orlando, ver ele finalmente vestindo o verde e branco foi um sonho virando realidade. Só que aí a NBA resolveu ser cruel…

    Doze jogos. DOZE. Foi só isso que conseguimos ver do Vuč antes de uma fratura no dedo mindinho da mão direita contra os Mavericks mandar tudo pro espaço. Ficou 14 jogos fora, numa temporada onde cada partida era crucial pra ele se adaptar ao sistema do Joe Mazzulla.

    Os números não contam a história toda

    Olha, 9.7 pontos e 6.6 rebotes em 16 jogos da temporada regular não impressionam ninguém, né? Mas sinceramente, como é que o cara ia render se mal teve tempo pra conhecer os companheiros? O sistema defensivo dos Celtics exige muito diálogo e conhecimento das rotações. Sem tempo de quadra, fica impossível.

    O Brad Stevens mesmo admitiu que a lesão ferrou com a temporada do Vuč. “Ele chegou aqui numa troca, teve alguns momentos bons, mas quebrou o dedo e isso definitivamente o atrapalhou”, disse o presidente de operações do time.

    E olha que quando tava saudável, a gente viu flashes do que ele pode oferecer. Aqueles 28 pontos e 11 rebotes contra o Brooklyn? Double-double na estreia contra o Miami? O potencial tava ali, gritante.

    Playoffs foram uma tortura

    Aí chegaram os playoffs e… putz. Enfrentar o Joel Embiid e companhia na primeira rodada nunca ia ser moleza pra um cara que não é conhecido pela defesa. Vuč lutou, mas acabou virando DNP-CD no jogo 7. Doeu ver.

    “Foi um confronto difícil pra todo mundo”, admitiu Stevens. “Mas o Vuč deu tudo que tinha e fez o que pedimos. Tenho muito respeito por ele como pessoa e profissional.”

    E aí, vocês acham que os Celtics deveriam tentar manter ele? Eu sou totalmente a favor, desde que seja num contrato que faça sentido financeiro. O cara ainda tem basquete pra dar, e com uma pré-temporada completa pra se adaptar, pode ser uma peça valiosa no garrafão.

    Aos 33 anos, Vučević vai ter que escolher entre grana e chances de título. Se topasse voltar por um salário mínimo veterano, seria um luxo ter ele de volta fazendo dupla com Neemias Queta e Luka Garza no banco. Mas será que o orgulho deixa?

  • Jalen Williams pode voltar se Thunder chegar nas Finais da NBA

    Jalen Williams pode voltar se Thunder chegar nas Finais da NBA

    Olha, eu não esperava essa notícia vindo do Thunder. Com todo o drama do Jalen Williams machucado, o técnico Mark Daigneault soltou uma bomba antes do Jogo 7: o cara pode voltar se eles conseguirem chegar nas Finais da NBA.

    A situação do lesionado

    O Williams tá fora desde que machucou o posterior da coxa esquerda — uma lesão chatérrima que todo mundo que joga basquete conhece. Daigneault foi direto: “Ele tá se sentindo mais ou menos igual”, disse o técnico. “Na verdade, ele saiu do jogo numa boa considerando onde ele tá no processo normal de recuperação.”

    Sinceramente? Acho que o Thunder tá sendo esperto aqui. Por que apressar a volta de um jogador importante numa série que já tava decidida? Melhor guardar ele pra uma possível Final.

    O plano de recuperação

    “Dependendo do que acontecer hoje à noite, se tivermos a sorte de ganhar e avançar, ele vai continuar essa reabilitação”, explicou Daigneault. E faz todo sentido — as Finais só começam na quarta-feira, então tem tempo pra ele se recuperar direito.

    Imaginem só: Thunder nas Finais da NBA com Jalen Williams voltando pra somar. Seria absurdo demais. O cara é peça fundamental nesse time jovem do Oklahoma, e ter ele de volta numa possível Final seria um upgrade monstruoso.

    Vocês acham que o Thunder consegue chegar lá? E se conseguir, será que o Williams volta mesmo a tempo? Essa pode ser a diferença entre brigar pelo título ou só fazer bonito na Final.

