Bronny James tá silenciando os haters e mostrando por que merece estar na NBA

Olha, vou ser sincero com vocês: sempre tive um pé atrás com toda essa história do Bronny James. Não é nada pessoal contra o garoto, mas a pressão em cima dele sempre foi absurda — filho do LeBron, nepotismo pra cá, nepotismo pra lá. Só que nas últimas semanas? Cara, o moleque tá calando a boca de muita gente.

Duas aparições dos Lakers na semana passada, e em ambas o Bronny fez a diferença. Podem ter sido só 18 minutos somados, mas foram minutos que importaram de verdade. Contra o Indiana, na quarta-feira, ele acertou um arremesso no quarto período que o próprio Luka Dončić chamou de “um dos chutes mais importantes do jogo”. Imagina o peso disso!

O momento histórico que ninguém esperava

Mas o que mais me impressionou foi na sexta contra o Brooklyn. O LeBron deu uma assistência para o filho acertar uma bomba de três, e pronto — primeira assistência entre pai e filho na história da NBA. Eu vi o replay umas cinco vezes, não vou mentir. É um daqueles momentos que você guarda pra sempre, independente de ser fã dos Lakers ou não.

“Ele sempre está pronto para jogar”, disse o técnico JJ Redick depois do jogo. “Acertou uma bola de três importante quando as coisas estavam ficando complicadas no segundo quarto. Estou muito feliz com onde ele está e muito confiante para onde ele vai como jogador.”

Os números não mentem

E aqui que a coisa fica interessante mesmo. Quem acompanha o basquete sabe que o Bronny passou boa parte da temporada rodando entre os Lakers principais e o South Bay Lakers, time de desenvolvimento. Nos últimos jogos por lá? O garoto tá metendo 13,5 pontos por jogo com 57,6% de aproveitamento geral e 53,3% de três pontos.

Treze vitórias em treze jogos quando ele entra em quadra. Isso não é sorte, galera.

“Tenho recebido mais e mais oportunidades, me sentindo confortável arremessando atrás da linha da NBA”, explicou o Bronny. “Ficando cada vez mais confortável para simplesmente arremessar sem pensar.”

O LeBron, obviamente orgulhoso, completou: “Ele só está voltando ao que era antes do incidente [referindo-se ao problema cardíaco que o afastou das quadras]. Ele sempre soube arremessar. Jogou em alto nível durante todos esses anos. É só questão de confiança, ritmo, força e condicionamento voltando.”

Ainda é cedo, mas o futuro promete

Olha, vamos com calma aqui. Quando o elenco dos Lakers estiver completo de novo, o Bronny vai voltar para o final do banco — isso é realidade. Mas esses momentos mostram que o investimento não foi só marketing ou mimimi de pai. O garoto tem potencial real.

E sabe o que mais me convenceu? A humildade dele na entrevista. “Sempre quis jogar basquete a vida toda, então sabia que seria meu trabalho em algum momento. É um sonho realizado. Me sinto privilegiado por poder jogar basquete como profissão e amo cada segundo disso.”

Isso aí não é papo de quem está só aproveitando o sobrenome, não. É de quem realmente ama o jogo.

Vocês acham que ele tem potencial para ser mais que um role player no futuro? Eu tô começando a acreditar que sim. E se continuar evoluindo assim, vai ser muito mais que “só o filho do LeBron” — vai ser o Bronny James mesmo.

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