  • Hawks vão renovar com Quin Snyder? Liga já trata como ‘inevitável’

    Hawks vão renovar com Quin Snyder? Liga já trata como ‘inevitável’

    Olha, parece que o Quin Snyder vai mesmo ficar em Atlanta. Segundo fontes da liga ouvidas pelo Marc Stein e Jake Fischer, a renovação do contrato dele com os Hawks já é vista como “inevitável” nos bastidores da NBA.

    Cara, isso faz todo o sentido quando você para pra analisar. O cara pegou um time completamente perdido no meio da temporada passada e conseguiu dar uma organizada na casa. Não foi milagre, mas deu pra ver que tem sistema ali.

    Cavaliers tentaram, mas ficaram no vácuo

    Durante a temporada regular, rolou muito papo de que o Cleveland tinha interesse no Snyder. Imagina só — pegar um técnico que já provou que sabe trabalhar com estrelas e colocar junto com Donovan Mitchell e Evan Mobley? Seria uma combinação interessante.

    Mas os Cavs acabaram optando por manter o Kenny Atkinson, que aliás fez um trabalho muito sólido por lá. Então o Snyder fica “livre” pra continuar construindo algo em Atlanta mesmo.

    Nova gestão, mesma confiança

    E por falar em construir, os Hawks fizeram uma mudança interessante nos bastidores. Promoveram o Onsi Saleh para presidente de operações de basquete nesta offseason. Movimento que mostra que a organização tá tentando se profissionalizar ainda mais.

    Na minha opinião, manter o Snyder é a jogada certa. O cara tem histórico — olha só o que fez em Utah com aquele time do Jazz. Obviamente que lá ele tinha o Donovan Mitchell e o Rudy Gobert no auge, mas o sistema defensivo e a organização ofensiva eram impressionantes.

    Em Atlanta, ele tem material pra trabalhar. Trae Young quando tá ligado é um problema sério pra qualquer defesa. Dejounte Murray, apesar dos altos e baixos, tem talento de sobra. E vocês viram como o Jalen Johnson evoluiu? O moleque virou um jogador completamente diferente.

    A questão agora é: quanto tempo e paciência a organização vai dar pra ele construir algo consistente? Porque uma coisa é certa — no Leste a competição só aumenta. Heat, Knicks, Sixers, Celtics… todo mundo se armando pra brigar por playoff.

    Mas sinceramente? Acho que o Snyder é o cara certo pro momento. Agora é torcer pra que essa “inevitabilidade” se concretize logo e a gente possa ver o que esse time consegue fazer com mais estabilidade no comando técnico.

  • Cavs querem renovar com Harden por US$ 30 mi anuais

    Cavs querem renovar com Harden por US$ 30 mi anuais

    Olha, eu confesso que não estava esperando essa. O Cleveland Cavaliers tá confiante que vai conseguir renovar com James Harden por uma extensão de vários anos girando em torno de US$ 30 milhões por temporada, segundo fontes do Marc Stein e Jake Fischer.

    Sinceramente? Acho que faz todo sentido. O Barba mostrou que ainda tem muito basquete na perna e se encaixou perfeitamente no sistema dos Cavs. Claro que não é mais aquele monstro que fazia 40 pontos toda noite em Houston, mas cara, o veterano ainda sabe jogar.

    Harden quer ficar em Cleveland

    E o mais interessante: o próprio Harden já expressou o desejo de continuar em Cleveland na próxima temporada. Isso é um baita sinal, considerando toda a novela que foi a saída dele do Philadelphia 76ers. Parece que finalmente encontrou um lugar onde se sente confortável.

    US$ 30 milhões por temporada pra um cara de 35 anos pode parecer muito, mas vamos ser honestos — quantos caras conseguem dar aquele passe açucarado que o Harden dá? O maluco ainda tem uma das melhores visões de quadra da liga.

    Sem Giannis nos planos

    Ah, e tem mais uma coisa interessante. Os Cavs aparentemente não têm interesse nenhum nos rumores de troca do Giannis Antetokounmpo porque não querem mexer no Evan Mobley. E olha, eu concordo totalmente com isso.

    Mobley é o futuro da franquia, um cara de 2,11m que defende todas as posições e tem um potencial ofensivo absurdo. Por que diabos você trocaria isso? Mesmo sendo o Giannis, né.

    Vocês acham que os Cavs estão certos em apostar todas as fichas nesse núcleo atual com Harden, Mobley, Garland e companhia? Eu acho que sim. Às vezes é melhor dar continuidade a um projeto que tá funcionando do que ficar mexendo em time que tá ganhando.

    A temporada passada mostrou que esse time tem potencial. Agora é ver se conseguem dar o próximo passo nos playoffs.

  • Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Olha, os Celtics tão numa sinuca de bico. Duas eliminações seguidas nos playoffs que doeram na alma dos fãs, e agora o Brad Stevens tem que mexer o pau na panela se quiser voltar a brigar pelo título de verdade.

    E o problema maior? O garrafão, mano. A rotação de pivôs dos caras foi uma das piores da liga na temporada passada.

    O drama do Neemias Queta

    Neemias Queta até mostrou que não é tão ruim quanto todo mundo pensava — aliás, o cara jogou pra caramba na temporada regular. Mas aí chegaram os playoffs contra o Philadelphia 76ers e… cara, foi de dar dó. Não só o Queta, mas toda a linha de frente dos Celtics derreteu.

    Justo né? Era o primeiro playoff do rapaz. Uma série ruim não apaga uma temporada boa, mas pra competir lá em cima, os Celtics PRECISAM melhorar esse setor.

    Por que todo mundo tem pivô bom menos eles?

    Sinceramente, dá uma olhada nos times que mandam bem hoje em dia. Victor Wembanyama e Nikola Jokic são praticamente aliens — esses dois sozinhos carregam seus times nas costas. O Thunder tem Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein fazendo uma muralha na defesa. Os Knicks com Karl Anthony Towns e Mitchell Robinson são uma dupla física que assusta qualquer um.

    Lembra quando os próprios Celtics ganharam o título em 2024? Al Horford e Kristaps Porzingis foram FUNDAMENTAIS. A única exceção recente foi o Indiana Pacers em 2025 com Myles Turner — mas o cara tem 2,11m e mete bola de três, então não conta.

    A bomba: trocar o Jaylen Brown pelo Giannis?

    Aqui que a coisa fica interessante (e polêmica). A troca que tá circulando nos bastidores seria: Jaylen Brown pro Portland, Giannis pros Celtics, e o Milwaukee recebe de volta suas picks do draft mais Jerami Grant, Toumani Camara e Kris Murray.

    Na minha visão, essa história de que o Giannis tá sempre machucado é papo furado. Em 2025 — ou seja, temporada passada — o cara jogou 67 partidas e ficou em TERCEIRO no MVP. Depois meteu 33 pontos, 15 rebotes e 7 assistências nos playoffs mesmo com o Damian Lillard fora por lesão no Aquiles. O maluco carregou aquele time do Milwaukee o máximo que um ser humano consegue.

    “Ah, mas Giannis não é pivô tradicional”, você deve estar pensando. Cara, os números não mentem. Quando ele joga de cinco, o negócio funciona. Entre 2020 e 2025, com Brook Lopez no banco e Giannis jogando de centro, o Milwaukee teve um net rating de 7.5 — isso daria o quinto lugar na liga essa temporada.

    Agora imagina o Giannis dividindo quadra com Jayson Tatum ao invés de Bobby Portis…

    Vocês acham que vale a pena trocar o Brown por essa possibilidade? Eu sei que é difícil, mas às vezes pra ganhar título você tem que ser corajoso. E sinceramente, vendo o que o Wembanyama tá fazendo lá no Oeste, talvez só outro monstro pra parar ele.

    O que tá claro é que os Celtics não podem ficar parados. Seja uma bomba dessas ou movimentos menores, eles precisam resolver logo essa situação no garrafão se quiserem voltar a sonhar alto.

  • Toppin seria a solução no garrafão que o Suns tanto precisa?

    Toppin seria a solução no garrafão que o Suns tanto precisa?

    Olha só, enquanto os playoffs seguem rolando, o pessoal do Phoenix Suns já tá de olho na próxima temporada. E cara, eles têm um problemão no ala-pivô que não dá mais pra ignorar. Sabe aquela sensação quando você vê que falta uma peça no quebra-cabeça? Então, é exatamente isso.

    O nome da vez é Obi Toppin. O cara do Indiana que, na minha opinião, seria perfeito pra resolver os problemas de rebote e tamanho que Phoenix vem enfrentando. Toppin tem 2,06m, salta que nem um canguru e ainda sabe arremessar de longe quando precisa.

    Como seria essa troca?

    As opções não são muitas, mas são interessantes. O Suns poderia trocar o Dillon Brooks direto pelo Toppin — mas sinceramente, acho que seria um erro. O Brooks se adaptou demais à cultura do time e já tá praticamente casado com Phoenix (o cara vai até nos jogos do Mercury, meu!).

    A segunda opção seria mandar o Grayson Allen. Faz sentido financeiro e ainda economiza uma grana. Mas a que mais me chama atenção é trocar o Royce O’Neale pelo Toppin. Sim, os Suns pagariam uns 4 milhões a mais, mas olha que negócio…

    Toppin ganha 31 milhões pelos próximos dois anos. É dinheiro, mas não é absurdo considerando o que ele traria pra mesa. E convenhamos, se o time quer brigar por título, hora de investir, né?

    Por que Toppin seria perfeito?

    Vou ser direto: o cara é exatamente o que Phoenix precisa. Rebote? Tem de sobra. Atletismo? O monstro voa. Enterradas espetaculares pra animar a torcida? Rapaz, ele não decepciona.

    E tem mais — Toppin permitiria que garotos como Ryan Dunn e Rasheer Fleming se desenvolvessem sem pressão. Ele entraria como titular, daria conta do recado, e ainda ajudaria na evolução dos caras mais novos. É tipo ter um veterano que não trava o crescimento da molecada.

    O Indiana até que precisa de um cara como O’Neale. Eles terminaram em 18º em aproveitamento de três pontos (35,6%) e definitivamente precisam de alguém mais consistente no perímetro. O’Neale é especialista nisso.

    Vai rolar mesmo?

    Olha, eu venho falando do Toppin pro Suns desde 2024. O perfil dele encaixa que nem uma luva no que Kevin Durant e Devin Booker precisam ao lado deles. Um cara que reboteia, finaliza bem próximo da cesta e ainda consegue esticar a quadra quando necessário.

    A grande questão é: será que a diretoria tem coragem de fazer um movimento ousado? Porque vamos combinar, ficar patinando com essa composição atual não vai resolver. Toppin daria uma nova dinâmica pro time, especialmente nos playoffs onde rebote defensivo é questão de vida ou morte.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que essa troca faria sentido? Ou preferem que o Suns continue apostando no mesmo esquema que não funcionou na última temporada?

  • Cara vendeu sua torcida pelo Knicks no eBay e virou laker — sem arrependimentos!

    Cara vendeu sua torcida pelo Knicks no eBay e virou laker — sem arrependimentos!

    Gente, vocês lembram daquela história maluca de 2018? Um cara literalmente VENDEU sua torcida pelo New York Knicks no eBay porque não aguentava mais ver o time fazendo vergonha. Pois é, oito anos depois, com os Knicks nas Finals da NBA pela primeira vez desde 1999, o Evan Perlmutter continua firme e forte: zero arrependimentos.

    “Não me arrependo de nada”, disse o cara pro The Post. E olha que coragem, hein? Os Knicks chegaram na final e ele lá, tranquilão com sua camisa dos Lakers.

    A venda mais bizarra da história do eBay

    Cara, imagina a cena: Perlmutter, de Long Island, executivo de marketing esportivo, cresceu vendo os Knicks dos anos 90 com Patrick Ewing e Larry Johnson. Tinha poster dos caras no quarto e tudo. Mas aí o time virou uma piada de mal gosto na liga.

    Em 2018, no auge da frustração, ele fez o impensável. Escreveu um textão de 2.000 palavras no eBay com o título “Torcedor irritado do New York Knicks já teve o suficiente, vendendo minha torcida”. Monstro demais!

    E o mais louco? Um youtuber da Califórnia chamado James Riedel comprou por US$ 3.450, mas com uma condição: Perlmutter tinha que virar torcedor dos Lakers. E o maluco topou! Sinceramente, eu não sei se teria essa coragem.

    Sem volta para o Madison Square Garden

    O cara até trabalhou vendendo publicidade no Madison Square Garden, imagina só. Conhecia o circo por dentro. “Todos os técnicos pelos quais os Knicks passaram, as trocas horríveis, a direção, como tratavam a torcida ano após ano, década após década”, ele explicou.

    E olha que timing perfeito ele teve — virou laker bem a tempo de ver o título de 2020 com LeBron e AD. Enquanto isso, os Knicks continuavam na sarjeta.

    Agora, com os Knicks nas Finals e os Lakers eliminados na segunda rodada, os amigos dele não estão perdoando. Mensagens zoando chegando o tempo todo: “Você sabe que quer torcer pelos Knicks agora”.

    Mas o cara não amolece. “É uma falsa sensação de que o time está bom”, ele rebateu. “As cartas caíram a favor deles. São mais sortudos do que bons.” E ainda fez uma previsão: “Os Knicks não vão ganhar as Finals.”

    E aí, vocês acham que ele vai se arrepender se os Knicks levantarem o troféu? Ou foi a decisão mais esperta da vida dele? Uma coisa é certa: virou lenda da internet para sempre. Tem até um curta-metragem baseado na história dele chamado “The Damn Knicks”. O basquete americano nunca decepciona quando o assunto é drama!

  • Bridges salvou a temporada dos Knicks e justificou as 5 primeiras escolhas

    Bridges salvou a temporada dos Knicks e justificou as 5 primeiras escolhas

    Cara, quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 para os Hawks na primeira rodada dos playoffs de 2026, eu sinceramente achei que era o fim dessa era. Todo mundo na berlinda — técnico, presidente, jogadores. E o Mikal Bridges? Zero pontos no jogo 3, com quatro turnovers. Um desastre.

    Olha, eu lembro quando trocaram CINCO primeiras escolhas do draft pro Brooklyn pra pegar o Bridges. Cinco! Na época todo mundo ficou maluco — pagar esse preço pro rival da mesma cidade? E depois daquele jogo 3 horrível, parecia que o front office tinha queimado o filme de vez.

    A virada que ninguém esperava

    Aí que vem o plot twist absurdo. Desde aquele jogo desastroso, o cara simplesmente virou outro jogador. Os Knicks emplacaram 11 vitórias seguidas e chegaram nas Finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. VINTE E SETE ANOS, pessoal!

    E o Bridges? Virou um monstro na defesa. Pegou o Nickeil Alexander-Walker (que ganhou o prêmio de jogador que mais evoluiu) e simplesmente anulou o cara. Alexander-Walker saiu de 20.8 pontos por jogo na temporada regular para míseros 13.7 contra os Knicks. Os arremessos de dois pontos despencaram de 52.5% para 32.1%. Absurdo.

    No segundo round, teve que marcar o Tyrese Maxey — outro cara que estava destruindo todo mundo com 28.3 pontos por jogo. Resultado? Bridges segurou ele em 19 pontos por noite com apenas 38% nos arremessos nos dois primeiros jogos.

    Ofensivamente também acordou

    Mas não foi só na defesa que o cara deslanchou. Desde o jogo 6 contra Atlanta, Bridges tá fazendo 18.7 pontos, 4.0 rebotes e 3.1 assistências por partida. E com que aproveitamento? 71.4% nos arremessos de dois pontos e 37.9% nas bolas de três. Monstruoso.

    O mais legal é que ele não tá só acertando os arremessos de costume. O cara voltou a ser agressivo, procurando contato, atacando o garrafão. Aquelas bolas de três decisivas no jogo 1 contra os Cavaliers — incluindo aquela oração em cima do Evan Mobley — foram cruciais pra virada dos Knicks.

    Na final da Conferência, teve o “privilégio” de marcar o James Harden. E mais uma vez entregou: Harden fez apenas 16 pontos com 39% nos arremessos gerais e míseros 18% nas bolas de três.

    Sinceramente, eu não esperava que o Bridges conseguisse se recuperar daquele jeito depois do vexame do jogo 3. Mas o cara provou que vale cada uma daquelas cinco primeiras escolhas que os Knicks mandaram pro Brooklyn. E olha que eu achava que tinha sido loucura na época!

    Agora é torcer pra ele manter esse nível nas Finais. Independente do resultado, aquela nuvem negra das escolhas do draft que pairava sobre ele finalmente se dissipou. O front office acertou em cheio, mesmo pagando caro.

    E vocês, acham que o Bridges consegue manter essa pegada nas Finais da NBA?